As novidades do mercado, assim como a evolução da qualidade no cuidado à saúde e tratamentos hospitalares, são alguns dos principais motivos pelos quais é fundamental participar de eventos médicos.
Além disso, esses acontecimentos abordam descobertas científicas e debates importantes da medicina, bem como as tendências do setor de equipamentos hospitalares, contribuindo para que você se torne uma referência enquanto profissional.
Sabemos, no entanto, como a sua rotina é atribulada e não é uma prática fácil se atualizar com frequência com relação aos eventos e congressos que acontecem periodicamente. E foi pensando nisso que elaboramos este conteúdo.
Continue conosco e saiba mais os eventos médicos dos quais você precisa participar, a relevância de cada um em seu próprio segmento e os assuntos que serão abordados nas próximas edições. Aproveite este post imperdível!
Para início de conversa, vamos abordar a Feira Hospitalar, que terá sua 26ª edição em 2019 e hoje pode ser considerado um dos maiores e mais importantes eventos médicos no setor da saúde das Américas. Afinal, a média de pessoas que visitam a feira todos os anos é cerca de 90.000.
A feira já é um acontecimento indispensável dos gestores hospitalares devido às grandes possibilidades de geração de novos negócios e oportunidades no que diz respeito às inovações tecnológicas.
Mas, apesar do nome, ela não se restringe apenas a hospitais. A Hospitalar abrange as áreas de produtos e serviços para laboratórios, farmácias, clínicas e consultórios. O mais interessante é a perspectiva integrada que a feira proporciona dos diferentes setores da saúde.
Além disso, é importante mencionar a credibilidade ímpar que o evento vem proporcionando durante todos esses anos, sendo um ponto de encontro previamente marcado entre os principais players da saúde.
Se você ainda não teve a oportunidade de comparecer à Feira Hospitalar, aproveite para fazer o seu credenciamento (se antecipado, ele é gratuito). A feira acontece em maio, entre os dias 21 e 24, em São Paulo.
Os maiores expositores de produtos, equipamentos e tecnologias na área da medicina marcarão presença na Hospitalar, e a Medicalway também terá seu estande, especificamente no Pavilhão Branco da feira.
Com o objetivo de proporcionar uma área de engenharia biomédica de alta qualidade e tecnologia de ponta, além de expor durante os dias do evento, a Medicalway também participará de um fórum e falará de produtos de parceiros e novos fornecedores da empresa.
Serão apresentados, por exemplo, os produtos e equipamentos das multinacionais Bojin — um dos maiores fabricantes de motores do mundo nas áreas médicas de ortopedia, cirurgia cardíaca e neurocirurgia.
Ademais, o fabricante Mindray também será um destaque para demonstrar determinados equipamentos de UTI, centros cirúrgicos e exames de ultrassonografia. Vale ressaltar que a expectativa para a feira, como sempre, é significativa, uma vez que o portfólio é especialmente elaborado para que os melhores equipamentos sejam conhecidos pelo mercado.
O Conahp (Congresso Nacional de Hospitais Privados) é realizado pela Associação Nacional de Hospitais Privados, sendo considerado um dos mais importantes eventos médicos do setor hospitalar. Ele acontecerá em São Paulo durante os dias 26, 27 e 28 de novembro e as inscrições se abrirão em breve.
Pode-se dizer que o principal objetivo do evento é demonstrar como é fundamental que o hospital assuma o papel de integrador em relação ao sistema de saúde como um todo.
E, por falar nisso, com o tema “Saúde baseada na entrega de valor”, todas as palestras terão como foco o debate sobre as perspectivas dos pacientes, modelos assistenciais e avanços tecnológicos. Além de ter uma área específica para a apresentação de trabalhos acadêmicos, outra aposta do congresso será focar a inovação, reunindo diversas startups que apresentarão suas soluções.
O Congresso do Hospital São Geraldo é especialmente voltado para a comunidade oftalmológica — uma das áreas da medicina que mais apresenta avanços tecnológicos ano após ano. O evento acontecerá em Belo Horizonte, de 7 a 9 de novembro de 2019, e contará com palestrantes nacionais e internacionais, fóruns, cursos e sessões interativas.
Além disso, a programação se divide entre diferentes temas como estrabismo, catarata e cirurgia refrativa, glaucoma, plástica ocular, neuro-oftalmologia e muito mais!
As inscrições já estão abertas, e é importante ressaltar que, no dia 6 de novembro, acontecerá um pré-congresso em que especialistas abordarão assuntos relevantes como exames complementares e lentes intraoculares.
Outra novidade que estreia nessa edição é o 1º Concurso HSG de Fotografias, no qual os participantes têm a chance de enviar imagens únicas que só a oftalmologia consegue proporcionar. Imperdível, não é mesmo?
Para os gestores, profissionais, investidores e influenciadores das regiões Norte e Nordeste do Brasil, a HOSPITALMED é a feira hospitalar mais completa. Ela acontece de 23 a 25 de outubro em Pernambuco e une os conceitos de inovação, negócios, conhecimento e saúde pública. No ano de 2018, a feira teve um aumento de quase 40%, e neste ano, a expectativa é que o evento cresça ainda mais.
Portanto, se você reside nas regiões Norte ou Nordeste e procura aprofundar seus conhecimentos das novas tendências, ampliar sua rede de contatos e ficar de olho nas novas tecnologias do mercado, não fique de fora!
Viu como é mais do que importante participar de tais eventos médicos para aprofundar seus conhecimentos e proporcionar um networking interessante? Por mais que essas feiras e congressos tenham o objetivo maior de lançar novidades e especialização de equipamentos, muitas vezes as tecnologias envolvidas reduzem custos e têm o potencial de poupar tempo e recursos do hospital!
Além disso, outros benefícios são garantidos. Veja:
É importante atentar às datas dos eventos e se programar para participar daqueles que são mais relevantes para você. Para tanto, vale pesquisar periodicamente pelos eventos que acontecerão durante o ano e fazer um planejamento antecipado.
Agora que você já está por dentro dos eventos médicos mais importantes do setor hospitalar, que tal seguir os perfis da MedicalWay nas redes sociais? Estamos no Facebook e Instagram. Dessa forma, você se atualiza constantemente com relação aos diversos assuntos da área!
Avaliar como anda a administração de um hospital e a qualidade dos serviços prestados é extremamente importante. Porém, essa não é uma tarefa simples. Para conseguir acompanhar os resultados do negócio, é essencial conhecer e usar os indicadores de gestão hospitalar — prática capaz de fazer toda a diferença nos seus resultados.
Afinal, ao ter esses indicadores em mãos é possível rastrear a eficácia operacional e garantir que todas as suas equipes estão trabalhando dentro das normas exigidas e dos padrões de qualidade.
Quer saber mais sobre o assunto? Continue a leitura!
Os indicadores são dados e índices sobre setores distintos do hospital que ajudam o gestor a:
Definir os índices de forma correta é imprescindível para acompanhar os pontos certos que precisam de atenção e, dessa forma, melhorar a organização administrativa, financeira e a assistencial do hospital.
A análise frequente desses dados ajuda o gestor a compreender de forma mais apurada a realidade do hospital, prevendo cenários e tomando medidas mais acertadas e adequadas para aumentar a produtividade, a lucratividade e a assistência médica prestada aos pacientes.
Muitos indicadores podem ser usados na gestão hospitalar, já que as áreas a serem monitoradas também são várias — normalmente, esses dados podem ser extraídos de softwares de gestão. Separamos alguns indicadores importantes para a maioria dos hospitais. Veja quais são eles a seguir.
Como o próprio nome sugere, essa taxa mensura a quantidade de leitos ocupados, indicando o perfil de utilização, a média de permanência e o intervalo de substituição.
Com a posse desses dados, o gestor é capaz de conhecer melhor o perfil de ocupação do seu hospital e a maneira como os leitos são usados. Vale lembrar que os custos para a manutenção de leitos são altos e, por isso, quanto mais informações estiverem disponíveis, melhor será a gestão desse recurso.
Dependendo dos números apresentados o gestor consegue saber, por exemplo, se o hospital está atuando abaixo ou acima da sua capacidade. O índice é dado pela relação percentual entre o número de pacientes atendidos por dia e o número de leitos disponíveis. Nesse cálculo, são excluídos os leitos bloqueados (por manutenções, infecções ou outros motivos).
Revela o tempo médio de desocupação do centro cirúrgico, ou seja, é o tempo em que o leito fica desocupado entre a saída de um paciente e a chegada do próximo.
O índice é calculado com a multiplicação do percentual de desocupação pela média de permanência. Então, divide-se o resultado pela porcentagem de ocupação.
A partir desse valor, é possível avaliar como o bloco cirúrgico e os leitos hospitalares são utilizados. Um índice alto significa ociosidade relevante nas vagas desse setor, o que é capaz de comprometer a assistência aos pacientes que estão na fila de espera por uma cirurgia.
Por isso, é muito importante que o gestor planeje de forma adequada o uso das salas e dos leitos cirúrgicos, de forma a reduzir a ociosidade e oferecer um atendimento mais satisfatório e de qualidade aos pacientes.
Esse indicador mede o tempo total de atendimento a um paciente, considerando desde o momento em que ele chega ao hospital até a sua saída (incluindo os motivos para isso, como transferência, alta ou óbito).
A partir desses dados, é possível conhecer melhor o perfil dos atendimentos e, assim, procurar alternativas para reduzir o tempo médio de espera dos pacientes e otimizar processos.
Esse indicador é mais recomendado para os hospitais que trabalham com internações curtas. Isso porque ele é calculado a partir do número total de pacientes atendidos durante um determinado período de tempo, que é dividido pelo número de pacientes que deixam o hospital nesse mesmo intervalo de tempo.
Para analisar melhor os dados desse indicador é fundamental que o gestor saiba o perfil dos atendimentos realizados no hospital, os tipos de procedimentos oferecidos e o perfil clínico dos pacientes, já que todos esses itens influenciam no tempo médio de permanência.
No caso dos hospitais que trabalham com internações de longa permanência, o ideal é que o cálculo seja adaptado para: a soma dos dias de internação de cada paciente dentro de determinado período dividido pelo número total de pacientes dentro desse mesmo tempo.
Um índice elevado, nesse caso, pode ser uma fonte de informações preciosa. Pode significar, por exemplo, que o paciente passa muito tempo aguardando a realização de um procedimento ou exame, ou que os pacientes passam longos períodos internados se recuperando de infecções pós-cirúrgicas, principalmente se a taxa de infecção hospitalar for elevada.
Também pode ser chamada de taxa de infecção associada a cuidados de saúde. Esse índice ajuda a observar a quantidade de vezes em que os pacientes tiveram infecções durante um tratamento médico.
Um número muito elevado pode indicar que o hospital não está seguindo as diretrizes de saneamento e segurança como deveria, situação que precisa ser revista com urgência.
Seu valor é dado pelo número de pacientes infectados dividido pelo total de pacientes atendidos durante um período.
A readmissão é considerada quando um paciente retorna ao mesmo hospital depois de ter tido alta. Quando há muitos casos é preciso ter atenção, pois a alta pode ter sido dada de maneira equivocada ou o serviço prestado pode estar insatisfatório.
Acompanhar nesse número é muito importante, pois os pacientes que retornam tendem a ser mais dispendiosos ao hospital . Lembre-se que os casos deles poderiam ter sido resolvidos anteriormente.
O índice é calculado com a divisão do número de readmissões pelo total de pacientes atendidos dentro de um período.
É possível calcular a rentabilidade por médico, convênio, procedimento, setor, especialidade, entre outros. Para calcular a rentabilidade geral e a eficiência administrativa, uma sugestão é o uso do ROI (Retorno sobre o Investimento, em inglês).
O ROI é a representação da produtividade decorrente do uso dos recursos. Assim, quanto mais produtivo for o hospital, mais bem aproveitados serão os recursos investidos.
Por meio desse dado, o gestor consegue entender qual o retorno do hospital em relação ao montante financeiro investido.
Esse é um dos indicadores de gestão hospitalar mais importantes, porque avalia se o hospital é capaz de faturar de maneira equilibrada, evitando perdas que comprometam a sua saúde financeira.
É possível calcular o faturamento de acordo com vários parâmetros, como convênios, especialidades, procedimentos, etc. Assim, o gestor consegue identificar, por exemplo, qual convênio é mais rentável ou quais especialidades trazem maior e menor lucro.
Para fazer o cálculo de maneira correta, é fundamental registrar todos os procedimentos aos quais os pacientes são submetidos e garantir que esses dados sejam registrados de maneira adequada.
Como você viu, os indicadores de gestão hospitalar são muito importantes. Eles ajudam o gestor a ter uma visão mais clara e precisa de todos os setores do hospital, tanto da parte de qualidade de atendimento, quanto das questões financeiras.
É claro que essas são apenas algumas sugestões e existem outras possibilidades de métricas, dependendo das necessidades do gestor e das características do hospital.
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Um hospital ou uma clínica médica não podem parar suas atividades, por isso, todos os setores devem estar com a infraestrutura em ordem para evitar contratempos ou riscos à saúde e segurança dos pacientes. Nesse sentido, é fundamental ser criterioso com a escolha do fornecedor de equipamentos médicos.
Estamos falando de produtos altamente tecnológicos e que exigem um investimento alto. Por isso, é tão importante que o gestor hospitalar saiba como selecionar as melhores empresas, evitando dores de cabeça no futuro.
Neste post, vamos ajudá-lo nessa escolha. Acompanhe e veja algumas dicas para que você encontre bons fornecedores desse setor e construa parcerias de sucesso!
A medicina está em constante evolução, e a tecnologia, cada vez mais presente nas técnicas cirúrgicas, diagnósticos por imagem e em itens voltados para o cuidado do paciente. Dessa maneira, é importante que o fornecedor de equipamentos médicos acompanhe essa inovação e forneça produtos de alta tecnologia.
Por isso, antes de fechar a compra, peça demonstração dos produtos e solicite à empresa os detalhes técnicos, como a tecnologia empregada e a origem dos equipamentos — a escolha por empresas que comercializam produtos de fornecedores mundiais de renome pode fazer a diferença no atendimento da sua clínica ou hospital.
Além da tecnologia dos equipamentos, verifique, ainda, a diversidade da linha de produtos. Desse modo, você consegue adquirir mais itens de um mesmo fornecedor — além de economizar tempo, consegue condições melhores de preços e pagamentos.
Não é segredo para ninguém que os equipamentos do segmento médico têm um custo mais elevado, principalmente pela alta tecnologia empregada. No entanto, antes de escolher o seu fornecedor, considere a relação custo-benefício do produto.
Em primeiro lugar, faça uma pesquisa de mercado e compare os preços com a qualidade dos produtos oferecidos. Selecione as empresas que você considera que trabalham com valores competitivos e pesquise sobre:
Verifique, ainda, a possibilidade de negociação e até de financiamento para que você tenha tranquilidade para fazer essa aquisição.
Hoje, a concorrência é grande em qualquer segmento, por isso, é natural ficar perdido na hora de escolher uma empresa. A dica, nesse caso, é considerar o tempo de mercado do fornecedor.
É um indicativo de solidez do negócio e também do bom atendimento prestado. Assim, você fica tranquilo ao adquirir o equipamento médico, porque tem a garantia de que a empresa é séria e vai oferecer todo o suporte necessário.
Além do tempo de mercado, verifique, ainda, a reputação do fornecedor de equipamentos médicos. Com o mundo conectado, você pode obter essas informações diretamente no seu computador de forma bastante rápida. Basta pesquisar na Internet e conferir se há reclamações contra a empresa.
É uma maneira de descobrir se o fornecedor preza por um atendimento de excelência, se os produtos realmente são de qualidade, se há comprometimento com os prazos, como é o pós-venda etc.
É importante conhecer a experiência de outros clientes com o fornecedor em questão. Por isso, se possível, peça referências para gestores de outras clínicas médicas ou hospitais.
Nessa conversa, você consegue descobrir, por exemplo, se a empresa honra com o que foi combinado, as possibilidades de negociação e o atendimento oferecido, caso surja algum problema.
Uma maneira de conhecer de perto os fornecedores e os produtos oferecidos é participando de feiras e eventos voltados para esse segmento. Você terá a oportunidade de conversar com os representantes da empresa, conhecer de perto a tecnologia comercializada e tirar todas as suas dúvidas.
Você precisa encontrar um fornecedor de equipamentos médicos que vá facilitar a rotina dos seus serviços e elevar a qualidade do atendimento, certo? Então, busque empresas com alguns diferenciais, como:
A tecnologia empregada nos equipamentos deve ser atual, por isso, procure por empresas que trabalham com grandes fornecedores e marcas conceituadas, ou seja, que prezam por um padrão internacional de qualidade.
Dessa maneira, você adquire um produto altamente diferenciado — o que vai aprimorar seus serviços médicos e causar uma boa impressão nos seus pacientes.
É importante que a empresa facilite a vida do gestor. Por isso, ganha pontos quem trabalha não só com os equipamentos médicos, mas também com os acessórios específicos desses produtos.
Essa praticidade facilita a aquisição desses itens, visto que você já conhece o fornecedor, recebe a orientação necessária e não precisa perder tempo fazendo uma pesquisa.
Você precisa ter certeza de que a empresa se compromete com o que foi acertado na venda, como a entrega no prazo. Afinal, estamos falando de equipamentos médicos — indispensáveis para o andamento dos trabalhos de uma clínica ou hospital.
Por isso, valorize fornecedores que tenham uma postura transparente com o cliente, ou seja, que não vão deixar você na mão, prejudicando seu trabalho e o atendimento aos pacientes.
Em qualquer segmento de negócio, é muito comum encontrarmos empresas que oferecem um atendimento de primeira na pré-venda, mas abandonam os clientes assim que a venda é concretizada.
No caso de equipamentos médicos, isso é inadmissível, já que a sua clínica ou hospital não podem parar suas atividades por uma falha técnica, por exemplo. Dessa forma, um ponto que merece atenção é o pós-venda.
Confirme se há um atendimento depois da aquisição do produto — com um suporte técnico qualificado e ágil — para que você não tenha problemas no futuro. Empresas com sedes em diferentes localidades são uma garantia de um atendimento mais rápido.
São vários os fatores que você precisa avaliar antes de escolher um fornecedor de equipamentos médicos. Faça uma pesquisa minuciosa e selecione uma empresa que acompanhe as novidades tecnológicas do setor, que tenha solidez no mercado e ofereça um atendimento diferenciado.
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Se você já possui uma clínica médica ou decidiu abrir seu próprio consultório, com certeza precisará de uma boa saúde financeira. Com ela, você mantém um atendimento eficiente aos pacientes e evita dificuldades extremas no futuro. Ter um controle financeiro pode parecer até complicado, porém com uma organização eficaz e alguns procedimentos simples sua gestão de finanças ficará mais tranquila.
Para te ajudar nessa organização, listamos 7 dicas essenciais para garantir o seu controle financeiro. Confira a seguir!
Misturar as contas pessoais com algum negócio é um dos principais motivos que levam um empreendimento de pequeno ou médio porte ir a falência! Por isso, cuidado para não confundir e misturar contas próprias com as da sua clínica ou consultório.
Para evitar esse problema, o ideal é separar a remuneração do proprietário, o pagamento das despesas fixas e variáveis da clínica e o lucro bruto. Por isso, não esqueça que as responsabilidades e o controle financeiro em relação a contabilidade de uma pessoa física e jurídica são diferentes.
Essa primeira dica é essencial para ter um completo controle financeiro. Quando você registra todas as operações financeiras que ocorrem na clínica, fica mais fácil de identificar os gastos e lucros. Assim, você controla com mais eficiência a sua entrada e saída de caixa.
O ideal é que esse registro seja diário e ocorra esse processo em todas as transações. Sendo as principais: o recebimento de pagamento de pacientes de consulta particular e de convênios de plano de saúde, pagamento de fornecedores, compra de materiais necessários e pagamento dos funcionários da clínica/consultório.
Assim que você começar a pôr em prática o registro de todas as operações financeiras da clínica, você estará mais qualificado a realizar um fluxo de caixa.
O fluxo de caixa significa toda a movimentação financeira do caixa de uma empresa em um determinado período de tempo. Ou seja, é todo o fluxo da entrada e saída de dinheiro em certo tempo. Isso significa que se você faz um fluxo de caixa diário, você garante um maior controle de pagamentos. Assim, você consegue planejar melhor as contas no próximo mês.
Para garantir um controle financeiro da sua clínica ou consultório, é muito importante escolher bem os seus fornecedores. Para isso é fundamental ter um relacionamento próximo e agradável com eles.
Quando você cria um bom relacionamento com seus fornecedores, facilita que seus pedidos ocorram nas datas corretas e com isso, não irá atrapalhar o seu fluxo de caixa.
Além disso, o seu controle financeiro fica mais claro quando você escolhe fornecedores parceiros. Para isso, é importante que eles tenham qualidade nos materiais e equipamentos, garantam os prazos de entrega e que tenham um equilíbrio na cotação dos preços e no suporte na negociação.
Sabemos que a crise de nosso país afetou muitos empreendimentos devido as flutuações da economia e diminuição do consumo da população. Por isso, é ideal que o seu consultório tenha um fundo de reserva que possa cobrir os gastos quando o fluxo de pacientes for menor.
Além disso, ter um fundo de caixa é essencial se você tiver uma necessidade de ter um gasto não planejado, por exemplo, para o conserto de algum equipamento ou compra de um material para auxiliar no atendimento.
A tecnologia é um fator que auxilia, e muito, na facilidade em otimizar alguns processos internos. Geralmente, algumas tarefas manuais de clínicas e consultórios afetam no atendimento e produtividade do colaboradores. Por exemplo, o excesso de ligações para agendar, remarcar ou cancelar uma consulta, podem tomar muito tempo do colaborador. Nesse caso, aplicar um sistema digital de agendamento de consultas, como o próprio e-mail, planilhas ou mensagens internas (intranet) facilitará o trabalho do seu funcionário.
Além desse exemplo comum, a tecnologia e sistemas de informatização já oferecem programas que fornecem relatórios, gráficos e resultados sobre suas finanças. Assim, facilitando o seu controle financeiro e dando a possibilidade de você ter um olhar mais nítido dos custos.
Como qualquer processo que demande uma organização, o planejamento é fundamental. Com ele, você mantém uma visão sobre futuros gastos e recebimentos. Por isso, você consegue ter um melhor controle financeiro.
Quando você faz um fluxo de caixa e analisa relatórios, a realização de projeções de gastos para os próximos períodos é mais visível. Isto é, você conseguirá prever a receita da sua clínica, as oportunidades de lucro, momentos de maior incidência de gastos e programará novos investimentos.
Essas dicas são fundamentais para você ter um controle financeiro eficiente. Com elas você poderá ter novos resultados e uma visão mais ampla das necessidades que sua clínica possui. Assim, estará mais propenso a resultados positivos, graças a sua organização, dedicação e esforço em planejar e compreender a necessidade da boa saúde financeira.
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