Por que cada vez mais clínicas estão adotando o bisturi elétrico?

ambiente de sala de cirurgia

Há alguns anos, o bisturi elétrico era visto como um equipamento de alta tecnologia, restrito a grandes centros hospitalares universitários ou a especialidades cirúrgicas específicas.

Hoje, o cenário é outro: clínicas de médio porte, consultórios odontológicos e hospitais regionais já incorporaram a eletrocirurgia ao seu cotidiano, e os gestores que ainda não fizeram essa transição estão percebendo a diferença nos resultados clínicos e na eficiência operacional.

Neste artigo, a Medicalway explica por que o bisturi elétrico se tornou o novo padrão das instituições que buscam excelência, como a tecnologia funciona na prática e quais critérios usar para escolher o modelo mais adequado para a sua realidade.

Por que o bisturi elétrico vem se tornando o novo padrão em clínicas e hospitais?

A adoção do bisturi elétrico não é uma tendência de marketing. Ela reflete uma mudança estrutural na forma como médicos e gestores avaliam eficiência cirúrgica, segurança do paciente e sustentabilidade financeira da operação.

Veja alguns dos motivos que fazem com que clínicas estejam preferindo adotar o bisturi elétrico.

Redução real do tempo de procedimento

O tempo de sala cirúrgica é um dos recursos mais caros dentro de um hospital ou clínica. A eletrocirurgia reduz esse tempo de forma mensurável ao eliminar as interrupções para controle manual de sangramentos.

Clínicas que migraram para o bisturi elétrico relatam redução consistente no tempo médio por procedimento, o que se traduz diretamente em mais atendimentos por turno.

Menor sangramento e pós-operatório mais confortável

O sangramento intraoperatório é um dos principais fatores de estresse tanto para o cirurgião quanto para o paciente.

Pacientes submetidos a procedimentos com eletrocirurgia relatam menor incidência de edema, dor e complicações nas primeiras horas e dias após a cirurgia. Esse diferencial não apenas melhora a experiência do paciente como contribui para indicadores clínicos mais favoráveis na avaliação da qualidade assistencial da instituição.

Versatilidade em diferentes especialidades

Uma das razões pelas quais o bisturi elétrico ganhou tanto espaço é a sua adaptabilidade.

O mesmo gerador eletrocirúrgico pode ser utilizado em cirurgias gerais, procedimentos ginecológicos, cirurgias orais e odontológicas, ortopedia, urologia e neurocirurgia, bastando ajustar os parâmetros de potência e trocar os acessórios conforme a especialidade.

Redução no consumo de insumos

Com a hemostasia integrada ao corte, o bisturi elétrico reduz significativamente o uso de compressas hemostáticas, suturas de ligadura vascular e outros insumos utilizados para controle de sangramento no bisturi convencional.

Para gestores que monitoram o custo de materiais por procedimento, essa redução representa uma economia concreta, especialmente em instituições com alto volume cirúrgico.

Ao longo de meses de operação, a diferença no consumo de insumos pode compensar com folga o investimento na tecnologia de eletrocirurgia.

Padronização e qualidade assistencial

Geradores eletrocirúrgicos modernos permitem salvar configurações de potência para diferentes tipos de procedimento, o que facilita a padronização dos protocolos cirúrgicos dentro da instituição.

Isso reduz a variabilidade dos resultados entre diferentes cirurgiões ou turnos, facilita o treinamento de novos profissionais e contribui para a consistência da qualidade assistencial.

Para clínicas que buscam acreditação hospitalar ou certificações de qualidade, a padronização dos processos cirúrgicos é um requisito crítico, e o bisturi elétrico é um aliado importante nesse processo.

Entenda como funciona a tecnologia por trás do bisturi elétrico

O bisturi elétrico, também chamado de eletrobisturi ou bisturi de alta frequência, utiliza corrente elétrica alternada em frequências que geralmente variam entre 300 kHz e 5 MHz.

Nessa faixa, a corrente não estimula fibras nervosas nem causa contração muscular: ela gera calor localizado no ponto de contato entre o eletrodo ativo e o tecido, com intensidade controlada pelo cirurgião por meio do gerador.

Esse calor pode atuar de duas formas principais:

  • No modo de corte, a energia vaporiza as células na linha de incisão, separando o tecido com precisão;
  • No modo de coagulação, a energia é suficiente para desnaturar as proteínas do vaso sanguíneo e estancar o sangramento sem vaporizar o tecido;
  • Já o modo misto combina os dois efeitos, e é o mais utilizado na prática cirúrgica geral.

Há dois modos de configuração elétrica: o monopolar, em que a corrente percorre o corpo do paciente entre a caneta ativa e uma placa de retorno fixada na pele, e o bipolar, em que a corrente circula apenas entre os dois eletrodos de uma pinça cirúrgica.

O modo bipolar é especialmente indicado em áreas delicadas ou em pacientes com marcapasso, pois limita o campo elétrico a uma área muito reduzida, sem que a corrente percorra o restante do corpo.

Como escolher o melhor bisturi elétrico para o seu hospital ou clínica?

Com a variedade de opções disponível no mercado, escolher o bisturi elétrico certo para a sua instituição exige avaliar critérios técnicos, operacionais e comerciais de forma conjunta.

Os principais pontos a considerar são:

Potência máxima e estabilidade de saída

Verifique se o gerador mantém a potência estável mesmo em tecidos de maior resistência, como músculo espesso ou tecido fibroso. Equipamentos de baixa qualidade perdem eficiência nessas situações, comprometendo a hemostasia, pois não possuem uma leitura de impedância de tecido bem apurada.

Modos de operação disponíveis

Certifique-se de que o equipamento oferece operação monopolar e bipolar, além dos modos de corte, coagulação e misto. Geradores com apenas um modo limitam as possibilidades de aplicação clínica.

Compatibilidade de acessórios

Equipamentos com conectores padrão de mercado permitem usar canetas, pinças e eletrodos de diferentes fabricantes, o que dá mais flexibilidade na gestão de insumos e reduz a dependência de um único fornecedor.

Interface e facilidade de uso

Paineis digitais com memória de configurações agilizam o setup entre procedimentos e facilitam a padronização dos protocolos. Equipamentos com interface confusa aumentam o risco de erro de parâmetro durante o procedimento.

Sistemas de segurança integrados

Verifique se o gerador conta com monitoramento da placa de retorno e alarmes de segurança. Esses sistemas são obrigatórios em equipamentos modernos e protegem o paciente contra queimaduras por contato inadequado com a placa.

Suporte técnico e manutenção

O custo de aquisição só é relevante quando considerado junto ao suporte técnico disponível. Verifique a disponibilidade de manutenção preventiva, a facilidade de obtenção de peças e a capacidade de resposta do fornecedor em caso de falha.

Além dos critérios técnicos, avalie o modelo de contratação

Fornecedores como a Medicalway oferecem modalidades de comodato que permitem ao hospital ou clínica incorporar a tecnologia sem desembolso imediato, com suporte e treinamento inclusos no contrato.

Conheça o eletrobisturi da Medicalway

A Medicalway é especialista no fornecimento de equipamentos médico-hospitalares de alta tecnologia para hospitais, clínicas e instituições de saúde no sul do Brasil.

O eletrobisturi da Medtronic é indicado para atender desde clínicas de pequeno e médio porte até centros cirúrgicos de alta complexidade, com desempenho técnico validado e suporte pós-venda estruturado.

Entre os principais diferenciais do eletrobisturi fornecido pela Medicalway são:

  • Operação monopolar e bipolar com ajuste digital de potência e memória de configurações
  • Regulação automática de potência para manutenção da estabilidade de corte e coagulação em tecidos de diferentes resistências
  • Compatibilidade com canetas, peças e acessórios de múltiplos fabricantes do mercado
  • Sistema de monitoramento da placa de retorno com alarme integrado
  • Interface intuitiva que facilita o uso por diferentes perfis de profissional
  • Conformidade com normas internacionais de segurança para equipamentos eletrocirúrgicos

A Medicalway trabalha com marcas de referência global como Mindray, Medtronic, Unicare, Keedwell e Fluke Biomedical, garantindo qualidade e confiabilidade em cada solução entregue ao cliente.

Por que a Medicalway é a melhor fornecedora para o seu hospital

Mais do que fornecer equipamentos, a Medicalway atua como parceira estratégica das instituições de saúde.

Seu modelo de atendimento foi construído para garantir que o bisturi elétrico e os demais equipamentos do portfólio entregam valor ao longo de todo o ciclo de vida do produto, e não apenas no momento da aquisição.

  • Suporte técnico ágil com equipe especializada em manutenção preventiva e corretiva.
  • Treinamento pós-venda estruturado para médicos, enfermeiros e técnicos, garantindo o uso seguro e eficiente do equipamento desde a instalação.
  • Modalidades de comodato com contratos flexíveis e transparentes, alinhados ao planejamento financeiro da instituição.
  • Processo de certificação RDC da ANVISA em fase final de implantação, reafirmando o compromisso com conformidade regulatória e qualidade de serviço.
  • Relacionamento contínuo pós-implantação, com equipe disponível para atender demandas técnicas e comerciais ao longo de toda a parceria.

Para gestores que precisam de previsibilidade e segurança nas decisões de investimento em equipamentos, a Medicalway oferece transparência em todas as etapas, do orçamento inicial ao suporte continuado.

FAQ sobre bisturi elétrico e comodato de equipamentos médicos

1. O bisturi elétrico consome muita energia?

Não. O consumo energético de um gerador eletrocirúrgico moderno é relativamente baixo para os padrões de um ambiente hospitalar.

2. É necessário treinamento especial para a equipe de enfermagem?

Sim, e esse treinamento é fundamental para a segurança do procedimento. Aqui na Medicalway, oferecemos treinamento pós-venda estruturado para toda a equipe envolvida no uso do eletrobisturi, garantindo que a adoção da tecnologia seja segura desde o primeiro procedimento.

3. O investimento se paga em quanto tempo?

O retorno sobre o investimento em um bisturi elétrico depende do volume cirúrgico da instituição e do modelo de contratação escolhido. Em instituições com alta demanda cirúrgica, a redução no tempo de sala, a diminuição no consumo de insumos de hemostasia e o aumento na capacidade de atendimentos por turno podem gerar retorno financeiro em poucos meses.

Para clínicas de menor porte, a modalidade de locação oferecida pela Medicalway elimina o desembolso inicial e transforma o custo do equipamento em uma parcela mensal previsível, facilitando o cálculo do retorno e o planejamento financeiro.

Fale com a Medicalway e descubra a melhor solução em comodato para sua instituição

Se você é médico, gestor ou diretor clínico e quer modernizar a infraestrutura cirúrgica da sua instituição com tecnologia de eletrocirurgia de alta performance, a Medicalway tem a solução certa para o seu perfil e para o seu orçamento.

O eletrobisturi da Medicalway está disponível em diferentes configurações e modalidades de contratação, como venda ou locação, com suporte técnico e treinamento inclusos, para que sua instituição possa dar esse passo com segurança e previsibilidade financeira.

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    Ambos são extremamente importantes para a manutenção da saúde dos pacientes. Inclusive, eles têm sido usados com frequência no tratamento contra a Covid-19, uma vez que o vírus afeta diretamente o pulmão e a capacidade respiratória. Entretanto, é fundamental escolher um equipamento de qualidade para garantir o ajuste ao quadro médico, de acordo com o problema e o paciente.

    Neste artigo, vamos falar sobre o que levar em conta ao escolher o ventilador de UTI ideal. Confira as dicas importantes que separamos!

    1. Atente-se às aplicações do ventilador de UTI

    A primeira questão a ser observada na escolha do ventilador de UTI é a aplicação. Existem diversos tipos de finalidades práticas, conforme a especialidade clínica e os pacientes — neonatal, pediátrico ou adulto.

    Essa definição é essencial para a elaboração da especificação e a seleção de modelos. Isso porque os ventiladores são desenvolvidos e vendidos de acordo com a faixa de peso que podem atender.

    Em geral, ela varia de 3 a 200kg. A seguir, vale a pena pensar a quais setores os ventiladores serão destinados. Na UTI, seu nível de complexidade e sofisticação é maior, pois a permanência do paciente no setor costuma ser mais longa.

    2. Veja quais são as modalidades ventilatórias

    Nas intubações de longa duração, é muito importante que o ventilador de UTI conte com modalidades ventilatórias que auxiliem no desmame do paciente. Este é um processo em que o equipamento identifica o seu estímulo, para que ele faça esforço pulmonar por conta própria e recupere de vez sua capacidade.

    Essas são as principais modalidades encontradas no ventilador:

    • SIMV: ventilação mandatória intermitente sincronizada;
    • PSIMV: ventilação mandatória intermitente sincronizada a pressão;
    • SPONT: ventilação espontânea;
    • BiLevel/Duo-Level/BIPAP: ventilação em dois níveis de pressão;
    • PAV+: ventilação assistida proporcional plus;
    • SPN PPS: ventilação pressão de suporte proporcional;
    • APRV: ventilação com alívio de pressão;
    • CPAP: ventilação espontânea contínua assistida;
    • PSV: ventilação de suporte de pressão;
    • VCV: ventilação controlada a volume;
    • PCV: ventilação controlada a pressão;
    • PRVC: pressão regulada com volume controlado.

    3. Observe os modos de controle

    Durante o ciclo de respiração, gases são trocados o tempo todo pelo organismo — desde os tecidos dos órgãos até as menores células. O ventilador pulmonar tem o objetivo de substituir o movimento natural da respiração, ou seja, o ciclo respiratório deve ser restaurado por completo.

    Para acompanhar se essa questão está em ordem, é preciso observar os modos de controle do equipamento. Eles trabalham em conjunto com as modalidades ventilatórias e podem ser: espontâneo e controlado ou assistido, espontâneo, assistido, assistido ou controlado ou controlado.

    Eles demonstram a capacidade de esforço do paciente em retomar o controle da respiração. Enquanto a modalidade supre as necessidades de guiar esse processo, o modo pode mudar ao longo dele, de acordo com a resposta que o corpo fornece e que é registrado pelo monitoramento.

    4. Prefira um uso simples e objetivo

    Você encontrará muitos equipamentos sofisticados e repletos de funções. Isso é ótimo para assegurar um bom desempenho e o suporte adequado para o paciente. No entanto, administrar essas funções deve ser algo simples e objetivo.

    É preciso ter em mente que pacientes que precisam de apoio respiratório requerem intervenção imediata. Eles não podem esperar por estabilidade. Se o dispositivo de monitoramento for muito complexo, o atendimento não será satisfatório.

    Portanto, procure por alternativas que sejam simples e objetivas para mexer e ler registros. Assim, diante de qualquer irregularidade, será possível iniciar os devidos procedimentos ou fazer outros encaminhamentos.

    5. Confira se o equipamento é certificado

    Como todo equipamento médico, é de suma importância conferir se o ventilador de UTI é certificado. Somente essa comprovação assegura a efetividade do aparelho, bem como a segurança do paciente durante a realização dos procedimentos médicos.

    Entre as certificações mais importantes, estão o registro de boas práticas emitido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e a confirmação dos requisitos exigidos pelo ISO 13485. Em alguns casos, pode ser que você precise de autorização de comercialização, em especial para manter peças para manutenção disponíveis em estoque.

    Compre apenas marcas reconhecidas no mercado. E, é claro, de fornecedores confiáveis, que trabalhem unicamente com equipamentos originais e atualizados.

    6. Analise as formas de monitoramento

    É importante ressaltar que ventiladores pulmonares de UTI precisam de formas de monitoramento mais elaborados. Somente assim será possível realizar um ajuste seguro da ventilação.

    Um exemplo disso é a monitorização de frequência respiratória e volume corrente, ou ainda a medida da pressão de pico inspiratório ou pressão expiratória.

    Também é indispensável acompanhar a apresentação de curvas de volume, pressão e fluxo. Isso deve ser feito com a ajuda de um monitor, que registra também vazamentos, esforço excessivo do paciente, assincronia entre respiração e equipamento, entre outros. Assim, sempre que necessário, a modalidade respiratória poderá ser trocada.

    7. Tenha atenção a ventiladores de UTI neonatal

    Quando se trata do atendimento neonatal, lembre-se de que os pacientes têm, em média, apenas 400g. Portanto, é fundamental encontrar equipamentos que consigam atender a partir de 250g. Embora muitos já venham com essa capacidade, nem todos contam com a função de controle e monitoramento tão específica.

    Portanto, é um fator a ser observado com muita atenção. Do contrário, não será possível captar a evolução do paciente de maneira direcionada.

    Além disso, os modelos para neonatal devem ter modalidade ventilatória de alta frequência. Esse é um grande diferencial para essa modalidade, que tem um atendimento mais delicado e com altos níveis de urgência.

    O ventilador pulmonar de UTI é um dos equipamentos mais importantes para contribuir na recuperação de pacientes. Portanto, siga sempre essas indicações para ter um modelo moderno e de uso simples à disposição.

    A Medicalway trabalha com variedades e soluções consideradas as melhores do mercado. Identifique as necessidades de seu ambiente hospitalar e confira quais de nossas opções podem atendê-las adequadamente!

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    Cabo de ECG: quais cuidados tomar ao manusear e como comprá-lo?

    Cabo de ECG: quais cuidados tomar ao manusear e como comprá-lo?. Muitas pessoas não entendem a importância de tomar certos cuidados ao adquirir e manusear o cabo de ECG, tendo em vista ser parte de um aparelho essencial para a avaliação cardiológica dos pacientes.

    Cabo de ECG: quais cuidados tomar ao manusear e como comprá-lo?

    Entre as principais funções do cabo de ECG, está a capacidade de armazenar os fios responsáveis por transmitir os dados do indivíduo para o equipamento. Por esse motivo, a forma como é utilizado e as condições em que se encontram são aspectos que influenciam diretamente na confiabilidade dos resultados. Então, é preciso estar atento a isso.

    Quer entender um pouco mais sobre os principais pontos de atenção relacionados ao manuseio e aos cuidados com esse item? Então, continue a sua leitura!

    Por qual motivo é preciso ter atenção redobrada com o cabo de ECG?

    É muito importante que clínicas, consultórios, hospitais e demais unidades de saúde implementem medidas de cuidados e manuseio de cabos de ECG, levando em consideração que qualquer problema ou dano no objeto pode influenciar na atuação dos profissionais, precisão nos resultados e demais erros que vão prejudicar bastante a imagem da instituição no mercado.

    Afinal, quando um aparelho não funciona como deveria, isso vai gerar resultados imprecisos ou comprometer o exame, fazendo com que a clínica tenha que desmarcar procedimentos, chamar os pacientes para refazê-los, entre outras situações que vão impactar de forma direta no dia a dia e faturamento do estabelecimento.

    Quais cuidados devem ser tomados no uso do cabo de ECG?

    Existem casos em que os profissionais de saúde não adotam os cuidados adequados ao manusear o equipamento de ECG e seus cabos, o que pode afetar a vida útil do objeto, além de provocar interferências, quebras, entre outros danos.

    Por isso, é essencial tomar certas ações para assegurar um bom uso do aparelho e realizar a execução adequada, o que vai levar a uma maior durabilidade do equipamento, evitar gastos desnecessários e impedir alterações no exame que possam prejudicar os pacientes e o nome da instituição. Conheça as principais a seguir!

    Use os acessórios fornecidos pelo fabricante

    Ao comprar o eletrocardiógrafo, todos os cabos que o acompanham precisam ser certificados e apresentar um funcionamento alinhado com o aparelho e modelo. Por isso, o uso do equipamento deve ser feito junto com os acessórios originais (fornecidos pelo fabricante), com exceção dos eletrodos.

    Em situações em que o manuseio esteja sendo feito de maneira inapropriada, podem ocorrer divergências de sinais, interferências ou até danos no eletrocardiógrafo, além da imprecisão dos resultados dos exames que podem levar a laudos imprecisos e a definição de tratamentos ineficazes para os pacientes.

    Não puxe, dobre ou torça os cabos

    Para manter o equipamento em suas devidas condições de uso, é importante ter em mente que os cabos são constituídos de vários filamentos revestidos por capas protetoras. Sendo assim, esses filamentos internos são bastante sensíveis, o que pode gerar desgastes que podem levar até à perda integral do equipamento. Portanto, é preciso evitar:

    • torcer o cabo;
    • dobrá-lo;
    • puxá-lo;
    • pendurar o cabo para sustentar outros objetos e demais.

    Além disso, nunca faça a remoção dos elétrodos ou encaixes puxando por meio do cabo, tendo em vista que essa prática minimiza de maneira significativa a vida útil do objeto. É importante salientar que os cabos do equipamento são imprescindíveis para o seu funcionamento e também estão entre os acessórios mais caros.

    Realize a higienização correta

    A higienização é outro aspecto bastante relevante para manter o cabo de ECG em boas condições de uso. Após o uso no paciente, o equipamento precisa ser limpo com solução de álcool 70%. Isso porque o acúmulo de resíduos, com o tempo, pode aumentar o risco de oxidação, afetando o desempenho do cabo.

    Utilize somente se for profissional qualificado

    Para que todos os cuidados de manuseio do equipamento e de seus cabos sejam garantidos, é fundamental que seu uso seja feito apenas por profissionais qualificados e treinados para esse fim.

    Quais critérios devem ser observados ao comprar o equipamento e seus acessórios?

    Existem alguns pontos que devem ser avaliados para que consiga adquirir um equipamento de qualidade e com acessórios de alta durabilidade. Veja alguns deles!

    Resistência ao derramamento de líquidos

    Ao adquirir qualquer equipamento médico, verifique todas as informações a respeito do produto, principalmente dos eletrocardiógrafos, que são bastante usados na rotina da unidade de saúde, na maioria das vezes, em situações de emergências, corridas e estressantes.

    Esse cuidado é importante, pois caso algum líquido caia acidentalmente no equipamento, é possível tomar medidas que possam evitar sua danificação, por exemplo, desligar, enxugar e ligar novamente. Dependendo da qualidade do aparelho, esse acidente pode evitar que ele volte a funcionar corretamente.

    Portabilidade e praticidade

    Quando o assunto é a portabilidade e a praticidade do eletrocardiógrafo, é possível falar sobre vários aspectos, por exemplo:

    • tamanho;
    • peso;
    • se precisa ser ligado na tomada;
    • se é composto de muitos cabos para ser manuseado, entre outros.

    Para qualquer equipamento, essa é uma questão essencial, considerando que a praticidade afeta de forma direta a utilização correta e o aumento da vida útil do aparelho. Para os integrantes da equipe de emergência, por exemplo, que apresentam uma rotina muito corrida para ambiente remotos, a portabilidade é um fator necessário

    Falta da necessidade de alimentação via rede elétrica

    Muitos eletrocardiógrafos dependem da uma rede elétrica, já que são ligados na tomada. Com o equipamento não possui essa exigência, é possível reduzir a quantidade de cabos, fios e fontes externas, o que pode diminuir um pouco os cuidados que precisam ser tomados, além de evitar de forma significativa o acometimento de danos e eventuais dores de cabeça.

    Agora que você entende a função do cabo de ECG e a importância de tomar todos os cuidados necessários no seu manuseio, além de como adquirir um equipamento de qualidade pode interferir em sua durabilidade, saiba que a Medicalway é uma empresa que comercializa equipamentos médicos e hospitalares, principalmente para centros cirúrgicos, UTI, centro de imagem (ultrassom), que está há muitos anos no mercado. Além disso, a empresa se destaca pela qualidade dos serviços prestados aos hospitais e clínicas médicas, proporcionando acesso a equipamentos de alta tecnologia.

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    Saiba como comprar produtos hospitalares online com segurança

    Saiba como comprar produtos hospitalares online com segurança. Com o avanço da tecnologia e o uso da internet cada vez mais frequente, comprar produtos hospitalares online se tornou uma facilidade para os gestores de hospitais, clínicas, consultores e demais unidades de saúde. No entanto, é muito importante estar atento a alguns pontos para realizar uma compra segura e evitar que certos problemas possam afetar a sua experiência de aquisição por meio do ambiente digital.

    Mas você sabe quais cuidados precisam ser implementados nesse momento? Então, veja as dicas que preparamos para você!

    Verifique se o site do fornecedor é seguro

    Até as pessoas mais experientes em fazer compras online estão submetidas aos riscos e serem vítimas de fraude. Afinal, páginas que sofreram algum tipo de ataque de hackers são bem comuns. Para evitar que isso aconteça, você pode se atentar a alguns pontos:

    • verifique se na barra de endereço do site existe um cadeado antes do endereço eletrônico;
    • veja se o endereço da página apresenta um “s” após o “http://” comum na barra de endereços.

    Caso essas características não sejam encontradas, evite comprar os produtos hospitalares nesses sites.

    Confira se a empresa tem uma central de atendimento

    Dúvidas e imprevistos podem acontecer, por esse motivo, também é necessário averiguar se a loja virtual se mantém à disposição do cliente por meio de canais de atendimento diversificados, como contato do SAC, telefone, e-mail, endereço físico, canais de mensagens (WhatsApp, Chatbots, entre outros) e redes sociais. Você pode conferir a respeito desses dados no próprio site oficial da empresa.

    Pesquise a respeito de reputação e reclamações sobre a empresa

    Outra dica importante no momento de comprar produtos hospitalares online é pesquisar se existem queixas e reclamações sobre a loja. Nesse caso, você pode acessar Reclame Aqui e demais páginas de avaliações de compras, conferir os comentários no site, além de solicitar indicações de pessoas próximas ou perguntar sobre a empresa para outros clientes que solicitaram os serviços.

    Observe se o site disponibiliza informações a respeito da loja

    Outra questão que precisa ser verificada para realizar compras online seguras é ter a certeza de que está adquirindo produtos de uma empresa que realmente exista e que se encontra ativa no mercado.

    Então, não deixe de procurar por informações relevantes, como o telefone para contanto, CNPJ, endereço físico, razão social, entre outros que você entender ser importante para que se sinta confiante e que mostre que o negócio está em funcionamento. Se mesmo após a pesquisas ainda tiver dúvidas, você pode ligar ou tentar outra forma de contato para conferir que a loja existe e que vai cumprir com os serviços contratados.

    Avalie a qualidade dos produtos oferecidos

    Um paciente que não funciona na hora do atendimento pode gerar sérias consequências para os pacientes, além de causar desconfiança sobre a responsabilidade do consultório e da clínica com o atendimento proposto. Sendo assim, é imprescindível verificar a qualidade e tecnologia dos produtos que serão adquiridos, marcas, certificações e se tudo está adequado conforme as requisições das normas.

    Também veja o tempo pedido para realizar a entrega e se a empresa se preocupa com o processo de embalagem, com a finalidade de evitar que os equipamentos cheguem com danos, avarias ou até mesmo que ocorra um extravio. Ou seja, é preciso que todo o processo de compra até a chegada ao destino final seja eficiente.

    Esses itens de qualidade podem ser comprados de forma online pela loja da Medicalway, que disponibiliza um mix amplo de produtos, como acessórios de SPO2, acessórios de ECG, PNI, entre outros equipamentos, como o oxímetro portátil e monitor fetal.

    Ateste que a plataforma de pagamento é segura

    Existem algumas lojas online que trabalham com plataformas financeiras secundárias. Isso também é importante, tendo em vista que essas ferramentas são mais confiáveis, já que normalmente verificam o site antes de realizar a liberação do pagamento. Em situações de fraude, é possível recuperar o valor pago de forma mais simples.

    Veja se a loja virtual tem um bom pós-venda e se oferece suporte

    Um equipamento hospitalar necessidade de manutenção de forma regular. Então, além de todos os requisitos relativos à compra, também é importante se preocupar com o suporte técnico oferecido pela loja.

    Sendo assim, outro fator que pode ser verificado é se a empresa disponibiliza serviços de calibragem e regulação. Ter esse tipo de auxílio vai proporcionar um pouco mais de tranquilidade, principalmente por saber que a loja que vendeu o produto tem conhecimento e experiência sobre os aparelhos a serem adquiridos.

    Nunca use computadores públicos para realizar esse tipo de compra

    Outro ponto de atenção nesse processo e evitar de realizar compras e fornecer dados pessoais, bancários e demais em computadores de uso público. Isso porque essas máquinas podem conter vírus e gerar transtornos, por exemplo, fruto de roubo das suas informações para atividades de má-fé.

    Leia as políticas de compra e privacidade do site

    A maioria dos clientes não costuma verificar o que está escrito no campo de informações sobre a política de compra e privacidade da loja. No entanto, existem conteúdos essenciais nesse tópico a respeito de pagamento, garantia, trocas e devoluções, segurança de dados e demais. Por isso, não devem ser ignoradas.

    Opte por senhas fortes ao realizar o cadastro

    No momento de realizar o cadastro no site, opte por senhas fortes e que sejam difíceis de se decifrar. Saiba que algumas páginas salvam seus dados do cartão para as próximas comprar, e prezar pela segurança da senha é importante para manter a conta segura contra acesso de terceiros não autorizados.

    Para compor uma senha segura, você pode utilizar uma diversidade de letras, símbolos e números, o que evita a vulnerabilidade. Não use palavras e informações que possam ser identificadas com facilidade, como data de nascimento, número de telefone, nome do animal de estimação etc.

    Registre toda a jornada de sua compra

    Caso seja possível, registre todos os passos executados durante a compra. Então, guarde os e-mails de confirmação da compra, conversas com funcionários e demais documentos gerados durante a negociação.

    Agora que você já sabe os cuidados que devem ser aplicados a comprar produtos hospitalares online, não deixa de colocá-los em prática e, assim, adquirir todos os itens desejados em site seguros e que ofereçam opções de qualidade.

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