Saiba como comprar produtos hospitalares online com segurança. Com o avanço da tecnologia e o uso da internet cada vez mais frequente, comprar produtos hospitalares online se tornou uma facilidade para os gestores de hospitais, clínicas, consultores e demais unidades de saúde. No entanto, é muito importante estar atento a alguns pontos para realizar uma compra segura e evitar que certos problemas possam afetar a sua experiência de aquisição por meio do ambiente digital.
Mas você sabe quais cuidados precisam ser implementados nesse momento? Então, veja as dicas que preparamos para você!
Até as pessoas mais experientes em fazer compras online estão submetidas aos riscos e serem vítimas de fraude. Afinal, páginas que sofreram algum tipo de ataque de hackers são bem comuns. Para evitar que isso aconteça, você pode se atentar a alguns pontos:
Caso essas características não sejam encontradas, evite comprar os produtos hospitalares nesses sites.
Dúvidas e imprevistos podem acontecer, por esse motivo, também é necessário averiguar se a loja virtual se mantém à disposição do cliente por meio de canais de atendimento diversificados, como contato do SAC, telefone, e-mail, endereço físico, canais de mensagens (WhatsApp, Chatbots, entre outros) e redes sociais. Você pode conferir a respeito desses dados no próprio site oficial da empresa.
Outra dica importante no momento de comprar produtos hospitalares online é pesquisar se existem queixas e reclamações sobre a loja. Nesse caso, você pode acessar Reclame Aqui e demais páginas de avaliações de compras, conferir os comentários no site, além de solicitar indicações de pessoas próximas ou perguntar sobre a empresa para outros clientes que solicitaram os serviços.
Outra questão que precisa ser verificada para realizar compras online seguras é ter a certeza de que está adquirindo produtos de uma empresa que realmente exista e que se encontra ativa no mercado.
Então, não deixe de procurar por informações relevantes, como o telefone para contanto, CNPJ, endereço físico, razão social, entre outros que você entender ser importante para que se sinta confiante e que mostre que o negócio está em funcionamento. Se mesmo após a pesquisas ainda tiver dúvidas, você pode ligar ou tentar outra forma de contato para conferir que a loja existe e que vai cumprir com os serviços contratados.
Um paciente que não funciona na hora do atendimento pode gerar sérias consequências para os pacientes, além de causar desconfiança sobre a responsabilidade do consultório e da clínica com o atendimento proposto. Sendo assim, é imprescindível verificar a qualidade e tecnologia dos produtos que serão adquiridos, marcas, certificações e se tudo está adequado conforme as requisições das normas.
Também veja o tempo pedido para realizar a entrega e se a empresa se preocupa com o processo de embalagem, com a finalidade de evitar que os equipamentos cheguem com danos, avarias ou até mesmo que ocorra um extravio. Ou seja, é preciso que todo o processo de compra até a chegada ao destino final seja eficiente.
Esses itens de qualidade podem ser comprados de forma online pela loja da Medicalway, que disponibiliza um mix amplo de produtos, como acessórios de SPO2, acessórios de ECG, PNI, entre outros equipamentos, como o oxímetro portátil e monitor fetal.
Existem algumas lojas online que trabalham com plataformas financeiras secundárias. Isso também é importante, tendo em vista que essas ferramentas são mais confiáveis, já que normalmente verificam o site antes de realizar a liberação do pagamento. Em situações de fraude, é possível recuperar o valor pago de forma mais simples.
Um equipamento hospitalar necessidade de manutenção de forma regular. Então, além de todos os requisitos relativos à compra, também é importante se preocupar com o suporte técnico oferecido pela loja.
Sendo assim, outro fator que pode ser verificado é se a empresa disponibiliza serviços de calibragem e regulação. Ter esse tipo de auxílio vai proporcionar um pouco mais de tranquilidade, principalmente por saber que a loja que vendeu o produto tem conhecimento e experiência sobre os aparelhos a serem adquiridos.
Outro ponto de atenção nesse processo e evitar de realizar compras e fornecer dados pessoais, bancários e demais em computadores de uso público. Isso porque essas máquinas podem conter vírus e gerar transtornos, por exemplo, fruto de roubo das suas informações para atividades de má-fé.
A maioria dos clientes não costuma verificar o que está escrito no campo de informações sobre a política de compra e privacidade da loja. No entanto, existem conteúdos essenciais nesse tópico a respeito de pagamento, garantia, trocas e devoluções, segurança de dados e demais. Por isso, não devem ser ignoradas.
No momento de realizar o cadastro no site, opte por senhas fortes e que sejam difíceis de se decifrar. Saiba que algumas páginas salvam seus dados do cartão para as próximas comprar, e prezar pela segurança da senha é importante para manter a conta segura contra acesso de terceiros não autorizados.
Para compor uma senha segura, você pode utilizar uma diversidade de letras, símbolos e números, o que evita a vulnerabilidade. Não use palavras e informações que possam ser identificadas com facilidade, como data de nascimento, número de telefone, nome do animal de estimação etc.
Caso seja possível, registre todos os passos executados durante a compra. Então, guarde os e-mails de confirmação da compra, conversas com funcionários e demais documentos gerados durante a negociação.
Agora que você já sabe os cuidados que devem ser aplicados a comprar produtos hospitalares online, não deixa de colocá-los em prática e, assim, adquirir todos os itens desejados em site seguros e que ofereçam opções de qualidade.
Quer conhecer melhor sobre os produtos oferecidos pela Medicalway? Então, acesse agora mesmo a nossa página!
Uma parada cardiorrespiratória não escolhe hora nem endereço. Dentro de uma clínica ou hospital, o intervalo entre o início do evento e a primeira desfibrilação é o que separa, na prática, um paciente que sobrevive de um que não sobrevive.
Isso explica por que o desfibrilador externo automático deixou de ser um equipamento restrito a hospitais de grande porte e passou a fazer parte da estrutura mínima de segurança de clínicas de portes variados. A dúvida que fica para quem gerencia esses estabelecimentos não é apenas técnica: é regulatória, operacional e financeira.
Não existe uma lei federal que torne o desfibrilador obrigatório, de forma genérica, em todas as clínicas e hospitais do país. A obrigatoriedade chega por dois caminhos regulatórios diferentes, que costumam se sobrepor.
O primeiro é o Conselho Federal de Medicina. Pela Resolução CFM nº 2.153/2016, o DEA consta como equipamento essencial para consultórios e clínicas enquadrados no Grupo 3 — os que realizam procedimentos com anestesia local sem sedação — e no Grupo 4, que reúne serviços como endoscopia tipo II e III e teste ergométrico. Hospitais com centro cirúrgico seguem a Resolução CFM nº 1.886/2008, que inclui o desfibrilador no conjunto de emergência obrigatório das salas cirúrgicas.
O segundo caminho são as leis estaduais e municipais, que exigem o DEA em qualquer estabelecimento com grande circulação diária de pessoas, independentemente de ser ou não um serviço de saúde. São Paulo (Lei 13.945/05), Rio Grande do Sul (Lei 13.109/08) e Santa Catarina (Lei 15.078/09) são exemplos de estados com legislação própria, cada um com seu limite de circulação e suas penalidades específicas em caso de descumprimento.
Na prática, uma clínica pode estar sujeita às duas frentes ao mesmo tempo: à classificação do CFM pela natureza dos procedimentos que realiza, e à lei local pelo volume de pessoas que recebe por dia.
O DEA é um equipamento portátil que analisa automaticamente o ritmo cardíaco do paciente por meio de pás adesivas posicionadas no tórax e identifica se há uma arritmia que responde à desfibrilação, como fibrilação ventricular ou taquicardia ventricular sem pulso.
Diferente de um desfibrilador manual, o DEA toma a decisão sobre a necessidade do choque de forma automática e orienta o operador por comandos de voz e sinais visuais durante todo o atendimento, incluindo o ritmo das compressões torácicas. Esse desenho torna o equipamento utilizável por profissionais com treinamento básico em suporte básico de vida, sem exigir a leitura especializada de um traçado de ECG.
Os dois equipamentos atuam sobre o ritmo cardíaco, mas em contextos distintos.
O DEA foi projetado para resposta rápida em situações de parada cardiorrespiratória, com análise e decisão automatizadas e energia pré-configurada pelo fabricante. É a primeira linha de resposta em ambientes onde a equipe presente pode não ter treinamento avançado em suporte cardíaco.
O cardioversor, também chamado de desfibrilador manual, exige que um profissional treinado interprete o ECG e selecione manualmente a energia do choque. Ele oferece o modo de cardioversão sincronizada, usado em arritmias organizadas como fibrilação atrial, e normalmente integra funções de monitor multiparamétrico. É o equipamento de escolha em UTIs, centros cirúrgicos e prontos-socorros, onde há equipe médica com treinamento em ACLS disponível de forma contínua.
Para a maioria das clínicas, o DEA cobre a necessidade real de resposta imediata. O cardioversor manual entra em cena quando a instituição já opera com equipe clínica capacitada para suporte avançado.
Em uma emergência, o tempo de resposta importa mais do que qualquer recurso adicional. Prefira equipamentos com instruções de voz claras, indicação visual do próximo passo e pás pré-conectadas que reduzam etapas manuais.
Clínicas que atendem público infantil precisam de DEA com opção de atenuador de energia ou pás específicas para essa faixa etária, já que o protocolo de desfibrilação em crianças difere do protocolo adulto.
O equipamento deve realizar autoteste periódico e sinalizar falhas de bateria ou de pás antes que isso comprometa uma emergência real. Esse recurso reduz a dependência de conferência manual pela equipe.
DEAs com registro de dados do atendimento — traçado, tempo de resposta, número de choques aplicados — facilitam a auditoria interna e a análise de protocolo após cada uso, algo especialmente relevante para clínicas do Grupo 3 e 4 sujeitas à fiscalização do CRM.
Assim como qualquer equipamento de emergência, o DEA precisa de manutenção preventiva e substituição programada de pás e bateria. A distância até um suporte técnico autorizado define o tempo que o equipamento fica indisponível quando algo precisa ser resolvido.
A compra faz sentido para instituições com previsibilidade de uso e orçamento para arcar com manutenção e eventual atualização tecnológica por conta própria. Já o comodato costuma estar vinculado a um contrato mais amplo com o fornecedor.
Para clínicas de menor porte, principalmente as que estão se adequando agora às exigências do CFM ou da legislação estadual, o aluguel tende a ser a opção mais viável: reduz o investimento inicial, evita que a manutenção fique sob responsabilidade da própria clínica e permite reavaliar o equipamento sem o compromisso de longo prazo de uma compra.
A MedicalWay é distribuidora autorizada da Mindray no Sul do Brasil, nas cidades de Curitiba, Maringá, Itajaí e Porto Alegre.
e a única empresa da região credenciada para manutenção autorizada dos equipamentos da marca. Os desfibriladores estão disponíveis nas modalidades de compra, aluguel e comodato, o que permite à clínica escolher o formato mais adequado ao seu momento e à sua estrutura de atendimento.
Entre em contato com a equipe da MedicalWay para uma avaliação técnica e comercial sobre qual modalidade e qual equipamento faz mais sentido para o seu estabelecimento.
O DEA foi desenvolvido para ser utilizado por qualquer pessoa com treinamento básico em suporte básico de vida, já que o equipamento orienta o operador por voz durante todo o atendimento. Dentro de clínicas e hospitais, a Resolução COFEN nº 704/2022 normatiza especificamente a atuação da equipe de enfermagem na utilização de desfibriladores em paradas cardiorrespiratórias.
Não substitui na função de primeira resposta. O cardioversor manual exige interpretação especializada do ECG e presença de profissional treinado em suporte avançado, o que nem sempre está disponível no momento exato da emergência. Muitas instituições mantêm os dois equipamentos, cada um cobrindo um cenário diferente de atendimento.
Depende da classificação da clínica pelo CFM. Se a clínica realiza procedimentos com anestesia local sem sedação, ela se enquadra no Grupo 3 da Resolução CFM nº 2.153/2016, que exige o DEA como equipamento essencial. Vale confirmar o enquadramento junto ao CRM da região, já que a fiscalização é feita localmente.
O prazo varia por fabricante e modelo, e costuma estar indicado no próprio manual do equipamento e sinalizado pelo autoteste automático. O ponto de atenção operacional é garantir que alguém na clínica seja responsável por acompanhar esses alertas, e não depender apenas da conferência visual periódica.
A escolha de um monitor multiparamétrico não é uma decisão técnica isolada. Ela impacta a segurança do paciente, o fluxo de trabalho da equipe clínica, a manutenção preventiva do setor e a conformidade com as normas sanitárias vigentes.
Para quem especifica ou aprova equipamentos em hospitais e clínicas, a pergunta mais relevante não é apenas qual monitor comprar, mas qual equipamento é mais adequado para cada tipo de leito e contexto assistencial.
Este artigo responde a essa questão com base em critérios técnicos e regulatórios objetivos.
Um monitor multiparamétrico é um equipamento médico que realiza a mensuração contínua e simultânea de múltiplos parâmetros fisiológicos do paciente, exibindo os dados em tempo real em uma única tela.
Os parâmetros mais comuns incluem eletrocardiograma (ECG), frequência cardíaca, oximetria de pulso (SpO₂), pressão arterial não invasiva (NIBP), frequência respiratória e temperatura. Dependendo do modelo e da configuração modular, o equipamento pode incorporar parâmetros adicionais, como pressão arterial invasiva (IBP), capnografia (EtCO₂), débito cardíaco e oxigenação tecidual regional.
A diferença entre um monitor básico e um monitor de alta acuidade está justamente na quantidade de parâmetros que pode mensurar simultaneamente, na capacidade de expansão modular e no nível de integração com os demais sistemas do hospital.
A RDC-07 da Anvisa, de 24 de fevereiro de 2010, que dispõe sobre os requisitos mínimos para funcionamento de Unidades de Terapia Intensiva, estabelece no Art. 57 que cada leito de UTI adulto deve possuir equipamentos e materiais que permitam monitorização contínua de frequência respiratória, oximetria de pulso, frequência cardíaca, cardioscopia, temperatura e pressão arterial não invasiva. A mesma exigência se aplica aos leitos de UTI pediátrica (Art. 62) e UTI neonatal (Art. 68).
Ou seja, a presença do monitor multiparamétrico não é uma opção, é uma obrigação regulatória. O que varia por setor é o conjunto de parâmetros exigidos e o nível de complexidade necessário para atender adequadamente o perfil de cada paciente.
A UTI adulto é o ambiente de maior variedade de perfis clínicos: pacientes pós-cirúrgicos, sépticos, com insuficiência respiratória, cardíaca ou neurológica. O monitor precisa cobrir os parâmetros básicos exigidos pela RDC-07, mas a capacidade de expansão modular é um fator determinante para os leitos de maior complexidade.
Em leitos onde há monitoramento hemodinâmico invasivo contínuo, por exemplo, a necessidade de visualizar múltiplas curvas de pressão arterial invasiva simultaneamente ao ECG e à capnografia exige um equipamento com maior número de formas de onda simultâneas e tela com resolução adequada para leitura à distância.
O ambiente neonatal impõe restrições específicas ao equipamento. Além dos parâmetros de monitoramento adaptados para recém-nascidos, o monitor precisa operar em modo noturno (redução de brilho e volume), suportar perfis de alarme configuráveis por idade gestacional e ter dimensões compatíveis com um leito que já concentra incubadora, bombas de infusão e outros equipamentos.
Nesse contexto, o tamanho físico do monitor e a especificidade dos parâmetros neonatais pesam tanto quanto a capacidade técnica bruta do equipamento.
No centro cirúrgico e na Unidade de Terapia Pós-Anestésica (UTPA), o monitor acompanha procedimentos que demandam parâmetros específicos: monitoramento neuromuscular (NMT), índice bispectral (BIS) para profundidade anestésica, capnografia volumétrica e, em cirurgias cardíacas, suporte ao modo bypass cardiopulmonar (CPB).
A escolha do monitor para esses ambientes precisa considerar a compatibilidade com os módulos de anestesia e a capacidade de integração com o sistema de gestão cirúrgica do hospital.
Em leitos de menor complexidade, como enfermarias monitoradas ou salas de observação, o perfil clínico do paciente geralmente não exige a totalidade dos módulos disponíveis em um monitor de alta acuidade. Nesses casos, um equipamento mais compacto, com os parâmetros básicos e boa conectividade com a central de enfermagem, atende a demanda sem superdimensionamento.
Um monitor que não conversa com o prontuário eletrônico do hospital gera retrabalho manual e aumenta o risco de erros de transcrição. A compatibilidade com protocolos HL7, integração via gateway com sistemas EMR/HIS e conexão com centrais de monitoramento são critérios que precisam ser verificados antes da aquisição, não depois.
A fadiga de alarme é um problema documentado em ambientes de terapia intensiva. Monitores com tecnologia de filtragem e priorização de alarmes, que reduzem notificações não acionáveis sem comprometer a detecção de eventos reais, contribuem diretamente para a segurança do paciente e para a qualidade do trabalho da equipe.
Hospitais em crescimento ou em processo de qualificação tecnológica se beneficiam de plataformas modulares, onde o mesmo equipamento pode ser expandido com novos módulos conforme a demanda clínica aumenta. Isso protege o investimento inicial e evita a substituição completa do parque de monitores a cada mudança de complexidade do setor.
A disponibilidade de manutenção autorizada na região é um critério frequentemente subestimado na especificação. Um equipamento com suporte técnico distante do hospital pode significar longos períodos de indisponibilidade e dependência de peças com prazo de entrega estendido.
A linha BeneVision N Series da Mindray reúne os monitores N12, N15 e N17, desenvolvidos para atender os diferentes perfis de leito com a mesma plataforma tecnológica. Os três modelos compartilham interface, módulos e ecossistema de conectividade, o que permite ao hospital padronizar tecnologia e treinamento mesmo utilizando modelos diferentes em setores distintos.
A série é indicada pelo fabricante para UTI adulto, UTI neonatal, UTI pediátrica, centro cirúrgico, UTPA e pronto-socorro. Entre os recursos da plataforma estão a tecnologia iAlarm para redução de alarmes não acionáveis, integração com BeneVision DMS para monitoramento centralizado, conectividade HL7 via eGateway e compatibilidade com módulos avançados de hemodinâmica, capnografia volumétrica e oxigenação tecidual regional.
Os modelos se diferenciam principalmente pelo tamanho de tela e número de formas de onda simultâneas: o N15 tem tela de 15,6″ e exibe até 10 formas de onda; o N17 tem tela de 18,5″ e exibe até 12.
A MedicalWay é distribuidora autorizada da Mindray no Sul do Brasil e a única empresa da região credenciada para manutenção autorizada dos equipamentos da marca. Isso garante suporte técnico especializado com peças originais e tempo de resposta mais ágil do que empresas sem estrutura regional.
Os monitores da linha BeneVision estão disponíveis nas modalidades de compra, aluguel e comodato. Para hospitais e clínicas que precisam dimensionar o investimento por leito ou testar a tecnologia antes de uma aquisição definitiva, as modalidades flexíveis permitem estruturar a operação conforme a realidade financeira da instituição.
Entre em contato com a equipe da MedicalWay para uma avaliação técnica e comercial personalizada para a sua unidade.
Um monitor multiparamétrico mede simultaneamente múltiplos sinais vitais do paciente, como frequência cardíaca, ritmo cardíaco (ECG), saturação de oxigênio no sangue (SpO₂), pressão arterial não invasiva (NIBP), frequência respiratória e temperatura. Modelos avançados podem incluir pressão arterial invasiva (IBP), capnografia, débito cardíaco e outros parâmetros, dependendo dos módulos instalados.
Na prática, a distinção está na complexidade e nos recursos disponíveis. Monitores de leito em enfermarias geralmente cobrem os parâmetros básicos de vigilância. Monitores de UTI são equipamentos de alta acuidade, com maior número de parâmetros simultâneos, capacidade modular para expansão, armazenamento extenso de dados e integração com centrais de monitoramento e sistemas hospitalares.
Sim. A RDC-07 da Anvisa exige que cada leito de UTI adulto, pediátrico e neonatal disponha de equipamentos que permitam a monitorização contínua de frequência respiratória, oximetria de pulso, frequência cardíaca, cardioscopia, temperatura e pressão arterial não invasiva.
É um monitor cuja capacidade pode ser expandida com a adição de módulos de parâmetros específicos, como pressão invasiva, capnografia ou hemodinâmica avançada. A vantagem da plataforma modular é que o hospital pode adquirir o equipamento em uma configuração inicial e expandi-lo conforme a demanda clínica cresce, sem precisar substituir o monitor.
Os principais critérios são: complexidade clínica do leito, parâmetros necessários para o perfil dos pacientes internados, necessidade de integração com sistemas hospitalares, disponibilidade de manutenção autorizada na região e modelo de aquisição (compra, aluguel ou comodato).
Escolher o monitor multiparamétrico certo para uma UTI vai muito além do preço. Tela, quantidade de formas de onda exibidas simultaneamente, capacidade modular e integração com o sistema do hospital são fatores que impactam diretamente a segurança do paciente e o fluxo de trabalho da equipe clínica.
O BeneVision N17 e o BeneVision N15, ambos da Mindray, fazem parte da mesma família, a série N, e compartilham a mesma plataforma tecnológica. Mas há diferenças objetivas entre eles que definem qual modelo é mais adequado para cada cenário de cuidado intensivo.
A seguir, um comparativo técnico e clínico completo entre os dois modelos.
Os dois modelos são monitores modulares de alta acuidade, desenvolvidos para ambientes críticos como UTI, UCC, UTIN, centro cirúrgico, UTPA e pronto-socorro, indicação declarada pelo próprio fabricante.
Ambos compartilham a mesma base tecnológica:
Com a base em comum estabelecida, as principais diferenças entre os dois modelos estão na escala, tela, formas de onda simultâneas e dimensões físicas.

A principal diferença do N17 em relação ao N15 está na tela de 18,5″ Full HD e na capacidade de exibir até 12 formas de onda simultaneamente. Em termos clínicos, isso significa mais parâmetros visíveis ao mesmo tempo, sem necessidade de alternar telas, o que pode ser relevante em pacientes com monitoramento hemodinâmico invasivo extenso, onde múltiplas curvas de pressão, ECG e dados respiratórios precisam estar acessíveis de forma contínua.
Leitos de maior complexidade clínica tendem a se beneficiar da capacidade de exibição ampliada do N17. Isso inclui pacientes sob monitoramento hemodinâmico invasivo (com uso de módulos PiCCO, ICG ou ScvO₂), onde a leitura simultânea de mais formas de onda oferece uma visão mais completa do quadro sem navegação adicional.
No centro cirúrgico, o N17 é uma opção bem ajustada para procedimentos de maior complexidade, pois combina os módulos modo CPB, NMT e INVOS rSO₂ com uma tela que comporta o volume de informações gerado nesses contextos.
O N15 oferece a mesma plataforma do N17 em um formato mais compacto. Com tela de 15,6″ Full HD e até 10 formas de onda simultâneas, mantém todos os parâmetros, módulos e recursos de conectividade da série N, com menor ocupação de espaço e peso reduzido (5,4 kg ante 7,3 kg do N17).
O N15 atende bem a maioria dos perfis de pacientes críticos internados em UTI geral, com monitoramento cardiorrespiratório completo e suporte a módulos hemodinâmicos. As 10 formas de onda simultâneas são suficientes para os protocolos de monitoramento mais comuns nesses ambientes.
O formato mais compacto pode ser vantajoso em setores com maior densidade de equipamentos ao redor do leito, como a UTIN, onde o espaço físico costuma ser mais restrito. Nesse sentido, o N15 também conta com os recursos neonatais da série N: modo noturno, redução automática de brilho e volume, e perfis de alarme configuráveis por idade gestacional.
Para hospitais em processo de padronização tecnológica em múltiplos leitos, o N15 representa uma opção estratégica: entrega a mesma interface, os mesmos protocolos de treinamento e o mesmo ecossistema de dados do N17, com uma configuração adequada para leitos de complexidade padrão a alta.
A decisão entre N17 e N15 passa por três perguntas objetivas:
Qual é a complexidade clínica predominante do leito?
Leitos com monitoramento hemodinâmico invasivo extenso, onde várias curvas precisam ser acompanhadas simultaneamente, tendem a se beneficiar das 12 formas de onda e da tela maior do N17. Para o perfil de complexidade padrão a alta de uma UTI geral, o N15 atende com a mesma plataforma.
Qual é o espaço físico disponível no leito?
As dimensões menores do N15 (396 x 313 x 193 mm ante 466 x 355 x 210 mm do N17) podem ser determinantes em setores com grande densidade de equipamentos.
Qual é a estratégia de investimento por leito?
Os dois modelos podem coexistir na mesma UTI, integrados à mesma central BeneVision DMS, com a equipe operando ambos sem curva de aprendizado adicional. Isso permite destinar o N17 para os leitos de maior criticidade e o N15 para os demais, mantendo uniformidade de plataforma e gestão de dados.
A MedicalWay é distribuidora autorizada da Mindray no Sul do Brasil e a única empresa da região credenciada para manutenção autorizada dos equipamentos da marca. Isso garante suporte técnico especializado, peças originais e atendimento ágil, sem depender de deslocamentos de outras regiões do país.
Os monitores BeneVision N17 e N15 estão disponíveis nas modalidades de compra, aluguel e comodato. Entre em contato com a equipe da MedicalWay para uma análise da configuração mais adequada para a realidade da sua unidade.
