Cabo de ECG: quais cuidados tomar ao manusear e como comprá-lo?. Muitas pessoas não entendem a importância de tomar certos cuidados ao adquirir e manusear o cabo de ECG, tendo em vista ser parte de um aparelho essencial para a avaliação cardiológica dos pacientes.
Entre as principais funções do cabo de ECG, está a capacidade de armazenar os fios responsáveis por transmitir os dados do indivíduo para o equipamento. Por esse motivo, a forma como é utilizado e as condições em que se encontram são aspectos que influenciam diretamente na confiabilidade dos resultados. Então, é preciso estar atento a isso.
Quer entender um pouco mais sobre os principais pontos de atenção relacionados ao manuseio e aos cuidados com esse item? Então, continue a sua leitura!
É muito importante que clínicas, consultórios, hospitais e demais unidades de saúde implementem medidas de cuidados e manuseio de cabos de ECG, levando em consideração que qualquer problema ou dano no objeto pode influenciar na atuação dos profissionais, precisão nos resultados e demais erros que vão prejudicar bastante a imagem da instituição no mercado.
Afinal, quando um aparelho não funciona como deveria, isso vai gerar resultados imprecisos ou comprometer o exame, fazendo com que a clínica tenha que desmarcar procedimentos, chamar os pacientes para refazê-los, entre outras situações que vão impactar de forma direta no dia a dia e faturamento do estabelecimento.
Existem casos em que os profissionais de saúde não adotam os cuidados adequados ao manusear o equipamento de ECG e seus cabos, o que pode afetar a vida útil do objeto, além de provocar interferências, quebras, entre outros danos.
Por isso, é essencial tomar certas ações para assegurar um bom uso do aparelho e realizar a execução adequada, o que vai levar a uma maior durabilidade do equipamento, evitar gastos desnecessários e impedir alterações no exame que possam prejudicar os pacientes e o nome da instituição. Conheça as principais a seguir!
Ao comprar o eletrocardiógrafo, todos os cabos que o acompanham precisam ser certificados e apresentar um funcionamento alinhado com o aparelho e modelo. Por isso, o uso do equipamento deve ser feito junto com os acessórios originais (fornecidos pelo fabricante), com exceção dos eletrodos.
Em situações em que o manuseio esteja sendo feito de maneira inapropriada, podem ocorrer divergências de sinais, interferências ou até danos no eletrocardiógrafo, além da imprecisão dos resultados dos exames que podem levar a laudos imprecisos e a definição de tratamentos ineficazes para os pacientes.
Para manter o equipamento em suas devidas condições de uso, é importante ter em mente que os cabos são constituídos de vários filamentos revestidos por capas protetoras. Sendo assim, esses filamentos internos são bastante sensíveis, o que pode gerar desgastes que podem levar até à perda integral do equipamento. Portanto, é preciso evitar:
Além disso, nunca faça a remoção dos elétrodos ou encaixes puxando por meio do cabo, tendo em vista que essa prática minimiza de maneira significativa a vida útil do objeto. É importante salientar que os cabos do equipamento são imprescindíveis para o seu funcionamento e também estão entre os acessórios mais caros.
A higienização é outro aspecto bastante relevante para manter o cabo de ECG em boas condições de uso. Após o uso no paciente, o equipamento precisa ser limpo com solução de álcool 70%. Isso porque o acúmulo de resíduos, com o tempo, pode aumentar o risco de oxidação, afetando o desempenho do cabo.
Para que todos os cuidados de manuseio do equipamento e de seus cabos sejam garantidos, é fundamental que seu uso seja feito apenas por profissionais qualificados e treinados para esse fim.
Existem alguns pontos que devem ser avaliados para que consiga adquirir um equipamento de qualidade e com acessórios de alta durabilidade. Veja alguns deles!
Ao adquirir qualquer equipamento médico, verifique todas as informações a respeito do produto, principalmente dos eletrocardiógrafos, que são bastante usados na rotina da unidade de saúde, na maioria das vezes, em situações de emergências, corridas e estressantes.
Esse cuidado é importante, pois caso algum líquido caia acidentalmente no equipamento, é possível tomar medidas que possam evitar sua danificação, por exemplo, desligar, enxugar e ligar novamente. Dependendo da qualidade do aparelho, esse acidente pode evitar que ele volte a funcionar corretamente.
Quando o assunto é a portabilidade e a praticidade do eletrocardiógrafo, é possível falar sobre vários aspectos, por exemplo:
Para qualquer equipamento, essa é uma questão essencial, considerando que a praticidade afeta de forma direta a utilização correta e o aumento da vida útil do aparelho. Para os integrantes da equipe de emergência, por exemplo, que apresentam uma rotina muito corrida para ambiente remotos, a portabilidade é um fator necessário
Muitos eletrocardiógrafos dependem da uma rede elétrica, já que são ligados na tomada. Com o equipamento não possui essa exigência, é possível reduzir a quantidade de cabos, fios e fontes externas, o que pode diminuir um pouco os cuidados que precisam ser tomados, além de evitar de forma significativa o acometimento de danos e eventuais dores de cabeça.
Agora que você entende a função do cabo de ECG e a importância de tomar todos os cuidados necessários no seu manuseio, além de como adquirir um equipamento de qualidade pode interferir em sua durabilidade, saiba que a Medicalway é uma empresa que comercializa equipamentos médicos e hospitalares, principalmente para centros cirúrgicos, UTI, centro de imagem (ultrassom), que está há muitos anos no mercado. Além disso, a empresa se destaca pela qualidade dos serviços prestados aos hospitais e clínicas médicas, proporcionando acesso a equipamentos de alta tecnologia.
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A escolha de um monitor multiparamétrico não é uma decisão técnica isolada. Ela impacta a segurança do paciente, o fluxo de trabalho da equipe clínica, a manutenção preventiva do setor e a conformidade com as normas sanitárias vigentes.
Para quem especifica ou aprova equipamentos em hospitais e clínicas, a pergunta mais relevante não é apenas qual monitor comprar, mas qual equipamento é mais adequado para cada tipo de leito e contexto assistencial.
Este artigo responde a essa questão com base em critérios técnicos e regulatórios objetivos.
Um monitor multiparamétrico é um equipamento médico que realiza a mensuração contínua e simultânea de múltiplos parâmetros fisiológicos do paciente, exibindo os dados em tempo real em uma única tela.
Os parâmetros mais comuns incluem eletrocardiograma (ECG), frequência cardíaca, oximetria de pulso (SpO₂), pressão arterial não invasiva (NIBP), frequência respiratória e temperatura. Dependendo do modelo e da configuração modular, o equipamento pode incorporar parâmetros adicionais, como pressão arterial invasiva (IBP), capnografia (EtCO₂), débito cardíaco e oxigenação tecidual regional.
A diferença entre um monitor básico e um monitor de alta acuidade está justamente na quantidade de parâmetros que pode mensurar simultaneamente, na capacidade de expansão modular e no nível de integração com os demais sistemas do hospital.
A RDC-07 da Anvisa, de 24 de fevereiro de 2010, que dispõe sobre os requisitos mínimos para funcionamento de Unidades de Terapia Intensiva, estabelece no Art. 57 que cada leito de UTI adulto deve possuir equipamentos e materiais que permitam monitorização contínua de frequência respiratória, oximetria de pulso, frequência cardíaca, cardioscopia, temperatura e pressão arterial não invasiva. A mesma exigência se aplica aos leitos de UTI pediátrica (Art. 62) e UTI neonatal (Art. 68).
Ou seja, a presença do monitor multiparamétrico não é uma opção, é uma obrigação regulatória. O que varia por setor é o conjunto de parâmetros exigidos e o nível de complexidade necessário para atender adequadamente o perfil de cada paciente.
A UTI adulto é o ambiente de maior variedade de perfis clínicos: pacientes pós-cirúrgicos, sépticos, com insuficiência respiratória, cardíaca ou neurológica. O monitor precisa cobrir os parâmetros básicos exigidos pela RDC-07, mas a capacidade de expansão modular é um fator determinante para os leitos de maior complexidade.
Em leitos onde há monitoramento hemodinâmico invasivo contínuo, por exemplo, a necessidade de visualizar múltiplas curvas de pressão arterial invasiva simultaneamente ao ECG e à capnografia exige um equipamento com maior número de formas de onda simultâneas e tela com resolução adequada para leitura à distância.
O ambiente neonatal impõe restrições específicas ao equipamento. Além dos parâmetros de monitoramento adaptados para recém-nascidos, o monitor precisa operar em modo noturno (redução de brilho e volume), suportar perfis de alarme configuráveis por idade gestacional e ter dimensões compatíveis com um leito que já concentra incubadora, bombas de infusão e outros equipamentos.
Nesse contexto, o tamanho físico do monitor e a especificidade dos parâmetros neonatais pesam tanto quanto a capacidade técnica bruta do equipamento.
No centro cirúrgico e na Unidade de Terapia Pós-Anestésica (UTPA), o monitor acompanha procedimentos que demandam parâmetros específicos: monitoramento neuromuscular (NMT), índice bispectral (BIS) para profundidade anestésica, capnografia volumétrica e, em cirurgias cardíacas, suporte ao modo bypass cardiopulmonar (CPB).
A escolha do monitor para esses ambientes precisa considerar a compatibilidade com os módulos de anestesia e a capacidade de integração com o sistema de gestão cirúrgica do hospital.
Em leitos de menor complexidade, como enfermarias monitoradas ou salas de observação, o perfil clínico do paciente geralmente não exige a totalidade dos módulos disponíveis em um monitor de alta acuidade. Nesses casos, um equipamento mais compacto, com os parâmetros básicos e boa conectividade com a central de enfermagem, atende a demanda sem superdimensionamento.
Um monitor que não conversa com o prontuário eletrônico do hospital gera retrabalho manual e aumenta o risco de erros de transcrição. A compatibilidade com protocolos HL7, integração via gateway com sistemas EMR/HIS e conexão com centrais de monitoramento são critérios que precisam ser verificados antes da aquisição, não depois.
A fadiga de alarme é um problema documentado em ambientes de terapia intensiva. Monitores com tecnologia de filtragem e priorização de alarmes, que reduzem notificações não acionáveis sem comprometer a detecção de eventos reais, contribuem diretamente para a segurança do paciente e para a qualidade do trabalho da equipe.
Hospitais em crescimento ou em processo de qualificação tecnológica se beneficiam de plataformas modulares, onde o mesmo equipamento pode ser expandido com novos módulos conforme a demanda clínica aumenta. Isso protege o investimento inicial e evita a substituição completa do parque de monitores a cada mudança de complexidade do setor.
A disponibilidade de manutenção autorizada na região é um critério frequentemente subestimado na especificação. Um equipamento com suporte técnico distante do hospital pode significar longos períodos de indisponibilidade e dependência de peças com prazo de entrega estendido.
A linha BeneVision N Series da Mindray reúne os monitores N12, N15 e N17, desenvolvidos para atender os diferentes perfis de leito com a mesma plataforma tecnológica. Os três modelos compartilham interface, módulos e ecossistema de conectividade, o que permite ao hospital padronizar tecnologia e treinamento mesmo utilizando modelos diferentes em setores distintos.
A série é indicada pelo fabricante para UTI adulto, UTI neonatal, UTI pediátrica, centro cirúrgico, UTPA e pronto-socorro. Entre os recursos da plataforma estão a tecnologia iAlarm para redução de alarmes não acionáveis, integração com BeneVision DMS para monitoramento centralizado, conectividade HL7 via eGateway e compatibilidade com módulos avançados de hemodinâmica, capnografia volumétrica e oxigenação tecidual regional.
Os modelos se diferenciam principalmente pelo tamanho de tela e número de formas de onda simultâneas: o N15 tem tela de 15,6″ e exibe até 10 formas de onda; o N17 tem tela de 18,5″ e exibe até 12.
A MedicalWay é distribuidora autorizada da Mindray no Sul do Brasil e a única empresa da região credenciada para manutenção autorizada dos equipamentos da marca. Isso garante suporte técnico especializado com peças originais e tempo de resposta mais ágil do que empresas sem estrutura regional.
Os monitores da linha BeneVision estão disponíveis nas modalidades de compra, aluguel e comodato. Para hospitais e clínicas que precisam dimensionar o investimento por leito ou testar a tecnologia antes de uma aquisição definitiva, as modalidades flexíveis permitem estruturar a operação conforme a realidade financeira da instituição.
Entre em contato com a equipe da MedicalWay para uma avaliação técnica e comercial personalizada para a sua unidade.
Um monitor multiparamétrico mede simultaneamente múltiplos sinais vitais do paciente, como frequência cardíaca, ritmo cardíaco (ECG), saturação de oxigênio no sangue (SpO₂), pressão arterial não invasiva (NIBP), frequência respiratória e temperatura. Modelos avançados podem incluir pressão arterial invasiva (IBP), capnografia, débito cardíaco e outros parâmetros, dependendo dos módulos instalados.
Na prática, a distinção está na complexidade e nos recursos disponíveis. Monitores de leito em enfermarias geralmente cobrem os parâmetros básicos de vigilância. Monitores de UTI são equipamentos de alta acuidade, com maior número de parâmetros simultâneos, capacidade modular para expansão, armazenamento extenso de dados e integração com centrais de monitoramento e sistemas hospitalares.
Sim. A RDC-07 da Anvisa exige que cada leito de UTI adulto, pediátrico e neonatal disponha de equipamentos que permitam a monitorização contínua de frequência respiratória, oximetria de pulso, frequência cardíaca, cardioscopia, temperatura e pressão arterial não invasiva.
É um monitor cuja capacidade pode ser expandida com a adição de módulos de parâmetros específicos, como pressão invasiva, capnografia ou hemodinâmica avançada. A vantagem da plataforma modular é que o hospital pode adquirir o equipamento em uma configuração inicial e expandi-lo conforme a demanda clínica cresce, sem precisar substituir o monitor.
Os principais critérios são: complexidade clínica do leito, parâmetros necessários para o perfil dos pacientes internados, necessidade de integração com sistemas hospitalares, disponibilidade de manutenção autorizada na região e modelo de aquisição (compra, aluguel ou comodato).
Escolher o monitor multiparamétrico certo para uma UTI vai muito além do preço. Tela, quantidade de formas de onda exibidas simultaneamente, capacidade modular e integração com o sistema do hospital são fatores que impactam diretamente a segurança do paciente e o fluxo de trabalho da equipe clínica.
O BeneVision N17 e o BeneVision N15, ambos da Mindray, fazem parte da mesma família, a série N, e compartilham a mesma plataforma tecnológica. Mas há diferenças objetivas entre eles que definem qual modelo é mais adequado para cada cenário de cuidado intensivo.
A seguir, um comparativo técnico e clínico completo entre os dois modelos.
Os dois modelos são monitores modulares de alta acuidade, desenvolvidos para ambientes críticos como UTI, UCC, UTIN, centro cirúrgico, UTPA e pronto-socorro, indicação declarada pelo próprio fabricante.
Ambos compartilham a mesma base tecnológica:
Com a base em comum estabelecida, as principais diferenças entre os dois modelos estão na escala, tela, formas de onda simultâneas e dimensões físicas.

A principal diferença do N17 em relação ao N15 está na tela de 18,5″ Full HD e na capacidade de exibir até 12 formas de onda simultaneamente. Em termos clínicos, isso significa mais parâmetros visíveis ao mesmo tempo, sem necessidade de alternar telas, o que pode ser relevante em pacientes com monitoramento hemodinâmico invasivo extenso, onde múltiplas curvas de pressão, ECG e dados respiratórios precisam estar acessíveis de forma contínua.
Leitos de maior complexidade clínica tendem a se beneficiar da capacidade de exibição ampliada do N17. Isso inclui pacientes sob monitoramento hemodinâmico invasivo (com uso de módulos PiCCO, ICG ou ScvO₂), onde a leitura simultânea de mais formas de onda oferece uma visão mais completa do quadro sem navegação adicional.
No centro cirúrgico, o N17 é uma opção bem ajustada para procedimentos de maior complexidade, pois combina os módulos modo CPB, NMT e INVOS rSO₂ com uma tela que comporta o volume de informações gerado nesses contextos.
O N15 oferece a mesma plataforma do N17 em um formato mais compacto. Com tela de 15,6″ Full HD e até 10 formas de onda simultâneas, mantém todos os parâmetros, módulos e recursos de conectividade da série N, com menor ocupação de espaço e peso reduzido (5,4 kg ante 7,3 kg do N17).
O N15 atende bem a maioria dos perfis de pacientes críticos internados em UTI geral, com monitoramento cardiorrespiratório completo e suporte a módulos hemodinâmicos. As 10 formas de onda simultâneas são suficientes para os protocolos de monitoramento mais comuns nesses ambientes.
O formato mais compacto pode ser vantajoso em setores com maior densidade de equipamentos ao redor do leito, como a UTIN, onde o espaço físico costuma ser mais restrito. Nesse sentido, o N15 também conta com os recursos neonatais da série N: modo noturno, redução automática de brilho e volume, e perfis de alarme configuráveis por idade gestacional.
Para hospitais em processo de padronização tecnológica em múltiplos leitos, o N15 representa uma opção estratégica: entrega a mesma interface, os mesmos protocolos de treinamento e o mesmo ecossistema de dados do N17, com uma configuração adequada para leitos de complexidade padrão a alta.
A decisão entre N17 e N15 passa por três perguntas objetivas:
Qual é a complexidade clínica predominante do leito?
Leitos com monitoramento hemodinâmico invasivo extenso, onde várias curvas precisam ser acompanhadas simultaneamente, tendem a se beneficiar das 12 formas de onda e da tela maior do N17. Para o perfil de complexidade padrão a alta de uma UTI geral, o N15 atende com a mesma plataforma.
Qual é o espaço físico disponível no leito?
As dimensões menores do N15 (396 x 313 x 193 mm ante 466 x 355 x 210 mm do N17) podem ser determinantes em setores com grande densidade de equipamentos.
Qual é a estratégia de investimento por leito?
Os dois modelos podem coexistir na mesma UTI, integrados à mesma central BeneVision DMS, com a equipe operando ambos sem curva de aprendizado adicional. Isso permite destinar o N17 para os leitos de maior criticidade e o N15 para os demais, mantendo uniformidade de plataforma e gestão de dados.
A MedicalWay é distribuidora autorizada da Mindray no Sul do Brasil e a única empresa da região credenciada para manutenção autorizada dos equipamentos da marca. Isso garante suporte técnico especializado, peças originais e atendimento ágil, sem depender de deslocamentos de outras regiões do país.
Os monitores BeneVision N17 e N15 estão disponíveis nas modalidades de compra, aluguel e comodato. Entre em contato com a equipe da MedicalWay para uma análise da configuração mais adequada para a realidade da sua unidade.
Para muitos, a imagem de um aparelho de ultrassom sempre esteve ligada a um grande equipamento, pesado e estático. No entanto, o avanço tecnológico já está mudando essa realidade.
O que antes era impensável, agora é uma realidade ao alcance das mãos: a capacidade de realizar exames de ultrassom de alta qualidade a qualquer momento e em qualquer lugar.
A chegada de uma nova geração de dispositivos, como o aparelho de ultrassom ultraportátil, redefine o conceito de mobilidade e eficiência clínica.
Este artigo aprofunda as inovações que transformam o diagnóstico por imagem e demonstra como essa tecnologia pode impactar positivamente sua prática médica e a gestão da sua unidade de saúde. Acompanhe!
O mercado de equipamentos médicos vive uma transformação impulsionada pela miniaturização e pela conectividade. Se antes a portabilidade de um ultrassom significava apenas um aparelho com rodinhas, hoje, a tecnologia do Ultrassom sem fio e do Ultrassom POCUS elevou a mobilidade a um novo patamar.
A principal distinção reside no design revolucionário e na ausência de cabos. Diferentemente de modelos que dependem de uma unidade de processamento e cabos complexos, esses novos dispositivos são transdutores únicos, que transmitem as imagens diretamente para um smartphone, tablet ou monitores de alta tecnologia.
Essa simplicidade se traduz em um ganho de tempo e espaço, permitindo que o ultrassom se torne uma extensão da sua mão.
No passado, a portabilidade muitas vezes vinha acompanhada da dúvida sobre a qualidade da imagem. O senso comum ditava que para ter uma imagem de ultrassom com alta resolução, era necessário um equipamento de bancada robusto.
Contudo, essa premissa não se aplica mais. Graças a inovações como a tecnologia de cristal único de segunda geração e a plataforma eWave, os aparelhos de ultrassom ultraportáteis atuais oferecem imagens de alta fidelidade com baixo consumo de energia.
Isso significa que, mesmo em um dispositivo que cabe no bolso, a qualidade de imagem pode ser tão boa quanto a de um ultrassom de bancada.
Segundo uma análise da Data Bridge Market Research, o mercado global de sistemas de ultrassom point-of-care (POCUS) foi avaliado em US$ 629,81 milhões em 2022 e está projetado para atingir US$ 1,146,05 milhões até 2030, refletindo um crescimento anual composto (CAGR) de 6,5%.
Esse avanço demonstra a crescente confiança dos profissionais de saúde na eficácia e na agilidade desses dispositivos em ambientes clínicos e emergenciais.
Essa nova tecnologia não apenas melhora a eficiência, mas também otimiza o fluxo de trabalho e a tomada de decisões clínicas. Com um ultrassom portátil na palma da mão, é possível:
Projetado para atender aos ambientes clínicos mais exigentes, como emergências e cuidados intensivos, o TE Air i3P é o mais novo sistema de ultrassom portátil da Mindray.
Ele foi desenvolvido com foco na usabilidade extrema, na conectividade e na durabilidade. Seu design compacto e leve, aliado à ausência de fios, proporciona uma liberdade de movimento inédita.
Mas, por que ele é diferente de tudo o que você já viu?
A plataforma eWave e a tecnologia Single Crystal de segunda geração garantem imagens de alta qualidade com baixo consumo de energia. A capacidade de operar sem cabos elimina as restrições físicas e a necessidade de cabos de energia volumosos, facilitando o transporte e a desinfecção.
O design compacto do TE Air i3P, com uma pequena área de contato, é ideal para janelas intercostais. Além disso, seu corpo robusto com classificação IP68 garante total resistência à água e poeira, permitindo que o transdutor seja totalmente imerso para desinfecção, o que é crucial em ambientes de alto risco.
A exclusiva Air Capsule funciona como estojo de proteção e carregador portátil. Ela mantém o aparelho de ultrassom ultraportátil funcionando por um dia inteiro com apenas uma carga, e o carregamento rápido de 35 minutos é ideal para manter a operação contínua.
O aplicativo intuitivo do TE Air i3P foi projetado para operações com uma mão. Ele oferece recursos inteligentes como o Smart Bladder, que detecta e calcula automaticamente o volume da bexiga, uma forma rápida e eficiente de determinar se um cateter é necessário em casos de retenção urinária.
Além de se conectar a smartphones e tablets, o TE Air i3P pode ser integrado a outros dispositivos avançados, como a série TEX20, para avaliações mais complexas, e ao sistema de informações do hospital para um fluxo de trabalho otimizado.
A versatilidade do aparelho de ultrassom ultraportátil permite que ele seja utilizado em diversas especialidades, indo muito além das aplicações tradicionais. Médicos de diferentes áreas podem se beneficiar da agilidade e precisão que o TE Air i3P oferece.
Em salas de emergência, cada segundo conta. O ultrassom POCUS tem se mostrado um recurso inestimável para triagem rápida, identificação de hemorragias internas, pneumotórax e outras condições de risco de vida.
Com o TE Air i3P, os médicos podem realizar avaliações ultrassonográficas à beira do leito instantaneamente, acelerando a tomada de decisão e o encaminhamento do paciente para o tratamento adequado. Estudos recentes indicam que o uso de dispositivos de ultrassom portátil (POCUS) em ambientes de emergência tem melhorado significativamente a eficiência diagnóstica, permitindo decisões clínicas mais rápidas e precisas.
O acompanhamento contínuo de pacientes críticos exige precisão e segurança. O TE Air i3P pode ser utilizado para:
A anestesiologia se beneficia enormemente do uso de ultrassom sem fio para guiar bloqueios nervosos e procedimentos de punção. A visualização em tempo real de agulhas e estruturas nervosas aumenta a segurança e a eficácia dos procedimentos, reduzindo o risco de lesões.
A mobilidade do aparelho de ultrassom ultraportátil é um divisor de águas para atendimentos fora do ambiente hospitalar. Médicos que realizam visitas domiciliares ou que atuam em consultórios com espaço limitado podem levar um ultrassom de alta qualidade em sua maleta.
A Medicalway, entende a importância de oferecer tecnologias que transformam a prática clínica.
Nosso foco é fornecer soluções que não apenas atendem às suas necessidades, mas que superam as expectativas.
O lançamento do aparelho de ultrassom ultraportátil TE Air i3P é um passo à frente em nosso compromisso em garantir que você tenha acesso aos melhores e mais inovadores equipamentos do mercado.
O Ultrassom portátil é mais do que uma tendência; é a nova fronteira do diagnóstico por imagem. É a certeza de que a inovação está sempre a seu favor.
Se você busca otimizar o fluxo de trabalho da sua equipe, agilizar diagnósticos e elevar a qualidade do seu atendimento, o TE Air i3P é a solução ideal e a Medicalway está pronta para ser sua parceira nessa jornada.
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