O que devo observar na hora de comprar um desfibrilador?

A decisão de comprar um desfibrilador para um ambiente hospitalar ou de emergência é fundamental para salvar vidas em situações de risco extremo, como a parada cardiorrespiratória e outras arritmias cardíacas.

Equipamentos de desfibrilação bem escolhidos são determinantes para a eficácia do atendimento médico imediato. 

Neste artigo, vamos detalhar como tomar a melhor decisão ao comprar um desfibrilador, levando em consideração fatores técnicos, custos e conformidades regulatórias. Confira!

Importância do desfibrilador na prática clínica

A presença de desfibriladores em pontos estratégicos dentro de ambientes médicos aumenta a chance de sobrevida dos pacientes em situações críticas. 

Como sabemos, a parada cardiorrespiratória pode ocorrer por diversos motivos, como trauma, doenças cardíacas ou até choques elétricos, e a agilidade no atendimento é fundamental para evitar sequelas graves ou morte súbita. 

Sendo assim, comprar um desfibrilador não é apenas uma necessidade, mas um compromisso com a saúde e bem-estar dos pacientes.

Fatores a considerar ao comprar um desfibrilador

Ao escolher um desfibrilador, a decisão deve ser baseada em uma análise cuidadosa de diversos fatores técnicos e operacionais. A seguir, detalharemos os principais pontos que devem ser observados:

  • Custos: a compra do desfibrilador envolve mais do que o valor inicial do equipamento. Deve-se considerar também os custos com manutenção, reposição de baterias, eletrodos e outros consumíveis. Faça uma análise de custo-benefício a longo prazo.

  • Rapidez na desfibrilação: a eficiência de um desfibrilador está diretamente relacionada ao tempo que ele leva para entregar o choque. Modelos que garantem a entrega rápida do choque aumentam as chances de reversão do quadro de parada cardíaca.

  • Facilidade de uso: alguns desfibriladores, especialmente os modelos automáticos (DEA), são projetados para que qualquer pessoa, mesmo sem treinamento médico avançado, consiga utilizá-los com segurança. Escolha equipamentos com interfaces simples e instruções claras.

  • Tamanho e durabilidade: em hospitais ou clínicas com espaço limitado, modelos compactos podem ser uma solução mais prática. Além disso, a durabilidade do equipamento é essencial para garantir seu funcionamento seguro e eficaz ao longo do tempo.

  • Conectividade e monitoramento remoto: desfibriladores com tecnologia de conectividade permitem monitoramento remoto e a coleta de dados em tempo real, o que pode ser crucial em ambientes de emergência.

  • Confiabilidade: a operação confiável e sem falhas é indispensável. Modelos com alarmes automáticos que indicam bateria fraca ou falhas no sistema são altamente recomendados.

  • Tecnologia avançada: em um mundo cada vez mais digital, desfibriladores com recursos tecnológicos modernos oferecem maior precisão e eficiência no tratamento de arritmias.

Tipos de desfibriladores: qual escolher?

Existem diferentes tipos de desfibriladores, cada um adequado a necessidades específicas. Ao comprar um desfibrilador, é importante saber qual modelo atende melhor à sua instituição. Os principais tipos incluem:

  • Desfibrilador externo automático (DEA): ideal para uso em situações de emergência por pessoas não treinadas. O DEA detecta automaticamente a necessidade de choque e realiza a aplicação sem intervenção manual.

  • Desfibrilador manual: requer conhecimento técnico, pois o profissional de saúde deve ajustar a intensidade do choque e decidir o momento adequado para a aplicação.

  • Cardioversor: equipamento utilizado por profissionais de saúde, com capacidade para administrar choques sincronizados com o ritmo cardíaco.

  • Desfibrilador implantável: utilizado em pacientes com risco elevado de fibrilação ventricular, o dispositivo é inserido no corpo e administra choques automaticamente quando necessário.

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SAIBA MAIS

Custos e manutenção de um desfibrilador

Ao comprar um desfibrilador, os custos envolvidos vão além do valor inicial do equipamento. A manutenção regular é essencial para garantir seu funcionamento eficiente e seguro.

Além disso, a substituição de componentes como baterias, eletrodos e pás representa uma despesa recorrente. O custo desses itens pode variar conforme o modelo e a frequência de uso.

  • Custo inicial: no Brasil, os desfibriladores costumam custar entre R$ 7.000,00 e podem aumentar dependendo da marca e das características técnicas.
  • Manutenção anual: o custo da manutenção, incluindo a troca de baterias e outros consumíveis, pode chegar a R$ 2.622,00 por ano.

Como a localização e o ambiente influenciam na escolha

É fundamental que o desfibrilador esteja disponível de forma acessível em pontos estratégicos dentro dos ambientes hospitalares e públicos. 

A portabilidade e a resistência à água e poeira são essenciais em locais com alta circulação de pessoas, como estádios, shoppings e transportes públicos.

Além disso, algumas normas podem determinar a presença de desfibriladores em locais de grande circulação, especialmente em espaços onde há fluxo superior a 2.000 pessoas por dia.

A importância do treinamento para o uso de desfibriladores

Embora os desfibriladores modernos, como os modelos externos automáticos (DEA), sejam projetados para facilitar o uso, o treinamento contínuo ainda é fundamental para garantir sua utilização eficaz, especialmente em situações de emergência.

  1. Compreensão do equipamento

O treinamento permite que os usuários entendam o funcionamento do desfibrilador, o que ajuda a identificar rapidamente a necessidade de uso e aumentar a eficácia do tratamento.

  1. Segurança e evitação de erros

Embora o DEA forneça orientações automáticas, o treinamento reduz erros, como a aplicação de choques em momentos inadequados, o que pode ser prejudicial.

  1. Capacitação de profissionais e leigos

O treinamento não é apenas para profissionais da saúde. Pessoas leigas, como funcionários de empresas ou instituições públicas, também devem ser treinadas para usar o desfibrilador em emergências.

  1. conformidade regulatória

Em muitos locais, o uso de desfibriladores em espaços públicos exige que os operadores sejam treinados para cumprir as normas de saúde e segurança.

  1. Simulações práticas

O treinamento prático permite que os operadores ganhem confiança, melhorando a reação em situações de alta pressão.

  1. Atualizações tecnológicas

Com a constante evolução dos desfibriladores, o treinamento contínuo ajuda os operadores a se atualizarem quanto às novas funcionalidades e avanços tecnológicos.

Medicalway: a escolha certa para adquirir seu desfibrilador

Ao comprar um desfibrilador, é essencial realizar uma análise detalhada de todos os aspectos do equipamento, desde os custos até as características técnicas. 

Além disso, contar com um fornecedor confiável e com experiência é fundamental. Esse fornecedor deve garantir não apenas a qualidade do produto, mas também oferecer suporte técnico especializado e assegurar que o equipamento esteja sempre em conformidade com as normas e regulamentações de saúde.

A Medicalway se destaca como a melhor opção para a aquisição de desfibriladores de alta qualidade na região Sul do Brasil. 

Com um portfólio de produtos renomados e um atendimento especializado, a Medicalway oferece soluções completas para garantir a segurança e eficiência no atendimento a emergências. 

Investir em um desfibrilador da Medicalway é investir na segurança de sua instituição e, principalmente, na vida de seus pacientes.

Entre em contato com a Medicalway agora mesmo e descubra como podemos ajudá-lo a escolher o desfibrilador ideal para sua necessidade. Nossa equipe está pronta para fornecer toda a orientação necessária para uma escolha segura e eficaz.

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    Quando deve ser feita a manutenção de equipamentos hospitalares?

    Atualmente, nenhum hospital consegue operar sem bons equipamentos. Por isso mesmo, uma gestão adequada também deve se preocupar com a manutenção de equipamentos hospitalares, de modo a garantir que tudo funcionará perfeitamente, facilitando o trabalho dos médicos e enfermeiros, além de oferecer um bom atendimento aos pacientes.

    Mas você sabe exatamente quais preceitos essas manutenções devem seguir? E a periodicidade? Continue a leitura deste artigo e saiba tudo sobre o assunto!

    Qual a importância da manutenção de equipamentos hospitalares?

    Embora a manutenção dos equipamentos médico-hospitalares seja extremamente importante, essa ainda não é a realidade da maioria dos hospitais brasileiros.

    No Distrito Federal, por exemplo, uma pesquisa do SindSaúde revelou que 80% dos equipamentos médicos não passam por manutenções periódicas. Esse é um risco enorme que pode tanto trazer prejuízos aos profissionais de saúde quanto aos pacientes e à saúde financeira do hospital.

    Veja alguns benefícios de incluir a manutenção no seu calendário.

    Redução de custos

    Muitos equipamentos médicos são caros e usam tecnologia de ponta. Isso significa que, ao realizar manutenções periódicas, você não terá de lidar com quebras, trocas de peças e paralisações de serviços.

    Tampouco, terá que arcar com os custos indiretos dessas máquinas faltosas, como elevação nas contas de energia, desvalorização do equipamento danificado no mercado, remanejamento das agendas etc.

    Assim, para as contas do hospital, é muito mais vantajoso financeiramente programar manutenções periódicas e preventivas do que apenas lembrar da situação quando os equipamentos começarem a dar problema.

    Aumento da segurança

    Se os equipamentos passam por inspeções periódicas, as chances de eles estarem calibrados e de funcionarem de acordo com os padrões de qualidade exigidos são maiores. Isso significa mais segurança para os profissionais desempenharem seus serviços e também para os pacientes, que terão a garantia de um laudo adequado, de qualidade e correto.

    Aumento da vida útil

    A vida útil dos equipamentos é uma informação extremamente importante para o gestor quando ele ainda está planejando a compra desses itens. Afinal, é essencial saber por quanto tempo ele terá retorno sobre aquele investimento.

    Mas, se as manutenções não são feitas da forma e nem no tempo programado, o equipamento poderá render menos do que o esperado, dar mais gastos e até parar de funcionar antes do previsto, exigindo uma compra nova fora do período programado e, claro, gerando um aumento desnecessário nas demandas financeiras do hospital.

    Quais os tipos de manutenção e suas diferenças?

    Já está convencido de que é mais barato e seguro investir em manutenções periódicas dos equipamentos do que apenas se preocupar com o assunto quando esses aparelhos pararem de funcionar?

    Pois saiba que existem basicamente dois tipos de manutenções que podem ser realizadas: a preventiva e a corretiva. Conheça mais sobre cada uma delas.

    Manutenção preventiva

    É aquela que deve ser realizada antes de surgirem as falhas, objetivando prolongar a vida útil do equipamento. Geralmente, ela é feita por meio de um roteiro produzido pelo setor de engenharia do hospital com a relação de todas as peças dos aparelhos, de modo a avaliar a produtividade, a segurança e o desempenho.

    Manutenção corretiva

    É a que acontece quando o equipamento já apresentou alguma falha devido à utilização inadequada ou sobrecarga, por exemplo. Assim, são realizadas ações para corrigir a falha já instalada.

    Quais as dicas mais importantes para organizar um programa de manutenção preventiva?

    A manutenção preventiva é a mais indicada para quem quer garantir o bem-estar dos pacientes, a acuidade dos equipamentos e a redução de custos. Mas é também a que costuma gerar mais dúvidas nos gestores. Por isso, separamos algumas dicas importantes sobre ela. Confira logo abaixo!

    Priorização dos equipamentos

    Para implementar uma metodologia de priorização dos equipamentos, é importante levantar algumas informações básicas, como:

    • identificação do equipamento;
    • setor ao qual pertence;
    • estado do equipamento;
    • grau de utilização;
    • obsolescência tecnológica.

    A partir de então, é possível priorizar os equipamentos por meio de alguns critérios, como:

    • risco: priorizar aqueles que apresentam risco alto à vida dos pacientes ou aos operadores caso falhem;
    • importância estratégica: equipamentos cuja paralisação ocasiona receita cessante ou os equipamentos reservas têm alto grau de utilização;
    • recomendação: equipamentos sujeitos às normas de fiscalização ou às recomendações dos fabricantes.

    Elaboração de roteiro

    Muitos hospitais sofrem com a falta de indicações dos fabricantes sobre o que inspecionar nas manutenções. Para criar roteiros, sugerimos alguns procedimentos de fácil compreensão, mas bastante importantes, que são:

    • inspeção geral: inspeção visual e limpeza do equipamento;
    • troca de peças e acessórios com a vida útil vencida: instruções presentes nos manuais dos equipamentos;
    • lubrificação geral: descrição dos lubrificantes, periodicidade, locais de aplicação e ferramentas usadas também se encontram nos manuais;
    • aferição e calibração: incluir no roteiro dados sobre como e onde fazer a leitura, e verificar indicadores e níveis, quando for necessário;
    • testes de desempenho de segurança: explicar a execução dessa tarefa por meio da leitura e verificação dos níveis de líquidos lubrificantes e indicadores em geral.

    Além desses itens, sempre considere as recomendações dos fabricantes e as normas governamentais. Também é importante observar os históricos de manutenção corretiva, de modo a identificar as falhas mais frequentes e, assim, criar procedimentos específicos para reduzir a ocorrência desses problemas.

    É possível também dividir as manutenções em duas categorias:

    1. Abrangentes: realiza-se uma avaliação geral do desempenho e da segurança dos equipamentos, o que pode ser feito todos os anos;
    2. Específicas: verificação e troca dos itens que se degradam entre as inspeções abrangentes, e devem seguir às normas de funcionamento ou recomendações dos fabricantes.

    Periodicidade

    Essa é uma das tarefas mais complexas de qualquer programa de manutenção e não existe uma fórmula única capaz de resolver todas as questões. A sugestão mais usada é estabelecer a periodicidade de acordo com a frequência das falhas que as manutenções periódicas tentam evitar. Para isso, vale considerar:

    • as condições de operação dos equipamentos, como o risco em caso de falha e a probabilidade de falhas devido às condições inseguras de utilização;
    • a facilidade de se realizar a manutenção preventiva;
    • a frequência de utilização do equipamento;
    • a experiência do pessoal clínico e técnico.

    Normalmente, uma boa frequência de manutenção é aquela em que menos de 5% dos equipamentos incluídos nos programas de manutenção preventiva apresentam falhas ou necessitam de conserto entre as manutenções.

    Como você viu, a manutenção de equipamentos hospitalares é um assunto extremamente importante e que deve sempre ser considerado para garantir a boa gestão dos recursos, a segurança dos trabalhadores e, claro, a qualidade do atendimento aos pacientes.

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    Entenda como funciona o uso de ultrassom em UTI e centro cirúrgico

    Rapidez e versatilidade: dois fatores imprescindíveis para equipamentos hospitalares. Dentro das instituições de saúde, os métodos de diagnóstico e observação têm uma importância singular. Afinal, o tempo é um fator determinante para identificar e tratar as condições clínicas dos pacientes.

    Nesse contexto, o ultrassom em UTI e centro cirúrgico se faz presente como um dos equipamentos mais utilizados. Ele traz informações rápidas, por exemplo, no caso de emergências, o que permite traçar o plano de tratamento em menos de 5 minutos.

    Mais do que conhecer sobre o funcionamento geral desse equipamento, é fundamental estar por dentro das novas tecnologias e diferentes aplicações para cada setor do hospital, de modo a otimizar o seu uso e manutenção.

    Se você se interessa por esse assunto e quer fazer a diferença na gestão de equipamentos do seu hospital, continue conosco e aprofunde seus conhecimentos sobre os principais tipos, funcionamento e vantagens da utilização do ultrassom em UTI e centro cirúrgico. Boa leitura!

    Funcionamento e mecanismo do ultrassom

    Antes de abordarmos os tipos de ultrassom mais utilizados em hospitais, vamos compreender, de maneira geral, como esses equipamentos funcionam.

    Sabemos que o primeiro passo para realizar o exame é a aplicação do gel na superfície corporal da área a ser examinada. Mas para que serve o gel? Basicamente, é ele que conduz o ultrassom do transdutor para a pele, auxiliando na propagação das ondas sonoras.

    Já o transdutor é o dispositivo que encosta na pele e emite as ondas sonoras por meio da transformação de energia voltaica em vibração e pode ser representado por diversos formatos, de acordo com o objetivo do exame.

    Assim, acontece a propagação das ondas sonoras pelos tecidos da região do corpo determinada, sendo que as reflexões das ondas ocorrem de maneira diferente por cada tipo de estrutura corporal.

    O transdutor, então, recebe o eco (que nada mais é do que o reflexo da onda sonora) e calcula automaticamente o tempo gasto entre a emissão e recepção das ondas. Ou seja, quanto mais tempo gasto, mais longe se encontra a estrutura refletida.

    Os dados obtidos são processados internamente pelo equipamento e a imagem é exibida em uma tela, sendo que o médico pode manipular em tempo real todas essas informações.

    Tipos de ultrassom

    Os equipamentos de ultrassom podem ser portáteis ou transportáveis, dependendo da estrutura da UTI e centro cirúrgico. Confira:

    Ultrassom portátil

    O próprio nome já revela a comodidade e a versatilidade que o ultrassom portátil fornece. Ele é leve, prático e eficiente e, além de beneficiar a obtenção de diagnósticos, é vantajoso para o paciente que muitas vezes nem precisa se locomover para ser examinado.

    Ultrassom transportável

    Os ultrassons transportáveis são maiores e normalmente dependem de instalação técnica. Apesar de serem considerados como equipamentos de ultrassom mais tradicionais, ainda são bastante utilizados em UTI e centro cirúrgico, dependendo das especificidades e porte do hospital.

    Aplicações do ultrassom em UTI e centro cirúrgico

    Já mencionamos que o ultrassom é um equipamento versátil que possibilita a obtenção de diagnósticos em tempo hábil, principalmente, em situações emergenciais de UTI e centro cirúrgico. Para saber como o aparelho pode ser útil, na prática, é importante mapear as situações clínicas em que ele pode ser utilizado.

    Ultrassom em UTI

    Quando a estrutura hospitalar conta com um aparelho de ultrassom dentro da UTI, é possível agilizar diferentes rotinas e identificar rapidamente quadros clínicos específicos. Veja:

    • descobrimento de ascites;
    • derrame pleural ou derrame pericárdico;
    • fluxo transcraniano (muito utilizado para verificar possível morte cerebral);
    • auxílio visual para punções;
    • auxílio visual para colocação de acesso central.

    Ultrassom em centro cirúrgico

    Já no centro cirúrgico, as funções requeridas são ainda mais urgentes e podem fazer toda a diferença nos resultados dos procedimentos. Nesse setor, o ultrassom auxilia nas seguintes atividades:

    • suporte para a equipe de anestesia realizar bloqueios anestésicos;
    • indicação de intubação correta;
    • visualização de derrames pleurais e pericárdicos;
    • visualização da profundidade e posicionamento de nódulos em determinadas cirurgias;
    • cirurgias vasculares guiadas;
    • situações pós-cirúrgicas imediatas.

    Além disso, de forma geral, o ultrassom em centro cirúrgico também auxilia visualmente o procedimento de punções e a colocação de acessos, quando necessário.

    Manutenção e cuidados com o ultrassom

    Assim como qualquer outro equipamento hospitalar, a vida útil do aparelho de ultrassom depende da periodicidade de manutenções preventivas e cuidados constantes. Por apresentar uma série de componentes sensíveis à poeira e ao gel, a limpeza diária é imprescindível.

    Além de garantir que os exames sejam eficientes para o melhor diagnóstico possível, a manutenção é importante para evitar que o fluxo de pedidos de exame fiquem travados ou sobrecarregados devido a uma possível lentidão ou dano no equipamento.

    Precauções no manuseio e acondicionamento de transdutores

    Deve-se ter cuidado ao manusear e guardar os transdutores, pois são eles as fontes de emissão sonora para a formação da imagem e as partes mais sensíveis e vulneráveis a danos.

    A verificação das placas de contato dos transdutores também é importante. Elas precisam estar em perfeito funcionamento para evitar sombras que não estejam presentes na imagem captada do paciente.

    Assim, evita-se que a imagem fique ofuscada, com linhas alteradas ou sem formação, obtendo diagnósticos com muito mais precisão e acuidade.

    Vantagens de utilização do ultrassom

    As vantagens são significativas tanto para a equipe de profissionais da saúde, quanto para os pacientes. O ultrassom utiliza radiação não ionizante, sendo, portanto, minimamente invasivo e bastante seguro na maioria dos casos.

    Além de possibilitar que o paciente seja tratado rapidamente em casos de emergência, com o uso desse aparelho é possível evitar, por exemplo, o risco de erros relacionados a outros procedimentos, como perfurações na colocação de acessos.

    Ainda, quando em determinada cirurgia alguma área de nervos precisa ser bloqueada, o ultrassom consegue visualizar com clareza, o que permite mais segurança para o procedimento cirúrgico.

    Prático, acessível e sem riscos à saúde do paciente. Diante de todo o conteúdo exposto, podemos concluir que tanto a utilização quanto a manutenção de ultrassom em UTI e centro cirúrgico é de grande importância na estrutura hospitalar.

    Vale ressaltar que a qualidade do equipamento deve ser excelente, produzindo imagens em ótima resolução para a obtenção de exames mais fidedignos e rápidos. Com a inserção de novas tecnologias, não há dúvidas de que o ultrassom terá cada vez mais aplicações no futuro da medicina.

    Para tanto, lidar com fornecedores que disponibilizem tecnologias de qualidade com acompanhamento pós-venda e suporte técnico ágil faz toda a diferença. Que tal entrar em contato conosco? Podemos tirar todas as suas dúvidas e atender possíveis necessidades relacionadas ao assunto!

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    Preservação de equipamentos hospitalares: 7 cuidados essenciais

    Para que um hospital ofereça serviços de qualidade é fundamental — além de contar com uma equipe de saúde competente — que todos os aparelhos estejam nas melhores condições. Afinal, o trabalho desse setor envolve a saúde das pessoas. Dessa maneira, um ponto que merece atenção para uma boa gestão é a preservação dos equipamentos hospitalares.

    O maquinário de um hospital conta com tecnologia avançada, por isso apresenta peças delicadas, como chips e outros componentes, que precisam de atenção constante para evitar problemas. Dessa forma, garantir os cuidados necessários aos equipamentos aumentará a vida útil desses aparelhos, garantindo um atendimento completo ao paciente.

    Quer conhecer os 7 principais cuidados para a preservação de equipamentos hospitalares? Acompanhe este post!

    1. Transporte adequado

    Se você se preocupa com a preservação de equipamentos hospitalares, deve tomar cuidado no transporte do maquinário pela unidade de saúde. É importante avaliar o melhor trajeto para essas peças, bem como a inclinação e a textura do piso, a altura de portas e a largura de corredores por onde ele passará.

    Ao transportar o equipamento de modo inadequado, há o risco de danificar algum componente, o que pode significar um custo mais elevado de manutenção. A nossa dica é fazer movimentações somente quando necessário e escolher horários com menor fluxo de funcionários e pacientes para evitar qualquer imprevisto.

    2. Manuseio correto

    Operar o equipamento de forma correta também é muito importante para evitar qualquer dano, além de ser essencial para aumentar a vida útil dos aparelhos. Desse modo, certifique-se que a equipe de técnicos possui capacitação específica para manusear o aparelho e sabe identificar qualquer falha de funcionamento.

    Ao fazer isso, você garante que a manutenção dos equipamentos será feita o quanto antes, evitando a paralisação dos serviços do hospital. Profissionais treinados também são essenciais quando se trata da segurança do paciente no momento da realização de um exame, por exemplo.

    3. Condições adequadas de funcionamento

    Para adquirir um equipamento hospitalar é feito um investimento alto, já que se trata de tecnologia de ponta para auxiliar em tratamentos e diagnósticos de saúde. No entanto, o gestor pode pôr tudo a perder se não levar em conta a estrutura do local onde ficará esse aparelho.

    Cada máquina tem uma necessidade específica. Por isso, em primeiro lugar, consulte as especificações do manual. Em caso de dúvida, não hesite em entrar em contato com o fornecedor.

    É importante planejar todos os detalhes relativos às condições ambientais — como temperatura, umidade, fluxo de ar e luminosidade adequada. Assim, você garante um bom desempenho dos equipamentos, evita manutenções desnecessárias e faz valer o investimento realizado.

    4. Higienização em dia

    A higienização também é fundamental para a preservação dos equipamentos hospitalares. Além disso, esse também é um cuidado necessário para a segurança dos pacientes e dos profissionais que operam os aparelhos.

    Por isso, é importante fazer a sua descontaminação de forma periódica. Essa descontaminação consiste em limpeza, desinfecção e esterilização. Acompanhe os detalhes de cada etapa:

    • limpeza: é importante seguir as instruções do fabricante. Porém, de modo geral, usa água e sabão neutro para a remoção das sujeiras nas superfícies externas do aparelho;
    • desinfecção: consiste no uso de produtos específicos para a eliminação de microrganismos que podem causar alguma forma de contaminação;
    • esterilização: é a descontaminação mais completa, capaz de eliminar, inclusive, os esporos bacterianos (que são mais resistentes). Assim, garante o uso seguro do equipamento hospitalar.

    4. Calibração periódica

    A calibração é a análise do desempenho do equipamento hospitalar — com a coleta de dados que serão comparados a uma unidade de medição padrão, por isso deve ser realizada de forma periódica. É importante que todas as informações coletadas sejam registradas.

    Trata-se, na verdade, de um teste para garantir que o aparelho funcione de acordo com as especificações de fábrica e siga as regulamentações e normas vigentes.

    Ao adotar esse procedimento, você consegue fazer os ajustes necessários nos aparelhos, impedindo que eles apresentem falhas ou tenham o seu funcionamento interrompido — afetando de forma negativa toda a rotina hospitalar.

    A calibração, dependendo do aparelho, pode ser realizada pelos técnicos do próprio hospital, pelo suporte do fornecedor ou pelo laboratório certificado para esse fim.

    5. Manutenção preventiva

    Para que você consiga antecipar o surgimento de qualquer falha nos aparelhos é essencial ter um cronograma com as manutenções preventivas que precisa fazer. Podemos comparar essas manutenções com as revisões feitas nos automóveis.

    O serviço de engenharia do hospital deve fazer essa checagem cumprindo um roteiro para avaliar todos os componentes do maquinário, com o objetivo de analisar produtividade, desempenho e segurança. O procedimento também avalia as condições ambientais, que devem ser adequadas para evitar qualquer dano futuro aos equipamentos.

    É preciso destacar também que esse serviço pode ser contratado juntamente com a compra do equipamento, ou seja, com o próprio fornecedor. Assim, além de conseguir uma melhor negociação, o hospital não precisa arcar com os custos de ter uma equipe própria para isso e tem a certeza de que a manutenção será realizada por especialistas — que receberam treinamento diretamente do fabricante.

    Agora você entende por que é importante ter um planejamento para as manutenções preventivas, não é mesmo? Ao fazer isso, a prática não atrapalhará a rotina de atendimento e os pacientes.

    6. Manutenção corretiva

    Todos os cuidados para a preservação de equipamentos médicos que elencamos acima têm o objetivo de reduzir a ocorrência de manutenção corretiva — feita quando existe alguma falha ou algum problema já instalado. Nesse caso, são realizados os reparos necessários para que o equipamento volte a funcionar normalmente.

    É claro que chega um momento em que será necessária a substituição do aparelho, assim como acontece com as tecnologias de qualquer segmento. No entanto, é necessário que haja um planejamento de ações para prolongar o tempo de uso dessas máquinas.

    Com essa prática, o gestor passa a ter uma previsão de quando deverá fazer esse tipo de troca. Assim, é possível ter um controle de gastos de curto, médio e longo prazo — o que colabora para o equilíbrio financeiro da instituição.

    Os cuidados com a preservação de equipamentos hospitalares garantem que eles funcionarão de forma adequada e por mais tempo. Uma dica é ter atenção desde a aquisição desse maquinário, verificando a reputação do fornecedor para que você compre um produto em boas condições e que atenda às regulamentações.

    Gostou das nossas dicas para prolongar a vida útil dos equipamentos? Quer mais informações sobre boas práticas para a gestão hospitalar? Confira outro post sobre os benefícios de automação de processos em estabelecimentos de saúde!

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