Classificação dos itens hospitalares: 5 dicas para fazer com eficiência

Uma gestão eficiente da unidade de saúde exige muitos cuidados, tanto em relação à prestação dos serviços quanto na administração de recursos e materiais. Sendo assim, fazer a classificação dos itens hospitalares é fundamental para melhorar a logística, garantir os insumos necessários para a rotina de atendimento aos pacientes, otimizar os custos e evitar prejuízos financeiros.

Pensando nisso, elaboramos este conteúdo para apresentar boas práticas para serem aplicadas como forma de classificar esses itens de forma correta e assegurar melhores resultados. Confira!

1. Conheça as categorias

A classificação para utilização de material médico-hospitalar, no Brasil, é regulamentada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que conceitua como produtos hospitalares todos os equipamentos, materiais ou acessórios que estão agregados à proteção e defesa da saúde coletiva ou individual.

Os itens para a saúde são classificados em quatro classes de risco, levando em conta as normas estabelecidas na RDC 185/01, que estão alinhadas às particularidades específicas para o seu uso:

  • Classe I – baixo risco;
  • Classe II – médio risco;
  • Classe III – alto risco;
  • Classe IV – máximo risco.

Além disso, as regras de classificação podem ser associadas da seguinte maneira:

  • itens não invasivos: regras 1, 2, 3 e 4;
  • itens invasivos: regras 5, 6, 7 e 8;
  • produtos ativos: regras 9, 10, 11, 12;
  • regras especiais: regras 13, 14, 15, 16, 17 e 18.

Para entender melhor a respeito dessas regras, é possível acessar o tópico “Classificação” presente no anexo II, da RDC 185/01.

2. Organize os materiais por categoria

Depois de receber e conferir os materiais, o ideal é catalogá-los e armazená-los de acordo com suas características, frequência de utilização e prioridades. Determinados insumos necessitam de cuidados especiais, como refrigeração, enquanto outros precisam ficar mais perto do alcance das mãos, com a finalidade de agilizar o atendimento.

Essa classificação também vai servir para garantir uma armazenagem segura e correta dos materiais de saúde, que podem ser divididos com base na sua capacidade de corrosão, oxidação, fragilidade, volume, inflamabilidade, peso e demais. Também é preciso ter atenção para que tudo seja respoto nos mesmos locais e, assim, impedir a desorganização, dificuldade de aceso e aquisições desnecessárias.

3. Otimize o controle de estoque

Outra prática que pode contribuir para a classificação dos itens hospitalares é realizar um bom controle de estoque e, assim, evitar qualquer tipo de descontrole relacionado ao armazenamento dos materiais da unidade de saúde. Para isso, é preciso analisar e padronizar as rotinas de abastecimento, compreendendo de onde vem e para que locais vão os insumos estocados.

Dessa forma, fica mais fácil definir padrões de consumo, que vão ajudar para um melhor gerenciamento de custos e garantir que os atendimentos aos pacientes sejam realizados com excelência.

4. Realize inventários periódicos

Fazer a contagem dos itens de tempos em tempos ajuda a administrar e identificar se tudo está saindo de acordo com o planejado, o que vai reduzir a margem de erros. No caso de materiais com custo mais alto, as contagens precisam ocorrer em períodos menores.

Essa periodicidade também pode ser estabelecida considerando a classificação de cada material, podendo ser quinzenal, mensal, semestral, entre outros. Os ajustes entre o volume físico e o informado ao sistema e, após, um comunicado para a equipe deve ser feito a respeito de eventuais divergências e questões a serem melhoradas.

5. Invista em tecnologia

Para colocar todas as práticas já apresentadas em ação, é importante contar com ferramentas tecnológicas disponíveis no mercado, como um software de gestão, já que oferece funcionalidades ideais para o alcance de atividades mais precisas, por exemplo, quantificar o consumo de materiais, cadastrar e rastrear os insumos, realizar conferências para evitar perdas e expiração da validade, impedir desvios, entre outras medidas importantes para o alcance de melhores resultados.

Como pode perceber, tomar certos cuidados quanto à classificação dos itens hospitalares é indispensável para reduzir custos, evitar prejuízos e oferecer um atendimento de qualidade, capaz de proporcionar uma melhor experiência aos pacientes e fazer com que a instituição ocupe um lugar de destaque no mercado.

Gostou deste artigo? Então, aproveite sua visita para entender por que é necessário realizar a manutenção corretiva de equipamentos médicos hospitalares!”.

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    7 dicas para ter um controle financeiro na sua clínica

    Se você já possui uma clínica médica ou decidiu abrir seu próprio consultório, com certeza precisará de uma boa saúde financeira. Com ela, você mantém um atendimento eficiente aos pacientes e evita dificuldades extremas no futuro. Ter um controle financeiro pode parecer até complicado, porém com uma organização eficaz e alguns procedimentos simples sua gestão de finanças ficará mais tranquila.
    Para te ajudar nessa organização, listamos 7 dicas essenciais para garantir o seu controle financeiro. Confira a seguir!

    1. Separe as contas pessoais das contas da clínica

    Misturar as contas pessoais com algum negócio é um dos principais motivos que levam um empreendimento de pequeno ou médio porte ir a falência! Por isso, cuidado para não confundir e misturar contas próprias com as da sua clínica ou consultório.
    Para evitar esse problema, o ideal é separar a remuneração do proprietário, o pagamento das despesas fixas e variáveis da clínica e o lucro bruto. Por isso, não esqueça que as responsabilidades e o controle financeiro em relação a contabilidade de uma pessoa física e jurídica são diferentes.

    2. Registre as transações financeiras

    Essa primeira dica é essencial para ter um completo controle financeiro. Quando você registra todas as operações financeiras que ocorrem na clínica, fica mais fácil de identificar os gastos e lucros. Assim, você controla com mais eficiência a sua entrada e saída de caixa.
    O ideal é que esse registro seja diário e ocorra esse processo em todas as transações. Sendo as principais: o recebimento de pagamento de pacientes de consulta particular e de convênios de plano de saúde, pagamento de fornecedores, compra de materiais necessários e pagamento dos funcionários da clínica/consultório.

    3. Fluxo de Caixa eficiente 

    Assim que você começar a pôr em prática o registro de todas as operações financeiras da clínica, você estará mais qualificado a realizar um fluxo de caixa.
    O fluxo de caixa significa toda a movimentação financeira do caixa de uma empresa em um determinado período de tempo. Ou seja, é todo o fluxo da entrada e saída de dinheiro em certo tempo. Isso significa que se você faz um fluxo de caixa diário, você garante um maior controle de pagamentos. Assim,  você consegue planejar melhor as contas no próximo mês.

    4. Escolha rigorosamente seus fornecedores

    Para garantir um controle financeiro da sua clínica ou consultório, é muito importante escolher bem os seus fornecedores. Para isso é fundamental ter um relacionamento próximo e agradável com eles.
    Quando você cria um bom relacionamento com seus fornecedores, facilita que seus pedidos ocorram nas datas corretas e com isso, não irá atrapalhar o seu fluxo de caixa.
    Além disso, o seu controle financeiro fica mais claro quando você escolhe fornecedores parceiros. Para isso, é importante que eles tenham qualidade nos materiais e equipamentos, garantam os prazos de entrega e que tenham um equilíbrio na cotação dos preços e no suporte na negociação.

    5. Tenha um fundo de reserva

    Sabemos que a crise de nosso país afetou muitos empreendimentos devido as flutuações da economia e diminuição do consumo da população. Por isso, é ideal que o seu consultório tenha um fundo de reserva que possa cobrir os gastos quando o fluxo de pacientes for menor.
    Além disso, ter um fundo de caixa é essencial se você tiver uma necessidade de ter um gasto não planejado, por exemplo, para o conserto de algum equipamento ou compra de um material para auxiliar no atendimento.

    6. Use a tecnologia 

    A tecnologia é um fator que auxilia, e muito, na facilidade em otimizar alguns processos internos. Geralmente, algumas tarefas manuais de clínicas e consultórios afetam no atendimento e produtividade do colaboradores. Por exemplo, o excesso de ligações para agendar, remarcar ou cancelar uma consulta, podem tomar muito tempo do colaborador. Nesse caso, aplicar um sistema digital de agendamento de consultas, como o próprio e-mail, planilhas ou mensagens internas (intranet) facilitará o trabalho do seu funcionário.
    Além desse exemplo comum, a tecnologia e sistemas de informatização já oferecem programas que fornecem relatórios, gráficos e resultados sobre suas finanças. Assim, facilitando o seu controle financeiro e dando a possibilidade de você ter um olhar mais nítido dos custos.

    7. Faça bom uso dos planejamentos

    Como qualquer processo que demande uma organização, o planejamento é fundamental. Com ele, você mantém uma visão sobre futuros gastos e recebimentos. Por isso, você consegue ter um melhor controle financeiro.
    Quando você faz um fluxo de caixa e analisa relatórios, a realização de projeções de gastos para os próximos períodos é mais visível. Isto é, você conseguirá prever a receita da sua clínica, as oportunidades de lucro, momentos de maior incidência de gastos e programará novos investimentos.
    Essas dicas são fundamentais para você ter um controle financeiro eficiente. Com elas você poderá ter novos resultados e uma visão mais ampla das necessidades que sua clínica possui. Assim, estará mais propenso a resultados positivos, graças a sua organização, dedicação e esforço em planejar e compreender a necessidade da boa saúde financeira.
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    Quanto cobrar por consulta médica da minha clínica?

    Se você é um médico ou profissional de saúde e está prestes a abrir seu consultório particular, é primordial pensar no lucro para manter o seu negócio no mercado e também, gerar capital para investir na carreira. Para isso, definir o preço pela sua consulta médica é uma tarefa indispensável e desafiadora.
    A precificação de uma consulta médica é algo complexo, pois é um atendimento que engloba as condições da saúde física e emocional de uma pessoa. Por isso, é inevitável adotar estratégias que norteiem as necessidades iniciais do público. E o preço é uma necessidade que está inserida neste processo.
    Ao estipular o quanto cobrar pela consulta médica, devemos considerar, além da necessidade do seu paciente, alguns fatores primordiais para que o seu consultório não tenha prejuízos. Assim, não faltará capital para investir, aprimorar e melhorar os processos. Os principais fatores que devem ser levados em conta são:

    Análise de mercado

    Ao precificar qualquer produto ou serviço é necessário realizar uma pesquisa de mercado e competitividade do setor. Para a consulta médica, esse fator também deve ser levado em conta, pois fornecerá dados importantes a respeito da sua área de atuação.
    Essa pesquisa de mercado irá definir diversas questões, dentre elas:

    • Qual o preço praticado por médicos da região? 
    • Quanto os profissionais semelhantes a minha especialização cobram por consulta? 
    • Existem profissionais da mesma especialidade em regiões próximas a mim? 
    • Há possibilidade de diminuir o preço sem alterar a qualidade?
    • É possível aumentar o preço garantindo mais benefícios ao paciente?

    Essa etapa é fundamental para definir um preço competitivo e adequado em seu consultório. Por isso, as questões acima devem ser estudadas de forma eficiente.

    Poder aquisitivo do público

    Nesta etapa, é importante analisar quanto o seu paciente quer e pode pagar por sua consulta e especialidade médica. Para isso, você deve fazer uma pesquisa de público para captar as seguintes informações:

    • Renda média dos seus pacientes.
    • Necessidades principais e como o meu atendimento pode ajudá-lo?
    • Quanto o meu público paga por uma consulta?
    • Quanto ele está disposto a pagar?
    • Qual preço chamará mais atenção?
    • Qual o meu custo-benefício?
    • Poder de barganha dos seus pacientes (significa o poder de uma pessoa ao discutir preços e trocar de escolha)

    Essa é outra pesquisa que irá auxiliar na definição do valor cobrado para seu público. Sabendo essas informações e aplicando estratégias promocionais, o público com certeza terá mais interesse em conhecer o atendimento e serviço do seu consultório.

    Custos com a estrutura 

    A estrutura do seu consultório médico irá impactar diretamente no preço estipulado aos seus pacientes, pois é um investimento que considera fatores importantes para o êxito e sucesso do atendimento. Nessa consideração incluem fatores como:

    • A localização do consultório

    A região do seu consultório influencia diretamente do preço praticado. Por exemplo, se a região é de difícil acesso aos seus pacientes ou se o bairro for muito nobre. Portanto, é necessário analisar se a localidade está de acordo com o preço determinado para que não gere comentários negativos do público.

    • Comodidade do ambiente

    Ter um consultório que atenda o conforto do seu paciente também é importante. Ter uma sala de espera com móveis mais aconchegantes e uma decoração elegante, por exemplo, é um diferencial que muitos pacientes levam em consideração na hora de analisar o preço.

    • Serviços básicos

    Como todo e qualquer negócio, existem gastos fixos que devem estar presentes no planejamento financeiro. Conhecer o valor média de gastos com água, luz, telefone, internet e compras de materiais é fundamental para avaliar se o preço e média de consultas por mês são suficientes para quitar os custos da sua clínica.

    • Investimentos em padronização, gestão e tecnologia

    Alguns processos de gestão interna facilitam e melhoram o atendimento e tarefa dos funcionários do consultório. Padronizar processos rotineiros e informatizar tarefas manuais melhoram a gestão administrativa. Esses processos são investimentos que devem ser levados em conta para que o colaborador tenha uma melhor produtividade e assim, um melhor atendimento com seus pacientes.

    • Remuneração e capacitação dos colaboradores

    A remuneração dos colaboradores é um custo fixo que também deve estar presente no planejamento financeiro. Além disso, a capacitação desses profissionais é fundamental para que o seu consultório tenha uma boa imagem diante seus público e saia na frente dos concorrentes da região.

    Gastos com materiais e equipamentos médicos

    Para se obter lucro em um atendimento médico, é necessário ter um equilíbrio no negócio em relação aos ganhos e despesas. Por isso, os gastos com materiais utilizados e equipamentos médicos devem estar equilibrados, visando gerar lucro nas contas finais.
    Um fato importante para considerar é que, se você está abrindo o seu consultório particular recentemente, é natural que o valor da consulta seja mais baixo em relação aos concorrentes e que o investimento inicial será maior que o lucro. Esse fato irá, aos poucos se modificando, pois à medida que você consegue fidelizar mais clientes e o seu consultório passe a ser mais indicado na região, o lucro irá aumentar devido a demanda do público.

    Impostos

    Os impostos estão presentes em qualquer clínica ou consultório médico. O pagamento de impostos não é uma tarefa simples, pois engloba o faturamento do local que é estipulado pelas notas fiscais e que estão de acordo com a forma de tributação definida (pessoa física, jurídica, lucro real, entre outros).
    Por isso, a apuração e pagamento é sempre ideal que seja realizada e tenha auxílio de profissionais especialistas na área: contadores. Esses profissionais lhe indicarão a melhor forma de tributação e quais impostos estarão presentes no custo do seu consultório médico.
    Todos esses fatores são essenciais para que você defina um valor ideal para a sua consulta médica. Por isso, todas as etapas devem ser trabalhadas e planejadas de forma crucial para que no futuro você e o seu consultório tenham resultados positivos, maiores lucros e melhor relacionamento com o seu colaborador e pacientes.
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    Primeiros passos para abrir um consultório médico

    Abrir qualquer negócio necessita da criação de um planejamento pessoal, de carreira e de negócios para que não ocorra imprevistos futuros, como adiar prazos para abertura ou ter mudanças radicais ao longo do processo.
    Quando falamos em abrir um consultório médico, esta etapa é fundamental, pois a área tem como principal objetivo salvar e cuidar da vida de pessoas. Por isso, “colocar as coisas no papel” de forma clara e objetiva é fundamental para aumentar as chances de sucesso do seu consultório.
    Existem alguns passos que são fundamentais a se planejar e refletir antes de abrir qualquer consultório ou clínica médica. Veja os principais:

    Primeiro passo: crie objetivos pessoais 

    Antes de pensar na abertura do consultório ou clínica, é fundamental pensar nos seus planos pessoais. Isso porque a abertura de qualquer negócio deve estar alinhada aos seus objetivos futuros. Por exemplo, se você analisou que a abertura do seu consultório pode atrapalhar muito a manutenção da sua vida financeira ou até mesmo familiar, talvez seja melhor esperar.
    Por isso, nessa etapa é essencial estipular metas e objetivos que estejam alinhados ao seu negócio para não atrapalhar o início da sua carreira.

    Segundo passo: estipule metas de carreira

    Este é o segundo passo mais importante do planejamento. Após você refletir sobre seus objetivos pessoais é fundamental pensar na sua carreira médica. Geralmente, consultórios particulares são compostos por especialistas em certa área da saúde, por exemplo: médico especialista em perda auditiva. Por isso, investir na sua formação e currículo é necessário para que você seja reconhecido como um profissional competente.

    Terceiro passo: analise o cenário de mercado

    Compreender quais os desafios e oportunidades que o seu negócio trará é fundamental para visualizar se é o momento certo para abrir o consultório. Estipular metas alcançáveis e refletir sobre cenários incertos da economia é importante para que imprevistos em relação às finanças não prejudiquem seu consultório.

    Quarto passo: faça um plano de negócios

    Fazer um plano de negócios está totalmente interligado com a análise do cenário de mercado. Ele é uma ferramenta que irá auxiliar o profissional a diminuir riscos e indica novos caminhos, se necessário.
    O plano de negócios é capaz de materializar as suas ideias e mostrar um panorama geral do negócio que você deseja abrir. E é por isso que ele é tão importante. Por isso, para desenvolver o seu consultório a partir de um plano de negócios é necessário ter auxílio de profissionais especialistas do mercado, como economistas e contabilistas.

    Quinto passo: comece a planejar

    Por último, mas não menos importante, nesta etapa você irá começar a planejar os detalhes do seu consultório. Por exemplo:

    • Definir o público: que paciente eu quero atender? Minha especialidade atende qual faixa etária? O valor da minha consulta requer quanto de poder aquisitivo?
    • Escolher o local: o local do meu consultório é de fácil acesso? Possui uma estrutura viável para o meu serviço? Quais equipamentos hospitalares vou precisar?
    • Providenciar documentações: quais regulamentações eu preciso? Quais fiscalizações são obrigatórias para o funcionamento do meu consultório?

    Pensando nesta etapa de planejamento final, preparamos um texto completo que irá indicar tudo o que você precisa saber antes de abrir seu consultório. Leia o texto “o que preciso saber para abrir meu próprio consultório médico?” e confira todas as próximas etapas.
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