Descubra os benefícios da manutenção preventiva para equipamentos médicos

Uma das questões mais desafiadoras na gestão de equipamentos médicos (por mais tecnológicos que eles sejam) é o estabelecimento de uma manutenção preventiva com qualidade e frequência adequadas.

Ações precavidas conseguem gerar benefícios em toda a cadeia de prestação de serviços médicos e têm como objetivo prevenir possíveis falhas de peças e imprevistos operacionais — sejam eles automotivos, hidráulicos ou industriais.

Neste artigo, você compreenderá por que a manutenção preventiva é fundamental e os principais benefícios que residem não somente na redução de custos, mas também na diminuição de riscos aos colaboradores e pacientes. Interessado? Então vamos lá.

A manutenção preventiva deve ser periódica

Para início de conversa, é importante atentar à periodicidade atribuída para cada equipamento. Normalmente ela é indicada pelo fabricante ou alguma norma (por exemplo, da Anvisa, do Inmetro, de uma IEC ou NBR).

Além disso, os prestadores de serviço que fazem uma manutenção preventiva de qualidade podem utilizar ferramentas para definir a periodicidade de acordo com programas que criam pontuações referentes às seguintes características:

  • o risco de cada equipamento apresentar problemas e suas consequências para os pacientes;
  • o grau de invasibilidade do equipamento aos pacientes;
  • o histórico do equipamento.

Desse modo, é possível elaborar um cronograma para os gestores do hospital se programarem. Isso é importante, pois sabemos que muitas vezes os equipamentos estão sendo usados, e é difícil realizar a manutenção preventiva sem agendamento. A seguir, você confere os principais benefícios dessa manutenção preventiva.

Reduz os riscos de acidentes

Paradoxalmente, acidentes de trabalho na área de saúde apresentam uma taxa 34% maior do que em outros setores, o que aumenta exponencialmente o risco de ocorrerem danos tanto para os colaboradores quanto para os pacientes.

Mesmo que não contribuam com danos diretos, as falhas ou defeitos em equipamentos médicos podem induzir os profissionais da saúde a interpretarem resultados e situações erroneamente, chegando, por exemplo, em diagnósticos incorretos.

Reduz e programa os custos hospitalares

Isso mesmo. É possível reduzir os custos do hospital e programá-los e maneira mais eficaz. Isso acontece pois, quando a instituição de saúde não realiza a manutenção preventiva, pode ser que o aparelho falhe, requerendo gastos não programados para o momento.

Sabemos que o funcionamento da maioria dos equipamentos médicos é crítico, quase sempre a manutenção corretiva será urgente. Pode acontecer, inclusive, o cancelamento de procedimentos cirúrgicos e clínicos, gerando perda de tempo e estresse na rotina dos colaboradores.

Por outro lado, a manutenção preventiva consegue prever os custos de acordo com a programação previamente estabelecida. Se algum problema é detectado, é possível saná-lo antes que maiores complicações ocorram, o que acaba reduzindo os custos do hospital devido à previsibilidade orçamentária.

Outro ponto importante a ser considerado é a checagem dos acessórios externos acoplados aos equipamentos. Se eles não receberem manutenção periódica, podem danificar os mecanismos conectados, o que aumenta os custos.

Um exemplo disso são aparelhos que apresentam filtros de entrada. Se esses acessórios não forem trocados periodicamente, há grandes chances de entupimento e acúmulo de sujeira no interior do aparelho, o que pode danificar outras peças mais críticas e caras.

Prolonga a vida útil dos aparelhos

Equipamentos sempre funcionando em perfeito estado: esse é o objetivo de qualquer gestor dentro das instituições de saúde, não é mesmo? Por esse motivo a manutenção preventiva se faz tão imprescindível.

Durante esse processo acontece a limpeza adequada e a checagem (quantitativa e qualitativa) de vários itens do material. A checagem quantitativa avalia o desempenho do equipamento e garante uma visão geral da qualidade operacional.

Já a checagem qualitativa é realizada minuciosamente. Analisa-se, por exemplo, se há algum cabo solto, se o alarme está funcionando perfeitamente ou se o display está se apresentando como as especificações adequadas do fabricante.

Ademais, é preciso ponderar sobre o prolongamento desnecessário da vida útil e verificar se algum equipamento está demandando muitas manutenções corretivas. Nesse caso, o custo deve ser colocado em pauta, assim como uma possível troca da tecnologia.

Reduz a necessidade de substituição dos equipamentos

Essa é uma consequência direta do último tópico. Se a vida útil aumenta, o estado operacional também aumenta, o que reduz a necessidade de reposições constantes. Afinal, equipamentos bem cuidados não precisam ser trocados com tanta frequência.

Vejamos uma analogia: se você tem um carro e realiza manutenções a cada 10 mil quilômetros rodados (frequência recomendada pela maioria dos fabricantes), você trocará itens necessários, fará o rodízio de pneus e a vida do automóvel será naturalmente prolongada.

No entanto, se você não realiza manutenções preventivas, há grandes chances de ocorrerem falhas inesperadas, como danificações no motor ou avarias no sistema hidráulico. Ações corretivas constantes farão com que você precise trocar de veículo, e a mesma coisa acontece com equipamentos médicos.

Otimiza parâmetros de segurança e confiabilidade

Instalações seguras apresentam menor probabilidade de se portarem indevidamente em qualquer tipo de procedimento. Nesse contexto, é imprescindível checar se os prestadores de serviços têm analisadores e simuladores calibrados para serem utilizados como referência.

Com isso é possível obter padrões certificados e atestar se o equipamento médico está dentro das especificações do fabricante, monitorando, diagnosticando e respondendo aos comandos adequadamente.

Além disso, a norma brasileira NBR IEC 60601 preconiza o teste de análise de instalações elétricas de equipamentos médicos com o objetivo de garantir a segurança de usuários e pacientes. Assim, escolher por empresas que prestam esse serviço realizando o teste de segurança elétrica certamente faz toda a diferença.

Viu como é fundamental que os gestores hospitalares se conscientizem sobre os benefícios que a manutenção preventiva exerce na gestão e controle dos equipamentos médicos?

Além de reduzir custos desnecessários e garantir experiências mais seguras aos pacientes e colaboradores, outra vantagem é que as consequências são percebidas a curto e longo prazo. Os procedimentos são então realizados com muito mais qualidade, sem perdas em função de falhas ou desligamentos.

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    7 dicas para ter um controle financeiro na sua clínica

    Se você já possui uma clínica médica ou decidiu abrir seu próprio consultório, com certeza precisará de uma boa saúde financeira. Com ela, você mantém um atendimento eficiente aos pacientes e evita dificuldades extremas no futuro. Ter um controle financeiro pode parecer até complicado, porém com uma organização eficaz e alguns procedimentos simples sua gestão de finanças ficará mais tranquila.
    Para te ajudar nessa organização, listamos 7 dicas essenciais para garantir o seu controle financeiro. Confira a seguir!

    1. Separe as contas pessoais das contas da clínica

    Misturar as contas pessoais com algum negócio é um dos principais motivos que levam um empreendimento de pequeno ou médio porte ir a falência! Por isso, cuidado para não confundir e misturar contas próprias com as da sua clínica ou consultório.
    Para evitar esse problema, o ideal é separar a remuneração do proprietário, o pagamento das despesas fixas e variáveis da clínica e o lucro bruto. Por isso, não esqueça que as responsabilidades e o controle financeiro em relação a contabilidade de uma pessoa física e jurídica são diferentes.

    2. Registre as transações financeiras

    Essa primeira dica é essencial para ter um completo controle financeiro. Quando você registra todas as operações financeiras que ocorrem na clínica, fica mais fácil de identificar os gastos e lucros. Assim, você controla com mais eficiência a sua entrada e saída de caixa.
    O ideal é que esse registro seja diário e ocorra esse processo em todas as transações. Sendo as principais: o recebimento de pagamento de pacientes de consulta particular e de convênios de plano de saúde, pagamento de fornecedores, compra de materiais necessários e pagamento dos funcionários da clínica/consultório.

    3. Fluxo de Caixa eficiente 

    Assim que você começar a pôr em prática o registro de todas as operações financeiras da clínica, você estará mais qualificado a realizar um fluxo de caixa.
    O fluxo de caixa significa toda a movimentação financeira do caixa de uma empresa em um determinado período de tempo. Ou seja, é todo o fluxo da entrada e saída de dinheiro em certo tempo. Isso significa que se você faz um fluxo de caixa diário, você garante um maior controle de pagamentos. Assim,  você consegue planejar melhor as contas no próximo mês.

    4. Escolha rigorosamente seus fornecedores

    Para garantir um controle financeiro da sua clínica ou consultório, é muito importante escolher bem os seus fornecedores. Para isso é fundamental ter um relacionamento próximo e agradável com eles.
    Quando você cria um bom relacionamento com seus fornecedores, facilita que seus pedidos ocorram nas datas corretas e com isso, não irá atrapalhar o seu fluxo de caixa.
    Além disso, o seu controle financeiro fica mais claro quando você escolhe fornecedores parceiros. Para isso, é importante que eles tenham qualidade nos materiais e equipamentos, garantam os prazos de entrega e que tenham um equilíbrio na cotação dos preços e no suporte na negociação.

    5. Tenha um fundo de reserva

    Sabemos que a crise de nosso país afetou muitos empreendimentos devido as flutuações da economia e diminuição do consumo da população. Por isso, é ideal que o seu consultório tenha um fundo de reserva que possa cobrir os gastos quando o fluxo de pacientes for menor.
    Além disso, ter um fundo de caixa é essencial se você tiver uma necessidade de ter um gasto não planejado, por exemplo, para o conserto de algum equipamento ou compra de um material para auxiliar no atendimento.

    6. Use a tecnologia 

    A tecnologia é um fator que auxilia, e muito, na facilidade em otimizar alguns processos internos. Geralmente, algumas tarefas manuais de clínicas e consultórios afetam no atendimento e produtividade do colaboradores. Por exemplo, o excesso de ligações para agendar, remarcar ou cancelar uma consulta, podem tomar muito tempo do colaborador. Nesse caso, aplicar um sistema digital de agendamento de consultas, como o próprio e-mail, planilhas ou mensagens internas (intranet) facilitará o trabalho do seu funcionário.
    Além desse exemplo comum, a tecnologia e sistemas de informatização já oferecem programas que fornecem relatórios, gráficos e resultados sobre suas finanças. Assim, facilitando o seu controle financeiro e dando a possibilidade de você ter um olhar mais nítido dos custos.

    7. Faça bom uso dos planejamentos

    Como qualquer processo que demande uma organização, o planejamento é fundamental. Com ele, você mantém uma visão sobre futuros gastos e recebimentos. Por isso, você consegue ter um melhor controle financeiro.
    Quando você faz um fluxo de caixa e analisa relatórios, a realização de projeções de gastos para os próximos períodos é mais visível. Isto é, você conseguirá prever a receita da sua clínica, as oportunidades de lucro, momentos de maior incidência de gastos e programará novos investimentos.
    Essas dicas são fundamentais para você ter um controle financeiro eficiente. Com elas você poderá ter novos resultados e uma visão mais ampla das necessidades que sua clínica possui. Assim, estará mais propenso a resultados positivos, graças a sua organização, dedicação e esforço em planejar e compreender a necessidade da boa saúde financeira.
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    Quanto cobrar por consulta médica da minha clínica?

    Se você é um médico ou profissional de saúde e está prestes a abrir seu consultório particular, é primordial pensar no lucro para manter o seu negócio no mercado e também, gerar capital para investir na carreira. Para isso, definir o preço pela sua consulta médica é uma tarefa indispensável e desafiadora.
    A precificação de uma consulta médica é algo complexo, pois é um atendimento que engloba as condições da saúde física e emocional de uma pessoa. Por isso, é inevitável adotar estratégias que norteiem as necessidades iniciais do público. E o preço é uma necessidade que está inserida neste processo.
    Ao estipular o quanto cobrar pela consulta médica, devemos considerar, além da necessidade do seu paciente, alguns fatores primordiais para que o seu consultório não tenha prejuízos. Assim, não faltará capital para investir, aprimorar e melhorar os processos. Os principais fatores que devem ser levados em conta são:

    Análise de mercado

    Ao precificar qualquer produto ou serviço é necessário realizar uma pesquisa de mercado e competitividade do setor. Para a consulta médica, esse fator também deve ser levado em conta, pois fornecerá dados importantes a respeito da sua área de atuação.
    Essa pesquisa de mercado irá definir diversas questões, dentre elas:

    • Qual o preço praticado por médicos da região? 
    • Quanto os profissionais semelhantes a minha especialização cobram por consulta? 
    • Existem profissionais da mesma especialidade em regiões próximas a mim? 
    • Há possibilidade de diminuir o preço sem alterar a qualidade?
    • É possível aumentar o preço garantindo mais benefícios ao paciente?

    Essa etapa é fundamental para definir um preço competitivo e adequado em seu consultório. Por isso, as questões acima devem ser estudadas de forma eficiente.

    Poder aquisitivo do público

    Nesta etapa, é importante analisar quanto o seu paciente quer e pode pagar por sua consulta e especialidade médica. Para isso, você deve fazer uma pesquisa de público para captar as seguintes informações:

    • Renda média dos seus pacientes.
    • Necessidades principais e como o meu atendimento pode ajudá-lo?
    • Quanto o meu público paga por uma consulta?
    • Quanto ele está disposto a pagar?
    • Qual preço chamará mais atenção?
    • Qual o meu custo-benefício?
    • Poder de barganha dos seus pacientes (significa o poder de uma pessoa ao discutir preços e trocar de escolha)

    Essa é outra pesquisa que irá auxiliar na definição do valor cobrado para seu público. Sabendo essas informações e aplicando estratégias promocionais, o público com certeza terá mais interesse em conhecer o atendimento e serviço do seu consultório.

    Custos com a estrutura 

    A estrutura do seu consultório médico irá impactar diretamente no preço estipulado aos seus pacientes, pois é um investimento que considera fatores importantes para o êxito e sucesso do atendimento. Nessa consideração incluem fatores como:

    • A localização do consultório

    A região do seu consultório influencia diretamente do preço praticado. Por exemplo, se a região é de difícil acesso aos seus pacientes ou se o bairro for muito nobre. Portanto, é necessário analisar se a localidade está de acordo com o preço determinado para que não gere comentários negativos do público.

    • Comodidade do ambiente

    Ter um consultório que atenda o conforto do seu paciente também é importante. Ter uma sala de espera com móveis mais aconchegantes e uma decoração elegante, por exemplo, é um diferencial que muitos pacientes levam em consideração na hora de analisar o preço.

    • Serviços básicos

    Como todo e qualquer negócio, existem gastos fixos que devem estar presentes no planejamento financeiro. Conhecer o valor média de gastos com água, luz, telefone, internet e compras de materiais é fundamental para avaliar se o preço e média de consultas por mês são suficientes para quitar os custos da sua clínica.

    • Investimentos em padronização, gestão e tecnologia

    Alguns processos de gestão interna facilitam e melhoram o atendimento e tarefa dos funcionários do consultório. Padronizar processos rotineiros e informatizar tarefas manuais melhoram a gestão administrativa. Esses processos são investimentos que devem ser levados em conta para que o colaborador tenha uma melhor produtividade e assim, um melhor atendimento com seus pacientes.

    • Remuneração e capacitação dos colaboradores

    A remuneração dos colaboradores é um custo fixo que também deve estar presente no planejamento financeiro. Além disso, a capacitação desses profissionais é fundamental para que o seu consultório tenha uma boa imagem diante seus público e saia na frente dos concorrentes da região.

    Gastos com materiais e equipamentos médicos

    Para se obter lucro em um atendimento médico, é necessário ter um equilíbrio no negócio em relação aos ganhos e despesas. Por isso, os gastos com materiais utilizados e equipamentos médicos devem estar equilibrados, visando gerar lucro nas contas finais.
    Um fato importante para considerar é que, se você está abrindo o seu consultório particular recentemente, é natural que o valor da consulta seja mais baixo em relação aos concorrentes e que o investimento inicial será maior que o lucro. Esse fato irá, aos poucos se modificando, pois à medida que você consegue fidelizar mais clientes e o seu consultório passe a ser mais indicado na região, o lucro irá aumentar devido a demanda do público.

    Impostos

    Os impostos estão presentes em qualquer clínica ou consultório médico. O pagamento de impostos não é uma tarefa simples, pois engloba o faturamento do local que é estipulado pelas notas fiscais e que estão de acordo com a forma de tributação definida (pessoa física, jurídica, lucro real, entre outros).
    Por isso, a apuração e pagamento é sempre ideal que seja realizada e tenha auxílio de profissionais especialistas na área: contadores. Esses profissionais lhe indicarão a melhor forma de tributação e quais impostos estarão presentes no custo do seu consultório médico.
    Todos esses fatores são essenciais para que você defina um valor ideal para a sua consulta médica. Por isso, todas as etapas devem ser trabalhadas e planejadas de forma crucial para que no futuro você e o seu consultório tenham resultados positivos, maiores lucros e melhor relacionamento com o seu colaborador e pacientes.
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    Primeiros passos para abrir um consultório médico

    Abrir qualquer negócio necessita da criação de um planejamento pessoal, de carreira e de negócios para que não ocorra imprevistos futuros, como adiar prazos para abertura ou ter mudanças radicais ao longo do processo.
    Quando falamos em abrir um consultório médico, esta etapa é fundamental, pois a área tem como principal objetivo salvar e cuidar da vida de pessoas. Por isso, “colocar as coisas no papel” de forma clara e objetiva é fundamental para aumentar as chances de sucesso do seu consultório.
    Existem alguns passos que são fundamentais a se planejar e refletir antes de abrir qualquer consultório ou clínica médica. Veja os principais:

    Primeiro passo: crie objetivos pessoais 

    Antes de pensar na abertura do consultório ou clínica, é fundamental pensar nos seus planos pessoais. Isso porque a abertura de qualquer negócio deve estar alinhada aos seus objetivos futuros. Por exemplo, se você analisou que a abertura do seu consultório pode atrapalhar muito a manutenção da sua vida financeira ou até mesmo familiar, talvez seja melhor esperar.
    Por isso, nessa etapa é essencial estipular metas e objetivos que estejam alinhados ao seu negócio para não atrapalhar o início da sua carreira.

    Segundo passo: estipule metas de carreira

    Este é o segundo passo mais importante do planejamento. Após você refletir sobre seus objetivos pessoais é fundamental pensar na sua carreira médica. Geralmente, consultórios particulares são compostos por especialistas em certa área da saúde, por exemplo: médico especialista em perda auditiva. Por isso, investir na sua formação e currículo é necessário para que você seja reconhecido como um profissional competente.

    Terceiro passo: analise o cenário de mercado

    Compreender quais os desafios e oportunidades que o seu negócio trará é fundamental para visualizar se é o momento certo para abrir o consultório. Estipular metas alcançáveis e refletir sobre cenários incertos da economia é importante para que imprevistos em relação às finanças não prejudiquem seu consultório.

    Quarto passo: faça um plano de negócios

    Fazer um plano de negócios está totalmente interligado com a análise do cenário de mercado. Ele é uma ferramenta que irá auxiliar o profissional a diminuir riscos e indica novos caminhos, se necessário.
    O plano de negócios é capaz de materializar as suas ideias e mostrar um panorama geral do negócio que você deseja abrir. E é por isso que ele é tão importante. Por isso, para desenvolver o seu consultório a partir de um plano de negócios é necessário ter auxílio de profissionais especialistas do mercado, como economistas e contabilistas.

    Quinto passo: comece a planejar

    Por último, mas não menos importante, nesta etapa você irá começar a planejar os detalhes do seu consultório. Por exemplo:

    • Definir o público: que paciente eu quero atender? Minha especialidade atende qual faixa etária? O valor da minha consulta requer quanto de poder aquisitivo?
    • Escolher o local: o local do meu consultório é de fácil acesso? Possui uma estrutura viável para o meu serviço? Quais equipamentos hospitalares vou precisar?
    • Providenciar documentações: quais regulamentações eu preciso? Quais fiscalizações são obrigatórias para o funcionamento do meu consultório?

    Pensando nesta etapa de planejamento final, preparamos um texto completo que irá indicar tudo o que você precisa saber antes de abrir seu consultório. Leia o texto “o que preciso saber para abrir meu próprio consultório médico?” e confira todas as próximas etapas.
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