Como são usados ventiladores pulmonares nos casos de coronavírus. São equipamentos essenciais, pois oferecem suporte à respiração quando o corpo não é capaz de desempenhá-la sozinho. Com a pandemia de coronavírus, a demanda por esses aparelhos aumentou nos hospitais. Afinal, entre as possíveis complicações do COVID-19 está a insuficiência respiratória, principal causa de morte entre os acometidos pela doença.
Pensando nisso, preparamos este conteúdo especial sobre esses equipamentos e como eles podem ajudar instituições de saúde neste cenário. Continue lendo para aprender mais sobre o assunto!
Como dissemos, esses equipamentos médicos auxiliam a realização do movimento respiratório quando o paciente está incapacitado de fazê-lo sozinho. Eles podem ser necessários em diversas situações — incluindo em complicações de alguns quadros clínicos, quando as funções respiratórias são afetadas.
No caso particular do coronavírus, ocorre uma inflamação nas vias aéreas e pulmões que pode provocar pneumonia. Diante disso, o sistema imunológico realiza uma resposta anti-inflamatória exacerbada, gerando ainda mais dificuldade na respiração.
O resultado desse quadro são os baixos níveis de oxigenação no sangue, uma infecção generalizada (sepse) e a grande taxa de mortalidade, principalmente de pessoas pertencentes aos grupos de risco.
A ventilação pulmonar artificial tem um funcionamento ágil, que traz boas possibilidades de suporte para pessoas em quadros de dificuldade para respirar. O processo se organiza de acordo com 4 fases do ciclo respiratório em ventilação mecânica. A seguir, explicaremos cada uma delas.
Na fase inspiratória, o aparelho insufla ar no pulmão do paciente em níveis que são adequados ao seu caso. Para isso, o ventilador supera a resistência do organismo e as barreiras do sistema respiratório do indivíduo.
A ciclagem é o momento de interrupção da insuflagem para o início da fase expiratória. Isso acontece com o alcance de um marco, que pode ser definido por tempo inspiratório, pressão, volume ou fluxo.
A fase expiratória é o esvaziamento dos pulmões. Sua duração dependerá das necessidades específicas do paciente.
O disparo é o momento em que há o fechamento da válvula expiratória e a abertura do canal inspiratório. Ele pode ser estabelecido de acordo com fluxo, a alteração de pressão e o tempo.
Esse procedimento conta com várias modalidades, que variam conforme as necessidades do paciente. Em algumas, há mais interação da pessoa; em outras, o dispositivo efetiva a maior parte dos processos. Veja mais sobre elas a seguir!
Nessa modalidade é feita a fixação do volume, da frequência respiratória e do fluxo inspiratório. A frequência respiratória é preestabelecida e define quando ocorre o disparo. Já a ciclagem acontece a partir do alcance do volume que foi predefinido, e a pressão varia conforme a dinâmica ventilatória de cada paciente.
Aqui, a pressão é regulada em um limite durante a fase inspiratória, havendo a fixação da frequência de respiração e do tempo inspiratório. A ciclagem é regulada por um tempo, havendo um fluxo desacelerado e livre. A dinâmica ventilatória do paciente interage com esse processo.
Os ciclos mandatórios são predeterminados e acontecem de forma sincronizada com a inspiração do paciente. O tempo é predefinido, mas o processo acontece em sincronia com o disparo que a pessoa faz.
Nessa modalidade o paciente faz o disparo, seja pela pressão, seja pelo fluxo. Na fase inspiratória, a pressão é mantida durante a fase de inspiração, e a ciclagem ocorre quando o fluxo inspiratório diminui. O volume que circula depende das condições e do esforço de inspiração da pessoa.
Na CPAP, o paciente respira de forma espontânea, apenas recebendo ar pressurizado continuamente.
De fato, a pandemia de coronavírus está exigindo um grande volume de ventiladores pulmonares nos hospitais. Conforme explicamos, a doença afeta principalmente as vias respiratórias, e pode gerar infecção sistêmica no organismo. A falta de um número suficiente desses dispositivos em uma instituição de saúde, portanto, pode desencadear diversos falecimentos que poderiam ser evitados.
Além disso, a grande facilidade de contágio do COVID-19 deve gerar uma demanda ainda maior por respiração artificial. Com os crescentes índices de disseminação de coronavírus, os hospitais precisam estar preparados para fornecer o acolhimento adequado aos pacientes — o que envolve um investimento em estrutura e aprimoramento do arsenal de tecnologia em saúde.
É muito importante adquirir equipamentos de qualidade para a instituição de saúde. Dispositivos de baixo desempenho podem demandar manutenções corretivas excessivas, implicando até custos maiores para o hospital. Além disso, eles podem falhar durante o uso, acarretando graves riscos para o paciente.
Aparelhos de boa qualidade são um verdadeiro investimento. Eles contribuem para melhores tratamentos e a promoção da saúde, como um todo, o que fortalece a confiança da comunidade no hospital e melhora a imagem da organização na sociedade. Promovem ainda uma velocidade maior do fluxo de trabalho e permitem o acolhimento da população em momentos de crise — justamente como o que estamos vivendo agora.
É por saber disso que a Medicalway oferece produtos e diferenciais capazes de contribuir positivamente para o cenário atual.
Comercializando aparelhos médicos e hospitalares, nós estamos há 18 anos no mercado, nos destacando pela nossa tradição e relacionamento forte com os clientes. Nossos produtos têm excelente qualidade e uma ótima relação custo-benefício, pois contamos com importantes fornecedores mundiais do segmento. Além disso, oferecemos manutenção nos dispositivos com alta qualidade e desempenho!
Como vimos, equipamentos como os ventiladores pulmonares são essenciais nessa pandemia de coronavírus. Afinal, a doença provoca inflamações no aparelho respiratório e no pulmão, demandando auxílio de aparelhos para respiração mecânica no suporte à vida. É fundamental tê-los numa quantidade adequada, para acolher os pacientes e fornecer toda a assistência necessária diante da pandemia.
Então, se você gostou das informações que trouxemos até aqui, aproveite para conferir a nossa página e conheça melhor os ventiladores Mindray!
Há alguns anos, o bisturi elétrico era visto como um equipamento de alta tecnologia, restrito a grandes centros hospitalares universitários ou a especialidades cirúrgicas específicas.
Hoje, o cenário é outro: clínicas de médio porte, consultórios odontológicos e hospitais regionais já incorporaram a eletrocirurgia ao seu cotidiano, e os gestores que ainda não fizeram essa transição estão percebendo a diferença nos resultados clínicos e na eficiência operacional.
Neste artigo, a Medicalway explica por que o bisturi elétrico se tornou o novo padrão das instituições que buscam excelência, como a tecnologia funciona na prática e quais critérios usar para escolher o modelo mais adequado para a sua realidade.
A adoção do bisturi elétrico não é uma tendência de marketing. Ela reflete uma mudança estrutural na forma como médicos e gestores avaliam eficiência cirúrgica, segurança do paciente e sustentabilidade financeira da operação.
Veja alguns dos motivos que fazem com que clínicas estejam preferindo adotar o bisturi elétrico.
O tempo de sala cirúrgica é um dos recursos mais caros dentro de um hospital ou clínica. A eletrocirurgia reduz esse tempo de forma mensurável ao eliminar as interrupções para controle manual de sangramentos.
Clínicas que migraram para o bisturi elétrico relatam redução consistente no tempo médio por procedimento, o que se traduz diretamente em mais atendimentos por turno.
O sangramento intraoperatório é um dos principais fatores de estresse tanto para o cirurgião quanto para o paciente.
Pacientes submetidos a procedimentos com eletrocirurgia relatam menor incidência de edema, dor e complicações nas primeiras horas e dias após a cirurgia. Esse diferencial não apenas melhora a experiência do paciente como contribui para indicadores clínicos mais favoráveis na avaliação da qualidade assistencial da instituição.
Uma das razões pelas quais o bisturi elétrico ganhou tanto espaço é a sua adaptabilidade.
O mesmo gerador eletrocirúrgico pode ser utilizado em cirurgias gerais, procedimentos ginecológicos, cirurgias orais e odontológicas, ortopedia, urologia e neurocirurgia, bastando ajustar os parâmetros de potência e trocar os acessórios conforme a especialidade.
Com a hemostasia integrada ao corte, o bisturi elétrico reduz significativamente o uso de compressas hemostáticas, suturas de ligadura vascular e outros insumos utilizados para controle de sangramento no bisturi convencional.
Para gestores que monitoram o custo de materiais por procedimento, essa redução representa uma economia concreta, especialmente em instituições com alto volume cirúrgico.
Ao longo de meses de operação, a diferença no consumo de insumos pode compensar com folga o investimento na tecnologia de eletrocirurgia.
Geradores eletrocirúrgicos modernos permitem salvar configurações de potência para diferentes tipos de procedimento, o que facilita a padronização dos protocolos cirúrgicos dentro da instituição.
Isso reduz a variabilidade dos resultados entre diferentes cirurgiões ou turnos, facilita o treinamento de novos profissionais e contribui para a consistência da qualidade assistencial.
Para clínicas que buscam acreditação hospitalar ou certificações de qualidade, a padronização dos processos cirúrgicos é um requisito crítico, e o bisturi elétrico é um aliado importante nesse processo.
O bisturi elétrico, também chamado de eletrobisturi ou bisturi de alta frequência, utiliza corrente elétrica alternada em frequências que geralmente variam entre 300 kHz e 5 MHz.
Nessa faixa, a corrente não estimula fibras nervosas nem causa contração muscular: ela gera calor localizado no ponto de contato entre o eletrodo ativo e o tecido, com intensidade controlada pelo cirurgião por meio do gerador.
Esse calor pode atuar de duas formas principais:
Há dois modos de configuração elétrica: o monopolar, em que a corrente percorre o corpo do paciente entre a caneta ativa e uma placa de retorno fixada na pele, e o bipolar, em que a corrente circula apenas entre os dois eletrodos de uma pinça cirúrgica.
O modo bipolar é especialmente indicado em áreas delicadas ou em pacientes com marcapasso, pois limita o campo elétrico a uma área muito reduzida, sem que a corrente percorra o restante do corpo.
Com a variedade de opções disponível no mercado, escolher o bisturi elétrico certo para a sua instituição exige avaliar critérios técnicos, operacionais e comerciais de forma conjunta.
Os principais pontos a considerar são:
Verifique se o gerador mantém a potência estável mesmo em tecidos de maior resistência, como músculo espesso ou tecido fibroso. Equipamentos de baixa qualidade perdem eficiência nessas situações, comprometendo a hemostasia, pois não possuem uma leitura de impedância de tecido bem apurada.
Certifique-se de que o equipamento oferece operação monopolar e bipolar, além dos modos de corte, coagulação e misto. Geradores com apenas um modo limitam as possibilidades de aplicação clínica.
Equipamentos com conectores padrão de mercado permitem usar canetas, pinças e eletrodos de diferentes fabricantes, o que dá mais flexibilidade na gestão de insumos e reduz a dependência de um único fornecedor.
Paineis digitais com memória de configurações agilizam o setup entre procedimentos e facilitam a padronização dos protocolos. Equipamentos com interface confusa aumentam o risco de erro de parâmetro durante o procedimento.
Verifique se o gerador conta com monitoramento da placa de retorno e alarmes de segurança. Esses sistemas são obrigatórios em equipamentos modernos e protegem o paciente contra queimaduras por contato inadequado com a placa.
O custo de aquisição só é relevante quando considerado junto ao suporte técnico disponível. Verifique a disponibilidade de manutenção preventiva, a facilidade de obtenção de peças e a capacidade de resposta do fornecedor em caso de falha.
Fornecedores como a Medicalway oferecem modalidades de comodato que permitem ao hospital ou clínica incorporar a tecnologia sem desembolso imediato, com suporte e treinamento inclusos no contrato.
A Medicalway é especialista no fornecimento de equipamentos médico-hospitalares de alta tecnologia para hospitais, clínicas e instituições de saúde no sul do Brasil.
O eletrobisturi da Medtronic é indicado para atender desde clínicas de pequeno e médio porte até centros cirúrgicos de alta complexidade, com desempenho técnico validado e suporte pós-venda estruturado.
Entre os principais diferenciais do eletrobisturi fornecido pela Medicalway são:
A Medicalway trabalha com marcas de referência global como Mindray, Medtronic, Unicare, Keedwell e Fluke Biomedical, garantindo qualidade e confiabilidade em cada solução entregue ao cliente.
Mais do que fornecer equipamentos, a Medicalway atua como parceira estratégica das instituições de saúde.
Seu modelo de atendimento foi construído para garantir que o bisturi elétrico e os demais equipamentos do portfólio entregam valor ao longo de todo o ciclo de vida do produto, e não apenas no momento da aquisição.
Para gestores que precisam de previsibilidade e segurança nas decisões de investimento em equipamentos, a Medicalway oferece transparência em todas as etapas, do orçamento inicial ao suporte continuado.
Não. O consumo energético de um gerador eletrocirúrgico moderno é relativamente baixo para os padrões de um ambiente hospitalar.
Sim, e esse treinamento é fundamental para a segurança do procedimento. Aqui na Medicalway, oferecemos treinamento pós-venda estruturado para toda a equipe envolvida no uso do eletrobisturi, garantindo que a adoção da tecnologia seja segura desde o primeiro procedimento.
O retorno sobre o investimento em um bisturi elétrico depende do volume cirúrgico da instituição e do modelo de contratação escolhido. Em instituições com alta demanda cirúrgica, a redução no tempo de sala, a diminuição no consumo de insumos de hemostasia e o aumento na capacidade de atendimentos por turno podem gerar retorno financeiro em poucos meses.
Para clínicas de menor porte, a modalidade de locação oferecida pela Medicalway elimina o desembolso inicial e transforma o custo do equipamento em uma parcela mensal previsível, facilitando o cálculo do retorno e o planejamento financeiro.
Se você é médico, gestor ou diretor clínico e quer modernizar a infraestrutura cirúrgica da sua instituição com tecnologia de eletrocirurgia de alta performance, a Medicalway tem a solução certa para o seu perfil e para o seu orçamento.
O eletrobisturi da Medicalway está disponível em diferentes configurações e modalidades de contratação, como venda ou locação, com suporte técnico e treinamento inclusos, para que sua instituição possa dar esse passo com segurança e previsibilidade financeira.
Para muitos, a imagem de um aparelho de ultrassom sempre esteve ligada a um grande equipamento, pesado e estático. No entanto, o avanço tecnológico já está mudando essa realidade.
O que antes era impensável, agora é uma realidade ao alcance das mãos: a capacidade de realizar exames de ultrassom de alta qualidade a qualquer momento e em qualquer lugar.
A chegada de uma nova geração de dispositivos, como o aparelho de ultrassom ultraportátil, redefine o conceito de mobilidade e eficiência clínica.
Este artigo aprofunda as inovações que transformam o diagnóstico por imagem e demonstra como essa tecnologia pode impactar positivamente sua prática médica e a gestão da sua unidade de saúde. Acompanhe!
O mercado de equipamentos médicos vive uma transformação impulsionada pela miniaturização e pela conectividade. Se antes a portabilidade de um ultrassom significava apenas um aparelho com rodinhas, hoje, a tecnologia do Ultrassom sem fio e do Ultrassom POCUS elevou a mobilidade a um novo patamar.
A principal distinção reside no design revolucionário e na ausência de cabos. Diferentemente de modelos que dependem de uma unidade de processamento e cabos complexos, esses novos dispositivos são transdutores únicos, que transmitem as imagens diretamente para um smartphone, tablet ou monitores de alta tecnologia.
Essa simplicidade se traduz em um ganho de tempo e espaço, permitindo que o ultrassom se torne uma extensão da sua mão.
No passado, a portabilidade muitas vezes vinha acompanhada da dúvida sobre a qualidade da imagem. O senso comum ditava que para ter uma imagem de ultrassom com alta resolução, era necessário um equipamento de bancada robusto.
Contudo, essa premissa não se aplica mais. Graças a inovações como a tecnologia de cristal único de segunda geração e a plataforma eWave, os aparelhos de ultrassom ultraportáteis atuais oferecem imagens de alta fidelidade com baixo consumo de energia.
Isso significa que, mesmo em um dispositivo que cabe no bolso, a qualidade de imagem pode ser tão boa quanto a de um ultrassom de bancada.
Segundo uma análise da Data Bridge Market Research, o mercado global de sistemas de ultrassom point-of-care (POCUS) foi avaliado em US$ 629,81 milhões em 2022 e está projetado para atingir US$ 1,146,05 milhões até 2030, refletindo um crescimento anual composto (CAGR) de 6,5%.
Esse avanço demonstra a crescente confiança dos profissionais de saúde na eficácia e na agilidade desses dispositivos em ambientes clínicos e emergenciais.
Essa nova tecnologia não apenas melhora a eficiência, mas também otimiza o fluxo de trabalho e a tomada de decisões clínicas. Com um ultrassom portátil na palma da mão, é possível:
Projetado para atender aos ambientes clínicos mais exigentes, como emergências e cuidados intensivos, o TE Air i3P é o mais novo sistema de ultrassom portátil da Mindray.
Ele foi desenvolvido com foco na usabilidade extrema, na conectividade e na durabilidade. Seu design compacto e leve, aliado à ausência de fios, proporciona uma liberdade de movimento inédita.
Mas, por que ele é diferente de tudo o que você já viu?
A plataforma eWave e a tecnologia Single Crystal de segunda geração garantem imagens de alta qualidade com baixo consumo de energia. A capacidade de operar sem cabos elimina as restrições físicas e a necessidade de cabos de energia volumosos, facilitando o transporte e a desinfecção.
O design compacto do TE Air i3P, com uma pequena área de contato, é ideal para janelas intercostais. Além disso, seu corpo robusto com classificação IP68 garante total resistência à água e poeira, permitindo que o transdutor seja totalmente imerso para desinfecção, o que é crucial em ambientes de alto risco.
A exclusiva Air Capsule funciona como estojo de proteção e carregador portátil. Ela mantém o aparelho de ultrassom ultraportátil funcionando por um dia inteiro com apenas uma carga, e o carregamento rápido de 35 minutos é ideal para manter a operação contínua.
O aplicativo intuitivo do TE Air i3P foi projetado para operações com uma mão. Ele oferece recursos inteligentes como o Smart Bladder, que detecta e calcula automaticamente o volume da bexiga, uma forma rápida e eficiente de determinar se um cateter é necessário em casos de retenção urinária.
Além de se conectar a smartphones e tablets, o TE Air i3P pode ser integrado a outros dispositivos avançados, como a série TEX20, para avaliações mais complexas, e ao sistema de informações do hospital para um fluxo de trabalho otimizado.
A versatilidade do aparelho de ultrassom ultraportátil permite que ele seja utilizado em diversas especialidades, indo muito além das aplicações tradicionais. Médicos de diferentes áreas podem se beneficiar da agilidade e precisão que o TE Air i3P oferece.
Em salas de emergência, cada segundo conta. O ultrassom POCUS tem se mostrado um recurso inestimável para triagem rápida, identificação de hemorragias internas, pneumotórax e outras condições de risco de vida.
Com o TE Air i3P, os médicos podem realizar avaliações ultrassonográficas à beira do leito instantaneamente, acelerando a tomada de decisão e o encaminhamento do paciente para o tratamento adequado. Estudos recentes indicam que o uso de dispositivos de ultrassom portátil (POCUS) em ambientes de emergência tem melhorado significativamente a eficiência diagnóstica, permitindo decisões clínicas mais rápidas e precisas.
O acompanhamento contínuo de pacientes críticos exige precisão e segurança. O TE Air i3P pode ser utilizado para:
A anestesiologia se beneficia enormemente do uso de ultrassom sem fio para guiar bloqueios nervosos e procedimentos de punção. A visualização em tempo real de agulhas e estruturas nervosas aumenta a segurança e a eficácia dos procedimentos, reduzindo o risco de lesões.
A mobilidade do aparelho de ultrassom ultraportátil é um divisor de águas para atendimentos fora do ambiente hospitalar. Médicos que realizam visitas domiciliares ou que atuam em consultórios com espaço limitado podem levar um ultrassom de alta qualidade em sua maleta.
A Medicalway, entende a importância de oferecer tecnologias que transformam a prática clínica.
Nosso foco é fornecer soluções que não apenas atendem às suas necessidades, mas que superam as expectativas.
O lançamento do aparelho de ultrassom ultraportátil TE Air i3P é um passo à frente em nosso compromisso em garantir que você tenha acesso aos melhores e mais inovadores equipamentos do mercado.
O Ultrassom portátil é mais do que uma tendência; é a nova fronteira do diagnóstico por imagem. É a certeza de que a inovação está sempre a seu favor.
Se você busca otimizar o fluxo de trabalho da sua equipe, agilizar diagnósticos e elevar a qualidade do seu atendimento, o TE Air i3P é a solução ideal e a Medicalway está pronta para ser sua parceira nessa jornada.
Entre em contato com nossos especialistas e descubra as melhores condições de venda e locação para a sua clínica ou hospital.
Em situações críticas, cada segundo conta. Quando a vida de um paciente está em risco, a rapidez no diagnóstico faz a diferença entre uma intervenção eficaz e uma complicação grave. É nesse cenário que o ultrassom portátil em ambulâncias e resgate ganha protagonismo.
A Medicina de Emergência avança constantemente, e o uso de tecnologias capazes de oferecer diagnóstico rápido no Atendimento Pré-Hospitalar (APH) não é mais um luxo, mas uma necessidade.
Para médicos e gestores de instituições de saúde, entender os diferenciais e benefícios desse recurso é fundamental para decisões estratégicas que impactam tanto a eficiência da equipe quanto a segurança do paciente.
Este artigo traz os principais desafios enfrentados em resgates, o papel do ultrassom portátil, os critérios para escolha do equipamento ideal e como ele contribui para otimizar a gestão em saúde.
Ambulâncias e unidades de resgate enfrentam condições adversas que desafiam a eficiência dos equipamentos médicos. Entre os principais pontos críticos estão:
Estudos recentes indicam que o uso de protocolos de diagnóstico rápido no atendimento pré-hospitalar, como o E-FAST (Extended Focused Assessment with Sonography for Trauma), pode acelerar significativamente o tempo de encaminhamento adequado ao hospital.
Segundo artigo publicado na BJHIS (Brazilian Journal of Health and Information Systems), a aplicação do E-FAST permite decisões clínicas mais ágeis, contribuindo para a redução de atrasos no transporte de pacientes críticos.
Isso mostra que equipamentos robustos e práticos não são apenas conveniência, mas componentes estratégicos de sobrevivência.
O ultrassom portátil é uma das tecnologias que mais têm transformado o Atendimento Pré-Hospitalar (APH). Com ele, é possível visualizar em minutos lesões internas, hemorragias ocultas, pneumotórax e até avaliar condições cardíacas.
Segundo revisão publicada nos Anais do Congresso Internacional de Enfermagem em Saúde do Paciente Crítico, o uso do ultrassom portátil permite avaliações rápidas e precisas, contribuindo para a segurança do paciente, prevenção de complicações e otimização do atendimento em contextos de emergência e terapia intensiva.
Para o médico de resgate, isso significa maior assertividade. Para o gestor, menos custos com encaminhamentos inadequados e maior eficiência operacional.
Nem todo ultrassom se adapta ao ambiente de emergência. Alguns critérios são determinantes para que o equipamento cumpra sua função em ambulâncias.
O aparelho precisa ser compacto, leve e resistente a quedas e vibrações. Modelos com design ergonômico e estrutura reforçada permitem uso em movimento, sem comprometer a segurança do equipamento.
Uma dúvida comum é: a qualidade da imagem é suficiente fora do hospital?
Com os avanços tecnológicos, sim. Modelos atuais oferecem imagens de alta definição, com modos avançados de escaneamento, permitindo diagnósticos confiáveis em ambientes adversos.
A integração com tablets, smartphones e sistemas hospitalares agiliza o envio de exames em tempo real. Isso garante continuidade do atendimento, facilitando a comunicação entre equipes de campo e hospitais de referência.
No resgate, não há tempo para recargas constantes. Equipamentos com baterias de longa duração e opções de carregamento sem fio garantem mobilidade durante todo o turno.
Além da aplicação imediata no resgate, o ultrassom portátil traz ganhos para a gestão hospitalar.
Você já imaginou realizar diagnósticos rápidos e precisos em qualquer lugar do consultório, hospital ou até mesmo à beira do leito do paciente sem depender de cabos, tomadas ou grandes equipamentos?
É exatamente isso que o TE Air entrega, o último lançamento da Medicalway. Um ultrassom ultraportátil, que une a praticidade de um dispositivo leve à potência de imagens de alta definição, pensado para médicos que valorizam mobilidade sem abrir mão da excelência clínica.
Por que os profissionais estão escolhendo o TE Air?
O resultado? Mais precisão, mais liberdade e mais tempo para focar no que realmente importa: o cuidado com seus pacientes.

O TE Air já está disponível para venda em todo o Brasil pela Medicalway, empresa referência em soluções médicas no sul do país. Afinal, “Tecnologia que salva vidas, confiança que faz a diferença” é o nosso compromisso com a saúde.
O ultrassom portátil em ambulâncias e resgate não é apenas uma inovação tecnológica, mas um aliado indispensável para salvar vidas, otimizar processos e trazer mais segurança ao Atendimento Pré-Hospitalar (APH).
Ele responde às principais dúvidas de médicos e gestores: é robusto, prático, garante qualidade de imagem e entrega retorno financeiro por meio da eficiência clínica.
Deseja saber mais sobre como o TE Air pode transformar sua rotina médica ou hospitalar?
Entre em contato com a Medicalway e descubra como levar tecnologia de ponta para a linha de frente do cuidado.
