Sistema de monitoramento para paciente: garantia de segurança e qualidade no atendimento hospitalar

O monitoramento de pacientes é uma ferramenta essencial para melhorar a eficiência e a produtividade operacional de um hospital. 

Afinal, sistemas de monitoramento integrados permitem que médicos e enfermeiros acompanhem continuamente os sinais específicos dos pacientes, gerando dados que são atualizados diretamente para a tomada de decisões rápidas e precisas. 

Pensando nisso, a Medicalway oferece uma solução completa para hospitais que buscam tecnologia de ponta e diferencial competitivo.

Neste artigo, vamos entender como o sistema de monitoramento para pacientes funciona, os benefícios dessa tecnologia para hospitais e clínicas, e como sua implementação pode impactar positivamente a qualidade dos serviços de saúde.

O sistema de monitoramento para pacientes integrado já é uma realidade

Hospitais que buscam se atualizar constantemente e acompanhar as inovações tecnológicas têm investido em sistemas de monitoramento integrados para oferecer um atendimento seguro e ágil.

Esse tipo de tecnologia já é amplamente adotado pelas grandes redes de saúde, fazendo dessa tendência uma realidade nos dias atuais.

Instituições que não acompanham essa modernização correm o risco de perder espaço no mercado à medida que a tecnologia se torna um fator essencial para garantir a eficiência no cuidado e a satisfação dos pacientes. 

Hospitais que já usam essa tecnologia

No Brasil, grandes redes hospitalares, como o Hospital Israelita Albert Einstein e o Hospital Sírio-Libanês, são exemplos de instituições que adotam sistemas avançados de monitoramento de pacientes para melhorar a eficiência no atendimento e garantir maior segurança.

Portanto, instituições que desejam se tornar grandes players do mercado ou manterem um diferencial competitivo, precisam se atualizar já.

A tecnologia por trás do sistema: conectividade e integração

Os sistemas de monitoramento para pacientes dependem de conectividade e integração eficientes para oferecer dados em tempo real e garantir uma visão abrangente e precisa do estado de saúde dos pacientes.

Esses sistemas conectam uma série de dispositivos – monitores de sinais específicos, centrais de monitoramento e outros equipamentos, que, por meio de uma rede de comunicação dedicada, transferem informações diretamente para os sistemas centrais, como o prontuário eletrônico do paciente.

Tecnologia ePM: conectividade inteligente e centralizada

Um exemplo dessa tecnologia é a linha de monitor de sinais vitais ePM, disponível nos sistemas da Medicalway. A tecnologia ePM permite que todos os dispositivos de monitoramento se conectem de forma integrada, utilizando uma plataforma central para o compartilhamento de dados. 

Isso garante que uma equipe médica acesse as informações de qualquer lugar no hospital, acompanhando tanto o histórico quanto os sinais em tempo real. Com essa conectividade centralizada, é possível tomar decisões rápidas e informadas, melhorando a segurança e o cuidado com o paciente.

Quais são os benefícios do sistema de monitoramento para o hospital ou clínica?

Um sistema de monitoramento de pacientes oferece vários benefícios para a gestão hospitalar, que vão desde a melhoria na qualidade do atendimento até a redução de custos operacionais.

Melhora na qualidade do atendimento

Com o sistema de monitoramento, a equipe médica pode identificar alterações nos sinais específicos dos pacientes em tempo real, permitindo intervenções rápidas e eficazes. Isso é especialmente vital em UTIs e em outras áreas críticas, onde qualquer atraso pode impactar gravemente a saúde do paciente.

Redução de custos operacionais

A automatização dos dados reduz a necessidade de monitoramento manual, economizando continuamente tempo e recursos. Além disso, a rápida identificação de alterações permite uma resposta mais ágil e eficiente, reduzindo a duração das internações e aumentando a capacidade de atendimento do hospital.

Maior segurança para os pacientes

O monitoramento contínuo também garante que possíveis riscos sejam identificados antes de se tornarem emergências. Essa camada adicional de segurança é essencial para garantir o bem-estar dos pacientes, além de reduzir as chances de incidentes médicos.

Equipamentos que compõem o sistema de monitoramento para pacientes

Os sistemas de monitoramento para pacientes geralmente incluem uma variedade de dispositivos interconectados que capturam dados essenciais. Entre os principais equipamentos estão:

  • Monitores multiparâmetros: medem e monitoram parâmetros vitais como pressão arterial, frequência cardíaca, oximetria de pulso, temperatura e frequência respiratória.
  • Central de monitoramento: recebe dados dos monitores e outros dispositivos, permitindo que a equipe de enfermagem visualize de forma centralizada o estado dos pacientes em tempo real e acompanhe qualquer alteração.
  • Unidades portáteis e soluções de conectividade: equipamentos móveis que garantem a continuidade do monitoramento de pacientes mesmo durante deslocamentos internos no hospital, como, por exemplo, monitores de transporte.

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Conheça nosso sistema de monitoramento para pacientes

A Medicalway oferece um portfólio completo de monitores para hospitais, incluindo modelos como os Benevision N22, N17, N15 e N12, ideais para monitoramento preciso em UTI e centros cirúrgicos

A linha ePM e o monitor  VS8 ou VS9protegem em diversos cenários clínicos, enquanto a central Benevision e Hypervisor garantem monitoramento centralizado em tempo real. 

Para entender os detalhes, assista o nosso vídeo de treinamento do Benevision N15 para compreender melhor o seu uso:

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    O que fazer com os equipamentos obsoletos do hospital?

    Equipamentos obsoletos em hospitais podem representar prejuízos tanto para os pacientes, que precisam de materiais de qualidade, com as melhores tecnologias e em pleno funcionamento durante um atendimento, quanto para a gestão hospitalar.

    Isso porque equipamentos obsoletos podem resultar em crises financeiras, a partir do desperdício de recursos, e até na crise na imagem, quando ocorre o descarte inadequado dos materiais e a constante ausência desses elementos com a máxima tecnologia, que são essenciais para a qualidade no atendimento dos pacientes.

    Pensando em evitar os problemas mencionados acima, preparamos este artigo com informações essenciais para que os ambientes hospitalares saibam o que fazer com equipamentos obsoletos. Continue a leitura!

    O que fazer com equipamentos obsoletos?

    A resposta para a pergunta acima não pode ser simples, já que a Lei 12.305/2010 exige que as empresas descartem os resíduos de forma responsável e ambientalmente correta. O descumprimento disso poderia acarretar em problemas judiciais e até para a reputação da instituição diante dos pacientes, investidores e fornecedores. Além disso, é preciso pensar em alternativas mais viáveis também economicamente.

    Gerenciamento da obsolescência

    A partir de um gerenciamento adequado e que evite a obsolescência, é possível driblar gastos desnecessários com o material e ter um melhor aproveitamento dos recursos da instituição.

    Uma maneira de atingir esse objetivo é ao analisar componentes dos equipamentos que têm uma vida útil mais curta que os produtos finais e repô-los com frequência para não comprometer o equipamento. Isso exige um controle de estoque rigoroso.

    De qualquer forma, é preciso ter em mente que até os componentes se tornam obsoletos em um determinado momento, o que torna necessária a procura por produtos similares no mercado e que cumpram o mesmo propósito que o produto original. Assim, os equipamentos aumentam o seu tempo de vida, sem que isso comprometa a segurança, já que existem patentes por trás dos materiais.

    Manutenção preventiva

    A melhor forma de elevar o tempo de vida útil dos equipamentos, fugindo dos problemas mencionados acima, é atuar de forma preventiva, como a inspeção dos materiais para que se encontre possíveis falhas ou indícios delas.

    Isso pode livrar os equipamentos de situações mais sérias no futuro, que também exige um gasto mais elevado para manutenção. Assim, certifique-se de ter cuidados, como:

    • ao manusear o equipamento para que os operadores tenham capacidade técnica;
    • ao transportar o equipamento para que os movimentos não causem danos;
    • as condições ambientais, como temperatura, luminosidade, umidade e fluxo de ar;
    • a higienização adequada, como a descontaminação periódica do aparelho;
    • a calibração, que deve ocorrer periodicamente para atestar o desempenho do equipamento.

    Descarte adequado

    Como dito inicialmente, é indispensável considerar o descarte adequado dos equipamentos, já que eles são resíduos eletrônicos e apresentam riscos ao meio ambiente, se não ocorrer de forma correta.

    Por exemplo, ao contratar uma empresa especializada para o descarte ou ao reaproveitar os materiais de diferentes formas, mesmo quando o produto já está obsoleto, já que os metais podem ser extraídos para reúso consciente.

    De qualquer forma, é sempre importante priorizar a compra de materiais de qualidade e alta tecnologia, desfazendo-se de equipamentos obsoletos, que já não atendem às necessidades dos pacientes nem a do hospital.

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    6 dicas para reduzir custos na gestão de equipamentos hospitalares

    Reduzir custos de forma estratégica faz parte de uma administração eficiente, já que isso pode equilibrar a saúde financeira de uma empresa, evitando problemas jurídicos e queda na imagem da instituição, além de ser uma forma de investir em melhorias na empresa. Essa medida se torna ainda mais relevante em períodos de crise.

    Assim, aprender a reduzir custos na gestão de equipamentos hospitalares pode ser uma das maneiras de atingir os objetivos mencionados anteriormente. Afinal de contas, é comum que equipamentos se tornem obsoletos, por exemplo, o que é apontado por representantes da administração hospitalar como uma influência relevante nas dívidas dos hospitais públicos.

    Diante das consequências que a má administração dos recursos pode gerar, preparamos este post com 6 dicas para você reduzir custos na sua instituição. Continue a leitura e entenda!

    1. Faça o planejamento com base em evidências 

    Toda e qualquer instituição, independentemente do segmento em que atua, precisa realizar planejamentos antes de tomar qualquer decisão. Planejamentos eficientes e construídos a partir de evidências podem colaborar com a redução de custos, diferentemente dos que ocorrem baseados em achismos e na intuição.

    É por motivos como esses que a análise de indicadores é tão importante para a construção de um planejamento embasado. Eles monitoram dados da sua instituição e podem sinalizar os caminhos mais recomendados e não recomendados que devem ser percorridos para que a sua instituição economize e tenha também outros benefícios, como a maior satisfação dos pacientes.

    Caso contrário, se não houver o embasamento nas decisões em evidências, é possível que ocorra a compra de equipamentos ultramodernos apenas porque a concorrência faz o mesmo, sem que exista uma análise das necessidades e do interesse dos seus pacientes nesses equipamentos, por exemplo. Ações como essas podem gerar custos desnecessários e atuar mais como um gasto do que como um investimento. 

    2. Classifique os equipamentos

    Quando a administração se compromete com a análise completa dos equipamentos hospitalares e fica por dentro de informações como quantidade e tipos de ativos existentes, as chances de a instituição deixar faltar ou comprar os elementos em excesso são altas.

    Outros dados importantes incluem:

    • histórico de manutenção;
    • grau de risco;
    • localização;
    • dados de identificação do equipamento (como nome, código de rastreio e data de aquisição).

    Além disso, é importante classificar os equipamentos seguindo alguns critérios, como o sistema fisiológico ou a especialidade clínica, que podem ser o diagnóstico pulmonar ou a cardiologia. Seja qual for o critério de classificação definido pela instituição, saiba que isso facilita o gerenciamento, como os custos de manutenção, controle de estoque e revisão de equipamentos.

    3. Mapeie os custos

    Parte essencial do melhor gerenciamento de custos da instituição hospitalar deve passar necessariamente pelo mapeamento de custos, que deve entender quais são os maiores gastos/investimentos da corporação para, posteriormente, adotar estratégias com base nessas informações.

    Assim, defina quais são os custos fixos, que continuam existindo com ou sem fluxo de pacientes, tais como:

    • aluguel;
    • contas de luz;
    • contas de água;
    • internet;
    • telefone;
    • impostos;
    • financiamento.

    Defina quais são os custos variáveis, que se alteram de acordo com a demanda existente:

    • EPIs (como máscaras e luvas);
    • treinamento da equipe;
    • material para escritório;
    • materiais de limpeza e manutenção (como lubrificantes);
    • peças de reposição, como componentes eletrônicos, peças de pequeno porte e peças mecânicas.

    Dentro dos custos fixos e variáveis, ainda pode existir outra divisão, de custos diretos e indiretos. Os custos diretos são fáceis de identificar e calcular seu valor:

    • tempo do profissional com o paciente;
    • EPIs.

    Já os custos indiretos não são possíveis de serem calculados em relação ao serviço prestado, como:

    Ao mapear todos esses custos é importante registrar todos os gastos existentes, como os mencionados acima, mesmo que pareçam irrelevantes para o orçamento da instituição. Ao fazer isso, fica mais fácil obter uma visão realista do fluxo de gastos da corporação médica.

    4. Sistematize a manutenção e segurança

    Padronizar as operações de segurança e manutenção é um método de conseguir mais eficiência no fluxo de trabalho, produtividade e redução de custos, já que isso pode permitir que as instituições atuem com rapidez assim que a necessidade surgir. 

    Por exemplo, as manutenções podem passar por agendamento, gerenciamento de gastos e contratos de serviços e conformidade de recall. Quando tudo isso é padronizado, evita-se que os equipamentos fiquem parados, necessitando de manutenção, até que a equipe responsável pela tarefa os aparelhos individualmente.

    5. Compre apenas produtos de qualidade

    Não é difícil que instituições optem por produtos com menores valores na intenção de economizar, sem considerar a durabilidade do que foi comprado, além da confiança que os produtos oferecem. Afinal, especialmente na área da saúde, contar com produtos de qualidade duvidosa pode comprometer o tratamento dos pacientes e o manuseio da equipe hospitalar.

    Além disso, não se pode desconsiderar que a baixa qualidade dos equipamentos hospitalares também tende a aumentar a necessidade de manutenção e a trocas dos produtos, o que eleva os gastos muito mais do que o desejado.

    6. Invista na tecnologia

    A automatização dos processos por meio da tecnologia pode reduzir custos ao otimizar a eficiência nos processos e aumentar a produtividade, já que a partir dela é possível substituir trabalhos burocráticos, repetitivos e manuais, o que leva mais tempo para a sua realização.

    Assim, quando as máquinas ou os sistemas tecnológicos passam a ocupar essas responsabilidades, a equipe da instituição pode focar seu tempo e sua energia em outras demandas mais urgentes e importantes, como confirmação de consultas, controle de agendas, prontuários eletrônicos, gestão financeira e escalas de equipes.

    Como você pôde acompanhar, reduzir custos na instituição hospitalar pode permitir que ela opere com mais eficiência, ofereça mais satisfação aos pacientes, evite problemas jurídicos e equilibre a saúde financeira. Para isso, é indispensável contar com fornecedores confiáveis para encontrar os melhores equipamentos hospitalares, como a Medicalway, que atua há quase 20 anos na área.

    Entre em contato conosco e saiba como podemos ajudar a sua instituição hospitalar com os melhores equipamentos!

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    Como melhorar o gerenciamento de manutenção de equipamentos hospitalares?

    Manter um bom gerenciamento de manutenção de equipamentos hospitalar é fundamental para um atendimento de qualidade, capaz de proporcionar a promoção da saúde e bem-estar durante os cuidados com os pacientes, garantindo uma boa imagem da instituição.

    Isso porque se trata da aplicação de práticas capazes de identificar a necessidade de certo aparelho e seu tempo de utilização. Além do cronograma de manutenção, programação de novas aquisições e demais medidas capazes de evitar problemas e riscos desnecessários.

    Mas você sabe como realizar essa gestão de maneira eficaz? Leia este conteúdo e descubra!

    Quais tipos de manutenções podem ser aplicados na rotina hospitalar?

    Existem três tipos de manutenções. São elas:

    • Manutenção preventiva: realizada de maneira programada, conforme a utilização de cada equipamento e as orientações do fabricante. Normalmente, a inspeção é agendada com antecedência e envolve testes de segurança, limpeza e detecção de problemas enquanto ainda são pequenos.
    • Manutenção corretiva: é realizada para desenvolver formas de correção no caso de um dano no equipamento. Sendo assim, ele é devolvido, consertado e calibrado.
    • Manutenção preditiva: é realizada de maneira planejada, com o intuito de averiguar minuciosamente, usando aparelhos específicos. Seu objetivo é antecipar, por meio de resultados da análise, manutenções preventivas e corretivas, elevando o tempo de vida útil e segurança do aparelho.

    Como melhorar o gerenciamento de manutenção de equipamentos hospitalares?

    Existem algumas práticas que podem ser implementadas como forma de promover um melhor gerenciamento de manutenção de equipamento hospitalares. Veja a seguir as principais!

    Realize planejamentos

    É preciso elaborar um planejamento para que os equipamentos possam ser revisados periodicamente, o que requer a obtenção de um aparelho reserva, já que a máquina deverá ser aberta para a realização dos procedimentos adequados.

    Dessa forma, é preciso criar um plano, estabelecendo a melhor data e hora para a realização da revisão e substituição do aparelho reserva.

    Compreenda a dinâmica de cada equipamento

    Cada equipamento possui utilidades e características diferentes. Alguns são mais usados do que outros. Para que as manutenções sejam eficazes, é preciso conhecer a relevância de cada um e as demandas mais frequentes. Por esse motivo, estipule as prioridades de maneira consciente.

    Mapeia os riscos hospitalares

    Para reduzir as possibilidades de riscos biológicos, o gerenciamento de manutenção de equipamentos hospitalares deve estar em dia para assegurar a esterilização dos materiais, evitando a utilização de aparelhos infectados e a disseminação de doenças.

    Defina o fluxo de trabalho

    Entender o histórico de uso e conservação do equipamento hospitalar é essencial para identificar a situação da sua vida útil. Essa prática pode aperfeiçoar de maneira considerável o fluxo de trabalho dos profissionais de saúde para realizar exames de forma precisa e usar os aparelhos de forma adequada, além de reduzir problemas.

    Realize um controle eficiente

    Outra prática indispensável é saber a quantidade correta de equipamentos hospitalares, além de garantir que estejam todos calibrados, lubrificados, conservados, com as peças trocadas no período adequado e com o funcionamento certo.

    Um bom controle proporciona todos os aspectos, considerando que contribui para a elaboração de informações precisas a respeito dos aparelhos, o que promovem uma gestão eficaz.

    Conseguiu entender a importância de um gerenciamento de manutenção de equipamentos hospitalares e como realizá-lo? Caso esse processo não aconteça, o aparelho corre o risco de ficar quebrado e em mau estado de conservação, o que impossibilita a prestação adequada dos serviços aos pacientes, podendo até mesmo colocar as suas vidas em risco, além de aumentar os tempos de espera ou cancelamentos de exames e atendimentos, impactando da imagem da instituição no mercado.

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