Parâmetros de monitores: conheça suas possibilidades de configuração

Uma das atividades mais críticas e importantes na rotina de consultórios e hospitais é o acompanhamento dos parâmetros de monitores. Afinal, para que o serviço completo de cuidado à saúde seja fornecido com qualidade, o monitoramento de sinais vitais e outros parâmetros mais específicos é crucial.

Nesse contexto, os gestores devem atentar frequentemente ao desempenho de tais monitores para a eficácia global, assegurando que esses dispositivos sejam bem escolhidos de acordo com os objetivos da prática médica.

Mas e você, conhece os principais tipos de monitores e quais são os parâmetros mais importantes? Gostaria de aprofundar seus conhecimentos sobre as possibilidades disponíveis e o que considerar no momento de escolha?

Então, continue conosco e faça uma ótima leitura do conteúdo completo que preparamos!

Saiba a utilidade dos monitores no tratamento e diagnóstico dos pacientes

Entre os monitores disponíveis, os mais básicos coletam dados do estado geral e dos sinais vitais dos pacientes, sendo que existem parâmetros mais avançados que não somente coletam dados, mas direcionam tratamentos.

É o caso, por exemplo, do débito cardíaco e da capnografia. A partir da análise desses parâmetros, é possível estabelecer o diagnóstico e uma conduta terapêutica adequada devido à obtenção de informações mais específicas do estado geral do paciente.

Conheça os principais tipos de monitores

Para que você compreenda este artigo de uma maneira mais didática, vamos separar os monitores de acordo com o tipo, sendo que os mais comuns são os pré-configurados e os modulares.

Monitores pré-configurados

Os monitores pré-configurados podem alcançar até um certo nível de parâmetro e, normalmente, apresentam, como módulos operacionais, o débito cardíaco e a capnografia.

Eles são mais utilizados para centros de UTI que não requerem o monitoramento de tantos parâmetros, mas precisam acompanhar e manter o paciente estável.

Monitores modulares

Já os monitores modulares são mais utilizados em centros que necessitam de acompanhamentos mais específicos e críticos e da análise de parâmetros mais avançados.

Exemplos dessas condições são determinados ambientes, como centros cirúrgicos, que requerem o monitoramento de parâmetros, como o nível de consciência em relação aos desfechos, o desenvolvimento de uma pneumonia e o comportamento fisiológico de agentes anestésicos.

Outros tipos de monitores

Além dos monitores pré-configurados e modulares, existem os mistos, que nada mais são do que os dispositivos pré-configurados com a inserção de alguns módulos. Eles podem ser utilizados em UTI e manter 1 ou 2 módulos para rodar, por exemplo, a quantidade de 10 leitos.

Além disso, os monitores mistos englobam os parâmetros básicos, como eletrocardiograma, respiração, saturação, pressão não invasiva e temperatura, rodando, ainda, com 2 módulos de capnografia.

Uma vez que normalmente nem todos os pacientes precisam utilizar todos esses módulos, os monitores mistos são empregados. Vale salientar que as tecnologias em saúde vêm se aprimorando constantemente, sendo importante que os gestores acompanhem as novas possibilidades de equipamentos e dispositivos.

Veja quais são os parâmetros de monitores

Antes de compreendermos quais são os diferentes parâmetros de monitores, é importante elucidar o que são os módulos. Já mencionamos, neste conteúdo, a inserção de determinados módulos. Mas, afinal, o que isso significa?

Definição de módulos

Podemos considerar que os parâmetros vêm inseridos dentro de uma caixa que é literalmente encaixada dentro do monitor e todo o processo de leitura acontece pela transmissão dos dados na tela.

No caso de monitores multiparamétricos, esses módulos podem ser intercambiáveis entre si e com outros monitores, desde que sejam do mesmo fabricante.

Principais parâmetros e possibilidades de configuração

De maneira geral, os monitores básicos têm 5 parâmetros. São eles:

  • eletrocardiograma;
  • respiração;
  • saturação;
  • pressão não invasiva;
  • temperatura.

Além disso, existe uma vasta lista de parâmetros, fornecidos pela Medicalway, que buscam atender diferentes complexidades de tratamento. Confira alguns parâmetros provenientes dessa lista:

  • gases anestésicos;
  • débito cardíaco;
  • saturação de oxigênio;
  • nível de consciência;
  • pressão invasiva;
  • capnografia.

Descubra como escolher o melhor monitor para o seu consultório ou hospital

Pois bem, conhecer os tipos de monitores e parâmetros mais analisados é de suma importância, mas de nada adianta reconhecer essa necessidade se você não souber fazer a escolha de equipamentos adequados, certo?

Para tanto, elencamos alguns pontos que requerem atenção ao adquirir tais dispositivos para o seu consultório ou hospital. Continue acompanhando este artigo e saiba como fazer a escolha mais adequada.

Nível de complexidade da assistência à saúde

É fundamental considerar o nível de complexidade do ambiente hospitalar ou do consultório em que o monitor será instalado, além de verificar a quantidade de leitos e quais as condições de uso do monitor pelos profissionais da saúde.

Se analisarmos, por exemplo, uma UTI cardíaca, é bem possível que os principais parâmetros requeridos sejam pressão invasiva e débito cardíaco.

Qualidade do equipamento

Uma das maneiras mais eficazes de se mensurar a qualidade dos fornecedores de dispositivos, como os monitores, é fazendo uma análise concisa e frequente do período pós-venda. É fundamental analisar determinados fatores, como a periodicidade de manutenção e treinamentos e se os sensores são substituídos rapidamente.

Ademais, o nível de qualidade deve ser acompanhado com cautela. Vale ressaltar que os parâmetros analisados são críticos, e se algum monitor de baixa qualidade for implantado, podem ocorrer, por exemplo, interpretações erradas de eletrocardiogramas, o que leva a condutas equivocadas.

Variedade de parâmetros em relação à complexidade do tratamento

Como podemos ver, os parâmetros de monitores são responsáveis pela indicação de estados vitais e sensíveis, como o estado hemodinâmico, o nível de consciência e as transmissões neuromusculares. Assim, a complexidade é um aspecto que deve ser levado em conta.

Quanto mais complexo for o paciente no centro cirúrgico, mais ele precisará utilizar agentes anestésicos, como o sistema TNM e o BIS (Índice Bispetral), sendo essencial saber para onde a conduta clínica está sendo direcionada.

Por outro lado, o paciente que fica longos períodos na UTI necessita do parâmetro de débito cardíaco. Se a equipe optar por obter os parâmetros por métodos não invasivos, é preciso escolher algum módulo de pico que seja menos agressivo. Deve-se saber, portanto, o que exatamente será utilizado.

A MedicalWay atende desde dispositivos com parâmetros de monitores básicos, como equipamentos mais simples de triagem, até os monitores mais complexos e avançados com alta qualidade de padrões hemodinâmicos. Além disso, os módulos mais avançados contam com a análise de eletromiografia, pneumonia, agentes anestésicos e saturação venosa de oxigênio.

Que tal entrar em contato conosco e conhecer, com mais detalhes, nossas tecnologias e condições de mercado? Será um prazer esclarecer todas as suas dúvidas!

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    4 equipamentos de centro cirúrgico indispensáveis

    Para que seu hospital realize cirurgias de modo eficiente, é essencial saber quais equipamentos de centro cirúrgico são obrigatórios.

    Assim, você terá à disposição as tecnologias mais recentes do setor, construindo um fluxo de trabalho seguro para o paciente e para os profissionais de saúde.

    Confira abaixo 4 aparelhos que não podem faltar em sua sala cirúrgica!

    1. Estativa Hyport Series (Mindray)

    • organização dos dispositivos do CC de forma otimizada;
    • melhor acesso ao paciente;
    • fluxo de trabalho eficiente;
    • design modular (flexibilidade) e ergonômico (posicionamento mais preciso).

    2. Eletrocardiógrafo Beneheart R12 (Mindray)

    • um dos modelos de 12 derivações mais leves do mercado;
    • autonomia das baterias de íons de lítio — mais de 3,5 horas de uso contínuo;
    • visualização de imagem para revisão instantânea na tela;
    • formas de onda estáveis, limpas e precisas;
    • análises de ECG de modo ágil e confiável.

    3. Aparelho de anestesia A7 (Mindray)

    • misturador eletrônico ajusta e aplica rapidamente o gás fresco em qualquer taxa de fluxo;
    • aplicação de anestesia de baixo fluxo contínua e segura a todos os pacientes;
    • tela de 15 polegadas em cores sensível ao toque;
    • ampla possibilidade de modos de ventilação;
    • sistema iChart-OR integra monitoramento, aplicação de anestesia e dados do tratamento.

    4. Foco cirúrgico HyLed (Mindray)

    • tecnologia LED — economia de energia e iluminação eficiente;
    • funciona até 40.000 horas;
    • fonte de luz confortável — sem aquecimento;
    • conta com sistema de câmera HD;
    • destaque para a ergonomia.

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    O que podemos esperar do mercado de equipamentos médicos?

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    Neste conteúdo especial, vamos mostrar as principais tendências no setor, para que a sua clínica não fique para trás. Para isso, vamos falar do estado atual do mercado de equipamentos médicos e também apresentar quais são as possibilidades para os próximos anos.

    Ficou interessado? Continue acompanhando e saiba mais sobre o assunto!

    Como está o mercado de equipamentos médicos?

    Vamos apresentar o panorama atual do mercado de equipamentos médicos. Veja mais a seguir!

    Crescimento da oferta de equipamentos médicos

    O envelhecimento da população traz novas necessidades para a área da saúde, exigindo a amplificação do arsenal de recursos para lidar com patologias e questões associadas à maturidade da população. Além disso, diversas tecnologias vêm sendo incorporadas nos segmentos da saúde, gerando pesquisas com elevado potencial de proporcionar um melhor atendimento para a população mundial.

    Os equipamentos médicos têm um papel decisivo nesses processos, sendo fundamentais para auxiliar os profissionais da saúde na manutenção da vida e preservação da integridade dos pacientes.

    Novas tecnologias

    As tecnologias avançam continuamente e novas possibilidades surgem a cada dia. No mercado de equipamentos médicos, podemos notar que há tendências promissoras.

    A telemedicina, por exemplo, já é uma realidade. Ela é a realização de práticas médicas a distância, seja a emissão de laudos ou acesso a resultados de exames, por exemplo. Ela permite ampliar o acesso à medicina, viabilizando que pessoas de regiões mais remotas possam ter acesso a especialistas e recursos que se concentram em capitais ou grandes centros de referência em saúde.

    Outro recurso que vem ganhando espaço na área de equipamentos é a inteligência artificial, que são os dispositivos capazes de realizar algumas das funções cognitivas humanas, como mensurar, tomar decisões e resolver problemas. Para isso, os aparelhos se baseiam em redes neurais artificiais que proporcionam o aprendizado das máquinas (conhecido como machine learning).

    A robótica também já é utilizada na área de aparelhos para medicina, sendo importante para a realização de procedimentos cirúrgicos. Ela permite melhorar a precisão do cirurgião e viabiliza a realização de procedimentos menos invasivos.

    Mudanças na gestão

    As novas tecnologias no mercado de equipamentos médicos geram impactos sobre a gestão hospitalar. Elas exigem um aumento da eficiência no controle de manutenções, demandando o estabelecimento de cronogramas que envolvam todos os equipamentos e gerando a necessidade de priorização de uma abordagem preventiva nesse quesito.

    A tecnologia insere um maior dinamismo para a gestão hospitalar, facilitando processos e promovendo novas possibilidades, como a supervisão de atendimento a distância. Ela permite ampliar o acesso a um corpo de profissionais mais qualificado para confirmação de diagnóstico, esclarecimento de dúvidas e fornecimento de um tratamento mais efetivo.

    Ou seja, ela incrementa o hospital com um maior arsenal de saberes. Em termos de gestão, os dispositivos médicos geram a necessidade de administração das interações com médicos de fora, por exemplo.

    Os equipamentos médicos baseados em cloud computing também oferecem mais segurança e integridade para o manejo de informação, evitando a perda de dados, invasões no sistema e quebras de sigilo médico.

    O que é possível esperar para os próximos anos?

    É possível esperar várias modificações para o mercado de equipamentos biomédicos para os próximos anos. Veja mais a seguir!

    Expansão do mercado

    Segundo pesquisa da Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde, divulgada pelo portal Saúde Business, em 2018 o mercado de dispositivos médicos movimentou R$ 10,5 bilhões no Brasil. Com os avanços em pesquisas, a oferta de equipamentos hospitalares se amplia e a rede de hospitais pode contar com um parque tecnológico diversificado e que proporciona mais precisão e eficácia em diagnósticos e tratamentos.

    Dados da mesma pesquisa apontam que em 2018 a alta da área de dispositivos médicos foi de 13,5%. Com a modernização e atualização constante da medicina, é essencial que os hospitais busquem incrementar seu parque tecnológico para oferecer tratamentos mais eficazes e para acompanhar as inovações que surgem nesse contexto.

    Tendências em equipamentos

    Uma importante tendência em equipamentos é a de integração de uma ampla variedade de dispositivos, o que é conhecido como Internet das Coisas. Ela amplia a rede de comunicação para o intercâmbio de informações e facilita a coleta de dados.

    Isso ajuda a rotina de pacientes e também proporciona um arsenal de registros que contribuem para o monitoramento, análise e para as reflexões dos médicos. Em telemedicina, a Internet das Coisas possibilita conectar os equipamentos analógicos às plataformas, para facilitar o envio de informações sem necessitar de uploads manuais.

    Melhoria da qualidade de vida do paciente

    Os equipamentos médicos proporcionam melhora da qualidade de vida dos pacientes. A tecnologia permite ao médico fazer mais procedimentos com agilidade e precisão, além de possibilitar que o profissional tenha mais recursos disponíveis para oferecer um bom tratamento. Com isso, o médico tem mais tempo para se dedicar a um atendimento humanizado e a realizar uma avaliação profunda da pessoa que está sendo cuidada.

    Além disso, o mercado conta com dispositivos que podem promover mais bem-estar para o paciente. Um exemplo é o biossensor transdérmico para diabéticos. Ele coleta dados sobre os níveis de glicose no sangue e evita que o paciente tenha que utilizar agulhas diariamente nessa aferição.

    As pesquisas avançam e os equipamentos são aprimorados para proporcionar tratamentos menos invasivos e que minimizem a dor e o desconforto. Há também dispositivos inteligentes que possibilitam fazer uma análise mais eficaz dos processos para que o tratamento seja conduzido de forma a proporcionar uma recuperação mais rápida.

    O mercado de equipamentos médicos está em constante atualização. Com o lançamento de novas tecnologias, a tendência é otimizar processos e promover uma maior humanização do cuidado. Os desafios da gestão hospitalar podem ser facilitados com o apoio de recursos modernos e projetados para terem melhor performance e eficiência operacional.

    Há uma série de possibilidades para incrementar o hospital e construir um parque tecnológico que ofereça o que há de melhor para a vida do paciente. Se você gostou de aprender mais sobre o mercado de equipamentos médicos, aproveite e entre em contato com a Medicalway e conheça nossos produtos e serviços!

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    Cardiotocografia: entenda a importância para a saúde do bebê

    Hospitais, maternidades e clínicas obstétricas que buscam oferecer um atendimento integral à gestante devem estar preparados para a realização da cardiotocografia (CTG). O exame avalia a vitalidade do bebê e indica o sofrimento fetal, trazendo alertas como a necessidade da antecipação do parto, por exemplo.

    O procedimento, normalmente realizado ao final da gestação, é rápido, indolor e não invasivo. É feito com um equipamento denominado cardiotocógrafo e muito útil principalmente em gestações de alto risco.

    Quer entender melhor como funciona a cardiotocografia e sua importância para a saúde da mãe e do bebê? Acompanhe nosso post e descubra por que disponibilizar esse exame é fundamental em instituições de saúde que fazem o atendimento a gestantes!

    O que é cardiotocografia?

    A cardiotocografia (CTG) tem por finalidade fazer um registro da atividade cardíaca fetal. O registro é feito em papel, na forma de traçado, e também observa as contrações uterinas e os movimentos fetais.

    A interpretação do exame é realizada por meio de uma análise do traçado resultante da atividade cardíaca fetal e de sua variabilidade — ou seja, espera-se que a frequência cardíaca fetal varie junto com movimentos e contrações uterinas. Os padrões esperados de variabilidade são bem documentados e, assim, detectam as alterações com mais facilidade.

    A CTG é um exame prático — pois não precisa da presença do operador ao lado da gestante —, relativamente barato e que traz resultados bastante confiáveis.

    Como é feito o procedimento?

    Para realizar o exame, a gestante pode ficar sentada ou deitada. Ela permanece confortável, pois o procedimento é indolor e não invasivo. São utilizados dois cintos com sensores na barriga da mãe: um para captar os batimentos cardíacos do feto e outro para descobrir a frequência e a intensidade das contrações uterinas. Se for uma gestação múltipla, há um sensor especial para cada coração.

    O equipamento utiliza um estímulo sonoro na barriga da gestante, com uma fonte com frequência de 500 a 1.000 Hz, com o objetivo de verificar a reação do bebê.

    Os dados obtidos são transmitidos para um papel ou para um monitor, em um gráfico, e depois são interpretados pelo médico. O exame pode ajudar a fazer uma avaliação do feto no final da gravidez ou durante o trabalho de parto — para averiguar se o bebê está em sofrimento, por exemplo.

    Como o exame pode ajudar a mãe e o bebê?

    A cardiotocografia (CTG) é fundamental para garantir que a gestação transcorre bem nas últimas semanas. Isso porque o resultado do exame, quando mostra algum desvio, pode indicar insuficiência na oxigenação cerebral do bebê. Essa deficiência pode ser causada por vários fatores, como:

    • posição do feto;
    • problemas na placenta;
    • cordão umbilical enrolado no pescoço do bebê.

    Desse modo, baseado no resultado da CTG, o obstetra pode definir o melhor momento e método para fazer o parto.

    O exame deve ser realizado, por exemplo, quando a gestante sente que o bebê não está se mexendo ou está se movimentando pouco. Assim, o médico poderá entender o que está acontecendo. A cardiotocografia é indicada também para:

    • verificação da frequência e intensidade das contrações durante o trabalho de parto;
    • avaliação das condições do bebê também no trabalho de parto;
    • rompimento da bolsa antes da 37ª semana de gestação;
    • gestações que ultrapassam 40 semanas para garantir que não há sofrimento fetal;
    • gestações de risco, no caso de mães com hipertensão, diabetes, cardiopatias, anemias, entre outros problemas;
    • suspeita de infecção dentro do saco gestacional.

    Com que frequência deve ser feito?

    O exame de CTG é comumente solicitado no final da gravidez, após 38 semanas em gestações que transcorrem normalmente, durante o trabalho de parto ou a qualquer momento (em gestações acima de 30 semanas), desde que haja necessidade de avaliar a vitalidade fetal.

    Assim, a frequência com a qual o procedimento deve ser realizado é a seguinte:

    • no caso de avaliação dos movimentos do bebê (caso a mãe relate que tenham diminuído): só até o procedimento apontar que está tudo bem;
    • após as 40 semanas de gestação: deve ser realizado a cada 48 horas;
    • no caso de gravidez de risco, por conta de alguma doença da mãe: a recomendação é que a CTG seja feita a cada semana ou a cada três dias, dependendo da condição de saúde da gestante.

    Quais sinais indicam sofrimento fetal?

    A cardiotocografia pode detectar sinais de sofrimento fetal. São eles:

    • FCF (Frequência Cardíaca Fetal) acima de 160 batimentos por minuto, que permanece assim, indica taquicardia fetal;
    • FCF abaixo de 110 batimentos por minuto indica bradicardia fetal;
    • o normal é que a FCF varie de acordo com os movimentos dos bebês ou quando ele escuta um barulho alto. Caso essa frequência permaneça constante ela indica sofrimento fetal;
    • quedas significativas na FCF demonstram desacelerações na frequência cardíaca do bebê;
    • desacelerações na FCF após as contrações podem indicar que o oxigênio do feto está diminuindo.

    Como prevenir uma gestação de alto risco?

    Segundo um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), 30 milhões de bebês nascem prematuros no mundo, com baixo peso ou ficam doentes e necessitam de cuidados especiais.

    A gestação de alto risco é uma realidade que pode ser causada doenças maternas, como hipertensão, diabetes ou infecções, pelo uso de álcool e drogas ou ainda ocorrer devido à obesidade, gestação múltipla, estresse ou por conta de outras doenças, como renais ou da tireoide. Há ainda situações de gravidez de risco por conta de um pré-natal mal executado.

    Independentemente da causa, para prevenir esse quadro é fundamental realizar o pré-natal, com todos os exames, como ultrassonografias e a cardiotocografia (se necessário). A mãe deve seguir as recomendações médicas, ter uma alimentação saudável, hidratar-se bem e realizar atividade física com moderação.

    Para que o acompanhamento da gestante seja seguro, ainda mais em casos de risco, é importante que a maternidade ou clínica médica tenha à disposição o exame de cardiotocografia. Esse é um procedimento de baixo custo que pode salvar vidas.

    Quer conhecer uma linha altamente tecnológica de cardiotocógrafos? Veja os equipamentos da Medicalway e ofereça o melhor para suas pacientes!

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