Oxímetro de Pulso – Entenda o que é e como funciona!

Oxímetro de Pulso – Entenda o que é e como funciona! Desde a proliferação da COVID-19, doença causada em decorrência da contaminação pelo novo coronavírus, determinados tipos de equipamentos médicos ganharam mais destaque nas instituições e até mesmo na procura por pacientes para ter em casa. Por esse motivo, entender o que é oxímetro se fez necessário.

O oxímetro de pulso e o oxímetro de dedo são alguns desses modelos, uma vez que medem a saturação de oxigênio presente no fluxo sanguíneo. Por essa razão, algumas dúvidas comuns surgem em relação a esse item, seu funcionamento e métodos de utilização.

Pensando nisso, elaboramos este conteúdo para que você entenda melhor sobre o oxímetro de pulso, quais as principais diferenças para o de dedo, além de outros pontos importantes sobre o assunto. Boa leitura!

O que é o oxímetro?

O oxímetro é um equipamento médico que serve para medir a saturação do oxigênio no sangue. Para sua comercialização, existe a necessidade de que o item seja certificado pela Anvisa, uma vez que mede funções vitais do paciente.

O termo ganhou popularidade desde que a COVID-19 começou a avançar mundialmente. Entre os principais males do coronavírus no organismo, destaca-se especialmente o fato de que ele penetra nos pulmões e age contra o alvéolo pulmonar, que fica sem condições de captar oxigênio para enviar ao sangue.

Consequentemente, o sangue tende a ficar com baixo teor de oxigênio, o que ocasiona intensa falta de ar, o que é chamado de hipóxia. Ao entender um pouco mais sobre a doença, médicos e pesquisadores identificaram que a COVID-19 causa um fenômeno denominado de hipóxia silenciosa, cuja saturação de oxigênio no sangue do paciente diminui consideravelmente sem que haja um sinal desse risco.

Por essa razão, o oxímetro — seja ele de dedo, seja ele de pulso — vai medir essa saturação, contribuindo para que médicos possam controlar a gravidade e o avanço da doença.

Como o oxímetro funciona?

O oxímetro funciona por meio de luz infravermelha, que tem a capacidade de traduzir a cor das hemoglobinas para que possa medir o nível de oxigênio. O ideal é que essa saturação esteja acima dos 90%, número indicado para que o corpo humano receba os níveis adequados do gás.

Apesar de ter se tornado bastante popular nos últimos meses em decorrência da COVID, o oxímetro é muito utilizado para o tratamento de doenças respiratórias e até mesmo para atletas de alto desempenho — uma vez que é comum o organismo apresentar baixa saturação após exercícios mais rígidos e com alta capacidade cardiorrespiratória.

Quais são os valores adequados de saturação?

Normalmente, o índice de saturação apropriado para um indivíduo normal é acima de 95%. Contudo, pode acontecer de alguns fatores, como resfriados, gripes e demais, influenciarem nos resultados e fazerem com que ela fique entre 90% e 95%, por exemplo.

Nos casos em que a saturação chega a níveis abaixo de 90%, isso pode significar a presença de algum problema mais grave e que possa estar afetando a oxigenação do corpo. Então, é importante estar atento.

Qual a diferença entre o oxímetro de dedo e o oxímetro de pulso?

Existem algumas diferenças entre o oxímetro de dedo e o de pulso, por isso, é importante que você as conheça!

Oxímetro de dedo

O oxímetro de dedo é mais utilizado para pacientes e pessoas saudáveis que desejam acompanhar a saturação do oxigênio em casa ou em alguma de suas atividades físicas. É um aparelho portátil, que funciona à base de pilhas e pode ser utilizado onde quer que a pessoa esteja, uma vez que não há presença de fios. Nele, o indivíduo pode verificar qual é sua saturação, bem como analisar os batimentos cardíacos.

Quem o utiliza tem a capacidade de entender como está o corpo naquele momento em específico, mas o aparelho não registra dados para que possa avaliar alguma progressão ou até mesmo verificar se há queda ao longo do dia, por exemplo. O tamanho é pequeno, o que facilita consideravelmente para que as pessoas possam transportá-lo, além de o resultado aparecer sem grandes dificuldades para interpretá-lo.

Sendo assim, entre as principais vantagens desse tipo de equipamento, estão:

  • não é invasivo, o que evita que a pessoa sinta dor;
  • tem fácil manipulação;
  • oferece leitura fácil e rápida;
  • é leve e discreto, o que gera praticidade;
  • pode ser usado a qualquer hora e qualquer lugar;
  • armazena os dados recolhidos, permitindo o acompanhamento da evolução clínica do paciente;
  • pode ser usado por qualquer tipo de pessoa (médicos e demais profissionais da saúde, praticantes de atividades física, entre outros).

Oxímetro de pulso

Já o oxímetro de pulso é um modelo mais completo, indicado principalmente para unidades de saúde que desejam acompanhar a evolução do paciente e também para tomar decisões importantes em relação ao tratamento. Entre as principais características do equipamento, pode-se destacar o fato de que há monitoramento contínuo e armazenagem de dados, além da capacidade de transportar essas informações para um computador.

Ele conta, ainda, com alarmes em LED para períodos em que houver baixa saturação do paciente ou carga de bateria baixa, de modo que o profissional possa ter um controle maior sobre esse tipo de análise.

Qual a confiabilidade do aparelho?

A maioria dos oxímetros apresentam uma margem de leitura de 2% acima ou 2% abaixo do resultado saturação. Por exemplo, se ao fazer a medição o valor encontrado for 96%, ele pode ser de fato entre 94% e 98%.

Existem alguns fatores que podem fazer com que o aparelho seja menos acurado, como erros ao realizar a medição, uso de esmaltes, níveis muito baixos de saturação de oxigênio, entre outros.

Quais são as principais funcionalidades do oxímetro PM-60?

O PM-60 é um dos tipos de oxímetros mais recomendados do mercado. Por meio dele, o profissional tem a capacidade de fazer tanto uma verificação pontual da saturação de oxigênio, quanto o monitoramento frequente do paciente, conforme explicado mais acima.

Entre os principais benefícios desse item, estão a possibilidade de realizar verificação pontual, o monitoramento contínuo de SpO2 e a frequência de pulso, além de ser de pequeno porte e você poder escolher os recursos e o desempenho, dependendo do modo operacional escolhido.

Para os casos em que houver verificação pontual, as funções básicas do aparelho são:

  • atribuição automática de IDs de pacientes;
  • recursos de espera;
  • desligamento automático;
  • supressão de alarme.

Para quando houver a necessidade de acompanhamento de longa duração, destaca-se:

  • gerenciamento de alarme;
  • exibição de curva pletismográfica;
  • IDs exclusivas de pacientes.

Nesse sentido, o aparelho é indicado principalmente para acompanhar casos em que a saturação do oxigênio varia muito de um período para o outro, seja ele de horas, seja ele de minutos. Assim, os dados ficarão registrados e o acompanhamento será mais preciso para oferecer ao paciente mais qualidade em sua recuperação.

Deve-se destacar, ainda, o fato de que a bateria tem longa duração, chegando a suportar o armazenamento de até 96 horas contínuas de um único paciente, trazendo mais confiança para o profissional e mais credibilidade para o tratamento.

Como escolher o melhor oxímetro?

Para assegurar a eficácia dos resultados, é importante contar com um equipamento de qualidade. Por esse motivo, existem alguns critérios que devem ser observados no momento de escolher o oxímetro mais adequado para você.

O primeiro fator que deve ser levado em consideração ao comprar o equipamento é a finalidade ao utilizá-lo. Por exemplo, um profissional da área saúde deve escolher um item com maior confiança, precisão e durabilidade. No caso de ser um paciente e tiver que usar o oxímetro em casa, é preciso estar atento à recomendação do médico.

Também é necessário averiguar se o aparelho tem a certificação da Anvisa, tendo em vista que esse selo indica que especialistas no assunto o reconheceram como adequado para uso. Além disso, entre outros pontos que devem ser observados, estão:

  • duração;
  • certificação de uso médico;
  • qualidade do visor;
  • funções complementares.

Quais as precauções ao utilizar o oxímetro?

Apesar de todos esses ganhos, deve-se estar sempre atento quanto às precauções para o uso do oxímetro, como, por exemplo, a necessidade de verificar se a circulação do paciente também está em boas condições.

É preciso, ainda, ficar por dentro das aferições imprecisas do oxímetro — especialmente caso seja utilizado o de dedo (esmaltes ou unhas postiças, por exemplo, podem modificar os resultados) —, estar em repouso depois de ter respirado calmamente e ficar sem conversar por um certo tempo.

Outros cuidados que podem ser aplicados são: aquecer as mãos, observar a leitura com atenção, realizar várias medições no decorrer do dia, se for o caso, com o intuito de identificar a tendência da oxigenação, considerar valores associados a um valor de alerta, entre outros.

Por fim, é importante que a oxigenação não seja medida em locais que apresentem muita luminosidade, tendo em vista que o oxímetro funciona a base de raios infravermelhos, e isso pode afetar a precisão do valor encontrado.

Neste conteúdo, você pôde verificar o que é o oxímetro, quais as diferenças existentes entre o oxímetro de pulso e o oxímetro de dedo, além de entender seu funcionamento. Em um contexto tão desafiador, o ideal é utilizar equipamentos como aliados para o tratamento da COVID-19, de modo que a garantir o sucesso da recuperação dos pacientes.

Para conhecer um pouco mais sobre o oxímetro PM-60, é só entrar em contato com a gente, conferir as principais características e esclarecer suas dúvidas!

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    Por que cada vez mais clínicas estão adotando o bisturi elétrico?

    Há alguns anos, o bisturi elétrico era visto como um equipamento de alta tecnologia, restrito a grandes centros hospitalares universitários ou a especialidades cirúrgicas específicas.

    Hoje, o cenário é outro: clínicas de médio porte, consultórios odontológicos e hospitais regionais já incorporaram a eletrocirurgia ao seu cotidiano, e os gestores que ainda não fizeram essa transição estão percebendo a diferença nos resultados clínicos e na eficiência operacional.

    Neste artigo, a Medicalway explica por que o bisturi elétrico se tornou o novo padrão das instituições que buscam excelência, como a tecnologia funciona na prática e quais critérios usar para escolher o modelo mais adequado para a sua realidade.

    Por que o bisturi elétrico vem se tornando o novo padrão em clínicas e hospitais?

    A adoção do bisturi elétrico não é uma tendência de marketing. Ela reflete uma mudança estrutural na forma como médicos e gestores avaliam eficiência cirúrgica, segurança do paciente e sustentabilidade financeira da operação.

    Veja alguns dos motivos que fazem com que clínicas estejam preferindo adotar o bisturi elétrico.

    Redução real do tempo de procedimento

    O tempo de sala cirúrgica é um dos recursos mais caros dentro de um hospital ou clínica. A eletrocirurgia reduz esse tempo de forma mensurável ao eliminar as interrupções para controle manual de sangramentos.

    Clínicas que migraram para o bisturi elétrico relatam redução consistente no tempo médio por procedimento, o que se traduz diretamente em mais atendimentos por turno.

    Menor sangramento e pós-operatório mais confortável

    O sangramento intraoperatório é um dos principais fatores de estresse tanto para o cirurgião quanto para o paciente.

    Pacientes submetidos a procedimentos com eletrocirurgia relatam menor incidência de edema, dor e complicações nas primeiras horas e dias após a cirurgia. Esse diferencial não apenas melhora a experiência do paciente como contribui para indicadores clínicos mais favoráveis na avaliação da qualidade assistencial da instituição.

    Versatilidade em diferentes especialidades

    Uma das razões pelas quais o bisturi elétrico ganhou tanto espaço é a sua adaptabilidade.

    O mesmo gerador eletrocirúrgico pode ser utilizado em cirurgias gerais, procedimentos ginecológicos, cirurgias orais e odontológicas, ortopedia, urologia e neurocirurgia, bastando ajustar os parâmetros de potência e trocar os acessórios conforme a especialidade.

    Redução no consumo de insumos

    Com a hemostasia integrada ao corte, o bisturi elétrico reduz significativamente o uso de compressas hemostáticas, suturas de ligadura vascular e outros insumos utilizados para controle de sangramento no bisturi convencional.

    Para gestores que monitoram o custo de materiais por procedimento, essa redução representa uma economia concreta, especialmente em instituições com alto volume cirúrgico.

    Ao longo de meses de operação, a diferença no consumo de insumos pode compensar com folga o investimento na tecnologia de eletrocirurgia.

    Padronização e qualidade assistencial

    Geradores eletrocirúrgicos modernos permitem salvar configurações de potência para diferentes tipos de procedimento, o que facilita a padronização dos protocolos cirúrgicos dentro da instituição.

    Isso reduz a variabilidade dos resultados entre diferentes cirurgiões ou turnos, facilita o treinamento de novos profissionais e contribui para a consistência da qualidade assistencial.

    Para clínicas que buscam acreditação hospitalar ou certificações de qualidade, a padronização dos processos cirúrgicos é um requisito crítico, e o bisturi elétrico é um aliado importante nesse processo.

    Entenda como funciona a tecnologia por trás do bisturi elétrico

    O bisturi elétrico, também chamado de eletrobisturi ou bisturi de alta frequência, utiliza corrente elétrica alternada em frequências que geralmente variam entre 300 kHz e 5 MHz.

    Nessa faixa, a corrente não estimula fibras nervosas nem causa contração muscular: ela gera calor localizado no ponto de contato entre o eletrodo ativo e o tecido, com intensidade controlada pelo cirurgião por meio do gerador.

    Esse calor pode atuar de duas formas principais:

    • No modo de corte, a energia vaporiza as células na linha de incisão, separando o tecido com precisão;
    • No modo de coagulação, a energia é suficiente para desnaturar as proteínas do vaso sanguíneo e estancar o sangramento sem vaporizar o tecido;
    • Já o modo misto combina os dois efeitos, e é o mais utilizado na prática cirúrgica geral.

    Há dois modos de configuração elétrica: o monopolar, em que a corrente percorre o corpo do paciente entre a caneta ativa e uma placa de retorno fixada na pele, e o bipolar, em que a corrente circula apenas entre os dois eletrodos de uma pinça cirúrgica.

    O modo bipolar é especialmente indicado em áreas delicadas ou em pacientes com marcapasso, pois limita o campo elétrico a uma área muito reduzida, sem que a corrente percorra o restante do corpo.

    Como escolher o melhor bisturi elétrico para o seu hospital ou clínica?

    Com a variedade de opções disponível no mercado, escolher o bisturi elétrico certo para a sua instituição exige avaliar critérios técnicos, operacionais e comerciais de forma conjunta.

    Os principais pontos a considerar são:

    Potência máxima e estabilidade de saída

    Verifique se o gerador mantém a potência estável mesmo em tecidos de maior resistência, como músculo espesso ou tecido fibroso. Equipamentos de baixa qualidade perdem eficiência nessas situações, comprometendo a hemostasia, pois não possuem uma leitura de impedância de tecido bem apurada.

    Modos de operação disponíveis

    Certifique-se de que o equipamento oferece operação monopolar e bipolar, além dos modos de corte, coagulação e misto. Geradores com apenas um modo limitam as possibilidades de aplicação clínica.

    Compatibilidade de acessórios

    Equipamentos com conectores padrão de mercado permitem usar canetas, pinças e eletrodos de diferentes fabricantes, o que dá mais flexibilidade na gestão de insumos e reduz a dependência de um único fornecedor.

    Interface e facilidade de uso

    Paineis digitais com memória de configurações agilizam o setup entre procedimentos e facilitam a padronização dos protocolos. Equipamentos com interface confusa aumentam o risco de erro de parâmetro durante o procedimento.

    Sistemas de segurança integrados

    Verifique se o gerador conta com monitoramento da placa de retorno e alarmes de segurança. Esses sistemas são obrigatórios em equipamentos modernos e protegem o paciente contra queimaduras por contato inadequado com a placa.

    Suporte técnico e manutenção

    O custo de aquisição só é relevante quando considerado junto ao suporte técnico disponível. Verifique a disponibilidade de manutenção preventiva, a facilidade de obtenção de peças e a capacidade de resposta do fornecedor em caso de falha.

    Além dos critérios técnicos, avalie o modelo de contratação

    Fornecedores como a Medicalway oferecem modalidades de comodato que permitem ao hospital ou clínica incorporar a tecnologia sem desembolso imediato, com suporte e treinamento inclusos no contrato.

    Conheça o eletrobisturi da Medicalway

    A Medicalway é especialista no fornecimento de equipamentos médico-hospitalares de alta tecnologia para hospitais, clínicas e instituições de saúde no sul do Brasil.

    O eletrobisturi da Medtronic é indicado para atender desde clínicas de pequeno e médio porte até centros cirúrgicos de alta complexidade, com desempenho técnico validado e suporte pós-venda estruturado.

    Entre os principais diferenciais do eletrobisturi fornecido pela Medicalway são:

    • Operação monopolar e bipolar com ajuste digital de potência e memória de configurações
    • Regulação automática de potência para manutenção da estabilidade de corte e coagulação em tecidos de diferentes resistências
    • Compatibilidade com canetas, peças e acessórios de múltiplos fabricantes do mercado
    • Sistema de monitoramento da placa de retorno com alarme integrado
    • Interface intuitiva que facilita o uso por diferentes perfis de profissional
    • Conformidade com normas internacionais de segurança para equipamentos eletrocirúrgicos

    A Medicalway trabalha com marcas de referência global como Mindray, Medtronic, Unicare, Keedwell e Fluke Biomedical, garantindo qualidade e confiabilidade em cada solução entregue ao cliente.

    Por que a Medicalway é a melhor fornecedora para o seu hospital

    Mais do que fornecer equipamentos, a Medicalway atua como parceira estratégica das instituições de saúde.

    Seu modelo de atendimento foi construído para garantir que o bisturi elétrico e os demais equipamentos do portfólio entregam valor ao longo de todo o ciclo de vida do produto, e não apenas no momento da aquisição.

    • Suporte técnico ágil com equipe especializada em manutenção preventiva e corretiva.
    • Treinamento pós-venda estruturado para médicos, enfermeiros e técnicos, garantindo o uso seguro e eficiente do equipamento desde a instalação.
    • Modalidades de comodato com contratos flexíveis e transparentes, alinhados ao planejamento financeiro da instituição.
    • Processo de certificação RDC da ANVISA em fase final de implantação, reafirmando o compromisso com conformidade regulatória e qualidade de serviço.
    • Relacionamento contínuo pós-implantação, com equipe disponível para atender demandas técnicas e comerciais ao longo de toda a parceria.

    Para gestores que precisam de previsibilidade e segurança nas decisões de investimento em equipamentos, a Medicalway oferece transparência em todas as etapas, do orçamento inicial ao suporte continuado.

    FAQ sobre bisturi elétrico e comodato de equipamentos médicos

    1. O bisturi elétrico consome muita energia?

    Não. O consumo energético de um gerador eletrocirúrgico moderno é relativamente baixo para os padrões de um ambiente hospitalar.

    2. É necessário treinamento especial para a equipe de enfermagem?

    Sim, e esse treinamento é fundamental para a segurança do procedimento. Aqui na Medicalway, oferecemos treinamento pós-venda estruturado para toda a equipe envolvida no uso do eletrobisturi, garantindo que a adoção da tecnologia seja segura desde o primeiro procedimento.

    3. O investimento se paga em quanto tempo?

    O retorno sobre o investimento em um bisturi elétrico depende do volume cirúrgico da instituição e do modelo de contratação escolhido. Em instituições com alta demanda cirúrgica, a redução no tempo de sala, a diminuição no consumo de insumos de hemostasia e o aumento na capacidade de atendimentos por turno podem gerar retorno financeiro em poucos meses.

    Para clínicas de menor porte, a modalidade de locação oferecida pela Medicalway elimina o desembolso inicial e transforma o custo do equipamento em uma parcela mensal previsível, facilitando o cálculo do retorno e o planejamento financeiro.

    Fale com a Medicalway e descubra a melhor solução em comodato para sua instituição

    Se você é médico, gestor ou diretor clínico e quer modernizar a infraestrutura cirúrgica da sua instituição com tecnologia de eletrocirurgia de alta performance, a Medicalway tem a solução certa para o seu perfil e para o seu orçamento.

    O eletrobisturi da Medicalway está disponível em diferentes configurações e modalidades de contratação, como venda ou locação, com suporte técnico e treinamento inclusos, para que sua instituição possa dar esse passo com segurança e previsibilidade financeira.

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    Aparelho de ultrassom ultraportátil: a revolução do diagnóstico na palma da mão

    Para muitos, a imagem de um aparelho de ultrassom sempre esteve ligada a um grande equipamento, pesado e estático. No entanto, o avanço tecnológico já está mudando essa realidade. 

    O que antes era impensável, agora é uma realidade ao alcance das mãos: a capacidade de realizar exames de ultrassom de alta qualidade a qualquer momento e em qualquer lugar.

    A chegada de uma nova geração de dispositivos, como o aparelho de ultrassom ultraportátil, redefine o conceito de mobilidade e eficiência clínica. 

    Este artigo aprofunda as inovações que transformam o diagnóstico por imagem e demonstra como essa tecnologia pode impactar positivamente sua prática médica e a gestão da sua unidade de saúde. Acompanhe!

    Aparelho de ultrassom ultraportátil: uma nova era de diagnóstico e agilidade

    O mercado de equipamentos médicos vive uma transformação impulsionada pela miniaturização e pela conectividade. Se antes a portabilidade de um ultrassom significava apenas um aparelho com rodinhas, hoje, a tecnologia do Ultrassom sem fio e do Ultrassom POCUS elevou a mobilidade a um novo patamar. 

    Mas o que torna esses aparelhos diferentes dos modelos portáteis que você já conhece?

    A principal distinção reside no design revolucionário e na ausência de cabos. Diferentemente de modelos que dependem de uma unidade de processamento e cabos complexos, esses novos dispositivos são transdutores únicos, que transmitem as imagens diretamente para um smartphone, tablet ou monitores de alta tecnologia. 

    Essa simplicidade se traduz em um ganho de tempo e espaço, permitindo que o ultrassom se torne uma extensão da sua mão.

    No passado, a portabilidade muitas vezes vinha acompanhada da dúvida sobre a qualidade da imagem. O senso comum ditava que para ter uma imagem de ultrassom com alta resolução, era necessário um equipamento de bancada robusto. 

    Contudo, essa premissa não se aplica mais. Graças a inovações como a tecnologia de cristal único de segunda geração e a plataforma eWave, os aparelhos de ultrassom ultraportáteis atuais oferecem imagens de alta fidelidade com baixo consumo de energia. 

    Isso significa que, mesmo em um dispositivo que cabe no bolso, a qualidade de imagem pode ser tão boa quanto a de um ultrassom de bancada.

    Segundo uma análise da Data Bridge Market Research, o mercado global de sistemas de ultrassom point-of-care (POCUS) foi avaliado em US$ 629,81 milhões em 2022 e está projetado para atingir US$ 1,146,05 milhões até 2030, refletindo um crescimento anual composto (CAGR) de 6,5%

    Esse avanço demonstra a crescente confiança dos profissionais de saúde na eficácia e na agilidade desses dispositivos em ambientes clínicos e emergenciais. 

    Essa nova tecnologia não apenas melhora a eficiência, mas também otimiza o fluxo de trabalho e a tomada de decisões clínicas. Com um ultrassom portátil na palma da mão, é possível:

    • Agilizar o diagnóstico: avaliações à beira do leito, identificação de traumas e procedimentos guiados por imagem se tornam instantâneos.
    • Aumentar a eficiência da equipe: menos tempo gasto na busca por equipamentos e na locomoção de pacientes, liberando a equipe para outras tarefas essenciais.
    • Ampliar a capacidade de atendimento: a mobilidade permite levar o diagnóstico a locais antes inacessíveis, como enfermarias, UTIs e até mesmo no atendimento domiciliar.

    TE Air i3P: a solução de ultrassom ultraportátil sem fio que revoluciona o mercado

    Projetado para atender aos ambientes clínicos mais exigentes, como emergências e cuidados intensivos, o TE Air i3P é o mais novo sistema de ultrassom portátil da Mindray. 

    Ele foi desenvolvido com foco na usabilidade extrema, na conectividade e na durabilidade. Seu design compacto e leve, aliado à ausência de fios, proporciona uma liberdade de movimento inédita.

    Mas, por que ele é diferente de tudo o que você já viu?

    Inovação sem fio com recursos premium 

    A plataforma eWave e a tecnologia Single Crystal de segunda geração garantem imagens de alta qualidade com baixo consumo de energia. A capacidade de operar sem cabos elimina as restrições físicas e a necessidade de cabos de energia volumosos, facilitando o transporte e a desinfecção.

    Extrema usabilidade e durabilidade 

    O design compacto do TE Air i3P, com uma pequena área de contato, é ideal para janelas intercostais. Além disso, seu corpo robusto com classificação IP68 garante total resistência à água e poeira, permitindo que o transdutor seja totalmente imerso para desinfecção, o que é crucial em ambientes de alto risco.

    Carregamento e autonomia inteligentes 

    A exclusiva Air Capsule funciona como estojo de proteção e carregador portátil. Ela mantém o aparelho de ultrassom ultraportátil funcionando por um dia inteiro com apenas uma carga, e o carregamento rápido de 35 minutos é ideal para manter a operação contínua.

    Fluxo de trabalho simplificado

    O aplicativo intuitivo do TE Air i3P foi projetado para operações com uma mão. Ele oferece recursos inteligentes como o Smart Bladder, que detecta e calcula automaticamente o volume da bexiga, uma forma rápida e eficiente de determinar se um cateter é necessário em casos de retenção urinária.

    Conectividade perfeita

    Além de se conectar a smartphones e tablets, o TE Air i3P pode ser integrado a outros dispositivos avançados, como a série TEX20, para avaliações mais complexas, e ao sistema de informações do hospital para um fluxo de trabalho otimizado.

    Aplicações e cenários de uso: onde o TE Air i3P faz a diferença

    A versatilidade do aparelho de ultrassom ultraportátil permite que ele seja utilizado em diversas especialidades, indo muito além das aplicações tradicionais. Médicos de diferentes áreas podem se beneficiar da agilidade e precisão que o TE Air i3P oferece.

    Emergências

    Em salas de emergência, cada segundo conta. O ultrassom POCUS tem se mostrado um recurso inestimável para triagem rápida, identificação de hemorragias internas, pneumotórax e outras condições de risco de vida. 

    Com o TE Air i3P, os médicos podem realizar avaliações ultrassonográficas à beira do leito instantaneamente, acelerando a tomada de decisão e o encaminhamento do paciente para o tratamento adequado. Estudos recentes indicam que o uso de dispositivos de ultrassom portátil (POCUS) em ambientes de emergência tem melhorado significativamente a eficiência diagnóstica, permitindo decisões clínicas mais rápidas e precisas.

    UTIs

    O acompanhamento contínuo de pacientes críticos exige precisão e segurança. O TE Air i3P pode ser utilizado para:

    • Acompanhamento de acessos vasculares;
    • Monitoramento da função cardíaca e pulmonar;
    • Avaliação de fluidos e distensão abdominal. A ausência de fios minimiza a contaminação cruzada e facilita o uso em ambientes estéreis, tornando-o um aliado indispensável nas Unidades de Terapia Intensiva.

    Anestesiologia

    A anestesiologia se beneficia enormemente do uso de ultrassom sem fio para guiar bloqueios nervosos e procedimentos de punção. A visualização em tempo real de agulhas e estruturas nervosas aumenta a segurança e a eficácia dos procedimentos, reduzindo o risco de lesões.

    Atendimento domiciliar e consultórios pequenos

    A mobilidade do aparelho de ultrassom ultraportátil é um divisor de águas para atendimentos fora do ambiente hospitalar. Médicos que realizam visitas domiciliares ou que atuam em consultórios com espaço limitado podem levar um ultrassom de alta qualidade em sua maleta. 

    A Medicalway e o futuro do ultrassom na sua prática

    A Medicalway, entende a importância de oferecer tecnologias que transformam a prática clínica. 

    Nosso foco é fornecer soluções que não apenas atendem às suas necessidades, mas que superam as expectativas. 

    O lançamento do aparelho de ultrassom ultraportátil TE Air i3P é um passo à frente em nosso compromisso em garantir que você tenha acesso aos melhores e mais inovadores equipamentos do mercado.

    O Ultrassom portátil é mais do que uma tendência; é a nova fronteira do diagnóstico por imagem. É a certeza de que a inovação está sempre a seu favor.

    Se você busca otimizar o fluxo de trabalho da sua equipe, agilizar diagnósticos e elevar a qualidade do seu atendimento, o TE Air i3P é a solução ideal e a Medicalway está pronta para ser sua parceira nessa jornada.

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    O papel do ultrassom portátil em ambulâncias e resgate

    Em situações críticas, cada segundo conta. Quando a vida de um paciente está em risco, a rapidez no diagnóstico faz a diferença entre uma intervenção eficaz e uma complicação grave. É nesse cenário que o ultrassom portátil em ambulâncias e resgate ganha protagonismo.

    A Medicina de Emergência avança constantemente, e o uso de tecnologias capazes de oferecer diagnóstico rápido no Atendimento Pré-Hospitalar (APH) não é mais um luxo, mas uma necessidade. 

    Para médicos e gestores de instituições de saúde, entender os diferenciais e benefícios desse recurso é fundamental para decisões estratégicas que impactam tanto a eficiência da equipe quanto a segurança do paciente.

    Este artigo traz os principais desafios enfrentados em resgates, o papel do ultrassom portátil, os critérios para escolha do equipamento ideal e como ele contribui para otimizar a gestão em saúde.

    Os principais desafios de equipamentos médicos em ambulâncias e resgates

    Ambulâncias e unidades de resgate enfrentam condições adversas que desafiam a eficiência dos equipamentos médicos. Entre os principais pontos críticos estão:

    • Espaço físico reduzido, que limita o uso de aparelhos volumosos.
    • Necessidade de resistência a vibrações, choques e variações de temperatura.
    • Exigência de resposta imediata, sem longos tempos de preparo.
    • Ambiente de alta pressão, onde erros ou atrasos comprometem a vida do paciente.

    Estudos recentes indicam que o uso de protocolos de diagnóstico rápido no atendimento pré-hospitalar, como o E-FAST (Extended Focused Assessment with Sonography for Trauma), pode acelerar significativamente o tempo de encaminhamento adequado ao hospital. 

    Segundo artigo publicado na BJHIS (Brazilian Journal of Health and Information Systems), a aplicação do E-FAST permite decisões clínicas mais ágeis, contribuindo para a redução de atrasos no transporte de pacientes críticos. 

    Isso mostra que equipamentos robustos e práticos não são apenas conveniência, mas componentes estratégicos de sobrevivência.

    O uso do ultrassom portátil em Resgate Pré-Hospitalar

    O ultrassom portátil é uma das tecnologias que mais têm transformado o Atendimento Pré-Hospitalar (APH). Com ele, é possível visualizar em minutos lesões internas, hemorragias ocultas, pneumotórax e até avaliar condições cardíacas.

    Segundo revisão publicada nos Anais do Congresso Internacional de Enfermagem em Saúde do Paciente Crítico, o uso do ultrassom portátil permite avaliações rápidas e precisas, contribuindo para a segurança do paciente, prevenção de complicações e otimização do atendimento em contextos de emergência e terapia intensiva.

    Para o médico de resgate, isso significa maior assertividade. Para o gestor, menos custos com encaminhamentos inadequados e maior eficiência operacional.

    O que faz um Ultrassom Portátil ser ideal para ambulâncias

    Nem todo ultrassom se adapta ao ambiente de emergência. Alguns critérios são determinantes para que o equipamento cumpra sua função em ambulâncias.

    Portabilidade e durabilidade

    O aparelho precisa ser compacto, leve e resistente a quedas e vibrações. Modelos com design ergonômico e estrutura reforçada permitem uso em movimento, sem comprometer a segurança do equipamento.

    Qualidade de imagem

    Uma dúvida comum é: a qualidade da imagem é suficiente fora do hospital?

    Com os avanços tecnológicos, sim. Modelos atuais oferecem imagens de alta definição, com modos avançados de escaneamento, permitindo diagnósticos confiáveis em ambientes adversos.

    Conectividade

    A integração com tablets, smartphones e sistemas hospitalares agiliza o envio de exames em tempo real. Isso garante continuidade do atendimento, facilitando a comunicação entre equipes de campo e hospitais de referência.

    Autonomia de bateria

    No resgate, não há tempo para recargas constantes. Equipamentos com baterias de longa duração e opções de carregamento sem fio garantem mobilidade durante todo o turno.

    Benefícios para a gestão de saúde: como o ultrassom otimiza o fluxo de trabalho hospitalar

    Além da aplicação imediata no resgate, o ultrassom portátil traz ganhos para a gestão hospitalar.

    • Redução de custos: evita exames desnecessários no hospital e encaminhamentos equivocados.
    • Melhoria no fluxo de pacientes: diagnósticos rápidos permitem que o hospital já esteja preparado para receber casos graves.
    • Padronização da qualidade: a equipe pré-hospitalar passa a atuar com maior segurança, reduzindo erros clínicos.
    • Maior satisfação do paciente e da família: decisões assertivas aumentam a confiança no atendimento.

    Conheça o ultrassom portátil da Medicalway

    Você já imaginou realizar diagnósticos rápidos e precisos em qualquer lugar do consultório, hospital ou até mesmo à beira do leito do paciente sem depender de cabos, tomadas ou grandes equipamentos?

    É exatamente isso que o TE Air entrega, o último lançamento da Medicalway. Um ultrassom ultraportátil, que une a praticidade de um dispositivo leve à potência de imagens de alta definição, pensado para médicos que valorizam mobilidade sem abrir mão da excelência clínica.

    Por que os profissionais estão escolhendo o TE Air?

    • Mais de 20 predefinições clínicas: abdômen, ginecologia, vascular e muito mais.
    • Modos avançados de escaneamento: B, M, Doppler colorido, Power Doppler e Doppler pulsado.
    • Air Capsule exclusiva: proteção, carregamento sem fio e autonomia para o dia inteiro.
    • Compacto, leve e com conexão Wi-Fi.
    • Design ergonômico que facilita longos atendimentos.

    O resultado? Mais precisão, mais liberdade e mais tempo para focar no que realmente importa: o cuidado com seus pacientes.

    O TE Air já está disponível para venda em todo o Brasil pela Medicalway, empresa referência em soluções médicas no sul do país. Afinal, “Tecnologia que salva vidas, confiança que faz a diferença” é o nosso compromisso com a saúde.

    Próximo passo: leve o ultrassom portátil para sua instituição

    O ultrassom portátil em ambulâncias e resgate não é apenas uma inovação tecnológica, mas um aliado indispensável para salvar vidas, otimizar processos e trazer mais segurança ao Atendimento Pré-Hospitalar (APH)

    Ele responde às principais dúvidas de médicos e gestores: é robusto, prático, garante qualidade de imagem e entrega retorno financeiro por meio da eficiência clínica.

    Deseja saber mais sobre como o TE Air pode transformar sua rotina médica ou hospitalar? 

    Entre em contato com a Medicalway e descubra como levar tecnologia de ponta para a linha de frente do cuidado.

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