O papel do ultrassom portátil em ambulâncias e resgate

Em situações críticas, cada segundo conta. Quando a vida de um paciente está em risco, a rapidez no diagnóstico faz a diferença entre uma intervenção eficaz e uma complicação grave. É nesse cenário que o ultrassom portátil em ambulâncias e resgate ganha protagonismo.

A Medicina de Emergência avança constantemente, e o uso de tecnologias capazes de oferecer diagnóstico rápido no Atendimento Pré-Hospitalar (APH) não é mais um luxo, mas uma necessidade. 

Para médicos e gestores de instituições de saúde, entender os diferenciais e benefícios desse recurso é fundamental para decisões estratégicas que impactam tanto a eficiência da equipe quanto a segurança do paciente.

Este artigo traz os principais desafios enfrentados em resgates, o papel do ultrassom portátil, os critérios para escolha do equipamento ideal e como ele contribui para otimizar a gestão em saúde.

Os principais desafios de equipamentos médicos em ambulâncias e resgates

Ambulâncias e unidades de resgate enfrentam condições adversas que desafiam a eficiência dos equipamentos médicos. Entre os principais pontos críticos estão:

  • Espaço físico reduzido, que limita o uso de aparelhos volumosos.
  • Necessidade de resistência a vibrações, choques e variações de temperatura.
  • Exigência de resposta imediata, sem longos tempos de preparo.
  • Ambiente de alta pressão, onde erros ou atrasos comprometem a vida do paciente.

Estudos recentes indicam que o uso de protocolos de diagnóstico rápido no atendimento pré-hospitalar, como o E-FAST (Extended Focused Assessment with Sonography for Trauma), pode acelerar significativamente o tempo de encaminhamento adequado ao hospital. 

Segundo artigo publicado na BJHIS (Brazilian Journal of Health and Information Systems), a aplicação do E-FAST permite decisões clínicas mais ágeis, contribuindo para a redução de atrasos no transporte de pacientes críticos. 

Isso mostra que equipamentos robustos e práticos não são apenas conveniência, mas componentes estratégicos de sobrevivência.

O uso do ultrassom portátil em Resgate Pré-Hospitalar

O ultrassom portátil é uma das tecnologias que mais têm transformado o Atendimento Pré-Hospitalar (APH). Com ele, é possível visualizar em minutos lesões internas, hemorragias ocultas, pneumotórax e até avaliar condições cardíacas.

Segundo revisão publicada nos Anais do Congresso Internacional de Enfermagem em Saúde do Paciente Crítico, o uso do ultrassom portátil permite avaliações rápidas e precisas, contribuindo para a segurança do paciente, prevenção de complicações e otimização do atendimento em contextos de emergência e terapia intensiva.

Para o médico de resgate, isso significa maior assertividade. Para o gestor, menos custos com encaminhamentos inadequados e maior eficiência operacional.

O que faz um Ultrassom Portátil ser ideal para ambulâncias

Nem todo ultrassom se adapta ao ambiente de emergência. Alguns critérios são determinantes para que o equipamento cumpra sua função em ambulâncias.

Portabilidade e durabilidade

O aparelho precisa ser compacto, leve e resistente a quedas e vibrações. Modelos com design ergonômico e estrutura reforçada permitem uso em movimento, sem comprometer a segurança do equipamento.

Qualidade de imagem

Uma dúvida comum é: a qualidade da imagem é suficiente fora do hospital?

Com os avanços tecnológicos, sim. Modelos atuais oferecem imagens de alta definição, com modos avançados de escaneamento, permitindo diagnósticos confiáveis em ambientes adversos.

Conectividade

A integração com tablets, smartphones e sistemas hospitalares agiliza o envio de exames em tempo real. Isso garante continuidade do atendimento, facilitando a comunicação entre equipes de campo e hospitais de referência.

Autonomia de bateria

No resgate, não há tempo para recargas constantes. Equipamentos com baterias de longa duração e opções de carregamento sem fio garantem mobilidade durante todo o turno.

Benefícios para a gestão de saúde: como o ultrassom otimiza o fluxo de trabalho hospitalar

Além da aplicação imediata no resgate, o ultrassom portátil traz ganhos para a gestão hospitalar.

  • Redução de custos: evita exames desnecessários no hospital e encaminhamentos equivocados.
  • Melhoria no fluxo de pacientes: diagnósticos rápidos permitem que o hospital já esteja preparado para receber casos graves.
  • Padronização da qualidade: a equipe pré-hospitalar passa a atuar com maior segurança, reduzindo erros clínicos.
  • Maior satisfação do paciente e da família: decisões assertivas aumentam a confiança no atendimento.

Conheça o ultrassom portátil da Medicalway

Você já imaginou realizar diagnósticos rápidos e precisos em qualquer lugar do consultório, hospital ou até mesmo à beira do leito do paciente sem depender de cabos, tomadas ou grandes equipamentos?

É exatamente isso que o TE Air entrega, o último lançamento da Medicalway. Um ultrassom ultraportátil, que une a praticidade de um dispositivo leve à potência de imagens de alta definição, pensado para médicos que valorizam mobilidade sem abrir mão da excelência clínica.

Por que os profissionais estão escolhendo o TE Air?

  • Mais de 20 predefinições clínicas: abdômen, ginecologia, vascular e muito mais.
  • Modos avançados de escaneamento: B, M, Doppler colorido, Power Doppler e Doppler pulsado.
  • Air Capsule exclusiva: proteção, carregamento sem fio e autonomia para o dia inteiro.
  • Compacto, leve e com conexão Wi-Fi.
  • Design ergonômico que facilita longos atendimentos.

O resultado? Mais precisão, mais liberdade e mais tempo para focar no que realmente importa: o cuidado com seus pacientes.

O TE Air já está disponível para venda em todo o Brasil pela Medicalway, empresa referência em soluções médicas no sul do país. Afinal, “Tecnologia que salva vidas, confiança que faz a diferença” é o nosso compromisso com a saúde.

Próximo passo: leve o ultrassom portátil para sua instituição

O ultrassom portátil em ambulâncias e resgate não é apenas uma inovação tecnológica, mas um aliado indispensável para salvar vidas, otimizar processos e trazer mais segurança ao Atendimento Pré-Hospitalar (APH). 

Ele responde às principais dúvidas de médicos e gestores: é robusto, prático, garante qualidade de imagem e entrega retorno financeiro por meio da eficiência clínica.

Deseja saber mais sobre como o TE Air pode transformar sua rotina médica ou hospitalar? 

Entre em contato com a Medicalway e descubra como levar tecnologia de ponta para a linha de frente do cuidado.

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    Entenda melhor a fiscalização de equipamentos médicos da China

    A compra e o uso de qualquer equipamento médico devem atender às regras previstas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Em relação à fiscalização de equipamentos médicos chineses, a responsabilidade é da China Food and Drug Administration (CFDA). Com isso, a expectativa é garantir a qualidade para todos.

    Antes de adquirir produtos do setor de saúde oriundos do país asiático, vale a pena compreender o processo e qual é a segurança envolvida, especialmente diante da pandemia do novo coronavírus — que aumentou a compra de insumos vindos da nação.

    A seguir, mostramos como funciona a fiscalização de equipamentos médicos da China. Entenda melhor esse panorama!

    O que motivou as reclamações de alguns países?

    No começo de 2020, alguns países fizeram uma série de queixas sobre a qualidade dos produtos importados da China. Os Países Baixos, por exemplo, questionaram a eficácia das máscaras de proteção, que não estavam de acordo com as regras esperadas.

    A Espanha também fez apontamentos em relação aos testes para o novo coronavírus. Segundo o país, a eficiência ficou muito abaixo dos 80% esperados e alcançou apenas 30% do valor, o que atrapalharia o controle do contágio.

    Outras questões surgiram por parte da República Tcheca e das Filipinas quanto aos testes. No entanto, após uma averiguação, a conclusão é de que o uso desses produtos não foi adequado nesses países.

    Toda essa situação criou uma espécie de “escândalo” sobre a capacidade da China de fornecer os equipamentos — mas não é preciso se assustar, como veremos a seguir.

    Qual é a qualidade de algumas marcas chinesas de destaque?

    Segundo as autoridades chinesas, entretanto, alguns desses problemas eram relacionados aos fabricantes. A questão é que alguns países compraram de produtores que não estariam na lista de empresas autorizadas e que passam pela fiscalização de equipamentos médicos.

    Além disso, temos que considerar que o país é um dos maiores produtores de equipamentos hospitalares do planeta. Com o mundo todo à procura dos mesmos itens, a China recebeu uma verdadeira enxurrada de pedidos.

    Isso fez com que muitas fábricas de outros produtos se adaptassem para produzir e exportar esses itens. Além disso, tem acontecido uma diminuição nas matérias-primas — principalmente, as que vêm da Europa.

    Por outro lado, as marcas já consolidadas no setor se destacam, entre outras coisas, pela qualidade que oferecem. Além das medidas implementadas pela agência regulatória e pelo governo, essas fábricas têm controle de qualidade interno. É por isso que muitas marcas chinesas estão ainda mais comprometidas em entregar itens dentro dos mais altos padrões do mercado.

    Como tem sido a importação por parte do Brasil e de outros países?

    Sendo a China uma das maiores produtoras de equipamentos médicos do mundo, podemos considerar o país como um concentrador de pedidos da área. No Brasil, inclusive, isso não é diferente.

    Em meio à pandemia, tanto a União quanto os estados realizaram diversos pedidos de máscaras e equipamentos, como respiradores e ventiladores pulmonares. No começo de abril, por exemplo, foi anunciada a compra de mais de 240 milhões de máscaras de proteção individual.

    No entanto, os Estados Unidos entraram na “disputa” por suprimentos médicos na mesma época. Devido à explosão de casos e com ofertas maiores, o país “derrubou” vários pedidos feitos pelo Brasil e por outros locais.

    Outros locais também têm uma relação intensa com o país. Em 2019, o Japão importou quase 5 bilhões de dólares em equipamentos médicos. Em 2018, o Reino Unido importou o equivalente a 1,5 bilhão de dólares. No mesmo ano, a Coreia do Sul gastou pouco mais de 4 bilhões, assim como a Alemanha. Já a Índia pagou 1,6 bilhão, enquanto a Austrália destinou 983 milhões.

    Para comparação, em 2018, o Brasil gastou 841 milhões de dólares com transações do setor. Já os Estados Unidos destinaram 11 bilhões apenas a compras desse ramo em 2019.

    Quais foram as medidas tomadas e o que esperar a partir de agora?

    Desde a reclamação dos países sobre a qualidade dos produtos exportados, as autoridades chinesas têm reforçado a fiscalização de equipamentos médicos. No geral, o país exige atenção com a documentação, para garantir a idoneidade de produção e o atendimento às regras.

    Agora, novos documentos serão exigidos para atestar a qualidade de modo completo. Inicialmente, apenas empresas com certificações de produção de itens médicos poderiam exportar. Porém, isso começou a causar atrasos no envio dos pedidos. Diante da situação da pandemia, não há tempo a perder, certo?

    Por isso, o governo criou etapas de verificação de atendimento aos padrões, que vão desde a contabilização adequada dos lotes ao controle mais intenso. Mesmo assim, o governo não liberou todos os detalhes sobre quais serão todas as fases adicionadas, mas garantiu que o controle será mais efetivo.

    Desse jeito, a expectativa é que os problemas com equipamentos de qualidade insuficiente fiquem no passado. Ao mesmo tempo, o país vem lutando para escalar a produção e evitar atrasos na entrega.

    Como acertar na aquisição de equipamentos importados da China?

    Como visto, as marcas de destaque do mercado chinês oferecem, consistentemente, itens que atendem aos padrões esperados. O problema é que, muitas vezes, existe uma dificuldade para encontrar fornecedores autorizados e capazes de apresentar alta qualidade.

    Por isso, o melhor é deixar a importação nas mãos de uma empresa brasileira e comprar diretamente do negócio nacional. O motivo é simples: a empresa fica responsável pelas negociações e por selecionar fabricantes de altíssima capacidade de entrega. Ao mesmo tempo, o preço permanece competitivo e ainda é possível contar com um pós-venda adequado.

    Trata-se, portanto, da melhor solução para não ter dúvidas na aquisição — desde equipamentos básicos de proteção até aqueles com muita tecnologia e alto valor agregado.

    A fiscalização de equipamentos médicos na China ganhou reforços de destaque para garantir o máximo de qualidade. Além das novas ações, vale a pena contar com uma empresa que realize uma importação adequada. Assim, é possível ter acesso a equipamentos robustos e a um pós-venda de alta capacidade.

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    Confira 5 equipamentos de UTI indispensáveis para equipar o local

    O surgimento da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) representou uma grande evolução no atendimento hospitalar. Hoje, esse é um setor bastante tecnológico, direcionado à oferta do suporte avançado de vida (SAV) para pessoas de todas as faixas etárias — do bebê prematuro ao idoso.

    Mas, para que isso seja possível, é fundamental contar com equipamentos de UTI de alta qualidade. Só assim o hospital consegue garantir o monitoramento constante dos pacientes e realizar diversas intervenções, inclusive de alta complexidade.

    Pensando nisso, falaremos neste post sobre a importância de um bom planejamento para equipar a UTI de forma adequada. Ficou interessado? Então, continue lendo e confira também os 5 principais equipamentos dessa unidade e como adquiri-los!

    Por que é preciso ter um bom planejamento para equipar uma UTI?

    Sabemos que a UTI é o local que deve estar sempre preparado para receber pacientes críticos. Por isso, no momento de planejá-lo, é fundamental incluir todos os equipamentos essenciais — e que eles sejam de fabricantes de referência.

    O objetivo aqui é contar com equipamentos que possam dar suporte à vida do paciente, minimizando, ao máximo, os riscos envolvidos. E isso exige uma atenção especial com as inovações tecnológicas voltadas para essa área. Assim, o hospital garante um monitoramento mais preciso dos pacientes e bons resultados nos seus tratamentos, além de otimizar o trabalho de médicos e outros profissionais de saúde.

    O gestor também deve definir o número de leitos, bem como o perfil dessa ala de cuidados, como adulta, pediátrica ou especializada. Lembre-se ainda de obedecer à RDC nº 7, de 2010 — da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) — que trata dos requisitos mínimos para um hospital ter uma UTI em funcionamento.

    Quais são os principais equipamentos de UTI?

    É preciso bastante critério na hora de equipar uma Unidade de Terapia Intensiva, para escolher as tecnologias corretas. Vejamos, então, quais equipamentos não podem faltar nesse setor!

    1. Eletrocardiógrafos

    Como o nome indica, o eletrocardiógrafo (ECG) é um aparelho que realiza uma avaliação cardiológica. A partir da atividade elétrica do coração, ele identifica os seus batimentos, o que permite o diagnóstico de uma série de problemas, como:

    • arritmias;
    • desvios de eixo cardíaco;
    • isquemia aguda do miocárdio;
    • fibrilação ventricular;
    • taquicardia ventricular;
    • bradicardia acentuada;
    • infarto agudo do miocárdio, entre outros.

    É importante contar com tecnologias que ofereçam, além de uma análise confiável, telas de alta resolução e praticidade no transporte do equipamento.

    2. Ventilador pulmonar

    O ventilador pulmonar é um dos principais equipamentos de UTI, visto que a sua função é garantir uma ventilação artificial e promover suporte ventilatório temporário a pacientes que não conseguem respirar normalmente.

    A dica para adquirir esse produto é contar sempre com as marcas de referência no mercado. Desse modo, além de garantir a sua qualidade, fica fácil configurá-lo e operá-lo. É importante também escolher um aparelho que atenda pacientes tanto adultos quanto pediátricos.

    3. Oxímetro

    Por meio de um contato com o dedo, pulso ou lóbulo da orelha, o oxímetro mede a quantidade de oxigênio presente no sangue de um paciente. Para isso, ele se baseia na frequência cardíaca e na própria concentração de oxigênio nas artérias, com a ajuda de um sensor luminoso.

    Ainda é possível usá-lo para medir outros sinais vitais, como frequência respiratória e cardíaca — por isso a sua importância. O ideal, então, é escolher um oxímetro portátil, que suporte medições rápidas e precisas, tenha uma exibição clara e seja fácil de operar. E aqui, também, é importante que o aparelho seja adequado para pacientes adultos, pediátricos e neonatais.

    4. Monitor multiparamétrico

    O monitor multiparamétrico faz a leitura dos sinais vitais do paciente, mostrando a sua condição atual de saúde. Ele aponta o ritmo dos batimento cardíacos, além de fazer o controle da queda de saturação do oxigênio e de alterações na pressão arterial.

    É mais recomendado é que o gestor hospitalar escolha um modelo com baixo gasto de energia, ou seja, com uma boa vida útil de bateria e que seja silencioso. Também facilita a rotina hospitalar ter um monitor com tela sensível ao toque e ampla capacidade de armazenamento de dados.

    5. Desfibrilador

    O desfibrilador faz um disparo de uma carga elétrica sobre o coração do paciente que está com arritmia cardíaca ou em parada cardiorrespiratória. É, portanto, um equipamento indispensável para salvar vidas no hospital.

    Nesse caso, escolha um aparelho com design compacto e ergonômico, que tenha uma exibição nítida e que trabalhe com diferentes modos de operação (desfibrilação manual, AED, marca-passo e monitoramento). Escolher uma marca que ofereça uma boa capacidade de armazenamento de dados também é um diferencial aqui.

    Como adquirir os melhores equipamentos para essa ala de cuidados intensivos?

    Como dissemos, contar com bons fornecedores é fundamental nessa hora. Equipamentos de UTI exigem um alto investimento, então, é importante você saber que estará adquirindo um aparelho de qualidade, com tecnologia de ponta e poucos riscos de falhas — o que seria capaz de comprometer a vida do paciente e atrapalhar toda a rotina hospitalar.

    Escolha empresas com experiência no mercado, que já trabalhem com grandes marcas e acompanhem de perto as tendências dessa área. A Medicalway é um ótimo exemplo disso, pois fornece uma assessoria completa, orientando o gestor a adquirir os equipamentos mais adequados para o seu caso.

    Outra dica é optar sempre por aparelhos que tenham uma boa relação custo-benefício, o que envolve verificar se há a possibilidade de financiamento e certificar-se de que o fornecedor cumpre os seus prazos de entrega. Pesquise também como funciona o pós-venda, ou seja, qual é o suporte disponibilizado caso o aparelho apresentar alguma falha técnica ou os profissionais tenham alguma dúvida sobre o seu funcionamento.

    Enfim, conhecer os principais equipamentos de UTI é mesmo essencial para oferecer um serviço hospitalar completo, seguro e de qualidade aos pacientes críticos. A precaução-chave é saber escolher fornecedores de credibilidade nesse ramo, a fim de adquirir as melhores tecnologias e garantir todo o suporte necessário. Pense nisso!

    E agora, se gostou desta leitura, que tal conhecer os equipamentos e acessórios da Medicalway voltados para as unidades de terapia intensiva? Fique por dentro da nossa linha completa de produtos para esse setor!

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    Oxímetro de pulso: entenda agora o que é e como funciona

    Desde a proliferação da COVID-19, doença causada em decorrência da contaminação pelo coronavírus, determinados tipos de equipamentos médicos ganharam mais destaque nas instituições e até mesmo na procura por pacientes para ter em casa.

    O oxímetro de pulso e o de dedo são alguns desses modelos, uma vez que medem a saturação de oxigênio presente no fluxo sanguíneo. Por essa razão, algumas dúvidas comuns surgem em relação a esse item, seu funcionamento e métodos de utilização.

    Pensando nisso, elaboramos este conteúdo para que você saiba o que é o oxímetro de pulso, quais as principais diferenças para o de dedo, além de outros pontos importantes sobre o assunto. Boa leitura!

    O que é o oxímetro?

    O oxímetro é um equipamento médico que serve para medir a saturação do oxigênio no sangue. Para sua comercialização, existe a necessidade de que o item seja certificado pela Anvisa, uma vez que mede funções vitais do paciente.

    O termo ganhou popularidade desde que a COVID-19 começou a avançar mundialmente. Entre os principais males do coronavírus no organismo, destaca-se especialmente o fato de que ele penetra nos pulmões e age contra o alvéolo pulmonar, que fica sem condições de captar oxigênio para enviar ao sangue.

    Consequentemente, o sangue tende a ficar com baixo teor de oxigênio, o que ocasiona intensa falta de ar, o que é chamado de hipoxia. Ao entender um pouco mais sobre a doença, médicos e pesquisadores identificaram que a COVID-19 causa um fenômeno denominado de hipoxia silenciosa, cuja saturação de oxigênio no sangue do paciente diminui consideravelmente sem que haja um sinal desse risco.

    Por essa razão, o oxímetro — seja ele de dedo, seja ele de pulso — vai medir essa saturação, contribuindo para que médicos possam controlar a gravidade e o avanço da doença.

    Como o oxímetro funciona?

    O oxímetro funciona por meio de luz infravermelha, que tem a capacidade de traduzir a cor das hemoglobinas para que possa medir o nível de oxigênio. O ideal é que essa saturação esteja acima dos 90%, número indicado para que o corpo humano receba os níveis adequados do gás.

    Apesar de ter se tornado bastante popular nos últimos meses em decorrência da COVID, o oxímetro é muito utilizado para o tratamento de doenças respiratórias e até mesmo para atletas de alto desempenho — uma vez que é comum o organismo apresentar baixa saturação após exercícios mais rígidos e com alta capacidade cardiorrespiratória.

    Qual a diferença do oxímetro de dedo e oxímetro de pulso?

    Oxímetro de dedo

    O oxímetro de dedo é mais utilizado para pacientes e pessoas saudáveis que desejam acompanhar a saturação do oxigênio em casa ou em alguma de suas atividades físicas. É um aparelho portátil, que funciona à base de pilhas e pode ser utilizado onde quer que a pessoa esteja, uma vez que não há presença de fios. Nele, o indivíduo pode verificar qual é sua saturação, bem como analisar os batimentos cardíacos.

    Quem o utiliza tem a capacidade de entender como está o corpo naquele momento em específico, mas o aparelho não registra dados para que possa avaliar alguma progressão ou até mesmo verificar se há queda ao longo do dia, por exemplo. O tamanho é pequeno, o que facilita consideravelmente para que as pessoas possam transportá-lo, além de o resultado aparecer sem grandes dificuldades para interpretá-lo.

    Oxímetro de pulso

    Já o oxímetro de pulso é um modelo mais completo, indicado principalmente para unidades de saúde que desejam acompanhar a evolução do paciente e também para tomar decisões importantes em relação ao tratamento. Entre as principais características do equipamento, pode-se destacar o fato de que há um monitoramento contínuo, armazenagem de dados, além de ter a capacidade de transportar essas informações para um computador.

    Eles contam, ainda, com alarmes em LED para períodos em que houver baixa saturação do paciente ou carga de bateria baixa, de modo que o profissional possa ter um controle maior sobre esse tipo de análise.

    Quais são as principais funcionalidades do oxímetro PM-60?

    O PM-60 é um dos tipos de oxímetros mais recomendados do mercado. Por meio dele, o profissional tem a capacidade de fazer tanto uma verificação pontual da saturação de oxigênio, quanto o monitoramento frequente do paciente, conforme explicado mais acima.

    Para os casos em que houver verificação pontual, as funções básicas do aparelho são:

    • atribuição automática de IDs de pacientes;
    • recursos de espera;
    • desligamento automático;
    • supressão de alarme.

    Para quando houver a necessidade de acompanhamento de longa duração, destaca-se:

    • gerenciamento de alarme;
    • exibição de curva pletismográfica;
    • IDs exclusivas de pacientes.

    Nesse sentido, o aparelho é indicado principalmente para acompanhar casos em que a saturação do oxigênio varia muito de um período para o outro, seja ele de horas, seja ele de minutos. Assim, os dados ficarão registrados e o acompanhamento será mais preciso para oferecer ao paciente mais qualidade em sua recuperação.

    Deve-se destacar, ainda, o fato de que a bateria tem longa duração, chegando a suportar o armazenamento de até 96 horas contínuas de um único paciente, trazendo mais confiança para o profissional e mais credibilidade para o tratamento.

    Quais as precauções ao utilizar o oxímetro?

    Apesar de todos esses ganhos, deve-se estar sempre atento quanto às precauções para o uso do oxímetro, como por exemplo a necessidade de verificar se a circulação do paciente também está em boas condições.

    É preciso, ainda, ficar por dentro das aferições imprecisas do oxímetro, especialmente caso seja utilizado o de dedo (esmaltes ou unhas postiças, por exemplo, podem modificar os resultados). Por fim, não deve ser medido em locais com muita luminosidade, uma vez que o oxímetro funciona a base de raios infravermelhos.

    Neste conteúdo, você pôde verificar o que é o oxímetro, quais as diferenças existentes entre o oxímetro de pulso e o oxímetro de dedo, além de entender seu funcionamento. Em um contexto tão desafiador, o ideal é utilizar equipamentos como aliados para o tratamento da COVID-19, de modo que a garantir o sucesso da recuperação dos pacientes.

    Para conhecer um pouco mais sobre o oxímetro PM60, é só entrar em nosso site da Medicalway e conferir as principais características.

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