Conheça 8 aplicativos que podem ser usados na área médica

A cada dia, a tecnologia e a medicina caminham mais juntas, o que traz diversos benefícios ao setor. Nesse contexto, os aplicativos da área médica são um exemplo de tecnologia presente no cotidiano de profissionais e pacientes.

Um grande leque de opções vem trazendo soluções bastante acessíveis. Ferramentas de suporte para a decisão médica, consulta a bancos de dados, troca de informações, controle de agenda, gestão de estoque, financeira e de atendimento ao cliente, facilitam o dia a dia de médicos e profissionais das mais diversas áreas do setor de saúde.

No entanto, com tantas opções, é difícil selecionar as que mais valem a pena, certo? Pensando nisso, elaboramos esta lista com 8 indicações de aplicativos da área médica que podem ser usados na seu dia a dia. Confira!

1. Medscape

Um dos aplicativos mais utilizados por profissionais da área médica, o Medscape, está entre os mais completos e atualizados bancos de dados. Com informações detalhadas sobre patologias, diagnósticos, tratamentos, medicamentos, protocolos de atendimento, exames e artigos médicos selecionados criteriosamente, ele é uma ferramenta de suporte à prática clínica.

O aplicativo é gratuito e está disponível para Android e iOS, contabilizando cerca de 5 milhões de usuários em todo mundo, além de ser reconhecido pelo FDA — Food and Drug Administration.

Dentre suas principais funcionalidades, podemos destacar: ferramenta de verificação de interação medicamentosa, lista de medicamentos com respectivas dosagens, calculadoras médicas e banco de imagens de patologias e exames. Além disso, o aplicativo contém sempre notícias atualizadas sobre medicina.

2. WHO (World Health Organization)

Trata-se do aplicativo da Organização Mundial de Saúde, sendo essencial para os profissionais se manterem atualizado sobre questões de saúde pública, orientações e novidades da área de saúde.

O aplicativo fornece atualizações sobre pandemias e alertas sobre o surgimento de novas doenças — como o recente caso do Zika vírus. Além disso, dispõe de atualizações em pesquisas e medicações, tudo em inglês e com o crivo do Ministério da Saúde.

A ferramenta está disponível para aparelhos Android e iOS.

3. Genéricos BR

É um dos apps de maior popularidade entre médicos em âmbito nacional. Devido ao grande número de fabricantes e opções de medicamentos, fica difícil até para os médicos evitar confusões. Assim, esse aplicativo lista as opções de genéricos de acordo com os nomes das medicações de referência.

O Genéricos BR é um dos aplicativos gratuitos mais baixados no Brasil. Disponível tanto para Android quanto para iOS, ele agiliza a prescrição. Isso porque, além da busca pelo nome popular do remédio, ele também permite pesquisar pelo princípio ativo.

Outra funcionalidade disponível é a consulta de bulas de mais de 100 medicamentos genéricos mais o bulário da Anvisa — Agência Nacional de Vigilância Sanitária — e uma lista de fabricantes.

4. CID-10 Pro

O objetivo dessa ferramenta é agilizar a consulta ao código CID — Classificação Internacional de Doenças. Disponível em português e apenas para iOS, o aplicativo permite uma busca extremamente rápida, agilizando o dia a dia do médico no consultório ou hospital.

Além disso, é possível marcar os códigos consultados com mais frequência como favoritos, facilitando ainda mais o acesso a eles. O CID-10 Pro tem uma grande quantidade de informações, um design simples e sensitivo, ajudando médicos e outros profissionais do âmbito clínico hospitalar e lidar com as burocracias cotidianas.

5. iClinic

Esse é um aplicativo de gestão de consultórios e clínicas médicas. Com ele, é possível gerenciar finanças, organizar processos internos e controlar agenda, mesmo remotamente, por meio de um celular.

A ferramenta permite o acesso ao prontuário eletrônico de pacientes, envio de fotos e adição de outras informações à ficha médica, agenda médica online, envio de notificações sobre remarcação e cancelamento de consultas, sincronização de dados de todos os dispositivos, além de garantir o sigilo das informações armazenadas.

6. Doctor +

Assim como o app anterior, o Doctor + também é uma ferramenta para organização de consultórios, clínicas e serviços hospitalares. Com ele, é possível acessar as informações da instituição de qualquer lugar, seja pelo celular ou por outro dispositivo.

Dentre as suas funcionalidades, está o envio de notificações por e-mail sobre a marcação das consultas, como confirmações, desmarcações e mudanças de horários.

7. Whitebook

Similar ao Medscape, o aplicativo da PebMed é um daqueles que todo médico deveria ter, especialmente os plantonistas.

A ferramenta funciona como uma grande biblioteca médica, disponível para acesso offline. Ela tem mais de 100 mil usuários só no Brasil. O conteúdo, escrito por cerca de 20 médicos especialistas, inclui informações sobre doenças e procedimentos de acordo com livros de referência, além de diretrizes importantes, sendo atualizado mensalmente.

Disponível em uma versão gratuita, com limitações, e outra paga, mais completa, com acesso Guia Diagnóstico, mais de 300 orientações de prescrição, bulário com 6 mil medicamentos e consulta aos Procedimentos SUS e ao CID-10.

8. Cloudia

Trata-se de uma secretária virtual que permite a automatização de todo o atendimento por aplicativos de mensagens.

A ferramenta funciona pelo Facebook Messenger e pelo Whatsapp web, e com ela você pode automatizar o agendamento de horários, envio de lembretes aos pacientes, tirar dúvidas e muito mais.

Além disso, o aplicativo pode facilitar a captação de novos pacientes por meio da associação com os anúncios patrocinados no Facebook Ads, por exemplo.

Além desses, muitos aplicativos que não são específicos para a área médica podem ser muito úteis na gestão hospitalar, como o Google Agenda, o Evernote e o ZeroPaper, software de gestão financeira. Não faltam ferramentas para facilitar a rotina de quem trabalha com saúde, seja no consultório, em clínicas ou em ambiente hospitalar.

Do atendimento à gestão, os aplicativos da área médica são um ótimo exemplo dos benefícios da tecnologia para a área de saúde, com informações confiáveis e relevantes, além de funcionalidades que otimizam os processos dos mais variados setores.

Se você gostou das nossas sugestões de aplicativos médicos, não deixe de ler também sobre os 7 principais avanços tecnológicos na medicina. Afinal, a transformação digital vem impactando a vida de todos nós e não seria diferente com a área de saúde, não é mesmo?

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    O panorama da telemedicina no Brasil: guia rápido e definitivo

    O panorama da telemedicina no Brasil: guia rápido e definitivo. A telemedicina é a prestação de serviços médicos a distância, aliando agilidade e eficiência para salvar vidas. Esse recurso começou a ser desenvolvido a partir de 1950, começando pela comunicação por fax e evoluindo para os modernos quadros da atualidade. A evolução se deu com o incremento da tecnologia, com os avanços da internet e das Tecnologias de Comunicação e Informação.

    Destacamos que a telemedicina traz uma série de benefícios para médicos e pacientes, auxiliando na promoção da saúde e na facilitação de processos. Ela permite a emissão de laudos a distância, a realização de alguns tipos de consultas por vias digitais e o compartilhamento de conhecimento entre médicos. Isso é viável pelo uso de dispositivos tecnológicos, softwares e modernos equipamentos.

    Neste post, vamos explicar o panorama da telemedicina no Brasil, guia rápido e definitivo e mostrar as potencialidades dessa solução. Ficou interessado? Continue acompanhando e aprenda mais sobre o tema!

    Como funciona a telemedicina no Brasil?

    A telemedicina no Brasil é regulamentada por várias normativas institucionais, delineadas principalmente pelo Conselho Federal de Medicina. Isso é essencial para garantir a priorização da promoção da saúde e melhor assistência ao paciente. A proposta é o estabelecimento de marcos regulatórios para que o recurso seja manejado de forma coerente, sendo uma possibilidade que complementa as alternativas da medicina tradicional.

    A Lei nº 1.643/2002 define normas para a prestação de saúde em medicina como modalidade médica. Essa regulamentação define as exigências necessárias em relação aos dispositivos tecnológicos utilizados para a atenção à saúde a distância, que são reforçadas pela Resolução nº 1821/07 do Conselho Federal de Medicina.

    A Lei nº 1.643 também define princípios para a confidencialidade, privacidade, manuseio, guarda e transmissão de dados, resguardando o sigilo profissional. Outra definição importante para a telemedicina foi a Lei nº 12.842/2013. Ela demarca que é possível emitir laudos a distância e que esse trabalho só pode ser feito por médicos.

    Acrescentamos também que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária definiu a Resolução nº 302 de 2005, que estabelece o período mínimo de 5 anos para a armazenagem de documentos, como vídeos, imagens e laudos. Essa questão é bastante importante para a prestação de assistência ao paciente, já que as informações armazenadas podem ser úteis em momentos posteriores.

    Quais são os principais avanços da telemedicina?

    A telemedicina envolve contínuas pesquisas, registrando avanços consideráveis. Acompanhe esses progressos a seguir!

    Telerradiologia

    A telerradiologia se caracteriza pelo uso de tecnologias de informação no diagnóstico por imagem. A proposta é que o conteúdo captado pelo aparelho médico de raios-X seja enviado diretamente para um software e encaminhado para um profissional especializado, que faz o laudo do caso.

    Assim, a telerradiologia evita a necessidade dos filmes radiológicos, que representam custos e demandam descarte especial. O processo ganha agilidade e precisão, auxiliando no diagnóstico precoce de patologias.

    Teleconsulta

    A teleconsulta é a situação em que um médico se reúne com um especialista por meios virtuais na busca de orientações para o esclarecimento de dúvidas ou para uma segunda opinião no diagnóstico.

    Em alguns locais, o paciente pode se encontrar com o médico por via online, na teleconsulta. No nosso país, a prática não é autorizada.

    Telecardiologia

    A telecardiologia se caracteriza pelo uso de dispositivos informatizados para a prestação de serviços em cardiologia. Os exames são laudados a distância e utilizados na condução do tratamento. A proposta é essencial pelo ganho de velocidade, aumentando as possibilidades de recuperação e promoção da saúde.

    Teleneurologia

    A teleneurologia objetiva a realização de diagnósticos de doenças de nível neurológico. Há uma série de exames que podem ser laudados a distância, como eletroencefalograma (clínico, ocupacional e mapeamento cerebral) e as polissonografias de internação e domiciliar.

    Telepneumologia

    A telepneumologia auxilia nos diagnósticos em doenças nos pulmões. A espirometria é um dos principais exames realizados, proporcionando condições para a avaliação de acometimentos como a doença pulmonar obstrutiva crônica e a asma brônquica.

    Telemedicina na saúde ocupacional e na medicina do trabalho

    No Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), o médico do trabalho realiza uma série de exames no profissional para identificar se ele está apto para as atividades. Alguns dos exames podem ter laudos emitidos a distância, o que confere maior agilidade ao processo.

    Teleassistência

    A teleassistência é realizada com o apoio de dispositivos tecnológicos que coletam os parâmetros clínicos do paciente no domicílio ou em unidade de saúde. As informações são enviadas para especialistas e ações são realizadas com foco na promoção de bem-estar.

    Teleducação

    A teleducação objetiva o fornecimento de capacitação para profissionais de saúde, utilizando, para isso, as tecnologias de comunicação e informação. Essa proposta permite facilitar a disseminação de conhecimento científico para os colaboradores da área do cuidado.

    Por que usar a telemedicina?

    A telemedicina traz diversos benefícios para instituições de saúde, profissionais e pacientes. Ela permite melhorar o processo de troca de informações entre especialistas da saúde, auxiliando no fornecimento de tratamento de qualidade. Esse recurso também ajuda a descentralizar a assistência, criando oportunidades de a população contar com serviços e exames em regiões distantes dos grandes centros urbanos.

    Outra grande vantagem para os hospitais é a redução de custos. Isso ocorre devido à minimização de deslocamentos, diminuição de impressões em materiais especiais e pela possibilidade de redução nos investimentos para contratar especialistas. A telemedicina ainda auxilia no aumento da produtividade, diminuindo o tempo de espera, o que oferece maior conforto, segurança e comodidade ao paciente. Dessa forma, os diagnósticos são realizados de forma precoce, permitindo intervenções ágeis.

    O uso da tecnologia tem beneficiado o médico de forma geral, auxiliando no acesso ao conhecimento e na prestação de serviços de saúde com qualidade, comodidade e eficiência. As instituições de saúde conseguem construir um fluxo de trabalho mais ágil e inteligente com o apoio dos recursos informatizados, proporcionando melhores atendimentos e tratamentos.

    A telemedicina ganha cada vez mais espaço em nosso país, abrindo oportunidades para potencializar processos, ampliar o alcance da medicina em regiões remotas e maximizar a capacidade de atendimento.

    Gostou de aprender sobre o panorama da telemedicina no Brasil? Aproveite e confira também o nosso post sobre os principais aplicativos de telemedicina!

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    Atendimento online: o que é permitido ou não pelo CFM?

    Atendimento online: o que é permitido ou não pelo CFM? Os avanços da tecnologia trouxeram a criação de diversos tipos de dispositivos, como notebooks, tablets e smartphones. Junto a isso, a internet e as buscas feitas online passaram a fazer parte intensamente do cotidiano.

    Por esse motivo, não explorar o universo digital pode significar perda de público e de competitividade no mercado. Isso também vale para clínicas, instituições e profissionais da saúde. Isso porque as buscas online não servem apenas para a pesquisa de doenças, mas também para encontrar e contatar profissionais da área.

    Nesse contexto, apresentamos neste artigo um panorama geral sobre o atendimento online feito por médicos. Saiba no atendimento online o que é permitido ou não pelo CFM?, os benefícios, tanto para profissionais quanto para os pacientes, de usar a tecnologia na medicina e outras questões fundamentais sobre o assunto. Confira!

    O que significa fazer atendimento médico online?

    O atendimento médico online é uma modalidade da telemedicina. Isso significa que as tecnologias da comunicação são utilizadas para realizar assistência à saúde a distância. Dessa forma, por meio de aparatos eletrônicos, o médico e outros profissionais da área de saúde podem realizar consultas, diagnósticos, acompanhamentos e até realizar cirurgias sem a necessidade de proximidade física com os pacientes.

    Essa não é uma realidade em todo o mundo, visto que a maioria das tecnologias empregadas demanda altos custos. No entanto, nos últimos anos, a telemedicina tem ganhado notoriedade no território brasileiro. Por esse motivo, os órgãos reguladores, como o CFM, estão em um momento de análise e elaboração das regras e condições para que os atendimentos médicos aconteçam com eficácia e segurança.

    Até o ano passado, só era permitido que os médicos realizassem contato, por videoconferência, com especialistas para tirar dúvidas e pedir uma segunda opinião sobre diagnósticos e procedimentos. Porém, uma nova resolução que entrou em vigor em maio de 2019 prevê mudanças nessa conduta.

    A Resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) nº 2.227/18 estabelece que os médicos brasileiros podem realizar consultas online, telediagnóstico, prescrição online e telecirurgias, assim como outras formas de atendimento médico a distância, com alguns cuidados e ressalvas que serão abordados em seguida.

    O que é permitido pelo CFM?

    Teleconsulta

    A teleconsulta é descrita como a consulta médica remota, feita quando médico e paciente se encontram em locais geográficos distintos. Segundo o CFM, é imprescindível que a primeira consulta seja presencial. Depois, pode-se realizar o acompanhamento (como a mostra de resultado de exames e a elucidação de dúvidas) através da tecnologia.

    No caso de lugares com acesso complicado, como florestas, navios, reservas indígenas e plataformas de petróleo, por exemplo, em que o acesso médico é difícil, a primeira consulta pode ser feita virtualmente. A ressalva é que o paciente seja acompanhado por algum profissional da área de saúde.

    No caso de doenças crônicas e casos mais graves, recomenda-se que a consulta presencial tenha intervalos não superiores a 120 dias.

    Prescrição médica a distância

    Após as teleconsultas, em boa parte dos casos, é necessário realizar a prescrição de medicações ou o pedido de exames. Essa ação também pode ser feita a distância, contando que o documento tenha a identificação do médico (nome, número do registro no CRM e endereço), identificação do paciente, data e hora e a assinatura digital do médico.

    Telediagnóstico

    Com o avanço da telemedicina, é possível realizar exames diagnósticos e enviá-los para grandes centros, habilitados com profissionais experientes para analisá-los. Nesse caso, é feita a emissão de laudo dos exames, por meio de dados, gráficos e imagens dados enviados online.

    É fundamental que a avaliação seja feita por um profissional médico com Registro de Qualificação de Especialista (RQE) na área que está relacionada ao procedimento diagnóstico.

    Telecirurgia

    A telecirurgia já é uma realidade devido ao desenvolvimento de robôs cirúrgicos. Essa tecnologia pode ser operada enquanto o paciente se encontra na mesma sala que o cirurgião ou a distância.

    Atualmente, esse procedimento é regulamentado no Brasil, sendo permitido desde que o paciente conte com o acompanhamento de um cirurgião com as mesmas habilitações que o cirurgião remoto. Isso porque o médico poderá intervir se houver intercorrências, como falta de energia ou problema no maquinário.

    O que não deve ser feito através da internet?

    Consulta através de redes sociais ou WhatsApp

    O diálogo entre o médico e seus pacientes via redes sociais e WhatsApp não é proibido pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). No entanto, é recomendado que o atendimento online, nesses casos, seja usado apenas para tirar dúvidas, facilitar o envio do resultado de exames e distribuir material educativo.

    Isso porque a comunicação por essas vias não constitui uma consulta completa e também não pode ser remunerada. A teleconsulta deve ser feita por plataforma indicada e aprovada pelo CFM.

    Propaganda e marketing online inapropriada

    Os médicos podem, e devem, ter presença nas redes sociais. No entanto, é preciso ter muita cautela com o que é divulgado. Fotos de pacientes, independentemente da finalidade e mesmo que autorizado, são proibida. Esse é um erro bastante disseminado, visto que é comum vermos fotos de antes e depois a fim de mostrar a eficácia de cirurgias e procedimentos.

    Outra pratica proibida é utilizar os equipamentos médicos em fotos divulgadas online e até fisicamente para atrair o paciente. Mesmo que a aparelhagem do consultório ou clínica seja moderna, não pode-se valer dessa tática.

    Além desses cuidados éticos, existem vários outros que devem ser seguidos no marketing médico. Recomenda-se acessar o site do CFM e conferi-los a fim de evitar problemas com a justiça.

    Quais os benefícios do atendimento online em saúde?

    A telemedicina tem diversos benefícios, tanto para os profissionais quanto para os pacientes. Primeiramente, é preciso entender que há desigualdade no acesso à saúde, principalmente para as pessoas que residem em localidades remotas. Além disso, a grande maioria dos especialistas está localizada nos grandes centros, o que torna o cuidado de doenças mais raras ou complicadas mais difícil.

    Com a tecnologia, os pacientes em locais afastados poderão ser atendidos, diagnosticados e tratados em tempo hábil, permitindo uma assistência qualificada de saúde, mesmo a distância. Essa também é uma grande vantagem para os pacientes que apenas precisam tirar dúvidas simples ou fazer a leitura de exames, uma vez que permite a rapidez da resposta e evita o deslocamento.

    E então, entendeu as vantagens que o atendimento online pode trazer para a saúde? O acesso mais amplo, associado a práticas mais modernas e assertivas, serão um grande avanço para a medicina.

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    Confira 7 dicas para fazer gestão de qualidade na saúde corretamente

    Confira 7 dicas para fazer gestão de qualidade na saúde corretamente. Garantir a eficiência de um hospital ou clínica é fundamental para oferecer a melhor assistência e o máximo de conforto aos pacientes. A gestão de qualidade na saúde tem um papel decisivo ao garantir um fluxo de processos adequado e o fornecimento de um atendimento de ponta. Os gestores hospitalares se deparam com diversos desafios no dia a dia para a articulação de um fluxo de trabalho ágil, preciso e com a máxima efetividade do cuidado.

    Nesse contexto, é importante adotar as medidas adequadas para fazer esse gerenciamento com sucesso, mas confira 7 dicas para fazer gestão de qualidade na saúde corretamente. Há várias estratégias que podem facilitar e potencializar a gestão da qualidade na saúde. Neste post, você acompanha algumas delas.

    O que é a gestão de qualidade na saúde?

    A gestão de qualidade é o conjunto de processos, esforços e procedimentos direcionados à promoção dos melhores serviços, gerando satisfação do cliente e proporcionando o atendimento à demanda apresentada. Quando aplicada à saúde, a gestão de qualidade recebe uma atribuição específica, já que está inserida em um setor empenhado no cuidado e promoção do bem-estar.

    Dessa forma, esse gerenciamento é uma rede de práticas, sistemas e serviços que se articulam para o oferecimento da atenção à saúde com o máximo de efetividade, eficiência e eficácia. A proposta é assegurar a prevenção, recuperação e promoção da saúde, buscando melhores condições de prestação de serviços, com o fornecimento de atenção integral ao paciente.

    Por que é tão importante fazer a gestão de qualidade corretamente?

    Fazer a gestão de qualidade de forma eficiente possibilita tornar a administração do hospital mais eficiente e criar condições favoráveis à satisfação do paciente. Esse processo dá abertura para organizar melhor o fluxo de trabalho e tornar os tratamentos e procedimentos mais adequados às necessidades apresentadas. Isso significa que há melhores recursos para o acolhimento do sujeito em sua integralidade, gerando credibilidade e uma imagem positiva para o hospital.

    A gestão de qualidade também abre um cenário propício para um ciclo positivo de processos, por meio de melhores condições de trabalho, gerando a satisfação dos colaboradores, que, consequentemente, realizam as atividades de forma mais efetiva. Ela instrumentaliza os profissionais com os recursos necessários para o oferecimento das melhores possibilidades para o paciente, estimulando o contentamento, a confiança e a fidelização das pessoas atendidas.

    Como fazer gestão de qualidade na saúde?

    Há várias estratégias interessantes para fazer a gestão de qualidade na saúde. Vamos explicá-las a seguir!

    1. Realize o planejamento

    A gestão de qualidade envolve uma série de intervenções, objetivando a potencialização dos processos e o oferecimento de ótimos recursos e alternativas para o paciente. Porém, só há sucesso nessas ações começando por um bom planejamento.

    O plano deve conter uma adequada identificação das lacunas no fluxo de trabalho e a estruturação de medidas corretivas. Além disso, é essencial delinear ações preventivas para evitar equívocos e problemas. Estruture o planejamento com foco em promover a máxima eficiência do serviço de saúde.

    2. Escolha o modelo ideal

    O modelo de gerenciamento de qualidade na saúde deve se articular à dinâmica da instituição. Os modelos são derivados de outras áreas, mas podem ser adaptados para o hospital. O Lean Manufacturing, por exemplo, trabalha com foco na melhoria contínua, eliminando procedimentos que não agreguem valor e substituindo práticas que precisam de melhorias. Para isso, o método utiliza abordagens sistemáticas, objetivando intervenções estruturadas e precisas.

    Outro modelo são os Círculos de Controle de Qualidade (CCQ). Nele, colaboradores do nível operacional se unem em equipe para reduzir os equívocos, melhorar o processo, promover maior envolvimento dos profissionais com o ambiente e maximizar a efetividade das equipes.

    3. Adote as ferramentas certas

    Há ferramentas de gestão que podem facilitar o processo de gerenciamento da qualidade na instituição de saúde. A proposta é que elas simplifiquem a organização das ideias, facilitando a sistematização das alternativas pensadas para o fluxo de trabalho e a melhoria da eficiência.

    Os brainstormings, o ciclo PDCA, as planilhas para verificação e coleta de dados, o diagrama de Pareto e a ferramenta 5S são alguns exemplos. Outra solução que também auxilia na articulação de procedimentos e integração de práticas são os softwares de gestão, estruturados em módulos que se intercomunicam.

    4. Considere as certificações da ONA

    A Organização Nacional de Acreditação (ONA) é uma instituição credenciada, que trabalha para aprimorar a qualidade da assistência em saúde , estabelecendo normas e certificações. Nas certificações, ocorre a avaliação do fluxo de procedimentos no hospital, com foco em comprovar a eficiência dos processos e da gestão. Nas acreditações, o estabelecimento é analisado de forma mais aprofundada, por meio de avaliações da competência técnica para realizar o trabalho.

    5. Preocupe-se com a sustentabilidade

    Com os alertas para as modificações climáticas, o aquecimento global e diversos fenômenos derivados dos danos aos ecossistemas, toda instituição deve colocar a sustentabilidade como um de seus pilares. Isso envolve estabelecer o trabalho em uma dinâmica que garanta a preservação do meio ambiente, visando a redução do impacto gerado pelo hospital.

    A proposta é que a organização de saúde permaneça funcional e efetiva, mas com práticas que incluam manejo sustentável dos recursos e processos. Isso pode ser feito por meio da reciclagem e encaminhamento adequado de resíduos, estruturação de sistemas de reaproveitamento de água, redução do uso de papel e elevação da digitalização, uso de aparelhos médicos modernos que consomem um volume menor de energia, entre outras ações.

    6. Invista em equipamentos de qualidade

    Bons equipamentos são fundamentais para a qualidade dos serviços prestados pelo estabelecimento de saúde. Eles auxiliam no diagnóstico, tratamento e promoção da saúde, sendo importantes ferramentas para a atenção integral e o acolhimento das necessidades do paciente.

    Equipamentos médicos de qualidade oferecem segurança para as pessoas atendidas, além de terem maior vida útil e darem maior previsibilidade à gestão hospitalar. Dessa forma, você tem um controle mais rígido dos dispositivos, proporcionando conforto, comodidade e bem-estar ao público.

    7. Analise os resultados

    É fundamental fazer um bom monitoramento dos resultados das ações de gestão de qualidade em saúde. Utilize métricas e indicadores para avaliar os efeitos das medidas realizadas e mensurar variáveis. Isso auxilia no ganho de controle dos processos e ajuda na estruturação de feedbacks para o aperfeiçoamento contínuo. A medida também oferece parâmetros para a orientação das ações e para análises e comparações.

    A gestão de qualidade na saúde é extremamente relevante para o hospital. Ela cria condições para a máxima efetividade na prestação de serviços ao paciente. Neste post, você pôde conferir o quanto esse gerenciamento é essencial para o estabelecimento. Além disso, pôde compreender a importância de equipamentos médicos de alta performance. Encontrar o fornecedor ideal de aparelhos hospitalares é primordial para garantir a sustentabilidade e eficiência da instituição.

    A Medicalway é uma empresa que comercializa aparelhos médicos e hospitalares, fornecendo dispositivos de alta tecnologia de importantes fabricantes mundiais do segmento. Estamos há 18 anos no mercado, reunindo expertise e ampla experiência na área para oferecer itens de alta qualidade e performance.

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