
A decisão de adquirir um novo equipamento de ultrassom vai muito além de uma simples compra; trata-se de um investimento estratégico que impacta diretamente a capacidade diagnóstica, a eficiência operacional e a qualidade do atendimento na sua clínica ou hospital.
Diante da variedade de modelos, tecnologias e funcionalidades disponíveis no mercado, a tarefa de escolher o aparelho ideal pode se tornar um desafio.
Qual ultrassom é o mais adequado para a minha especialidade? Como a escolha pode impactar o fluxo de trabalho e a produtividade da equipe? E qual a diferença real entre um ultrassom fixo e um portátil, além do tamanho?
Para responder a essas e outras perguntas, este artigo foi desenvolvido para te auxiliar a escolher o melhor aparelho de ultrassom com segurança e assertividade. Acompanhe!
A seleção de um equipamento de ultrassom deve ser uma análise criteriosa, baseada em um diagnóstico preciso das necessidades da sua instituição. A decisão deve partir de três pontos fundamentais que, juntos, formam a espinha dorsal de um processo de aquisição bem-sucedido.
O primeiro passo para saber como escolher o melhor aparelho de ultrassom, é entender as necessidades do seu público-alvo e, principalmente, da sua equipe. A especialidade médica que mais utilizará o equipamento é um fator crucial. Por exemplo, um ultrassom para cardiologia exige funcionalidades e transdutores diferentes dos utilizados na ginecologia ou na radiologia geral. A ergonomia do aparelho, a facilidade de uso e a curva de aprendizado também são considerações importantes para garantir que a equipe utilize o equipamento em todo o seu potencial.
O ambiente de uso define o tipo e o tamanho do equipamento mais adequado. A necessidade de mobilidade é um dos principais diferenciais a serem considerados.
A variedade de exames a serem realizados influencia diretamente a escolha das sondas (transdutores) e dos softwares especializados.
Um aparelho para exames vasculares, por exemplo, deve ter recursos de Doppler avançados, enquanto um focado em obstetrícia precisa de softwares para medições fetais e imagens 3D/4D.
A tecnologia de ultrassom evoluiu para oferecer soluções que atendem a diversas necessidades clínicas e operacionais. Entender os diferentes Tipos é fundamental para saber como escolher o melhor aparelho de ultrassom.
Tradicionais e robustos, os aparelhos fixos são o padrão ouro para clínicas e hospitais que realizam um grande volume de exames complexos.
A principal diferença entre um ultrassom fixo e um portátil é que o modelo fixo garante um ecossistema de trabalho mais completo.
A evolução da tecnologia tornou esses equipamentos poderosos e, ao mesmo tempo, compactos. Esses modelos são perfeitos para quem precisa de flexibilidade.
A inovação mais recente no mercado, os aparelhos de ultrassom sem fio, são pequenos transdutores que se conectam a um tablet ou smartphone.
A qualidade de uma imagem de ultrassom depende diretamente da tecnologia empregada no equipamento. Ao buscar um novo aparelho, é fundamental analisar os seguintes aspectos técnicos.
Uma imagem clara e nítida é essencial para um diagnóstico preciso. Busque por tecnologias de aprimoramento de imagem, como processamento de sinal avançado, que reduzem o ruído e destacam as estruturas anatômicas. A resolução e o contraste da imagem são determinantes para a eficácia do diagnóstico.
A sonda (transdutor) é a “lente” do aparelho de ultrassom. A variedade e a qualidade das sondas disponíveis para o equipamento são fundamentais. Transdutores lineares são ótimos para estruturas superficiais, enquanto os convexos são ideais para exames abdominais e os endocavitários são perfeitos para ginecologia e urologia.
Tecnologias como Doppler colorido e pulsado, imagem 3D/4D, elastografia e softwares de análise cardíaca ou vascular podem fazer a diferença na capacidade diagnóstica do equipamento. Considere a possibilidade de o aparelho ser atualizado com novas funcionalidades.
A capacidade de integrar o ultrassom com outros sistemas, como prontuários eletrônicos e sistemas de arquivamento e comunicação de imagens, otimiza o fluxo de trabalho e garante a segurança dos dados do paciente.
A Medicalway atua oferecendo soluções completas em equipamentos médicos de alta tecnologia.
Com um portfólio diversificado, que inclui desde aparelhos portáteis até sistemas de ultrassom de alta resolução, estamos prontos para atender as necessidades específicas de clínicas e hospitais de todos os portes.
Nosso compromisso é ir além da venda, proporcionando uma consultoria especializada para que você entenda como escolher o melhor aparelho de ultrassom para suas necessidades.
Nossa equipe de especialistas está pronta para apresentar o melhor custo-benefício, com opções de venda e aluguel de ultrassom, garantindo que você tenha acesso à tecnologia de ponta para elevar a qualidade do seu diagnóstico.
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Assim como os seres humanos podem adoecer em certos momentos da vida, os animais também contraem doenças ao longo de sua jornada. E, como a maioria das pessoas ama esses bichinhos, os veterinários, por meio de estudos, descobriram que é possível fazer cirurgias nos pets, isso tudo com o objetivo de auxiliá-los em diversas situações.
Apesar de ser muito praticada, a intervenção cirúrgica em animais é delicada e exige certos cuidados no pré e pós-operatório. Por essa e outras razões, é necessário conhecer mais a fundo esse tema. Neste post falaremos sobre a cirurgia veterinária, isso para que você tire suas dúvidas sobre os procedimentos cirúrgicos em cachorros e gatos.
Deseja saber mais sobre o assunto? Continue a sua leitura!
Quando o tema é cirurgia animal, podemos ter uma noção do quanto este assunto é amplo, afinal, existem inúmeras operações para diferentes espécies de animais. E, saiba que alguns dos procedimentos comuns podem ser feitos com o apoio de ONG’s e pessoas ligadas ao mundo animal. Veja abaixo quais são realizados com frequência!
A castração é eleita o procedimento mais realizado nos pets, principalmente em cães e gatos. Esta cirurgia tem como principal objetivo cessar a reprodução, o que traz diversos benefícios para o animal, principalmente para as fêmeas que vivem em situação de abandono, pois caso ela venha a procriar, trará ao mundo mais bichinhos que viverão em situação de desprezo.
O procedimento em cães e gatos machos é feito por meio da retirada dos testículos. Este órgão é responsável pela produção de testosterona, que nada mais é do que um hormônio sexual masculino responsável pelo comportamento sexual do animal, sendo assim, ao efetuar a retirada dos testículos, a produção cessa e torna o cão ou gato infértil.
Já no caso de gatas e cadelas, a operação é efetuada por meio de uma incisão no abdômen e retirada das trompas, do ovário e do útero, impossibilitando a mesma de engravidar.
Mas, é necessário lembrar que toda cirurgia animal deve ser discutida com um veterinário de confiança, além de fazer todos os procedimentos pré-cirúrgicos necessários, como exames, raios-x e entre outros, para evitar que futuras complicações venham a acontecer ou até a morte do animal.
A piometra nada mais é que um distúrbio uterino que acomete cachorras e gatas e que é mediada pelo hormônio reprodutivo progesterona. Entre os principais sintomas que os animais acometidos pela doença sentem, podemos citar:
O tratamento mais indicado para o tratamento desse problema, é a cirurgia. O procedimento consiste na retirada do útero que está infeccionado. E, a paciente também irá receber antibióticos, remédios para a dor e soro para auxiliar nos cuidados com os rins. Vale salientar que, a indicação da cirurgia é feita para evitar complicações como a ruptura uterina, septicemia e insuficiência renal.
Quando se fala em tumor, todos ficam receosos. Mas, saiba que até os animais podem ser acometidos por essa terrível ameaça. Contudo, perceber que o animal está com algum problema é importante para que ele seja levado ao veterinário. Após ter certeza do que se trata, o médico do animal poderá indicar a cirurgia de remoção. A retirada cirúrgica assusta, mas é uma das melhores alternativas.
Então, a cirurgia veterinária salva muitas vidas todos os dias e é fundamental para o bem-estar dos animais. Se você tem uma clínica de cuidados com os animais, certifique-se de que o local possui equipamentos adequados para realizar as cirurgias, sejam elas de grande ou pequeno porte.
A Medicalway é uma empresa que vende equipamentos médicos e hospitalares, e que possui muitas opções para centros cirúrgicos. Também disponibiliza itens de UTI e para os centros de imagens (ultrassom). Portanto, se estiver precisando de algum item, não deixe de fazer um orçamento.
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A aplicação de anestesias em pequenos animais pode ser aplicada em várias situações como forma de reduzir a dor do paciente por um determinado período, por exemplo, nos processos cirúrgicos, procedimentos ambulatoriais, realização de exames, entre outros. No entanto, é importante ter em mente que cada animal possui especificidades que precisam de ser levadas em conta no momento de escolher o tipo mais apropriado e fazer com que a intervenção seja um sucesso.
Pensando nisso, elaboramos este conteúdo para esclarecer as principais dúvidas sobre o assunto. Acompanhe!
É importante ter em mente que existe um tipo de anestesia mais apropriado para cada situação:
Por meio dela ocorre a persa da sensibilidade da dor sem a perda da consciência do paciente. Os medicamentos utilizados têm a função de bloquear os impulsos nervosos da região a ser operada, sendo comumente usada em procedimentos menos invasivos.
Nesse tipo, o anime perde a consciência totalmente. Isso porque, o fármaco suprime temporariamente a sensação integral da dor. É muito usada nos casos de amputação de membros, cirurgias ortopédicas e castração.
Usa fármacos com a finalidade de bloquear a transdução, transmissão e a modulação do estímulo nociceptivo da medula espinhal. Quando aplicados localmente no tecido nervoso, bloqueiam a conduta nervosa de maneira reversível. Por ser utilizada em bloqueio periférico dos membros, infusão contínua, anestesia epidural etc.
As anestesias em pequenos animais podem ser administradas pelas seguintes vias:
Para que o procedimento seja executado de maneira tranquila e segura, é importante estar atento aos cuidados pré-operatório, que envolve uma avaliação clínica detalhada para averiguar o histórico e estado de saúde do animal (pulmão, coração e região a ser operada), coletar amostrar de sangue e urina. Nesse momento, os profissionais qualificados também vão verificar qual o protocolo mais apropriado para o caso em questão. Outros cuidados que devem ser prestados nessa hora pelo dono do animal são:
Agora que você entende quais são os principais tipos de anestesias em pequenos animais, as vias de administração e cuidados pré-operatórias, também é importante contar com equipamentos de qualidade, já que isso é essencial para que os procedimentos sejam feitos de forma segura e eficaz, com resultados bastantes positivos.
Quer conhecer as soluções de anestesia veterinária oferecidas pela Medicalway? Então, acesse nosso site agora mesmo!
As posições cirúrgicas sofreram alterações ao longo dos anos e visam expor adequadamente o campo cirúrgico, facilitando a visualização dos médicos e demais profissionais. Os resultados são salutares: diminuem o tempo de uma cirurgia e os riscos para o paciente.
A escolha da posição ideal é sempre do cirurgião responsável em conjunto com o anestesiologista. Isso porque, enquanto o primeiro precisa ter o campo visual e de manejo adequados, o segundo é o responsável pelo acompanhamento dos sinais vitais e o conforto do paciente — o que auxilia, inclusive, em sua recuperação.
Trata-se da forma como o paciente é disposto na mesa da sala cirúrgica para a realização do procedimento cirúrgico. Já vimos que a posição adequada beneficia os médicos e o paciente. Agora você conhecerá os tipos de posições cirúrgicas.
A posição cirúrgica ideal para o paciente é sempre aquela que permita que:
Os riscos relacionados aos procedimentos cirúrgicos que um paciente pode enfrentar são diminuídos ao estar na posição adequada. Isso acontece devido ao desenvolvimento e aprimoramento das posições facilitando a biodinâmica e a ergonomia do paciente.
A posição cirúrgica ideal facilita o funcionamento do sistema vascular evitando trombose, edemas e outras complicações, daí sua fundamental importância. Além disso, elas permitem uma evolução satisfatória na recuperação do paciente, já que as dores relacionadas à má postura ou ao agravamento de lesões preexistentes são reduzidas.
A seguir, confira os tipos de posições cirúrgicas e quando são usadas!
É o posicionamento mais comum. No entanto, é preciso dar atenção especial ao posicionamento das pernas, para que as articulações dos joelhos não fiquem muito distendidas. A cabeça e a coluna cervical precisam ficar relaxadas. Além disso, deve-se posicionar os braços de forma que sejam evitados danos aos nervos.
É a escolha das cirurgias na coluna. O tórax deve ficar apoiado nos coxins com grande abertura, permitindo a respiração normal e reduzindo a pressão intra-abdominal. A cabeça é posicionada de uma maneira que mantenha a coluna cervical posição neutra. Os joelhos ficarão ligeiramente flexionados e bem acomodados. O uso de travesseiros recortados lateralmente garantem o fácil acesso ao anestesiologista, para uma anestesia segura.
Aqui, o paciente deve permanecer fixado para evitar seu deslocamento. Para o conforto, deve ser utilizado um acolchoamento para pernas e calcanhares. A pessoa pode ficar sobre as articulações motorizadas da mesa, garantindo o acesso ideal à área do tórax ou dos rins.
Neste caso, joelhos e pernas precisam ficar relaxados, ou seja, sem serem distendidos. O dorso e a pederneira devem ser subidos gradualmente, alternando-as. Com o paciente sentado, deve haver nova avaliação visando eliminar pressões que surgiram durante o posicionamento.
Esta é a posição de escolha para cirurgias urológicas e ginecológicas, pois a pélvis fica livre, além de garantir uma maior superfície de suporte para a panturrilha e apoio ao joelho. Além disso, os calcanhares ficam livres, enquanto os pés e os joelhos ficam alinhados ao ombro oposto.
Em cirurgias proctológicas e ginecológicas, após serem anestesiados em posição supina, os pacientes são colocados nesta posição. O tórax é colocado sobre coxins com grande abertura visando a redução da pressão intra-abdominal e não prejudicar a respiração.
Esperamos que o texto tenha explicado adequadamente a importância de acomodar o paciente em uma posição cirúrgica ideal e todas as informações a respeito desse assunto.
Agora, complemente sua leitura com este texto: Entenda como funciona a mesa cirúrgica e como escolher uma.
