
O controle de infecções em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) é um dos maiores desafios enfrentados pelos gestores hospitalares.
Além de comprometer a saúde dos pacientes, as infecções associadas ao uso de equipamentos hospitalares podem gerar graves problemas de gestão e reputação para as instituições de saúde.
Neste artigo, abordaremos os principais desafios relacionados ao controle de infecções em UTIs, os impactos gerados e as soluções disponíveis, com destaque para o uso do filtro HME da Medtronic, uma ferramenta eficaz na prevenção de infecções associadas à ventilação mecânica.
As UTIs concentram os casos mais críticos e, frequentemente, utilizam equipamentos indispensáveis, mas que também podem ser fontes potenciais de infecção. Entender os principais desafios é essencial para prevenir complicações e garantir a segurança do paciente.
As pneumonias associadas à ventilação mecânica (PAV) representam um grande risco para pacientes em UTIs. Esse tipo de infecção ocorre frequentemente devido ao acúmulo de secreções no circuito do ventilador e à ineficaz filtração de micro-organismos no ar.
A falta de barreiras adequadas pode facilitar a transmissão de patógenos, agravando o estado clínico do paciente.
Os cateteres venosos centrais são indispensáveis em muitos tratamentos intensivos, mas, sem o devido cuidado, podem se tornar portais para infecções graves. A contaminação ocorre frequentemente durante a manipulação ou devido a formação de biofilmes nos dispositivos.
Cateteres vesicais, utilizados para monitoramento e drenagem de urina, são outra fonte comum de infecção em UTIs. Sem protocolos rígidos de higiene e manutenção, esses dispositivos podem introduzir micro-organismos no trato urinário, causando complicações.
As infecções adquiridas em UTIs não afetam apenas os pacientes, mas também a gestão hospitalar, elevando custos e comprometendo a credibilidade da instituição.
Pacientes que desenvolvem infecções associadas a dispositivos necessitam frequentemente de tratamentos prolongados, ocupando leitos por períodos superiores ao esperado.
Isso reduz a capacidade do hospital de atender outros pacientes e pode levar a congestionamentos no sistema de saúde.
Infecções hospitalares exigem intervenções adicionais, como uso de antibióticos de amplo espectro e procedimentos invasivos, que aumentam significativamente os custos para o hospital e o paciente.
Casos de infecção podem levar a litígios e processos judiciais, além de manchar a reputação da instituição. Para os gestores, a percepção pública de um ambiente hospitalar inseguro é um prejuízo difícil de reverter.
Investir em práticas e equipamentos que previnam infecções em UTIs é fundamental para garantir a segurança dos pacientes e melhorar a eficiência hospitalar. Confira as principais soluções disponíveis.
Em ambientes hospitalares, o uso adequado de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) é fundamental para garantir a segurança tanto dos profissionais de saúde quanto dos pacientes.
Contudo, tão importante quanto o uso correto dos EPIs é a escolha de equipamentos de alta qualidade e certificados comprovados, uma vez que a eficácia desses dispositivos depende diretamente de sua capacidade de proteção.
Filtros respiratórios de alta eficiência, desempenham um papel fundamental na barreira contra patógenos em ventiladores mecânicos. Eles minimizam o risco de contaminação tanto para o paciente quanto para o ambiente hospitalar.
O filtro HME da Medtronic é um dispositivo projetado para oferecer máxima proteção contra infecções associadas à ventilação mecânica. Este filtro atua tanto como umidificador quanto como barreira eficiente contra micro-organismos, garantindo a segurança do paciente.
Os filtros HME da Medtronic oferecem diversas vantagens que os tornam indispensáveis no combate às infecções em UTIs. Conheça os principais benefícios:
Os filtros HME da Medtronic capturam partículas e micro-organismos com eficiência superior, reduzindo o risco de infecções relacionadas à ventilação mecânica.
Ao criar uma barreira eficaz, os filtros minimizam a probabilidade de transmissão cruzada de patógenos entre pacientes e equipamentos.
Com design compatível e fácil instalação, os filtros Medtronic podem ser integrados rapidamente aos equipamentos já utilizados na UTI, sem a necessidade de ajustes complexos.
Proteger a saúde dos pacientes e a reputação de sua instituição começa com a escolha de equipamentos adequados.
Entre em contato com a Medicalway para saber mais sobre os filtros HME da Medtronic e outras soluções para o controle de infecção em UTIs.
Afinal como é feita uma auditoria hospitalar? Entenda! Quando falamos em auditoria, é comum logo imaginar a conferência de dados financeiros, contábeis e fiscais. Só que o tipo hospitalar não envolve apenas isso. Na verdade, quando descobrimos como é feita uma auditoria hospitalar, fica claro como essa alternativa oferece diferentes possibilidades.
Inclusive, é essencial conhecer esses aspectos porque ela tem grande importância e pode, até mesmo, ajudar a gestão hospitalar. Então, o melhor é que ela seja executada de forma otimizada para servir de apoio para melhorar a qualidade geral dos processos.
Na sequência, apresentamos como é feita uma auditoria hospitalar e quais são as suas características principais. Confira!
A auditoria hospitalar é um estudo ou conjunto de avaliações sobre a eficiência de processos e atividades de uma instituição de saúde. Ela serve para gerar dados relevantes e demonstrar qual é a melhor maneira de agir, diante de objetivos estratégicos e de necessidades específicas.
Ela pode ser realizada periodicamente ou de forma contínua, além de ser externa ou interna. Entre os motivos para a sua realização, estão a obtenção de certificações de qualidade, melhoria de procedimentos e cumprimento de disposições do setor.
Não podemos ignorar a importância de entender como esse processo é executado. Primeiramente, a auditoria pode ser realizada de modo obrigatório (como no caso de um programa de qualidade externo) ou eletivo.
O time de auditores, por sua vez, é composto por profissionais internos, externos ou de maneira mista. Em qualquer situação, a análise é objetiva e imparcial, com o objetivo de fazer um raio-X da instituição.
Para compreender como é feita uma auditoria hospitalar, podemos fazer um paralelo com um diagnóstico médico. O processo envolve diversos exames e análises para entender o que tem um paciente, certo? Com a auditoria, também é assim. São usadas checklists de indicadores para cada etapa, além de serem coletados dados com pacientes e profissionais.
Ao final, todas as informações servem para dar um diagnóstico sobre o que merece atenção ou deve ser executado.
Dependendo do objetivo de realização e do processo a ser analisado, a auditoria se divide em algumas opções. Na sequência, mostramos quais são os tipos principais para tirar todas as suas dúvidas. Confira!
A auditoria hospitalar preventiva acontece de maneira antecipada, mesmo antes de um processo ser colocado em prática. Ela repassa todas as etapas associadas ao procedimento e faz uma análise para saber se é realmente viável e se atende às necessidades.
Vamos imaginar que o hospital vai adotar um novo software de gestão para o prontuário online. Como isso vai afetar a experiência de todos, não faz sentido aplicar logo de início. Então, uma auditoria preventiva é executada para alinhar os pontos que ainda faltam e definir a melhor maneira de agir.
Para saber como é feita uma auditoria hospitalar analítica, é preciso considerar a importância de realizar um estudo completo das informações coletadas. A ideia é reconhecer, com precisão, quais são os pontos com mais dificuldades ou riscos e quais trazem oportunidades.
Não se trata apenas de obter informações e, sim, de analisá-las considerando o contexto para entender onde o hospital pode melhorar.
Já a auditoria operacional é aquela mais voltada para a mão na massa, sabe? O foco está nas atividades do dia a dia, como as etapas de atendimento ao paciente, desde a recepção até o momento da alta.
Ela inclui vários processos e objetivos, como o de melhorar a qualidade para os pacientes ou de evitar problemas com o envio de dados para os convênios médicos, por exemplo.
Tão relevante quanto saber como é feita uma auditoria hospitalar é entender que ela é muito útil para a instituição. Acima de tudo, essa é uma forma de otimizar a gestão, que passa a ser alimentada com informações concretas e objetivas. Ou seja, há como entender quais são os pontos fortes e fracos e como é possível melhorar.
Em relação à saúde suplementar, podemos dizer que é uma forma de evitar as temidas glosas e de conseguir a acreditação. Como é preciso atender a padrões mínimos de processo, a auditoria coloca tudo no lugar certo.
Essa também é uma oportunidade de identificar aspectos de falha e gargalos, em geral. Com a auditoria, há como saber onde estão os principais problemas, o que deve ser priorizado e quais são os impactos gerados por certos cenários.
Então, a auditoria ajuda a evitar desperdícios, a melhorar a lucratividade e a diferenciar a experiência do paciente, que fica mais satisfeito. Trata-se, portanto, de uma ferramenta relevante para a gestão.
Depois de aprender como é feita uma auditoria hospitalar, é o momento de saber como ficar pronto para ela. Isso aumenta as chances de cumprir a avaliação da melhor maneira e, assim, aproveitar ao máximo o que ela oferece para a gestão. Na sequência, mostramos como se preparar para essa fase. Confira!
Ter um bom planejamento é indispensável para passar por essa avaliação. O ideal é começar entendendo quais são os pontos essenciais que serão avaliados, como as etapas conferidas e quais serão os critérios utilizados.
Isso permite compreender quais são os aspectos mais relevantes e que, de fato, vão indicar o sucesso.
Em seguida, é interessante realizar um mapeamento de todas as etapas que estão envolvidas. Descubra como elas se relacionam, quais impactos causam e quais são os resultados esperados.
A partir disso, faça modificações de modo a padronizar os processos. Ser capaz de executar as atividades com consistência faz toda a diferença para obter um bom impacto na auditoria hospitalar.
Também é fundamental treinar a equipe, pois é o que vai garantir que todos estejam prontos para encarar as novas demandas quanto aos processos. Então, após realizar a padronização, nossa dica é consolidar as mudanças por meio do treinamento.
Faça com que todos conheçam os padrões e as exigências e realize testes de implementação até que tudo saia conforme o esperado. Assim, é possível otimizar a performance.
Não podemos ignorar que a preparação para a próxima auditoria, na verdade, começa no final da última. Então, logo depois de receber os resultados, é importante mergulhar nas informações e trabalhar sobre elas.
Isso permitirá entender o que ainda está desalinhado ou que pode ser otimizado, de modo a estruturar ações futuras e rumo à melhoria contínua.
Depois de mostrar como é feita uma auditoria hospitalar, temos que lembrar que ela é importante para a gestão. Se quando utilizamos essa ferramenta a nosso favor, é possível conquistar mais qualidade e atingir objetivos previstos para a instituição. Então, prepare-se para ela, combinado?
Como essa etapa tem tudo a ver com gerenciamento, aproveite para conhecer quais são as melhores ferramentas de gestão hospitalar!
O que não pode faltar em um aparelho de ventilação pulmonar? Diversos quadros de saúde podem levar a perdas ou lacunas em funções vitais do organismo. A Terapia Intensiva permite criar condições para suporte à vida em um momento que o corpo não está conseguindo cumprir com todas as suas funções. O aparelho de ventilação pulmonar tem grande importância em hospitais para auxiliar pacientes com algum acometimento que prejudica o trato respiratório.
No momento atual, com a pandemia de COVID-19, esse equipamento tornou-se ainda mais necessário. Isso acontece porque o coronavírus prejudica diversas funções do sistema respiratório.
Um ventilador pulmonar deve cumprir alguns critérios relevantes para ser utilizado com sucesso no estabelecimento de saúde. Neste post especial, vamos mostrar o que não pode faltar nesse equipamento para procedimentos mais ágeis e de qualidade. Continue acompanhando para aprender mais sobre o assunto!
O processo respiratório assegura a troca de gases necessária para a manutenção do equilíbrio no organismo. Diversas patologias podem afetar as funções nesse sistema, sujeitando o organismo a baixos níveis de oxigenação e trazendo riscos para a vida do paciente.
Nos casos de COVID-19, por exemplo, o coronavírus provoca uma inflamação nos pulmões e vias aéreas. Com isso, um quadro de pneumonia pode se desenvolver. A resposta do sistema imunológico é uma ação anti-inflamatória exagerada, provocando maiores dificuldades na respiração. Um complicador desse cenário é que há estados em que não há sinais visíveis da baixa oxigenação. Nesse contexto, os oxímetros podem ser um bom apoio para auxiliar na identificação de índices reduzidos de oxigênio.
O ventilador pulmonar permite facilitar a realização do movimento respiratório e suprir a necessidade de ar do organismo. Dessa forma, ele auxilia na manutenção da vida até que o paciente melhore do acometimento.
Um aparelho de ventilação pulmonar deve contar com algumas características que garantam agilidade e funcionalidade no dia a dia. Vamos explicar melhor esses aspectos a seguir. Veja mais!
Dispositivos que mostram os parâmetros com facilidade são alternativas mais viáveis para hospitais. Equipamentos que apresentam muita complexidade para disponibilizar dados ocasionam em perdas significativas de tempo, o que pode fazer grande diferença em alguns estados mais críticos.
O Synovent E3 da Mindray, por exemplo, conta com uma interface moderna e de fácil manuseio. Os parâmetros são controlados com agilidade e simplicidade, sendo que o visor pode ser configurado e personalizado de acordo com as preferências e demandas do médico.
Com o passar do tempo, novos recursos vão sendo lançados e as tecnologias progridem continuamente. Um ventilador pulmonar muito antigo pode não ser compatível com outros dispositivos, gerando entraves para as operações. Assim, é importante contar com máquinas modernas para garantir procedimentos mais efetivos.
Com equipamentos avançados, é possível agilizar processos e ter mais prontidão no atendimento. Isso contribui para auxiliar mais pacientes e oferecer suporte adequado às necessidades do público.
O ventilador de UTI SV- 600/800 da Mindray, conta com tela HD Wide Screen. Além disso, ele apresenta a tecnologia Intelligent Assistant, uma ferramenta que auxilia o profissional de saúde nas tomadas de decisão, com base nas recomendações de médicos de ampla expertise sobre diversas modalidades de necessidades clínicas.
Um equipamento que se adapta às necessidades do paciente proporciona condições para atender diversos tipos de público, como infantil, adulto e idoso. O ventilador pulmonar SV-300 da Mindray, por exemplo, permite atender a pacientes adultos e pediátricos. Ele conta com interface intuitiva, com funcionalidades em ordem lógica, facilitando o trabalho de médicos e evitando que eles percam tempo com longas consultas e manuais amplos e complexos de equipamentos.
Contar com dispositivos que oferecem o máximo de segurança para o paciente é essencial. Muitos na Terapia Intensiva estão em quadros realmente difíceis, demandando dispositivos avançados e que oferecem ampla proteção. O SV-300, por exemplo, contém válvulas do sensor de fluxo que suportam autoclavagem. Em um cenário como a pandemia de coronavírus, essa funcionalidade é essencial para evitar risco de contágio.
Já o ventilador pulmonar SV-600/800 conta com uma funcionalidade de segurança como aditivo em caso de falha de fornecimento. O sistema faz backup de ar. Com essa reserva, se ocorrer algum imprevisto, o dispositivo garante o abastecimento de ar ao paciente.
Falhas em equipamentos hospitalares podem gerar grandes prejuízos para o paciente, colocando a vida dele em risco. Falhas em um dispositivo devem ser evitadas ao máximo. Afinal, elas também implicam em problemas para a imagem do hospital e podem colocar médicos em situações complicadas. Dessa forma, é essencial buscar equipamentos hospitalares de elevada qualidade e boa relação custo-benefício.
Destacamos também a importância da realização de manutenções periódicas. As revisões colaboram para a substituição das peças necessárias e para a correção de possíveis disfunções. Esse cenário contribui para que o dispositivo tenha bom desempenho e maior longevidade.
O ventilador pulmonar tem grande importância no hospital, facilitando a realização da respiração quando o organismo apresenta algum impedimento para a efetivação do ciclo respiratório. Dessa forma, o aparelho de respiração mecânica permite assegurar as trocas de gases necessárias para assegurar a vida do paciente em diversos quadros clínicos e contextos médicos.
A Medicalway é uma empresa que comercializa equipamentos médicos e hospitalares de importantes fornecedores mundiais do segmento. Estamos há 18 anos no mercado, nos destacando pela nossa tradição e experiência, em uma ampla trajetória de qualidade dos serviços prestados.
Contamos com ótimas tecnologias de fornecedores de alto padrão, disponibilizamos preços adequados, com opções de financiamentos e condições acessíveis ao mercado. Junto a isso, realizamos o acompanhamento pós-venda e temos suporte técnico qualificado e ágil. Aproveite e entre em contato conosco!
O aparelho de ventilação pulmonar é essencial para a efetividade e eficiência do hospital. Com ele, é possível oferecer suporte à vida em quadros críticos, em que o corpo não consegue realizar a troca de gases respiratórios normalmente.
Gostou de aprender sobre o que não pode faltar no aparelho de ventilação pulmonar? Aproveite e visite página dos ventiladores Mindray comercializados pela Medicalway!
A compra e o uso de qualquer equipamento médico devem atender às regras previstas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Em relação à fiscalização de equipamentos médicos chineses, a responsabilidade é da China Food and Drug Administration (CFDA). Com isso, a expectativa é garantir a qualidade para todos.
Antes de adquirir produtos do setor de saúde oriundos do país asiático, vale a pena compreender o processo e qual é a segurança envolvida, especialmente diante da pandemia do novo coronavírus — que aumentou a compra de insumos vindos da nação.
A seguir, mostramos como funciona a fiscalização de equipamentos médicos da China. Entenda melhor esse panorama!
No começo de 2020, alguns países fizeram uma série de queixas sobre a qualidade dos produtos importados da China. Os Países Baixos, por exemplo, questionaram a eficácia das máscaras de proteção, que não estavam de acordo com as regras esperadas.
A Espanha também fez apontamentos em relação aos testes para o novo coronavírus. Segundo o país, a eficiência ficou muito abaixo dos 80% esperados e alcançou apenas 30% do valor, o que atrapalharia o controle do contágio.
Outras questões surgiram por parte da República Tcheca e das Filipinas quanto aos testes. No entanto, após uma averiguação, a conclusão é de que o uso desses produtos não foi adequado nesses países.
Toda essa situação criou uma espécie de “escândalo” sobre a capacidade da China de fornecer os equipamentos — mas não é preciso se assustar, como veremos a seguir.
Segundo as autoridades chinesas, entretanto, alguns desses problemas eram relacionados aos fabricantes. A questão é que alguns países compraram de produtores que não estariam na lista de empresas autorizadas e que passam pela fiscalização de equipamentos médicos.
Além disso, temos que considerar que o país é um dos maiores produtores de equipamentos hospitalares do planeta. Com o mundo todo à procura dos mesmos itens, a China recebeu uma verdadeira enxurrada de pedidos.
Isso fez com que muitas fábricas de outros produtos se adaptassem para produzir e exportar esses itens. Além disso, tem acontecido uma diminuição nas matérias-primas — principalmente, as que vêm da Europa.
Por outro lado, as marcas já consolidadas no setor se destacam, entre outras coisas, pela qualidade que oferecem. Além das medidas implementadas pela agência regulatória e pelo governo, essas fábricas têm controle de qualidade interno. É por isso que muitas marcas chinesas estão ainda mais comprometidas em entregar itens dentro dos mais altos padrões do mercado.
Sendo a China uma das maiores produtoras de equipamentos médicos do mundo, podemos considerar o país como um concentrador de pedidos da área. No Brasil, inclusive, isso não é diferente.
Em meio à pandemia, tanto a União quanto os estados realizaram diversos pedidos de máscaras e equipamentos, como respiradores e ventiladores pulmonares. No começo de abril, por exemplo, foi anunciada a compra de mais de 240 milhões de máscaras de proteção individual.
No entanto, os Estados Unidos entraram na “disputa” por suprimentos médicos na mesma época. Devido à explosão de casos e com ofertas maiores, o país “derrubou” vários pedidos feitos pelo Brasil e por outros locais.
Outros locais também têm uma relação intensa com o país. Em 2019, o Japão importou quase 5 bilhões de dólares em equipamentos médicos. Em 2018, o Reino Unido importou o equivalente a 1,5 bilhão de dólares. No mesmo ano, a Coreia do Sul gastou pouco mais de 4 bilhões, assim como a Alemanha. Já a Índia pagou 1,6 bilhão, enquanto a Austrália destinou 983 milhões.
Para comparação, em 2018, o Brasil gastou 841 milhões de dólares com transações do setor. Já os Estados Unidos destinaram 11 bilhões apenas a compras desse ramo em 2019.
Desde a reclamação dos países sobre a qualidade dos produtos exportados, as autoridades chinesas têm reforçado a fiscalização de equipamentos médicos. No geral, o país exige atenção com a documentação, para garantir a idoneidade de produção e o atendimento às regras.
Agora, novos documentos serão exigidos para atestar a qualidade de modo completo. Inicialmente, apenas empresas com certificações de produção de itens médicos poderiam exportar. Porém, isso começou a causar atrasos no envio dos pedidos. Diante da situação da pandemia, não há tempo a perder, certo?
Por isso, o governo criou etapas de verificação de atendimento aos padrões, que vão desde a contabilização adequada dos lotes ao controle mais intenso. Mesmo assim, o governo não liberou todos os detalhes sobre quais serão todas as fases adicionadas, mas garantiu que o controle será mais efetivo.
Desse jeito, a expectativa é que os problemas com equipamentos de qualidade insuficiente fiquem no passado. Ao mesmo tempo, o país vem lutando para escalar a produção e evitar atrasos na entrega.
Como visto, as marcas de destaque do mercado chinês oferecem, consistentemente, itens que atendem aos padrões esperados. O problema é que, muitas vezes, existe uma dificuldade para encontrar fornecedores autorizados e capazes de apresentar alta qualidade.
Por isso, o melhor é deixar a importação nas mãos de uma empresa brasileira e comprar diretamente do negócio nacional. O motivo é simples: a empresa fica responsável pelas negociações e por selecionar fabricantes de altíssima capacidade de entrega. Ao mesmo tempo, o preço permanece competitivo e ainda é possível contar com um pós-venda adequado.
Trata-se, portanto, da melhor solução para não ter dúvidas na aquisição — desde equipamentos básicos de proteção até aqueles com muita tecnologia e alto valor agregado.
A fiscalização de equipamentos médicos na China ganhou reforços de destaque para garantir o máximo de qualidade. Além das novas ações, vale a pena contar com uma empresa que realize uma importação adequada. Assim, é possível ter acesso a equipamentos robustos e a um pós-venda de alta capacidade.
Já que esse assunto é tão relevante, compartilhe este post nas suas redes sociais e aproveite para debater sobre o tema com os seus contatos!
