
Nos cenários de cuidados intensivos, as unidades de terapia intensiva (UTIs) desempenham um papel essencial na recuperação e na estabilização de pacientes críticos.
Cada tipo de UTI — neonatal, pediátrica e adulto — apresenta desafios únicos que exigem equipamentos específicos para monitorização e tratamento eficaz.
Neste artigo, veremos como a tecnologia avançada está transformando o atendimento nessas unidades, destacando os equipamentos de ponta projetados para cada categoria.
Alguns dos principais desafios relacionados aos equipamentos em UTIs incluem:
A tecnologia tem revolucionado as UTIs, oferecendo ferramentas avançadas para monitorização e suporte vital.
Equipamentos como monitores multiparâmetros, ventiladores mecânicos inteligentes e sistemas de infusão controlada por computador não apenas melhoram a precisão dos diagnósticos, mas também têm impacto direto na qualidade e eficiência do atendimento emergencial.
Um estudo recente, publicado no Journal of Clinical Monitoring and Computing, por exemplo, mostrou que o uso de monitores multiparâmetros reduziu significativamente o tempo de resposta a emergências médicas, salvando vidas em situações críticas.
Outra tendência é a administração de medicamentos por sistemas de infusão associados á algoritmos de inteligência artificial, que garantem uma administração exata e contínua de fluidos e medicamentos, ajustando automaticamente as taxas de infusão com base nas necessidades do paciente e em parâmetros clínicos monitorados.
Estudos conduzidos pelo Journal of Infusion Nursing destacaram que o uso desses sistemas reduz erros de dosagem e complicações relacionadas à administração de medicamentos, melhorando a segurança e a eficiência no gerenciamento de terapias intravenosas na UTI.
Os bebês prematuros representam um grupo especialmente vulnerável que requer cuidados intensivos e monitorização constante.
Equipamentos específicos são essenciais para proporcionar um ambiente seguro e favorável ao desenvolvimento desses recém-nascidos delicados. A seguir, veja alguns dos equipamentos de ponta mais importantes para a UTI Neonatal:
As incubadoras modernas são essenciais para manter um ambiente estável e controlado para bebês prematuros. Com tecnologia avançada de controle de temperatura e umidade, esses equipamentos ajudam a minimizar o estresse térmico e a promover o desenvolvimento saudável dos recém-nascidos.
Ventiladores específicos para neonatos oferecem modos ventilatórios adaptados às necessidades respiratórias delicadas dos bebês prematuros. Com ajustes precisos de pressão e fluxo, esses ventiladores garantem uma ventilação eficaz e segura, essencial para o suporte respiratório na UTI Neonatal.
A Medicalway conta com o Ventilador de UTI Mindray SV-600/800, que é um dispositivo de ponta, adequado tanto para UTIs Neonatal quanto para Adulto. Ele oferece suporte vital com tecnologia avançada, essencial para a ventilação segura de pacientes em cuidados intensivos.
Monitores dedicados para neonatos permitem a monitorização contínua de parâmetros vitais como frequência cardíaca, respiratória e saturação de oxigênio. Equipados com alarmes configuráveis, esses monitores alertam a equipe médica sobre qualquer variação nos sinais vitais, permitindo intervenções rápidas e precisas.
A UTI Pediátrica demanda equipamentos adaptados às necessidades específicas das crianças, garantindo tanto precisão quanto conforto. A tecnologia é fundamental nesse ambiente, oferecendo soluções avançadas que melhoram significativamente o cuidado e o resultado dos pacientes pediátricos.
Bombas de infusão modernas oferecem flexibilidade no controle da administração de medicamentos, adaptando-se às necessidades específicas de crianças em diferentes faixas etárias. Com a capacidade de ajustar a taxa de infusão com precisão, esses dispositivos minimizam os riscos de erros de dosagem e garantem terapias seguras na UTI Pediátrica.
Na UTI, as bombas de infusão são fundamentais para o controle preciso da administração de medicamentos, garantindo segurança e eficácia no tratamento.
Aqui na Medicalway, oferecemos bombas de infusão que permitem ajustes exatos na taxa de administração, reduzindo significativamente o risco de erros de dosagem e proporcionando maior segurança para pacientes em cuidados intensivos, especialmente em ambientes pediátricos e neonatais.
Monitores cardíacos pediátricos são projetados para detectar e monitorar arritmias e outras anomalias cardíacas em crianças. Equipados com algoritmos avançados de análise de ritmo, esses monitores permitem uma avaliação precisa da função cardíaca, auxiliando na tomada de decisões clínicas rápidas e precisas.
Ventiladores pediátricos oferecem modos ventilatórios adaptados às necessidades respiratórias específicas de crianças, desde bebês até adolescentes.
Com ajustes automáticos de pressão e volume, esses ventiladores proporcionam suporte respiratório personalizado, essencial para o manejo de condições respiratórias complexas na UTI Pediátrica.
A UTI Adulto também necessita de equipamentos robustos e eficientes para o tratamento de condições críticas. A tecnologia avançada nestes equipamentos não só melhora o monitoramento contínuo, mas também otimiza a resposta rápida e eficaz às necessidades dos pacientes adultos.
Monitores multiparâmetros conectados em rede permitem a monitorização contínua de múltiplos sinais vitais, como ECG, pressão arterial e saturação de oxigênio, entre outros. Com capacidade de armazenamento de dados em nuvem e interfaces intuitivas, esses monitores facilitam o acompanhamento contínuo do estado de saúde dos pacientes na UTI Adulto.
A Medicalway oferece uma linha abrangente de monitores multiparamétricos projetados para o monitoramento preciso e contínuo dos sinais vitais em ambientes de terapia intensiva.
Entre os modelos disponíveis estão o Monitor Mindray Linha ePM, que se destaca pela tecnologia avançada de alarmes multiparamétricos para reduzir falsos alarmes e aumentar a precisão no acompanhamento da frequência cardíaca,
Destacamos também, o Monitor Tesla M3, especialmente desenvolvido para monitoramento durante exames de ressonância magnética, garantindo assim a segurança do paciente até durante os exames.
Além do N1, que garante a monitorização durante transporte e também possui capacidade de se conectar e transferir as informações do paciente para o prontuário eletrônico durante todo seu acompanhamento.
Esses monitores atendem diversas necessidades clínicas, promovendo uma resposta rápida e eficiente às variações nos sinais vitais dos pacientes em UTIs.
Ventiladores avançados oferecem uma variedade de modos ventilatórios adaptáveis às condições clínicas dos pacientes adultos. Com algoritmos de ajuste automático de parâmetros ventilatórios, esses dispositivos garantem uma ventilação eficaz e personalizada, contribuindo para a recuperação respiratória dos pacientes na UTI Adulto.
Bombas de infusão reduzem erros de administração e garantem a precisão na entrega de terapias farmacológicas na UTI Adulto. Com funcionalidades de dupla verificação e registro automático de administração, esses sistemas aumentam a segurança e a eficiência no manejo de medicamentos críticos.
Na Medicalway, estamos comprometidos em oferecer soluções personalizadas de alta tecnologia para UTIs, visando melhorar significativamente o gerenciamento e a eficiência dos cuidados intensivos.
Nossos sistemas de alarme de baixo, médio e alta complexidade permitem uma integração perfeita entre dispositivos, eliminando a necessidade de anotações manuais e garantindo a integridade dos dados.
A conectividade avançada facilita a gestão das informações clínicas de maneira simplificada e confiável.
Além disso, nossas soluções incluem tecnologias como sistemas de aquecimento ativo, projetados para manter a temperatura corporal dos pacientes de forma precisa e segura, em situações de risco.
Entre em contato conosco hoje mesmo para descobrir como podemos ajudar a melhorar os cuidados intensivos em sua instituição, oferecendo equipamentos de última geração e suporte especializado.
A escolha de um monitor multiparamétrico não é uma decisão técnica isolada. Ela impacta a segurança do paciente, o fluxo de trabalho da equipe clínica, a manutenção preventiva do setor e a conformidade com as normas sanitárias vigentes.
Para quem especifica ou aprova equipamentos em hospitais e clínicas, a pergunta mais relevante não é apenas qual monitor comprar, mas qual equipamento é mais adequado para cada tipo de leito e contexto assistencial.
Este artigo responde a essa questão com base em critérios técnicos e regulatórios objetivos.
Um monitor multiparamétrico é um equipamento médico que realiza a mensuração contínua e simultânea de múltiplos parâmetros fisiológicos do paciente, exibindo os dados em tempo real em uma única tela.
Os parâmetros mais comuns incluem eletrocardiograma (ECG), frequência cardíaca, oximetria de pulso (SpO₂), pressão arterial não invasiva (NIBP), frequência respiratória e temperatura. Dependendo do modelo e da configuração modular, o equipamento pode incorporar parâmetros adicionais, como pressão arterial invasiva (IBP), capnografia (EtCO₂), débito cardíaco e oxigenação tecidual regional.
A diferença entre um monitor básico e um monitor de alta acuidade está justamente na quantidade de parâmetros que pode mensurar simultaneamente, na capacidade de expansão modular e no nível de integração com os demais sistemas do hospital.
A RDC-07 da Anvisa, de 24 de fevereiro de 2010, que dispõe sobre os requisitos mínimos para funcionamento de Unidades de Terapia Intensiva, estabelece no Art. 57 que cada leito de UTI adulto deve possuir equipamentos e materiais que permitam monitorização contínua de frequência respiratória, oximetria de pulso, frequência cardíaca, cardioscopia, temperatura e pressão arterial não invasiva. A mesma exigência se aplica aos leitos de UTI pediátrica (Art. 62) e UTI neonatal (Art. 68).
Ou seja, a presença do monitor multiparamétrico não é uma opção, é uma obrigação regulatória. O que varia por setor é o conjunto de parâmetros exigidos e o nível de complexidade necessário para atender adequadamente o perfil de cada paciente.
A UTI adulto é o ambiente de maior variedade de perfis clínicos: pacientes pós-cirúrgicos, sépticos, com insuficiência respiratória, cardíaca ou neurológica. O monitor precisa cobrir os parâmetros básicos exigidos pela RDC-07, mas a capacidade de expansão modular é um fator determinante para os leitos de maior complexidade.
Em leitos onde há monitoramento hemodinâmico invasivo contínuo, por exemplo, a necessidade de visualizar múltiplas curvas de pressão arterial invasiva simultaneamente ao ECG e à capnografia exige um equipamento com maior número de formas de onda simultâneas e tela com resolução adequada para leitura à distância.
O ambiente neonatal impõe restrições específicas ao equipamento. Além dos parâmetros de monitoramento adaptados para recém-nascidos, o monitor precisa operar em modo noturno (redução de brilho e volume), suportar perfis de alarme configuráveis por idade gestacional e ter dimensões compatíveis com um leito que já concentra incubadora, bombas de infusão e outros equipamentos.
Nesse contexto, o tamanho físico do monitor e a especificidade dos parâmetros neonatais pesam tanto quanto a capacidade técnica bruta do equipamento.
No centro cirúrgico e na Unidade de Terapia Pós-Anestésica (UTPA), o monitor acompanha procedimentos que demandam parâmetros específicos: monitoramento neuromuscular (NMT), índice bispectral (BIS) para profundidade anestésica, capnografia volumétrica e, em cirurgias cardíacas, suporte ao modo bypass cardiopulmonar (CPB).
A escolha do monitor para esses ambientes precisa considerar a compatibilidade com os módulos de anestesia e a capacidade de integração com o sistema de gestão cirúrgica do hospital.
Em leitos de menor complexidade, como enfermarias monitoradas ou salas de observação, o perfil clínico do paciente geralmente não exige a totalidade dos módulos disponíveis em um monitor de alta acuidade. Nesses casos, um equipamento mais compacto, com os parâmetros básicos e boa conectividade com a central de enfermagem, atende a demanda sem superdimensionamento.
Um monitor que não conversa com o prontuário eletrônico do hospital gera retrabalho manual e aumenta o risco de erros de transcrição. A compatibilidade com protocolos HL7, integração via gateway com sistemas EMR/HIS e conexão com centrais de monitoramento são critérios que precisam ser verificados antes da aquisição, não depois.
A fadiga de alarme é um problema documentado em ambientes de terapia intensiva. Monitores com tecnologia de filtragem e priorização de alarmes, que reduzem notificações não acionáveis sem comprometer a detecção de eventos reais, contribuem diretamente para a segurança do paciente e para a qualidade do trabalho da equipe.
Hospitais em crescimento ou em processo de qualificação tecnológica se beneficiam de plataformas modulares, onde o mesmo equipamento pode ser expandido com novos módulos conforme a demanda clínica aumenta. Isso protege o investimento inicial e evita a substituição completa do parque de monitores a cada mudança de complexidade do setor.
A disponibilidade de manutenção autorizada na região é um critério frequentemente subestimado na especificação. Um equipamento com suporte técnico distante do hospital pode significar longos períodos de indisponibilidade e dependência de peças com prazo de entrega estendido.
A linha BeneVision N Series da Mindray reúne os monitores N12, N15 e N17, desenvolvidos para atender os diferentes perfis de leito com a mesma plataforma tecnológica. Os três modelos compartilham interface, módulos e ecossistema de conectividade, o que permite ao hospital padronizar tecnologia e treinamento mesmo utilizando modelos diferentes em setores distintos.
A série é indicada pelo fabricante para UTI adulto, UTI neonatal, UTI pediátrica, centro cirúrgico, UTPA e pronto-socorro. Entre os recursos da plataforma estão a tecnologia iAlarm para redução de alarmes não acionáveis, integração com BeneVision DMS para monitoramento centralizado, conectividade HL7 via eGateway e compatibilidade com módulos avançados de hemodinâmica, capnografia volumétrica e oxigenação tecidual regional.
Os modelos se diferenciam principalmente pelo tamanho de tela e número de formas de onda simultâneas: o N15 tem tela de 15,6″ e exibe até 10 formas de onda; o N17 tem tela de 18,5″ e exibe até 12.
A MedicalWay é distribuidora autorizada da Mindray no Sul do Brasil e a única empresa da região credenciada para manutenção autorizada dos equipamentos da marca. Isso garante suporte técnico especializado com peças originais e tempo de resposta mais ágil do que empresas sem estrutura regional.
Os monitores da linha BeneVision estão disponíveis nas modalidades de compra, aluguel e comodato. Para hospitais e clínicas que precisam dimensionar o investimento por leito ou testar a tecnologia antes de uma aquisição definitiva, as modalidades flexíveis permitem estruturar a operação conforme a realidade financeira da instituição.
Entre em contato com a equipe da MedicalWay para uma avaliação técnica e comercial personalizada para a sua unidade.
Um monitor multiparamétrico mede simultaneamente múltiplos sinais vitais do paciente, como frequência cardíaca, ritmo cardíaco (ECG), saturação de oxigênio no sangue (SpO₂), pressão arterial não invasiva (NIBP), frequência respiratória e temperatura. Modelos avançados podem incluir pressão arterial invasiva (IBP), capnografia, débito cardíaco e outros parâmetros, dependendo dos módulos instalados.
Na prática, a distinção está na complexidade e nos recursos disponíveis. Monitores de leito em enfermarias geralmente cobrem os parâmetros básicos de vigilância. Monitores de UTI são equipamentos de alta acuidade, com maior número de parâmetros simultâneos, capacidade modular para expansão, armazenamento extenso de dados e integração com centrais de monitoramento e sistemas hospitalares.
Sim. A RDC-07 da Anvisa exige que cada leito de UTI adulto, pediátrico e neonatal disponha de equipamentos que permitam a monitorização contínua de frequência respiratória, oximetria de pulso, frequência cardíaca, cardioscopia, temperatura e pressão arterial não invasiva.
É um monitor cuja capacidade pode ser expandida com a adição de módulos de parâmetros específicos, como pressão invasiva, capnografia ou hemodinâmica avançada. A vantagem da plataforma modular é que o hospital pode adquirir o equipamento em uma configuração inicial e expandi-lo conforme a demanda clínica cresce, sem precisar substituir o monitor.
Os principais critérios são: complexidade clínica do leito, parâmetros necessários para o perfil dos pacientes internados, necessidade de integração com sistemas hospitalares, disponibilidade de manutenção autorizada na região e modelo de aquisição (compra, aluguel ou comodato).
Escolher o monitor multiparamétrico certo para uma UTI vai muito além do preço. Tela, quantidade de formas de onda exibidas simultaneamente, capacidade modular e integração com o sistema do hospital são fatores que impactam diretamente a segurança do paciente e o fluxo de trabalho da equipe clínica.
O BeneVision N17 e o BeneVision N15, ambos da Mindray, fazem parte da mesma família, a série N, e compartilham a mesma plataforma tecnológica. Mas há diferenças objetivas entre eles que definem qual modelo é mais adequado para cada cenário de cuidado intensivo.
A seguir, um comparativo técnico e clínico completo entre os dois modelos.
Os dois modelos são monitores modulares de alta acuidade, desenvolvidos para ambientes críticos como UTI, UCC, UTIN, centro cirúrgico, UTPA e pronto-socorro, indicação declarada pelo próprio fabricante.
Ambos compartilham a mesma base tecnológica:
Com a base em comum estabelecida, as principais diferenças entre os dois modelos estão na escala, tela, formas de onda simultâneas e dimensões físicas.

A principal diferença do N17 em relação ao N15 está na tela de 18,5″ Full HD e na capacidade de exibir até 12 formas de onda simultaneamente. Em termos clínicos, isso significa mais parâmetros visíveis ao mesmo tempo, sem necessidade de alternar telas, o que pode ser relevante em pacientes com monitoramento hemodinâmico invasivo extenso, onde múltiplas curvas de pressão, ECG e dados respiratórios precisam estar acessíveis de forma contínua.
Leitos de maior complexidade clínica tendem a se beneficiar da capacidade de exibição ampliada do N17. Isso inclui pacientes sob monitoramento hemodinâmico invasivo (com uso de módulos PiCCO, ICG ou ScvO₂), onde a leitura simultânea de mais formas de onda oferece uma visão mais completa do quadro sem navegação adicional.
No centro cirúrgico, o N17 é uma opção bem ajustada para procedimentos de maior complexidade, pois combina os módulos modo CPB, NMT e INVOS rSO₂ com uma tela que comporta o volume de informações gerado nesses contextos.
O N15 oferece a mesma plataforma do N17 em um formato mais compacto. Com tela de 15,6″ Full HD e até 10 formas de onda simultâneas, mantém todos os parâmetros, módulos e recursos de conectividade da série N, com menor ocupação de espaço e peso reduzido (5,4 kg ante 7,3 kg do N17).
O N15 atende bem a maioria dos perfis de pacientes críticos internados em UTI geral, com monitoramento cardiorrespiratório completo e suporte a módulos hemodinâmicos. As 10 formas de onda simultâneas são suficientes para os protocolos de monitoramento mais comuns nesses ambientes.
O formato mais compacto pode ser vantajoso em setores com maior densidade de equipamentos ao redor do leito, como a UTIN, onde o espaço físico costuma ser mais restrito. Nesse sentido, o N15 também conta com os recursos neonatais da série N: modo noturno, redução automática de brilho e volume, e perfis de alarme configuráveis por idade gestacional.
Para hospitais em processo de padronização tecnológica em múltiplos leitos, o N15 representa uma opção estratégica: entrega a mesma interface, os mesmos protocolos de treinamento e o mesmo ecossistema de dados do N17, com uma configuração adequada para leitos de complexidade padrão a alta.
A decisão entre N17 e N15 passa por três perguntas objetivas:
Qual é a complexidade clínica predominante do leito?
Leitos com monitoramento hemodinâmico invasivo extenso, onde várias curvas precisam ser acompanhadas simultaneamente, tendem a se beneficiar das 12 formas de onda e da tela maior do N17. Para o perfil de complexidade padrão a alta de uma UTI geral, o N15 atende com a mesma plataforma.
Qual é o espaço físico disponível no leito?
As dimensões menores do N15 (396 x 313 x 193 mm ante 466 x 355 x 210 mm do N17) podem ser determinantes em setores com grande densidade de equipamentos.
Qual é a estratégia de investimento por leito?
Os dois modelos podem coexistir na mesma UTI, integrados à mesma central BeneVision DMS, com a equipe operando ambos sem curva de aprendizado adicional. Isso permite destinar o N17 para os leitos de maior criticidade e o N15 para os demais, mantendo uniformidade de plataforma e gestão de dados.
A MedicalWay é distribuidora autorizada da Mindray no Sul do Brasil e a única empresa da região credenciada para manutenção autorizada dos equipamentos da marca. Isso garante suporte técnico especializado, peças originais e atendimento ágil, sem depender de deslocamentos de outras regiões do país.
Os monitores BeneVision N17 e N15 estão disponíveis nas modalidades de compra, aluguel e comodato. Entre em contato com a equipe da MedicalWay para uma análise da configuração mais adequada para a realidade da sua unidade.
A modernização do parque tecnológico hospitalar é indispensável para instituições de saúde que desejam manter alto desempenho assistencial, segurança do paciente e eficiência operacional.
No entanto, o avanço acelerado da tecnologia médica, combinado ao aumento do custo de aquisição de dispositivos, desafia gestores e médicos responsáveis pela tomada de decisão.
Diante disso, a locação de equipamentos médicos no Sul do Brasil vem ganhando espaço como modelo estratégico para clínicas, hospitais e centros de diagnóstico que buscam previsibilidade, atualização tecnológica e redução de custos.
Esse formato atende à necessidade de escalabilidade e elimina barreiras financeiras que muitas vezes impedem a expansão dos serviços.
Ao longo deste artigo, entenda como funciona o aluguel, como comparar com a compra, e descubra em que situações a locação traz maior retorno. Além disso, saiba como funciona a locação de equipamentos médicos no Sul do Brasil com a Medicalway. Acompanhe.
A locação consiste no fornecimento de dispositivos médico-hospitalares por um período determinado, mediante pagamento mensal pré-estabelecido. Diferente da compra, o investimento inicial é reduzido e o cliente tem acesso imediato ao equipamento em plena capacidade de uso.
Esse modelo abrange equipamentos de grande demanda, como monitores multiparâmetros, foco cirúrgico, bisturis eletrônicos, ultrassons, desfibriladores e sistemas de ventilação pulmonar. A locação costuma incluir manutenção preventiva, corretiva, substituição rápida e suporte técnico especializado, garantindo continuidade operacional.
Além disso, o processo é simples:
A adoção da locação vem crescendo no Sul do Brasil por combinar economia, agilidade e atualização tecnológica — fatores essenciais para competir em um setor cada vez mais exigente.
Dados de estudos de gestão hospitalar indicam que até 60% do orçamento de novos setores é consumido pela aquisição de dispositivos médicos.
A locação elimina esse impacto de forma imediata, permitindo direcionar capital para áreas estratégicas, como expansão de leitos, qualificação de equipes ou melhorias estruturais.
Além disso, reduz despesas com manutenção, peças e substituição de componentes.
A demanda hospitalar pode variar conforme a sazonalidade, expansão da rede, novos serviços ou aumento abrupto de atendimentos. Com a locação, gestores podem:
Essa flexibilidade evita ociosidade e otimiza o uso dos recursos.
O ciclo de atualização de tecnologias médicas é cada vez mais curto. Pesquisas apontam que equipamentos de diagnóstico e suporte à vida têm vida útil tecnológica entre 3 e 5 anos. A locação garante acesso contínuo a versões modernas, com recursos mais precisos e confiáveis.
Isso eleva a segurança do paciente, melhora protocolos clínicos e reduz riscos de falha operacional.
Outro ponto decisivo para hospitais é a manutenção. Paradas inesperadas podem comprometer setores inteiros. A locação evita esse risco ao incluir:
Dessa forma, o equipamento permanece sempre funcional.
Equipes financeiras valorizam a previsibilidade que a locação oferece. As parcelas são fixas, sem surpresas, e permitem um planejamento orçamentário mais claro, o que é essencial para instituições privadas, filantrópicas e públicas da região Sul.
A escolha depende da estratégia, fluxo de caixa e tipo de equipamento necessário. A tabela abaixo resume as diferenças principais:

Em muitos casos, a locação oferece melhor equilíbrio entre custo, tecnologia e operação — principalmente em instituições que buscam escalabilidade ou ainda não podem investir pesado em compra.
A Medicalway é referência no Sul do Brasil pela combinação de expertise técnica, atendimento consultivo e um portfólio robusto de equipamentos para diferentes especialidades. Com mais de duas décadas no mercado, atua com foco em confiabilidade, disponibilidade operacional e atualização constante.
O modelo de locação da Medicalway se diferencia por entregar valor em várias frentes:
A empresa disponibiliza equipamentos essenciais para centros cirúrgicos, UTIs, pronto-atendimento, diagnóstico por imagem e setores especializados. Todos passam por calibração, testes e validações rigorosas.
A Medicalway possui equipes dedicadas no Sul do Brasil, garantindo respostas ágeis e substituição imediata nos casos de falha — reduzindo o tempo de indisponibilidade e mantendo o fluxo clínico.
Hospitais têm demandas diferentes. A Medicalway oferece:
A empresa acompanha todo o processo de implantação, desde entrega e instalação até a capacitação das equipes assistenciais, garantindo uso seguro e eficiente.
Os contratos incluem manutenção, suporte, peças e atualizações sem custos adicionais, facilitando o planejamento orçamentário.
Isso fortalece a premissa que guia a marca: Medicalway — tecnologia que transforma vidas.
Redução de custos, flexibilidade, atualização tecnológica constante, manutenção inclusa e previsibilidade financeira. A locação também permite acelerar a implantação de novos serviços.
A locação é indicada quando a instituição precisa preservar capital, expandir serviços rapidamente, evitar obsolescência ou operar com demanda variável. Também é ideal para hospitais que desejam modernizar o parque tecnológico sem grandes investimentos.
Na locação, existe pagamento mensal e serviços associados (manutenção, suporte, troca). No comodato, o equipamento é cedido gratuitamente, geralmente vinculado ao consumo de insumos — um modelo mais limitado e menos flexível.
A Medicalway oferece desde dispositivos de suporte à vida, como ventiladores pulmonares e monitores, até equipamentos cirúrgicos, focos, desfibriladores e tecnologias de diagnóstico.
Sim. Toda a manutenção preventiva, corretiva e assistência técnica fazem parte do contrato, garantindo operação contínua e segura.
A modernização do parque tecnológico não precisa ser um desafio financeiro ou operacional. A locação oferece caminhos mais seguros, inteligentes e escaláveis para hospitais e clínicas do Sul do Brasil.
Para receber uma análise consultiva e identificar quais equipamentos atendem às necessidades da sua instituição, fale com a equipe especialista da Medicalway.
Entre em contato e descubra a solução ideal para o seu hospital.
