O que devo observar na hora de comprar um desfibrilador?

A decisão de comprar um desfibrilador para um ambiente hospitalar ou de emergência é fundamental para salvar vidas em situações de risco extremo, como a parada cardiorrespiratória e outras arritmias cardíacas.

Equipamentos de desfibrilação bem escolhidos são determinantes para a eficácia do atendimento médico imediato. 

Neste artigo, vamos detalhar como tomar a melhor decisão ao comprar um desfibrilador, levando em consideração fatores técnicos, custos e conformidades regulatórias. Confira!

Importância do desfibrilador na prática clínica

A presença de desfibriladores em pontos estratégicos dentro de ambientes médicos aumenta a chance de sobrevida dos pacientes em situações críticas. 

Como sabemos, a parada cardiorrespiratória pode ocorrer por diversos motivos, como trauma, doenças cardíacas ou até choques elétricos, e a agilidade no atendimento é fundamental para evitar sequelas graves ou morte súbita. 

Sendo assim, comprar um desfibrilador não é apenas uma necessidade, mas um compromisso com a saúde e bem-estar dos pacientes.

Fatores a considerar ao comprar um desfibrilador

Ao escolher um desfibrilador, a decisão deve ser baseada em uma análise cuidadosa de diversos fatores técnicos e operacionais. A seguir, detalharemos os principais pontos que devem ser observados:

  • Custos: a compra do desfibrilador envolve mais do que o valor inicial do equipamento. Deve-se considerar também os custos com manutenção, reposição de baterias, eletrodos e outros consumíveis. Faça uma análise de custo-benefício a longo prazo.

  • Rapidez na desfibrilação: a eficiência de um desfibrilador está diretamente relacionada ao tempo que ele leva para entregar o choque. Modelos que garantem a entrega rápida do choque aumentam as chances de reversão do quadro de parada cardíaca.

  • Facilidade de uso: alguns desfibriladores, especialmente os modelos automáticos (DEA), são projetados para que qualquer pessoa, mesmo sem treinamento médico avançado, consiga utilizá-los com segurança. Escolha equipamentos com interfaces simples e instruções claras.

  • Tamanho e durabilidade: em hospitais ou clínicas com espaço limitado, modelos compactos podem ser uma solução mais prática. Além disso, a durabilidade do equipamento é essencial para garantir seu funcionamento seguro e eficaz ao longo do tempo.

  • Conectividade e monitoramento remoto: desfibriladores com tecnologia de conectividade permitem monitoramento remoto e a coleta de dados em tempo real, o que pode ser crucial em ambientes de emergência.

  • Confiabilidade: a operação confiável e sem falhas é indispensável. Modelos com alarmes automáticos que indicam bateria fraca ou falhas no sistema são altamente recomendados.

  • Tecnologia avançada: em um mundo cada vez mais digital, desfibriladores com recursos tecnológicos modernos oferecem maior precisão e eficiência no tratamento de arritmias.

Tipos de desfibriladores: qual escolher?

Existem diferentes tipos de desfibriladores, cada um adequado a necessidades específicas. Ao comprar um desfibrilador, é importante saber qual modelo atende melhor à sua instituição. Os principais tipos incluem:

  • Desfibrilador externo automático (DEA): ideal para uso em situações de emergência por pessoas não treinadas. O DEA detecta automaticamente a necessidade de choque e realiza a aplicação sem intervenção manual.

  • Desfibrilador manual: requer conhecimento técnico, pois o profissional de saúde deve ajustar a intensidade do choque e decidir o momento adequado para a aplicação.

  • Cardioversor: equipamento utilizado por profissionais de saúde, com capacidade para administrar choques sincronizados com o ritmo cardíaco.

  • Desfibrilador implantável: utilizado em pacientes com risco elevado de fibrilação ventricular, o dispositivo é inserido no corpo e administra choques automaticamente quando necessário.

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SAIBA MAIS

Custos e manutenção de um desfibrilador

Ao comprar um desfibrilador, os custos envolvidos vão além do valor inicial do equipamento. A manutenção regular é essencial para garantir seu funcionamento eficiente e seguro.

Além disso, a substituição de componentes como baterias, eletrodos e pás representa uma despesa recorrente. O custo desses itens pode variar conforme o modelo e a frequência de uso.

  • Custo inicial: no Brasil, os desfibriladores costumam custar entre R$ 7.000,00 e podem aumentar dependendo da marca e das características técnicas.
  • Manutenção anual: o custo da manutenção, incluindo a troca de baterias e outros consumíveis, pode chegar a R$ 2.622,00 por ano.

Como a localização e o ambiente influenciam na escolha

É fundamental que o desfibrilador esteja disponível de forma acessível em pontos estratégicos dentro dos ambientes hospitalares e públicos. 

A portabilidade e a resistência à água e poeira são essenciais em locais com alta circulação de pessoas, como estádios, shoppings e transportes públicos.

Além disso, algumas normas podem determinar a presença de desfibriladores em locais de grande circulação, especialmente em espaços onde há fluxo superior a 2.000 pessoas por dia.

A importância do treinamento para o uso de desfibriladores

Embora os desfibriladores modernos, como os modelos externos automáticos (DEA), sejam projetados para facilitar o uso, o treinamento contínuo ainda é fundamental para garantir sua utilização eficaz, especialmente em situações de emergência.

  1. Compreensão do equipamento

O treinamento permite que os usuários entendam o funcionamento do desfibrilador, o que ajuda a identificar rapidamente a necessidade de uso e aumentar a eficácia do tratamento.

  1. Segurança e evitação de erros

Embora o DEA forneça orientações automáticas, o treinamento reduz erros, como a aplicação de choques em momentos inadequados, o que pode ser prejudicial.

  1. Capacitação de profissionais e leigos

O treinamento não é apenas para profissionais da saúde. Pessoas leigas, como funcionários de empresas ou instituições públicas, também devem ser treinadas para usar o desfibrilador em emergências.

  1. conformidade regulatória

Em muitos locais, o uso de desfibriladores em espaços públicos exige que os operadores sejam treinados para cumprir as normas de saúde e segurança.

  1. Simulações práticas

O treinamento prático permite que os operadores ganhem confiança, melhorando a reação em situações de alta pressão.

  1. Atualizações tecnológicas

Com a constante evolução dos desfibriladores, o treinamento contínuo ajuda os operadores a se atualizarem quanto às novas funcionalidades e avanços tecnológicos.

Medicalway: a escolha certa para adquirir seu desfibrilador

Ao comprar um desfibrilador, é essencial realizar uma análise detalhada de todos os aspectos do equipamento, desde os custos até as características técnicas. 

Além disso, contar com um fornecedor confiável e com experiência é fundamental. Esse fornecedor deve garantir não apenas a qualidade do produto, mas também oferecer suporte técnico especializado e assegurar que o equipamento esteja sempre em conformidade com as normas e regulamentações de saúde.

A Medicalway se destaca como a melhor opção para a aquisição de desfibriladores de alta qualidade na região Sul do Brasil. 

Com um portfólio de produtos renomados e um atendimento especializado, a Medicalway oferece soluções completas para garantir a segurança e eficiência no atendimento a emergências. 

Investir em um desfibrilador da Medicalway é investir na segurança de sua instituição e, principalmente, na vida de seus pacientes.

Entre em contato com a Medicalway agora mesmo e descubra como podemos ajudá-lo a escolher o desfibrilador ideal para sua necessidade. Nossa equipe está pronta para fornecer toda a orientação necessária para uma escolha segura e eficaz.

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    O que é workflow e como aplicá-lo em hospitais e clínicas?

    O workflow é um termo que, traduzido, significa “fluxo de trabalho”. Seu conceito principal é melhorar a organização do fluxo de informações de uma instituição por meio da automatização de processos.
    Essa automatização constitui em uma série de etapas e regras estabelecidas que buscam a sincronização das atividades de departamentos para melhorar os processos internos e facilitar e o fluxo de informações.
    Na área hospitalar, o fluxo de informações é dinâmico e necessita de agilidade e atenção. Essas informações envolvem processos organizacionais complexos, como: fichas de pacientes, agendamento de consultas e cirurgias, repasse de atividades, entre outros. Geralmente, esse conteúdo é armazenado em um considerável volume de papéis. Por isso, faz-se necessário o uso de ferramentas adequadas para evitar e perda de informações e desorganização das atividades internas.
    Por esta razão, o workflow é uma ferramenta essencial para manter as atividades e informações organizadas de uma forma segura, ágil e eficiente.

    Como o workflow funciona?

    O workflow atua no controle e automatização de processos. Ou seja, é realizado o gerenciamento das atividades internas, visando a sincronia de informações e aumento da produtividade dos colaboradores.
    A abordagem utilizada é baseada na arquitetura cliente-servidor. Essa arquitetura é uma tecnologia que utiliza sistemas da computação para manutenção de informações (servidor) para responder o cliente quando há um pedido, diretamente em seu e-mail, por exemplo.
    Ou seja, o método do workflow atua diretamente com a tecnologia para facilitar o fluxo de informações, tanto interna quanto externa.

    Como o workflow auxilia nos hospitais e clínicas?

    Essa tecnologia permite alocar e maximizar os recursos para melhorar os serviços de saúde de forma prática e eficiente. Como exemplo:

    Atendimento

    Com a automatização dos processos, os atendimentos passam a ser mais controlados e segmentados, tornando a atividade do colaborador mais eficiente. O workflow no atendimento ajuda o colaborador a visualizar a resolução de problemas, otimizando o tempo.

    Organização das atividades

    Com o controle das atividades, o workflow melhora a organização e distribuição das funções dos colaboradores como um todo. A sincronia e fluxo das informações passam a ser mais dinâmicos, tornando cada atividade mais clara e responsiva àquela pessoa ou departamento.

    Gestão de agenda médica

    O workflow auxilia no agendamento de consultas e outros atendimentos médico, como: cirurgias e internamentos pelo meio online. A gestão da agenda é mais otimizada, organizada e segura, já que as informações são armazenadas em sistemas computacionais.

    Gestão financeira

    Analisar as despesas e corte de gastos é uma tarefa complexa para ser realizada manualmente. Com o workflow é possível visualizar e ter uma gestão financeira mais eficaz. Nesse método é mais fácil identificar os locais em que há maior necessidade de análise, corte e aumento de investimento.

    Agilidade na tomada de decisões 

    O workflow utiliza da tecnologia de sistemas de computação para auxiliar nos processos internos. Com isso, quando surge a necessidade de tomar alguma decisão urgente, o colaborador consegue visualizar qual é a melhor ação a tomar.

    Processos cirúrgicos

    Existem diversas etapas para encaminhar e aprovar o paciente a alguma cirurgia. Geralmente, quando o processo não está bem alinhado podem surgir alguns problemas, como: erros de documentação ou agendamentos equivocados. Com o workflow automatizado, o repasse das informações é validado e efetuado somente se elas estiverem completas.
    Os benefícios que o workflow traz para hospitais e clínicas são essenciais para quem deseja melhorar o fluxo de atividades internas. Por meio da automatização, as atividades se tornam menos complicadas para o colaborador. Por isso, a tecnologia é uma aliada, sendo o pilar para que todas as atividades sejam otimizadas.
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    A importância da gestão hospitalar e a metodologia 5S

    Ter uma boa gestão é essencial para alcançar o sucesso de qualquer ramo de negócios. A gestão é responsável por organizar e alinhar as operações para que cada colaborador esteja sintonizado com os objetivos da organização. Por isso, é necessário implementar novas ferramentas e trabalhar em mudanças estratégicas. Na área da saúde, a gestão hospitalar é responsável direta pela segurança dos pacientes e por salvar vidas.
    Um hospital que esteja com muitas filas, falta de organização na marcação de consultas ou com excesso de reclamações no atendimento, por exemplo, deve procurar maneiras de otimizar os processos da gestão rapidamente. Para isso, uma das ferramentas mais utilizadas na aplicabilidade de novas estratégias é a Metodologia dos 5S.

    O que é a Metodologia 5S?

    Criada pelo químico e Dr. Kaoru Ishikawa, de origem japonesa, os 5S têm como objetivo instruir os colaboradores sobre a importância da organização e novos hábitos, limpar o ambiente, evitar desperdícios, aumentar a produtividade e otimizar o tempo padronizando processos.
    Tudo isso baseado em 5 princípios representados pela palavra japonesa: seiri, que pode ser traduzida como “senso“. Confira:

    1- Seiri, senso de utilização

    Nesse caso, o seiri estabelece que é essencial separar o necessário do desnecessário e descartar o que for inútil àquele espaço. Visando maior aproveitamento do ambiente e organização dos materiais.

    2- Seiton, senso de organização/arrumação

    Após realizar a separação dos materiais e descartar o que for inútil, é necessário colocar as coisas em seus devidos lugares e classificar os objetos para manter a organização e otimizar o tempo para quem for buscar algo.

    3- Seiso, senso de limpeza

    É a limpeza regular do ambiente. Essa etapa é uma das mais importantes no processo, pois um ambiente que esteja devidamente limpo causa conforto e motivação nos colaboradores.

    4- Seiketsu, senso de padronização e higiene

    Essa é a etapa em que se padroniza as etapas anteriores, ou seja, normaliza e impõe rotinas aos colaboradores em relação a limpeza, organização e utilização do ambiente.

     5- Shitsuke, senso de disciplina/preservação

    Nesse último passo, a ideia é fazer os colaboradores criarem a autodisciplina para que as etapas anteriores virem um hábito e passem a ser o “estilo de vida” do hospital. É a etapa que vai manter rodando todos os processos anteriores.

    Como aplicar a Metodologia 5S?

    Para que os 5S da gestão hospitalar sejam implantados corretamente, é necessário fazer um bom planejamento, que deve incluir os seguintes procedimentos:

    • Exercer um líder para cada função;
    • Avaliar os pontos críticos e mais urgentes;
    • Fazer um cronograma de ações;
    • Explicar aos colaboradores porque é necessário aplicar a metodologia;
    • Avaliar os resultados e fazer ações corretivas se necessário.

    A metodologia 5S, além de melhorar a gestão, facilita e agiliza o atendimento aos pacientes, o que é imprescindível na área hospitalar. Por isso, além do planejamento, é importante que a equipe esteja determinada em aplicar e manter novos hábitos.
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    Normas para recebimento de equipamento hospitalar

    Indispensáveis em qualquer centro médico, desde clínicas a hospitais, os equipamentos hospitalares são essenciais para a saúde dos pacientes. No combate para salvar vidas, eles auxiliam os profissionais da saúde para oferecer diagnósticos e tratamentos com maior precisão em todo o processo médico – da sala de emergência à mesa de cirurgia.
    E como esses equipamentos são tão importantes para manter vidas, é preciso tomar o maior cuidado possível com a manutenção deles e, principalmente, com a aquisição e instalação.
    Dessa forma, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), criou um manual para boas práticas e cuidados de equipamentos hospitalares, que tem como função principal garantir a segurança tanto dos colaboradores e profissionais da saúde, quanto dos pacientes.
    O manual de Boas Práticas de Aquisição de Equipamentos Médico-Hospitalares, visa oferecer procedimentos seguros para aquisição de equipamentos hospitalares para instituições de saúde públicas e privadas, que utilizem o processo de licitação, mas segundo o próprio documento, é possível adaptar para demais instituições de saúde.

    Manual de recebimento de equipamento hospitalar

    Então se você busca orientações para como realizar o correto procedimento de recebimento de equipamentos hospitalares, este trecho da Parte B, sobre procedimentos operacionais da instituição, irá te ajudar:

    1. Procedimentos de Recebimento e Aceitação.

      a)
      Inspeção de recebimento. Técnica designada para recebimento do equipamento. A equipe deverá realizar uma inspeção visual do equipamento entregue pelo fornecedor, para assegurar que:

    • 1. O equipamento corresponde àquele especificado no edital.
    • 2. O equipamento está completo, com todos acessórios e documentação técnica especificados no edital.
    • 3. Não existem partes do equipamento e seus acessórios danificados. E
    • 4. O equipamento está compatível com os requisitos de pré-instalação aprovados pelo fornecedor.

    b) Formalização do recebimento. A equipe técnica comunicará à unidade competente da instituição, o recebimento formal do equipamento, para a adoção das providências necessárias ao cumprimento das condições e prazos previstos no contrato firmado entre o fornecedor e a instituição.
    c) Identificação do equipamento. Após seu recebimento formal, o equipamento deve receber um código de identificação apropriado, a fim de incluí-lo no patrimônio e no sistema de gerência e manutenção da instituição.
    d) Formalização da aceitação. A equipe técnica comunicará à unidade competente da instituição, o aceite final do equipamento, para adoção das providências necessárias ao cumprimento das condições e prazos previstos no contrato firmado entre o fornecedor e a instituição.

    Mais a frente do mesmo documento, a Anvisa também fala sobre a instalação dos equipamentos. E segundo ela, “a instalação do equipamento médico-hospitalar deve ser realizada pelo fornecedor ou seu representante autorizado, devendo ser iniciada exclusivamente após seu recebimento formal e aprovação dos requisitos de pré-instalação.” Após isso, o fornecedor, ou representante autorizado, deve realizar testes no equipamento, demonstrando o seu funcionamento a equipe técnica, que deve acompanhar o processo de instalação.

    Aumente sua eficiência

    Seguir essas instruções da Anvisa é importante, pois garantem a entrega correta e o bom funcionamento dos equipamentos, evitando o risco de uma falha ou problema no momento de salvar uma vida.
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