O que devo observar na hora de comprar um desfibrilador?

A decisão de comprar um desfibrilador para um ambiente hospitalar ou de emergência é fundamental para salvar vidas em situações de risco extremo, como a parada cardiorrespiratória e outras arritmias cardíacas.

Equipamentos de desfibrilação bem escolhidos são determinantes para a eficácia do atendimento médico imediato. 

Neste artigo, vamos detalhar como tomar a melhor decisão ao comprar um desfibrilador, levando em consideração fatores técnicos, custos e conformidades regulatórias. Confira!

Importância do desfibrilador na prática clínica

A presença de desfibriladores em pontos estratégicos dentro de ambientes médicos aumenta a chance de sobrevida dos pacientes em situações críticas. 

Como sabemos, a parada cardiorrespiratória pode ocorrer por diversos motivos, como trauma, doenças cardíacas ou até choques elétricos, e a agilidade no atendimento é fundamental para evitar sequelas graves ou morte súbita. 

Sendo assim, comprar um desfibrilador não é apenas uma necessidade, mas um compromisso com a saúde e bem-estar dos pacientes.

Fatores a considerar ao comprar um desfibrilador

Ao escolher um desfibrilador, a decisão deve ser baseada em uma análise cuidadosa de diversos fatores técnicos e operacionais. A seguir, detalharemos os principais pontos que devem ser observados:

  • Custos: a compra do desfibrilador envolve mais do que o valor inicial do equipamento. Deve-se considerar também os custos com manutenção, reposição de baterias, eletrodos e outros consumíveis. Faça uma análise de custo-benefício a longo prazo.

  • Rapidez na desfibrilação: a eficiência de um desfibrilador está diretamente relacionada ao tempo que ele leva para entregar o choque. Modelos que garantem a entrega rápida do choque aumentam as chances de reversão do quadro de parada cardíaca.

  • Facilidade de uso: alguns desfibriladores, especialmente os modelos automáticos (DEA), são projetados para que qualquer pessoa, mesmo sem treinamento médico avançado, consiga utilizá-los com segurança. Escolha equipamentos com interfaces simples e instruções claras.

  • Tamanho e durabilidade: em hospitais ou clínicas com espaço limitado, modelos compactos podem ser uma solução mais prática. Além disso, a durabilidade do equipamento é essencial para garantir seu funcionamento seguro e eficaz ao longo do tempo.

  • Conectividade e monitoramento remoto: desfibriladores com tecnologia de conectividade permitem monitoramento remoto e a coleta de dados em tempo real, o que pode ser crucial em ambientes de emergência.

  • Confiabilidade: a operação confiável e sem falhas é indispensável. Modelos com alarmes automáticos que indicam bateria fraca ou falhas no sistema são altamente recomendados.

  • Tecnologia avançada: em um mundo cada vez mais digital, desfibriladores com recursos tecnológicos modernos oferecem maior precisão e eficiência no tratamento de arritmias.

Tipos de desfibriladores: qual escolher?

Existem diferentes tipos de desfibriladores, cada um adequado a necessidades específicas. Ao comprar um desfibrilador, é importante saber qual modelo atende melhor à sua instituição. Os principais tipos incluem:

  • Desfibrilador externo automático (DEA): ideal para uso em situações de emergência por pessoas não treinadas. O DEA detecta automaticamente a necessidade de choque e realiza a aplicação sem intervenção manual.

  • Desfibrilador manual: requer conhecimento técnico, pois o profissional de saúde deve ajustar a intensidade do choque e decidir o momento adequado para a aplicação.

  • Cardioversor: equipamento utilizado por profissionais de saúde, com capacidade para administrar choques sincronizados com o ritmo cardíaco.

  • Desfibrilador implantável: utilizado em pacientes com risco elevado de fibrilação ventricular, o dispositivo é inserido no corpo e administra choques automaticamente quando necessário.

Clique no botão abaixo e conheça as opções de desfibriladores e cardioversores disponíveis no portfólio da Medicalway:

SAIBA MAIS

Custos e manutenção de um desfibrilador

Ao comprar um desfibrilador, os custos envolvidos vão além do valor inicial do equipamento. A manutenção regular é essencial para garantir seu funcionamento eficiente e seguro.

Além disso, a substituição de componentes como baterias, eletrodos e pás representa uma despesa recorrente. O custo desses itens pode variar conforme o modelo e a frequência de uso.

  • Custo inicial: no Brasil, os desfibriladores costumam custar entre R$ 7.000,00 e podem aumentar dependendo da marca e das características técnicas.
  • Manutenção anual: o custo da manutenção, incluindo a troca de baterias e outros consumíveis, pode chegar a R$ 2.622,00 por ano.

Como a localização e o ambiente influenciam na escolha

É fundamental que o desfibrilador esteja disponível de forma acessível em pontos estratégicos dentro dos ambientes hospitalares e públicos. 

A portabilidade e a resistência à água e poeira são essenciais em locais com alta circulação de pessoas, como estádios, shoppings e transportes públicos.

Além disso, algumas normas podem determinar a presença de desfibriladores em locais de grande circulação, especialmente em espaços onde há fluxo superior a 2.000 pessoas por dia.

A importância do treinamento para o uso de desfibriladores

Embora os desfibriladores modernos, como os modelos externos automáticos (DEA), sejam projetados para facilitar o uso, o treinamento contínuo ainda é fundamental para garantir sua utilização eficaz, especialmente em situações de emergência.

  1. Compreensão do equipamento

O treinamento permite que os usuários entendam o funcionamento do desfibrilador, o que ajuda a identificar rapidamente a necessidade de uso e aumentar a eficácia do tratamento.

  1. Segurança e evitação de erros

Embora o DEA forneça orientações automáticas, o treinamento reduz erros, como a aplicação de choques em momentos inadequados, o que pode ser prejudicial.

  1. Capacitação de profissionais e leigos

O treinamento não é apenas para profissionais da saúde. Pessoas leigas, como funcionários de empresas ou instituições públicas, também devem ser treinadas para usar o desfibrilador em emergências.

  1. conformidade regulatória

Em muitos locais, o uso de desfibriladores em espaços públicos exige que os operadores sejam treinados para cumprir as normas de saúde e segurança.

  1. Simulações práticas

O treinamento prático permite que os operadores ganhem confiança, melhorando a reação em situações de alta pressão.

  1. Atualizações tecnológicas

Com a constante evolução dos desfibriladores, o treinamento contínuo ajuda os operadores a se atualizarem quanto às novas funcionalidades e avanços tecnológicos.

Medicalway: a escolha certa para adquirir seu desfibrilador

Ao comprar um desfibrilador, é essencial realizar uma análise detalhada de todos os aspectos do equipamento, desde os custos até as características técnicas. 

Além disso, contar com um fornecedor confiável e com experiência é fundamental. Esse fornecedor deve garantir não apenas a qualidade do produto, mas também oferecer suporte técnico especializado e assegurar que o equipamento esteja sempre em conformidade com as normas e regulamentações de saúde.

A Medicalway se destaca como a melhor opção para a aquisição de desfibriladores de alta qualidade na região Sul do Brasil. 

Com um portfólio de produtos renomados e um atendimento especializado, a Medicalway oferece soluções completas para garantir a segurança e eficiência no atendimento a emergências. 

Investir em um desfibrilador da Medicalway é investir na segurança de sua instituição e, principalmente, na vida de seus pacientes.

Entre em contato com a Medicalway agora mesmo e descubra como podemos ajudá-lo a escolher o desfibrilador ideal para sua necessidade. Nossa equipe está pronta para fornecer toda a orientação necessária para uma escolha segura e eficaz.

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    Como fazer um gerenciamento de manutenção de hospitais de forma eficiente?

    A rotina de um hospital é realmente desafiadora, não é mesmo? É fundamental que os processos operem de forma harmônica e bem estruturada. Nesse contexto, manter os equipamentos em bom funcionamento é decisivo para garantir a saúde dos pacientes. Assim, o gerenciamento de manutenção de hospitais é uma engrenagem necessária para que o maquinário funcione em perfeita ordem.

    Neste conteúdo especial, vamos mostrar boas práticas de gestão de manutenção para ajudar você a desenvolver as melhores estratégias e implementá-las na sua instituição de saúde. Continue a leitura e entenda mais sobre o tema!

    Qual a importância do gerenciamento de manutenção no hospital?

    O gerenciamento de manutenção colabora para a redução de custos, pois é mais fácil fazer uma revisão planejada do que lidar com reparos caros e com urgência. Além disso, essa gestão permite ter maior previsibilidade e controle dos investimentos e processos. Com ela, há mais qualidade do atendimento e a dinâmica de manutenção fica melhor estruturada.

    Outra questão importante é que o gerenciamento de manutenção contribui para a proteção de vidas no hospital. Afinal, os equipamentos, em sua maioria, estão associados à manutenção de processos vitais. Um dano em algum dispositivo durante o uso poderia gerar riscos para o paciente e comprometer seriamente a imagem da instituição.

    Quais as melhores práticas para fazer um gerenciamento de manutenção eficiente no hospital?

    Há uma série de práticas que podem ser adotadas para a fazer o gerenciamento de manutenção no hospital. Veja quais são as principais delas a seguir!

    Tenha um planejamento

    Um bom gerenciamento de manutenção envolve a montagem de um planejamento sólido e bem estruturado para as revisões. Quando o equipamento é revisado, ele tem o seu funcionamento pausado para que a máquina seja aberta e o profissional especializado consiga verificar o estado de conservação dos componentes. Assim, o técnico pode fazer as substituições necessárias sem correr nenhum risco.

    Nesse contexto, o planejamento entra como um procedimento-chave porque é preciso ter maquinário de reserva disponível para manter os atendimentos funcionando continuamente — afinal, as operações em um hospital não param. Assim, elaborar uma escala com determinações de horários e datas e distribuir as tarefas entre os colaboradores é essencial para a operacionalidade das ações de saúde.

    Estabeleça prioridades

    Certos equipamentos são mais utilizados do que outros. Dessa forma, costumam se deteriorar mais rápido e precisam de revisões com mais frequência. Há equipamentos mais caros e que exigem cuidados especiais. Cada aparelho tem uma dinâmica que se comunica com o fluxo dos serviços.

    As manutenções são investimentos para o hospital e envolvem vários custos. Para que esses recursos sejam direcionados de forma eficaz e produtiva, nada melhor do que estabelecer prioridades. Ao definir uma ordem de importância para as demandas, será mais fácil realizar a distribuição dos recursos financeiros e das atividades, evitando sobrecargas e entraves nos serviços prestados.

    Invista nos funcionários

    Nem sempre a equipe de manutenção e os outros profissionais têm um contato sólido estabelecido. Essa falta de comunicação pode não gerar bons resultados. Os profissionais que operam as máquinas no dia a dia podem ter muitas contribuições a dar, já que acompanham os aparelhos no dia a dia e podem informar quando algum problema foi notado.

    Assim, é fundamental investir no engajamento e na conscientização dos funcionários do hospital. Com toda a equipe ciente da importância do papel de cada um para a manutenção é mais fácil garantir que tudo fique em pleno funcionamento na instituição de saúde.

    Utilize a tecnologia

    O mercado conta com uma série de tecnologias inovadoras que podem facilitar o gerenciamento e a manutenção. Há aplicativos e softwares que podem otimizar as tarefas e facilitar a comunicação da equipe. Nos meios virtuais você pode disponibilizar os cronogramas e documentos referentes às manutenções — o Google Drive, por exemplo, permite o compartilhamento de arquivos com várias pessoas. Assim, a equipe acessa os documentos com facilidade e os processos caminham com mais efetividade.

    Conheça os diferentes tipos de manutenção

    Há mais de um tipo de estratégia de manutenção. A manutenção corretiva é uma ação remediadora. Ou seja, você espera o equipamento ter um defeito para fazer uma averiguação, trocar peças ou substituí-lo. Em geral, é a modalidade mais cara, pois é necessário realizar o reparo com urgência e não há tempo para pesquisar preços com diferentes fornecedores.

    Em um hospital, a manutenção corretiva pode ser um pouco problemática. Imagine se um aparelho de hemodiálise tem um defeito quando o paciente o está utilizando. Pode ser um grande risco para a vida do indivíduo. Certamente você deseja evitar um erro grave como esse na instituição.

    A manutenção preventiva é o processo de revisão que objetiva diminuir a probabilidade de falhas do aparelho. Nesse caso o equipamento passa por vistorias periodicamente. Ao sinal de qualquer componente que não está com bom desempenho, são realizados os reparos e as substituições de peças. Caso a máquina já esteja muito comprometida, ela pode ser trocada por uma nova.

    A manutenção preditiva também tem um caminho de prevenção. No entanto, a proposta dela é utilizar tecnologias modernas para prever qual será o tempo de vida útil do dispositivo e de suas peças. Assim, quando o prazo de vencimento da usabilidade da máquina estiver próximo ela pode ser reparada ou substituída.

    Podemos notar que as manutenções preventiva e preditiva são as mais recomendadas para o hospital. Você pode escolher a opção que se adéque melhor à instituição, avaliando preços e possibilidades.

    Invista na capacitação contínua

    É fundamental capacitar a equipe de manutenção continuamente para ter bons resultados no hospital. Sempre é possível aprender mais para realizar um trabalho melhor. Além disso, com o tempo as máquinas são substituídas por aparelhos mais modernos, tornando necessária a atualização dos aprendizados. Por isso, coloque os treinamentos na agenda da manutenção para garantir a qualidade dos serviços prestados.

    O gerenciamento de manutenção é um processo necessário para que o fluxo de trabalho caminhe dentro da normalidade e com o máximo de eficiência e operacionalidade. Essa prática contribui para a diminuição de riscos, otimização dos procedimentos, promoção de saúde e preservação da imagem da instituição.

    E então, gostou de aprender a fazer um gerenciamento de manutenção de hospitais mais eficiente? Confira também o nosso post sobre a importância de equipamentos de alta tecnologia para o hospital! E se você precisa de suporte técnico especializado para os seus equipamentos, busque apoio da Medicalway! Temos uma ótima assistência técnica para os seus aparelhos hospitalares!

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    A importância de equipamentos de alta tecnologia para o hospital

    A evolução das técnicas e procedimentos médicos vem acompanhada com equipamentos de alta tecnologia. Dessa maneira, um hospital não pode ficar parado no tempo, utilizando uma aparelhagem obsoleta.

    É fundamental manter as tecnologias sempre atualizadas para oferecer um serviço de melhor qualidade aos pacientes, além de otimizar o trabalho de médicos e outros profissionais de saúde.

    Quer entender por que é importante investir em equipamentos de alta tecnologia em seu hospital? Continue a leitura e veja também como acertar na escolha do produto e do fornecedor!

    Como a escolha dos equipamentos impacta na qualidade dos procedimentos realizados?

    Trabalhar com equipamentos de alta tecnologia é garantir diagnósticos e técnicas mais precisos, mais conforto e segurança ao paciente e menor tempo por atendimento. Além disso, ao acompanhar esse tipo de inovação, seu hospital pode também aumentar a gama de exames oferecidos, já que alguns procedimentos demandam aparelhagem mais recente.

    Isso traz um resultado extremamente positivo para a imagem da instituição de saúde, atraindo mais pacientes que estão em busca de serviços médicos de qualidade.

    Além disso, uma infraestrutura moderna para a realização dos procedimentos auxilia os médicos, que conseguem realizar o trabalho com mais qualidade, comodidade e em menor tempo. No caso de equipamentos, como um ultrassom, por exemplo, a tecnologia assegura imagens mais nítidas, contribuindo para a avaliação do paciente e seu diagnóstico.

    Por que você deve investir em equipamentos de alta tecnologia?

    Além de oferecer procedimentos com melhor qualidade, o investimento em equipamentos de alta tecnologia vai aumentar o número de atendimentos diários, ou seja, um reflexo direto nas contas do hospital.

    Sem contar que uma aparelhagem mais moderna apresenta menor risco de falhas, ou seja, de você ter que paralisar os serviços para a troca de alguma peça. São produtos que passaram por uma série de testes para que você consiga realizar o melhor atendimento sem contratempos.

    Assim, mesmo que o valor pareça, em um primeiro momento, mais elevado na hora da pesquisa sobre equipamentos tecnológicos, você deve considerar a relação custo-benefício. Assim, saiba que você estará adquirindo:

    • inovação para os seus serviços;
    • mais segurança para técnicos e pacientes;
    • vida útil maior da máquina;
    • produtividade mais elevada;
    • menor gasto com manutenções.

    O que avaliar para não errar na escolha?

    O gestor precisa fazer a escolha correta do equipamento de ponta, afinal, esse será um investimento alto. Assim, em primeiro lugar, ele precisa identificar quais áreas do hospital vão receber a aparelhagem nova. Se for o centro de imagens, por exemplo, é importante identificar quais procedimentos serão oferecidos e, dessa forma, buscar os modelos mais compatíveis.

    Na hora de avaliar o produto, é preciso considerar:

    • design ergonômico, com possibilidade de ajuste de altura;
    • tamanho de monitor (se houver) e tela touch;
    • facilidade de transporte;
    • autonomia de bateria;
    • economia de energia;
    • se há outros acessórios que é preciso adquirir.

    É importante saber também quais os cuidados são necessários, como temperatura e umidade do ambiente onde será instalado o equipamento, como deve ser o transporte, quais os tipos de manutenções etc.

    Em resumo, é essencial que a tecnologia otimize o trabalho dos profissionais de saúde, aumente os serviços oferecidos e traga melhor resultado nas técnicas e diagnósticos.

    Como escolher o fornecedor ideal?

    Você deve estar se perguntando: mas como o gestor pode ter acesso a todas as informações relativas aos equipamentos de alta tecnologia e, assim, conseguir fazer a melhor escolha? Nesse ponto, é importante contar com fornecedores de qualidade.

    Dessa maneira, é possível ter uma assessoria completa para fazer a aquisição mais acertada para a instituição de saúde. É necessário fazer negócios com empresas que conseguem atender suas necessidades e possam oferecer um suporte inclusive no pós-venda.

    O fornecedor comprometido com seu cliente deve:

    • fazer a demonstração dos produtos;
    • detalhar todos os dados técnicos;
    • destacar os diferenciais dos equipamentos e tecnologia oferecida.

    Nessa hora, é essencial escolher empresas de referência no ramo, com um bom tempo de mercado e que trabalhem com equipamentos tecnológicos de marcas mundiais de renome. Assim, você sabe que está adquirindo o que há de mais inovador para seu hospital — com um padrão internacional de qualidade.

    Também conta pontos ao fornecedor trabalhar com uma linha grande de produtos, assim você adquire mais itens de uma mesma empresa, conseguindo condições mais atrativas de preço e formas de pagamento.

    Na dúvida, faça pesquisas na Internet sobre a reputação da empresa ou peça referências a outros profissionais do segmento da saúde.

    Outros fatores para encontrar o fornecedor de equipamentos médicos ideal são:

    • comprometimento com prazos de entrega;
    • suporte rápido para qualquer falha técnica;
    • disponibilidade de peças para qualquer contratempo.

    A Medicalway, por exemplo, reúne todos esses aspectos para oferecer o que há de mais atual para seus clientes. Além de um pós-venda de excelência, a empresa atualmente é importadora da Mindray, a principal fabricante de equipamentos médicos da China.

    Quais os cuidados necessários com os equipamentos médicos?

    Ao adquirir equipamentos de alta tecnologia você terá mais tranquilidade, pois, certamente, as falhas serão menores. Mas, para que os aparelhos funcionem corretamente e tenham uma vida útil maior, é necessário alguns cuidados de preservação, como:

    • transporte — é preciso cuidado na movimentação do aparelho pela unidade de saúde, verificando, por exemplo, textura do piso, altura de portas e largura de corredores;
    • manuseio adequado — a equipe deve ter capacitação específica para operar os equipamentos sem causar danos;
    • condições ambientais — é necessário verificar no manual e com o fornecedor as condições ambientais ideais de temperatura, umidade, luminosidade e fluxo de ar do local para dispor a máquina;
    • higienização — é obrigatório fazer a descontaminação periódica dos aparelhos;
    • calibração — é uma análise que deve ser feita periodicamente para atestar o desempenho do equipamento;
    • manutenção preventiva — checagem regular para evitar falhas nas máquinas.

    Viu só como é necessário realizar os atendimentos com equipamentos de alta tecnologia? Seu hospital vai oferecer um serviço de saúde de excelência, o que traz um impacto positivo para os pacientes e profissionais de saúde, gerando mais receitas para a instituição.

    Quer conhecer algumas inovações em equipamentos hospitalares? Entre em contato com a Medicalway e fique por dentro de sua ampla linha de produtos!

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    Como fazer um atendimento humanizado? Descubra!

    A tecnologia na área médica serve para acelerar processos, melhorar diagnósticos e tratamentos. Contudo, essas inovações não devem afastar médico e paciente. Os equipamentos são essenciais em diversos procedimentos, porém, para que a prática clínica seja completa e de qualidade, é imprescindível oferecer um atendimento humanizado.

    O termo, que vem ganhando destaque nos últimos anos, refere-se ao acolhimento que o paciente precisa receber dos profissionais de saúde — principalmente em momentos de fragilidade, dúvidas e medo. Nesse sentido, as questões emocionais de quem é atendido não podem ser deixadas de lado.

    Quer entender melhor o que é o atendimento humanizado, de que forma ele deve estar na conduta dos profissionais e os benefícios dessa prática? Acompanhe nosso post!

    Como funciona o atendimento humanizado?

    O atendimento humanizado na saúde acontece por meio de uma abordagem individualizada e focada em resolver as queixas dos pacientes.

    Quando a pessoa procura ajuda médica ela está, muitas vezes, em uma situação delicada e cercada de incertezas. Assim, é natural que fique apreensiva. Nesse caso, o que a pessoa mais precisa é ser acolhida e ter alguém que possa escutá-la com atenção e respeito.

    Qual deve ser a conduta dos profissionais nessa forma de abordagem?

    Os profissionais de um consultório, hospital ou uma clínica, que têm um contato direto com os pacientes, precisam assumir um comportamento ético, seguindo os preceitos de sua profissão em primeiro lugar.

    Para isso, devem saber ouvir, respeitar e ter paciência com o público que será atendido. A palavra de ordem é empatia, ou seja, é preciso que o profissional saiba se colocar no lugar do outro, entendendo que o paciente está passando por um momento difícil e que procura um cuidado especial.

    Para que isso ocorra, é necessário que médicos e outros profissionais:

    • chamem o paciente pelo nome;
    • transmitam confiança e segurança;
    • prestem atenção às queixas e dúvidas dos pacientes e tenham o cuidado de olhar nos olhos;
    • passem as informações de forma clara, evitando termos muito técnicos;
    • sejam transparentes sobre todas as etapas do tratamento;
    • não tenham pressa nas consultas ou na hora de realizar um exame;
    • expliquem mais de uma vez as orientações passadas, caso seja preciso;
    • considerem o estado emocional de pacientes e familiares, principalmente na hora de dar um diagnóstico difícil;
    • mantenham o foco no indivíduo e não em seu problema de saúde;
    • acompanhem de perto todas as fases do tratamento, mostrando-se sempre disponíveis para sanar qualquer dúvida;
    • respeitem a intimidade e as crenças de quem recebe o atendimento.

    Trabalho em equipe

    Para que todos os processos da clínica ou do hospital ofereçam um atendimento acolhedor para pacientes e acompanhantes, é importante oferecer treinamentos para a equipe. Desse modo, toda a equipe estará pronta para realizar um atendimento de forma cordial — que vai desde o telefonema para agendar uma consulta até a transparência para avisar que a consulta vai demorar, por exemplo.

    Qual deve ser o papel das instituições de saúde nesse contexto?

    Esse tipo de abordagem se aplica também às instituições de saúde, como consultórios, clínicas e hospitais. Estamos falando do espaço físico, que deve ser confortável para o paciente, seus familiares ou acompanhantes. É importante ter uma recepção organizada com sofás, cadeiras, ar-condicionado e disponibilizar água e café. Ter televisão, revistas e rede wi-fi também é indicado.

    Além disso, devem ter uma infraestrutura segura para os procedimentos e a preocupação de oferecer sempre o melhor para o público, estando em dia, por exemplo, com as tendências tecnológicas da sua área e com a manutenção dos equipamentos.

    Os detalhes citados vão proporcionar um atendimento mais completo, mais conforto, e passar para o paciente a impressão de que a clínica se preocupa com o seu bem-estar.

    Colaboradores satisfeitos

    A organização que preza por um atendimento humanizado volta o seu olhar também para a equipe, oferendo boas condições de trabalho. É fundamental que os gestores tratem os colaboradores da mesma forma que esperam que os pacientes sejam tratados.

    Outro ponto importante é manter um canal de comunicação aberto para que os clientes possam expor suas queixas ou dificuldades.

    Esses cuidados com os recursos humanos da instituição ajudam a reduzir as faltas e a rotatividade, ou seja, evitam prejuízos ao atendimento. Quando o colaborador está satisfeito em seu ambiente profissional, consegue realizar um serviço de melhor qualidade, — certamente isso terá reflexo na relação com o paciente.

    Quais os benefícios dessa prática?

    Com o atendimento humanizado, todos os lados saem ganhando: pacientes, profissionais e instituições de saúde.

    O paciente fica satisfeito e tranquilo com esse tipo de abordagem. Esse cuidado pode ter reflexo, inclusive, na aceitação do tratamento e sua cooperação para que tudo seja seguido de acordo com o recomendado pelo médico. Sem contar que a confiança no profissional e em sua equipe faz com que o paciente fique mais comprometido e retorne para a realização dos check-ups.

    Para a equipe de saúde, principalmente o médico, o atendimento humanizado é uma forma de seguir os preceitos éticos da sua profissão e ganhar motivação com o trabalho, uma vez que os resultados são melhores quando o paciente está satisfeito.

    É também uma maneira de aprimorar as técnicas da prática clínica, entendendo com mais facilidade as queixas das pessoas e qual a melhor maneira de conduzir o tratamento.

    Por fim, para os estabelecimentos de saúde, os benefícios são:

    • fidelização de pacientes;
    • divulgação espontânea do público para outras pessoas, por conta do atendimento diferenciado;
    • equipe mais motivada e comprometida com o trabalho;
    • profissionais que trabalham de acordo com os mesmos valores, oferecendo um serviço integrado e de melhor qualidade;
    • valorização da imagem da instituição.

    Os hospitais e as clínicas que querem se diferenciar da concorrência e oferecer serviços de qualidade — centrados no paciente — devem adotar o atendimento humanizado em todos os seus procedimentos. Acolher as pessoas, respeitar momentos sensíveis e procurar oferecer o melhor traz ganhos não só para o tratamento, mas para a equipe de saúde e a instituição.

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