O que devo observar na hora de comprar um desfibrilador?

A decisão de comprar um desfibrilador para um ambiente hospitalar ou de emergência é fundamental para salvar vidas em situações de risco extremo, como a parada cardiorrespiratória e outras arritmias cardíacas.

Equipamentos de desfibrilação bem escolhidos são determinantes para a eficácia do atendimento médico imediato. 

Neste artigo, vamos detalhar como tomar a melhor decisão ao comprar um desfibrilador, levando em consideração fatores técnicos, custos e conformidades regulatórias. Confira!

Importância do desfibrilador na prática clínica

A presença de desfibriladores em pontos estratégicos dentro de ambientes médicos aumenta a chance de sobrevida dos pacientes em situações críticas. 

Como sabemos, a parada cardiorrespiratória pode ocorrer por diversos motivos, como trauma, doenças cardíacas ou até choques elétricos, e a agilidade no atendimento é fundamental para evitar sequelas graves ou morte súbita. 

Sendo assim, comprar um desfibrilador não é apenas uma necessidade, mas um compromisso com a saúde e bem-estar dos pacientes.

Fatores a considerar ao comprar um desfibrilador

Ao escolher um desfibrilador, a decisão deve ser baseada em uma análise cuidadosa de diversos fatores técnicos e operacionais. A seguir, detalharemos os principais pontos que devem ser observados:

  • Custos: a compra do desfibrilador envolve mais do que o valor inicial do equipamento. Deve-se considerar também os custos com manutenção, reposição de baterias, eletrodos e outros consumíveis. Faça uma análise de custo-benefício a longo prazo.

  • Rapidez na desfibrilação: a eficiência de um desfibrilador está diretamente relacionada ao tempo que ele leva para entregar o choque. Modelos que garantem a entrega rápida do choque aumentam as chances de reversão do quadro de parada cardíaca.

  • Facilidade de uso: alguns desfibriladores, especialmente os modelos automáticos (DEA), são projetados para que qualquer pessoa, mesmo sem treinamento médico avançado, consiga utilizá-los com segurança. Escolha equipamentos com interfaces simples e instruções claras.

  • Tamanho e durabilidade: em hospitais ou clínicas com espaço limitado, modelos compactos podem ser uma solução mais prática. Além disso, a durabilidade do equipamento é essencial para garantir seu funcionamento seguro e eficaz ao longo do tempo.

  • Conectividade e monitoramento remoto: desfibriladores com tecnologia de conectividade permitem monitoramento remoto e a coleta de dados em tempo real, o que pode ser crucial em ambientes de emergência.

  • Confiabilidade: a operação confiável e sem falhas é indispensável. Modelos com alarmes automáticos que indicam bateria fraca ou falhas no sistema são altamente recomendados.

  • Tecnologia avançada: em um mundo cada vez mais digital, desfibriladores com recursos tecnológicos modernos oferecem maior precisão e eficiência no tratamento de arritmias.

Tipos de desfibriladores: qual escolher?

Existem diferentes tipos de desfibriladores, cada um adequado a necessidades específicas. Ao comprar um desfibrilador, é importante saber qual modelo atende melhor à sua instituição. Os principais tipos incluem:

  • Desfibrilador externo automático (DEA): ideal para uso em situações de emergência por pessoas não treinadas. O DEA detecta automaticamente a necessidade de choque e realiza a aplicação sem intervenção manual.

  • Desfibrilador manual: requer conhecimento técnico, pois o profissional de saúde deve ajustar a intensidade do choque e decidir o momento adequado para a aplicação.

  • Cardioversor: equipamento utilizado por profissionais de saúde, com capacidade para administrar choques sincronizados com o ritmo cardíaco.

  • Desfibrilador implantável: utilizado em pacientes com risco elevado de fibrilação ventricular, o dispositivo é inserido no corpo e administra choques automaticamente quando necessário.

Clique no botão abaixo e conheça as opções de desfibriladores e cardioversores disponíveis no portfólio da Medicalway:

SAIBA MAIS

Custos e manutenção de um desfibrilador

Ao comprar um desfibrilador, os custos envolvidos vão além do valor inicial do equipamento. A manutenção regular é essencial para garantir seu funcionamento eficiente e seguro.

Além disso, a substituição de componentes como baterias, eletrodos e pás representa uma despesa recorrente. O custo desses itens pode variar conforme o modelo e a frequência de uso.

  • Custo inicial: no Brasil, os desfibriladores costumam custar entre R$ 7.000,00 e podem aumentar dependendo da marca e das características técnicas.
  • Manutenção anual: o custo da manutenção, incluindo a troca de baterias e outros consumíveis, pode chegar a R$ 2.622,00 por ano.

Como a localização e o ambiente influenciam na escolha

É fundamental que o desfibrilador esteja disponível de forma acessível em pontos estratégicos dentro dos ambientes hospitalares e públicos. 

A portabilidade e a resistência à água e poeira são essenciais em locais com alta circulação de pessoas, como estádios, shoppings e transportes públicos.

Além disso, algumas normas podem determinar a presença de desfibriladores em locais de grande circulação, especialmente em espaços onde há fluxo superior a 2.000 pessoas por dia.

A importância do treinamento para o uso de desfibriladores

Embora os desfibriladores modernos, como os modelos externos automáticos (DEA), sejam projetados para facilitar o uso, o treinamento contínuo ainda é fundamental para garantir sua utilização eficaz, especialmente em situações de emergência.

  1. Compreensão do equipamento

O treinamento permite que os usuários entendam o funcionamento do desfibrilador, o que ajuda a identificar rapidamente a necessidade de uso e aumentar a eficácia do tratamento.

  1. Segurança e evitação de erros

Embora o DEA forneça orientações automáticas, o treinamento reduz erros, como a aplicação de choques em momentos inadequados, o que pode ser prejudicial.

  1. Capacitação de profissionais e leigos

O treinamento não é apenas para profissionais da saúde. Pessoas leigas, como funcionários de empresas ou instituições públicas, também devem ser treinadas para usar o desfibrilador em emergências.

  1. conformidade regulatória

Em muitos locais, o uso de desfibriladores em espaços públicos exige que os operadores sejam treinados para cumprir as normas de saúde e segurança.

  1. Simulações práticas

O treinamento prático permite que os operadores ganhem confiança, melhorando a reação em situações de alta pressão.

  1. Atualizações tecnológicas

Com a constante evolução dos desfibriladores, o treinamento contínuo ajuda os operadores a se atualizarem quanto às novas funcionalidades e avanços tecnológicos.

Medicalway: a escolha certa para adquirir seu desfibrilador

Ao comprar um desfibrilador, é essencial realizar uma análise detalhada de todos os aspectos do equipamento, desde os custos até as características técnicas. 

Além disso, contar com um fornecedor confiável e com experiência é fundamental. Esse fornecedor deve garantir não apenas a qualidade do produto, mas também oferecer suporte técnico especializado e assegurar que o equipamento esteja sempre em conformidade com as normas e regulamentações de saúde.

A Medicalway se destaca como a melhor opção para a aquisição de desfibriladores de alta qualidade na região Sul do Brasil. 

Com um portfólio de produtos renomados e um atendimento especializado, a Medicalway oferece soluções completas para garantir a segurança e eficiência no atendimento a emergências. 

Investir em um desfibrilador da Medicalway é investir na segurança de sua instituição e, principalmente, na vida de seus pacientes.

Entre em contato com a Medicalway agora mesmo e descubra como podemos ajudá-lo a escolher o desfibrilador ideal para sua necessidade. Nossa equipe está pronta para fornecer toda a orientação necessária para uma escolha segura e eficaz.

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    Radiologia digital: o que muda para o paciente e para a gestão?

    Os avanços na tecnologia acontecem em grande velocidade, gerando impacto na sociedade e na dinâmica das empresas. Os estabelecimentos de saúde também estão incluídos nesse processo, passando por uma ampla modernização e contando com uma série de benefícios da informatização. A radiologia digital é um exemplo de tecnologia que promove vantagens para médicos, gestores de saúde e pacientes. Esse recurso é uma alternativa à radiologia convencional, oferecendo mecanismos mais rápidos e sustentáveis.

    Preparamos este conteúdo especial com informações sobre a radiologia digital e os impactos que ela gera no estabelecimento de saúde. Quer aprender mais sobre o assunto e conhecer as mudanças que a radiologia digital traz para o paciente e para a gestão? Continue acompanhando e entenda!

    O que é radiologia digital?

    A radiologia digital faz a captação das imagens com o uso de sensores digitais de raios X. A imagem é enviada diretamente para um computador, podendo ser gerenciada pelo profissional para melhor visualização.

    Essa tecnologia conta com avançadas funcionalidades para proporcionar qualidade, precisão e eficácia. Na década de 1970, começaram os primeiros usos experimentais da radiologia digital. Essa tecnologia passou por um grande aprimoramento e avanços (como a implementação de computador no processo e o surgimento dos recursos em nuvem) e se inseriu no mercado posteriormente.

    A radiologia convencional usa filmes radiográficos e a imagem é revelada em uma chapa, com o auxílio de produtos químicos. Ela foi descoberta entre o final do século 19 e início do 20.

    Qual o diferencial da radiologia digital em relação à convencional?

    A radiologia digital apresenta diversos fatores que a diferenciam da radiologia analógica. As radiações são geradas por um tubo padrão e coletadas pelos sensores digitais. A energia absorvida é transformada em carga elétrica. Essa carga é registrada, digitalizada e processada em escala cinza. Os dados são processados por um software especializado para a formação da imagem utilizada para fins clínicos. Depois, a imagem é armazenada.

    Na radiologia convencional, o filme radiográfico tem que passar por revelação, com o auxílio de reagentes na câmara escura. Caso o profissional deseje passar o material para o computador, é necessário escanear a imagem.

    Com isso, é possível perceber que a radiologia digital realiza o processo de geração da imagem em segundos. Já a convencional tende a ter uma maior demora para a geração de resultado.

    Os diagnósticos tendem a ser mais precisos na radiologia digital, porque a imagem gerada é de maior qualidade e pode ser ampliada, manipulada e ter a escala de cores invertida. Com isso, o médico pode fazer uma análise mais minuciosa e oferecer um diagnóstico certeiro.

    A radiologia digital demanda equipamentos como computador, máquina digital de raios X, digitalizadores e software para o processamento de imagem. A convencional pede a câmara escura, o aparelho de raios X, scanner e computador.

    Como a radiologia digital contribui para a gestão?

    A radiologia digital contribui de diversas formas para a gestão. Veja mais a seguir!

    Redução de custos

    Os equipamentos e sensores digitais apresentam um preço um pouco mais elevado que a tecnologia analógica. Porém, se você considerar que com esses dispositivos vai poder dispensar custos com reagentes químicos, mão de obra e sala de revelação, a radiologia digital se mostra mais barata. Ou seja, você terá um investimento inicial, mas, em longo prazo, há um excelente retorno financeiro e diminuição de custos com os processos.

    Melhora no armazenamento de dados

    As perdas de chapas de raios X podem acontecer no processo analógico. No geral, elas possuem um tamanho grande, não cabendo dentro da bolsa. Assim, o paciente se desloca com o exame nas mãos, em um envelope e pode perdê-lo por algum esquecimento ou distração. Na dinâmica hospitalar, o que se percebe da logística das chapas de raios X é que ela é mais trabalhosa, assim como nos prontuários de papel.

    Com a radiologia digital, esses problemas são eliminados. As imagens geradas são armazenadas com segurança no computador, podendo ser colocadas em prontuários eletrônicos em nuvem, o que fortalece as barreiras de proteção do documento. Riscos de extravio e dificuldades de logística são completamente eliminados.

    Agilidade na geração de imagens

    Conforme mencionamos, as imagens no processo analógico demoram um pouco para serem reveladas, necessitando do uso de agentes químicos. Na radiologia digital, a imagem é gerada em segundos, sendo transmitida com velocidade para o computador.

    Isso otimiza a gestão hospitalar e aumenta a capacidade de atendimento do estabelecimento de saúde. Além disso, é bom lembrar que em certos quadros, poucos minutos podem fazer grande diferença no prognóstico do paciente.

    Sustentabilidade

    A revelação do raios X convencional demanda o uso de reagentes químicos que precisam de descarte especializado e rigoroso, pois podem agredir ao meio ambiente. Além disso, a chapa formada, quando já não é mais necessária, também precisa de um recolhimento especial, não podendo ser encaminhadas para o lixo comum.

    O resultado disso é que o descarte dos materiais de raios X convencional se torna caro e dispendioso, sendo trabalhoso para os gestores de hospitais. Esse cenário também gera dificuldades para os pacientes descartarem seus exames já utilizados ou antigos.

    A radiologia digital dispensa o processo de revelação de imagem, enviando os dados diretamente para o computador. Assim, a gestão não precisa se preocupar com reagentes químicos e descartes especiais. Caso seja necessária uma impressão, ela pode ser feita em papel comum, de fácil descarte e reciclagem.

    A radiologia digital é uma moderna tecnologia que proporciona vários benefícios para gestores e pacientes. Ela otimiza o fluxo de trabalho, agiliza processos na clínica e permite que o paciente imprima o exame na própria casa, sem a necessidade de realizar diversas viagens ao estabelecimento para pegar o exame.

    A linha Agfa Healthcare pode ser de grande ajuda para o seu estabelecimento de saúde na implementação da radiologia digital. A Agfa é líder no segmento de imagem e está há 140 anos no mercado. Ela oferece excelentes dispositivos para radiologia digital, como softwares de processamento de imagens, equipamentos de radiografia digital, retrofits, digitalizadores e impressoras digitais.

    Gostou de aprender sobre radiologia digital e saber o que muda para o paciente e para a gestão? Aproveite e conheça os produtos da linha Agfa Healthcare para potencializar os processos na sua clínica!

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    Saiba como aplicar as metodologias ágeis na área da saúde

    Saiba como aplicar as metodologias ágeis na área da saúde, como a qualidade de um serviço tem forte ligação com a gestão de uma empresa. Assim, para garantir eficácia nos processos, é necessário buscar meios adequados, como as metodologias ágeis.

    Apesar de ter origem na área de desenvolvimento de softwares, esse conjunto de práticas pode ser aplicado a qualquer tipo de negócio, inclusive em clínicas e hospitais. Com isso, você tem mais organização nos departamentos, equipes mais integradas, redução de erros e pode oferecer uma melhor experiência a seu paciente.

    Quer conhecer as vantagens das metodologias ágeis na área da saúde e descobrir como aplicá-las? Continue a leitura e confira também os principais métodos.

    Por que utilizar metodologias ágeis na área da saúde?

    Em hospitais, clínicas e laboratórios, existem vários processos que envolvem o atendimento ao paciente. São diferentes setores e profissionais que precisam trabalhar de maneira coordenada para tornar o serviço padronizado, eficaz, seguro, de qualidade e também evitar desperdícios de materiais e retrabalho.

    Para dar conta de toda essa complexidade, inclusive com o uso cada vez maior de tecnologias, é importante que o gestor adote metodologias ágeis. Trata-se de um conjunto de práticas para abordagem focada no paciente com uma definição clara dos fluxos de trabalho e maior interação entre as equipes.

    Os principais benefícios ao aplicar as metodologias ágeis na área da saúde são:

    • redução de erros e de riscos de infecção;
    • gestão de estoques, com controle no uso de materiais, medicamentos e outros insumos, evitando perda de produtos que vencem ou a falta de algum item;
    • feedbacks constantes, o que agiliza as auditorias internas e permite mudanças rápidas por conta de falhas;
    • diminuição do índice de problemas em equipamentos com maior controle das manutenções;
    • processos integrados, que facilitam a tomada rápida de decisão;
    • aumento na retenção de talentos;
    • atendimento padronizado e de melhor qualidade ao paciente.

    Quais os principais métodos?

    Existem diferentes métodos ágeis que você pode adotar na área da saúde. A seguir, vamos mostrar como funciona o Kanban e o Lean e dar exemplos de como eles podem melhorar as ações em um hospital. Confira!

    Kanban

    Kanban é uma metodologia formada por checklists que proporciona uma visão geral de todos os processos, encadeando os fluxos de trabalho. Na saúde, ela pode ser adotada para aprimorar a gestão do atendimento ao paciente.

    Em linhas gerais, o método tem como regra: uma tarefa não pode ter continuidade sem que a anterior tenha sido finalizada. Para isso, é necessário montar um mapa visual (quadro fixado na parede) com as etapas que devem ser seguidas por toda a equipe.

    Em um hospital, o Kanban pode auxiliar no controle da entrada e saída do paciente, o que permite saber qual o tempo em que ele está recebendo o atendimento médico e, portanto, ocupando um leito.

    Com isso, há compartilhamento de informações entre os profissionais, pois no quadro, além do nome e da localização do paciente, há a indicação do tempo médio em que ele vai permanecer internado de acordo com a gravidade do seu estado de saúde.

    Nesse cenário, a equipe de enfermagem sabe como agir em relação aos internados, quais medidas deve tomar, como a realização de exames, e até quando terá o leito disponível. Também fica mais atenta às situações emergenciais, porque tem a sinalização de cada paciente, o que facilita a tomada rápida de decisão.

    Lean

    A metodologia ágil Lean foi desenvolvida para aplicação nas indústrias, mas pode trazer vantagens também na área da saúde. Busca objetividade, eficiência e redução de desperdícios.

    Com isso, o trabalho das equipes fica mais organizado e focado, há mais transparência na comunicação entre os profissionais e redução de custos da instituição.

    A adaptação da metodologia original recebeu o nome de Lean Healthcare. Ela se volta para o que pode ser eliminado para otimizar a produtividade no hospital, como:

    • superprodução — eliminar o que está sendo feito em excesso, ou seja, sem uma real necessidade;
    • transporte — o deslocamento de profissionais, pacientes, materiais e equipamentos pode receber ajustes para ser mais rápido;
    • movimentação — reorganização do fluxo das equipes em busca de materiais ou medicamentos;
    • tempo — reduzir a espera por atendimentos, resultados de exames, utilização de leitos e outros procedimentos;
    • defeitos — trabalhar para eliminar problemas de comunicação ou erros em procedimentos;
    • processamento — garantir melhor fluidez nas atividades, evitando retrabalhos ou aborrecimentos aos pacientes;
    • inventário — qualquer prejuízo com materiais, medicamentos ou até com o uso inadequado de equipamentos.

    Quais os passos para aplicar essa estratégia?

    Se você busca trazer mais eficiência para os processos de sua clínica ou hospital, deve estar curioso para saber como aplicar as metodologias ágeis na área da saúde. Descubra os passos que você deve seguir.

    Escolha do método

    Pesquise sobre os métodos ágeis existentes e escolha aquele que vai trazer mais vantagens para a gestão da sua instituição.

    Comunicação em todos os níveis da organização

    Para que você tenha um bom resultado com a aplicação dessa estratégia, é preciso que todas as equipes participem da implementação. É necessário mostrar como funciona a metodologia, o que muda no trabalho de cada um e os ganhos que essa mudança vai proporcionar.

    Foco no processo de transição

    Quando aplica uma das metodologias ágeis na área da saúde, você acaba alterando a cultura da organização. Sendo assim, não tenha pressa com relação a resultados. É preciso ter foco no processo de transição e realizar os ajustes necessários.

    Avaliação constante das mudanças implementadas

    Mesmo depois que a metodologia já fizer parte da rotina do hospital, é necessário realizar avaliações e reuniões constantes e pedir o feedback dos profissionais. É válido, inclusive, realizar uma pesquisa de satisfação com os pacientes a fim de saber se houve melhora na qualidade dos serviços prestados.

    Se você busca integrar os profissionais, garantir a sustentabilidade financeira da instituição e oferecer um atendimento com foco no paciente, adote uma das metodologias ágeis na área da saúde. Você melhora a qualidade dos serviços e fideliza o público, organizando e padronizando seus processos.

    Já que estamos falando em otimizar a rotina da sua clínica, descubra também os 6 benefícios do software médico!

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    Software médico: descubra 6 benefícios para sua clínica

    Cada vez mais, os impactos da tecnologia na medicina são atestados pelas inovações da saúde 4.0. O que muitos médicos ainda não perceberam, porém, é que esses avanços também já chegaram à área de gestão. Afinal, a utilização de um software médico pode trazer muitos benefícios.

    Se você ainda não está certo de que vale a pena investir em uma ferramenta com essa, ou tem dúvidas sobre como escolhê-la, não se preocupe: este post foi feito para você!

    Para te ajudar a entender como implementar um software em sua clínica, listamos aqui as principais vantagens que a adoção de um software médico pode trazer para a sua clínica. Então, continue lendo e confira!

    O que é um software médico?

    Basicamente, trata-se de um sistema de computador desenvolvido especificamente para clínicas, hospitais e consultórios. Assim, ele conta com funcionalidades e ferramentas pensadas justamente para as demandas desses locais, agilizando sua rotina e os processos de trabalho.

    Os softwares médicos podem ser desde simples ferramentas para o agendamento de consultas até sistemas de gestão completos. De todo modo, devem seguir as normas elaboradas pelo CFM (Conselho Federal de Medicina).

    Entre suas funcionalidades podem estar o controle financeiro e de fluxo de caixa, a gestão de compras e de estoque, além do armazenamento e a análise de dados dos pacientes, com a emissão de gráficos e relatórios. Além disso, pode haver integração com outros softwares específicos, como prontuários eletrônicos, agenda, plataformas de assinatura digital etc.

    Quais são os principais benefícios de ter um bom software?

    Administrar agendas e o cadastro de pacientes por meio de fichas ou usar planilhas para o controle das finanças são atitudes do passado. Hoje, o uso de aplicativos e softwares médicos trazem inúmeros benefícios para o dia a dia de uma clínica. Vejamos, a seguir, os principais deles!

    1. Agilidade nos atendimentos

    Um software de agenda médica, por exemplo, pode agilizar bastante o atendimento e reduzir a espera no consultório. Com ele, os dados do paciente são cadastrados uma única vez, sendo facilmente encontrados a cada consulta — algo bem diferente do que acontecia com as pilhas de fichas de papel arquivadas em ordem alfabética.

    Antigamente, bastava o paciente dar um sobrenome diferente ou surgir algum erro na grafia do seu nome e, pronto, ficava bem difícil encontrar a sua ficha, ainda mais com uma sala de espera lotada.

    Agora, além dessa busca ser facilitada, os dados podem ser acessados pelo médico durante a própria consulta, pelo prontuário eletrônico. Mais que isso: se for on-line, o software ainda permite o acesso e edição de qualquer lugar com acesso à internet.

    2. Organização otimizada

    Além de agilizar o atendimento, dar fim às fichas cadastrais e prontuários de papel representa uma otimização da organização tanto das informações em si, que podem ser facilmente acessadas e lidas sem chance de não entendimento da caligrafia, quanto do próprio espaço de armazenamento.

    Arquivos em formato digital e armazenados em nuvem não requerem espaço físico para serem guardados, o que libera o ambiente da clínica e o torna mais agradável ao paciente. Além disso, esse armazenamento virtual mantém os dados mais seguros, sem risco de perda, extravio ou dano, como pode ocorrer com uma ficha física.

    Também vale lembrar que o uso de prontuários eletrônicos, por exemplo, melhora todo o fluxo de trabalho dentro da clínica, uma vez que a comunicação entre a recepção, o consultório, a sala de exames, curativos, ou quaisquer outros profissionais envolvidos é feita via sistema.

    3. Melhoria na gestão da clínica

    Com os processos operacionais e de atendimento mais organizados, sobra mais tempo para atuar na gestão da clínica. Sem contra que, dependendo do software utilizado, ele próprio já funciona como uma ferramenta de gestão.

    Um sistema integrado pode controlar as contas a pagar e catalogar todos os procedimentos e seus valores, permitindo a identificação daqueles que são mais lucrativos. Além disso, ao centralizar os dados financeiros facilita-se muito a gestão administrativa e o controle de estoque, o relacionamento com fornecedores, a emissão de relatórios, o controle de convênios e formas de pagamento etc.

    Dessa forma, um médico pode ter acesso a informações como o número de consultas realizadas ou a quantidade de cancelamentos, por exemplo, o que lhe ajuda a identificar pontos de melhoria e a tomar decisões mais estratégicas no futuro.

    4. Mais segurança para as informações

    Essa é outra grande vantagem dos softwares médicos: já que são regulamentados pelo CFM, eles devem ter a mesma segurança que é aplicada aos bancos e sigilo absoluto dos dados.

    Assim, esses sistemas realizam backups diários, apresentam certificação digital SSL e utilizam criptografia para garantir toda a segurança e privacidade das informações. Além disso, é possível estabelecer controles de acesso e diferentes níveis de permissão para cada usuário.

    No caso do armazenamento em nuvem, o sistema conta ainda com a manutenção garantida pelo fornecedor, e em caso de perda acidental é possível recorrer à recuperação automática, já que cópias de segurança são feitas quase em tempo real.

    5. Maior mobilidade de acesso

    A possibilidade de acesso remoto às informações de um paciente pode agilizar bastante a rotina corrida de um médico, que nem sempre está no seu consultório. Afinal, utilizando um software médico on-line, é possível visualizar o cadastro ou prontuário de um paciente de qualquer lugar, por celular ou tablet.

    Além disso, como os smartphones continuam se tornando mais populares, essa tecnologia ainda vem mudando a relação médico-paciente. Hoje, uma clínica se beneficia desse comportamento ao enviar SMS para confirmar consultas, por exemplo, ou lembretes quanto à marcações de rotina, mensagens de aniversário, entre outras.

    6. Redução de custos

    Embora todo sistema tenha um custo de implementação, é notável o seu retorno financeiro em forma de aumento da produtividade, liberação de funcionários para tarefas mais estratégicas, redução de custos (como de telefone ou papel), melhora da experiência do paciente e muitos outros que trazem resultados consistentes para o seu negócio. Em outras palavras, a adoção de um software médico representa uma grande economia para a clínica.

    Como escolher o melhor software para a minha clínica?

    Na hora de escolher um sistema para a sua clínica ou consultório, é importante ter em mente alguns pontos, principalmente em relação às suas necessidades, objetivos e ao orçamento disponível para essa empreitada. Vale pensar, por exemplo, nos processos que você deseja informatizar, além de avaliar se você já tem a infraestrutura necessária — ou seja, se os equipamentos da sua clínica têm a configuração compatível com a instalação.

    Nesse sentido, para escolher o melhor software médico é preciso avaliar:

    • se o custo se encaixa no seu orçamento;
    • se ele atende às suas principais demandas e objetivos;
    • se é possível importar informações para esse sistema;
    • se ele é fácil de utilizar ou exige treinamento;
    • quantas pessoas utilizarão o software;
    • se ele pode ser acessado por tablets e smartphones;
    • a qualidade do suporte técnico oferecido;
    • a reputação do fornecedor.

    O software médico da iClinic, por exemplo, é líder de mercado e muito simples de usar. Ele oferece agenda on-line e prontuário personalizável, descomplicando a gestão e facilitando o dia a dia de todos que atuam em uma clínica, desde a recepcionista até o próprio médico!

    Enfim, como vimos, um software médico figura entre os avanços tecnológicos que vêm mudando a medicina e o atendimento em saúde. Então, se a sua clínica deseja acompanhar o mercado, não pode ficar fora dessa revolução. Pense nisso!

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