Hoje, o mundo está cada vez mais tecnológico e automatizado. Com isso, novos conhecimentos e invenções surgem a todo tempo para facilitar a vida, as relações de pessoas e do cotidiano das instituições. Nos hospitais e clínicas, a tecnologia também se faz presente, principalmente em equipamentos médicos, como monitores, ultrassons e analisadores.
Porém, um processo que anda ganhando a empatia dos gestores e espaço na área da saúde é a automação de processos. A automação hospitalar está sendo implantada devido aos diversos benefícios que ela traz às empresas, aos funcionários e, principalmente, aos pacientes.
A automação de processos é a racionalização e otimização das metodologias e dos principais procedimentos que fomentam uma instituição. Tudo isso por meio da implantação de softwares e sistemas computacionais.
A automação tem como objetivo principal a redução de custos. Para isso, ela auxilia na delegação de tarefas, otimização da mão de obra, otimiza o tempo de atividades e substitui processos manuais pela automatização. Com isso, a instituição estará menos suscetível a erros e reduz consideravelmente os custos.
Os profissionais da área de saúde em geral são especializados no tratamento e relação de pessoas. No entanto, a automação pode facilitar ainda mais o tempo e o custo que esses profissionais, o hospital ou a clínica terão para acolher a jornada do paciente.
A automação oferece informações e análise de dados simples e complexos de uma forma imediata e facilitada com o uso da tecnologia. Por isso, otimiza o tempo na procura de prontuários, agendamentos e encaminhamentos feitos no papel, por exemplo.
Outro ponto importante que a automação de processos traz aos hospitais e clínicas é a reestruturação da gestão hospitalar na melhoria das atividades dos colaboradores.
Podemos dizer com toda certeza que uma instituição começa a crescer e ter mais sucesso se os colaboradores estão alinhados aos objetivos da organização. Mas, para isso ocorrer, é necessário trabalhar na gestão hospitalar e no ambiente como um todo para que as tarefas internas sejam mais dinâmicas e durem menos tempo para serem realizadas.
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Nessa linha, os médicos, enfermeiros, técnicos e outros profissionais da saúde devem estar ainda mais alinhados com os objetivos do hospital ou clínica, pois todo o trabalho está voltado ao cuidado da vida dos pacientes. Por isso, a complexidade das atividades hospitalares deve ser trabalhada com ferramentas que auxiliem na simplificação delas.
Esse alinhamento de objetivos e simplificação das tarefas pode ser ainda mais facilitado quando um hospital ou clínica está aliado a tecnologia e suas ferramentas de automação, como o workflow. Portanto, ao inserir a automação você terá os seguintes benefícios:
Ao automatizar processos fica mais fácil a gestão de marcação de consultas, cancelamentos e encaminhamentos, utilizando sms e e-mail, por exemplo. No agendamento online, os profissionais conseguem visualizar as informações rapidamente e em tempo real. Por isso, economizam tempo para confirmar consultas. E isso possibilita a realização de outras tarefas mais importantes e promove a melhora e agilidade no atendimento.
Como falamos acima, os colaboradores podem automatizar suas tarefas manuais. Ou seja, garantem economia de tempo e ganham maior liberdade de realizar tarefas mais relevantes.
A segurança é um dos principais pontos quando falamos da automação. Ao automatizar, você tem gravado em um HD todas as informações que desejar, como as informações e prontuários dos pacientes. Para garantir que essas informações não sejam perdidas, é feito a criptografia das mensagens. Assim, é vantajoso na proteção dos dados do hospital.
A automação de processos possibilita a melhoria da gestão financeira de um hospital ou clínica. Pois ela facilita o controle das despesas, faturamento, lucros e prejuízos da instituição através dos programas de contabilidade. Tornando mais claro e prático para os responsáveis da instituição.
Controlar o estoque hospitalar é uma tarefa muito importante para que a gestão seja eficiente e evite desperdícios. Com a automação do controle de estoque, o hospital adquire diversos benefícios. Sendo os principais: simplificação da entrada e saída de materiais; os colaboradores verificam mais rapidamente os prazos de validade dos medicamento; facilitação da compra de outros materiais e equipamentos, e analisa a demanda de materiais para evitar o gasto de dinheiro sem necessidade. Além de todos esses benefícios, a automação de processos em hospitais e clínicas aumenta a produtividade dos colaboradores.
Portanto, a automação hospitalar só traz benefícios e resultados imediatos para a gestão dos hospitais e clínicas, aos pacientes e principalmente aos colaboradores.
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Os avanços na tecnologia acontecem em grande velocidade, gerando impacto na sociedade e na dinâmica das empresas. Os estabelecimentos de saúde também estão incluídos nesse processo, passando por uma ampla modernização e contando com uma série de benefícios da informatização. A radiologia digital é um exemplo de tecnologia que promove vantagens para médicos, gestores de saúde e pacientes. Esse recurso é uma alternativa à radiologia convencional, oferecendo mecanismos mais rápidos e sustentáveis.
Preparamos este conteúdo especial com informações sobre a radiologia digital e os impactos que ela gera no estabelecimento de saúde. Quer aprender mais sobre o assunto e conhecer as mudanças que a radiologia digital traz para o paciente e para a gestão? Continue acompanhando e entenda!
A radiologia digital faz a captação das imagens com o uso de sensores digitais de raios X. A imagem é enviada diretamente para um computador, podendo ser gerenciada pelo profissional para melhor visualização.
Essa tecnologia conta com avançadas funcionalidades para proporcionar qualidade, precisão e eficácia. Na década de 1970, começaram os primeiros usos experimentais da radiologia digital. Essa tecnologia passou por um grande aprimoramento e avanços (como a implementação de computador no processo e o surgimento dos recursos em nuvem) e se inseriu no mercado posteriormente.
A radiologia convencional usa filmes radiográficos e a imagem é revelada em uma chapa, com o auxílio de produtos químicos. Ela foi descoberta entre o final do século 19 e início do 20.
A radiologia digital apresenta diversos fatores que a diferenciam da radiologia analógica. As radiações são geradas por um tubo padrão e coletadas pelos sensores digitais. A energia absorvida é transformada em carga elétrica. Essa carga é registrada, digitalizada e processada em escala cinza. Os dados são processados por um software especializado para a formação da imagem utilizada para fins clínicos. Depois, a imagem é armazenada.
Na radiologia convencional, o filme radiográfico tem que passar por revelação, com o auxílio de reagentes na câmara escura. Caso o profissional deseje passar o material para o computador, é necessário escanear a imagem.
Com isso, é possível perceber que a radiologia digital realiza o processo de geração da imagem em segundos. Já a convencional tende a ter uma maior demora para a geração de resultado.
Os diagnósticos tendem a ser mais precisos na radiologia digital, porque a imagem gerada é de maior qualidade e pode ser ampliada, manipulada e ter a escala de cores invertida. Com isso, o médico pode fazer uma análise mais minuciosa e oferecer um diagnóstico certeiro.
A radiologia digital demanda equipamentos como computador, máquina digital de raios X, digitalizadores e software para o processamento de imagem. A convencional pede a câmara escura, o aparelho de raios X, scanner e computador.
A radiologia digital contribui de diversas formas para a gestão. Veja mais a seguir!
Os equipamentos e sensores digitais apresentam um preço um pouco mais elevado que a tecnologia analógica. Porém, se você considerar que com esses dispositivos vai poder dispensar custos com reagentes químicos, mão de obra e sala de revelação, a radiologia digital se mostra mais barata. Ou seja, você terá um investimento inicial, mas, em longo prazo, há um excelente retorno financeiro e diminuição de custos com os processos.
As perdas de chapas de raios X podem acontecer no processo analógico. No geral, elas possuem um tamanho grande, não cabendo dentro da bolsa. Assim, o paciente se desloca com o exame nas mãos, em um envelope e pode perdê-lo por algum esquecimento ou distração. Na dinâmica hospitalar, o que se percebe da logística das chapas de raios X é que ela é mais trabalhosa, assim como nos prontuários de papel.
Com a radiologia digital, esses problemas são eliminados. As imagens geradas são armazenadas com segurança no computador, podendo ser colocadas em prontuários eletrônicos em nuvem, o que fortalece as barreiras de proteção do documento. Riscos de extravio e dificuldades de logística são completamente eliminados.
Conforme mencionamos, as imagens no processo analógico demoram um pouco para serem reveladas, necessitando do uso de agentes químicos. Na radiologia digital, a imagem é gerada em segundos, sendo transmitida com velocidade para o computador.
Isso otimiza a gestão hospitalar e aumenta a capacidade de atendimento do estabelecimento de saúde. Além disso, é bom lembrar que em certos quadros, poucos minutos podem fazer grande diferença no prognóstico do paciente.
A revelação do raios X convencional demanda o uso de reagentes químicos que precisam de descarte especializado e rigoroso, pois podem agredir ao meio ambiente. Além disso, a chapa formada, quando já não é mais necessária, também precisa de um recolhimento especial, não podendo ser encaminhadas para o lixo comum.
O resultado disso é que o descarte dos materiais de raios X convencional se torna caro e dispendioso, sendo trabalhoso para os gestores de hospitais. Esse cenário também gera dificuldades para os pacientes descartarem seus exames já utilizados ou antigos.
A radiologia digital dispensa o processo de revelação de imagem, enviando os dados diretamente para o computador. Assim, a gestão não precisa se preocupar com reagentes químicos e descartes especiais. Caso seja necessária uma impressão, ela pode ser feita em papel comum, de fácil descarte e reciclagem.
A radiologia digital é uma moderna tecnologia que proporciona vários benefícios para gestores e pacientes. Ela otimiza o fluxo de trabalho, agiliza processos na clínica e permite que o paciente imprima o exame na própria casa, sem a necessidade de realizar diversas viagens ao estabelecimento para pegar o exame.
A linha Agfa Healthcare pode ser de grande ajuda para o seu estabelecimento de saúde na implementação da radiologia digital. A Agfa é líder no segmento de imagem e está há 140 anos no mercado. Ela oferece excelentes dispositivos para radiologia digital, como softwares de processamento de imagens, equipamentos de radiografia digital, retrofits, digitalizadores e impressoras digitais.
Gostou de aprender sobre radiologia digital e saber o que muda para o paciente e para a gestão? Aproveite e conheça os produtos da linha Agfa Healthcare para potencializar os processos na sua clínica!
Tecnologia e medicina sempre andaram de mãos dadas, proporcionando inovação dentro e fora dos centros cirúrgicos. Os avanços englobam desde novos equipamentos e técnicas até formas de melhorar a relação médico-paciente. Nesse sentido, o destaque da vez é o chamado Uber médico — agendamento de consultas domiciliares por um aplicativo.
Como tudo que envolve a saúde digital, logo despontam preocupações em relação à qualidade e à segurança do atendimento prestado. Assim, surgem dúvidas quanto à regulamentação e fiscalização do serviço, bem como à preservação da ética médica.
Assim, neste post abordamos o assunto explicando como funciona o Uber médico, quais são os aplicativos disponíveis no Brasil e o que diz o Conselho Federal de Medicina a respeito. Acompanhe!
Nomeado assim em função da semelhança com a plataforma de transporte, é um serviço que permite o agendamento de atendimento médico familiar por meio de aplicativo. Além de buscar facilitar a marcação de consultas, o conceito do Uber médico visa humanizar a medicina, resgatando antigo médico de família, porém, com mais tecnologia.
Além de consultas médicas, o serviço pode ser utilizado para a vacinação e também coleta de exames. Trata-se de uma boa opção para idosos, mães com crianças muito pequenas e pessoas com mobilidade reduzida, por exemplo. No entanto, é importante ressaltar que as visitas são indicadas para casos de baixa complexidade, não englobando urgências e emergências médicas.
O aplicativo funciona conectando médico e pacientes. Os primeiros devem se cadastrar, apresentando os devidos documentos, e aguardar a aprovação. No perfil de um médico, ficam disponíveis diversas informações, como foto, formação, especialidade e experiência profissional. Além disso, o profissional deve informar as localidades e horários em que está disponível para realizar atendimento.
Já os pacientes devem fazer um cadastro como usuários e para solicitar uma consulta precisam informar os sintomas, especialidade requerida e endereço em que deseja ser atendido. Após essa etapa, deverá escolher a data e horário, solicitando o agendamento.
As consultas têm um preço pré-determinado, podendo variar entre dias úteis e fins de semana e feriados, médico, especialidade e localidade. Os pagamentos são feitos pela plataforma que costuma aceitar cartões de crédito. Os aplicativos ficam com uma porcentagem do valor pago pelo paciente.
No Brasil há, pelo menos, três aplicativos que oferecem esse tipo de serviço em funcionamento, sendo o primeiro deles o Docway, desde 2015. Além da Docway, as empresas Doctor Engage e Doutor Já disponibilizam serviço semelhante.
De acordo com o Conselho Federal de Medicina, os aplicativos oferecem mais de 50 especialidades médicas, sendo pediatria e clínica geral as mais solicitadas.
Trata-se do primeiro aplicativo de Uber médico do Brasil, conta com mais de 3 mil médicos cadastrados. Criado pelo curitibano Fábio Tiepolo, o aplicativo surgiu da ideia de conectar médicos e pacientes, estimulando a realização de consultas domiciliares. O serviço já está presente em mais de 250 cidades do país.
Disponível para iPhone e Android, o aplicativo oferece um histórico das suas consultas, solicitação de recibos e permite a criação de sub-perfis para familiares. Uma das grandes vantagens que o aplicativo oferece é a flexibilidade e autonomia para a marcação de consultas.
Entretanto, os preços podem não ser muito atrativos. Os valores são definidos pelos próprios médicos e podem variar bastante, porém o ticket médio é de R$ 250 a R$ 300.
Embora o primeiro aplicativo já esteja em atividade no país desde 2015, somente fevereiro de 2018 o CFM regulamentou e declarou ético o serviço de Uber médico. Para tal, o Conselho elaborou uma série de resoluções que dispõem sobre as exigências para o funcionamento dos aplicativos.
Há uma grande preocupação com a preservação da ética na relação médico-paciente e também com a publicidade desse tipo de serviço, gerando uma concorrência desleal em detrimento da qualidade. Assim, listamos aqui algumas regras que devem ser seguidas tanto pelos aplicativos quanto pelos profissionais. Veja:
Para os médicos, as principais vantagens são definir seus horários de atendimento e valores cobrados, além de economizar com infraestrutura e reduzir o índice de absenteísmo — grande desafio nos consultórios.
Já para os pacientes, a praticidade e a agilidade de marcar uma consulta sem burocracia, fila de espera e de ser atendido em casa são os maiores atrativos. Por isso, os serviços vêm ganhando mais e mais usuários ano a ano, porém, os especialistas alertam para algumas questões.
Por exemplo, os aplicativos não são obrigados a mostrar a avaliação dos profissionais em suas fichas, e também não ficam claras as responsabilidades do aplicativo pelo atendimento prestado, já que não há punição prevista. Além disso, os valores praticados podem ser um entrave a popularização do serviço.
De toda forma, é importante estar atento às tendências tecnológicas na área da saúde, sobretudo as que buscam melhorar a experiência do paciente. Afinal, um médico precisa se manter atualizado tanto tecnicamente quanto em relação à gestão de sua carreira.
Nesse sentido, o Uber médico vem sido cada vez mais procurado por médicos recém-formados que não ainda não têm consultório, mas também por profissionais mais experientes que buscam renovar suas formas de exercer a profissão e estreitar a relação com seus pacientes.
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Você já deve ter ouvido falar nos termos “hospital digital”, não é mesmo? Mas você sabe o que isso realmente quer dizer? Será isso uma tendência ou uma realidade já vivenciada em instituições de saúde?
Bom, considerando que a tecnologia avança de maneira acelerada no setor, sistemas de digitalização e informatização se fazem cada vez mais presentes e, o mais importante: operam de forma integrada. Afinal, todos os dados gerados na instituição devem ser analisados com o apoio da inteligência artificial, para promover uma medicina mais preditiva e eficiente.
Nesse cenário, então, como o hospital digital funciona? É o que veremos a seguir! Continue acompanhando e se surpreenda com os benefícios, características e expectativas para o futuro da saúde.
Basicamente, esse hospital se difere dos demais devido à sua implementação intensa de práticas que se baseiam na tecnologia da informação (TI). Logo, para que seja 100% digital, ele não deve utilizar papel, e toda a submissão e troca de dados deve ser realizada de maneira digital.
Quando imagina um hospital tradicional, você pensa em prontuários físicos destinados a cada paciente, documentos e resultados de exames impressos? E a gestão de cadastro individual, que não se interliga com o estoque e o método de faturamento? Pois bem, em um hospital digital, existe uma integração total entre os sistemas interno e externo.
Assim, níveis altos de tecnologia da informação clínica e mecanismos de segurança promovem cuidados médicos com muito mais eficiência operacional e qualidade de atendimento.
A Healthcare Information and Management System Society (HIMMS) estabelece critérios e sete níveis que classificam esse processo de informatização dos hospitais, de acordo com a inserção de certas soluções. Dependendo de alguns sistemas já implementados, a instituição pode iniciar na classificação um, em que as informações do paciente e das principais atividades de administração são digitalizadas.
A partir disso, o hospital vai evoluindo até o nível seis — em que existe uma interoperabilidade interna, ou seja, todo e qualquer sistema interno é integrado — ou o sete, que abrange a condição de interoperabilidade externa. Em outras palavras, a instituição consegue se comunicar com outros parceiros (como laboratórios, fornecedores e operadoras) sem a utilização de papel.
O hospital digital que atinge o nível sete compartilha absolutamente todas as informações entre os setores. Assim, emergência, ambulatórios blocos cirúrgicos conversam e se atualizam em tempo real, além de alimentarem dados que geram relatórios com análises de atendimento e do serviço prestado.
Alguns exemplos de ferramentas que promovem essa extinção do uso do papel são os softwares de gestão hospitalar, os sistemas de armazenamento e o compartilhamento de imagens e exames, bem como prontuários eletrônicos integrados.
Como primeiro passo, os gestores devem traçar planos e metas de acordo com o nível de digitalização que pretendem alcançar — e, claro, que a estrutura do hospital consegue comportar. Então, devem solicitar uma avaliação prévia, que pode ser realizada por consultorias parceiras da HIMSS.
Depois que a situação é analisada, inicia-se o projeto de digitalização com o apoio de estudos da infraestrutura de tecnologia da informação. Para suportar a troca intensa e massiva de informações, redes e equipamentos de qualidade devem ser obtidos. Dependendo do nível em que o hospital já está classificado, ações como a implementação de prontuários eletrônicos, sistemas de certificação digital, controle do fluxo de medicamentos e checagem eletrônica à beira-leito também são adotadas.
Considerando os avanços tecnológicos que constituem a informatização, não é difícil perceber que os seus benefícios também são inúmeros, certo? Eles abrangem aspectos que proporcionam desde uma maior segurança para os pacientes até a própria redução de custos. Vejamos, a seguir, os principais deles!
Quando o corpo clínico recebe alertas em tempo real, as intervenções são realizadas com mais precisão. Isso porque o acesso integrado às informações permite que elas sejam obtidas no prontuário e analisadas nos monitores de sinais vitais, otimizando qualquer procedimento de urgência.
É possível reduzir gastos, por exemplo, com cirurgias canceladas de última hora. Com a digitalização, a rotatividade é analisada todo o tempo, o que diminui a ocorrência de centros cirúrgicos parados.
Nesse contexto, o retorno financeiro da instituição também é bastante relevante, uma vez que, além de economizar papel e gastos com transações burocráticas, o tempo de estadia do paciente também diminui.
Esse é outro ponto fundamental entre as vantagens: como todos os processos são circuitos fechados, operações como a prescrição e liberação de medicamentos são checados pela inteligência do sistema. Não é nenhuma surpresa, inclusive, o fato de que em um hospital digital os erros médicos são reduzidos significativamente.
Você sabia que quanto mais o perfil dos pacientes é conhecido pela instituição, mais fácil é fazer campanhas efetivas e oferecer serviços que, realmente, atendem o seu público? Além disso, aspectos como a sazonalidade e outros períodos de sobrecarga no atendimento ambulatorial ficam mais previsíveis, permitindo que o hospital tome ações para suprir essa demanda de antemão.
O processo para obter a certificação como hospital digital é complexo e pode durar alguns anos. No entanto, essa é uma tendência que, certamente, ainda será bastante explorada — principalmente se a instituição adotar tecnologias como Internet das Coisas (IoT), Big Data e telemedicina.
Hoje, no Brasil, existem três hospitais de nível sete (Hospital Unimed Recife III, Hospital Márcio Cunha de Ipatinga e Unimed Volta Redonda), mas as expectativas de implementação para o futuro próximo são bem positivas. Até porque esse é um ponto de partida para inovações e benefícios que a medicina do futuro consegue promover.
É imprescindível ressaltar, por fim, que de nada adianta implementar sistemas tecnológicos e informatizados se a cultura interna dos colaboradores não acompanhar esse processo. O hospital digital exige mudanças importantes nesse sentido, e é preciso existir uma sinergia com a revolução digital na saúde para que os seus benefícios sejam realmente obtidos.
Gostou de aprofundar seus conhecimentos sobre os conceitos e expectativas do hospital digital? Nós produzimos constantemente conteúdos sobre avanços tecnológicos na área médica, então, siga nossas as redes sociais para ficar por dentro das próximas atualizações! Estamos no Facebook, no Instagram e no LinkedIn.
