Você sabe o que é ventilação não invasiva? Confira os benefícios!

Você sabe o que é ventilação não invasiva? Confira os benefícios! Quando você pensa em dificuldade respiratória em pacientes, logo imagina a necessidade de intubação? Pois saiba que essa não é a única alternativa! A ventilação não invasiva, também conhecida como VNI, tem se consolidado como uma opção para garantir bons resultados em diversos quadros.

Essa técnica oferece suporte ventilatório sem que seja necessário recorrer a métodos invasivos. Com isso, os procedimentos se tornam mais simples e oferecem diversas vantagens em geral.

Você sabe o que é ventilação não invasiva? A seguir, veja como é feita a ventilação não invasiva e conheça os seus principais pontos positivos.

Como funciona essa técnica?

De forma simples, essa modalidade de ventilação evita o uso de soluções como a intubação ou a traqueostomia. Como o próprio nome revela, ela é feita sem que seja necessário invadir o corpo do paciente, por meio de soluções específicas.

Em geral, ela utiliza equipamentos que criam uma pressão positiva de oxigênio, de acordo com as demandas de oxigenação. Parece complicado? Mas não é! Basicamente, as soluções “empurram” o oxigênio para dentro das vias aéreas, fazendo com que ele chegue ao pulmão. Com isso, o corpo passa a respirar melhor com o apoio dessas soluções.

Quais são os principais tipos de ventilação não invasiva?

Pensando em termos de soluções de suporte à ventilação, a VNI pode ser realizada de diversos tipos, com a ajuda de vários equipamentos.

O BiPAP nada mais é que uma espécie de ventilador portátil, que exerce uma pressão positiva para forçar a passagem de ar pelas vias. Ele também atua sobre a expiração, garantindo as trocas gasosas adequadas. Se houver apenas um nível de pressão, estamos falando de um CPAP.

Enquanto o CPAP e o BiPAP são frequentemente usados em casa, há opções voltadas para hospitais, como é o caso do PAV. Essa solução de Ventilação Proporcional Assistida consegue identificar as necessidades e as capacidades respiratórias de cada paciente e se adapta a elas. Já o VAPS é um tipo de ventilador pulmonar e que também é aplicável no caso de pessoas entubadas.

Outra possibilidade ainda mais moderna é o capacete de oxigenação e alta pressão. Ele é completamente vedado e seguro, permitindo que o paciente respire com o apoio de um ventilador mecânico ou somente com a passagem de oxigênio nos níveis certos.

Além de tudo, a VNI varia de acordo com o papel dos equipamentos. Na versão assistida, o paciente realiza todos os movimentos e recebe apenas uma ajuda do equipamento. Já o modelo híbrido conta com parte dos movimentos feitos pelo equipamento. No tipo controlado, o aparelho realiza todas as movimentações respiratórias, em apoio ao paciente.

Quando vale a pena utilizar essa abordagem?

No geral, a ventilação não invasiva é recomendada para pacientes que apresentam alguma dificuldade de oxigenação ou retenção de dióxido de carbono. Também é indicada para quadros com insuficiência respiratória e excesso de força para realizar os movimentos de respiração. Inclusive, é uma alternativa indicada para pacientes que sofrem de apneia do sono, que é aquela interrupção da respiração por alguns segundos durante o descanso.

No entanto, nem todos os quadros devem recorrer a essa modalidade de terapia. Pacientes que não estejam estabilizados, inconscientes, hipotensos e com outras condições graves não são elegíveis para o uso, combinado?

Quais são os benefícios dessa técnica?

Desde que usada corretamente, a ventilação não invasiva é muito benéfica para pacientes e até para os profissionais de saúde. Inclusive, você sabia que ela tem se tornado a solução preferencial em muitos países, para os quadros adequados? Pois é! Para saber por que isso acontece, veja, em seguida, quais são as maiores vantagens dessa abordagem.

Aumento de qualidade de vida do paciente

Primeiramente, não podemos deixar de citar que essa é uma forma de os pacientes respirarem melhor, sem tanto esforço. Só por isso a alternativa já é suficiente para melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

Quem passa por essa terapia sente menos cansaço, dores de cabeça ou dificuldades para realizar as atividades do dia a dia. No geral, é possível ter uma experiência muito melhor no dia a dia graças a isso.

Diminui os riscos de infecções

Outro ponto positivo da ventilação não invasiva é que ela oferece riscos muito menores em relação às infecções. Como ela é feita sem a necessidade de intubação ou cirurgias, não há uma “porta de entrada” para bactérias ou outros microrganismos.

Então, há menos chances de o quadro se agravar, o que é essencial para acelerar o tempo de recuperação e aumentar a segurança para os pacientes.

Reduz o tempo de hospitalização

Já que as infecções são menos frequentes e o paciente consegue recuperar a capacidade de respiração mais facilmente, o tempo de hospitalização é menor. Isso é essencial para evitar longas internações, o que aumenta a suscetibilidade a contaminações diversas.

Para o hospital, isso é positivo porque diminui a taxa de ocupação, liberando leitos para outros pacientes potencialmente mais graves.

Quais são os diferenciais do aparelho?

Como dissemos, o grande destaque dos aparelhos de ventilação não invasiva é a atuação externa ao corpo. Por meio de uma máscara ou de um capacete, o paciente recebe a entrada de oxigênio de acordo com as suas necessidades.

Além disso, há aparelhos que podem ser usados em casa e até durante todo o sono, como é o caso de quem tem apneia do sono. Para melhorar, é uma alternativa que não exige a sedação, o que dá mais autonomia para o paciente e simplifica o cuidado com a capacidade respiratória.

Como é o uso para pacientes de Covid-19?

Os pacientes de Covid-19 normalmente encontram dificuldade para respirar por causa do comprometimento das vias aéreas. Inicialmente, o protocolo usado é o da intubação, com uso de respirador e ventilador mecânico na UTI. No entanto, a ventilação não invasiva também pode prestar suporte para garantir a capacidade de oxigenação do organismo.

No entanto, essa é uma alternativa recomendada para pacientes que não estejam gravemente comprometidos ou instáveis em relação à progressão da doença. No geral, serve como uma alternativa de “pré-tratamento”, inclusive para tentar evitar a necessidade de intubação. No entanto, o monitoramento deve ser completo para que haja uma avaliação sobre possíveis pioras.

Além disso, é necessário considerar os riscos ampliados de transmissão com o uso de máscaras tradicionais de VNI e cânulas de oxigênio. Por isso, o capacete não invasivo costuma ser uma alternativa mais adequada, já que evita a dispersão de gotículas que levam à contaminação.

A ventilação não invasiva é uma excelente alternativa para garantir o cuidado certo e a capacidade respiratória para pacientes. Entre as alternativas de interface, o capacete de oxigenação e alta pressão da Medicalway é uma novidade que se consolida como a melhor alternativa disponível para um processo seguro e eficiente.

Por falar nessa solução, conheça o 7 Lives – Helmet e veja o que destaca essa opção das demais!

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    O que é e quais os benefícios do cardioversor? Confira!

    Apenas em 2021, 230 mil pessoas no Brasil morreram por doenças cardíacas, segundo dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). É por razões como essas que os médicos devem ficar alertas e contar com aparelhos como o cardioversor.

    Ele é responsável por regular batimentos cardíacos, como quando o órgão pulsa de forma acelerada. Para isso, é importante saber como manusear o cardioversor adequadamente, em quais situações seu uso é indicado, quais diferenças entre ele e o desfibrilador etc.

    Então, quer ficar por dentro dessa e de outras informações sobre o cardioversor? Continue conosco e saiba mais!

    O que é cardioversor?

    O cardioversor é um aparelho médico que aplica choque elétrico sincronizadamente sobre o coração para restaurar impulsos elétricos. Em outras palavras, ele é responsável por melhorar a oxigenação sanguínea do coração e regular os batimentos cardíacos.

    Diante disso, o cardioversor é especialmente útil em casos urgentes e emergentes, como em indivíduos com arritmia. Além disso, o cardioversor também é indicado para monitorar cirurgias e tratamentos clínicos relacionados a problemas cardíacos.

    Como o cardioversor funciona?

    O funcionamento do cardioversor ocorre pela liberação de estímulos elétricos no coração. Desse modo, é possível regular as batidas do coração. O cardioversor também consegue realizar todas as funções do desfibrilador, mas é ainda mais completo, por aplicar choques elétricos síncronos.

    O modo de funcionamento do cardioversor varia conforme os tipos disponíveis. Por exemplo, o manual precisa de um profissional qualificado para identificação do ritmo das batidas e aplicar os choques elétricos.

    Outro tipo é o semiautomático, que reconhece o ritmo das batidas automaticamente. Assim, a intervenção de um operador só é necessária para aplicar os choques. Existe também o cardioversor externo, que conta com eletrodos adesivos. E ainda, os internos, que conecta os eletrodos pelo sistema venoso.

    Quais são os benefícios de um cardioversor?

    Ter um cardioversor no ambiente médico oferece inúmeros benefícios. Entre eles, a capacidade de ter uma melhor preparação em situações emergenciais. Afinal, o aparelho é útil para regular os batimentos cardíacos do indivíduo, já que doenças cardiovasculares são tão frequentes.

    Assim, ter um cardioversor é também uma estratégia para se prevenir de problemas, especialmente em UTI e CTI. Dessa forma, além de atuar em situações de urgência e emergência, o aparelho colabora para monitorar cirurgias e tratamentos clínicos.

    Quem pode manusear o cardioversor?

    Conforme mencionado, a operação do cardioversor varia conforme o tipo de aparelho adotado. Isto é, a versão para o uso externo é mais intuitiva e pode ser operada por um profissionais mais leigo. E ainda, o cardioversor semiautomático.

    Este precisa de um operador apenas para administrar o choque elétrico. Enquanto isso, o cardioversor manual, que exerce essas duas funções. De todo modo, é preciso que o profissional encarregado tenha qualificação na área da saúde, preferencialmente um médico.

    Então, conseguiu entender do que se trata o cardioversor e como ele pode ser útil para a sua clínica médica? Como visto, investir nesse aparelho permite uma melhor preparação para situações emergenciais, previsão de problemas e muito mais.

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    Como o sistema de videolaparoscopia é realizado?

    No mundo atual, cada vez mais vemos toda a ciência evoluindo junto com a tecnologia. A medicina não é diferente. Com isso, cada vez mais surgem opções no mercado para facilitar os procedimentos e diminuir os riscos dos pacientes, uma dessas soluções é a videolaparoscopia.

    Apesar do nome grande e aparentemente complicado à primeira vista, o sistema de videolaparoscopia vem para facilitar a vida dos médicos, técnica essa que pode ajudar tanto para fazer diagnósticos quanto para cirurgias.

    Agora, você quer saber o que é a videolaparoscopia, quais as suas vantagens e como ela é feita na prática? Fique por aqui, que vamos mostrar para você neste artigo. Siga a leitura!

    O que é videolaparoscopia?

    Podemos dizer que a videolaparoscopia, também chamada apenas de laparoscopia, é uma cirurgia pouco invasiva, utilizada com o objetivo de diagnosticar doenças já suspeitas pelo médico ou para executar o que o tratamento precisa, como retirada de um órgão ou parte dele.

    Normalmente, o sistema de videolaparoscopia é utilizado nas doenças na região abdominal ou pélvica e é considerado um dos maiores avanços da medicina do último século quando o assunto é tecnologia.

    Como é feita na prática?

    Antes de abordarmos sobre como é feita a videolaparoscopia, é fundamental lembrar da necessidade de fazer os exames pré-operatórios e uma avaliação dos riscos cirúrgicos, por mais que seja uma prática pouco invasiva.

    Ao entender o estado das pessoas e como está o corpo com esses exames, é possível avaliar, por exemplo, quando é recomendável esvaziar completamente o intestino com o uso de laxantes no pré-operatório.

    A operação é administrada no ambiente hospitalar, por conta de toda a estrutura necessária. Todo o procedimento é feito sob anestesia geral. São realizados pequenos cortes e/ou incisões, sendo mais comum fazer dois a três na altura da virilha e uma na região umbilical.

    Na sequência, um tubo com uma microcâmera é introduzido até o local exato, o que permite ao médico ter uma visão detalhada e profunda. As imagens de alta definição podem ser ampliadas ou reduzidas a fim de realizar esse diagnóstico com exatidão ou até fazer uma cirurgia minuciosa.

    Quais são as vantagens do sistema de videolaparoscopia?

    Para o setor médico, a maior vantagem de utilizar a videolaparoscopia é o acesso ao órgão vital por meio de uma abertura bem pequena, de aproximadamente um centímetro.

    Como se trata de um procedimento por meio do qual um tubo plástico entra no corpo humano com uma microcâmera, a visualização facilita os diagnósticos e a realização das cirurgias de maneira incrivelmente mais prática.

    Para o paciente, a maior vantagem que podemos citar é o menor tempo de hospitalização necessária no pós-operatório. Afinal, por ser minimamente invasiva, o corpo sente menos e consequentemente se recupera mais rapidamente.

    Vale ressaltar que é também possível voltar, em pouco tempo, às atividades profissionais e pessoais. Com o sistema de videolaparoscopia, a chance de ter algum tipo de infecção e dor intensa é muito menor.

    E, claro, não podemos deixar de citar que todos se preocupam com sua forma física. Em termos de estética, esse tipo de procedimento é bem aceito, já que são cortes pequenos que deixam cicatrizes minúsculas, muitas vezes imperceptíveis.

    Portanto, o sistema de videolaparoscopia é um procedimento com vantagens para a equipe médica, devido à sua alta visualização e à possibilidade de proporcionar diagnósticos mais precisos, além de ser uma perfeita alternativa para o paciente, que terá uma recuperação rápida e com pouco desconforto no pós-operatório.

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    Deseja alugar equipamentos médicos? Saiba quais podem ser alugados

    Afinal, vale a pena alugar equipamentos médicos? Essa prática oferece benefícios como o melhor custo-benefício, se comparado a aquisição dos aparelhos. Mas existem muitas outras vantagens por trás dessa estratégia de negociação.

    Então, vale a pena conhecer mais sobre o aluguel de equipamentos médicos para avaliar em quais circunstâncias essa opção é benéfica. E ainda, é importante entender quais aparelhos podem ser alugados e como escolher a melhor empresa que oferece esses serviços.

    Então, quer saber mais sobre o processo de alugar equipamentos médicos? Continue conosco e tire suas principais dúvidas!

    Por que alugar equipamentos médicos?

    Você já entendeu que o aluguel de equipamentos médicos oferece inúmeros benefícios se comparado a compra desses itens. Confira mais sobre eles a seguir!

    Redução de custos

    Ao alugar equipamentos médicos o seu hospital arca com custos previamente acordados com a empresa contratada. Isto é, não é necessário lidar com gastos adicionais, como na manutenção dos aparelhos. Esse valor fica a cargo da empresa. Assim, você reduz custos.

    Aproveitamento da tecnologia

    A área médica passa por atualizações constantes, o que também se reflete nos equipamentos médicos. Então, alugar esses aparelhos é uma maneira da instituição aproveitar inovações tecnológicas sem gastar mais com isso, o que ocorreria com uma aquisição. Logo, os pacientes se satisfazem com a maior eficiência promovida pela tecnologia de ponta.

    Rapidez na troca de equipamentos defeituosos

    Os equipamentos médicos são vitais para os cuidados com o paciente. Assim, caso eles apresentem defeito, devem ser trocados rapidamente. Isso ocorre com mais facilidade a partir do aluguel de aparelhos. Afinal, existe um contrato que define o tempo máximo para substituição das peças e a garantia desse compromisso. 

    Quais equipamentos médicos podem ser alugados?

    Após conhecer os principais benefícios do aluguel de equipamentos médicos, é válido ficar por dentro dos aparelhos que podem ser alugados. Isto é, existem diversas opções a serem consideradas, o que deve ser decidido conforme as necessidades da sua instituição. De todo modo, os itens mais comuns são:

    • espirometria — medidor da quantidade e do fluxo de ar que entra e sai dos pulmões;
    • eletrocardiograma — avaliador da atividade elétrica do coração;
    • torres de laparoscopia — visualiza e ajuda no tratamento de doenças do sistema digestivo;
    • mapa da pressão arterial monitorador da pressão sanguínea do paciente.

    Qual é a diferença entre o aluguel convencional de equipamentos médicos e o comodato?

    Ao falar em aluguel de equipamentos médicos, existe a opção convencional e o comodato. A primeira envolve o pagamento e recebimento de valor financeiro para garantir o fornecimento dos itens. Enquanto isso, o comodato é um empréstimo gratuito. 

    Isto é, a empresa que contrata os equipamentos médicos não cobra diretamente um valor para isso. Contudo, a relação envolve vantagens mútuas. Por exemplo, a instituição que se beneficia dos aparelhos alugados pode ter como obrigação garantir a manutenção dos itens, divulgar a empresa etc.

    Percebeu como o alugar equipamentos médicos e benéfico e pode ficar ainda mais interessante no método comodato? Seja qual for a modalidade escolhida, saiba que a Medicalway se destaque no oferecimento desse sentido. Isso porque ela tem renovação de equipamentos, parcelas fixas e outros diferenciais.

    Quer saber mais sobre os benefícios oferecidos pela Medicalway? Entre em contato conosco!

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