A via aérea difícil (VAD) consiste nas situações em que o paciente não consegue ser intubado e/ou ventilado como deveria. Naturalmente, esse tipo de acontecimento causa pânico nos profissionais envolvidos, já que isso eleva os riscos de mortalidade.
Por motivos como esses, é indispensável entender mais sobre em que consiste a via aérea difícil e como esse quadro ocorre. Desde já, saiba que situações como essas são mais comuns na sala de emergência, em intubações que exigem sequências rápidas em gestantes e em cirurgias eletivas.
Então, quer aprender mais sobre a via aérea difícil? Continue a leitura e tire suas principais dúvidas sobre a temática!
Conforme mencionado e como o próprio nome sugere, uma via aérea difícil consiste na situação clínica em que o profissional da saúde tem dificuldades na ventilação e/ou intubação de pacientes. Assim, a via aérea difícil pode se encaixar em determinado contexto, segundo a Sociedade Americana de Anestesiologia (ASA), como:
Em situações como as descritas, é necessário repetir o processo, mudar os equipamentos utilizados, como as lâminas ou até mesmo introduzir itens alternativos. E ainda, pode ser necessário contar com o uso de outros elementos para auxiliar a laringoscopia.
Além desses procedimentos citados, é necessário conhecer os fatores de risco para entender as condições do paciente e garantir que as devidas precauções sejam tomadas. Além disso, essa identificação também é útil para que não haja mais erros nas técnicas utilizadas. Então, os critérios que ajudam a perceber isso são:
Existem dois exames que podem ser utilizados em caso de via aérea difícil: o videolaringoscópio ao laringoscópio tradicional. O primeiro trata-se de um equipamento moderno que faz o procedimento com mais segurança e precisão, por isso ele é a melhor opção.
Isso é especialmente útil em situações emergenciais que pedem intubações rápidas, evitando que o VAD ocorra. Enquanto isso, o laringoscópio tradicional apresenta limitações que não são recomendadas especialmente no caso de via aérea difícil.
Diante dos riscos envolvidos, é indispensável conhecer técnicas recomendadas para acessar uma via aérea difícil. Por exemplo:
Conseguiu tirar suas principais dúvidas sobre a via aérea difícil? Entender mais sobre o assunto contribui para um cuidado mais adequado com o paciente em situações como essas. É o caso de seguir as técnicas e o exame recomendado.
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Já falamos aqui no blog sobre a importância de um exame rápido e confiável de análises de ECG, mas, existem diversos exames cardiológicos, e para entender se existe algum problema geralmente é feito primeiro os mais simples e depois os mais complicados. Confira 3 dos mais invasivos:
Usada para o diagnóstico de lesões em válvulas, essa ecografia é semelhante as outras que são menos invasivas, entretanto funciona mais como um exame complementar, se baseando em ultrassons para conseguir imagens em movimento do coração e dos vasos sanguíneos. O aparelho é colocado dentro do esôfago, por trás do músculo cardíaco, e assim obtém imagens nítidas da região cardiovascular.
A Cintilografia miocárdica é indicada para casos em que o ECG é difícil de ser interpretado, para localizar a zona de isquemia e diferenciá-la de um infarto, para confirmar a revascularização depois de uma cirurgia de bypass e para indicar o prognóstico de uma doença coronária. Esse teste é realizado em duas etapas: primeiro, é injetado um contraste na veia do paciente enquanto ele está deitado e depois é realizado um procedimento parecido porém com o paciente em estado de estresse cardíaco.
O Cateterismo é feito em pacientes que vão fazer revascularização ou procedimentos de dilatação das coronárias, que tem estenose da válvula aórtica, que apresentam manifestações de doença isquêmica, que foram submetidos a cirurgia de revascularização, com insuficiência cardíaca, com arritmias graves ou com dores no peito desconhecidas. Para realizar o procedimento, é introduzido um cateter (sonda) através da artéria, que é dirigido para a aorta e as coronárias. Se for preciso, é colocado um contraste nas coronárias, para obter imagens através de um raio-x que irá mostrar se as coronárias estão abertas ou obstruídas.
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Já falamos aqui no blog sobre como a Telemedicina tem transformado os métodos de análise de ECG, mas você sabe qual é a importância desses avanços na área da cardiologia?
O Eletrocardiograma é um exame já muito conhecido que avalia a atividade do músculo cardíaco e detecta alterações que podem indicar doenças cardiovasculares. Ele faz parte do check-up cardiológico que deve ser realizado em pessoas com histórico familiar de doenças no coração a partir dos 30/35 anos (podendo ser mais tarde para pacientes que realizam atividades físicas regularmente).
O doutor Carlos Alberto Pastore, em entrevista ao blog do Dr. Drauzio Varella, explicou como esse exame é feito: “O eletrocardiograma é realizado com a pessoa em repouso. É um exame tecnicamente muito simples, mas sua interpretação requer algum cuidado. Graças a Deus, os cardiologistas estão percebendo que esse recurso do consultório pode dar informações muito boas, se bem avaliadas.
Para executá-lo, utilizam-se doze eletrodos colocados nas pernas, braços e no tórax, na região do precórdio. Eles captam a atividade elétrica do coração que passa para os tecidos vizinhos e chega até a pele. Essa informação é enviada para um aparelho (eletrocadiógrafo) que as registra num papel. Analisando seu traçado, é possível saber se há sequência de batimentos, se o ritmo é normal e a atividade cardíaca, rápida ou lenta.”
Apesar de ser considerado um exame simples, o ECG exige uma boa interpretação de resultados, pois seus dados por si só não apontam automaticamente o problema do paciente. Dessa forma, as análises de ECG são tão importantes quanto a realização dos exames, e a sua rapidez pode significar muitas vezes salvar a vida de pacientes, pois quanto mais cedo são descobertos os riscos de doenças cardíacas, mais fácil será de tratá-las.
O doutor Carlos menciona a tecnologia como uma grande aliada na interpretação desses resultados: ” Nos últimos vinte anos, a informatização ajudou muito a interpretar os dados obtidos no eletrocardiograma, um exame que existe há aproximadamente cem anos. Eu diria até que uma boa consulta clínica e um eletrocardiograma bem interpretado permitem afastar a possibilidade de doença cardiológica em 90% dos casos”
Portanto, além de uma prevenção por parte do paciente, é necessário que os hospitais sejam modernizados, e os profissionais estejam aptos a utilizar a tecnologia para auxiliar o seu trabalho.