Tanto na medicina clínica quanto na hospitalar, o ultrassom portátil auxilia os médicos a fazer diagnósticos instantâneos. Isso mesmo! Assim, ao invés de fazer um pedido de exame e encaminhar o paciente à sala de ultrassom (no hospital) ou a um laboratório especializado, o que pode demorar dias, o médico faz o exame no mesmo instante em que atende o paciente.
Assim, o resultado — para que o próprio médico solicitante analise os resultados e obtenha as respostas esperadas — fica pronto no momento da consulta. Esse tipo de aparelho já era utilizado por médicos angiologistas, para fazer o ultrassom venoso em busca de problemas como varizes, por exemplo. Agora, ele está sendo utilizado para uma infinidade de diagnósticos. Acompanhe o texto e veja como funciona um ultrassom portátil, seus diferenciais e como adquirir um exemplar!
Trata-se de um equipamento que podemos considerar como sendo “de bolso”, devido ao seu tamanho e facilidade de uso — com imagens mostradas em smartphones e tablets. Dessa forma, os médicos podem utilizá-lo em qualquer lugar (sem a necessidade daquele aparelho enorme que necessita de uma sala própria para ser fixado). Com isso, o médico pode levar consigo aparelho de ultrassom portátil entre os consultório, clínicas e hospitais em que atende, algo que até pouco tempo era impensável.
Para seu funcionamento, o aparelho de ultrassonografia portátil une inteligência artificial, semicondutores e computação em nuvem para analisar as imagens capturadas. Para utilizá-lo, basta ter um aplicativo instalado e, a seguir, conectá-lo ao celular ou tablet. As imagens de alta resolução aparecerão diretamente na tela.
Antes de usar, é recomendável envolvê-lo em plásticos, os quais serão descartados imediatamente após o uso, contribuindo para a higiene e ganho de tempo. Além da facilidade de operar, o ultrassom portátil ainda é prático, rápido e higiênico, já que a consulta completa é feita na mesma sala e num único dia.
Um grande diferencial do ultrassom de bolso é fazer o diagnóstico rápido de sangramento interno (inclusive em salas de cirurgias), desenvolvimento de tumores, entre outros problemas. O dispositivo só requer uma conexão interna para enviar as imagens nas telas de tablets e celulares. Os outros diferenciais complementares são:
Além dos diferenciais citados, que já são grandes vantagens, a seguir, você conferirá os outros benefícios do ultrassom portátil!
O ultrassom portátil permite examinar os pulmões dos pacientes infectados com coronavírus instantâneamente, o que pode decidir a necessidade ou não da intubação. A outra alternativa (tomografia computadorizada) é muito mais cara e mais demorada. Durante o exame, o médico observa a membrana pleura. Se aparecerem linhas horizontais equidistantes (linhas A) o pulmão estará livre de fluidos. Entretanto, se houver acúmulo de líquido no órgão, as linhas verticais dispersas aparecerão (linhas B).
Com o aparelho de ultrassonografia portátil, é possível examinar em qualquer lugar, inclusive no centro cirúrgico, e diagnosticar — em tempo real:
Cabe lembrar, que tudo isso é feito instantaneamente, o que pode salvar a vida de um paciente que necessite de uma cirurgia de emergência. Alguns modelos, podem examinar acessos e bloqueios guiados, músculo esquelético, tireoide, entre outros lugares.
Além das grandes vantagens apresentadas, citamos outras:
Para comprar um ultrassom portátil para o hospital, é necessário que a equipe médica e administrativa avaliem quais os modelos mais adequados à unidade hospitalar, pois existem várias opções. Na Medicalway, por exemplo, são comercializados os ultrassons portáteis da Mindray, cujos modelos podem ser conferidos na página “Ultrassons Mildray“.
E então, gostou de conhecer todas as informações importantes sobre o ultrassom portátil, suas vantagens e como adquirir um para o seu hospital?
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Com o aumento assustador do número de casos de contaminação pela Covid-19, o país está passando por um dos piores cenários da saúde, principalmente pela alta de internações, busca por leitos em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) e demanda por respiradores e ventiladores pulmonares, fazendo com que várias unidades já não tenham mais vagas e nem equipamentos disponíveis. Como forma de tentar minimizar esse problema, um modelo de capacete respirador tem sido desenvolvido por algumas empresas.
Trata-se de um recurso de respiração artificial não invasivo, que pode reduzir de forma considerável, conforme já comprovado por meio de testes, a necessidade de encaminhamento para UTI e intubação de indivíduos acometidos pela Covid-19. Isso porque o equipamento cumpre o objetivo de oferecer todo o suporte ventilatório necessário, além de, também, ser eficiente em outras doenças que acometem o pulmão e comprometem a oxigenação, como edema pulmonar e pneumonias.
Quer entender melhor sobre esse equipamento promissor e de grande aposta para fornecer mais saúde e qualidade de vida ao paciente e, ao mesmo tempo, desafogar as UTIs, que já se encontram sobrecarregadas? Então, continue a sua leitura!
O capacete respirador envolve toda a cabeça do usuário, sendo fixado ao pescoço por meio de uma base que impede a passagem do ar. Com a inserção de oxigênio e ar comprimido, o equipamento proporciona uma pressão positiva para auxiliar o indivíduo que apresenta problemas de oxigenação.
Sendo assim, é indicado nos casos de tratamento de pessoas com quadro clínico moderado ou que estejam começando a evoluir para situações mais graves.
Serve como uma interação entre o paciente e o aparelho de ventilação mecânica, já que é acoplado ao fluxo de oxigênio ou ventilador, fazendo com que o ar chegue de maneira não invasiva — ao contrário da intubação que requer o uso de um tubo orotraqueal.
Além disso, o equipamento não permite que o vírus se espalhe no ambiente, considerando que ele não possibilita que um alto volume de gás vaze. Também viabiliza que os respiradores mecânicos sejam usados apenas em casos mais alarmantes, como os que estão acontecendo com vários pacientes com Covid-19.
Entre os principais motivos do capacete respirador ser um equipamento tão eficiente e promissor, estão os benefícios que apresentaremos. Veja a seguir os principais!
O capacete respirador é mais confortável do que as tradicionais máscaras de oxigênio, que ficam em contato com a pele e podem provocar a sensação de claustrofobia em alguns pacientes.
Grande parte do material usado para a sua confecção é o PVC atóxico, além da membrana de vedação que fica no pescoço ser produzida com silicone ou látex, propiciando ajustes para diferentes pessoas.
O equipamento é considerado um mecanismo de respiração artificial não invasivo, tendo em vista que funciona como um tipo de capacete com filtro e exaustão antiviral e antibacteriana, capaz de promover um ar renovado sem que o paciente precise ser internado.
O equipamento também aumenta a segurança dos profissionais da saúde e demais internos do hospital de contaminação cruzada, tendo em vista que, por ser vedado, não permite a proliferação de partículas de vírus, além de fazer a filtragem do ar respirado pelos pacientes contaminados com o coronavírus.
Outra vantagem é o baixo custo quando comparado a uma máquina de ventilação mecânica, garantindo, ainda, facilidade de produção em larga escala. Entre os maiores desafios no decorrer do processo de desenvolvimento, estava o de assegurar uma alternativa acessível a todos, principalmente quando comparado com as opções já disponíveis de ventiladores mecânicos, que apresentam preços bastante elevados.
O 7Lives-Helmet é uma excelente alternativa nesses casos, por se tratar de um produto feito por pioneiros no desenvolvimento e criação de interface de ventilação mecânica não invasiva (VNI) no Brasil, devidamente regulamentado e registrado na ANVISA, que pode ser usado associado a um ventilador mecânico, como também somente com fluxômetros + válvulas de PEEP.
A técnica utiliza dois recursos para elevar o nível de proteção do pulmão. Sendo a primeira, cateter nasal de alto fluxo, que tem a função de aplicar frequentemente ar umidificado a 100% por meio das narinas, com o intuito de lavar a região atingida do pulmão, além de eliminar as moléculas de gás carbônico na expiração, o que minimiza a sensação de falta de ar e reduz o trabalho feito pelos músculos responsáveis pela inspiração.
Já na segunda técnica, o capacete é acoplado a um ventilador mecânico, provocando uma pressão ininterrupta das vias aéreas superiores, o que faz com que o indivíduo consiga ter uma melhor respiração.
Quando o equipamento é conectado a uma válvula de pressão expiratória final positiva (PEEP), ocorre uma maior pressão no pulmão, bem como ao oxigênio, chegando à pressurização da via aérea do paciente, assim como ocorre na ventilação não invasiva. Contudo, nesse formato, a utilização do ventilador mecânico é evitada, levando à diminuição de inflamações nas vias aéreas, provocadas pelo esforço respiratório ao longo desse período da doença. Entre as principais características do produto estão:
Além disso, perto da boca do usuário há uma válvula de alimentação que viabiliza tanto a ingestão de líquidos quanto de alimentação, por meio da passagem de sondas.
Também é importante ressaltar que a Medicalway é uma empresa experiente, que atua no mercado de equipamentos médicos há mais de 20 anos, com a finalidade de disponibilizar as melhores tecnologias, custo/benefício e condições acessíveis ao mercado, oferecendo, ainda, acompanhamento pós-venda e suporte técnico rápido e qualificado — sempre em busca de oferecer a melhor experiência aos clientes.
Como pode perceber, o capacete respirador é uma alternativa encontrada pelas empresas para tentar minimizar os problemas causados pela falta de leitos e respiradores. Isso porque, com todas as vantagens oferecidas, o equipamento tem contribuído para a redução do número de internações em UTIs, promovendo mais chances de sobrevivência, além de evitar que o vírus se dissemine no ambiente.
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O que é a máscara laríngea e em quais ocasiões ela deve ser utilizada? Seja para a aplicação de anestesias convencionais ou para o acesso das vias áreas para ventilação mecânica durante a internação de pacientes em UTI, a máscara laríngea (ML) é indispensável para o uso médico.
O item é desenvolvido especialmente para o manuseio da região entre a laringe, ficando na parte superior da epiglote, responsável pelo correto funcionamento do sistema digestivo e por permitir que o alimento transite pelo local correto.
Desse modo, é preciso que o processo realizado com a máscara laríngea seja breve, para que não haja uma broncoaspiração. Isso ocorre quando a traqueia é vedada pelo mau funcionamento da epiglote, e um sólido ou líquido desce em direção à laringe, obstruindo a traqueia e impedindo a passagem de ar pelos pulmões.
Então, para um correto uso da máscara laríngea, é preciso conhecer a fundo o assunto. Continue conosco e saiba mais informações!
Como você pôde perceber, a incorreta aplicação da máscara pode oferecer sérios riscos. Assim, é preciso aprender a seguir os passos corretos:
Conforme mencionado, a máscara laríngea deve ser utilizada para acessar as vias aéreas. Isso pode ocorrer quando a região apresentar falhas no funcionamento ou em situações em que o paciente precisa ser entubado e ventilado. É o caso de adultos em quadros graves internados em UTI e que precisam do auxílio de aparelhos para respiração.
A princípio, esse grupo é ventilado a partir da introdução de um tubo endotraqueal na traqueia. Porém, a longo prazo, esse equipamento pode comprometer a laringe e a traqueia dos pacientes. Para evitar isso, os médicos devem realizar uma traqueostomia percutânea dilatacional (TPD). Durante esse procedimento e/ou até para aplicação da anestesia geral, a máscara laríngea deve ser fixada na garganta.
Outra circunstância a que os médicos devem ficar atentos quanto ao uso da ML é nas ocasiões em que todas as alternativas de ventilação do paciente foram esgotadas e é necessário utilizar um item que auxilie na recuperação das vias aéreas. Outras ocasiões incluem cirurgias eletivas, ambulatoriais, otorrinolaringológicas e em cantores e locutores profissionais.
Existem as máscaras descartáveis, que como o próprio nome sugere deve ter uso único. Outro tipo de ML é a reutilizável, cujo material é isento de látex para evitar problemas de saúde — como alergias graves, uma reação cada vez mais comum. Sua fabricação leva um silicone especial nos padrões médicos.
Entretanto, mesmo com a permissão de reúso dessa ML, para que os pacientes tenham a máxima qualidade no atendimento, ela deve ser descartada após 2 anos do primeiro ou na 40ª vez, período em que as características do produto já estão desgastadas.
Como você viu, é importante ficar de olho nos critérios de uso da ML para garantir maior segurança aos pacientes. Além disso, existem outras recomendações que devem ser seguidas. Afinal de contas, diante das utilidades do produto, como a ventilação imediata — devido à confecção em tubo flexível, que se adapta com facilidade à hipofaringe do paciente — e a fácil manipulação, é natural que a máscara laríngea seja muito procurada nos ambientes médicos.
Apesar disso, é preciso conhecer os diferentes tipos de máscaras e as orientações para cada situação de uso, o que exige manuseios diferentes. Nesse sentido, existe uma tabela que melhor orienta o uso da ML, de acordo com alguns critérios. Por exemplo:
Saber dessas informações e levar isso em consideração é essencial para maior segurança no uso da ML pelos profissionais. Além disso, ao inserir a máscara laríngea, procure se certificar de:
Percebeu como o uso da máscara laríngea é essencial para o melhor cuidado das vias aéreas do paciente e o quanto isso exige o correto manuseio do produto? Siga as recomendações, incluindo as dos fabricantes da máscara, quanto à desinfecção, descarte e aplicação para maior segurança de todos os envolvidos no processo.
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Cardioversores e desfibriladores: entenda as diferenças entre eles. Apesar de usados para fins similares e de serem muito confundidos um com o outro, os desfibriladores e cardioversores são diferentes. Não entender as diferenças entre eles pode resultar no uso indevido dos equipamentos e gerar consequências leves ou graves para médicos e pacientes.
Um exemplo disso são os choques simultâneos e queimaduras de segundo ou primeiro grau que podem ser ocasionados. Além das consequências negativas, isso também pode evitar com que os pacientes tenham suas funções cerebrais e cardíacas preservadas pelo uso correto dos instrumentos, que mostram a comprovação dos resultados em 85% dos pacientes.
Com isso, dá para ter uma pequena noção da importância de diferenciar desfibriladores e cardioversores para realizar o correto manuseio de cada um, certo? Então, continue conosco e saiba mais sobre o assunto!
O desfibrilador atua no corpo por meio de correntes elétricas não sincronizadas no músculo cardíaco. Assim, o procedimento terapêutico pode reverter arritmias graves, como a fibrilação ventricular e a taquicardia ventricular sem pulso, que podem ocasionar uma parada cardiorrespiratória, ao despolarizar as fibras musculares do miocárdio.
Esse estímulo terapêutico pode ser realizado tanto no tórax quanto diretamente no músculo cardíaco, como é o caso de cirurgias, em que as pás do equipamento são coladas diretamente no coração para o disparo do choque.
A ação do desfibrilador deve acontecer rapidamente após a redução ou a parada cardíaca para que os batimentos cardíacos sejam restabelecidos a tempo e os sinais possam retornar. Caso contrário, há maiores riscos de que o enfermo tenha maiores sequelas e chances de morte.
A cardioversão é responsável por normalizar o impulso do coração quando a fluidez do sangue do corpo passa por algum tipo de descontrole e o ritmo cardíaco é alterado, levando a arritmias. Para isso, a cardioversão administra choques elétricos de forma direta e sincronizada sobre o tórax, de modo que o miocárdio seja despolarizado simultaneamente.
Nesse sentido, é necessário que haja o monitoramento do paciente pelo próprio aparelho cardioversor e que o botão de sincronismo esteja ligado. Assim, a carga elétrica é liberada no período refratário de despolarização cardíaca para que o impulso cardíaco se restaure de forma coordenada, com apenas uma fonte de energia.
Dessa maneira, os cardioversores são aliados em tratamentos hospitalares, tendo uma taxa de efetividade de até 100%, quando usados em combinação com medicamentos, e de 60% a 70%, como substituição aos arrítmicos.
Porém, antes de iniciar o procedimento e definir a arritmia cardíaca, é preciso observar em que circunstâncias o paciente se encontra e se existe alguma instabilidade hemodinâmica, em que a pressão arterial está anormal. Entre algumas dessas circunstâncias, estão:
Como você pôde perceber, cardioversores e desfibriladores possuem funções parecidas. Apesar disso, a diferença entre eles é que enquanto um pode ser aplicado em qualquer momento, desde que o paciente apresente sinais de que precisa do equipamento, o outro exige um tempo específico para correto uso.
Em outras palavras, a desfibrilação é aplicada em momentos de parada ou redução cardíaca — situações essas que representam alto risco de vida — para que o ritmo seja retornado. Assim, se um adulto estiver com os batimentos abaixo de 60 a 100 por minuto, é recomendada a aplicação do choque.
Por outro lado, os cardioversores precisam ocorrer de forma sincronizada com o complexo QRS, que é o grupo de ondas que traduzem as atividades ventriculares, em que a cardioversão deve ocorrer na função R, quando o coração está inflado e pode ser restabelecido. Caso contrário, o choque não é descarregado.
Enquanto isso, a função Q é o início da atividade ventricular e o S é quando ela está na parte inferior. A cardioversão ainda deve agir de forma conjunta com pulsos para despolarização do miocárdio. Assim, pode-se dizer que, nesse caso, mesmo com risco de vida, o paciente encontra-se em um quadro mais tênue, e o médico tem mais tempo para fazer uma intervenção na tentativa de reverter a situação.
Conforme mencionamos, existem algumas situações que exigem ações rápidas e emergenciais com o auxílio do desfibrilador. É o caso de paradas ou reduções cardíacas, que podem ocorrer durante ou após uma cirurgia, ou após um trauma.
Por isso, de acordo com as circunstâncias, existe uma lei que obriga os ambientes que agrupem pessoas a manterem um desfibrilador automático externo por perto, desde que:
Para isso, é recomendado que pelo menos uma pessoa que circule nesses locais saiba como utilizar o equipamento corretamente. Enquanto isso, por normalmente não ser usada em situações emergenciais, a cardioversão costuma ser utilizada em situações de agendamento dentro de uma clínica ou hospital, quando mesmo o coração do paciente batendo, seu funcionando não está adequado.
A cardioversão precisa de um desfibrilador capaz de realizar o sincronismo, como o cardioversor, que precisa fazer a captação dos sinais vitais do paciente e garantir que haja a sincronia com a chamada fase R no complexo QRS.
Além disso, o equipamento também deve ter a quantidade de joules adequada, já que em alguns casos apenas equipamentos com joules acima de 200, como o de 360, permite que o procedimento seja realizado com eficácia. Para isso, é necessário que os médicos ou demais responsáveis pelo uso do aparelho confiram as características do paciente e, a partir disso, definam a quantidade de choque necessária.
Os tipos de desfibriladores e cardioversores são:
É muito importante saber diferenciar cardioversores e desfibriladores para um correto manuseio, assegurando maiores chances de eficácia do tratamento nos pacientes e garantido a segurança tanto para os enfermos quanto para os médicos e demais responsáveis pelo seu uso.
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