O que é a máscara laríngea e em quais ocasiões ela deve ser utilizada?

O que é a máscara laríngea e em quais ocasiões ela deve ser utilizada? Seja para a aplicação de anestesias convencionais ou para o acesso das vias áreas para ventilação mecânica durante a internação de pacientes em UTI, a máscara laríngea (ML) é indispensável para o uso médico.

O item é desenvolvido especialmente para o manuseio da região entre a laringe, ficando na parte superior da epiglote, responsável pelo correto funcionamento do sistema digestivo e por permitir que o alimento transite pelo local correto.

Desse modo, é preciso que o processo realizado com a máscara laríngea seja breve, para que não haja uma broncoaspiração. Isso ocorre quando a traqueia é vedada pelo mau funcionamento da epiglote, e um sólido ou líquido desce em direção à laringe, obstruindo a traqueia e impedindo a passagem de ar pelos pulmões.

Então, para um correto uso da máscara laríngea, é preciso conhecer a fundo o assunto. Continue conosco e saiba mais informações!

Como funciona a máscara laríngea?

Como você pôde perceber, a incorreta aplicação da máscara pode oferecer sérios riscos. Assim, é preciso aprender a seguir os passos corretos:

  • siga as orientações de abertura de acordo com o correto local indicado;
  • posicione a face convexa posterior da ML em contato com a parede da faringe e acima das estruturas supraglóticas, permitindo a ventilação;
  • aloje a ponte da ML sobre o esfíncter esofagiano superior;
  • certifique-se de que não haja vazamento de ar ao testar o balonete ou ‘’cuff’’, comprometendo o produto, com auxílio de uma seringa;
  • garanta que a ML tenha sido corretamente esterilizada e limpa;
  • hiperestenda a região cervical do paciente, caso ele não seja vítima de trauma, para que a língua seja deslocada com mais facilidade e não haja obstrução da passagem de ar;
  • facilite a adaptação da máscara laríngea com o auxílio de um produto à base de água na parte posterior, que atue como um lubrificante;
  • impeça o fechamento da hipofaringe ao segurar a língua do paciente, durante a introdução da máscara;
  • insufle o ‘’cuff’’ ou balonete de acordo com o número da ML e a orientação do fabricante, e mantenha a testagem e o acompanhamento da ventilação do paciente;
  • posicione a máscara na entrada do esôfago e abaixo da valécula, de frente à via área, para que haja a ventilação adequada ao paciente.

Em quais ocasiões a máscara laríngea é utilizada?

Conforme mencionado, a máscara laríngea deve ser utilizada para acessar as vias aéreas. Isso pode ocorrer quando a região apresentar falhas no funcionamento ou em situações em que o paciente precisa ser entubado e ventilado. É o caso de adultos em quadros graves internados em UTI e que precisam do auxílio de aparelhos para respiração.

A princípio, esse grupo é ventilado a partir da introdução de um tubo endotraqueal na traqueia. Porém, a longo prazo, esse equipamento pode comprometer a laringe e a traqueia dos pacientes. Para evitar isso, os médicos devem realizar uma traqueostomia percutânea dilatacional (TPD). Durante esse procedimento e/ou até para aplicação da anestesia geral, a máscara laríngea deve ser fixada na garganta.

Outra circunstância a que os médicos devem ficar atentos quanto ao uso da ML é nas ocasiões em que todas as alternativas de ventilação do paciente foram esgotadas e é necessário utilizar um item que auxilie na recuperação das vias aéreas. Outras ocasiões incluem cirurgias eletivas, ambulatoriais, otorrinolaringológicas e em cantores e locutores profissionais.

Quais os tipos de máscara laríngea existentes no mercado hospitalar?

Existem as máscaras descartáveis, que como o próprio nome sugere deve ter uso único. Outro tipo de ML é a reutilizável, cujo material é isento de látex para evitar problemas de saúde — como alergias graves, uma reação cada vez mais comum. Sua fabricação leva um silicone especial nos padrões médicos.

Entretanto, mesmo com a permissão de reúso dessa ML, para que os pacientes tenham a máxima qualidade no atendimento, ela deve ser descartada após 2 anos do primeiro ou na 40ª vez, período em que as características do produto já estão desgastadas.

Como utilizar a máscara laríngea de forma adequada?

Como você viu, é importante ficar de olho nos critérios de uso da ML para garantir maior segurança aos pacientes. Além disso, existem outras recomendações que devem ser seguidas. Afinal de contas, diante das utilidades do produto, como a ventilação imediata — devido à confecção em tubo flexível, que se adapta com facilidade à hipofaringe do paciente — e a fácil manipulação, é natural que a máscara laríngea seja muito procurada nos ambientes médicos.

Apesar disso, é preciso conhecer os diferentes tipos de máscaras e as orientações para cada situação de uso, o que exige manuseios diferentes. Nesse sentido, existe uma tabela que melhor orienta o uso da ML, de acordo com alguns critérios. Por exemplo:

  • tamanho do balonete ou ‘’cuff’’ para o correto manuseio;
  • número da máscara laríngea;
  • peso do paciente.

Saber dessas informações e levar isso em consideração é essencial para maior segurança no uso da ML pelos profissionais. Além disso, ao inserir a máscara laríngea, procure se certificar de:

  • com auxílio de luvas, posicionar o produto adequadamente e de forma adaptada a anatomia da supraglótica;
  • manter o dedo indicador na junção do tubo e manguito, segurando a ML como se fosse uma caneta;
  • observar uma linha preta ao longo do tubo, isso indica o lado posterior da ML, desde que ela esteja corretamente posicionada;
  • posicionar a cabeça e o pescoço do paciente como se fosse realizar uma intubação traqueal;
  • manter a cabeça estendida com uma mão e o pescoço curvado, enquanto inicia a passagem da ML com a outra mão. Nesse caso, para facilitar o trabalho, o uso de um coxim para elevar a cabeça pode ser útil.

Percebeu como o uso da máscara laríngea é essencial para o melhor cuidado das vias aéreas do paciente e o quanto isso exige o correto manuseio do produto? Siga as recomendações, incluindo as dos fabricantes da máscara, quanto à desinfecção, descarte e aplicação para maior segurança de todos os envolvidos no processo.

Quer saber como adquirir a máscara laríngea? Entre em contato conosco e encontre esse e demais produtos da área médica!

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    Monitor multiparamétrico: a melhor configuração para cada tipo de leito

    A escolha de um monitor multiparamétrico não é uma decisão técnica isolada. Ela impacta a segurança do paciente, o fluxo de trabalho da equipe clínica, a manutenção preventiva do setor e a conformidade com as normas sanitárias vigentes.

    Para quem especifica ou aprova equipamentos em hospitais e clínicas, a pergunta mais relevante não é apenas qual monitor comprar, mas qual equipamento é mais adequado para cada tipo de leito e contexto assistencial.

    Este artigo responde a essa questão com base em critérios técnicos e regulatórios objetivos.

    O que é um monitor multiparamétrico

    Um monitor multiparamétrico é um equipamento médico que realiza a mensuração contínua e simultânea de múltiplos parâmetros fisiológicos do paciente, exibindo os dados em tempo real em uma única tela.

    Os parâmetros mais comuns incluem eletrocardiograma (ECG), frequência cardíaca, oximetria de pulso (SpO₂), pressão arterial não invasiva (NIBP), frequência respiratória e temperatura. Dependendo do modelo e da configuração modular, o equipamento pode incorporar parâmetros adicionais, como pressão arterial invasiva (IBP), capnografia (EtCO₂), débito cardíaco e oxigenação tecidual regional.

    A diferença entre um monitor básico e um monitor de alta acuidade está justamente na quantidade de parâmetros que pode mensurar simultaneamente, na capacidade de expansão modular e no nível de integração com os demais sistemas do hospital.

    Por que a escolha do monitor importa antes mesmo da compra

    A RDC-07 da Anvisa, de 24 de fevereiro de 2010, que dispõe sobre os requisitos mínimos para funcionamento de Unidades de Terapia Intensiva, estabelece no Art. 57 que cada leito de UTI adulto deve possuir equipamentos e materiais que permitam monitorização contínua de frequência respiratória, oximetria de pulso, frequência cardíaca, cardioscopia, temperatura e pressão arterial não invasiva. A mesma exigência se aplica aos leitos de UTI pediátrica (Art. 62) e UTI neonatal (Art. 68). 

    Ou seja, a presença do monitor multiparamétrico não é uma opção, é uma obrigação regulatória. O que varia por setor é o conjunto de parâmetros exigidos e o nível de complexidade necessário para atender adequadamente o perfil de cada paciente.

    Monitores por tipo de leito: o que considerar em cada cenário

    ITU em adultos

    A UTI adulto é o ambiente de maior variedade de perfis clínicos: pacientes pós-cirúrgicos, sépticos, com insuficiência respiratória, cardíaca ou neurológica. O monitor precisa cobrir os parâmetros básicos exigidos pela RDC-07, mas a capacidade de expansão modular é um fator determinante para os leitos de maior complexidade.

    Em leitos onde há monitoramento hemodinâmico invasivo contínuo, por exemplo, a necessidade de visualizar múltiplas curvas de pressão arterial invasiva simultaneamente ao ECG e à capnografia exige um equipamento com maior número de formas de onda simultâneas e tela com resolução adequada para leitura à distância. 

    Infecção do trato urinário neonatal (ITU)

    O ambiente neonatal impõe restrições específicas ao equipamento. Além dos parâmetros de monitoramento adaptados para recém-nascidos, o monitor precisa operar em modo noturno (redução de brilho e volume), suportar perfis de alarme configuráveis por idade gestacional e ter dimensões compatíveis com um leito que já concentra incubadora, bombas de infusão e outros equipamentos.

    Nesse contexto, o tamanho físico do monitor e a especificidade dos parâmetros neonatais pesam tanto quanto a capacidade técnica bruta do equipamento.

    Bloco cirúrgico e UTPA

    No centro cirúrgico e na Unidade de Terapia Pós-Anestésica (UTPA), o monitor acompanha procedimentos que demandam parâmetros específicos: monitoramento neuromuscular (NMT), índice bispectral (BIS) para profundidade anestésica, capnografia volumétrica e, em cirurgias cardíacas, suporte ao modo bypass cardiopulmonar (CPB).

    A escolha do monitor para esses ambientes precisa considerar a compatibilidade com os módulos de anestesia e a capacidade de integração com o sistema de gestão cirúrgica do hospital.

    Leito de observação e enfermaria monitorada

    Em leitos de menor complexidade, como enfermarias monitoradas ou salas de observação, o perfil clínico do paciente geralmente não exige a totalidade dos módulos disponíveis em um monitor de alta acuidade. Nesses casos, um equipamento mais compacto, com os parâmetros básicos e boa conectividade com a central de enfermagem, atende a demanda sem superdimensionamento.

    Critérios técnicos para a escolha do monitor

    Conectividade e integração com sistemas hospitalares

    Um monitor que não conversa com o prontuário eletrônico do hospital gera retrabalho manual e aumenta o risco de erros de transcrição. A compatibilidade com protocolos HL7, integração via gateway com sistemas EMR/HIS e conexão com centrais de monitoramento são critérios que precisam ser verificados antes da aquisição, não depois.

    Gestão de alarmes

    A fadiga de alarme é um problema documentado em ambientes de terapia intensiva. Monitores com tecnologia de filtragem e priorização de alarmes, que reduzem notificações não acionáveis sem comprometer a detecção de eventos reais, contribuem diretamente para a segurança do paciente e para a qualidade do trabalho da equipe.

    Capacidade modular e escalabilidade

    Hospitais em crescimento ou em processo de qualificação tecnológica se beneficiam de plataformas modulares, onde o mesmo equipamento pode ser expandido com novos módulos conforme a demanda clínica aumenta. Isso protege o investimento inicial e evita a substituição completa do parque de monitores a cada mudança de complexidade do setor.

    Facilidade de manutenção e suporte técnico

    A disponibilidade de manutenção autorizada na região é um critério frequentemente subestimado na especificação. Um equipamento com suporte técnico distante do hospital pode significar longos períodos de indisponibilidade e dependência de peças com prazo de entrega estendido. 

    Mindray BeneVision N Series: referência em monitoramento de alta acuidade

    A linha BeneVision N Series da Mindray reúne os monitores N12, N15 e N17, desenvolvidos para atender os diferentes perfis de leito com a mesma plataforma tecnológica. Os três modelos compartilham interface, módulos e ecossistema de conectividade, o que permite ao hospital padronizar tecnologia e treinamento mesmo utilizando modelos diferentes em setores distintos.

    A série é indicada pelo fabricante para UTI adulto, UTI neonatal, UTI pediátrica, centro cirúrgico, UTPA e pronto-socorro. Entre os recursos da plataforma estão a tecnologia iAlarm para redução de alarmes não acionáveis, integração com BeneVision DMS para monitoramento centralizado, conectividade HL7 via eGateway e compatibilidade com módulos avançados de hemodinâmica, capnografia volumétrica e oxigenação tecidual regional.

    Os modelos se diferenciam principalmente pelo tamanho de tela e número de formas de onda simultâneas: o N15 tem tela de 15,6″ e exibe até 10 formas de onda; o N17 tem tela de 18,5″ e exibe até 12.

    MedicalWay: suporte técnico especializado no Sul do Brasil

    A MedicalWay é distribuidora autorizada da Mindray no Sul do Brasil e a única empresa da região credenciada para manutenção autorizada dos equipamentos da marca. Isso garante suporte técnico especializado com peças originais e tempo de resposta mais ágil do que empresas sem estrutura regional.

    Os monitores da linha BeneVision estão disponíveis nas modalidades de compra, aluguel e comodato. Para hospitais e clínicas que precisam dimensionar o investimento por leito ou testar a tecnologia antes de uma aquisição definitiva, as modalidades flexíveis permitem estruturar a operação conforme a realidade financeira da instituição.

    Entre em contato com a equipe da MedicalWay para uma avaliação técnica e comercial personalizada para a sua unidade.

    FAQ: perguntas frequentes sobre monitor multiparamétrico

    O que mede um monitor multiparamétrico?

    Um monitor multiparamétrico mede simultaneamente múltiplos sinais vitais do paciente, como frequência cardíaca, ritmo cardíaco (ECG), saturação de oxigênio no sangue (SpO₂), pressão arterial não invasiva (NIBP), frequência respiratória e temperatura. Modelos avançados podem incluir pressão arterial invasiva (IBP), capnografia, débito cardíaco e outros parâmetros, dependendo dos módulos instalados.

    Qual a diferença entre monitor de leito e monitor de UTI?

    Na prática, a distinção está na complexidade e nos recursos disponíveis. Monitores de leito em enfermarias geralmente cobrem os parâmetros básicos de vigilância. Monitores de UTI são equipamentos de alta acuidade, com maior número de parâmetros simultâneos, capacidade modular para expansão, armazenamento extenso de dados e integração com centrais de monitoramento e sistemas hospitalares. 

    Monitor multiparamétrico é obrigatório em UTI?

    Sim. A RDC-07 da Anvisa exige que cada leito de UTI adulto, pediátrico e neonatal disponha de equipamentos que permitam a monitorização contínua de frequência respiratória, oximetria de pulso, frequência cardíaca, cardioscopia, temperatura e pressão arterial não invasiva.

    O que é um monitor multiparamétrico modular?

    É um monitor cuja capacidade pode ser expandida com a adição de módulos de parâmetros específicos, como pressão invasiva, capnografia ou hemodinâmica avançada. A vantagem da plataforma modular é que o hospital pode adquirir o equipamento em uma configuração inicial e expandi-lo conforme a demanda clínica cresce, sem precisar substituir o monitor.

    Como escolher o monitor certo para minha UTI?

    Os principais critérios são: complexidade clínica do leito, parâmetros necessários para o perfil dos pacientes internados, necessidade de integração com sistemas hospitalares, disponibilidade de manutenção autorizada na região e modelo de aquisição (compra, aluguel ou comodato). 

     

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    BeneVision N17 vs N15: qual monitor Mindray é o ideal para a sua UTI?

    Escolher o monitor multiparamétrico certo para uma UTI vai muito além do preço. Tela, quantidade de formas de onda exibidas simultaneamente, capacidade modular e integração com o sistema do hospital são fatores que impactam diretamente a segurança do paciente e o fluxo de trabalho da equipe clínica.

    O BeneVision N17 e o BeneVision N15, ambos da Mindray, fazem parte da mesma família, a série N, e compartilham a mesma plataforma tecnológica. Mas há diferenças objetivas entre eles que definem qual modelo é mais adequado para cada cenário de cuidado intensivo.

    A seguir, um comparativo técnico e clínico completo entre os dois modelos.

    O que N17 e N15 têm em comum

    Os dois modelos são monitores modulares de alta acuidade, desenvolvidos para ambientes críticos como UTI, UCC, UTIN, centro cirúrgico, UTPA e pronto-socorro, indicação declarada pelo próprio fabricante.

    Ambos compartilham a mesma base tecnológica:

    • Interface e operação: touchscreen capacitivo multitoque, com detecção automática de brilho e ângulo de visão de 178°. A interface foi projetada para que 90% das operações mais comuns sejam realizadas em no máximo dois passos, reduzindo o tempo de treinamento. Todos os monitores da série N usam a mesma interface, o que significa que quem opera um, opera todos.

     

    • Parâmetros de monitoramento: ECG com reconhecimento automático de 3, 5, 6 e 12 derivações; análise de arritmias com detecção de fibrilação atrial e monitoramento de intervalo QT/QTc; SpO₂ (com opções de módulo Mindray, Masimo ou Nellcor); NIBP; até 8 canais de IBP; até 8 canais de temperatura; respiração; e análise de segmento ST.

     

    • Armazenamento de dados: mínimo de 120 horas de dados de tendências (com intervalo de 1 minuto) e 48 horas de formas de onda em full disclosure.

     

    • Módulos avançados compatíveis: ambos suportam os mesmos módulos: HemoSight™ para monitoramento hemodinâmico (com métodos ICG, PiCCO, ScvO₂ e débito cardíaco por termodiluição), INVOS rSO₂ para oxigenação tecidual regional, capnografia volumétrica, modo CPB (bypass cardiopulmonar), NMT (monitoramento neuromuscular) e integração com o módulo BeneVision N1, que funciona como monitor de transporte sem fio ao ser removido do berço.

     

    • Conectividade: integração com o BeneVision DMS (Distributed Monitoring System), comunicação HL7 via eGateway para prontuários eletrônicos (EMR/HIS) e integração com ventiladores, bombas de infusão e sistemas de anestesia pelo módulo BeneLink.

     

    • Redução de alarmes: tecnologia iAlarm, voltada à redução de alarmes não acionáveis, com suporte às iniciativas hospitalares de controle da fadiga de alarme.

    As diferenças entre o N17 e o N15

    Com a base em comum estabelecida, as principais diferenças entre os dois modelos estão na escala, tela, formas de onda simultâneas e dimensões físicas.

    tabela comparativa das especificações do BeneVision N17 comparado com o BeneVIsion N15

    BeneVision N17: características e cenários de uso

    O que o N17 entrega a mais

    A principal diferença do N17 em relação ao N15 está na tela de 18,5″ Full HD e na capacidade de exibir até 12 formas de onda simultaneamente. Em termos clínicos, isso significa mais parâmetros visíveis ao mesmo tempo, sem necessidade de alternar telas, o que pode ser relevante em pacientes com monitoramento hemodinâmico invasivo extenso, onde múltiplas curvas de pressão, ECG e dados respiratórios precisam estar acessíveis de forma contínua.

    Para quais cenários o N17 é mais indicado*

    Leitos de maior complexidade clínica tendem a se beneficiar da capacidade de exibição ampliada do N17. Isso inclui pacientes sob monitoramento hemodinâmico invasivo (com uso de módulos PiCCO, ICG ou ScvO₂), onde a leitura simultânea de mais formas de onda oferece uma visão mais completa do quadro sem navegação adicional.

    No centro cirúrgico, o N17 é uma opção bem ajustada para procedimentos de maior complexidade, pois combina os módulos modo CPB, NMT e INVOS rSO₂ com uma tela que comporta o volume de informações gerado nesses contextos.

    BeneVision N15: características e cenários de uso

    O que o N15 entrega

    O N15 oferece a mesma plataforma do N17 em um formato mais compacto. Com tela de 15,6″ Full HD e até 10 formas de onda simultâneas, mantém todos os parâmetros, módulos e recursos de conectividade da série N, com menor ocupação de espaço e peso reduzido (5,4 kg ante 7,3 kg do N17).

    Para quais cenários o N15 é mais indicado*

    O N15 atende bem a maioria dos perfis de pacientes críticos internados em UTI geral, com monitoramento cardiorrespiratório completo e suporte a módulos hemodinâmicos. As 10 formas de onda simultâneas são suficientes para os protocolos de monitoramento mais comuns nesses ambientes.

    O formato mais compacto pode ser vantajoso em setores com maior densidade de equipamentos ao redor do leito, como a UTIN, onde o espaço físico costuma ser mais restrito. Nesse sentido, o N15 também conta com os recursos neonatais da série N: modo noturno, redução automática de brilho e volume, e perfis de alarme configuráveis por idade gestacional.

    Para hospitais em processo de padronização tecnológica em múltiplos leitos, o N15 representa uma opção estratégica: entrega a mesma interface, os mesmos protocolos de treinamento e o mesmo ecossistema de dados do N17, com uma configuração adequada para leitos de complexidade padrão a alta.

    Como escolher entre os dois modelos

    A decisão entre N17 e N15 passa por três perguntas objetivas:

    Qual é a complexidade clínica predominante do leito?

    Leitos com monitoramento hemodinâmico invasivo extenso, onde várias curvas precisam ser acompanhadas simultaneamente, tendem a se beneficiar das 12 formas de onda e da tela maior do N17. Para o perfil de complexidade padrão a alta de uma UTI geral, o N15 atende com a mesma plataforma.

    Qual é o espaço físico disponível no leito?

    As dimensões menores do N15 (396 x 313 x 193 mm ante 466 x 355 x 210 mm do N17) podem ser determinantes em setores com grande densidade de equipamentos.

    Qual é a estratégia de investimento por leito?

    Os dois modelos podem coexistir na mesma UTI, integrados à mesma central BeneVision DMS, com a equipe operando ambos sem curva de aprendizado adicional. Isso permite destinar o N17 para os leitos de maior criticidade e o N15 para os demais, mantendo uniformidade de plataforma e gestão de dados.

    Suporte técnico e fornecimento no Sul do Brasil

    A MedicalWay é distribuidora autorizada da Mindray no Sul do Brasil e a única empresa da região credenciada para manutenção autorizada dos equipamentos da marca. Isso garante suporte técnico especializado, peças originais e atendimento ágil, sem depender de deslocamentos de outras regiões do país.

    Os monitores BeneVision N17 e N15 estão disponíveis nas modalidades de compra, aluguel e comodato. Entre em contato com a equipe da MedicalWay para uma análise da configuração mais adequada para a realidade da sua unidade.

     

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    Aparelho de ultrassom ultraportátil: a revolução do diagnóstico na palma da mão

    Para muitos, a imagem de um aparelho de ultrassom sempre esteve ligada a um grande equipamento, pesado e estático. No entanto, o avanço tecnológico já está mudando essa realidade. 

    O que antes era impensável, agora é uma realidade ao alcance das mãos: a capacidade de realizar exames de ultrassom de alta qualidade a qualquer momento e em qualquer lugar.

    A chegada de uma nova geração de dispositivos, como o aparelho de ultrassom ultraportátil, redefine o conceito de mobilidade e eficiência clínica. 

    Este artigo aprofunda as inovações que transformam o diagnóstico por imagem e demonstra como essa tecnologia pode impactar positivamente sua prática médica e a gestão da sua unidade de saúde. Acompanhe!

    Aparelho de ultrassom ultraportátil: uma nova era de diagnóstico e agilidade

    O mercado de equipamentos médicos vive uma transformação impulsionada pela miniaturização e pela conectividade. Se antes a portabilidade de um ultrassom significava apenas um aparelho com rodinhas, hoje, a tecnologia do Ultrassom sem fio e do Ultrassom POCUS elevou a mobilidade a um novo patamar. 

    Mas o que torna esses aparelhos diferentes dos modelos portáteis que você já conhece?

    A principal distinção reside no design revolucionário e na ausência de cabos. Diferentemente de modelos que dependem de uma unidade de processamento e cabos complexos, esses novos dispositivos são transdutores únicos, que transmitem as imagens diretamente para um smartphone, tablet ou monitores de alta tecnologia. 

    Essa simplicidade se traduz em um ganho de tempo e espaço, permitindo que o ultrassom se torne uma extensão da sua mão.

    No passado, a portabilidade muitas vezes vinha acompanhada da dúvida sobre a qualidade da imagem. O senso comum ditava que para ter uma imagem de ultrassom com alta resolução, era necessário um equipamento de bancada robusto. 

    Contudo, essa premissa não se aplica mais. Graças a inovações como a tecnologia de cristal único de segunda geração e a plataforma eWave, os aparelhos de ultrassom ultraportáteis atuais oferecem imagens de alta fidelidade com baixo consumo de energia. 

    Isso significa que, mesmo em um dispositivo que cabe no bolso, a qualidade de imagem pode ser tão boa quanto a de um ultrassom de bancada.

    Segundo uma análise da Data Bridge Market Research, o mercado global de sistemas de ultrassom point-of-care (POCUS) foi avaliado em US$ 629,81 milhões em 2022 e está projetado para atingir US$ 1,146,05 milhões até 2030, refletindo um crescimento anual composto (CAGR) de 6,5%

    Esse avanço demonstra a crescente confiança dos profissionais de saúde na eficácia e na agilidade desses dispositivos em ambientes clínicos e emergenciais. 

    Essa nova tecnologia não apenas melhora a eficiência, mas também otimiza o fluxo de trabalho e a tomada de decisões clínicas. Com um ultrassom portátil na palma da mão, é possível:

    • Agilizar o diagnóstico: avaliações à beira do leito, identificação de traumas e procedimentos guiados por imagem se tornam instantâneos.
    • Aumentar a eficiência da equipe: menos tempo gasto na busca por equipamentos e na locomoção de pacientes, liberando a equipe para outras tarefas essenciais.
    • Ampliar a capacidade de atendimento: a mobilidade permite levar o diagnóstico a locais antes inacessíveis, como enfermarias, UTIs e até mesmo no atendimento domiciliar.

    TE Air i3P: a solução de ultrassom ultraportátil sem fio que revoluciona o mercado

    Projetado para atender aos ambientes clínicos mais exigentes, como emergências e cuidados intensivos, o TE Air i3P é o mais novo sistema de ultrassom portátil da Mindray. 

    Ele foi desenvolvido com foco na usabilidade extrema, na conectividade e na durabilidade. Seu design compacto e leve, aliado à ausência de fios, proporciona uma liberdade de movimento inédita.

    Mas, por que ele é diferente de tudo o que você já viu?

    Inovação sem fio com recursos premium 

    A plataforma eWave e a tecnologia Single Crystal de segunda geração garantem imagens de alta qualidade com baixo consumo de energia. A capacidade de operar sem cabos elimina as restrições físicas e a necessidade de cabos de energia volumosos, facilitando o transporte e a desinfecção.

    Extrema usabilidade e durabilidade 

    O design compacto do TE Air i3P, com uma pequena área de contato, é ideal para janelas intercostais. Além disso, seu corpo robusto com classificação IP68 garante total resistência à água e poeira, permitindo que o transdutor seja totalmente imerso para desinfecção, o que é crucial em ambientes de alto risco.

    Carregamento e autonomia inteligentes 

    A exclusiva Air Capsule funciona como estojo de proteção e carregador portátil. Ela mantém o aparelho de ultrassom ultraportátil funcionando por um dia inteiro com apenas uma carga, e o carregamento rápido de 35 minutos é ideal para manter a operação contínua.

    Fluxo de trabalho simplificado

    O aplicativo intuitivo do TE Air i3P foi projetado para operações com uma mão. Ele oferece recursos inteligentes como o Smart Bladder, que detecta e calcula automaticamente o volume da bexiga, uma forma rápida e eficiente de determinar se um cateter é necessário em casos de retenção urinária.

    Conectividade perfeita

    Além de se conectar a smartphones e tablets, o TE Air i3P pode ser integrado a outros dispositivos avançados, como a série TEX20, para avaliações mais complexas, e ao sistema de informações do hospital para um fluxo de trabalho otimizado.

    Aplicações e cenários de uso: onde o TE Air i3P faz a diferença

    A versatilidade do aparelho de ultrassom ultraportátil permite que ele seja utilizado em diversas especialidades, indo muito além das aplicações tradicionais. Médicos de diferentes áreas podem se beneficiar da agilidade e precisão que o TE Air i3P oferece.

    Emergências

    Em salas de emergência, cada segundo conta. O ultrassom POCUS tem se mostrado um recurso inestimável para triagem rápida, identificação de hemorragias internas, pneumotórax e outras condições de risco de vida. 

    Com o TE Air i3P, os médicos podem realizar avaliações ultrassonográficas à beira do leito instantaneamente, acelerando a tomada de decisão e o encaminhamento do paciente para o tratamento adequado. Estudos recentes indicam que o uso de dispositivos de ultrassom portátil (POCUS) em ambientes de emergência tem melhorado significativamente a eficiência diagnóstica, permitindo decisões clínicas mais rápidas e precisas.

    UTIs

    O acompanhamento contínuo de pacientes críticos exige precisão e segurança. O TE Air i3P pode ser utilizado para:

    • Acompanhamento de acessos vasculares;
    • Monitoramento da função cardíaca e pulmonar;
    • Avaliação de fluidos e distensão abdominal. A ausência de fios minimiza a contaminação cruzada e facilita o uso em ambientes estéreis, tornando-o um aliado indispensável nas Unidades de Terapia Intensiva.

    Anestesiologia

    A anestesiologia se beneficia enormemente do uso de ultrassom sem fio para guiar bloqueios nervosos e procedimentos de punção. A visualização em tempo real de agulhas e estruturas nervosas aumenta a segurança e a eficácia dos procedimentos, reduzindo o risco de lesões.

    Atendimento domiciliar e consultórios pequenos

    A mobilidade do aparelho de ultrassom ultraportátil é um divisor de águas para atendimentos fora do ambiente hospitalar. Médicos que realizam visitas domiciliares ou que atuam em consultórios com espaço limitado podem levar um ultrassom de alta qualidade em sua maleta. 

    A Medicalway e o futuro do ultrassom na sua prática

    A Medicalway, entende a importância de oferecer tecnologias que transformam a prática clínica. 

    Nosso foco é fornecer soluções que não apenas atendem às suas necessidades, mas que superam as expectativas. 

    O lançamento do aparelho de ultrassom ultraportátil TE Air i3P é um passo à frente em nosso compromisso em garantir que você tenha acesso aos melhores e mais inovadores equipamentos do mercado.

    O Ultrassom portátil é mais do que uma tendência; é a nova fronteira do diagnóstico por imagem. É a certeza de que a inovação está sempre a seu favor.

    Se você busca otimizar o fluxo de trabalho da sua equipe, agilizar diagnósticos e elevar a qualidade do seu atendimento, o TE Air i3P é a solução ideal e a Medicalway está pronta para ser sua parceira nessa jornada.

    Entre em contato com nossos especialistas e descubra as melhores condições de venda e locação para a sua clínica ou hospital.

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