
A conectividade em UTIs tem ganhado atenção crescente no cenário hospitalar. Em um ambiente onde decisões rápidas e precisas são vitais, soluções de conectividade permitem que os equipamentos médicos se integrem para oferecer respostas mais ágeis e seguras.
Este artigo aborda os benefícios da conectividade em UTIs, focando nas possibilidades tecnológicas que podem transformar a eficiência e a segurança dos cuidados ao paciente.
As UTIs enfrentam diversos desafios que são intensificados devido a alta complexidade dos casos tratados, à necessidade de monitoramento contínuo e à demanda por respostas rápidas.
Entre os principais problemas enfrentados pelas UTIs, destacam-se:
A complexidade dos casos dos pacientes gera uma grande quantidade de dados (como exames laboratoriais, de imagem, monitoramento, dados de nutrição, ventilação, medicamentos, entre outros), o que por si só já representa um desafio.
A falta de integração entre os sistemas, no entanto, torna o processo de interpretar e localizar esses dados mais demorado e trabalhoso, aumentando o risco de atrasos nas decisões clínicas.
Em um ambiente onde decisões precisam ser rápidas e precisas, a desconexão entre equipamentos e informações pode levar a erros de medicação, interpretação de sinais ou falhas no acompanhamento de mudanças no quadro clínico do paciente.
Com equipes multidisciplinares trabalhando em turnos alternados, a comunicação e o compartilhamento de informações podem ser fragmentados, dificultando a continuidade do cuidado e gerando riscos para os pacientes.
Alterações súbitas no quadro clínico são comuns em UTIs, exigindo respostas rápidas da equipe médica, uma monitorização avançada, contínua, eficiente e segura que mostre dados fidedignos em tempo real.
Por ser um ambiente extremamente dinâmico e imprevisível em alguns casos, ter dados fiéis e contínuos, são a base para a tomada de decisões de emergência.
Além dos desafios clínicos, há a necessidade de otimizar recursos e reduzir custos operacionais. Equipamentos isolados podem gerar redundâncias e desperdícios.
Esses desafios ressaltam a importância de adotar soluções tecnológicas que integrem os dispositivos, centralizem os dados e permitam um cuidado mais eficiente e seguro.
A conectividade entre equipamentos surge como uma resposta estratégica para transformar a forma como as UTIs operam, abordando diretamente esses pontos críticos.
A conectividade em UTIs é um avanço essencial para a melhoria contínua nos cuidados com os pacientes, oferecendo vários benefícios. Abaixo, destacamos os principais.
Quando os equipamentos de UTI estão conectados, a equipe de saúde consegue monitorar e acessar rapidamente informações críticas, como sinais vitais e parâmetros respiratórios, em tempo real.
Esse nível de eficiência facilita a comunicação entre os profissionais e possibilita ajustes rápidos e precisos no tratamento, assegurando que o paciente receba o cuidado ideal no momento certo.
A conectividade permite que dados de múltiplos dispositivos sejam reunidos em uma plataforma central, dando aos médicos uma visão holística do paciente. Com todos os dados disponíveis em uma interface, a equipe clínica pode tomar decisões mais informadas e baseadas em um panorama completo, o que impacta positivamente a qualidade dos cuidados oferecidos.
Erros médicos são uma das principais causas de complicações e de mortalidade em ambientes hospitalares.
A conectividade entre os equipamentos permite alertas automáticos para situações de risco e outros casos personalizados, além da integração de informações, reduzindo significativamente o risco de erro humano e otimizando a resposta a emergências. Com dispositivos interligados, é possível detectar alterações no quadro clínico de forma mais ágil, reduzindo o tempo de resposta.
Com os dados integrados e armazenados, é possível analisar e projetar tendências nos sinais vitais e demais parâmetros do paciente, o que facilita a identificação de possíveis complicações e permite a tomada de ações corretivas precocemente.
Além disso, essa integração permite que os hospitais acompanhem o histórico dos pacientes e façam ajustes preventivos, melhorando o prognóstico e reduzindo significativamente o tempo de internação.
Hoje, o mercado oferece diversas soluções de conectividade para UTIs, projetadas para atender às necessidades específicas desse ambiente crítico. Abaixo, trouxemos alguns dos principais equipamentos que podem transformar a gestão e eficiência das UTIs.
Esses monitores são fundamentais para o acompanhamento dos sinais vitais e podem ser integrados a outros dispositivos para fornecer uma visão completa do estado do paciente.
Com a conectividade, os dados desses monitores são enviados automaticamente para um sistema central, facilitando o acesso à informação para toda a equipe médica e permitindo uma análise mais completa dos parâmetros vitais. Além da possibilidade de encaminhar diretamente os dados ao prontuário do paciente no sistema hospitalar.
A conectividade permite que as configurações e medições dos ventiladores sejam acompanhadas e ajustadas remotamente, melhorando a segurança do paciente e possibilitando respostas mais rápidas a mudanças no quadro respiratório.
As bombas de infusão inteligentes são projetadas para administrar medicamentos e fluidos com precisão. Com a conectividade, essas bombas podem ser configuradas e monitoradas de forma centralizada, reduzindo o risco de erro e garantindo que o paciente receba a medicação correta na dosagem ideal. Além de facilitar a visualização ampla para toda equipe em um ponto focal, de forma a garantir a monitorização á todos na UTI.
Esses sistemas possibilitam que as informações dos dispositivos sejam acessadas e gerenciadas remotamente, mantendo a segurança e a continuidade dos cuidados, mesmo em situações de emergência.
A MedicalWay é especialista em soluções de conectividade para UTIs e oferece uma linha completa de equipamentos modernos e altamente tecnológicos que podem revolucionar a eficiência e segurança da sua UTI.
Com equipamentos de conectividade de última geração, a MedicalWay ajuda a transformar o cuidado hospitalar em algo mais integrado, ágil e seguro.
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A experiência do paciente tem sido debatida de forma recorrente em todas as esferas do cuidado e assistência à saúde — e um dos aspectos mais relevantes tem sido o de compreender as pessoas como seres humanos complexos, com objetivos e vivências particulares.
Dentro desse contexto, fornecer um atendimento humanizado é fundamental, uma vez que impacta não somente a fidelização dos pacientes, mas também a credibilidade construída ao longo do tempo em relação à instituição de saúde. Como consequência, temos um tratamento mais efetivo.
Assim, os hospitais estão investindo e preparando seus profissionais para trabalhar a experiência do paciente de forma cada vez mais constante e não apenas propagá-la como um termo banalizado na área da saúde.
Continue conosco e confira o conteúdo completo que elaboramos quanto à importância da experiência do paciente, bem como dicas para melhorá-la e os resultados que tais atitudes trazem para um atendimento de excelência!
Não é difícil concordarmos que os pacientes vão ao hospital — na maioria das vezes — devido a condições não tão desejáveis, certo? Seja para realizar um exame específico ou se submeter a algum tipo de procedimento cirúrgico, é comum que sentimentos como preocupação e medo acompanhem as pessoas nessas situações.
Nesse ponto, os gestores devem atentar ao conforto e sensação de aconchego e bem-estar que o ambiente consegue proporcionar. Existem medidas e pontos de atenção ao ambiente que devem ser implantados se o objetivo é impactar positivamente a experiência dessas pessoas. Veja mais a seguir.
Este é um aspecto bastante relevante, visto que, quando falamos sobre conforto, precisamos lembrar tanto dos pacientes quanto dos familiares e acompanhantes durante os procedimentos e no período de recuperação.
Ambientes que tenham espaços de circulação otimizados, além de jardins ou áreas abertas para espairecer fazem toda a diferença. Além disso, móveis como macas, sofás e cadeiras mais aconchegantes são modificações sutis que deixam esses indivíduos mais satisfeitos.
Mesmo que esse assunto seja um tanto quanto óbvio quando tratamos de um local tão crítico como o ambiente hospitalar, é importante que os colaboradores estejam atentos a esse princípio durante todo o tempo.
Qualquer espaço que lida com o cuidado à saúde parte do pressuposto de que os pacientes apresentam um sistema imune mais vulnerável. Levando em consideração essa preocupação, é fundamental que esses ambientes estejam sempre higienizados para que todos os frequentadores se sintam mais seguros e protegidos.
É fato que descansar pode ser particularmente difícil no hospital. Além de o ambiente não ser conhecido, certos barulhos e ruídos que acontecem durante o dia e a noite podem ser um tanto quanto desconfortáveis.
Além disso, a necessidade de realizar procedimentos de rotina, como coleta de sangue, aferição de pressão arterial e outros exames, tem o potencial de afetar consideravelmente os padrões de sono e descanso. Por isso, procurar por equipamentos e instrumentos hospitalares que tenham soluções integradas desenvolvidas com foco na experiência do paciente pode ser o diferencial do seu hospital.
Monitores médicos mais precisos, assim como alarmes e ruídos inteligentes devem ser priorizados. Ademais, as inovações tecnológicas em saúde vêm permitindo que cada vez mais dispositivos tenham notificações baseadas em evidências contextuais, o que reduz alarmes desnecessários e proporciona um ambiente mais tranquilo para o descanso.
Nós mencionamos no início deste artigo a importância do atendimento humanizado, que nada mais é do que unificar as habilidades técnicas e conhecimentos científicos a um tratamento mais humano, junto à compreensão e à empatia que essa relação exige.
Essa prática vem gerando resultados bastante positivos: além da fidelização ser otimizada, os tratamentos se tornam mais efetivos, uma vez que os pacientes confiam mais nos profissionais da saúde. Veja, a seguir, os principais fatores que integram o atendimento humanizado:
Quando falamos em atendimento personalizado, um exemplo interessante pode ser observado pelo hospital Marcelino Champagnat, uma instituição de Curitiba que desenvolve estratégias baseadas no modelo Planetree, metodologia que foca o cuidado centrado na experiência do paciente.
O hospital curitibano começou a implementar medidas especiais nesses quesitos, sendo que uma delas foi deixar livres os horários de visita e autorizar a presença de todos os familiares ou entes queridos durante o período de internação.
Tais ações podem parecer um tanto quanto ousadas para outras instituições, mas o fato é que pensar em revolucionar a experiência do paciente gera maior envolvimento dessas pessoas com sua saúde e tratamento e, consequentemente, mais sucesso e lucratividade para o hospital.
Por fim, é importante ressaltar que muitos gestores pensam que determinadas mudanças dentro do hospital parecem difíceis ou até impossíveis de serem implementadas, mas afirmamos que elas são mais fáceis do que se imagina. As ações podem começar da maneira mais simples, coletando informações sobre as preferências e as demandas dos colaboradores e pacientes por meio de uma pesquisa de satisfação, por exemplo.
A partir daí, é possível planejar, propor e colocar em prática as melhorias que ambos os públicos identificam como necessárias, desenvolvendo estratégias que estruturem processos específicos dentro do hospital. Dessa forma, os colaboradores se tornam mais engajados e capacitados, sendo possível implantar métodos inovadores para otimizar a experiência do paciente.
Viu como a experiência do paciente é um fator fundamental e relevante dentro do ambiente hospitalar? Agora que você já sabe como começar a implementar um atendimento de excelência, aprofunde seus conhecimentos sobre a importância do Atendimento Humanizado no cuidado à saúde!
As novidades do mercado, assim como a evolução da qualidade no cuidado à saúde e tratamentos hospitalares, são alguns dos principais motivos pelos quais é fundamental participar de eventos médicos.
Além disso, esses acontecimentos abordam descobertas científicas e debates importantes da medicina, bem como as tendências do setor de equipamentos hospitalares, contribuindo para que você se torne uma referência enquanto profissional.
Sabemos, no entanto, como a sua rotina é atribulada e não é uma prática fácil se atualizar com frequência com relação aos eventos e congressos que acontecem periodicamente. E foi pensando nisso que elaboramos este conteúdo.
Continue conosco e saiba mais os eventos médicos dos quais você precisa participar, a relevância de cada um em seu próprio segmento e os assuntos que serão abordados nas próximas edições. Aproveite este post imperdível!
Para início de conversa, vamos abordar a Feira Hospitalar, que terá sua 26ª edição em 2019 e hoje pode ser considerado um dos maiores e mais importantes eventos médicos no setor da saúde das Américas. Afinal, a média de pessoas que visitam a feira todos os anos é cerca de 90.000.
A feira já é um acontecimento indispensável dos gestores hospitalares devido às grandes possibilidades de geração de novos negócios e oportunidades no que diz respeito às inovações tecnológicas.
Mas, apesar do nome, ela não se restringe apenas a hospitais. A Hospitalar abrange as áreas de produtos e serviços para laboratórios, farmácias, clínicas e consultórios. O mais interessante é a perspectiva integrada que a feira proporciona dos diferentes setores da saúde.
Além disso, é importante mencionar a credibilidade ímpar que o evento vem proporcionando durante todos esses anos, sendo um ponto de encontro previamente marcado entre os principais players da saúde.
Se você ainda não teve a oportunidade de comparecer à Feira Hospitalar, aproveite para fazer o seu credenciamento (se antecipado, ele é gratuito). A feira acontece em maio, entre os dias 21 e 24, em São Paulo.
Os maiores expositores de produtos, equipamentos e tecnologias na área da medicina marcarão presença na Hospitalar, e a Medicalway também terá seu estande, especificamente no Pavilhão Branco da feira.
Com o objetivo de proporcionar uma área de engenharia biomédica de alta qualidade e tecnologia de ponta, além de expor durante os dias do evento, a Medicalway também participará de um fórum e falará de produtos de parceiros e novos fornecedores da empresa.
Serão apresentados, por exemplo, os produtos e equipamentos das multinacionais Bojin — um dos maiores fabricantes de motores do mundo nas áreas médicas de ortopedia, cirurgia cardíaca e neurocirurgia.
Ademais, o fabricante Mindray também será um destaque para demonstrar determinados equipamentos de UTI, centros cirúrgicos e exames de ultrassonografia. Vale ressaltar que a expectativa para a feira, como sempre, é significativa, uma vez que o portfólio é especialmente elaborado para que os melhores equipamentos sejam conhecidos pelo mercado.
O Conahp (Congresso Nacional de Hospitais Privados) é realizado pela Associação Nacional de Hospitais Privados, sendo considerado um dos mais importantes eventos médicos do setor hospitalar. Ele acontecerá em São Paulo durante os dias 26, 27 e 28 de novembro e as inscrições se abrirão em breve.
Pode-se dizer que o principal objetivo do evento é demonstrar como é fundamental que o hospital assuma o papel de integrador em relação ao sistema de saúde como um todo.
E, por falar nisso, com o tema “Saúde baseada na entrega de valor”, todas as palestras terão como foco o debate sobre as perspectivas dos pacientes, modelos assistenciais e avanços tecnológicos. Além de ter uma área específica para a apresentação de trabalhos acadêmicos, outra aposta do congresso será focar a inovação, reunindo diversas startups que apresentarão suas soluções.
O Congresso do Hospital São Geraldo é especialmente voltado para a comunidade oftalmológica — uma das áreas da medicina que mais apresenta avanços tecnológicos ano após ano. O evento acontecerá em Belo Horizonte, de 7 a 9 de novembro de 2019, e contará com palestrantes nacionais e internacionais, fóruns, cursos e sessões interativas.
Além disso, a programação se divide entre diferentes temas como estrabismo, catarata e cirurgia refrativa, glaucoma, plástica ocular, neuro-oftalmologia e muito mais!
As inscrições já estão abertas, e é importante ressaltar que, no dia 6 de novembro, acontecerá um pré-congresso em que especialistas abordarão assuntos relevantes como exames complementares e lentes intraoculares.
Outra novidade que estreia nessa edição é o 1º Concurso HSG de Fotografias, no qual os participantes têm a chance de enviar imagens únicas que só a oftalmologia consegue proporcionar. Imperdível, não é mesmo?
Para os gestores, profissionais, investidores e influenciadores das regiões Norte e Nordeste do Brasil, a HOSPITALMED é a feira hospitalar mais completa. Ela acontece de 23 a 25 de outubro em Pernambuco e une os conceitos de inovação, negócios, conhecimento e saúde pública. No ano de 2018, a feira teve um aumento de quase 40%, e neste ano, a expectativa é que o evento cresça ainda mais.
Portanto, se você reside nas regiões Norte ou Nordeste e procura aprofundar seus conhecimentos das novas tendências, ampliar sua rede de contatos e ficar de olho nas novas tecnologias do mercado, não fique de fora!
Viu como é mais do que importante participar de tais eventos médicos para aprofundar seus conhecimentos e proporcionar um networking interessante? Por mais que essas feiras e congressos tenham o objetivo maior de lançar novidades e especialização de equipamentos, muitas vezes as tecnologias envolvidas reduzem custos e têm o potencial de poupar tempo e recursos do hospital!
Além disso, outros benefícios são garantidos. Veja:
É importante atentar às datas dos eventos e se programar para participar daqueles que são mais relevantes para você. Para tanto, vale pesquisar periodicamente pelos eventos que acontecerão durante o ano e fazer um planejamento antecipado.
Agora que você já está por dentro dos eventos médicos mais importantes do setor hospitalar, que tal seguir os perfis da MedicalWay nas redes sociais? Estamos no Facebook e Instagram. Dessa forma, você se atualiza constantemente com relação aos diversos assuntos da área!
O dia a dia do setor de compras de uma clínica ou hospital é repleto de desafios. O setor lida com os recursos, negocia com fornecedores e precisa ter um conhecimento do mercado para se valer das melhores estratégias, evitando prejuízos.
Por isso, para auxiliar esse trabalho, é fundamental fazer uma análise detalhada dos dados para saber como está o desempenho do setor e quais caminhos seguir nas próximas negociações. Como fazer isso? Acompanhando os indicadores para a gestão de compras.
Quer alcançar a eficiência nesse departamento da sua clínica ou hospital? Então confira a seguir os principais indicadores para a gestão de compras. Boa leitura!
É um indicador que mede o intervalo de tempo entre a solicitação da compra e o atendimento efetivo dessa demanda. Em outras palavras: é o prazo de entrega do material. Mede, portanto, a eficiência na operação ou o sucesso no processo de compras.
O lead time é importante para fazer a programação das compras. Dessa forma, você não fica com o estoque desabastecido, prejudicando os serviços do hospital. Imagine faltar algum item para os atendimentos de emergência por conta de um lead time alto. Tendo ciência do prazo de entrega dos fornecedores, você pode se antecipar, evitando a falta de material.
Além disso, essa informação é importante para que os profissionais da área de compras possam entender o tempo decorrido da solicitação de um item até sua entrega.
Assim, podem repensar alguns processos internos: será que existe alguma etapa muito burocrática? Será que o tempo de aprovação para a compra no próprio hospital é que gera um lead time alto? O que pode ser feito para conseguir mais agilidade?
O indicador serve também para avaliar a conduta dos parceiros. Com isso, caso seja constatado que a empresa não cumpre os prazos acertados ou demora para entregar a mercadoria, é possível eleger outros fornecedores.
É o indicador para a gestão de compras que mede o prazo médio de pagamento às empresas fornecedoras. O cálculo tem como objetivo identificar a diferença entre a data da realização de um pagamento menos o dia em que tal compra foi faturada, ou seja, que o recurso saiu do caixa do hospital.
Qual a função de analisar esse prazo? Serve para fazer um controle eficiente do fluxo de caixa da empresa e também para entender qual é a sua relação de compra com os parceiros. Dessa forma, é sempre melhor para as receitas do hospital contar com prazos maiores e mais fracionados.
É claro que essa condição deve ser analisada, pois, em muitos casos, o pagamento à vista garante um bom desconto, o que pode valer a pena.
Quando as compras ocorrem em grande volume, fica mais fácil para o setor de compras negociar melhores preços e prazos de pagamento. Agora, quando a solicitação é feita para poucas quantidades, esse poder de negociação é, muitas vezes, perdido.
Por isso, é essencial conhecer o indicador para gestão de compras chamado de custo por pedido para saber se a instituição está gastando mais que o necessário.
Para realizar esse cálculo, é necessário dividir o total gasto no mês pela quantidade de pedidos realizados. Dessa forma, se o custo por pedido estiver elevado, o setor de compras pode tomar algumas providências, como:
É o indicador que mede a eficiência das empresas fornecedoras. Em um hospital, é essencial contar com parceiros comprometidos e que, dessa forma, não descumprem o que ficou acertado no momento da compra — o que poderia prejudicar os atendimentos aos pacientes.
A performance dos fornecedores inclui:
É ideal que o setor de compras faça a medição periódica desse indicador e consiga fazer parcerias com os melhores fornecedores, facilitando, assim, as próximas negociações para o hospital.
Um dos indicadores para a gestão de compras mais importantes é o saving. Com ele, é possível medir o ganho do que foi orçado em relação ao que foi adquirido — o que demonstra a eficácia de pesquisa e negociação do setor de compras.
Dessa maneira, o objetivo dessa métrica é saber quanto foi economizado com a compra, gerando, assim, um ganho financeiro para o hospital nas aquisições de produtos.
O setor de compras de um hospital tem a responsabilidade de adquirir os produtos de modo a fazer a reposição do estoque. No entanto, o desafio é saber a quantidade correta de itens necessários, para que seja possível abastecer o hospital e também evitar perdas por produtos em excesso.
Por isso, é necessário fazer o cálculo da precisão dos pedidos para que os recursos sejam direcionados de forma correta para as compras, evitando, assim, prejuízos ou falta de algum item. Para isso, é preciso verificar se as ordens de compra foram cumpridas de acordo com o solicitado ou se é necessário melhorar a gestão de estoque.
Por fim, o indicador para a gestão de compras que mede a evolução do preço compara os valores antes praticados com os atuais, com o objetivo de mensurar as oscilações durante as compras. O hospital pode usar esse indicador para analisar se há algum período com oferta melhor dos produtos.
Os indicadores para a gestão de compras são essenciais para que o hospital tenha uma eficiência maior em suas aquisições. Com eles, é possível avaliar os prazos de entrega, variação de preços e qualidade dos fornecedores — facilitando as próximas negociações.
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