Reduzir custos de forma estratégica faz parte de uma administração eficiente, já que isso pode equilibrar a saúde financeira de uma empresa, evitando problemas jurídicos e queda na imagem da instituição, além de ser uma forma de investir em melhorias na empresa. Essa medida se torna ainda mais relevante em períodos de crise.
Assim, aprender a reduzir custos na gestão de equipamentos hospitalares pode ser uma das maneiras de atingir os objetivos mencionados anteriormente. Afinal de contas, é comum que equipamentos se tornem obsoletos, por exemplo, o que é apontado por representantes da administração hospitalar como uma influência relevante nas dívidas dos hospitais públicos.
Diante das consequências que a má administração dos recursos pode gerar, preparamos este post com 6 dicas para você reduzir custos na sua instituição. Continue a leitura e entenda!
Toda e qualquer instituição, independentemente do segmento em que atua, precisa realizar planejamentos antes de tomar qualquer decisão. Planejamentos eficientes e construídos a partir de evidências podem colaborar com a redução de custos, diferentemente dos que ocorrem baseados em achismos e na intuição.
É por motivos como esses que a análise de indicadores é tão importante para a construção de um planejamento embasado. Eles monitoram dados da sua instituição e podem sinalizar os caminhos mais recomendados e não recomendados que devem ser percorridos para que a sua instituição economize e tenha também outros benefícios, como a maior satisfação dos pacientes.
Caso contrário, se não houver o embasamento nas decisões em evidências, é possível que ocorra a compra de equipamentos ultramodernos apenas porque a concorrência faz o mesmo, sem que exista uma análise das necessidades e do interesse dos seus pacientes nesses equipamentos, por exemplo. Ações como essas podem gerar custos desnecessários e atuar mais como um gasto do que como um investimento.
Quando a administração se compromete com a análise completa dos equipamentos hospitalares e fica por dentro de informações como quantidade e tipos de ativos existentes, as chances de a instituição deixar faltar ou comprar os elementos em excesso são altas.
Outros dados importantes incluem:
Além disso, é importante classificar os equipamentos seguindo alguns critérios, como o sistema fisiológico ou a especialidade clínica, que podem ser o diagnóstico pulmonar ou a cardiologia. Seja qual for o critério de classificação definido pela instituição, saiba que isso facilita o gerenciamento, como os custos de manutenção, controle de estoque e revisão de equipamentos.
Parte essencial do melhor gerenciamento de custos da instituição hospitalar deve passar necessariamente pelo mapeamento de custos, que deve entender quais são os maiores gastos/investimentos da corporação para, posteriormente, adotar estratégias com base nessas informações.
Assim, defina quais são os custos fixos, que continuam existindo com ou sem fluxo de pacientes, tais como:
Defina quais são os custos variáveis, que se alteram de acordo com a demanda existente:
Dentro dos custos fixos e variáveis, ainda pode existir outra divisão, de custos diretos e indiretos. Os custos diretos são fáceis de identificar e calcular seu valor:
Já os custos indiretos não são possíveis de serem calculados em relação ao serviço prestado, como:
Ao mapear todos esses custos é importante registrar todos os gastos existentes, como os mencionados acima, mesmo que pareçam irrelevantes para o orçamento da instituição. Ao fazer isso, fica mais fácil obter uma visão realista do fluxo de gastos da corporação médica.
Padronizar as operações de segurança e manutenção é um método de conseguir mais eficiência no fluxo de trabalho, produtividade e redução de custos, já que isso pode permitir que as instituições atuem com rapidez assim que a necessidade surgir.
Por exemplo, as manutenções podem passar por agendamento, gerenciamento de gastos e contratos de serviços e conformidade de recall. Quando tudo isso é padronizado, evita-se que os equipamentos fiquem parados, necessitando de manutenção, até que a equipe responsável pela tarefa os aparelhos individualmente.
Não é difícil que instituições optem por produtos com menores valores na intenção de economizar, sem considerar a durabilidade do que foi comprado, além da confiança que os produtos oferecem. Afinal, especialmente na área da saúde, contar com produtos de qualidade duvidosa pode comprometer o tratamento dos pacientes e o manuseio da equipe hospitalar.
Além disso, não se pode desconsiderar que a baixa qualidade dos equipamentos hospitalares também tende a aumentar a necessidade de manutenção e a trocas dos produtos, o que eleva os gastos muito mais do que o desejado.
A automatização dos processos por meio da tecnologia pode reduzir custos ao otimizar a eficiência nos processos e aumentar a produtividade, já que a partir dela é possível substituir trabalhos burocráticos, repetitivos e manuais, o que leva mais tempo para a sua realização.
Assim, quando as máquinas ou os sistemas tecnológicos passam a ocupar essas responsabilidades, a equipe da instituição pode focar seu tempo e sua energia em outras demandas mais urgentes e importantes, como confirmação de consultas, controle de agendas, prontuários eletrônicos, gestão financeira e escalas de equipes.
Como você pôde acompanhar, reduzir custos na instituição hospitalar pode permitir que ela opere com mais eficiência, ofereça mais satisfação aos pacientes, evite problemas jurídicos e equilibre a saúde financeira. Para isso, é indispensável contar com fornecedores confiáveis para encontrar os melhores equipamentos hospitalares, como a Medicalway, que atua há quase 20 anos na área.
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O workflow é um termo que, traduzido, significa “fluxo de trabalho”. Seu conceito principal é melhorar a organização do fluxo de informações de uma instituição por meio da automatização de processos.
Essa automatização constitui em uma série de etapas e regras estabelecidas que buscam a sincronização das atividades de departamentos para melhorar os processos internos e facilitar e o fluxo de informações.
Na área hospitalar, o fluxo de informações é dinâmico e necessita de agilidade e atenção. Essas informações envolvem processos organizacionais complexos, como: fichas de pacientes, agendamento de consultas e cirurgias, repasse de atividades, entre outros. Geralmente, esse conteúdo é armazenado em um considerável volume de papéis. Por isso, faz-se necessário o uso de ferramentas adequadas para evitar e perda de informações e desorganização das atividades internas.
Por esta razão, o workflow é uma ferramenta essencial para manter as atividades e informações organizadas de uma forma segura, ágil e eficiente.
O workflow atua no controle e automatização de processos. Ou seja, é realizado o gerenciamento das atividades internas, visando a sincronia de informações e aumento da produtividade dos colaboradores.
A abordagem utilizada é baseada na arquitetura cliente-servidor. Essa arquitetura é uma tecnologia que utiliza sistemas da computação para manutenção de informações (servidor) para responder o cliente quando há um pedido, diretamente em seu e-mail, por exemplo.
Ou seja, o método do workflow atua diretamente com a tecnologia para facilitar o fluxo de informações, tanto interna quanto externa.
Essa tecnologia permite alocar e maximizar os recursos para melhorar os serviços de saúde de forma prática e eficiente. Como exemplo:
Com a automatização dos processos, os atendimentos passam a ser mais controlados e segmentados, tornando a atividade do colaborador mais eficiente. O workflow no atendimento ajuda o colaborador a visualizar a resolução de problemas, otimizando o tempo.
Com o controle das atividades, o workflow melhora a organização e distribuição das funções dos colaboradores como um todo. A sincronia e fluxo das informações passam a ser mais dinâmicos, tornando cada atividade mais clara e responsiva àquela pessoa ou departamento.
O workflow auxilia no agendamento de consultas e outros atendimentos médico, como: cirurgias e internamentos pelo meio online. A gestão da agenda é mais otimizada, organizada e segura, já que as informações são armazenadas em sistemas computacionais.
Analisar as despesas e corte de gastos é uma tarefa complexa para ser realizada manualmente. Com o workflow é possível visualizar e ter uma gestão financeira mais eficaz. Nesse método é mais fácil identificar os locais em que há maior necessidade de análise, corte e aumento de investimento.
O workflow utiliza da tecnologia de sistemas de computação para auxiliar nos processos internos. Com isso, quando surge a necessidade de tomar alguma decisão urgente, o colaborador consegue visualizar qual é a melhor ação a tomar.
Existem diversas etapas para encaminhar e aprovar o paciente a alguma cirurgia. Geralmente, quando o processo não está bem alinhado podem surgir alguns problemas, como: erros de documentação ou agendamentos equivocados. Com o workflow automatizado, o repasse das informações é validado e efetuado somente se elas estiverem completas.
Os benefícios que o workflow traz para hospitais e clínicas são essenciais para quem deseja melhorar o fluxo de atividades internas. Por meio da automatização, as atividades se tornam menos complicadas para o colaborador. Por isso, a tecnologia é uma aliada, sendo o pilar para que todas as atividades sejam otimizadas.
A Medicalway é referência na comercialização de equipamentos modernos e tecnológicos aos hospitais e clínicas médicas. Acompanhe a nosso blog e a página do Facebook para saber mais sobre o nosso trabalho!
Ter uma boa gestão é essencial para alcançar o sucesso de qualquer ramo de negócios. A gestão é responsável por organizar e alinhar as operações para que cada colaborador esteja sintonizado com os objetivos da organização. Por isso, é necessário implementar novas ferramentas e trabalhar em mudanças estratégicas. Na área da saúde, a gestão hospitalar é responsável direta pela segurança dos pacientes e por salvar vidas.
Um hospital que esteja com muitas filas, falta de organização na marcação de consultas ou com excesso de reclamações no atendimento, por exemplo, deve procurar maneiras de otimizar os processos da gestão rapidamente. Para isso, uma das ferramentas mais utilizadas na aplicabilidade de novas estratégias é a Metodologia dos 5S.
Criada pelo químico e Dr. Kaoru Ishikawa, de origem japonesa, os 5S têm como objetivo instruir os colaboradores sobre a importância da organização e novos hábitos, limpar o ambiente, evitar desperdícios, aumentar a produtividade e otimizar o tempo padronizando processos.
Tudo isso baseado em 5 princípios representados pela palavra japonesa: seiri, que pode ser traduzida como “senso“. Confira:
Nesse caso, o seiri estabelece que é essencial separar o necessário do desnecessário e descartar o que for inútil àquele espaço. Visando maior aproveitamento do ambiente e organização dos materiais.
Após realizar a separação dos materiais e descartar o que for inútil, é necessário colocar as coisas em seus devidos lugares e classificar os objetos para manter a organização e otimizar o tempo para quem for buscar algo.
É a limpeza regular do ambiente. Essa etapa é uma das mais importantes no processo, pois um ambiente que esteja devidamente limpo causa conforto e motivação nos colaboradores.
Essa é a etapa em que se padroniza as etapas anteriores, ou seja, normaliza e impõe rotinas aos colaboradores em relação a limpeza, organização e utilização do ambiente.
Nesse último passo, a ideia é fazer os colaboradores criarem a autodisciplina para que as etapas anteriores virem um hábito e passem a ser o “estilo de vida” do hospital. É a etapa que vai manter rodando todos os processos anteriores.
Para que os 5S da gestão hospitalar sejam implantados corretamente, é necessário fazer um bom planejamento, que deve incluir os seguintes procedimentos:
A metodologia 5S, além de melhorar a gestão, facilita e agiliza o atendimento aos pacientes, o que é imprescindível na área hospitalar. Por isso, além do planejamento, é importante que a equipe esteja determinada em aplicar e manter novos hábitos.
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Indispensáveis em qualquer centro médico, desde clínicas a hospitais, os equipamentos hospitalares são essenciais para a saúde dos pacientes. No combate para salvar vidas, eles auxiliam os profissionais da saúde para oferecer diagnósticos e tratamentos com maior precisão em todo o processo médico – da sala de emergência à mesa de cirurgia.
E como esses equipamentos são tão importantes para manter vidas, é preciso tomar o maior cuidado possível com a manutenção deles e, principalmente, com a aquisição e instalação.
Dessa forma, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), criou um manual para boas práticas e cuidados de equipamentos hospitalares, que tem como função principal garantir a segurança tanto dos colaboradores e profissionais da saúde, quanto dos pacientes.
O manual de Boas Práticas de Aquisição de Equipamentos Médico-Hospitalares, visa oferecer procedimentos seguros para aquisição de equipamentos hospitalares para instituições de saúde públicas e privadas, que utilizem o processo de licitação, mas segundo o próprio documento, é possível adaptar para demais instituições de saúde.
Então se você busca orientações para como realizar o correto procedimento de recebimento de equipamentos hospitalares, este trecho da Parte B, sobre procedimentos operacionais da instituição, irá te ajudar:
Procedimentos de Recebimento e Aceitação.
a) Inspeção de recebimento. Técnica designada para recebimento do equipamento. A equipe deverá realizar uma inspeção visual do equipamento entregue pelo fornecedor, para assegurar que:
- 1. O equipamento corresponde àquele especificado no edital.
- 2. O equipamento está completo, com todos acessórios e documentação técnica especificados no edital.
- 3. Não existem partes do equipamento e seus acessórios danificados. E
- 4. O equipamento está compatível com os requisitos de pré-instalação aprovados pelo fornecedor.
b) Formalização do recebimento. A equipe técnica comunicará à unidade competente da instituição, o recebimento formal do equipamento, para a adoção das providências necessárias ao cumprimento das condições e prazos previstos no contrato firmado entre o fornecedor e a instituição.
c) Identificação do equipamento. Após seu recebimento formal, o equipamento deve receber um código de identificação apropriado, a fim de incluí-lo no patrimônio e no sistema de gerência e manutenção da instituição.
d) Formalização da aceitação. A equipe técnica comunicará à unidade competente da instituição, o aceite final do equipamento, para adoção das providências necessárias ao cumprimento das condições e prazos previstos no contrato firmado entre o fornecedor e a instituição.
Mais a frente do mesmo documento, a Anvisa também fala sobre a instalação dos equipamentos. E segundo ela, “a instalação do equipamento médico-hospitalar deve ser realizada pelo fornecedor ou seu representante autorizado, devendo ser iniciada exclusivamente após seu recebimento formal e aprovação dos requisitos de pré-instalação.” Após isso, o fornecedor, ou representante autorizado, deve realizar testes no equipamento, demonstrando o seu funcionamento a equipe técnica, que deve acompanhar o processo de instalação.
Seguir essas instruções da Anvisa é importante, pois garantem a entrega correta e o bom funcionamento dos equipamentos, evitando o risco de uma falha ou problema no momento de salvar uma vida.
A Medicalway é referência na comercialização de equipamentos modernos e tecnológicos aos hospitais e clínicas médicas. Acompanhe a nossa página do Facebook para saber mais sobre o nosso trabalho! Tem mais dúvidas sobre os cuidados com equipamento hospitalar? Use os comentários e deixe suas perguntas!
