Qual a diferença entre o monitor cardíaco e o monitor multiparâmetro? Entenda aqui

Um dos principais cuidados a serem administrados aos pacientes é o controle dos sinais vitais. Para isso, o ideal é contar com equipamentos eficazes e capazes de apresentar esses dados com exatidão, como o monitor multiparâmetro e o monitor cardíaco, já que são fundamentais em setores de emergências e demais ambientes das unidades de saúde.

Como cada um apresenta suas especificidades, é importante saber como diferenciá-los e, assim, poder identificar o mais adequado conforme a necessidade e o estado do paciente. Continue a leitura deste conteúdo e saiba mais sobre os principais pontos desse assunto.

O que é o monitor cardíaco?

É visto como um tipo mais simples que o monitor multiparâmetro e tem a finalidade de acompanhar a redução ou o aumento da frequência cardíaca do indivíduo e, assim, capturar os batimentos para encontrar eventuais complicações.

O único sinal que o aparelho acompanha é o cardíaco, e ele consegue apontar a frequência por intermédio de um traçado eletrocardiográfico no monitor, permitindo que os profissionais possam ver como estão as contrações dos ventrículos e artérias.

Esse processo é realizado com fundamento nas formas de ondas elétricas que se constituem na tela e apresentam as bradicardias e taquicardias que o paciente pode adquirir ao longo de um determinado tempo. Dessa forma, ele é muito usado no transporte de pacientes de um setor para outro ou em procedimentos que requerem um monitoramento constante dos batimentos cardíacos.

O que é monitor multiparâmetro?

O monitor multiparâmetro é um dos equipamentos mais usados pela equipe de saúde, tendo em vista suas diversas funcionalidade que ajudam no acompanhamento da evolução dos pacientes. Por meio dele, é possível monitorar diversos aspectos fisiológicos. Veja os principais a seguir!

Eletrocardiograma

Também chamado de ECG, é o responsável por apresentar qualquer alteração na atividade elétrica do coração. Ao contar com até 12 derivações, o equipamento contribui para a identificação de arritmias e demais mudanças cardíacas ao longo do tratamento.

Pressão invasiva e não invasiva

O padrão é o mesmo, de 12 por 8 mmHg. Contudo, podem ser entendidos como normais os valores de sistólica entre 90-130 mmHg e diastólica entre 60-90 mmHg. Variações muito baixas são entendidas como hipotensão, enquanto valores elevados caracterizam a hipertensão.

Saturação do oxigênio

Os valores podem variar conforme a altitude do local onde é mensurada. Porém, em condições habituais, a saturação de um indivíduo saudável é de 95 a 99%, além da apresentação de 70 batimentos cardíacos por minuto.

Capnografia

Em especial para pessoas tratadas na UTI ou em estado mais grave, é necessário medir o dióxido de carbono expirado pelo paciente. Esse indicador acompanha as alterações do metabolismo, na perfusão e ventilação da pessoa que recebe os cuidados.

Temperatura

Apesar de ser um dado fácil de ser mensurado, a temperatura corporal deve ficar entre 36,1ºC e 37,2ºC. Nos casos em que o equipamento indicar um valor abaixo, significa que o paciente está com hipotermia. Já um número mais elevado que o normal quer dizer que ele está com febre, pirexia ou hiperpirexia. Qualquer que seja a situação, os sintomas devem ser avaliados pelo médico.

Frequência respiratória

Para medir a respiração, é necessário levar em conta a idade do indivíduo. Normalmente, a média é de 12 a 20 inspirações por minuto, mas em bebês e crianças esse valor pode ser mais alto. Já nos casos dos idosos, estes podem apresentar uma redução, o que vai depender de suas condições físicas.

Por meio da avaliação de todos os fatores, fica mais fácil para o médico realizar um diagnóstico mais preciso e de forma objetiva e eficaz.

Portanto, é possível dizer que o monitor multiparâmetro é um equipamento mais completo quando o assunto é a mensuração dos sinais vitais, tendo em vista sua capacidade de apontar qualquer alteração que possa surgir em tempo real, tornando-se imprescindível em pronto-atendimentos, UTIs, ambulâncias, emergências e salas pós-cirúrgicas, entre outros setores.

Quais as diferenças entre o monitor multiparâmetro e o monitor cardíaco?

Os dois equipamentos podem ser usados em bebês, crianças e adultos, além de serem bastante necessários para avaliar os dados vitais dos pacientes. No entanto, é importante ter em mente que o multiparâmetro abrange um leque maior de informações, proporcionando uma avaliação mais precisa e detalhada. Já o monitor cardíaco limita-se somente às funções do coração, sendo aplicado em situações mais simples.

Ainda nesse contexto, é necessário ressaltar que um equipamento com todas essas funcionalidades gera mais benefícios. Isso ocorre pelo fato de que ele vai conseguir entregar um volume maior de dados com qualidade à equipe médica, sem exigir que o paciente tenha que realizar vários exames separados.

Apesar disso, é preciso lembrar da facilidade que um aparelho mais simples, como o monitor cardíaco, pode proporcionar para a interação entre os humanos e a máquina, mas que pode ser alcançada com a obtenção de monitores multiparâmetros intuitivos e de fácil manuseamento.

Então, é possível dizer que esse equipamento também pode apresentar um benefício nesse quesito, já que suas funcionalidades podem ser requeridas em diferentes situações, como até mesmo em pessoas que ainda não chegaram à unidade de saúde e devem ser monitoradas durante o percurso — considerando que os monitores mais modernos são portáveis e leves.

O que avaliar no momento de adquirir um monitor multiparâmetro?

Após entender as características e vantagens do monitor multiparâmetro quando comparado com o monitor cardíaco, é preciso saber quais pontos devem ser observados no momento de adquirir o melhor equipamento, por exemplo:

  • tecnologia usada;
  • autonomia da bateria;
  • voltagem;
  • design;
  • conectividade;
  • simplicidade de transporte;
  • personalização das configurações;
  • volume de dados que podem ser arquivados;
  • parâmetros de monitorização que podem ser acrescentados;
  • tamanho da tela e qualidade da imagem;
  • nível de ruído originado da estrutura interna;
  • sinais vitais lidos;
  • facilidade para upgrades;
  • modo de operação: teclado, tela touch screen, mouse;
  • itens inclusos: cabo para ECGG, manguito, entre outros.

Conseguiu entender as principais diferenças entre o monitor multiparâmetro e o monitor cardíaco? Por se tratar de um dos equipamentos mais importantes para o monitoramento dos sinais vitais do paciente dentro ou fora da instituição de saúde, é preciso observar se ele oferece as funções necessárias antes de comprar o ideal.

Conte com um bom fornecedor que disponibilize todo o suporte adequado para a utilização correta do aparelho, como a Medicalway, que oferece vários tipos de monitores.

Quer saber como podemos ajudar a adquirir um equipamento de qualidade? Então, entre em contato com a gente e conheça nossas soluções!

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    O que é e quais os benefícios do cardioversor? Confira!

    Apenas em 2021, 230 mil pessoas no Brasil morreram por doenças cardíacas, segundo dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). É por razões como essas que os médicos devem ficar alertas e contar com aparelhos como o cardioversor.

    Ele é responsável por regular batimentos cardíacos, como quando o órgão pulsa de forma acelerada. Para isso, é importante saber como manusear o cardioversor adequadamente, em quais situações seu uso é indicado, quais diferenças entre ele e o desfibrilador etc.

    Então, quer ficar por dentro dessa e de outras informações sobre o cardioversor? Continue conosco e saiba mais!

    O que é cardioversor?

    O cardioversor é um aparelho médico que aplica choque elétrico sincronizadamente sobre o coração para restaurar impulsos elétricos. Em outras palavras, ele é responsável por melhorar a oxigenação sanguínea do coração e regular os batimentos cardíacos.

    Diante disso, o cardioversor é especialmente útil em casos urgentes e emergentes, como em indivíduos com arritmia. Além disso, o cardioversor também é indicado para monitorar cirurgias e tratamentos clínicos relacionados a problemas cardíacos.

    Como o cardioversor funciona?

    O funcionamento do cardioversor ocorre pela liberação de estímulos elétricos no coração. Desse modo, é possível regular as batidas do coração. O cardioversor também consegue realizar todas as funções do desfibrilador, mas é ainda mais completo, por aplicar choques elétricos síncronos.

    O modo de funcionamento do cardioversor varia conforme os tipos disponíveis. Por exemplo, o manual precisa de um profissional qualificado para identificação do ritmo das batidas e aplicar os choques elétricos.

    Outro tipo é o semiautomático, que reconhece o ritmo das batidas automaticamente. Assim, a intervenção de um operador só é necessária para aplicar os choques. Existe também o cardioversor externo, que conta com eletrodos adesivos. E ainda, os internos, que conecta os eletrodos pelo sistema venoso.

    Quais são os benefícios de um cardioversor?

    Ter um cardioversor no ambiente médico oferece inúmeros benefícios. Entre eles, a capacidade de ter uma melhor preparação em situações emergenciais. Afinal, o aparelho é útil para regular os batimentos cardíacos do indivíduo, já que doenças cardiovasculares são tão frequentes.

    Assim, ter um cardioversor é também uma estratégia para se prevenir de problemas, especialmente em UTI e CTI. Dessa forma, além de atuar em situações de urgência e emergência, o aparelho colabora para monitorar cirurgias e tratamentos clínicos.

    Quem pode manusear o cardioversor?

    Conforme mencionado, a operação do cardioversor varia conforme o tipo de aparelho adotado. Isto é, a versão para o uso externo é mais intuitiva e pode ser operada por um profissionais mais leigo. E ainda, o cardioversor semiautomático.

    Este precisa de um operador apenas para administrar o choque elétrico. Enquanto isso, o cardioversor manual, que exerce essas duas funções. De todo modo, é preciso que o profissional encarregado tenha qualificação na área da saúde, preferencialmente um médico.

    Então, conseguiu entender do que se trata o cardioversor e como ele pode ser útil para a sua clínica médica? Como visto, investir nesse aparelho permite uma melhor preparação para situações emergenciais, previsão de problemas e muito mais.

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    Como o sistema de videolaparoscopia é realizado?

    No mundo atual, cada vez mais vemos toda a ciência evoluindo junto com a tecnologia. A medicina não é diferente. Com isso, cada vez mais surgem opções no mercado para facilitar os procedimentos e diminuir os riscos dos pacientes, uma dessas soluções é a videolaparoscopia.

    Apesar do nome grande e aparentemente complicado à primeira vista, o sistema de videolaparoscopia vem para facilitar a vida dos médicos, técnica essa que pode ajudar tanto para fazer diagnósticos quanto para cirurgias.

    Agora, você quer saber o que é a videolaparoscopia, quais as suas vantagens e como ela é feita na prática? Fique por aqui, que vamos mostrar para você neste artigo. Siga a leitura!

    O que é videolaparoscopia?

    Podemos dizer que a videolaparoscopia, também chamada apenas de laparoscopia, é uma cirurgia pouco invasiva, utilizada com o objetivo de diagnosticar doenças já suspeitas pelo médico ou para executar o que o tratamento precisa, como retirada de um órgão ou parte dele.

    Normalmente, o sistema de videolaparoscopia é utilizado nas doenças na região abdominal ou pélvica e é considerado um dos maiores avanços da medicina do último século quando o assunto é tecnologia.

    Como é feita na prática?

    Antes de abordarmos sobre como é feita a videolaparoscopia, é fundamental lembrar da necessidade de fazer os exames pré-operatórios e uma avaliação dos riscos cirúrgicos, por mais que seja uma prática pouco invasiva.

    Ao entender o estado das pessoas e como está o corpo com esses exames, é possível avaliar, por exemplo, quando é recomendável esvaziar completamente o intestino com o uso de laxantes no pré-operatório.

    A operação é administrada no ambiente hospitalar, por conta de toda a estrutura necessária. Todo o procedimento é feito sob anestesia geral. São realizados pequenos cortes e/ou incisões, sendo mais comum fazer dois a três na altura da virilha e uma na região umbilical.

    Na sequência, um tubo com uma microcâmera é introduzido até o local exato, o que permite ao médico ter uma visão detalhada e profunda. As imagens de alta definição podem ser ampliadas ou reduzidas a fim de realizar esse diagnóstico com exatidão ou até fazer uma cirurgia minuciosa.

    Quais são as vantagens do sistema de videolaparoscopia?

    Para o setor médico, a maior vantagem de utilizar a videolaparoscopia é o acesso ao órgão vital por meio de uma abertura bem pequena, de aproximadamente um centímetro.

    Como se trata de um procedimento por meio do qual um tubo plástico entra no corpo humano com uma microcâmera, a visualização facilita os diagnósticos e a realização das cirurgias de maneira incrivelmente mais prática.

    Para o paciente, a maior vantagem que podemos citar é o menor tempo de hospitalização necessária no pós-operatório. Afinal, por ser minimamente invasiva, o corpo sente menos e consequentemente se recupera mais rapidamente.

    Vale ressaltar que é também possível voltar, em pouco tempo, às atividades profissionais e pessoais. Com o sistema de videolaparoscopia, a chance de ter algum tipo de infecção e dor intensa é muito menor.

    E, claro, não podemos deixar de citar que todos se preocupam com sua forma física. Em termos de estética, esse tipo de procedimento é bem aceito, já que são cortes pequenos que deixam cicatrizes minúsculas, muitas vezes imperceptíveis.

    Portanto, o sistema de videolaparoscopia é um procedimento com vantagens para a equipe médica, devido à sua alta visualização e à possibilidade de proporcionar diagnósticos mais precisos, além de ser uma perfeita alternativa para o paciente, que terá uma recuperação rápida e com pouco desconforto no pós-operatório.

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    Deseja alugar equipamentos médicos? Saiba quais podem ser alugados

    Afinal, vale a pena alugar equipamentos médicos? Essa prática oferece benefícios como o melhor custo-benefício, se comparado a aquisição dos aparelhos. Mas existem muitas outras vantagens por trás dessa estratégia de negociação.

    Então, vale a pena conhecer mais sobre o aluguel de equipamentos médicos para avaliar em quais circunstâncias essa opção é benéfica. E ainda, é importante entender quais aparelhos podem ser alugados e como escolher a melhor empresa que oferece esses serviços.

    Então, quer saber mais sobre o processo de alugar equipamentos médicos? Continue conosco e tire suas principais dúvidas!

    Por que alugar equipamentos médicos?

    Você já entendeu que o aluguel de equipamentos médicos oferece inúmeros benefícios se comparado a compra desses itens. Confira mais sobre eles a seguir!

    Redução de custos

    Ao alugar equipamentos médicos o seu hospital arca com custos previamente acordados com a empresa contratada. Isto é, não é necessário lidar com gastos adicionais, como na manutenção dos aparelhos. Esse valor fica a cargo da empresa. Assim, você reduz custos.

    Aproveitamento da tecnologia

    A área médica passa por atualizações constantes, o que também se reflete nos equipamentos médicos. Então, alugar esses aparelhos é uma maneira da instituição aproveitar inovações tecnológicas sem gastar mais com isso, o que ocorreria com uma aquisição. Logo, os pacientes se satisfazem com a maior eficiência promovida pela tecnologia de ponta.

    Rapidez na troca de equipamentos defeituosos

    Os equipamentos médicos são vitais para os cuidados com o paciente. Assim, caso eles apresentem defeito, devem ser trocados rapidamente. Isso ocorre com mais facilidade a partir do aluguel de aparelhos. Afinal, existe um contrato que define o tempo máximo para substituição das peças e a garantia desse compromisso. 

    Quais equipamentos médicos podem ser alugados?

    Após conhecer os principais benefícios do aluguel de equipamentos médicos, é válido ficar por dentro dos aparelhos que podem ser alugados. Isto é, existem diversas opções a serem consideradas, o que deve ser decidido conforme as necessidades da sua instituição. De todo modo, os itens mais comuns são:

    • espirometria — medidor da quantidade e do fluxo de ar que entra e sai dos pulmões;
    • eletrocardiograma — avaliador da atividade elétrica do coração;
    • torres de laparoscopia — visualiza e ajuda no tratamento de doenças do sistema digestivo;
    • mapa da pressão arterial monitorador da pressão sanguínea do paciente.

    Qual é a diferença entre o aluguel convencional de equipamentos médicos e o comodato?

    Ao falar em aluguel de equipamentos médicos, existe a opção convencional e o comodato. A primeira envolve o pagamento e recebimento de valor financeiro para garantir o fornecimento dos itens. Enquanto isso, o comodato é um empréstimo gratuito. 

    Isto é, a empresa que contrata os equipamentos médicos não cobra diretamente um valor para isso. Contudo, a relação envolve vantagens mútuas. Por exemplo, a instituição que se beneficia dos aparelhos alugados pode ter como obrigação garantir a manutenção dos itens, divulgar a empresa etc.

    Percebeu como o alugar equipamentos médicos e benéfico e pode ficar ainda mais interessante no método comodato? Seja qual for a modalidade escolhida, saiba que a Medicalway se destaque no oferecimento desse sentido. Isso porque ela tem renovação de equipamentos, parcelas fixas e outros diferenciais.

    Quer saber mais sobre os benefícios oferecidos pela Medicalway? Entre em contato conosco!

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