Qual a diferença entre o monitor cardíaco e o monitor multiparâmetro? Entenda aqui

Um dos principais cuidados a serem administrados aos pacientes é o controle dos sinais vitais. Para isso, o ideal é contar com equipamentos eficazes e capazes de apresentar esses dados com exatidão, como o monitor multiparâmetro e o monitor cardíaco, já que são fundamentais em setores de emergências e demais ambientes das unidades de saúde.

Como cada um apresenta suas especificidades, é importante saber como diferenciá-los e, assim, poder identificar o mais adequado conforme a necessidade e o estado do paciente. Continue a leitura deste conteúdo e saiba mais sobre os principais pontos desse assunto.

O que é o monitor cardíaco?

É visto como um tipo mais simples que o monitor multiparâmetro e tem a finalidade de acompanhar a redução ou o aumento da frequência cardíaca do indivíduo e, assim, capturar os batimentos para encontrar eventuais complicações.

O único sinal que o aparelho acompanha é o cardíaco, e ele consegue apontar a frequência por intermédio de um traçado eletrocardiográfico no monitor, permitindo que os profissionais possam ver como estão as contrações dos ventrículos e artérias.

Esse processo é realizado com fundamento nas formas de ondas elétricas que se constituem na tela e apresentam as bradicardias e taquicardias que o paciente pode adquirir ao longo de um determinado tempo. Dessa forma, ele é muito usado no transporte de pacientes de um setor para outro ou em procedimentos que requerem um monitoramento constante dos batimentos cardíacos.

O que é monitor multiparâmetro?

O monitor multiparâmetro é um dos equipamentos mais usados pela equipe de saúde, tendo em vista suas diversas funcionalidade que ajudam no acompanhamento da evolução dos pacientes. Por meio dele, é possível monitorar diversos aspectos fisiológicos. Veja os principais a seguir!

Eletrocardiograma

Também chamado de ECG, é o responsável por apresentar qualquer alteração na atividade elétrica do coração. Ao contar com até 12 derivações, o equipamento contribui para a identificação de arritmias e demais mudanças cardíacas ao longo do tratamento.

Pressão invasiva e não invasiva

O padrão é o mesmo, de 12 por 8 mmHg. Contudo, podem ser entendidos como normais os valores de sistólica entre 90-130 mmHg e diastólica entre 60-90 mmHg. Variações muito baixas são entendidas como hipotensão, enquanto valores elevados caracterizam a hipertensão.

Saturação do oxigênio

Os valores podem variar conforme a altitude do local onde é mensurada. Porém, em condições habituais, a saturação de um indivíduo saudável é de 95 a 99%, além da apresentação de 70 batimentos cardíacos por minuto.

Capnografia

Em especial para pessoas tratadas na UTI ou em estado mais grave, é necessário medir o dióxido de carbono expirado pelo paciente. Esse indicador acompanha as alterações do metabolismo, na perfusão e ventilação da pessoa que recebe os cuidados.

Temperatura

Apesar de ser um dado fácil de ser mensurado, a temperatura corporal deve ficar entre 36,1ºC e 37,2ºC. Nos casos em que o equipamento indicar um valor abaixo, significa que o paciente está com hipotermia. Já um número mais elevado que o normal quer dizer que ele está com febre, pirexia ou hiperpirexia. Qualquer que seja a situação, os sintomas devem ser avaliados pelo médico.

Frequência respiratória

Para medir a respiração, é necessário levar em conta a idade do indivíduo. Normalmente, a média é de 12 a 20 inspirações por minuto, mas em bebês e crianças esse valor pode ser mais alto. Já nos casos dos idosos, estes podem apresentar uma redução, o que vai depender de suas condições físicas.

Por meio da avaliação de todos os fatores, fica mais fácil para o médico realizar um diagnóstico mais preciso e de forma objetiva e eficaz.

Portanto, é possível dizer que o monitor multiparâmetro é um equipamento mais completo quando o assunto é a mensuração dos sinais vitais, tendo em vista sua capacidade de apontar qualquer alteração que possa surgir em tempo real, tornando-se imprescindível em pronto-atendimentos, UTIs, ambulâncias, emergências e salas pós-cirúrgicas, entre outros setores.

Quais as diferenças entre o monitor multiparâmetro e o monitor cardíaco?

Os dois equipamentos podem ser usados em bebês, crianças e adultos, além de serem bastante necessários para avaliar os dados vitais dos pacientes. No entanto, é importante ter em mente que o multiparâmetro abrange um leque maior de informações, proporcionando uma avaliação mais precisa e detalhada. Já o monitor cardíaco limita-se somente às funções do coração, sendo aplicado em situações mais simples.

Ainda nesse contexto, é necessário ressaltar que um equipamento com todas essas funcionalidades gera mais benefícios. Isso ocorre pelo fato de que ele vai conseguir entregar um volume maior de dados com qualidade à equipe médica, sem exigir que o paciente tenha que realizar vários exames separados.

Apesar disso, é preciso lembrar da facilidade que um aparelho mais simples, como o monitor cardíaco, pode proporcionar para a interação entre os humanos e a máquina, mas que pode ser alcançada com a obtenção de monitores multiparâmetros intuitivos e de fácil manuseamento.

Então, é possível dizer que esse equipamento também pode apresentar um benefício nesse quesito, já que suas funcionalidades podem ser requeridas em diferentes situações, como até mesmo em pessoas que ainda não chegaram à unidade de saúde e devem ser monitoradas durante o percurso — considerando que os monitores mais modernos são portáveis e leves.

O que avaliar no momento de adquirir um monitor multiparâmetro?

Após entender as características e vantagens do monitor multiparâmetro quando comparado com o monitor cardíaco, é preciso saber quais pontos devem ser observados no momento de adquirir o melhor equipamento, por exemplo:

  • tecnologia usada;
  • autonomia da bateria;
  • voltagem;
  • design;
  • conectividade;
  • simplicidade de transporte;
  • personalização das configurações;
  • volume de dados que podem ser arquivados;
  • parâmetros de monitorização que podem ser acrescentados;
  • tamanho da tela e qualidade da imagem;
  • nível de ruído originado da estrutura interna;
  • sinais vitais lidos;
  • facilidade para upgrades;
  • modo de operação: teclado, tela touch screen, mouse;
  • itens inclusos: cabo para ECGG, manguito, entre outros.

Conseguiu entender as principais diferenças entre o monitor multiparâmetro e o monitor cardíaco? Por se tratar de um dos equipamentos mais importantes para o monitoramento dos sinais vitais do paciente dentro ou fora da instituição de saúde, é preciso observar se ele oferece as funções necessárias antes de comprar o ideal.

Conte com um bom fornecedor que disponibilize todo o suporte adequado para a utilização correta do aparelho, como a Medicalway, que oferece vários tipos de monitores.

Quer saber como podemos ajudar a adquirir um equipamento de qualidade? Então, entre em contato com a gente e conheça nossas soluções!

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    O que podemos esperar do mercado de equipamentos médicos?

    Acompanhar os recentes avanços no mercado de equipamentos médicos é muito importante para conseguir mais eficiência operacional e qualidade no seu hospital. Há uma série de inovações que podem melhorar o fluxo de processos na instituição hospitalar e promover melhorias na assistência oferecida aos pacientes.

    Neste conteúdo especial, vamos mostrar as principais tendências no setor, para que a sua clínica não fique para trás. Para isso, vamos falar do estado atual do mercado de equipamentos médicos e também apresentar quais são as possibilidades para os próximos anos.

    Ficou interessado? Continue acompanhando e saiba mais sobre o assunto!

    Como está o mercado de equipamentos médicos?

    Vamos apresentar o panorama atual do mercado de equipamentos médicos. Veja mais a seguir!

    Crescimento da oferta de equipamentos médicos

    O envelhecimento da população traz novas necessidades para a área da saúde, exigindo a amplificação do arsenal de recursos para lidar com patologias e questões associadas à maturidade da população. Além disso, diversas tecnologias vêm sendo incorporadas nos segmentos da saúde, gerando pesquisas com elevado potencial de proporcionar um melhor atendimento para a população mundial.

    Os equipamentos médicos têm um papel decisivo nesses processos, sendo fundamentais para auxiliar os profissionais da saúde na manutenção da vida e preservação da integridade dos pacientes.

    Novas tecnologias

    As tecnologias avançam continuamente e novas possibilidades surgem a cada dia. No mercado de equipamentos médicos, podemos notar que há tendências promissoras.

    A telemedicina, por exemplo, já é uma realidade. Ela é a realização de práticas médicas a distância, seja a emissão de laudos ou acesso a resultados de exames, por exemplo. Ela permite ampliar o acesso à medicina, viabilizando que pessoas de regiões mais remotas possam ter acesso a especialistas e recursos que se concentram em capitais ou grandes centros de referência em saúde.

    Outro recurso que vem ganhando espaço na área de equipamentos é a inteligência artificial, que são os dispositivos capazes de realizar algumas das funções cognitivas humanas, como mensurar, tomar decisões e resolver problemas. Para isso, os aparelhos se baseiam em redes neurais artificiais que proporcionam o aprendizado das máquinas (conhecido como machine learning).

    A robótica também já é utilizada na área de aparelhos para medicina, sendo importante para a realização de procedimentos cirúrgicos. Ela permite melhorar a precisão do cirurgião e viabiliza a realização de procedimentos menos invasivos.

    Mudanças na gestão

    As novas tecnologias no mercado de equipamentos médicos geram impactos sobre a gestão hospitalar. Elas exigem um aumento da eficiência no controle de manutenções, demandando o estabelecimento de cronogramas que envolvam todos os equipamentos e gerando a necessidade de priorização de uma abordagem preventiva nesse quesito.

    A tecnologia insere um maior dinamismo para a gestão hospitalar, facilitando processos e promovendo novas possibilidades, como a supervisão de atendimento a distância. Ela permite ampliar o acesso a um corpo de profissionais mais qualificado para confirmação de diagnóstico, esclarecimento de dúvidas e fornecimento de um tratamento mais efetivo.

    Ou seja, ela incrementa o hospital com um maior arsenal de saberes. Em termos de gestão, os dispositivos médicos geram a necessidade de administração das interações com médicos de fora, por exemplo.

    Os equipamentos médicos baseados em cloud computing também oferecem mais segurança e integridade para o manejo de informação, evitando a perda de dados, invasões no sistema e quebras de sigilo médico.

    O que é possível esperar para os próximos anos?

    É possível esperar várias modificações para o mercado de equipamentos biomédicos para os próximos anos. Veja mais a seguir!

    Expansão do mercado

    Segundo pesquisa da Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde, divulgada pelo portal Saúde Business, em 2018 o mercado de dispositivos médicos movimentou R$ 10,5 bilhões no Brasil. Com os avanços em pesquisas, a oferta de equipamentos hospitalares se amplia e a rede de hospitais pode contar com um parque tecnológico diversificado e que proporciona mais precisão e eficácia em diagnósticos e tratamentos.

    Dados da mesma pesquisa apontam que em 2018 a alta da área de dispositivos médicos foi de 13,5%. Com a modernização e atualização constante da medicina, é essencial que os hospitais busquem incrementar seu parque tecnológico para oferecer tratamentos mais eficazes e para acompanhar as inovações que surgem nesse contexto.

    Tendências em equipamentos

    Uma importante tendência em equipamentos é a de integração de uma ampla variedade de dispositivos, o que é conhecido como Internet das Coisas. Ela amplia a rede de comunicação para o intercâmbio de informações e facilita a coleta de dados.

    Isso ajuda a rotina de pacientes e também proporciona um arsenal de registros que contribuem para o monitoramento, análise e para as reflexões dos médicos. Em telemedicina, a Internet das Coisas possibilita conectar os equipamentos analógicos às plataformas, para facilitar o envio de informações sem necessitar de uploads manuais.

    Melhoria da qualidade de vida do paciente

    Os equipamentos médicos proporcionam melhora da qualidade de vida dos pacientes. A tecnologia permite ao médico fazer mais procedimentos com agilidade e precisão, além de possibilitar que o profissional tenha mais recursos disponíveis para oferecer um bom tratamento. Com isso, o médico tem mais tempo para se dedicar a um atendimento humanizado e a realizar uma avaliação profunda da pessoa que está sendo cuidada.

    Além disso, o mercado conta com dispositivos que podem promover mais bem-estar para o paciente. Um exemplo é o biossensor transdérmico para diabéticos. Ele coleta dados sobre os níveis de glicose no sangue e evita que o paciente tenha que utilizar agulhas diariamente nessa aferição.

    As pesquisas avançam e os equipamentos são aprimorados para proporcionar tratamentos menos invasivos e que minimizem a dor e o desconforto. Há também dispositivos inteligentes que possibilitam fazer uma análise mais eficaz dos processos para que o tratamento seja conduzido de forma a proporcionar uma recuperação mais rápida.

    O mercado de equipamentos médicos está em constante atualização. Com o lançamento de novas tecnologias, a tendência é otimizar processos e promover uma maior humanização do cuidado. Os desafios da gestão hospitalar podem ser facilitados com o apoio de recursos modernos e projetados para terem melhor performance e eficiência operacional.

    Há uma série de possibilidades para incrementar o hospital e construir um parque tecnológico que ofereça o que há de melhor para a vida do paciente. Se você gostou de aprender mais sobre o mercado de equipamentos médicos, aproveite e entre em contato com a Medicalway e conheça nossos produtos e serviços!

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    Cardiotocografia: entenda a importância para a saúde do bebê

    Hospitais, maternidades e clínicas obstétricas que buscam oferecer um atendimento integral à gestante devem estar preparados para a realização da cardiotocografia (CTG). O exame avalia a vitalidade do bebê e indica o sofrimento fetal, trazendo alertas como a necessidade da antecipação do parto, por exemplo.

    O procedimento, normalmente realizado ao final da gestação, é rápido, indolor e não invasivo. É feito com um equipamento denominado cardiotocógrafo e muito útil principalmente em gestações de alto risco.

    Quer entender melhor como funciona a cardiotocografia e sua importância para a saúde da mãe e do bebê? Acompanhe nosso post e descubra por que disponibilizar esse exame é fundamental em instituições de saúde que fazem o atendimento a gestantes!

    O que é cardiotocografia?

    A cardiotocografia (CTG) tem por finalidade fazer um registro da atividade cardíaca fetal. O registro é feito em papel, na forma de traçado, e também observa as contrações uterinas e os movimentos fetais.

    A interpretação do exame é realizada por meio de uma análise do traçado resultante da atividade cardíaca fetal e de sua variabilidade — ou seja, espera-se que a frequência cardíaca fetal varie junto com movimentos e contrações uterinas. Os padrões esperados de variabilidade são bem documentados e, assim, detectam as alterações com mais facilidade.

    A CTG é um exame prático — pois não precisa da presença do operador ao lado da gestante —, relativamente barato e que traz resultados bastante confiáveis.

    Como é feito o procedimento?

    Para realizar o exame, a gestante pode ficar sentada ou deitada. Ela permanece confortável, pois o procedimento é indolor e não invasivo. São utilizados dois cintos com sensores na barriga da mãe: um para captar os batimentos cardíacos do feto e outro para descobrir a frequência e a intensidade das contrações uterinas. Se for uma gestação múltipla, há um sensor especial para cada coração.

    O equipamento utiliza um estímulo sonoro na barriga da gestante, com uma fonte com frequência de 500 a 1.000 Hz, com o objetivo de verificar a reação do bebê.

    Os dados obtidos são transmitidos para um papel ou para um monitor, em um gráfico, e depois são interpretados pelo médico. O exame pode ajudar a fazer uma avaliação do feto no final da gravidez ou durante o trabalho de parto — para averiguar se o bebê está em sofrimento, por exemplo.

    Como o exame pode ajudar a mãe e o bebê?

    A cardiotocografia (CTG) é fundamental para garantir que a gestação transcorre bem nas últimas semanas. Isso porque o resultado do exame, quando mostra algum desvio, pode indicar insuficiência na oxigenação cerebral do bebê. Essa deficiência pode ser causada por vários fatores, como:

    • posição do feto;
    • problemas na placenta;
    • cordão umbilical enrolado no pescoço do bebê.

    Desse modo, baseado no resultado da CTG, o obstetra pode definir o melhor momento e método para fazer o parto.

    O exame deve ser realizado, por exemplo, quando a gestante sente que o bebê não está se mexendo ou está se movimentando pouco. Assim, o médico poderá entender o que está acontecendo. A cardiotocografia é indicada também para:

    • verificação da frequência e intensidade das contrações durante o trabalho de parto;
    • avaliação das condições do bebê também no trabalho de parto;
    • rompimento da bolsa antes da 37ª semana de gestação;
    • gestações que ultrapassam 40 semanas para garantir que não há sofrimento fetal;
    • gestações de risco, no caso de mães com hipertensão, diabetes, cardiopatias, anemias, entre outros problemas;
    • suspeita de infecção dentro do saco gestacional.

    Com que frequência deve ser feito?

    O exame de CTG é comumente solicitado no final da gravidez, após 38 semanas em gestações que transcorrem normalmente, durante o trabalho de parto ou a qualquer momento (em gestações acima de 30 semanas), desde que haja necessidade de avaliar a vitalidade fetal.

    Assim, a frequência com a qual o procedimento deve ser realizado é a seguinte:

    • no caso de avaliação dos movimentos do bebê (caso a mãe relate que tenham diminuído): só até o procedimento apontar que está tudo bem;
    • após as 40 semanas de gestação: deve ser realizado a cada 48 horas;
    • no caso de gravidez de risco, por conta de alguma doença da mãe: a recomendação é que a CTG seja feita a cada semana ou a cada três dias, dependendo da condição de saúde da gestante.

    Quais sinais indicam sofrimento fetal?

    A cardiotocografia pode detectar sinais de sofrimento fetal. São eles:

    • FCF (Frequência Cardíaca Fetal) acima de 160 batimentos por minuto, que permanece assim, indica taquicardia fetal;
    • FCF abaixo de 110 batimentos por minuto indica bradicardia fetal;
    • o normal é que a FCF varie de acordo com os movimentos dos bebês ou quando ele escuta um barulho alto. Caso essa frequência permaneça constante ela indica sofrimento fetal;
    • quedas significativas na FCF demonstram desacelerações na frequência cardíaca do bebê;
    • desacelerações na FCF após as contrações podem indicar que o oxigênio do feto está diminuindo.

    Como prevenir uma gestação de alto risco?

    Segundo um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), 30 milhões de bebês nascem prematuros no mundo, com baixo peso ou ficam doentes e necessitam de cuidados especiais.

    A gestação de alto risco é uma realidade que pode ser causada doenças maternas, como hipertensão, diabetes ou infecções, pelo uso de álcool e drogas ou ainda ocorrer devido à obesidade, gestação múltipla, estresse ou por conta de outras doenças, como renais ou da tireoide. Há ainda situações de gravidez de risco por conta de um pré-natal mal executado.

    Independentemente da causa, para prevenir esse quadro é fundamental realizar o pré-natal, com todos os exames, como ultrassonografias e a cardiotocografia (se necessário). A mãe deve seguir as recomendações médicas, ter uma alimentação saudável, hidratar-se bem e realizar atividade física com moderação.

    Para que o acompanhamento da gestante seja seguro, ainda mais em casos de risco, é importante que a maternidade ou clínica médica tenha à disposição o exame de cardiotocografia. Esse é um procedimento de baixo custo que pode salvar vidas.

    Quer conhecer uma linha altamente tecnológica de cardiotocógrafos? Veja os equipamentos da Medicalway e ofereça o melhor para suas pacientes!

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    A importância de equipamentos de alta tecnologia para o hospital

    A evolução das técnicas e procedimentos médicos vem acompanhada com equipamentos de alta tecnologia. Dessa maneira, um hospital não pode ficar parado no tempo, utilizando uma aparelhagem obsoleta.

    É fundamental manter as tecnologias sempre atualizadas para oferecer um serviço de melhor qualidade aos pacientes, além de otimizar o trabalho de médicos e outros profissionais de saúde.

    Quer entender por que é importante investir em equipamentos de alta tecnologia em seu hospital? Continue a leitura e veja também como acertar na escolha do produto e do fornecedor!

    Como a escolha dos equipamentos impacta na qualidade dos procedimentos realizados?

    Trabalhar com equipamentos de alta tecnologia é garantir diagnósticos e técnicas mais precisos, mais conforto e segurança ao paciente e menor tempo por atendimento. Além disso, ao acompanhar esse tipo de inovação, seu hospital pode também aumentar a gama de exames oferecidos, já que alguns procedimentos demandam aparelhagem mais recente.

    Isso traz um resultado extremamente positivo para a imagem da instituição de saúde, atraindo mais pacientes que estão em busca de serviços médicos de qualidade.

    Além disso, uma infraestrutura moderna para a realização dos procedimentos auxilia os médicos, que conseguem realizar o trabalho com mais qualidade, comodidade e em menor tempo. No caso de equipamentos, como um ultrassom, por exemplo, a tecnologia assegura imagens mais nítidas, contribuindo para a avaliação do paciente e seu diagnóstico.

    Por que você deve investir em equipamentos de alta tecnologia?

    Além de oferecer procedimentos com melhor qualidade, o investimento em equipamentos de alta tecnologia vai aumentar o número de atendimentos diários, ou seja, um reflexo direto nas contas do hospital.

    Sem contar que uma aparelhagem mais moderna apresenta menor risco de falhas, ou seja, de você ter que paralisar os serviços para a troca de alguma peça. São produtos que passaram por uma série de testes para que você consiga realizar o melhor atendimento sem contratempos.

    Assim, mesmo que o valor pareça, em um primeiro momento, mais elevado na hora da pesquisa sobre equipamentos tecnológicos, você deve considerar a relação custo-benefício. Assim, saiba que você estará adquirindo:

    • inovação para os seus serviços;
    • mais segurança para técnicos e pacientes;
    • vida útil maior da máquina;
    • produtividade mais elevada;
    • menor gasto com manutenções.

    O que avaliar para não errar na escolha?

    O gestor precisa fazer a escolha correta do equipamento de ponta, afinal, esse será um investimento alto. Assim, em primeiro lugar, ele precisa identificar quais áreas do hospital vão receber a aparelhagem nova. Se for o centro de imagens, por exemplo, é importante identificar quais procedimentos serão oferecidos e, dessa forma, buscar os modelos mais compatíveis.

    Na hora de avaliar o produto, é preciso considerar:

    • design ergonômico, com possibilidade de ajuste de altura;
    • tamanho de monitor (se houver) e tela touch;
    • facilidade de transporte;
    • autonomia de bateria;
    • economia de energia;
    • se há outros acessórios que é preciso adquirir.

    É importante saber também quais os cuidados são necessários, como temperatura e umidade do ambiente onde será instalado o equipamento, como deve ser o transporte, quais os tipos de manutenções etc.

    Em resumo, é essencial que a tecnologia otimize o trabalho dos profissionais de saúde, aumente os serviços oferecidos e traga melhor resultado nas técnicas e diagnósticos.

    Como escolher o fornecedor ideal?

    Você deve estar se perguntando: mas como o gestor pode ter acesso a todas as informações relativas aos equipamentos de alta tecnologia e, assim, conseguir fazer a melhor escolha? Nesse ponto, é importante contar com fornecedores de qualidade.

    Dessa maneira, é possível ter uma assessoria completa para fazer a aquisição mais acertada para a instituição de saúde. É necessário fazer negócios com empresas que conseguem atender suas necessidades e possam oferecer um suporte inclusive no pós-venda.

    O fornecedor comprometido com seu cliente deve:

    • fazer a demonstração dos produtos;
    • detalhar todos os dados técnicos;
    • destacar os diferenciais dos equipamentos e tecnologia oferecida.

    Nessa hora, é essencial escolher empresas de referência no ramo, com um bom tempo de mercado e que trabalhem com equipamentos tecnológicos de marcas mundiais de renome. Assim, você sabe que está adquirindo o que há de mais inovador para seu hospital — com um padrão internacional de qualidade.

    Também conta pontos ao fornecedor trabalhar com uma linha grande de produtos, assim você adquire mais itens de uma mesma empresa, conseguindo condições mais atrativas de preço e formas de pagamento.

    Na dúvida, faça pesquisas na Internet sobre a reputação da empresa ou peça referências a outros profissionais do segmento da saúde.

    Outros fatores para encontrar o fornecedor de equipamentos médicos ideal são:

    • comprometimento com prazos de entrega;
    • suporte rápido para qualquer falha técnica;
    • disponibilidade de peças para qualquer contratempo.

    A Medicalway, por exemplo, reúne todos esses aspectos para oferecer o que há de mais atual para seus clientes. Além de um pós-venda de excelência, a empresa atualmente é importadora da Mindray, a principal fabricante de equipamentos médicos da China.

    Quais os cuidados necessários com os equipamentos médicos?

    Ao adquirir equipamentos de alta tecnologia você terá mais tranquilidade, pois, certamente, as falhas serão menores. Mas, para que os aparelhos funcionem corretamente e tenham uma vida útil maior, é necessário alguns cuidados de preservação, como:

    • transporte — é preciso cuidado na movimentação do aparelho pela unidade de saúde, verificando, por exemplo, textura do piso, altura de portas e largura de corredores;
    • manuseio adequado — a equipe deve ter capacitação específica para operar os equipamentos sem causar danos;
    • condições ambientais — é necessário verificar no manual e com o fornecedor as condições ambientais ideais de temperatura, umidade, luminosidade e fluxo de ar do local para dispor a máquina;
    • higienização — é obrigatório fazer a descontaminação periódica dos aparelhos;
    • calibração — é uma análise que deve ser feita periodicamente para atestar o desempenho do equipamento;
    • manutenção preventiva — checagem regular para evitar falhas nas máquinas.

    Viu só como é necessário realizar os atendimentos com equipamentos de alta tecnologia? Seu hospital vai oferecer um serviço de saúde de excelência, o que traz um impacto positivo para os pacientes e profissionais de saúde, gerando mais receitas para a instituição.

    Quer conhecer algumas inovações em equipamentos hospitalares? Entre em contato com a Medicalway e fique por dentro de sua ampla linha de produtos!

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