Posição cirúrgica: entenda o que são e a importância

As posições cirúrgicas sofreram alterações ao longo dos anos e visam expor adequadamente o campo cirúrgico, facilitando a visualização dos médicos e demais profissionais. Os resultados são salutares: diminuem o tempo de uma cirurgia e os riscos para o paciente.

A escolha da posição ideal é sempre do cirurgião responsável em conjunto com o anestesiologista. Isso porque, enquanto o primeiro precisa ter o campo visual e de manejo adequados, o segundo é o responsável pelo acompanhamento dos sinais vitais e o conforto do paciente — o que auxilia, inclusive, em sua recuperação.

O que são posições cirúrgicas?

Trata-se da forma como o paciente é disposto na mesa da sala cirúrgica para a realização do procedimento cirúrgico. Já vimos que a posição adequada beneficia os médicos e o paciente. Agora você conhecerá os tipos de posições cirúrgicas.

Qual posição cirúrgica é a ideal para cada paciente e sua importância?

A posição cirúrgica ideal para o paciente é sempre aquela que permita que:

  • permita o menor tempo cirúrgico possível — significando menos administração de anestésicos;
  • o paciente permaneça de forma confortável durante o procedimento;
  • gere um pós-operatório menos doloroso e traumático;
  • não cause escaras devido ao tempo de cirurgia;
  • evite riscos pós-cirúrgicos (como trombose) etc.

Qual a importância das posições cirúrgicas na redução de complicações e riscos?

Os riscos relacionados aos procedimentos cirúrgicos que um paciente pode enfrentar são diminuídos ao estar na posição adequada. Isso acontece devido ao desenvolvimento e aprimoramento das posições facilitando a biodinâmica e a ergonomia do paciente.

A posição cirúrgica ideal facilita o funcionamento do sistema vascular evitando trombose, edemas e outras complicações, daí sua fundamental importância. Além disso, elas permitem uma evolução satisfatória na recuperação do paciente, já que as dores relacionadas à má postura ou ao agravamento de lesões preexistentes são reduzidas.

Quais são as posições cirúrgicas?

A seguir, confira os tipos de posições cirúrgicas e quando são usadas!

Posição supina 

É o posicionamento mais comum. No entanto, é preciso dar atenção especial ao posicionamento das pernas, para que as articulações dos joelhos não fiquem muito distendidas. A cabeça e a coluna cervical precisam ficar relaxadas. Além disso, deve-se posicionar os braços de forma que sejam evitados danos aos nervos.

Posição prona

É a escolha das cirurgias na coluna. O tórax deve ficar apoiado nos coxins com grande abertura, permitindo a respiração normal e reduzindo a pressão intra-abdominal. A cabeça é posicionada de uma maneira que mantenha a coluna cervical posição neutra. Os joelhos ficarão ligeiramente flexionados e bem acomodados. O uso de travesseiros recortados lateralmente garantem o fácil acesso ao anestesiologista, para uma anestesia segura.

Posição lateral

Aqui, o paciente deve permanecer fixado para evitar seu deslocamento. Para o conforto, deve ser utilizado um acolchoamento para pernas e calcanhares. A pessoa pode ficar sobre as articulações motorizadas da mesa, garantindo o acesso ideal à área do tórax ou dos rins. 

Posição de cadeira de praia

Neste caso, joelhos e pernas precisam ficar relaxados, ou seja, sem serem distendidos. O dorso e a pederneira devem ser subidos gradualmente, alternando-as. Com o paciente sentado, deve haver nova avaliação visando eliminar pressões que surgiram durante o posicionamento.

Posição dorso sacral / litotômica

Esta é a posição de escolha para cirurgias urológicas e ginecológicas, pois a pélvis fica livre, além de garantir uma maior superfície de suporte para a panturrilha e apoio ao joelho. Além disso, os calcanhares ficam livres, enquanto os pés e os joelhos ficam alinhados ao ombro oposto.

Posição genucubital / sobre cotovelos e joelhos

Em cirurgias proctológicas e ginecológicas, após serem anestesiados em posição supina, os pacientes são colocados nesta posição. O tórax é colocado sobre coxins com grande abertura visando a redução da pressão intra-abdominal e não prejudicar a respiração. 

Esperamos que o texto tenha explicado adequadamente a importância de acomodar o paciente em uma posição cirúrgica ideal e todas as informações a respeito desse assunto.

Agora, complemente sua leitura com este texto: Entenda como funciona a mesa cirúrgica e como escolher uma.

Fique por dentro das nossas novidades!

    Veja também
    Hiperventilação e hipoventilação: entenda as principais diferenças

    Hiperventilação e hipoventilação: entenda as principais diferenças.O funcionamento do sistema respiratório do nosso corpo deve ser equilibrado e fornecer os gases necessários nas quantidades ideais. Quando isso não acontece, temos dois casos que se destacam: hiperventilação e hipoventilação.

    Enquanto o primeiro envolve uma respiração acelerada, o segundo indica a baixa capacidade respiratória. Ambos têm consequências para a saúde e devem ser tratados com qualidade, o que exige um bom diagnóstico.

    Pensando nisso, apresentamos as características principais de hiperventilação e hipoventilação e como os tratamentos têm que ser feitos. Confira!

    O que é a hiperventilação e como ela é diagnosticada?

    A hiperventilação é uma condição pulmonar que acontece mediante um desequilíbrio da respiração. Em condições normais, devemos inspirar oxigênio e expirar dióxido de carbono, de forma natural.

    A hiperventilação, por outro lado, acelera esse processo e faz com que a pessoa exale mais rapidamente do que inala. Isso diminui o nível de dióxido de carbono no corpo e afeta todo o equilíbrio.

    Essa condição é muito comum por fatores psicológicos, como estresse, ansiedade e síndrome do pânico. No entanto, também pode estar ligada a quadros como dor intensa, problemas pulmonares ou mesmo ingestão de substâncias estimulantes, lícitas ou ilícitas.

    O mais frequente é que ela aconteça na forma de “crises” agudas, que podem demorar segundos ou até minutos. Contudo, caso a condição se torne recorrente, ela passa a ser considerada uma síndrome crônica.

    Como é feito o diagnóstico?

    Para reconhecer essa situação em um paciente, devemos ficar atentos aos sintomas, como:

    • falta de ar;
    • aceleração do ritmo cardíaco;
    • palpitações;
    • formigamento de alguma parte do corpo;
    • dor no peito;
    • tontura;
    • dificuldade para falar ou andar.
    • entre outros.

    A anamnese é a etapa mais importante do diagnóstico, pois permite identificar todos os sintomas que ocorrem no quadro. No entanto, as condições estão associadas a outros problemas.

    Então, devemos verificar a perfusão de ar nos pulmões, além de fazer exames de níveis de oxigênio e até reconhecimentos de imagem sobre o tórax. Cruzar todas as informações com um possível histórico do paciente garante maior efetividade e precisão em relação ao tratamento.

    O que é a hipoventilação e como é diagnosticada?

    Entre hiperventilação e hipoventilação, o segundo caso demanda ainda mais atenção. Afinal, ele gera um risco maior para a saúde, por causa da falta de oxigenação.

    Basicamente, esse quadro ocorre quando não há ventilação pulmonar adequada, o que impede a troca de gases. Como consequência, há um aumento no volume de dióxido de carbono no organismo.

    As causas são diversas, como algum tipo de fraqueza muscular no sistema respiratório, doenças cerebrais ou mesmo uso de drogas.

    Quando ela está associada à obesidade, é conhecida como Síndrome de Hipoventilação Alveolar da Obesidade (SHO). Acontece, principalmente, durante o sono e está atrelada à ocorrência de apneia obstrutiva do sono.

    Como é feito o diagnóstico?

    Para fazer o diagnóstico, devemos começar o exame clínico considerando os sintomas, que incluem:

    • enxaqueca diurna nas duas porções da testa;
    • interrupções abruptas do sono ao longo da noite;
    • sonolência diurna elevada;
    • taquicardia;
    • tosse;
    • sudorese;
    • tremores;
    • convulsões
    • entre outros.

    O diagnóstico poderá ser fechado com uma análise laboratorial dos níveis de oxigênio e dióxido de carbono do sangue. Assim, se o valor de CO2 estiver muito elevado e/ou se o pH do sangue estiver ácido, o quadro fica caracterizado.

    Como hiperventilação e hipoventilação são tratadas?

    Com a identificação correta de cada um dos casos, é preciso agir com qualidade e eficiência. Nos tratamentos de hiperventilação e hipoventilação, podemos usar técnicas e equipamentos específicos para cada situação.

    Hiperventilação

    Na hiperventilação, é essencial conhecer as causas do processo para “desativar o gatilho”. Questões emocionais costumam ser trabalhadas por psicólogos ou psiquiatras, que poderão indicar terapias e formas de “reaprender” a respirar.

    No entanto, também é preciso pensar em restabelecer a respiração, principalmente durante uma crise. Nesse caso, o uso da máscara de hiperventilação é especialmente recomendado. Seu objetivo é conduzir uma reinalação com a ajuda de um saco fechado, o que evita a perda excessiva de dióxido de carbono.

    Só é necessário que haja o cuidado de haver interrupções a cada 30 segundos, pois isso evita e elevação do nível de CO2 acima do que é recomendado.

    Hipoventilação

    O aumento da perfusão de gases no pulmão é essencial, o que significa que é preciso melhorar a ventilação. Isso pode ser feito, inicialmente, com o uso de broncodilatadores, que facilitam a passagem de gases até os alvéolos pulmonares.

    Em casos mais intensos, entretanto, é necessário recorrer à ventilação mecânica não invasiva, inicialmente. O uso de aparelhos específicos para a hora do sono, por exemplo, exerce a pressão certa para levar oxigênio aos pulmões e retirar o CO2.

    Nos quadros extremamente graves, há a opção de ventilação invasiva, como com apoio do ventilador pulmonar ou respirador. Há a chamada respiração artificial, que faz as trocas que o organismo não consegue realizar, mantendo os níveis de gases em valores adequados.

    Já quem tiver alguma causa desencadeadora do problema deve receber tratamento de apoio para lidar com o motivo. Assim, é possível melhorar a condição pulmonar em médio e longo prazo.

    Qual é a importância de usar equipamentos de qualidade?

    Tão relevante quanto acertar no diagnóstico de hiperventilação e hipoventilação é realizar o tratamento adequado. Em alguns casos, o uso de medicamentos e a fisioterapia respiratória podem contornar a situação. Em muitos outros, entretanto, é preciso recorrer a equipamentos médicos.

    Nesses quadros, é indispensável que possamos contar com itens de qualidade e que funcionem com confiabilidade. Especialmente no caso da hipoventilação, o tratamento incorreto pode levar ao estado de coma e, em alguns cenários, até à morte.

    Por outro lado, ter itens de confiança e com eficiência comprovada sustenta o tratamento e permite um acompanhamento de qualidade. Assim, pode-se normalizar os níveis de oxigênio e gás carbônico, restabelecendo o equilíbrio do organismo.

    Os quadros de hiperventilação e hipoventilação precisam ser diagnosticados e tratados adequadamente. Com os conhecimentos que apresentamos e o apoio de bons equipamentos, você terá tudo o que é necessário para conduzir corretamente as avaliações dos pacientes.

    Para garantir que esses e outros quadros recebam a atenção e os recursos exigidos, conheça as principais ferramentas de gestão hospitalar e obtenha bons resultados na instituição.

    LEIA MAIS
    O que não pode faltar em um aparelho de ventilação pulmonar?

    O que não pode faltar em um aparelho de ventilação pulmonar? Diversos quadros de saúde podem levar a perdas ou lacunas em funções vitais do organismo. A Terapia Intensiva permite criar condições para suporte à vida em um momento que o corpo não está conseguindo cumprir com todas as suas funções. O aparelho de ventilação pulmonar tem grande importância em hospitais para auxiliar pacientes com algum acometimento que prejudica o trato respiratório.

    No momento atual, com a pandemia de COVID-19, esse equipamento tornou-se ainda mais necessário. Isso acontece porque o coronavírus prejudica diversas funções do sistema respiratório.

    Um ventilador pulmonar deve cumprir alguns critérios relevantes para ser utilizado com sucesso no estabelecimento de saúde. Neste post especial, vamos mostrar o que não pode faltar nesse equipamento para procedimentos mais ágeis e de qualidade. Continue acompanhando para aprender mais sobre o assunto!

    Qual a importância do aparelho de ventilação pulmonar no tratamento do paciente?

    O processo respiratório assegura a troca de gases necessária para a manutenção do equilíbrio no organismo. Diversas patologias podem afetar as funções nesse sistema, sujeitando o organismo a baixos níveis de oxigenação e trazendo riscos para a vida do paciente.

    Nos casos de COVID-19, por exemplo, o coronavírus provoca uma inflamação nos pulmões e vias aéreas. Com isso, um quadro de pneumonia pode se desenvolver. A resposta do sistema imunológico é uma ação anti-inflamatória exagerada, provocando maiores dificuldades na respiração. Um complicador desse cenário é que há estados em que não há sinais visíveis da baixa oxigenação. Nesse contexto, os oxímetros podem ser um bom apoio para auxiliar na identificação de índices reduzidos de oxigênio.

    O ventilador pulmonar permite facilitar a realização do movimento respiratório e suprir a necessidade de ar do organismo. Dessa forma, ele auxilia na manutenção da vida até que o paciente melhore do acometimento.

    O que não pode faltar em um aparelho de ventilação pulmonar?

    Um aparelho de ventilação pulmonar deve contar com algumas características que garantam agilidade e funcionalidade no dia a dia. Vamos explicar melhor esses aspectos a seguir. Veja mais!

    Facilidade de monitoramento

    Dispositivos que mostram os parâmetros com facilidade são alternativas mais viáveis para hospitais. Equipamentos que apresentam muita complexidade para disponibilizar dados ocasionam em perdas significativas de tempo, o que pode fazer grande diferença em alguns estados mais críticos.

    O Synovent E3 da Mindray, por exemplo, conta com uma interface moderna e de fácil manuseio. Os parâmetros são controlados com agilidade e simplicidade, sendo que o visor pode ser configurado e personalizado de acordo com as preferências e demandas do médico.

    Modernidade do dispositivo de ventilação pulmonar

    Com o passar do tempo, novos recursos vão sendo lançados e as tecnologias progridem continuamente. Um ventilador pulmonar muito antigo pode não ser compatível com outros dispositivos, gerando entraves para as operações. Assim, é importante contar com máquinas modernas para garantir procedimentos mais efetivos.

    Com equipamentos avançados, é possível agilizar processos e ter mais prontidão no atendimento. Isso contribui para auxiliar mais pacientes e oferecer suporte adequado às necessidades do público.

    O ventilador de UTI SV- 600/800 da Mindray, conta com tela HD Wide Screen. Além disso, ele apresenta a tecnologia Intelligent Assistant, uma ferramenta que auxilia o profissional de saúde nas tomadas de decisão, com base nas recomendações de médicos de ampla expertise sobre diversas modalidades de necessidades clínicas.

    Adaptação às necessidades do paciente

    Um equipamento que se adapta às necessidades do paciente proporciona condições para atender diversos tipos de público, como infantil, adulto e idoso. O ventilador pulmonar SV-300 da Mindray, por exemplo, permite atender a pacientes adultos e pediátricos. Ele conta com interface intuitiva, com funcionalidades em ordem lógica, facilitando o trabalho de médicos e evitando que eles percam tempo com longas consultas e manuais amplos e complexos de equipamentos.

    Oferecimento de segurança para o paciente

    Contar com dispositivos que oferecem o máximo de segurança para o paciente é essencial. Muitos na Terapia Intensiva estão em quadros realmente difíceis, demandando dispositivos avançados e que oferecem ampla proteção. O SV-300, por exemplo, contém válvulas do sensor de fluxo que suportam autoclavagem. Em um cenário como a pandemia de coronavírus, essa funcionalidade é essencial para evitar risco de contágio.

    Já o ventilador pulmonar SV-600/800 conta com uma funcionalidade de segurança como aditivo em caso de falha de fornecimento. O sistema faz backup de ar. Com essa reserva, se ocorrer algum imprevisto, o dispositivo garante o abastecimento de ar ao paciente.

    Boa relação custo-benefício do aparelho de ventilação pulmonar

    Falhas em equipamentos hospitalares podem gerar grandes prejuízos para o paciente, colocando a vida dele em risco. Falhas em um dispositivo devem ser evitadas ao máximo. Afinal, elas também implicam em problemas para a imagem do hospital e podem colocar médicos em situações complicadas. Dessa forma, é essencial buscar equipamentos hospitalares de elevada qualidade e boa relação custo-benefício.

    Destacamos também a importância da realização de manutenções periódicas. As revisões colaboram para a substituição das peças necessárias e para a correção de possíveis disfunções. Esse cenário contribui para que o dispositivo tenha bom desempenho e maior longevidade.

    O ventilador pulmonar tem grande importância no hospital, facilitando a realização da respiração quando o organismo apresenta algum impedimento para a efetivação do ciclo respiratório. Dessa forma, o aparelho de respiração mecânica permite assegurar as trocas de gases necessárias para assegurar a vida do paciente em diversos quadros clínicos e contextos médicos.

    A Medicalway é uma empresa que comercializa equipamentos médicos e hospitalares de importantes fornecedores mundiais do segmento. Estamos há 18 anos no mercado, nos destacando pela nossa tradição e experiência, em uma ampla trajetória de qualidade dos serviços prestados.

    Contamos com ótimas tecnologias de fornecedores de alto padrão, disponibilizamos preços adequados, com opções de financiamentos e condições acessíveis ao mercado. Junto a isso, realizamos o acompanhamento pós-venda e temos suporte técnico qualificado e ágil. Aproveite e entre em contato conosco!

    O aparelho de ventilação pulmonar é essencial para a efetividade e eficiência do hospital. Com ele, é possível oferecer suporte à vida em quadros críticos, em que o corpo não consegue realizar a troca de gases respiratórios normalmente.

    Gostou de aprender sobre o que não pode faltar no aparelho de ventilação pulmonar? Aproveite e visite página dos ventiladores Mindray comercializados pela Medicalway!

    LEIA MAIS
    Entenda melhor a fiscalização de equipamentos médicos da China

    A compra e o uso de qualquer equipamento médico devem atender às regras previstas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Em relação à fiscalização de equipamentos médicos chineses, a responsabilidade é da China Food and Drug Administration (CFDA). Com isso, a expectativa é garantir a qualidade para todos.

    Antes de adquirir produtos do setor de saúde oriundos do país asiático, vale a pena compreender o processo e qual é a segurança envolvida, especialmente diante da pandemia do novo coronavírus — que aumentou a compra de insumos vindos da nação.

    A seguir, mostramos como funciona a fiscalização de equipamentos médicos da China. Entenda melhor esse panorama!

    O que motivou as reclamações de alguns países?

    No começo de 2020, alguns países fizeram uma série de queixas sobre a qualidade dos produtos importados da China. Os Países Baixos, por exemplo, questionaram a eficácia das máscaras de proteção, que não estavam de acordo com as regras esperadas.

    A Espanha também fez apontamentos em relação aos testes para o novo coronavírus. Segundo o país, a eficiência ficou muito abaixo dos 80% esperados e alcançou apenas 30% do valor, o que atrapalharia o controle do contágio.

    Outras questões surgiram por parte da República Tcheca e das Filipinas quanto aos testes. No entanto, após uma averiguação, a conclusão é de que o uso desses produtos não foi adequado nesses países.

    Toda essa situação criou uma espécie de “escândalo” sobre a capacidade da China de fornecer os equipamentos — mas não é preciso se assustar, como veremos a seguir.

    Qual é a qualidade de algumas marcas chinesas de destaque?

    Segundo as autoridades chinesas, entretanto, alguns desses problemas eram relacionados aos fabricantes. A questão é que alguns países compraram de produtores que não estariam na lista de empresas autorizadas e que passam pela fiscalização de equipamentos médicos.

    Além disso, temos que considerar que o país é um dos maiores produtores de equipamentos hospitalares do planeta. Com o mundo todo à procura dos mesmos itens, a China recebeu uma verdadeira enxurrada de pedidos.

    Isso fez com que muitas fábricas de outros produtos se adaptassem para produzir e exportar esses itens. Além disso, tem acontecido uma diminuição nas matérias-primas — principalmente, as que vêm da Europa.

    Por outro lado, as marcas já consolidadas no setor se destacam, entre outras coisas, pela qualidade que oferecem. Além das medidas implementadas pela agência regulatória e pelo governo, essas fábricas têm controle de qualidade interno. É por isso que muitas marcas chinesas estão ainda mais comprometidas em entregar itens dentro dos mais altos padrões do mercado.

    Como tem sido a importação por parte do Brasil e de outros países?

    Sendo a China uma das maiores produtoras de equipamentos médicos do mundo, podemos considerar o país como um concentrador de pedidos da área. No Brasil, inclusive, isso não é diferente.

    Em meio à pandemia, tanto a União quanto os estados realizaram diversos pedidos de máscaras e equipamentos, como respiradores e ventiladores pulmonares. No começo de abril, por exemplo, foi anunciada a compra de mais de 240 milhões de máscaras de proteção individual.

    No entanto, os Estados Unidos entraram na “disputa” por suprimentos médicos na mesma época. Devido à explosão de casos e com ofertas maiores, o país “derrubou” vários pedidos feitos pelo Brasil e por outros locais.

    Outros locais também têm uma relação intensa com o país. Em 2019, o Japão importou quase 5 bilhões de dólares em equipamentos médicos. Em 2018, o Reino Unido importou o equivalente a 1,5 bilhão de dólares. No mesmo ano, a Coreia do Sul gastou pouco mais de 4 bilhões, assim como a Alemanha. Já a Índia pagou 1,6 bilhão, enquanto a Austrália destinou 983 milhões.

    Para comparação, em 2018, o Brasil gastou 841 milhões de dólares com transações do setor. Já os Estados Unidos destinaram 11 bilhões apenas a compras desse ramo em 2019.

    Quais foram as medidas tomadas e o que esperar a partir de agora?

    Desde a reclamação dos países sobre a qualidade dos produtos exportados, as autoridades chinesas têm reforçado a fiscalização de equipamentos médicos. No geral, o país exige atenção com a documentação, para garantir a idoneidade de produção e o atendimento às regras.

    Agora, novos documentos serão exigidos para atestar a qualidade de modo completo. Inicialmente, apenas empresas com certificações de produção de itens médicos poderiam exportar. Porém, isso começou a causar atrasos no envio dos pedidos. Diante da situação da pandemia, não há tempo a perder, certo?

    Por isso, o governo criou etapas de verificação de atendimento aos padrões, que vão desde a contabilização adequada dos lotes ao controle mais intenso. Mesmo assim, o governo não liberou todos os detalhes sobre quais serão todas as fases adicionadas, mas garantiu que o controle será mais efetivo.

    Desse jeito, a expectativa é que os problemas com equipamentos de qualidade insuficiente fiquem no passado. Ao mesmo tempo, o país vem lutando para escalar a produção e evitar atrasos na entrega.

    Como acertar na aquisição de equipamentos importados da China?

    Como visto, as marcas de destaque do mercado chinês oferecem, consistentemente, itens que atendem aos padrões esperados. O problema é que, muitas vezes, existe uma dificuldade para encontrar fornecedores autorizados e capazes de apresentar alta qualidade.

    Por isso, o melhor é deixar a importação nas mãos de uma empresa brasileira e comprar diretamente do negócio nacional. O motivo é simples: a empresa fica responsável pelas negociações e por selecionar fabricantes de altíssima capacidade de entrega. Ao mesmo tempo, o preço permanece competitivo e ainda é possível contar com um pós-venda adequado.

    Trata-se, portanto, da melhor solução para não ter dúvidas na aquisição — desde equipamentos básicos de proteção até aqueles com muita tecnologia e alto valor agregado.

    A fiscalização de equipamentos médicos na China ganhou reforços de destaque para garantir o máximo de qualidade. Além das novas ações, vale a pena contar com uma empresa que realize uma importação adequada. Assim, é possível ter acesso a equipamentos robustos e a um pós-venda de alta capacidade.

    Já que esse assunto é tão relevante, compartilhe este post nas suas redes sociais e aproveite para debater sobre o tema com os seus contatos!

    LEIA MAIS
    Gostou? Compartilhe este artigo!
    Tags: 
    Conecte-se com a Medicalway
    Fique por dentro das nossas novidades!

      Filiais
      Rio Grande do Sul
      (51) 3209-0813
       
      Santa Catarina
      (47) 99187-8805
      © 2022 Medicalway Equipamentos Médicos LTDA. Todos os diretos reservados | CNPJ: 02.949.582/0001-82
      Desenvolvido por Fresh Lab - Agência  de Marketing Digital
      crossarrow-right-circle linkedin facebook pinterest youtube rss twitter instagram facebook-blank rss-blank linkedin-blank pinterest youtube twitter instagram