Por que cada vez mais clínicas estão adotando o bisturi elétrico?

ambiente de sala de cirurgia

Há alguns anos, o bisturi elétrico era visto como um equipamento de alta tecnologia, restrito a grandes centros hospitalares universitários ou a especialidades cirúrgicas específicas.

Hoje, o cenário é outro: clínicas de médio porte, consultórios odontológicos e hospitais regionais já incorporaram a eletrocirurgia ao seu cotidiano, e os gestores que ainda não fizeram essa transição estão percebendo a diferença nos resultados clínicos e na eficiência operacional.

Neste artigo, a Medicalway explica por que o bisturi elétrico se tornou o novo padrão das instituições que buscam excelência, como a tecnologia funciona na prática e quais critérios usar para escolher o modelo mais adequado para a sua realidade.

Por que o bisturi elétrico vem se tornando o novo padrão em clínicas e hospitais?

A adoção do bisturi elétrico não é uma tendência de marketing. Ela reflete uma mudança estrutural na forma como médicos e gestores avaliam eficiência cirúrgica, segurança do paciente e sustentabilidade financeira da operação.

Veja alguns dos motivos que fazem com que clínicas estejam preferindo adotar o bisturi elétrico.

Redução real do tempo de procedimento

O tempo de sala cirúrgica é um dos recursos mais caros dentro de um hospital ou clínica. A eletrocirurgia reduz esse tempo de forma mensurável ao eliminar as interrupções para controle manual de sangramentos.

Clínicas que migraram para o bisturi elétrico relatam redução consistente no tempo médio por procedimento, o que se traduz diretamente em mais atendimentos por turno.

Menor sangramento e pós-operatório mais confortável

O sangramento intraoperatório é um dos principais fatores de estresse tanto para o cirurgião quanto para o paciente.

Pacientes submetidos a procedimentos com eletrocirurgia relatam menor incidência de edema, dor e complicações nas primeiras horas e dias após a cirurgia. Esse diferencial não apenas melhora a experiência do paciente como contribui para indicadores clínicos mais favoráveis na avaliação da qualidade assistencial da instituição.

Versatilidade em diferentes especialidades

Uma das razões pelas quais o bisturi elétrico ganhou tanto espaço é a sua adaptabilidade.

O mesmo gerador eletrocirúrgico pode ser utilizado em cirurgias gerais, procedimentos ginecológicos, cirurgias orais e odontológicas, ortopedia, urologia e neurocirurgia, bastando ajustar os parâmetros de potência e trocar os acessórios conforme a especialidade.

Redução no consumo de insumos

Com a hemostasia integrada ao corte, o bisturi elétrico reduz significativamente o uso de compressas hemostáticas, suturas de ligadura vascular e outros insumos utilizados para controle de sangramento no bisturi convencional.

Para gestores que monitoram o custo de materiais por procedimento, essa redução representa uma economia concreta, especialmente em instituições com alto volume cirúrgico.

Ao longo de meses de operação, a diferença no consumo de insumos pode compensar com folga o investimento na tecnologia de eletrocirurgia.

Padronização e qualidade assistencial

Geradores eletrocirúrgicos modernos permitem salvar configurações de potência para diferentes tipos de procedimento, o que facilita a padronização dos protocolos cirúrgicos dentro da instituição.

Isso reduz a variabilidade dos resultados entre diferentes cirurgiões ou turnos, facilita o treinamento de novos profissionais e contribui para a consistência da qualidade assistencial.

Para clínicas que buscam acreditação hospitalar ou certificações de qualidade, a padronização dos processos cirúrgicos é um requisito crítico, e o bisturi elétrico é um aliado importante nesse processo.

Entenda como funciona a tecnologia por trás do bisturi elétrico

O bisturi elétrico, também chamado de eletrobisturi ou bisturi de alta frequência, utiliza corrente elétrica alternada em frequências que geralmente variam entre 300 kHz e 5 MHz.

Nessa faixa, a corrente não estimula fibras nervosas nem causa contração muscular: ela gera calor localizado no ponto de contato entre o eletrodo ativo e o tecido, com intensidade controlada pelo cirurgião por meio do gerador.

Esse calor pode atuar de duas formas principais:

  • No modo de corte, a energia vaporiza as células na linha de incisão, separando o tecido com precisão;
  • No modo de coagulação, a energia é suficiente para desnaturar as proteínas do vaso sanguíneo e estancar o sangramento sem vaporizar o tecido;
  • Já o modo misto combina os dois efeitos, e é o mais utilizado na prática cirúrgica geral.

Há dois modos de configuração elétrica: o monopolar, em que a corrente percorre o corpo do paciente entre a caneta ativa e uma placa de retorno fixada na pele, e o bipolar, em que a corrente circula apenas entre os dois eletrodos de uma pinça cirúrgica.

O modo bipolar é especialmente indicado em áreas delicadas ou em pacientes com marcapasso, pois limita o campo elétrico a uma área muito reduzida, sem que a corrente percorra o restante do corpo.

Como escolher o melhor bisturi elétrico para o seu hospital ou clínica?

Com a variedade de opções disponível no mercado, escolher o bisturi elétrico certo para a sua instituição exige avaliar critérios técnicos, operacionais e comerciais de forma conjunta.

Os principais pontos a considerar são:

Potência máxima e estabilidade de saída

Verifique se o gerador mantém a potência estável mesmo em tecidos de maior resistência, como músculo espesso ou tecido fibroso. Equipamentos de baixa qualidade perdem eficiência nessas situações, comprometendo a hemostasia, pois não possuem uma leitura de impedância de tecido bem apurada.

Modos de operação disponíveis

Certifique-se de que o equipamento oferece operação monopolar e bipolar, além dos modos de corte, coagulação e misto. Geradores com apenas um modo limitam as possibilidades de aplicação clínica.

Compatibilidade de acessórios

Equipamentos com conectores padrão de mercado permitem usar canetas, pinças e eletrodos de diferentes fabricantes, o que dá mais flexibilidade na gestão de insumos e reduz a dependência de um único fornecedor.

Interface e facilidade de uso

Paineis digitais com memória de configurações agilizam o setup entre procedimentos e facilitam a padronização dos protocolos. Equipamentos com interface confusa aumentam o risco de erro de parâmetro durante o procedimento.

Sistemas de segurança integrados

Verifique se o gerador conta com monitoramento da placa de retorno e alarmes de segurança. Esses sistemas são obrigatórios em equipamentos modernos e protegem o paciente contra queimaduras por contato inadequado com a placa.

Suporte técnico e manutenção

O custo de aquisição só é relevante quando considerado junto ao suporte técnico disponível. Verifique a disponibilidade de manutenção preventiva, a facilidade de obtenção de peças e a capacidade de resposta do fornecedor em caso de falha.

Além dos critérios técnicos, avalie o modelo de contratação

Fornecedores como a Medicalway oferecem modalidades de comodato que permitem ao hospital ou clínica incorporar a tecnologia sem desembolso imediato, com suporte e treinamento inclusos no contrato.

Conheça o eletrobisturi da Medicalway

A Medicalway é especialista no fornecimento de equipamentos médico-hospitalares de alta tecnologia para hospitais, clínicas e instituições de saúde no sul do Brasil.

O eletrobisturi da Medtronic é indicado para atender desde clínicas de pequeno e médio porte até centros cirúrgicos de alta complexidade, com desempenho técnico validado e suporte pós-venda estruturado.

Entre os principais diferenciais do eletrobisturi fornecido pela Medicalway são:

  • Operação monopolar e bipolar com ajuste digital de potência e memória de configurações
  • Regulação automática de potência para manutenção da estabilidade de corte e coagulação em tecidos de diferentes resistências
  • Compatibilidade com canetas, peças e acessórios de múltiplos fabricantes do mercado
  • Sistema de monitoramento da placa de retorno com alarme integrado
  • Interface intuitiva que facilita o uso por diferentes perfis de profissional
  • Conformidade com normas internacionais de segurança para equipamentos eletrocirúrgicos

A Medicalway trabalha com marcas de referência global como Mindray, Medtronic, Unicare, Keedwell e Fluke Biomedical, garantindo qualidade e confiabilidade em cada solução entregue ao cliente.

Por que a Medicalway é a melhor fornecedora para o seu hospital

Mais do que fornecer equipamentos, a Medicalway atua como parceira estratégica das instituições de saúde.

Seu modelo de atendimento foi construído para garantir que o bisturi elétrico e os demais equipamentos do portfólio entregam valor ao longo de todo o ciclo de vida do produto, e não apenas no momento da aquisição.

  • Suporte técnico ágil com equipe especializada em manutenção preventiva e corretiva.
  • Treinamento pós-venda estruturado para médicos, enfermeiros e técnicos, garantindo o uso seguro e eficiente do equipamento desde a instalação.
  • Modalidades de comodato com contratos flexíveis e transparentes, alinhados ao planejamento financeiro da instituição.
  • Processo de certificação RDC da ANVISA em fase final de implantação, reafirmando o compromisso com conformidade regulatória e qualidade de serviço.
  • Relacionamento contínuo pós-implantação, com equipe disponível para atender demandas técnicas e comerciais ao longo de toda a parceria.

Para gestores que precisam de previsibilidade e segurança nas decisões de investimento em equipamentos, a Medicalway oferece transparência em todas as etapas, do orçamento inicial ao suporte continuado.

FAQ sobre bisturi elétrico e comodato de equipamentos médicos

1. O bisturi elétrico consome muita energia?

Não. O consumo energético de um gerador eletrocirúrgico moderno é relativamente baixo para os padrões de um ambiente hospitalar.

2. É necessário treinamento especial para a equipe de enfermagem?

Sim, e esse treinamento é fundamental para a segurança do procedimento. Aqui na Medicalway, oferecemos treinamento pós-venda estruturado para toda a equipe envolvida no uso do eletrobisturi, garantindo que a adoção da tecnologia seja segura desde o primeiro procedimento.

3. O investimento se paga em quanto tempo?

O retorno sobre o investimento em um bisturi elétrico depende do volume cirúrgico da instituição e do modelo de contratação escolhido. Em instituições com alta demanda cirúrgica, a redução no tempo de sala, a diminuição no consumo de insumos de hemostasia e o aumento na capacidade de atendimentos por turno podem gerar retorno financeiro em poucos meses.

Para clínicas de menor porte, a modalidade de locação oferecida pela Medicalway elimina o desembolso inicial e transforma o custo do equipamento em uma parcela mensal previsível, facilitando o cálculo do retorno e o planejamento financeiro.

Fale com a Medicalway e descubra a melhor solução em comodato para sua instituição

Se você é médico, gestor ou diretor clínico e quer modernizar a infraestrutura cirúrgica da sua instituição com tecnologia de eletrocirurgia de alta performance, a Medicalway tem a solução certa para o seu perfil e para o seu orçamento.

O eletrobisturi da Medicalway está disponível em diferentes configurações e modalidades de contratação, como venda ou locação, com suporte técnico e treinamento inclusos, para que sua instituição possa dar esse passo com segurança e previsibilidade financeira.

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    Veja também
    Conheça os principais tipos de motores cirúrgicos existentes

    Os motores cirúrgicos são, entre a vasta gama de equipamentos médicos do mercado, instrumentos que merecem atenção. Tanto no momento da aquisição quanto durante o pós-venda é muito importante avaliar o desempenho e o tempo de vida útil descritos pelos fornecedores.

    Dessa forma, é possível analisar quais equipamentos apresentam tecnologias e uma performance de qualidade e optar por motores que apresentem equilíbrio entre velocidade, peso e potência de perfuração.

    Quer saber mais sobre os motores cirúrgicos, conhecer os diferentes tipos disponíveis e saber em quais situações eles são utilizados? Não deixe de ler este post! Nele, falaremos tudo sobre esses instrumentos, incluindo a utilização ideal de cada modelo. Boa leitura!

    Motores cirúrgicos: o que são

    Principalmente para gestores hospitalares, que estão em constante contato com engenharias e inovações no de novos equipamentos, é fácil notar como os avanços tecnológicos têm transformado a área da saúde. Os motores cirúrgicos não ficam de fora desse aperfeiçoamento constante.

    De maneira introdutória, vamos explicar o que são motores cirúrgicos e qual a importância deles nos procedimentos médicos.

    De modo geral, esses equipamentos têm o formato periférico e acompanham um micromotor para facilitar a perfuração em tecidos moles e rígidos. A propulsão do impulso é controlada por um torque, apresentando ampla utilização em diferentes intervenções médicas e odontológicas, como veremos ao longo deste conteúdo.

    Variabilidade no mercado: cada tipo de motor apresenta sua finalidade

    Pelo que você pode imaginar, de acordo com sua experiência e os conhecimentos sobre equipamentos hospitalares, hoje existe uma variedade grande de equipamentos desse tipo no mercado. Veja, a seguir, em quais áreas ou situações clínicas esses motores são mais utilizados:

    • práticas de perfuração e inserção na implantodontia;
    • procedimentos ortopédicos (principalmente quadril, joelho, coluna, pé e mão);
    • perfurações ósseas;
    • cirurgias buco-maxilo-faciais;
    • cirurgias cardiotorácicas;
    • cirurgias periodontais;
    • neurocirurgias;
    • cirurgias plásticas;
    • traumatologia;
    • procedimentos de desgaste e polimento.

    Logo, podemos observar que os motores cirúrgicos são bastante utilizados na ortopedia de pequenos e grandes ossos e na neurologia.

    Além disso, o mercado de perfuradores cirúrgicos elétricos a bateria está crescendo consideravelmente nos ambientes hospitalares, principalmente devido à praticidade da utilização desses sistemas.

    Modelos cirúrgicos: motores oferecidos pela Medicalway

    Já vimos o quanto esses instrumentos são fundamentais para a rotina médica de diversos procedimentos. A seguir, vamos demonstrar quais são os principais tipos de motores oferecidos pela Medicalway e como eles podem auxiliar a realização de atividades específicas.

    Hoje são oferecidos motores elétricos a bateria e sistemas elétricos que desempenham suas funções por meio de consoles. Além disso, os micromotores são representados por uma grande variedade de linhas disponíveis no mercado.

    Nesse contexto, vale ressaltar que a Medicalway apresenta os motores cirúrgicos da Bojin — um fabricante multinacional. Seus equipamentos têm tecnologia alemã avançada e asseguram maior potência, estabilidade e ergonomia para uso em diversas cirurgias.

    Observe, a seguir, os diferentes tipos de modelos e seus métodos de utilização mais recorrentes.

    Motores cirúrgicos dedicados

    Os motores cirúrgicos dedicados, como o próprio nome sugere, são desenvolvidos especificamente para determinados sistemas. A maioria deles permite que a peça atue no motor, controlando sua rotação e seu torque.

    Os motores dedicados oferecem uma excelente performance em procedimentos cirúrgicos. Exemplos:

    • Drill: bastante utilizados em procedimentos de perfuração;
    • Serra Sagital, Serra Reciprocante e Serra Esterno: excelentes ferramentas para realizar cortes e fazer aberturas em tecidos ósseos;
    • Craniótomo: realiza aberturas cirúrgicas no crânio com agilidade e firmeza;
    • Trepano: utilizados principalmente para perfurações na calota craniana;
    • Drill Canulado: a configuração nesse formato possibilita perfurações simples e canuladas.

    Motores multifuncionais

    Já os motores multifuncionais realizam todos os procedimentos dos motores dedicados. No entanto, é possível utilizar o mesmo motor e ajustar os adaptadores com funções específicas para cada cirurgião. São exemplos de motores multifuncionais:

    • Drill;
    • Drill Canulado;
    • Reamer;
    • Serra Sagital, Serra Reciprocante e Serra Esterno;
    • Trepano;
    • Craniótomo;
    • Passa Fio.

    Motores elétricos por meio do console

    Esse tipo é mais utilizado em cirurgias de pequeno porte e mais delicadas, como neurocirurgia, procedimentos buco maxilares, cirurgias de mão, pé e coluna.

    Aquisição: o que deve ser avaliado no momento da compra

    Em primeiro lugar, a real necessidade da instituição de saúde em questão é o que deve ser levado em conta. Ou seja, em qual especialidade existe uma maior necessidade de utilizar os motores cirúrgicos.

    Assim, a partir da obtenção dessa informação é possível direcionar a aquisição do produto com maior efetividade. Além disso, existe a possibilidade de a empresa demonstrar o instrumento em cirurgias específicas com o intuito de aumentar a confiabilidade médica em relação à aquisição do produto.

    Modelo ideal: características fundamentais no momento de escolha

    Uma vez que todos os motores cirúrgicos são fundamentais em procedimentos complexos, determinadas características devem ser observadas no momento de aquisição. Algumas delas são:

    • ergonomia: motores ergonômicos garantem maior precisão e segurança;
    • torque: equipamentos com alto torque apresentam excelente comando de Excelente comando de acionamento e parada;
    • versatilidade: quanto mais multifuncional for o motor maiores serão as vantagens na aquisição;
    • durabilidade: a vida útil dos motores cirúrgicos beneficia a gestão de custos e garante mais segurança na execução de procedimentos.

    É importante destacar que o sistema pneumático é um modelo muito barato de motor cirúrgico. Apesar disso, não é aconselhável adquiri-lo, pois são necessários vários acessórios para que ele funcione adequadamente.

    Mangueiras, reguladores, cilindros e suporte de transporte do cilindro: é preciso adicionar esses complementos à peça o que dificulta a rotina de utilização. O uso da mangueira, por exemplo, pode bloquear a mobilidade do motor e atrapalhar os circulantes da sala de cirurgia.

    Além disso, há o risco de o cilindro acabar durante o uso do perfurador, exigindo mais trabalho e gasto de tempo para a sua substituição e a desconexão das mangueiras.

    Diante do conteúdo exposto neste artigo é fácil concluir que os motores cirúrgicos merecem atenção especial, não é mesmo? Para garantir mais segurança nas cirurgias, alguns aspectos e algumas características relevantes devem ser observados na hora de adquirir instrumentos de qualidade.

    Os modelos disponíveis da Bojin, inclusive, apresentam um design ergonômico, leve e com alta durabilidade da bateria. Além disso, são práticos e têm fácil manuseio, facilitando e otimizando o tempo de cirurgia.

    O que achou deste post? Consegue visualizar melhor como os diferentes tipos de motores interferem na qualidade do atendimento de saúde prestado? Que tal entrar em contato conosco e conhecer melhor os nossos equipamentos e serviços? Será um prazer esclarecer todas as suas dúvidas!

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    Conheça as tendências e inovações no mercado de ultrassonografia

    Entre toda a gama de avanços tecnológicos na área da medicina, as inovações no mercado de ultrassonografia demonstram um destaque especial. Afinal, as melhorias e otimizações dos aparelhos impactam praticamente todos os âmbitos do cuidado à saúde.

    Assim, como a maioria das especialidades são beneficiadas, estar por dentro das tendências do mercado deve ser uma prática constante para uma boa gestão de equipamentos hospitalares.

    Foi pensando nisso que elaboramos este conteúdo completo sobre as inovações em ultrassonografia. Continue conosco e saiba quais são essas novidades e tendências e quais os dispositivos de última geração.

    Importância de se investir em novidades para o setor da saúde

    Antes de adentrarmos nas inovações no mercado de ultrassonografia, é fundamental compreender a importância de se investir nesse campo. Tudo começa com o princípio de que existem alguns setores que nunca podem ter seus investimentos congelados, sendo que, obviamente, a saúde é um deles.

    Portanto, considerando que a tecnologia é algo que está em constante evolução, é imprescindível que clínicas e hospitais estejam frequentemente antenados nas novidades da área médica.

    Estratégias de atualização quanto às novidades

    Visitações em eventos e feiras hospitalares são excelentes formas de atualização no que há de mais inovador nos mercados nacional e internacional. A Feira Hospitalar, por exemplo, é o principal evento da área e acontece anualmente no Brasil como uma vitrine para atuantes de laboratórios, clínicas e hospitais.

    O conhecimento reduz custos

    Quando uma clínica ou hospital investe em um equipamento recém-lançado, sua aquisição toma um caráter mais preventivo e não paliativo, otimizando a gestão de custos hospitalares.

    Um aparelho de ultrassom, por exemplo, normalmente é trocado dentro do período máximo de 5 anos devido a questões tecnológicas. No entanto, os recursos mais novos do mercado aumentam esse período, estendendo a necessidade de troca para cerca de 7 anos.

    Principais inovações no mercado de ultrassonografia

    Pois bem, agora que já vimos o quanto é importante investir e adotar tais inovações no mercado de ultrassonografia, vamos discutir quais são as principais tendências que têm sido colocadas à disposição dos profissionais.

    Podemos dizer que hoje a grande tendência dessa área é compactar cada vez mais o tamanho dos equipamentos de ultrassonografia, além de melhorar e otimizar o maior número de recursos e funcionalidades possível.

    A inovação dos aparelhos de ultrassom é evidenciada principalmente no foco em melhorias de softwares mais avançados. Alguns exemplos são elencados a seguir:

    • elastografia Shear Wave (técnica que explora o potencial de elasticidade dos tecidos);
    • fusão de Imagem (com tomografia computadorizada e ressonância magnética);
    • ultrassonografia por contraste;
    • V-Flow (Doppler por vetores).

    Como funcionam essas novidades

    Atualmente as grandes indústrias de dispositivos e softwares em ultrassonografia estão buscando trazer melhorias que têm realmente a capacidade de se destacar no mercado.

    É o caso da Mindray, uma desenvolvedora, fabricante e comerciante chinesa de instrumentação médica. Além de apresentar equipamentos altamente robustos e estáveis, a companhia tem um doppler excepcional que possibilitou o desenvolvimento do software V-Flow, em que as informações são disponibilizadas por meio de vetores.

    Já outras empresas focam no desenvolvimento da ultrassonografia 4D obstétrica. Se no ultrassom 3D é possível identificar os detalhes do rosto e formas do bebê, com o 4D é possível avaliar os movimentos fetais.

    Ainda nesse âmbito, hoje já existem tecnologias que focam na obtenção de imagens bastante realistas e estão sendo consideradas de quinta dimensão (5D).

    Mobilidade e adaptabilidade importam

    Uma grande tendência relativamente fácil de se perceber entre as inovações no mercado de ultrassonografia é o quanto os botões estão diminuindo e as telas touch screen estão cada vez mais comuns.

    Ademais, quanto maior a capacidade de movimentação e adaptabilidade, melhor. Equipamentos que apresentam possibilidades de ajuste de altura e rotação no painel estão em alta, assim como monitores cada vez maiores, que possibilitam análises de parâmetros mais apuradas.

    Benefícios de se investir nessas inovações

    Diante de todas as possibilidades discutidas neste artigo até então, dá para perceber muitas vantagens que clínicas e hospitais têm ao investir em novas tecnologias do setor. Mas como essas soluções de última geração beneficiam diretamente os pacientes?

    Os benefícios são obtidos melhorando principalmente a qualidade e a rapidez dos exames. A elastografia Shear Wave, por exemplo, auxilia a obtenção de análise histológica para avaliação de fibrose hepática.

    Dessa forma, a avaliação da elasticidade dos tecidos moles e de seu comportamento permite obter informações sobre a benignidade ou malignidade do tecido de maneira não invasiva e significativamente rápida.

    Outras condições clínicas frequentemente analisadas nessa área são a cirrose ou o carcinoma hepatocelular.

    Pontos a serem avaliados antes da aquisição de equipamentos de ultrassonografia

    Para gestores e profissionais interessados em investir na modernização do centro de imagem com novas tecnologias, é importante se atentar e avaliar algumas questões antes da aquisição.

    O primeiro ponto a ser analisado é elencar quais áreas lidarão com o equipamento. Alguns exemplos comuns são especialidades como obstetrícia, ginecologia, angiologia, cardiologia (adulta, pediátrica ou neonatal), mastologia, endocrinologia, urologia e anestesiologia.

    A partir dessa identificação, é fundamental saber se os profissionais de cada área necessitam de algum software específico para desempenhar suas funções. Dessa maneira, as empresas que fornecem os equipamentos saberão quais máquinas, transdutores e recursos atenderão a clínica ou hospital com mais efetividade.

    Onde encontrar essas novidades no mercado

    A Medicalway é distribuidora oficial da Mindray no sul do Brasil e possui o estoque de equipamentos e peças, além de assistência técnica e application local. Vale ressaltar que a Mindray é uma empresa que cresce com significativa rapidez e, com menos de 30 anos de história, já está a frente de grandes companhias centenárias.

    Viu como investir em inovações no mercado de ultrassonografia tem um excelente custo-benefício e promove melhorias de médio e longo prazo? A tendência é que essas tecnologias avancem cada vez mais sem perder a qualidade e durabilidade dos equipamentos, trazendo inovações e conforto para os profissionais.

    Se você tem interesse em se aproximar de tecnologias que atendem necessidades específicas do mercado e focam na excelência do atendimento aos pacientes, que tal entrar em contato conosco? Nossa equipe de consultores se encontra à disposição para solucionar quaisquer dúvidas e prestar o melhor serviço possível.

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    Parâmetros de monitores: conheça suas possibilidades de configuração

    Uma das atividades mais críticas e importantes na rotina de consultórios e hospitais é o acompanhamento dos parâmetros de monitores. Afinal, para que o serviço completo de cuidado à saúde seja fornecido com qualidade, o monitoramento de sinais vitais e outros parâmetros mais específicos é crucial.

    Nesse contexto, os gestores devem atentar frequentemente ao desempenho de tais monitores para a eficácia global, assegurando que esses dispositivos sejam bem escolhidos de acordo com os objetivos da prática médica.

    Mas e você, conhece os principais tipos de monitores e quais são os parâmetros mais importantes? Gostaria de aprofundar seus conhecimentos sobre as possibilidades disponíveis e o que considerar no momento de escolha?

    Então, continue conosco e faça uma ótima leitura do conteúdo completo que preparamos!

    Saiba a utilidade dos monitores no tratamento e diagnóstico dos pacientes

    Entre os monitores disponíveis, os mais básicos coletam dados do estado geral e dos sinais vitais dos pacientes, sendo que existem parâmetros mais avançados que não somente coletam dados, mas direcionam tratamentos.

    É o caso, por exemplo, do débito cardíaco e da capnografia. A partir da análise desses parâmetros, é possível estabelecer o diagnóstico e uma conduta terapêutica adequada devido à obtenção de informações mais específicas do estado geral do paciente.

    Conheça os principais tipos de monitores

    Para que você compreenda este artigo de uma maneira mais didática, vamos separar os monitores de acordo com o tipo, sendo que os mais comuns são os pré-configurados e os modulares.

    Monitores pré-configurados

    Os monitores pré-configurados podem alcançar até um certo nível de parâmetro e, normalmente, apresentam, como módulos operacionais, o débito cardíaco e a capnografia.

    Eles são mais utilizados para centros de UTI que não requerem o monitoramento de tantos parâmetros, mas precisam acompanhar e manter o paciente estável.

    Monitores modulares

    Já os monitores modulares são mais utilizados em centros que necessitam de acompanhamentos mais específicos e críticos e da análise de parâmetros mais avançados.

    Exemplos dessas condições são determinados ambientes, como centros cirúrgicos, que requerem o monitoramento de parâmetros, como o nível de consciência em relação aos desfechos, o desenvolvimento de uma pneumonia e o comportamento fisiológico de agentes anestésicos.

    Outros tipos de monitores

    Além dos monitores pré-configurados e modulares, existem os mistos, que nada mais são do que os dispositivos pré-configurados com a inserção de alguns módulos. Eles podem ser utilizados em UTI e manter 1 ou 2 módulos para rodar, por exemplo, a quantidade de 10 leitos.

    Além disso, os monitores mistos englobam os parâmetros básicos, como eletrocardiograma, respiração, saturação, pressão não invasiva e temperatura, rodando, ainda, com 2 módulos de capnografia.

    Uma vez que normalmente nem todos os pacientes precisam utilizar todos esses módulos, os monitores mistos são empregados. Vale salientar que as tecnologias em saúde vêm se aprimorando constantemente, sendo importante que os gestores acompanhem as novas possibilidades de equipamentos e dispositivos.

    Veja quais são os parâmetros de monitores

    Antes de compreendermos quais são os diferentes parâmetros de monitores, é importante elucidar o que são os módulos. Já mencionamos, neste conteúdo, a inserção de determinados módulos. Mas, afinal, o que isso significa?

    Definição de módulos

    Podemos considerar que os parâmetros vêm inseridos dentro de uma caixa que é literalmente encaixada dentro do monitor e todo o processo de leitura acontece pela transmissão dos dados na tela.

    No caso de monitores multiparamétricos, esses módulos podem ser intercambiáveis entre si e com outros monitores, desde que sejam do mesmo fabricante.

    Principais parâmetros e possibilidades de configuração

    De maneira geral, os monitores básicos têm 5 parâmetros. São eles:

    • eletrocardiograma;
    • respiração;
    • saturação;
    • pressão não invasiva;
    • temperatura.

    Além disso, existe uma vasta lista de parâmetros, fornecidos pela Medicalway, que buscam atender diferentes complexidades de tratamento. Confira alguns parâmetros provenientes dessa lista:

    • gases anestésicos;
    • débito cardíaco;
    • saturação de oxigênio;
    • nível de consciência;
    • pressão invasiva;
    • capnografia.

    Descubra como escolher o melhor monitor para o seu consultório ou hospital

    Pois bem, conhecer os tipos de monitores e parâmetros mais analisados é de suma importância, mas de nada adianta reconhecer essa necessidade se você não souber fazer a escolha de equipamentos adequados, certo?

    Para tanto, elencamos alguns pontos que requerem atenção ao adquirir tais dispositivos para o seu consultório ou hospital. Continue acompanhando este artigo e saiba como fazer a escolha mais adequada.

    Nível de complexidade da assistência à saúde

    É fundamental considerar o nível de complexidade do ambiente hospitalar ou do consultório em que o monitor será instalado, além de verificar a quantidade de leitos e quais as condições de uso do monitor pelos profissionais da saúde.

    Se analisarmos, por exemplo, uma UTI cardíaca, é bem possível que os principais parâmetros requeridos sejam pressão invasiva e débito cardíaco.

    Qualidade do equipamento

    Uma das maneiras mais eficazes de se mensurar a qualidade dos fornecedores de dispositivos, como os monitores, é fazendo uma análise concisa e frequente do período pós-venda. É fundamental analisar determinados fatores, como a periodicidade de manutenção e treinamentos e se os sensores são substituídos rapidamente.

    Ademais, o nível de qualidade deve ser acompanhado com cautela. Vale ressaltar que os parâmetros analisados são críticos, e se algum monitor de baixa qualidade for implantado, podem ocorrer, por exemplo, interpretações erradas de eletrocardiogramas, o que leva a condutas equivocadas.

    Variedade de parâmetros em relação à complexidade do tratamento

    Como podemos ver, os parâmetros de monitores são responsáveis pela indicação de estados vitais e sensíveis, como o estado hemodinâmico, o nível de consciência e as transmissões neuromusculares. Assim, a complexidade é um aspecto que deve ser levado em conta.

    Quanto mais complexo for o paciente no centro cirúrgico, mais ele precisará utilizar agentes anestésicos, como o sistema TNM e o BIS (Índice Bispetral), sendo essencial saber para onde a conduta clínica está sendo direcionada.

    Por outro lado, o paciente que fica longos períodos na UTI necessita do parâmetro de débito cardíaco. Se a equipe optar por obter os parâmetros por métodos não invasivos, é preciso escolher algum módulo de pico que seja menos agressivo. Deve-se saber, portanto, o que exatamente será utilizado.

    A MedicalWay atende desde dispositivos com parâmetros de monitores básicos, como equipamentos mais simples de triagem, até os monitores mais complexos e avançados com alta qualidade de padrões hemodinâmicos. Além disso, os módulos mais avançados contam com a análise de eletromiografia, pneumonia, agentes anestésicos e saturação venosa de oxigênio.

    Que tal entrar em contato conosco e conhecer, com mais detalhes, nossas tecnologias e condições de mercado? Será um prazer esclarecer todas as suas dúvidas!

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