Por que cada vez mais clínicas estão adotando o bisturi elétrico?

ambiente de sala de cirurgia

Há alguns anos, o bisturi elétrico era visto como um equipamento de alta tecnologia, restrito a grandes centros hospitalares universitários ou a especialidades cirúrgicas específicas.

Hoje, o cenário é outro: clínicas de médio porte, consultórios odontológicos e hospitais regionais já incorporaram a eletrocirurgia ao seu cotidiano, e os gestores que ainda não fizeram essa transição estão percebendo a diferença nos resultados clínicos e na eficiência operacional.

Neste artigo, a Medicalway explica por que o bisturi elétrico se tornou o novo padrão das instituições que buscam excelência, como a tecnologia funciona na prática e quais critérios usar para escolher o modelo mais adequado para a sua realidade.

Por que o bisturi elétrico vem se tornando o novo padrão em clínicas e hospitais?

A adoção do bisturi elétrico não é uma tendência de marketing. Ela reflete uma mudança estrutural na forma como médicos e gestores avaliam eficiência cirúrgica, segurança do paciente e sustentabilidade financeira da operação.

Veja alguns dos motivos que fazem com que clínicas estejam preferindo adotar o bisturi elétrico.

Redução real do tempo de procedimento

O tempo de sala cirúrgica é um dos recursos mais caros dentro de um hospital ou clínica. A eletrocirurgia reduz esse tempo de forma mensurável ao eliminar as interrupções para controle manual de sangramentos.

Clínicas que migraram para o bisturi elétrico relatam redução consistente no tempo médio por procedimento, o que se traduz diretamente em mais atendimentos por turno.

Menor sangramento e pós-operatório mais confortável

O sangramento intraoperatório é um dos principais fatores de estresse tanto para o cirurgião quanto para o paciente.

Pacientes submetidos a procedimentos com eletrocirurgia relatam menor incidência de edema, dor e complicações nas primeiras horas e dias após a cirurgia. Esse diferencial não apenas melhora a experiência do paciente como contribui para indicadores clínicos mais favoráveis na avaliação da qualidade assistencial da instituição.

Versatilidade em diferentes especialidades

Uma das razões pelas quais o bisturi elétrico ganhou tanto espaço é a sua adaptabilidade.

O mesmo gerador eletrocirúrgico pode ser utilizado em cirurgias gerais, procedimentos ginecológicos, cirurgias orais e odontológicas, ortopedia, urologia e neurocirurgia, bastando ajustar os parâmetros de potência e trocar os acessórios conforme a especialidade.

Redução no consumo de insumos

Com a hemostasia integrada ao corte, o bisturi elétrico reduz significativamente o uso de compressas hemostáticas, suturas de ligadura vascular e outros insumos utilizados para controle de sangramento no bisturi convencional.

Para gestores que monitoram o custo de materiais por procedimento, essa redução representa uma economia concreta, especialmente em instituições com alto volume cirúrgico.

Ao longo de meses de operação, a diferença no consumo de insumos pode compensar com folga o investimento na tecnologia de eletrocirurgia.

Padronização e qualidade assistencial

Geradores eletrocirúrgicos modernos permitem salvar configurações de potência para diferentes tipos de procedimento, o que facilita a padronização dos protocolos cirúrgicos dentro da instituição.

Isso reduz a variabilidade dos resultados entre diferentes cirurgiões ou turnos, facilita o treinamento de novos profissionais e contribui para a consistência da qualidade assistencial.

Para clínicas que buscam acreditação hospitalar ou certificações de qualidade, a padronização dos processos cirúrgicos é um requisito crítico, e o bisturi elétrico é um aliado importante nesse processo.

Entenda como funciona a tecnologia por trás do bisturi elétrico

O bisturi elétrico, também chamado de eletrobisturi ou bisturi de alta frequência, utiliza corrente elétrica alternada em frequências que geralmente variam entre 300 kHz e 5 MHz.

Nessa faixa, a corrente não estimula fibras nervosas nem causa contração muscular: ela gera calor localizado no ponto de contato entre o eletrodo ativo e o tecido, com intensidade controlada pelo cirurgião por meio do gerador.

Esse calor pode atuar de duas formas principais:

  • No modo de corte, a energia vaporiza as células na linha de incisão, separando o tecido com precisão;
  • No modo de coagulação, a energia é suficiente para desnaturar as proteínas do vaso sanguíneo e estancar o sangramento sem vaporizar o tecido;
  • Já o modo misto combina os dois efeitos, e é o mais utilizado na prática cirúrgica geral.

Há dois modos de configuração elétrica: o monopolar, em que a corrente percorre o corpo do paciente entre a caneta ativa e uma placa de retorno fixada na pele, e o bipolar, em que a corrente circula apenas entre os dois eletrodos de uma pinça cirúrgica.

O modo bipolar é especialmente indicado em áreas delicadas ou em pacientes com marcapasso, pois limita o campo elétrico a uma área muito reduzida, sem que a corrente percorra o restante do corpo.

Como escolher o melhor bisturi elétrico para o seu hospital ou clínica?

Com a variedade de opções disponível no mercado, escolher o bisturi elétrico certo para a sua instituição exige avaliar critérios técnicos, operacionais e comerciais de forma conjunta.

Os principais pontos a considerar são:

Potência máxima e estabilidade de saída

Verifique se o gerador mantém a potência estável mesmo em tecidos de maior resistência, como músculo espesso ou tecido fibroso. Equipamentos de baixa qualidade perdem eficiência nessas situações, comprometendo a hemostasia, pois não possuem uma leitura de impedância de tecido bem apurada.

Modos de operação disponíveis

Certifique-se de que o equipamento oferece operação monopolar e bipolar, além dos modos de corte, coagulação e misto. Geradores com apenas um modo limitam as possibilidades de aplicação clínica.

Compatibilidade de acessórios

Equipamentos com conectores padrão de mercado permitem usar canetas, pinças e eletrodos de diferentes fabricantes, o que dá mais flexibilidade na gestão de insumos e reduz a dependência de um único fornecedor.

Interface e facilidade de uso

Paineis digitais com memória de configurações agilizam o setup entre procedimentos e facilitam a padronização dos protocolos. Equipamentos com interface confusa aumentam o risco de erro de parâmetro durante o procedimento.

Sistemas de segurança integrados

Verifique se o gerador conta com monitoramento da placa de retorno e alarmes de segurança. Esses sistemas são obrigatórios em equipamentos modernos e protegem o paciente contra queimaduras por contato inadequado com a placa.

Suporte técnico e manutenção

O custo de aquisição só é relevante quando considerado junto ao suporte técnico disponível. Verifique a disponibilidade de manutenção preventiva, a facilidade de obtenção de peças e a capacidade de resposta do fornecedor em caso de falha.

Além dos critérios técnicos, avalie o modelo de contratação

Fornecedores como a Medicalway oferecem modalidades de comodato que permitem ao hospital ou clínica incorporar a tecnologia sem desembolso imediato, com suporte e treinamento inclusos no contrato.

Conheça o eletrobisturi da Medicalway

A Medicalway é especialista no fornecimento de equipamentos médico-hospitalares de alta tecnologia para hospitais, clínicas e instituições de saúde no sul do Brasil.

O eletrobisturi da Medtronic é indicado para atender desde clínicas de pequeno e médio porte até centros cirúrgicos de alta complexidade, com desempenho técnico validado e suporte pós-venda estruturado.

Entre os principais diferenciais do eletrobisturi fornecido pela Medicalway são:

  • Operação monopolar e bipolar com ajuste digital de potência e memória de configurações
  • Regulação automática de potência para manutenção da estabilidade de corte e coagulação em tecidos de diferentes resistências
  • Compatibilidade com canetas, peças e acessórios de múltiplos fabricantes do mercado
  • Sistema de monitoramento da placa de retorno com alarme integrado
  • Interface intuitiva que facilita o uso por diferentes perfis de profissional
  • Conformidade com normas internacionais de segurança para equipamentos eletrocirúrgicos

A Medicalway trabalha com marcas de referência global como Mindray, Medtronic, Unicare, Keedwell e Fluke Biomedical, garantindo qualidade e confiabilidade em cada solução entregue ao cliente.

Por que a Medicalway é a melhor fornecedora para o seu hospital

Mais do que fornecer equipamentos, a Medicalway atua como parceira estratégica das instituições de saúde.

Seu modelo de atendimento foi construído para garantir que o bisturi elétrico e os demais equipamentos do portfólio entregam valor ao longo de todo o ciclo de vida do produto, e não apenas no momento da aquisição.

  • Suporte técnico ágil com equipe especializada em manutenção preventiva e corretiva.
  • Treinamento pós-venda estruturado para médicos, enfermeiros e técnicos, garantindo o uso seguro e eficiente do equipamento desde a instalação.
  • Modalidades de comodato com contratos flexíveis e transparentes, alinhados ao planejamento financeiro da instituição.
  • Processo de certificação RDC da ANVISA em fase final de implantação, reafirmando o compromisso com conformidade regulatória e qualidade de serviço.
  • Relacionamento contínuo pós-implantação, com equipe disponível para atender demandas técnicas e comerciais ao longo de toda a parceria.

Para gestores que precisam de previsibilidade e segurança nas decisões de investimento em equipamentos, a Medicalway oferece transparência em todas as etapas, do orçamento inicial ao suporte continuado.

FAQ sobre bisturi elétrico e comodato de equipamentos médicos

1. O bisturi elétrico consome muita energia?

Não. O consumo energético de um gerador eletrocirúrgico moderno é relativamente baixo para os padrões de um ambiente hospitalar.

2. É necessário treinamento especial para a equipe de enfermagem?

Sim, e esse treinamento é fundamental para a segurança do procedimento. Aqui na Medicalway, oferecemos treinamento pós-venda estruturado para toda a equipe envolvida no uso do eletrobisturi, garantindo que a adoção da tecnologia seja segura desde o primeiro procedimento.

3. O investimento se paga em quanto tempo?

O retorno sobre o investimento em um bisturi elétrico depende do volume cirúrgico da instituição e do modelo de contratação escolhido. Em instituições com alta demanda cirúrgica, a redução no tempo de sala, a diminuição no consumo de insumos de hemostasia e o aumento na capacidade de atendimentos por turno podem gerar retorno financeiro em poucos meses.

Para clínicas de menor porte, a modalidade de locação oferecida pela Medicalway elimina o desembolso inicial e transforma o custo do equipamento em uma parcela mensal previsível, facilitando o cálculo do retorno e o planejamento financeiro.

Fale com a Medicalway e descubra a melhor solução em comodato para sua instituição

Se você é médico, gestor ou diretor clínico e quer modernizar a infraestrutura cirúrgica da sua instituição com tecnologia de eletrocirurgia de alta performance, a Medicalway tem a solução certa para o seu perfil e para o seu orçamento.

O eletrobisturi da Medicalway está disponível em diferentes configurações e modalidades de contratação, como venda ou locação, com suporte técnico e treinamento inclusos, para que sua instituição possa dar esse passo com segurança e previsibilidade financeira.

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    Cirurgia robótica: entenda como funciona e quais as suas vantagens

    Se a cirurgia robótica antigamente parecia apenas assunto de filme futurístico, atualmente a prática se expande cada vez mais pelo Brasil e se desloca para outras capitais além do eixo Rio-São Paulo. As razões para isso não são poucas: o procedimento pode ser mais seguro e preciso, além de ser menos invasivo.

    Essa modalidade de cirurgia conta com braços robóticos no lugar dos instrumentos cirúrgicos, que são manuseados pelo médico por meio de um console. Além disso, os robôs também oferecem o auxílio de uma câmera 3D, que otimiza a visualização do procedimento e aumenta a segurança. A maior parte da cirurgia robótica envolve urologia, cirurgia geral e ginecologia.

    Considerando que se trata de um procedimento ainda em expansão, preparamos este post com informações essenciais para o maior entendimento sobre a cirurgia robótica. Continue a leitura e entenda!

    O que é a cirurgia robótica?

    Conforme dito anteriormente e como o próprio nome sugere, esse tipo de cirurgia conta com a intervenção de robôs, que atuam como instrumentos cirúrgicos. Porém, diferentemente do que o senso comum pode imaginar, os robôs não agem sozinhos e necessitam da experiência e técnica precisa dos médicos para potencializar os benefícios da tecnologia, como a flexibilidade — superior à humana —, visão 3D e HD da cirurgia.

    Nesse sentido, o abdômen ou o tórax do paciente, por exemplo, servem como portais de entrada para conexão do braço robótico, que é controlado por um cirurgião experiente sentado no console, que utiliza pedais e joysticks para o manuseio dos robôs. Juntamente com ele, deve existir um cirurgião auxiliar bem treinado e responsável pela retirada de agulhas e pelo auxílio com aspiração, entre outras funções.

    Diferenças entre a cirurgia robótica e a laparoscopia

    É comum que as pessoas relacionem esses dois procedimentos cirúrgicos. Porém, enquanto a laparoscopia se conecta por meio de uma fibra óptica de alta intensidade e uma câmera de vídeo de alta resolução, para que os médicos operem com detalhes e alta precisão, a robótica inclui robôs na condução dos instrumentos e uma câmera 3D para melhor visualização.

    Quais são as vantagens da cirurgia robótica?

    Diferentemente dos métodos tradicionais, a cirurgia robótica pode reduzir o tempo de hospitalização e recuperação dos pacientes, além de diminuir dores e riscos de infecção, já que se trata de um procedimento menos invasivo e com maior precisão na operação. A seguir, entenda mais as vantagens.

    Melhor ergonomia para os profissionais

    Mesmo que os médicos e demais profissionais da saúde que realizam procedimentos cirúrgicos estejam preparados para passar hora em pé operando o paciente e/ou auxiliando na operação, não se pode negar que quando os profissionais trabalham sentados, como na cirurgia robótica, existe um maior conforto e ergonomia.

    Dessa maneira, o cansaço é reduzido, o que contribui para movimentos médicos mais precisos e eficientes em cirurgias longas, além de favorecer a qualidade de vida dos envolvidos no procedimento, fator considerado essencial para 64% dos entrevistados em uma pesquisa da Catho.

    Maior precisão milimétrica

    Devido à câmera 3D utilizada nesse procedimento, as imagens da cirurgia são vistas em alta definição e ampliadas em até 15 vezes, o que colabora para uma maior precisão durante a operação. Além disso, o auxílio dos robôs manuseados pelos médicos também filtram os tremores nas mãos do cirurgião, que podem surgir eventualmente, especialmente em casos de ansiedade e estresse.

    Por razões como essas, as chances de falhas na cirurgia são menores, inclusive por parte da atuação dos robôs, que têm chances mínimas de falhas. Ainda assim, caso sua equipe médica precise lidar com alguma eventual falha, na maior parte dos casos é possível recuperar a atuação rapidamente. Se isso não ocorrer, o cirurgião pode terminar o procedimento usando a técnica da laparoscopia.

    A maior precisão milimétrica é vantajosa especialmente em cirurgias de difícil acesso, como ao diafragma, à saída do esôfago e às regiões da pelve.

    Diminuição da perda de sangue

    Na cirurgia robótica, são feitos entre 3 a 5 cortes com aproximadamente 0,5cm. Além do mais, para a realização dos cortes, é necessário inserir uma câmera fina, que possibilita a visualização das imagens em 3D, e delicadas pinças cirúrgicas. Tudo isso diminui a perda de sangue do paciente, especialmente se comparada à cirurgia aberta e à laparoscopia.

    Estas exigem inúmeros cortes e de vários centímetros na área a ser operada, diferentemente das cirurgias robóticas, que são menos invasivas. Além de reduzirem a perda de sangue pelo paciente, elas minimizam os riscos de trauma cirúrgico e promovem benefícios pós-operatórios, como uma recuperação mais rápida do procedimento.

    Maior segurança para pacientes e profissionais

    É importante reforçar que a cirurgia robótica não é realizada de forma isolada. Profissionais experientes são responsáveis pelo manuseio. Em casos de falhas do robô, mesmo que sejam raras, eles têm a capacidade e a expertise para assumir o lugar. Esses fatores aumentam a segurança no procedimento realizado.

    Juntamente com isso, existem mecanismos que oferecem uma segurança extra, contendo imprevistos que eventualmente podem ocorrer com os médicos. Nesses casos, os robôs travam as máquinas instantaneamente para maior segurança do paciente e dos profissionais envolvidos.

    Procedimento menos invasivo

    Há cerca de 20 anos, abriu-se caminho para o procedimento cirúrgico menos invasivo a partir do Sistema de Cirurgia Da Vinci, com fibra óptica e vídeo, na intenção de realizar cirurgias menos traumáticas. Assim, ela foi considerada o primeiro caso de sistema cirúrgico robótico aprovado pela FDA.

    Atualmente, esse tipo de procedimento cirúrgico menos invasivo só evoluiu, com o desenvolvimento de técnicas, ferramentas e materiais que visam uma maior segurança aos envolvidos e um melhor efeito terapêutico, até para que a recuperação do paciente ocorra com mais rapidez, já que a robótica expande a capacidade do cirurgião.

    Como ficou nítido, a cirurgia robótica oferece benefícios inegáveis para a sociedade, inclusive no processo de recuperação do paciente. Afinal, como o procedimento ocorre com menos riscos de infecção e qualquer outra eventualidade, além de ser menos invasivo, o pós-operatório tende a ser mais rápido e tranquilo do que em cirurgias convencionais.

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    O que torna os arcos cirúrgicos eficientes, afinal?

    Contar com arcos cirúrgicos eficientes é indispensável nos ambientes hospitalares, já que eles podem agilizar processos e intensificar as imagens durante o procedimento cirúrgico, o que permite um maior controle dos cirurgiões e uma cirurgia menos invasiva nos pacientes.

    Especialmente por possibilitar cirurgias menos invasivas, os arcos cirúrgicos eficientes se tornaram cada vez mais populares, mesmo que isso também exponha paciente e médico à radiação. Apesar disso, os benefícios são indiscutíveis e representam avanços significativos na precariedade cirúrgica de antigamente.

    Quer entender melhor o que torna os arcos cirúrgicos eficientes e o que considerar ao escolher esses elementos para hospitais? Continue a leitura e descubra!

    Como funcionam os arcos cirúrgicos?

    O nome arca se deve ao formato do elemento, que se assemelha à letra C. O aparelho sustenta em uma de suas extremidades uma fonte emissora de raios-X, e na outra o detector de raios-X.

    Isso permite que a imagem visualizada durante a cirurgia seja ampliada em diversas posições e projeções em tempo real por meio da digitalização. Assim, é comum que os arcos cirúrgicos sejam utilizados em:

    • cirúrgicas vasculares;
    • cirurgias gerais;
    • ortopedia;
    • urologia;
    • implantes de marcapasso.

    Qual a importância de ter arcos cirúrgicos eficientes?

    Conforme dito anteriormente, os arcos cirúrgicos eficientes tornam os procedimentos mais rápidos e menos invasivos, o que beneficia pacientes e a equipe hospitalar. A seguir, é possível conhecer outros benefícios.

    Versatilidade

    Como você pode perceber, os arcos cirúrgicos podem ser utilizados em diferentes procedimentos, desde implantes de marcapasso a cirurgias gerais, o que mostra a versatilidade do aparelho.

    Segurança

    Mesmo que os arcos cirúrgicos teoricamente elevem o tempo de exposição dos pacientes e médicos à radiação, muitos modelos possuem funções que diminuem a exposição e permitem que os profissionais responsáveis controlem manualmente as doses liberadas, o que aumenta a segurança no uso dos arcos.

    Correção automática na presença de metal

    Além da possibilidade de controle automático pelos médicos, existem modelos de arcos cirúrgicos que também podem ter a quantidade de doses controlada automaticamente para evitar o excesso de radiação nos pacientes que possuam peças de metal no organismo, como o marcapasso.

    Desse modo, é possível oferecer maior segurança aos pacientes e evitar prejuízos à saúde dos envolvidos. Tudo isso sem que a capacidade de visualização de imagens ampliadas seja comprometida.

    Sem contar que muitos equipamentos também contam com um corretor de movimento, que é essencial em cirurgias que exigem a movimentação do paciente.

    Recursos clínicos ampliados

    Os arcos cirúrgicos eficientes aumentam a visualização dos recursos clínicos, o que colabora durante o manuseio de procedimentos, sejam eles simples ou mais complexos. Além disso, a melhor visualização também ajuda os médicos a movimentarem os equipamentos com muito mais segurança.

    Os arcos cirúrgicos eficientes podem trazer inúmeros benefícios, desde que a instituição adquira os melhores modelos, levando em consideração as necessidades de cada um. Assim, a Medicalway existe há quase duas décadas no mercado e se destaca pela qualidade dos serviços oferecidos.

    Está em busca de qualidade? Então aproveite a visita para conhecer nossos arcos cirúrgicos no site!

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    O que devo observar na hora de comprar um desfibrilador?

    Em casos de parada cardiorrespiratória ou arritmia aguda, é preciso ter todo o cuidado para manter a vida do paciente, e o desfibrilador é o equipamento mais utilizado para reverter quadros graves de fibrilação. De acordo com pesquisas da SOBRAC, arritmias e morte súbita afetam 300 mil brasileiros por ano. Então, é importante saber o que deve ser pesado ao comprar um desfibrilador para ajudar mais vidas.

    Contar com desfibriladores em cada ambiente do hospital garante mais rapidez para atender a casos emergenciais, em que o socorro precisa ser feito o quanto antes, para aumentar as chances de sobrevivência de pacientes. Assim sendo, para garantir mais eficácia na hora de preservar a vida de outras pessoas, é importante avaliar o equipamento médico, atentando para cada detalhe, a fim de escolher a melhor opção.

    Prossiga na leitura deste conteúdo e descubra o que é preciso avaliar no momento de comprar um desfibrilador. Saiba como garantir o melhor equipamento e oferecer todo o suporte necessário de excelência à saúde em qualquer situação. Siga conosco!

    Quais são as funções do desfibrilador?

    Para entender melhor para que serve um desfibrilador, é fundamental entender mais sobre o processo de desfibrilação. As fibrilações ou arritmias cardíacas representam um estado de “desorganização” dos batimentos cardíacos, indicando graves riscos para a saúde.

    Assim sendo, a desfibrilação se refere ao momento da aplicação de uma carga elétrica na parede torácica ou sobre as fibras musculares do coração de uma pessoa que apresenta sintomas de fibrilação auricular, como falta de ar, dores no peito e parada cardíaca. Para isso, é utilizado o desfibrilador, um equipamento que tem a função de reverter o quadro de fibrilação com mais agilidade, com o objetivo de evitar perdas de funções cardíacas e cerebrais.

    Os desfibriladores são extremamente necessários para atender pacientes de forma mais ágil e segura, sendo fundamentais em ambulâncias, emergências de clínicas e hospitais e em empresas.

    Por que é importante ter um desfibrilador em vários ambientes do hospital?

    Para evitar que pacientes em grave estado cardiorrespiratório fiquem em salas de espera ou aguardando atendimentos emergenciais, é recomendável ter um desfibrilador em vários ambientes hospitalares e para além das instituições de saúde, a fim de salvar mais vidas.

    Quando o desfibrilador cardíaco é utilizado apenas nas salas de emergência, há o risco de ocorrer a redução de chances de sobrevivência para o paciente. Então, de acordo com as determinações do congresso nacional, o equipamento passou a ser obrigatório em:

    • ambientes com circulação igual ou superior a 2000 pessoas por dia, como centros comerciais, hotéis, estádios, estações rodoviárias aeroportos;
    • eventos em que a expectativa de público também é igual ou superior a 2000 pessoas;
    • transportes com capacidade para 100 ou mais passageiros, como metrô, trens, aeronaves e embarcações;
    • ambulâncias, viaturas de bombeiros e de policiais.

    Quem pode comprar um desfibrilador e manuseá-lo?

    Hoje é possível comprar um desfibrilador automático (DEA) para garantir mais segurança à população e diminuir as taxas de mortalidade. Alguns países já permitem que pessoas legais aprendam com enfermeiros a respeito de como realizar procedimentos de atendimento de paradas cardiorrespiratórias, que podem ser feitos em qualquer lugar.

    Apesar de já haver leis que regulamentam a obrigatoriedade do desfibrilador externo automático (DEA) em diversos locais, ainda há pouco conhecimento de como manuseá-lo. Portanto, vale ressaltar que é muito importante cobrar a presença do equipamento nos lugares onde você frequenta. Lugares como condomínios, espaços públicos, instituições de educação, academias e shoppings.

    Caso uma pessoa leiga receba o devido treinamento por médicos e enfermeiros, ela pode operar o DEA de forma mais segura, sem precisar ter uma formação na área de saúde. Ainda mais, porque o equipamento é simples e prático de manusear, identificando, de forma automática, as arritmias cardíacas.

    Portanto, bons equipamentos coletam as principais informações e indicam se é preciso aplicar o choque elétrico em poucos segundos. Caso isso seja necessário, o próprio equipamento define a carga que deve ser liberada, ajudando a preservar vidas com mais rapidez.

    O que observar antes de comprar um desfibrilador?

    Antes de decidir comprar um desfibrilador, é fundamental seguir alguns passos para garantir que você vai escolher o melhor equipamento, facilitando o seu trabalho e evitando preocupações. Confira, a seguir, alguns dos principais pontos para ter mais atenção.

    Conheça os diferentes tipos de desfibriladores

    Há diversos tipos de aparelhos, e o primeiro passo é saber como funciona cada um deles antes de escolher qual comprar. Veja abaixo!

    • Desfibrilador Externo Manual: pode ser utilizado somente por profissionais de saúde e, normalmente, é encontrado em hospitais e ambulâncias
    • Desfibrilador Externo Automático (DEA): projetado para ser utilizado por pessoas com pouco treinamento, dispensando formações na área de saúde, por utilizar uma tecnologia que opera de forma automática
    • Cardioversor: oferece as funções de desfibriladores comuns, mas possui a aplicação de choque sincronizado
    • Cardioversor Desfibrilador Implantável ou Desfibrilador Cardíaco Interno Automático (AICD): semelhante ao marca-passo, monitora o ritmo cardíaco dos pacientes e pode iniciar choques de forma automática, para prevenir arritmias potencialmente fatais.

    Outros pontos que devem ser levados em consideração, são:

    • a segurança e os diferenciais do equipamento;
    • a tecnologia empregada;
    • a praticidade e agilidade no manuseio;
    • a qualidade dos itens adicionais;
    • os cuidados com manutenção preventiva;
    • a relação custo benefício do aparelho;
    • o suporte técnico;
    • a regulamentação da ANVISA;
    • os tipos de eletrodos fornecidos para complementar o equipamento;
    • o pós-venda da empresa.

    Esperamos que este conteúdo tenha ajudado você a saber mais sobre a importância de utilizar esse equipamento. E também, em quais lugares ele deve estar e tudo o que é preciso atentar antes de comprar um desfibrilador, a fim de manuseá-lo com mais agilidade e responsabilidade.

    A Medicalway possui as melhores soluções para melhorar o seu dia a dia no hospital. Temos as tecnologias ideais, com as condições mais acessíveis do mercado, e todo o suporte que você precisa para salvar vidas.

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