Por que cada vez mais clínicas estão adotando o bisturi elétrico?

ambiente de sala de cirurgia

Há alguns anos, o bisturi elétrico era visto como um equipamento de alta tecnologia, restrito a grandes centros hospitalares universitários ou a especialidades cirúrgicas específicas.

Hoje, o cenário é outro: clínicas de médio porte, consultórios odontológicos e hospitais regionais já incorporaram a eletrocirurgia ao seu cotidiano, e os gestores que ainda não fizeram essa transição estão percebendo a diferença nos resultados clínicos e na eficiência operacional.

Neste artigo, a Medicalway explica por que o bisturi elétrico se tornou o novo padrão das instituições que buscam excelência, como a tecnologia funciona na prática e quais critérios usar para escolher o modelo mais adequado para a sua realidade.

Por que o bisturi elétrico vem se tornando o novo padrão em clínicas e hospitais?

A adoção do bisturi elétrico não é uma tendência de marketing. Ela reflete uma mudança estrutural na forma como médicos e gestores avaliam eficiência cirúrgica, segurança do paciente e sustentabilidade financeira da operação.

Veja alguns dos motivos que fazem com que clínicas estejam preferindo adotar o bisturi elétrico.

Redução real do tempo de procedimento

O tempo de sala cirúrgica é um dos recursos mais caros dentro de um hospital ou clínica. A eletrocirurgia reduz esse tempo de forma mensurável ao eliminar as interrupções para controle manual de sangramentos.

Clínicas que migraram para o bisturi elétrico relatam redução consistente no tempo médio por procedimento, o que se traduz diretamente em mais atendimentos por turno.

Menor sangramento e pós-operatório mais confortável

O sangramento intraoperatório é um dos principais fatores de estresse tanto para o cirurgião quanto para o paciente.

Pacientes submetidos a procedimentos com eletrocirurgia relatam menor incidência de edema, dor e complicações nas primeiras horas e dias após a cirurgia. Esse diferencial não apenas melhora a experiência do paciente como contribui para indicadores clínicos mais favoráveis na avaliação da qualidade assistencial da instituição.

Versatilidade em diferentes especialidades

Uma das razões pelas quais o bisturi elétrico ganhou tanto espaço é a sua adaptabilidade.

O mesmo gerador eletrocirúrgico pode ser utilizado em cirurgias gerais, procedimentos ginecológicos, cirurgias orais e odontológicas, ortopedia, urologia e neurocirurgia, bastando ajustar os parâmetros de potência e trocar os acessórios conforme a especialidade.

Redução no consumo de insumos

Com a hemostasia integrada ao corte, o bisturi elétrico reduz significativamente o uso de compressas hemostáticas, suturas de ligadura vascular e outros insumos utilizados para controle de sangramento no bisturi convencional.

Para gestores que monitoram o custo de materiais por procedimento, essa redução representa uma economia concreta, especialmente em instituições com alto volume cirúrgico.

Ao longo de meses de operação, a diferença no consumo de insumos pode compensar com folga o investimento na tecnologia de eletrocirurgia.

Padronização e qualidade assistencial

Geradores eletrocirúrgicos modernos permitem salvar configurações de potência para diferentes tipos de procedimento, o que facilita a padronização dos protocolos cirúrgicos dentro da instituição.

Isso reduz a variabilidade dos resultados entre diferentes cirurgiões ou turnos, facilita o treinamento de novos profissionais e contribui para a consistência da qualidade assistencial.

Para clínicas que buscam acreditação hospitalar ou certificações de qualidade, a padronização dos processos cirúrgicos é um requisito crítico, e o bisturi elétrico é um aliado importante nesse processo.

Entenda como funciona a tecnologia por trás do bisturi elétrico

O bisturi elétrico, também chamado de eletrobisturi ou bisturi de alta frequência, utiliza corrente elétrica alternada em frequências que geralmente variam entre 300 kHz e 5 MHz.

Nessa faixa, a corrente não estimula fibras nervosas nem causa contração muscular: ela gera calor localizado no ponto de contato entre o eletrodo ativo e o tecido, com intensidade controlada pelo cirurgião por meio do gerador.

Esse calor pode atuar de duas formas principais:

  • No modo de corte, a energia vaporiza as células na linha de incisão, separando o tecido com precisão;
  • No modo de coagulação, a energia é suficiente para desnaturar as proteínas do vaso sanguíneo e estancar o sangramento sem vaporizar o tecido;
  • Já o modo misto combina os dois efeitos, e é o mais utilizado na prática cirúrgica geral.

Há dois modos de configuração elétrica: o monopolar, em que a corrente percorre o corpo do paciente entre a caneta ativa e uma placa de retorno fixada na pele, e o bipolar, em que a corrente circula apenas entre os dois eletrodos de uma pinça cirúrgica.

O modo bipolar é especialmente indicado em áreas delicadas ou em pacientes com marcapasso, pois limita o campo elétrico a uma área muito reduzida, sem que a corrente percorra o restante do corpo.

Como escolher o melhor bisturi elétrico para o seu hospital ou clínica?

Com a variedade de opções disponível no mercado, escolher o bisturi elétrico certo para a sua instituição exige avaliar critérios técnicos, operacionais e comerciais de forma conjunta.

Os principais pontos a considerar são:

Potência máxima e estabilidade de saída

Verifique se o gerador mantém a potência estável mesmo em tecidos de maior resistência, como músculo espesso ou tecido fibroso. Equipamentos de baixa qualidade perdem eficiência nessas situações, comprometendo a hemostasia, pois não possuem uma leitura de impedância de tecido bem apurada.

Modos de operação disponíveis

Certifique-se de que o equipamento oferece operação monopolar e bipolar, além dos modos de corte, coagulação e misto. Geradores com apenas um modo limitam as possibilidades de aplicação clínica.

Compatibilidade de acessórios

Equipamentos com conectores padrão de mercado permitem usar canetas, pinças e eletrodos de diferentes fabricantes, o que dá mais flexibilidade na gestão de insumos e reduz a dependência de um único fornecedor.

Interface e facilidade de uso

Paineis digitais com memória de configurações agilizam o setup entre procedimentos e facilitam a padronização dos protocolos. Equipamentos com interface confusa aumentam o risco de erro de parâmetro durante o procedimento.

Sistemas de segurança integrados

Verifique se o gerador conta com monitoramento da placa de retorno e alarmes de segurança. Esses sistemas são obrigatórios em equipamentos modernos e protegem o paciente contra queimaduras por contato inadequado com a placa.

Suporte técnico e manutenção

O custo de aquisição só é relevante quando considerado junto ao suporte técnico disponível. Verifique a disponibilidade de manutenção preventiva, a facilidade de obtenção de peças e a capacidade de resposta do fornecedor em caso de falha.

Além dos critérios técnicos, avalie o modelo de contratação

Fornecedores como a Medicalway oferecem modalidades de comodato que permitem ao hospital ou clínica incorporar a tecnologia sem desembolso imediato, com suporte e treinamento inclusos no contrato.

Conheça o eletrobisturi da Medicalway

A Medicalway é especialista no fornecimento de equipamentos médico-hospitalares de alta tecnologia para hospitais, clínicas e instituições de saúde no sul do Brasil.

O eletrobisturi da Medtronic é indicado para atender desde clínicas de pequeno e médio porte até centros cirúrgicos de alta complexidade, com desempenho técnico validado e suporte pós-venda estruturado.

Entre os principais diferenciais do eletrobisturi fornecido pela Medicalway são:

  • Operação monopolar e bipolar com ajuste digital de potência e memória de configurações
  • Regulação automática de potência para manutenção da estabilidade de corte e coagulação em tecidos de diferentes resistências
  • Compatibilidade com canetas, peças e acessórios de múltiplos fabricantes do mercado
  • Sistema de monitoramento da placa de retorno com alarme integrado
  • Interface intuitiva que facilita o uso por diferentes perfis de profissional
  • Conformidade com normas internacionais de segurança para equipamentos eletrocirúrgicos

A Medicalway trabalha com marcas de referência global como Mindray, Medtronic, Unicare, Keedwell e Fluke Biomedical, garantindo qualidade e confiabilidade em cada solução entregue ao cliente.

Por que a Medicalway é a melhor fornecedora para o seu hospital

Mais do que fornecer equipamentos, a Medicalway atua como parceira estratégica das instituições de saúde.

Seu modelo de atendimento foi construído para garantir que o bisturi elétrico e os demais equipamentos do portfólio entregam valor ao longo de todo o ciclo de vida do produto, e não apenas no momento da aquisição.

  • Suporte técnico ágil com equipe especializada em manutenção preventiva e corretiva.
  • Treinamento pós-venda estruturado para médicos, enfermeiros e técnicos, garantindo o uso seguro e eficiente do equipamento desde a instalação.
  • Modalidades de comodato com contratos flexíveis e transparentes, alinhados ao planejamento financeiro da instituição.
  • Processo de certificação RDC da ANVISA em fase final de implantação, reafirmando o compromisso com conformidade regulatória e qualidade de serviço.
  • Relacionamento contínuo pós-implantação, com equipe disponível para atender demandas técnicas e comerciais ao longo de toda a parceria.

Para gestores que precisam de previsibilidade e segurança nas decisões de investimento em equipamentos, a Medicalway oferece transparência em todas as etapas, do orçamento inicial ao suporte continuado.

FAQ sobre bisturi elétrico e comodato de equipamentos médicos

1. O bisturi elétrico consome muita energia?

Não. O consumo energético de um gerador eletrocirúrgico moderno é relativamente baixo para os padrões de um ambiente hospitalar.

2. É necessário treinamento especial para a equipe de enfermagem?

Sim, e esse treinamento é fundamental para a segurança do procedimento. Aqui na Medicalway, oferecemos treinamento pós-venda estruturado para toda a equipe envolvida no uso do eletrobisturi, garantindo que a adoção da tecnologia seja segura desde o primeiro procedimento.

3. O investimento se paga em quanto tempo?

O retorno sobre o investimento em um bisturi elétrico depende do volume cirúrgico da instituição e do modelo de contratação escolhido. Em instituições com alta demanda cirúrgica, a redução no tempo de sala, a diminuição no consumo de insumos de hemostasia e o aumento na capacidade de atendimentos por turno podem gerar retorno financeiro em poucos meses.

Para clínicas de menor porte, a modalidade de locação oferecida pela Medicalway elimina o desembolso inicial e transforma o custo do equipamento em uma parcela mensal previsível, facilitando o cálculo do retorno e o planejamento financeiro.

Fale com a Medicalway e descubra a melhor solução em comodato para sua instituição

Se você é médico, gestor ou diretor clínico e quer modernizar a infraestrutura cirúrgica da sua instituição com tecnologia de eletrocirurgia de alta performance, a Medicalway tem a solução certa para o seu perfil e para o seu orçamento.

O eletrobisturi da Medicalway está disponível em diferentes configurações e modalidades de contratação, como venda ou locação, com suporte técnico e treinamento inclusos, para que sua instituição possa dar esse passo com segurança e previsibilidade financeira.

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    Como é feita a manutenção de equipamentos de diagnóstico por imagem?

    É muito importante que as instituições de saúde dê a devida atenção quando o assunto é a manutenção de equipamentos de diagnóstico por imagem, já que diversos aparelhos relevantes para o atendimento aos pacientes, diagnóstico e auxílio para a recomendação do tratamento adequado fazem parte desse processo, como tomografia computadorizada, ressonância magnética, raio-X, ultrassom e mamógrafo.

    Além disso, a falha dos equipamentos decorrentes da falta de manutenção podem ocasionar em ua séria de problemas, como a suspensão de exames, divergências nos resultados, insatisfação do público e demais complicações que vão impactar no orçamento da empresa, bem como na sua imagem perante o mercado.

    Pensando nisso, elaboramos este conteúdo para mostrar os principais cuidados com a manutenção de equipamentos de diagnóstico por imagem. Acompanhe!

    Quais são os tipos de manutenções existentes?

    A manutenção de equipamentos hospitalares podem ser:

    • preventiva: é aquela realizada de maneira periódica, com o intuito de assegurar o melhor desempenho dos aparelhos e, assim, evitar riscos, falhas ou manutenção corretiva frequente;
    • corretiva: serve para reparar danos e falhas nos equipamentos, com o objetivo de corrigir o seu funcionamento. Dependendo do aparelho, sua paralisação e conserto pode provocar grandes impactos nas instituições de saúde.

    Quem deve realizar as manutenções?

    O representante exclusivo ou revendedor autorizado da marca dos equipamento é sempre indicado para fazer a manutenção de equipamentos de diagnóstico por imagem. Isso porque, são qualificados para reparar a máquina, além de usarem peças originais de reposição e conseguirem acessar atualizações do dispositivo.

    Como a manutenção é feita na prática?

    A primeira fase é a realização do inventário, onde são reunidas as informações a respeito do número de patrimônio, os dados do fabricante, tipo de revisão, entre outros. Após, os aparelhos passam pela inspeção e higienização, onde recebem lubrificação e calibração, conforme as particularidades de cada máquina. Em caso de riscos de defeitos, as peças também podem ser trocadas.

    Nos aparelhos que usam radiação para a obtenção de imagens, ignorar o controle de qualidade por gerar sérias consequências. Para manter o bom funcionamento, a calibração periódica do feixe de raios-X é essencial. Por exemplo, nas máquinas de ressonância magnética essas calibrações são necessárias para manter o campo magnético o mais homogêneo possível.

    Após as manutenções é preciso fazer um levantamentos dos principais reparos, que vai servir como base para a tomada de decisão gerencial, além de entender a eficácia desse serviço.

    Quais os principais cuidados a serem tomados?

    Existem vários cuidados que podem se alinhados com as manutenções para aumentar a vida útil dos aparelhos.

    Faça a manutenção preventiva de maneira regular

    A manutenção preventiva é indispensável para manter os equipamentos funcionando da melhor maneira, de acordo com todos os padrões de segurança e operacionais definidos pelo fabricante.

    Use os equipamentos corretamente

    Esse cuidado é fundamental, por isso, é necessário manter o time treinando para manuseá-los. Também é importante realizar atualizações em intervalos regulares para fortalecer o conhecimento, principalmente em setores onde ocorre uma alta rotatividade dos integrantes do time.

    Tenha cuidado com os componentes

    Esse processo abrange baterias, chassi de fósforo, filmes radiográficos e detectores. Além disso, confira as recomendações do fabricante que vão contribuir para a manutenção dos componentes em boas condições e a ofertar a melhor qualidade das imagens.

    Separe o ambiente adequado para os aparelhos

    É necessário manter as máquinas na temperatura ideal, que podem ser identificada no manual de fabricação elaborado pelo fabricante. Também e preciso um bom sistema elétrico, já que problemas podem interromper repentinamente o funcionamento do equipamento e causar danos ao programa.

    Agora que você entender a importância da manutenção de equipamentos de diagnóstico por imagem e os principais cuidados a serem tomados, é necessário ter uma empresa como a Medicalway como parceira, que comercializa aparelhos médicos e hospitalares, com vários anos de experiência no mercado. Também oferece toda a assistência e suporte para as soluções vendidas por meio de uma equipe altamente qualificada.

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    Por que fazer a manutenção corretiva de equipamentos médicos hospitalares?

    Além de contar com equipamentos inovadores para assistência, diagnóstico e tratamento de doenças, é necessário que as instituições de saúde implementem os cuidados adequados para que essas máquinas estejam sempre em perfeitas condições. Assim, pode-se evitar qualquer tipo de problema que possa afetar a qualidade dos serviços prestados e segurança dos pacientes. Entre os principais está a manutenção corretiva.

    Apesar de ser um procedimento essencial, muitos gestores não entendem a sua importância, bem como a sua diferença para a manutenção preventiva, que apresenta outra finalidade. Para esclarecer as principais dúvidas, elaboramos este conteúdo. Confira!

    O que é manutenção corretiva e em que se diferencia da manutenção preventiva?

    Existem dois tipos de manutenção de equipamentos médicos hospitalares: a corretiva e a preventiva.

    A manutenção corretiva se trata do serviço que busca resolver problemas de funcionamento, identificados no aparelho. Como exemplo, citamos falhas durante os processos, quebra, entre outros.

    Já a manutenção preventiva é aplicada justamente para que essas complicações não ocorram. Nesse caso, o procedimento é feito periodicamente para averiguar os equipamentos e recomendações dos fabricantes. O objetivo é assegurar a eficiência máxima e evitar riscos de falhas e demais fatores que podem afetar o atendimento aos clientes e atividades da rotina de hospitais, clínicas, consultórios e outros.

    Qual a importância da manutenção corretiva?

    Realizar a manutenção corretiva dos equipamentos médicos é imprescindível por diversos motivos. Entenda os principais, a seguir!

    Minimiza os custos

    Quando a manutenção corretiva é aplicada adequadamente e em tempo hábil, evita-se o cancelamento de exames, tratamentos e demais procedimentos agendados, o que pode comprometer de maneira considerável o faturamento da unidade de saúde. Por isso, essa é uma medida importante para reduzir custos e evitar prejuízos.

    Reduz a necessidade de substituição das máquinas

    Uma boa manutenção corretiva aumenta a vida útil do equipamento, bem como a sua função operacional. Sendo assim, a necessidade de trocas frequentes de tecnologias é reduzida, tendo em vista que os itens serão bem-cuidados.

    Caso contrário, existem grandes chances das falhas e danificações já solucionadas ocorrerem novamente e em períodos de tempo muito curtos, levando a uma maior necessidade de troca e compra de dispositivos.

    Eleva a vida útil dos equipamentos

    Como já foi dito, quando uma ferramenta de trabalho está sempre bem conservada, precisa ser trocada com menos frequência. Por esse motivo, a manutenção corretiva é tão necessária. Mesmo que o equipamento sofra danificações ou falhas, seu conserto ágil restabelece o seu funcionamento, evitando impactos negativos nas operações das instituições de saúde.

    Otimiza os parâmetros de confiabilidade

    Aparelhos seguros apresentam chances mais baixas de funcionarem de maneira inapropriada em qualquer tipo de tratamento ou exame. Dessa forma, é preciso verificar se os prestadores de serviços contam com analisadores e simuladores devidamente calibrados para serem utilizados com exatidão.

    Com esses cuidados, é possível obter padrões certificados e identificar se o equipamento médico se encontra regular perante as recomendações do fabricante, funcionando da forma que deve ser.

    Mantém os padrões de segurança

    Fazer as manutenções corretamente e no prazo certo é uma ótima maneira de assegurar a adequação às normas de segurança. Além disso, atender a essas referências certificadas é uma boa forma de atestar a eficiência dos aparelhos, gerando maior confiabilidade e precisão nos procedimentos executados.

    Agora que você entendeu a importância da manutenção corretiva e seus benefícios, ao adquirir equipamentos médicos, o ideal é contar com uma empresa de confiança e experiente no mercado, como a Medicalway. Prestamos assistência técnica e manutenções para todos os aparelhos oferecidos.

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    Mamografia digital: o que você deve saber sobre esse exame

    A mamografia digital é um exame médico indicado para detectar, precocemente, possíveis sinais de câncer de mama que, de acordo com o INCA, deve ter 66.280 novos casos estimados para 2021. Felizmente, quem for diagnosticado com essa doença pode ter um tratamento muito mais efetivo se iniciá-lo desde cedo.

    É justamente nesse sentido que a mamografia digital se torna tão relevante, mais que o exame comum ou analógico, já que ela consegue prevenir o câncer em fases ainda mais prematuras, mesmo que os nódulos sejam menores e as alterações nas mamas mais discretas. Como visto, a assertividade nesse momento pode salvar vidas.

    Considerando a importância da mamografia digital, preparamos um post para falar mais detalhadamente como o procedimento ocorre, suas vantagens e outras informações. Continue conosco e fique por dentro!

    O que é o exame de mamografia digital?

    A mamografia digital é um exame que, conforme mencionado, pode diagnosticar o câncer de mama e faz isso por meio de radiografia. O procedimento consiste em gerar imagens detalhadas que evidenciam possíveis nódulos e alterações, que nem sempre podem ser percebidos a olho nu e até mesmo com o autoexame — que atua como um complemento fundamental na prevenção da doença. 

    Para que a mamografia realize seu diagnóstico por imagem, é necessário contar com um mamógrafo, aparelho de raio-X digital. Ele é responsável por transmitir a radiação em um sinal elétrico e enviar para um dispositivo tecnológico, como um computador, para que a imagem gerada seja analisada com mais detalhes e com a segurança do armazenamento.

    Nas mamografias comuns ou analógicas, as imagens geradas pelo raio-X não eram enviadas para um computador, mas, sim, reveladas por um filme, com mediação de produtos químicos.

    Apesar dos benefícios inegáveis desse processo para prevenção do câncer de mama, ele é mais lento que a mamografia digital e não é tão seguro quanto ao armazenamento das imagens, o que poderia exigir a repetição do exame, que causa desconforto para muitos pacientes.

    Como é o aparelho de mamografia digital?

    O exame de mamografia conta com uma bandeja em que os seios devem ser posicionados para receber a radiação que, como dito, transmite por meio de um sinal elétrico as imagens para o computador. A tecnologia envolvida nesse processo é a DR (digital), mas também pode ser a CR (computadorizada). Entenda mais a seguir:

    • a tecnologia DR realiza inicialmente o exame e posteriormente envia as imagens para o computador;
    • a tecnologia CR possui um chassi eletrônico que armazena as imagens ao ser colocado na bandeja do mamógrafo e colher os dados, que são visualizados pelo computador. 

    Conforme mencionado, ambas as tecnologias envolvidas na mamografia digital oferecem imagens de alta resolução, possibilitando uma visualização mais detalhada até de alterações mais sutis e nódulos menores. Além disso, o tempo necessário para que o paciente fique exposto no mamógrafo e na radiação é reduzido. 

    Para quem a mamografia digital é indicada?

    Mulheres acima de 40 anos se tornam mais suscetíveis a terem o câncer de mama, e acima de 35 para o caso daquelas que se enquadram no grupo de risco — histórico da doença na família antes dos 50 anos ou outros tipos de câncer.

    Assim, é recomendado que, anualmente, seja realizada a mamografia, seja a digital ou convencional, para que o tratamento desse possível problema de saúde seja identificado e tratado de forma precoce.

    Antes da faixa etária mencionada, as mamas estão mais densas e firmes, o que dificulta a adequada penetração do raio-X no tecido mamário e torna os resultados obtidos insatisfatórios. Assim, caso haja suspeita de nódulos ou cistos na região, o mais indicado é realizar uma ultrassonografia. 

    Quais são as vantagens da mamografia digital? 

    Conforme mencionado, a mamografia digital é um exame essencial para detectar o câncer de mama, e atua de forma superior aos tradicionais. Isso porque trata-se de mecanismos mais modernos, o que aumenta a eficiência e conforto para os pacientes. Entenda mais a seguir! 

    Menos desconforto para o paciente

    Os seios são uma região sensível para muitas mulheres, especialmente no caso das mamas mais densas e durante o ciclo menstrual. Assim, é comum que muitas pacientes se recusem a realizar a mamografia para evitar o desconforto. 

    Com a mamografia digital, isso é possível, já que diminui o tempo necessário para sua realização e a compressão das mamas, especialmente se comparado à mamografia digital.

    Identificação de nódulos muito pequenos

    As imagens fornecidas pela mamografia digital são de alta resolução e conseguem observar nódulos menores que 2 cm e suas características, o que aumenta a eficiência na detecção do câncer de mama, além de ser capaz de perceber alterações sutis nos seios, como lesões benignas. 

    Saiba também que com a possibilidade de visualizar as imagens pelo computador, os profissionais da saúde podem ampliar as fotografias, configurar com contraste e brilho, por exemplo, tudo para que a análise seja a mais minuciosa possível.

    Redução dos níveis de radiação

    Considerando que a mamografia digital não precisa ser relevada com produtos químicos, como ocorre na mamografia convencional, o nível de radiação que os envolvidos se expõem é menor. Afinal, o método moderno oferece mais segurança no armazenamento das imagens que, uma vez detectadas, dificilmente precisará repetir o processo, como ocorre em exames comuns.

    Diagnóstico mais assertivo

    Como a mamografia digital tem uma capacidade de visualização mais detalhada que os exames comuns, o diagnóstico do câncer de mama é mais assertivo e confiável, seja no caso de tumores menores ou de mamas mais densas — que costumam ter um maior número de glândulas. Assim, é um exame especialmente útil para mulheres abaixo de 50 anos, que é comum ter mais densidade nos seios.

    Como foi possível notar, a mamografia digital não é apenas um exame que contribui para a detecção precoce do câncer de mama, mas também é a alternativa mais confiável e confortável para os pacientes. 

    Assim, saiba que nós da Medicalway oferecemos os melhores preços, condições acessíveis ao mercado e suporte técnico qualificado na venda dos equipamentos

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