Entenda como funciona o uso de ultrassom em UTI e centro cirúrgico

Rapidez e versatilidade: dois fatores imprescindíveis para equipamentos hospitalares. Dentro das instituições de saúde, os métodos de diagnóstico e observação têm uma importância singular. Afinal, o tempo é um fator determinante para identificar e tratar as condições clínicas dos pacientes.

Nesse contexto, o ultrassom em UTI e centro cirúrgico se faz presente como um dos equipamentos mais utilizados. Ele traz informações rápidas, por exemplo, no caso de emergências, o que permite traçar o plano de tratamento em menos de 5 minutos.

Mais do que conhecer sobre o funcionamento geral desse equipamento, é fundamental estar por dentro das novas tecnologias e diferentes aplicações para cada setor do hospital, de modo a otimizar o seu uso e manutenção.

Se você se interessa por esse assunto e quer fazer a diferença na gestão de equipamentos do seu hospital, continue conosco e aprofunde seus conhecimentos sobre os principais tipos, funcionamento e vantagens da utilização do ultrassom em UTI e centro cirúrgico. Boa leitura!

Funcionamento e mecanismo do ultrassom

Antes de abordarmos os tipos de ultrassom mais utilizados em hospitais, vamos compreender, de maneira geral, como esses equipamentos funcionam.

Sabemos que o primeiro passo para realizar o exame é a aplicação do gel na superfície corporal da área a ser examinada. Mas para que serve o gel? Basicamente, é ele que conduz o ultrassom do transdutor para a pele, auxiliando na propagação das ondas sonoras.

Já o transdutor é o dispositivo que encosta na pele e emite as ondas sonoras por meio da transformação de energia voltaica em vibração e pode ser representado por diversos formatos, de acordo com o objetivo do exame.

Assim, acontece a propagação das ondas sonoras pelos tecidos da região do corpo determinada, sendo que as reflexões das ondas ocorrem de maneira diferente por cada tipo de estrutura corporal.

O transdutor, então, recebe o eco (que nada mais é do que o reflexo da onda sonora) e calcula automaticamente o tempo gasto entre a emissão e recepção das ondas. Ou seja, quanto mais tempo gasto, mais longe se encontra a estrutura refletida.

Os dados obtidos são processados internamente pelo equipamento e a imagem é exibida em uma tela, sendo que o médico pode manipular em tempo real todas essas informações.

Tipos de ultrassom

Os equipamentos de ultrassom podem ser portáteis ou transportáveis, dependendo da estrutura da UTI e centro cirúrgico. Confira:

Ultrassom portátil

O próprio nome já revela a comodidade e a versatilidade que o ultrassom portátil fornece. Ele é leve, prático e eficiente e, além de beneficiar a obtenção de diagnósticos, é vantajoso para o paciente que muitas vezes nem precisa se locomover para ser examinado.

Ultrassom transportável

Os ultrassons transportáveis são maiores e normalmente dependem de instalação técnica. Apesar de serem considerados como equipamentos de ultrassom mais tradicionais, ainda são bastante utilizados em UTI e centro cirúrgico, dependendo das especificidades e porte do hospital.

Aplicações do ultrassom em UTI e centro cirúrgico

Já mencionamos que o ultrassom é um equipamento versátil que possibilita a obtenção de diagnósticos em tempo hábil, principalmente, em situações emergenciais de UTI e centro cirúrgico. Para saber como o aparelho pode ser útil, na prática, é importante mapear as situações clínicas em que ele pode ser utilizado.

Ultrassom em UTI

Quando a estrutura hospitalar conta com um aparelho de ultrassom dentro da UTI, é possível agilizar diferentes rotinas e identificar rapidamente quadros clínicos específicos. Veja:

  • descobrimento de ascites;
  • derrame pleural ou derrame pericárdico;
  • fluxo transcraniano (muito utilizado para verificar possível morte cerebral);
  • auxílio visual para punções;
  • auxílio visual para colocação de acesso central.

Ultrassom em centro cirúrgico

Já no centro cirúrgico, as funções requeridas são ainda mais urgentes e podem fazer toda a diferença nos resultados dos procedimentos. Nesse setor, o ultrassom auxilia nas seguintes atividades:

  • suporte para a equipe de anestesia realizar bloqueios anestésicos;
  • indicação de intubação correta;
  • visualização de derrames pleurais e pericárdicos;
  • visualização da profundidade e posicionamento de nódulos em determinadas cirurgias;
  • cirurgias vasculares guiadas;
  • situações pós-cirúrgicas imediatas.

Além disso, de forma geral, o ultrassom em centro cirúrgico também auxilia visualmente o procedimento de punções e a colocação de acessos, quando necessário.

Manutenção e cuidados com o ultrassom

Assim como qualquer outro equipamento hospitalar, a vida útil do aparelho de ultrassom depende da periodicidade de manutenções preventivas e cuidados constantes. Por apresentar uma série de componentes sensíveis à poeira e ao gel, a limpeza diária é imprescindível.

Além de garantir que os exames sejam eficientes para o melhor diagnóstico possível, a manutenção é importante para evitar que o fluxo de pedidos de exame fiquem travados ou sobrecarregados devido a uma possível lentidão ou dano no equipamento.

Precauções no manuseio e acondicionamento de transdutores

Deve-se ter cuidado ao manusear e guardar os transdutores, pois são eles as fontes de emissão sonora para a formação da imagem e as partes mais sensíveis e vulneráveis a danos.

A verificação das placas de contato dos transdutores também é importante. Elas precisam estar em perfeito funcionamento para evitar sombras que não estejam presentes na imagem captada do paciente.

Assim, evita-se que a imagem fique ofuscada, com linhas alteradas ou sem formação, obtendo diagnósticos com muito mais precisão e acuidade.

Vantagens de utilização do ultrassom

As vantagens são significativas tanto para a equipe de profissionais da saúde, quanto para os pacientes. O ultrassom utiliza radiação não ionizante, sendo, portanto, minimamente invasivo e bastante seguro na maioria dos casos.

Além de possibilitar que o paciente seja tratado rapidamente em casos de emergência, com o uso desse aparelho é possível evitar, por exemplo, o risco de erros relacionados a outros procedimentos, como perfurações na colocação de acessos.

Ainda, quando em determinada cirurgia alguma área de nervos precisa ser bloqueada, o ultrassom consegue visualizar com clareza, o que permite mais segurança para o procedimento cirúrgico.

Prático, acessível e sem riscos à saúde do paciente. Diante de todo o conteúdo exposto, podemos concluir que tanto a utilização quanto a manutenção de ultrassom em UTI e centro cirúrgico é de grande importância na estrutura hospitalar.

Vale ressaltar que a qualidade do equipamento deve ser excelente, produzindo imagens em ótima resolução para a obtenção de exames mais fidedignos e rápidos. Com a inserção de novas tecnologias, não há dúvidas de que o ultrassom terá cada vez mais aplicações no futuro da medicina.

Para tanto, lidar com fornecedores que disponibilizem tecnologias de qualidade com acompanhamento pós-venda e suporte técnico ágil faz toda a diferença. Que tal entrar em contato conosco? Podemos tirar todas as suas dúvidas e atender possíveis necessidades relacionadas ao assunto!

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    Entenda a importância da manutenção preventiva de equipamentos médicos e os impactos na pandemia do Coronavírus

    A manutenção preventiva de equipamentos médicos é um procedimento essencial tanto para profissionais quanto para as pessoas atendidas. Afinal, todos os aparelhos utilizados numa instituição de cuidado sofrem desgastes com o uso e o passar do tempo, sendo fundamental revisá-los para evitar problemas durante a utilização.

    Em meio à pandemia de coronavírus, os hospitais têm se deparado com uma intensa demanda pela terapia intensiva. Logo, é ainda mais importante estar preparado para o acolhimento desse público.

    Pensando nisso, preparamos este post com informações práticas sobre a importância das manutenções preventivas. Quer aprender mais sobre o assunto? Continue acompanhando e entenda!

    Como funciona a manutenção preventiva de equipamentos médicos?

    A primeira etapa dessa manutenção é o inventário, em que são reunidas informações sobre o número de patrimônio, os dados do fabricante, a modalidade da revisão e outros dados sistemáticos. Em seguida, o dispositivo passa pela inspeção e higienização — é quando alguns recebem lubrificação e outros são calibrados. Todos os procedimentos são definidos de acordo com as especificidades de cada item.

    De fato, esse é um procedimento essencial para que o hospital ofereça o atendimento adequado. Dispositivos que não passam por revisão podem sofrer danos e paradas inesperados ou funcionar de forma incoerente, gerando sérias consequências para o paciente.

    Os aparelhos de unidade de terapia intensiva, por exemplo, são cruciais para suplementar funções vitais em falha — logo, um dano neles pode resultar em falecimento.

    Por que é tão importante fazê-la de forma adequada?

    É importante ter em mente que, hoje, a eficiência do cuidado caminha lado a lado a tecnologias de alto desempenho, o que só se consegue manter com revisões periódicas e planejadas.

    A manutenção preventiva de equipamentos médicos garante um melhor fluxo operacional no hospital, para que os profissionais de saúde realizem seu trabalho com tranquilidade e as pessoas atendidas mantenham-se em segurança. Assim, é possível evitar riscos aos pacientes e garantir melhores resultados nos tratamentos e atendimentos.

    Esse processo, no entanto, deve ser gerenciado de forma adequada para que as tecnologias apresentem bom desempenho e equívocos sejam evitados. Além disso, as manutenções preventivas são exigências das entidades estatais. Estar em alinhamento com essas normas garante credibilidade para a instituição, e mostra que ela coloca o cuidado integral e a saúde de seus pacientes em primeiro lugar.

    Quais são os impactos de não realizar essa manutenção em momentos de crise como a do coronavírus?

    A pandemia a do coronavírus trouxe, realmente, diversos desafios para os hospitais, demandando múltiplos esforços para o tratamento dos pacientes. Vejamos, então, quais são os impactos negativos de não ter um programa de manutenção preventiva nesse cenário.

    Paralisação do atendimento

    Uma máquina que não está operando bem pode falhar durante o uso, demandando a paralisação do atendimento e uma série de ações remediadoras. Porém, alguns problemas de saúde precisam de intervenção rápida — o coronavírus, por exemplo, dificulta a respiração, ocasionando em sérios riscos para o paciente.

    Essa paralisação não programada de serviço de saúde pode gerar agravamentos e até mesmo óbitos, por falha na gestão hospitalar. Sem dúvida, isso compromete a imagem da instituição e a expõe a problemas jurídicos.

    Comprometimento da segurança

    Médicos e profissionais de saúde precisam trabalhar com confiança nos maquinários hospitalares utilizados. Isso significa que todo aparelho tem que estar preparado para funcionar com prontidão quando for necessário.

    Se algum estiver sem manutenção, a equipe não terá o nível de segurança adequado para a efetivação dos procedimentos. E, caso o equipamento falhe ou funcione de forma equivocada, a segurança da equipe e o bem-estar do paciente ficam ameaçados.

    Riscos em relação à saúde dos pacientes

    Conforme mencionamos, as limpezas também são essenciais na manutenção — principalmente nessa pandemia de COVID-19, em que o risco de contaminação é muito grande. Se o dispositivo não passa por manutenção periódica e higienização, o hospital pode oferecer sérios riscos para as pessoas atendidas, aumentando as contaminações e dificultando a melhora do quadro.

    Diminuição de pacientes capazes de receber atendimento

    Todo equipamento tem um tempo de vida útil, que é estabelecido pelo fabricante, e precisa ser revisado periodicamente. Em alguns casos, há necessidade de lubrificação e de substituição de peças, por exemplo.

    Caso não passe pelas manutenções necessárias, em algum momento o maquinário pode falhar. Como consequência, o hospital acaba sofrendo uma redução da sua capacidade de atendimento. E, em tempos de coronavírus, ter menos tecnologias disponíveis para tratamento pode ser extremamente prejudicial, já que há um número crescente de pessoas necessitando de terapia intensiva.

    Redução da precisão

    A falta de manutenção preventiva também pode fazer o equipamento médico apresentar medidas pouco precisas, ou seja, com um grau maior de variação de resultados. Isso diminui a eficiência das operações, como um todo, e pode trazer riscos para as análises dos profissionais de saúde.

    Falta de atendimento adequado para pacientes em estado crítico

    O coronavírus provoca vários sintomas que podem levar o paciente a um estado crítico. Com isso, o uso de aparelhos para suporte às funções vitais passa a ser essencial para a recuperação. Porém, se não passar pela manutenção necessária, o maquinário pode ficar indisponível — o que é muito perigoso em casos de demanda por serviços de terapia intensiva.

    Falta de suporte para a equipe médica

    Como dissemos, para que todos os outros profissionais do hospital trabalhem bem, é essencial que possam contar com aparelhos funcionais e prontos para o uso. Sem a manutenção preventiva, portanto, a equipe não terá o suporte adequado para a prestação de serviços em saúde. Isso pode até gerar um aumento da rotatividade, já que os colaboradores vão procurar instituições mais capazes de fornecer recursos para o seu trabalho.

    Vale dizer, por fim, que essa manutenção precisa ser realizada de forma regular e por profissionais habilitados. Sua periodicidade deve ser delimitada a partir das orientações do fabricante, da análise do grau de utilização e da avaliação de risco. Também é essencial que haja um registo sistematizado das revisões e aquisições desses aparelhos, para garantir que estejam sempre operando de forma funcional quando necessários.

    Fica claro, portanto, que a preventiva de equipamentos médicos contribui para uma maior efetividade dos atendimentos, de forma que o estabelecimento tenha condições de oferecer assistência sólida e suporte à vida aos pacientes. Especialmente neste momento de crise em que estamos vivendo.

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    Fique por dentro das melhores ferramentas de gestão hospitalar

    Fique por dentro das melhores ferramentas de gestão hospitalar. Um hospital é uma organização muito complexa, que depende de uma série de procedimentos, documentações e atividades para funcionar bem. Garantir a disponibilidade de recursos e fornecer atendimento de máxima qualidade para o paciente é essencial para manter uma boa posição no mercado e conquistar a confiança do público. Por trás de um bom desempenho, há uma rede de ferramentas de gestão hospitalar que pode ajudar a gerenciar processos com efetividade e facilitar o dia de trabalho no estabelecimento.

    Neste conteúdo especial, vamos explicar mais sobre essas soluções, para que você fique por dentro das melhores ferramentas de gestão hospitalar. Ficou interessado? Continue acompanhando para aprender sobre as ferramentas de gestão hospitalar!

    Qual a importância de realizar a gestão hospitalar de forma eficiente?

    É essencial se preocupar com a gestão hospitalar. A eficiência dos processos no estabelecimento pode fazer a diferença nos resultados. Com um gerenciamento efetivo do hospital, é possível promover um uso adequado dos recursos, minimizando os desperdícios e garantindo maior produtividade.

    A ampla complexidade das práticas na instituição de saúde se dá principalmente porque a missão dela é o cuidado. Mas para oferecer a assistência, o atendimento humanizado e o acolhimento necessários, uma série de procedimentos logísticos, financeiros e burocráticos está envolvida. Dessa forma, ter estratégias de sistematização e organização das atividades é essencial. Isso pode ser concretizado com apoio das ferramentas e soluções corretas.

    Quais são as melhores ferramentas de gestão hospitalar?

    Há várias ferramentas de gestão hospitalar que oferecem uma série de contribuições para a instituição. Elas contribuem ampliando possibilidades, facilitando a análise de problemas e potencializando avaliações. Quer aprender outras informações sobre esses recursos? Continue acompanhando o nosso post e veja mais!

    Ciclo PDCA

    O ciclo PDCA (Plan, Do, Check, Act, do inglês Planejar, Executar, Verificar, Agir) é uma ferramenta estratégica, que permite aumentar o poder de análise e desenvolver fluxos de trabalho com mais efetividade na instituição de saúde. Ele envolve uma fase de estruturação dos procedimentos chamada planejamento, que precede a execução do plano. A fase seguinte é de revisão das práticas, seguida pela ação, com as correções inseridas.

    Esse recurso possibilita estruturar processos a partir de revisões constantes e feedbacks, estimulando o aperfeiçoamento contínuo. Isso contribui com a imagem do hospital e ajuda a otimizar o fluxo de trabalho no estabelecimento de saúde.

    PEP

    O Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) é uma ferramenta essencial para otimizar a gestão hospitalar. A solução simplifica a comunicação entre profissionais de saúde e ajuda a minimizar falhas e equívocos. Além disso, o PEP possibilita reduzir custos com papéis e usar melhor o espaço da instituição, já que dispensa a armazenagem física.

    Acrescentamos também que o prontuário eletrônico pode ser associado com soluções tecnológicas compatíveis utilizado para o mapeamento epidemiológico e realização de análises e previsões. Isso facilita o dia a dia do estabelecimento de saúde e permite ter um maior preparo para enfrentar contextos adversos.

    5W2H

    A ferramenta 5W2H é um roteiro de perguntas estratégicas para a implementação de mudanças ou lançamento de projetos, ajudando na melhor estruturação do processo. A sigla aborda as questões realizadas, em inglês, que são What (o quê?), Why (por quê?), When (quando?), Where (onde?), Who (quem?), How (como?) e How Much (quanto custa?). Assim, podemos dizer que as perguntas servem como orientadoras, ajudando a sistematizar e organizar as ações a serem realizadas.

    DRG

    O Diagnosis Related Group (Grupos de Diagnósticos Relacionados) é uma ferramenta que classifica pacientes hospitalizados de acordo com o grau de complexidade do caso. Ele se baseia em uma série de informações coletadas no prontuário, como o diagnóstico que motivou a internação, diagnóstico secundário e intervenções terapêuticas realizadas.

    O software codifica os dados e fornece os registros ao profissional especializado, chamado codificador DRG. O sistema se vale de banco de dados primário, que é o prontuário e a informação clínica, e não o secundário, que são as faturas. Isso tende a melhorar a efetividade do processo, pois o prontuário reúne detalhes de histórico clínico. Nesse contexto, o sistema devolve indicadores, gráficos e relatórios, trazendo a oportunidade de realizar análises e oferecendo maior previsibilidade e controle para a gestão.

    BPM

    O Business Process Management (Gestão de Processos de Negócios) aplicado à saúde é uma solução para mapear os processos no hospital, facilitando a identificação de lacunas e a visualização de oportunidades.

    A ferramenta também permite aperfeiçoar procedimentos de pouca visibilidade, mas que podem gerar entraves. Com isso, há um maior controle de fluxos de atividades e a oportunidade de corrigir ciclos e atividades que não estão com bom desempenho. Dessa forma, a instituição ganha em qualidade e produtividade.

    GED

    A Gestão Eletrônica de Documentos (GED) é uma ferramenta de gestão para digitalizar toda a documentação gerada diariamente no hospital. Os arquivos físicos gerados possuem também uma cópia digital e são armazenados de forma organizada no sistema.

    Os processos administrativos são todos passados para o meio informatizado e os dados podem se comunicar com o Prontuário Eletrônico do Paciente. Isso promove integração e aumenta a produtividade da organização de prestação de serviços em saúde, já que os procedimentos ficam mais ágeis. Outra grande vantagem é o melhor uso do espaço, evitando grandes pilhas e excesso de papéis na instituição.

    Diagrama de Ishikawa

    O Diagrama de Ishikawa funciona como um esquema para orientar a identificação de causas de falhas e problemas. Ele é estruturado com uma espinha de peixe. A linha central é a questão a ser resolvida. As vértebras e ramificações são as possíveis causas e subcausas. Assim, o diagrama ajuda a visualizar melhor o problema, facilitando o delineamento de soluções.

    As consequências de não adotar as ferramentas e estratégias certas de gestão hospitalar são a perda de produtividade, aumento das glosas hospitalares, dificuldade em identificar os pontos geradores de problemas e queda de credibilidade do estabelecimento de saúde. Assim, a falta de soluções de gerenciamento pode ser prejudicial em diversos aspectos, gerando um ambiente insustentável e que não oferece segurança suficiente para o paciente.

    As ferramentas de gestão para organizações de atenção à saúde são essenciais para potencializar processos, facilitar análises e promover um fluxo de trabalho mais ágil e produtivo. Dessa forma, o hospital pode oferecer uma estrutura sólida e robusta em serviços de saúde.

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    Confira os principais avanços da tecnologia na fisioterapia

    Confira os principais avanços da tecnologia na fisioterapia. O avanço contínuo da tecnologia tem amplificado as possibilidades da área da saúde. Com as telecomunicações e alternativas desenvolvidas em pesquisas, por exemplo, surgem novas oportunidades de tratamento e promoção de qualidade de vida. E com a fisioterapia não é diferente: ela também se beneficia dessa inovação.

    A tecnologia na fisioterapia é uma excelente alternativa para aumentar a adesão dos pacientes e promover uma eficácia maior aos processos de reabilitação. Como é essencial conhecer essas inovações para modernizar o hospital e fazer todas as adaptações necessárias, preparamos este conteúdo especial sobre o assunto.

    Ficou interessado? Então, continue lendo para conferir informações sobre os principais avanços da tecnologia na fisioterapia e as tendências tecnológicas mais recentes!

    Qual é a importância da tecnologia na fisioterapia?

    Como dissemos, a aplicação da tecnologia na área da saúde traz diversas oportunidades para a fisioterapia, promovendo novas dinâmicas de tratamento e oferecendo práticas mais interativas e envolventes para os pacientes.

    Em primeiro lugar, soluções informatizadas tornam as atividades mais interessantes, de modo geral, e promovem uma adesão maior ao tratamento. Isso é especialmente importante para crianças, adolescentes e as gerações mais recentes, que já nasceram inseridas na tecnologia da informação e no mundo digital.

    Além de proporcionar mais qualidade de vida ao paciente, o uso da tecnologia traz uma imagem positiva para o hospital e os próprios fisioterapeutas. Isso porque, ao usar equipamentos e recursos inovadores, a gestão demonstra que é disposta a aprender continuamente e investe em aperfeiçoamento, apostando no potencial da equipe e do público atendido.

    Quais são os maiores avanços da tecnologia na fisioterapia?

    Agora que já falamos sobre a importância da inovação na área da saúde, vejamos quais são os principais avanços em tecnologia na fisioterapia!

    Gameterapia

    Muitas vezes, a fisioterapia convencional exige exercícios repetitivos e monótonos, o que pode ser desmotivador, especialmente para as crianças e adolescentes. Com a gameterapia, no entanto, é possível praticar uma boa parte desses movimentos em jogos interativos, selecionados pelo próprio fisioterapeuta de acordo com a necessidade de cada paciente.

    Na prática, isso garante uma melhora na experiência do paciente e uma adesão maior aos tratamentos. Afinal, enquanto tem momentos de grande envolvimento com o jogo, o usuário trabalha e é orientado pelo profissional.

    Essa técnica também pode ser utilizada em associação ao biofeedback — em que um equipamento faz o acompanhamento da atividade muscular da pessoa. Nesse caso, quando o atendimento é finalizado, o fisioterapeuta consegue acompanhar a evolução do quadro por meio de gráficos e informativos montados pelo próprio sistema integrado.

    Realidade virtual

    Basicamente, a realidade virtual utiliza luvas e óculos que captam o movimento do paciente, ao mesmo tempo em que simula percepções e atividades do mundo real.

    Mesmo sendo uma realidade estabelecida nos meios digitais, essa interação promovida leva o cérebro a responder aos comandos e ao cenário proporcionado pela tecnologia. Dessa forma, o sujeito tem um envolvimento maior com o processo, além de realizar as atividades com mais dedicação.

    Isso não só proporciona uma recuperação e um desempenho melhores, mas também ajuda as sessões de fisioterapia a se tornarem mais envolventes e divertidas. Isso porque existe a dimensão do compromisso com o tratamento, mas há também o lazer e a empolgação com cenários novos e envolventes, assim como com a gameterapia.

    Eletroterapia

    Com esse recurso, o corpo recebe estímulos elétricos de baixa intensidade para aumentar o fluxo sanguíneo, melhorar a força muscular e evitar atrofia devido à falta de uso da região. Algumas dores e desconfortos também podem ser reduzidos com o apoio da eletroterapia.

    Em casos de evitação de atrofia, utiliza-se uma tecnologia chamada estimulação galvânica. Já para o tratamento de dores, utiliza-se a corrente interferencial e a Estimulação Elétrica Nervosa Transcutânea (TENS). Todos esses procedimentos são capazes de auxiliar a remediação e a promoção da saúde, de acordo com as necessidades de cada paciente.

    Trajes robóticos

    Esses trajes são utilizados para auxiliar pessoas com dificuldade de locomoção. Eles funcionam como uma estrutura externa, controlada a partir de botões e monitorada pelo fisioterapeuta.

    O sistema do traje informa ao profissional o passo do paciente. A partir disso, o sujeito pode caminhar com o apoio da tecnologia, apenas controlando o sistema com os comandos próprios. Com algum tempo de treinamento, o indivíduo adquire mais independência na sua movimentação.

    Equipamentos de reabilitação

    Equipamentos de reabilitação também passam por renovação constante. Há hoje dispositivos como as esteiras eletrônicas, por exemplo, voltadas para o treinamento de marcha, além das plataformas de força e equilíbrio e dos estabilizadores de coluna.

    Todas essas tecnologias facilitam a rotina dos fisioterapeutas e fazem os treinamentos se tornarem mais funcionais e eficazes. De um lado, o tratamento ganha mais dinamismo, do outro, o profissional tem acesso às informações necessárias para realizar avaliações mais precisas.

    O paciente, por sua vez conta com uma estrutura robusta e coordenada para o fortalecimento do corpo de forma integral. Os equipamentos oferecem a possibilidade de treinar movimentos cotidianos e de exercitar musculaturas que precisam de maior atenção, o que auxilia a reabilitação, a recuperação da saúde e o desenvolvimento de uma mobilidade adaptativa e funcional.

    Tecnologia preventiva em triagem

    A fisioterapia também pode ser utilizada de forma preventiva, principalmente para pessoas que trabalham com grandes esforços físicos, como é o caso dos esportistas.

    Com a tecnologia The Performance Matrix (TPM), por exemplo, há a possibilidade de fazer uma análise preventiva do corpo, identificando pontos nos quais a biomecânica está afetada ou tem um potencial de comprometimento. Assim, o fisioterapeuta pode passar treinamentos para corrigir o problema e evitar que lesões mais sérias aconteçam.

    Enfim, os avanços da tecnologia na fisioterapia são muitos, e criam ótimas condições para melhorar atendimentos, potencializar treinamentos e maximizar o engajamento e a dedicação dos pacientes. Há uma série de possibilidades viáveis, como foi possível ver ao longo deste post, de forma que o seu hospital pode diversificar suas opções e disponibilizar alternativas de acordo com as necessidades do seu público.

    Então, gostou de aprender sobre os avanços da tecnologia na fisioterapia? Agora, para continuar por dentro de mais conteúdos como este, aproveite para assinar a nossa newsletter e receba nossos próximos textos diretamente no seu e-mail!

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