O monitor de sinais vitais é um equipamento indispensável nos hospitais, principalmente no Centro de Tratamento Intensivo (CTI). Sua finalidade é apontar em tempo real os sinais vistais do paciente, permitindo um acompanhamento preciso da evolução do quadro clínico por meio de dados confiáveis e enviando alarmes nas situações de identificação de parâmetros fora da normalidade. Assim, a equipe de saúde pode realizar a intervenção necessária de forma imediata.
Devido à sua importância, elaboramos este conteúdo para mostrar o seu funcionamento, quais são os sinais monitorados, bem como os pontos a serem observados ao comprar o aparelho. Confira!
O monitor já vem com alguns padrões básicos configurados, porém nada impede que novas configurações sejam feitas pela equipe de saúde, quando necessário. O equipamento tem alarmes sonoros que são ativados caso algum sinal vital do paciente alcance níveis diversos dos configurados — seja por meio de luzes na tela ou beeps sonoros, apontando que algo não está bem em relação ao quadro clínico do paciente.
Por essas funcionalidades apresentadas, trata-se de um aparelho fundamental no decorrer dos atendimentos que exigem cuidados mais rigorosos sobre os sinais vitais dos pacientes.
Veja a seguir quais são os sinais vitais mais importantes lidos pelo monitor.
A frequência cardíaca está ligada à quantidade de batidas do coração por minuto, fator que pode variar conforme o esforço físico realizado, a idade, a ocorrência de doença cardíaca, entre outros fatores.
Normalmente, os parâmetros são:
A frequência respiratória corresponde à quantidade de respiração que um indivíduo realiza por minuto. Geralmente, os níveis normais são:
A pressão arterial é mensurada pela força do sangue que atua sobre as paredes das artérias, realizando pressão sobre elas. Os padrões normais máximos em pessoas adultas, correspondem à:
A saturação representa o nível de oxigênio presente no organismo da pessoa. Esse monitoramento é essencial em diversas fases do atendimento médico, principalmente ao longo de aplicações de anestésicos em cirurgias e em casos de doenças respiratórias. Em regra, a saturação é considerada normal quando apresenta valores entre 95 e 99%.
Trata-se da medida do calor do corpo, referente ao equilíbrio do calor produzido e calor perdido. A temperatura considerada normal varia entre 36,1 e 37,2ºC.
Existem alguns aspectos que devem ser observados no momento da aquisição de um monitor de sinais vitais eficiente. Veja a seguir quais são!
A maioria dos hospitais conta com vários leitos ocupados e um número muito menos de profissionais de plantão, que precisam ir de leito em leito averiguar os sinais vitais dos pacientes que podem se alterar a qualquer momento.
Por meio de um monitoramento centralizado, o trabalho da equipe se torna mais ágil e eficiente, tendo em vista que todos os dados convergem em rede. Isso quer dizer que, em situações de variações graves nas condições clínicas de uma pessoa, a central consegue mobilizar de forma mais segura a equipe médica para que tome as medidas cabíveis.
Esse monitoramento pode ser realizado por intermédio de uma central de monitoramento, responsável por conectar todos os monitores, informando sobre as necessidades de cuidados específicos.
É necessário entender que situações imprevisíveis ocorrem a todo momento em um ambiente hospitalar, em que a tomada de decisão deve ocorrer em pouquíssimos segundos.
Por esse motivo, quando se trata da compra de um monitor de sinais vitais, é necessário levar em conta as suas interfaces computacionais, em que dados de apoio para as ações a serem implementadas são diversos.
Então, verifique quais imagens, gráficos e textos o aparelho disponibiliza, quais são os sinais de alertas e demais funcionalidades que podem simplificar de forma considerável essa prática.
Isso ocorre porque é fundamental que a equipe médica entenda os dados com facilidade e, dessa forma, possam agir de maneira rápida, segura e com total confiança.
Com tantas inovações tecnológicas inseridas nos processos, a conectividade é um aspecto relevante, já que todas as informações sobre o paciente precisam estar disponíveis em uma rede central de monitoramento. Esse mecanismo é possível, utilizando um sistema com base em LAN, em que a central de monitoramento deve apresentar e gerenciar dados dos monitores presentes nos leitos.
Nesse caso, a alteração ou falha em qualquer padrão acompanhado vai ser identificada pela central de monitoramento, permitindo a visão de todos os leitos em um único ambiente, incluindo a apresentação automática das informações de alarme.
Muitas unidades de saúde também estão adotando softwares em que dados originários dos pacientes são encaminhados diretamente para o prontuário do paciente.
Outra questão que deve ser considerada são os valores dos consumíveis, como cabos de ECG, manguitos de pressão, sensores de oximetria e demais características. Em muitos casos, na hora da compra do equipamento, essas quantias não são avaliadas, e o comprador escolhe pelo mais barato.
No entanto, no momento de comprar os acessórios e os consumíveis, o aparelho que era mais caro tem os consumíveis mais baratos, o que pode tornar o custo com o aparelho mais barato mais caro no decorrer do tempo.
Agora que você entende como funciona um monitor de sinais vitais e o que deve ser observado ao fazer a melhor escolha no momento da compra, o ideal é contar com uma empresa como a Medicalway como parceira, que disponibiliza as melhores tecnologias, preços e condições acessíveis do mercado, além de um acompanhamento pós-venda e suporte técnico eficiente, rápido e qualificado.
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As posições cirúrgicas sofreram alterações ao longo dos anos e visam expor adequadamente o campo cirúrgico, facilitando a visualização dos médicos e demais profissionais. Os resultados são salutares: diminuem o tempo de uma cirurgia e os riscos para o paciente.
A escolha da posição ideal é sempre do cirurgião responsável em conjunto com o anestesiologista. Isso porque, enquanto o primeiro precisa ter o campo visual e de manejo adequados, o segundo é o responsável pelo acompanhamento dos sinais vitais e o conforto do paciente — o que auxilia, inclusive, em sua recuperação.
Trata-se da forma como o paciente é disposto na mesa da sala cirúrgica para a realização do procedimento cirúrgico. Já vimos que a posição adequada beneficia os médicos e o paciente. Agora você conhecerá os tipos de posições cirúrgicas.
A posição cirúrgica ideal para o paciente é sempre aquela que permita que:
Os riscos relacionados aos procedimentos cirúrgicos que um paciente pode enfrentar são diminuídos ao estar na posição adequada. Isso acontece devido ao desenvolvimento e aprimoramento das posições facilitando a biodinâmica e a ergonomia do paciente.
A posição cirúrgica ideal facilita o funcionamento do sistema vascular evitando trombose, edemas e outras complicações, daí sua fundamental importância. Além disso, elas permitem uma evolução satisfatória na recuperação do paciente, já que as dores relacionadas à má postura ou ao agravamento de lesões preexistentes são reduzidas.
A seguir, confira os tipos de posições cirúrgicas e quando são usadas!
É o posicionamento mais comum. No entanto, é preciso dar atenção especial ao posicionamento das pernas, para que as articulações dos joelhos não fiquem muito distendidas. A cabeça e a coluna cervical precisam ficar relaxadas. Além disso, deve-se posicionar os braços de forma que sejam evitados danos aos nervos.
É a escolha das cirurgias na coluna. O tórax deve ficar apoiado nos coxins com grande abertura, permitindo a respiração normal e reduzindo a pressão intra-abdominal. A cabeça é posicionada de uma maneira que mantenha a coluna cervical posição neutra. Os joelhos ficarão ligeiramente flexionados e bem acomodados. O uso de travesseiros recortados lateralmente garantem o fácil acesso ao anestesiologista, para uma anestesia segura.
Aqui, o paciente deve permanecer fixado para evitar seu deslocamento. Para o conforto, deve ser utilizado um acolchoamento para pernas e calcanhares. A pessoa pode ficar sobre as articulações motorizadas da mesa, garantindo o acesso ideal à área do tórax ou dos rins.
Neste caso, joelhos e pernas precisam ficar relaxados, ou seja, sem serem distendidos. O dorso e a pederneira devem ser subidos gradualmente, alternando-as. Com o paciente sentado, deve haver nova avaliação visando eliminar pressões que surgiram durante o posicionamento.
Esta é a posição de escolha para cirurgias urológicas e ginecológicas, pois a pélvis fica livre, além de garantir uma maior superfície de suporte para a panturrilha e apoio ao joelho. Além disso, os calcanhares ficam livres, enquanto os pés e os joelhos ficam alinhados ao ombro oposto.
Em cirurgias proctológicas e ginecológicas, após serem anestesiados em posição supina, os pacientes são colocados nesta posição. O tórax é colocado sobre coxins com grande abertura visando a redução da pressão intra-abdominal e não prejudicar a respiração.
Esperamos que o texto tenha explicado adequadamente a importância de acomodar o paciente em uma posição cirúrgica ideal e todas as informações a respeito desse assunto.
Agora, complemente sua leitura com este texto: Entenda como funciona a mesa cirúrgica e como escolher uma.
Existe uma variedade de tipos de filtros usados em hospitais. Eles são utilizados para reduzir o risco de contaminação cruzada entre os pacientes. No decorrer do tratamento, algumas pessoas precisam utilizar a ventilação mecânica e o filtro HME é um dos mais indicados para evitar a transferência de microrganismos patogênicos de uma pessoa para o equipamento e do instrumento hospitalar para outra pessoa.
Os médicos e enfermeiras recebem orientações quanto ao manuseio e uso do material e nos hospitais existem protocolos a ser seguidos. Isso para que todas as pessoas possam receber o melhor tratamento e para que possam melhorar rapidamente. Neste post iremos abordar algumas questões relativas ao filtro HME.
Quer saber mais sobre o uso desse instrumento hospitalar? Continue a sua leitura!
Os Heat and Moisture Exchangers, mas conhecidos como filtros HME são chamados aqui no Brasil de Trocadores de Calor e Umidade. Definidos pela American Society for Testing and Materials, os umidificadores podem ser classificados em três categorias. Entre elas podemos citar:
Uma curiosidade é que os filtros HME podem ser comparados com as vias respiratórias superiores de um humano. Afinal, eles conseguem reter o calor e a umidade e em seguida, dispersá-los aquecendo e umidificando os gases inspirados pelo paciente.
Com a capacidade de umidificar e aquecer o gás inspirado pelo paciente, os HME (trocadores de calor e umidade) são equipamentos instalados entre o conector em “Y” do circuito do ventilador e o tubo endotraqueal. Alguns destes dispositivos possuem barreira que atua como filtro microbiológico.
Algumas contraindicações do uso são para pacientes hipersecretivos, retentores de gás carbônico e para aqueles que possuem franco sangramento no pulmão. Mas, vale ressaltar que este equipamento é muito importante para evitar a infecção cruzada.
Os filtros HME estão disponíveis para venda em empresas especializadas nesses equipamentos. Antes de adquirir os materiais para o seu hospital, faça uma pesquisa de preços e verifique se os itens se encaixam nas normas técnicas. Saiba que a Medicalway é uma empresa especializada e que ela comercializa equipamentos médicos e hospitalares.
Os materiais ofertados pela empresa são indicados para centros cirúrgicos, UTIs, centros de imagem (ultrassom), e o melhor de tudo é que a empresa está presente no mercado há 18 anos. Sem contar que ela importa produtos de ótima qualidade para depois revendê-los aos hospitais e clínicas que necessitam.
Então, agora que você já sabe que o filtro HME é muito utilizado em hospitais e possui a informação de que a Medicalway é uma empresa que oferece esse tipo de material, não deixe de fazer orçamentos dos equipamentos. Você vai se surpreender com o valor e a qualidade dos itens.
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Tanto na medicina clínica quanto na hospitalar, o ultrassom portátil auxilia os médicos a fazer diagnósticos instantâneos. Isso mesmo! Assim, ao invés de fazer um pedido de exame e encaminhar o paciente à sala de ultrassom (no hospital) ou a um laboratório especializado, o que pode demorar dias, o médico faz o exame no mesmo instante em que atende o paciente.
Assim, o resultado — para que o próprio médico solicitante analise os resultados e obtenha as respostas esperadas — fica pronto no momento da consulta. Esse tipo de aparelho já era utilizado por médicos angiologistas, para fazer o ultrassom venoso em busca de problemas como varizes, por exemplo. Agora, ele está sendo utilizado para uma infinidade de diagnósticos. Acompanhe o texto e veja como funciona um ultrassom portátil, seus diferenciais e como adquirir um exemplar!
Trata-se de um equipamento que podemos considerar como sendo “de bolso”, devido ao seu tamanho e facilidade de uso — com imagens mostradas em smartphones e tablets. Dessa forma, os médicos podem utilizá-lo em qualquer lugar (sem a necessidade daquele aparelho enorme que necessita de uma sala própria para ser fixado). Com isso, o médico pode levar consigo aparelho de ultrassom portátil entre os consultório, clínicas e hospitais em que atende, algo que até pouco tempo era impensável.
Para seu funcionamento, o aparelho de ultrassonografia portátil une inteligência artificial, semicondutores e computação em nuvem para analisar as imagens capturadas. Para utilizá-lo, basta ter um aplicativo instalado e, a seguir, conectá-lo ao celular ou tablet. As imagens de alta resolução aparecerão diretamente na tela.
Antes de usar, é recomendável envolvê-lo em plásticos, os quais serão descartados imediatamente após o uso, contribuindo para a higiene e ganho de tempo. Além da facilidade de operar, o ultrassom portátil ainda é prático, rápido e higiênico, já que a consulta completa é feita na mesma sala e num único dia.
Um grande diferencial do ultrassom de bolso é fazer o diagnóstico rápido de sangramento interno (inclusive em salas de cirurgias), desenvolvimento de tumores, entre outros problemas. O dispositivo só requer uma conexão interna para enviar as imagens nas telas de tablets e celulares. Os outros diferenciais complementares são:
Além dos diferenciais citados, que já são grandes vantagens, a seguir, você conferirá os outros benefícios do ultrassom portátil!
O ultrassom portátil permite examinar os pulmões dos pacientes infectados com coronavírus instantâneamente, o que pode decidir a necessidade ou não da intubação. A outra alternativa (tomografia computadorizada) é muito mais cara e mais demorada. Durante o exame, o médico observa a membrana pleura. Se aparecerem linhas horizontais equidistantes (linhas A) o pulmão estará livre de fluidos. Entretanto, se houver acúmulo de líquido no órgão, as linhas verticais dispersas aparecerão (linhas B).
Com o aparelho de ultrassonografia portátil, é possível examinar em qualquer lugar, inclusive no centro cirúrgico, e diagnosticar — em tempo real:
Cabe lembrar, que tudo isso é feito instantaneamente, o que pode salvar a vida de um paciente que necessite de uma cirurgia de emergência. Alguns modelos, podem examinar acessos e bloqueios guiados, músculo esquelético, tireoide, entre outros lugares.
Além das grandes vantagens apresentadas, citamos outras:
Para comprar um ultrassom portátil para o hospital, é necessário que a equipe médica e administrativa avaliem quais os modelos mais adequados à unidade hospitalar, pois existem várias opções. Na Medicalway, por exemplo, são comercializados os ultrassons portáteis da Mindray, cujos modelos podem ser conferidos na página “Ultrassons Mildray“.
E então, gostou de conhecer todas as informações importantes sobre o ultrassom portátil, suas vantagens e como adquirir um para o seu hospital?
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