Experiência do paciente: entenda a importância e como melhorar

A experiência do paciente tem sido debatida de forma recorrente em todas as esferas do cuidado e assistência à saúde — e um dos aspectos mais relevantes tem sido o de compreender as pessoas como seres humanos complexos, com objetivos e vivências particulares.

Dentro desse contexto, fornecer um atendimento humanizado é fundamental, uma vez que impacta não somente a fidelização dos pacientes, mas também a credibilidade construída ao longo do tempo em relação à instituição de saúde. Como consequência, temos um tratamento mais efetivo.

Assim, os hospitais estão investindo e preparando seus profissionais para trabalhar a experiência do paciente de forma cada vez mais constante e não apenas propagá-la como um termo banalizado na área da saúde.

Continue conosco e confira o conteúdo completo que elaboramos quanto à importância da experiência do paciente, bem como dicas para melhorá-la e os resultados que tais atitudes trazem para um atendimento de excelência!

O ambiente hospitalar contribui para a qualidade do atendimento

Não é difícil concordarmos que os pacientes vão ao hospital — na maioria das vezes — devido a condições não tão desejáveis, certo? Seja para realizar um exame específico ou se submeter a algum tipo de procedimento cirúrgico, é comum que sentimentos como preocupação e medo acompanhem as pessoas nessas situações.

Nesse ponto, os gestores devem atentar ao conforto e sensação de aconchego e bem-estar que o ambiente consegue proporcionar. Existem medidas e pontos de atenção ao ambiente que devem ser implantados se o objetivo é impactar positivamente a experiência dessas pessoas. Veja mais a seguir.

Investimento em arquitetura e projetos estruturais

Este é um aspecto bastante relevante, visto que, quando falamos sobre conforto, precisamos lembrar tanto dos pacientes quanto dos familiares e acompanhantes durante os procedimentos e no período de recuperação.

Ambientes que tenham espaços de circulação otimizados, além de jardins ou áreas abertas para espairecer fazem toda a diferença. Além disso, móveis como macas, sofás e cadeiras mais aconchegantes são modificações sutis que deixam esses indivíduos mais satisfeitos.

Higienização

Mesmo que esse assunto seja um tanto quanto óbvio quando tratamos de um local tão crítico como o ambiente hospitalar, é importante que os colaboradores estejam atentos a esse princípio durante todo o tempo.

Qualquer espaço que lida com o cuidado à saúde parte do pressuposto de que os pacientes apresentam um sistema imune mais vulnerável. Levando em consideração essa preocupação, é fundamental que esses ambientes estejam sempre higienizados para que todos os frequentadores se sintam mais seguros e protegidos.

Os equipamentos complementam a experiência do paciente

É fato que descansar pode ser particularmente difícil no hospital. Além de o ambiente não ser conhecido, certos barulhos e ruídos que acontecem durante o dia e a noite podem ser um tanto quanto desconfortáveis.

Além disso, a necessidade de realizar procedimentos de rotina, como coleta de sangue, aferição de pressão arterial e outros exames, tem o potencial de afetar consideravelmente os padrões de sono e descanso. Por isso, procurar por equipamentos e instrumentos hospitalares que tenham soluções integradas desenvolvidas com foco na experiência do paciente pode ser o diferencial do seu hospital.

Monitores médicos mais precisos, assim como alarmes e ruídos inteligentes devem ser priorizados. Ademais, as inovações tecnológicas em saúde vêm permitindo que cada vez mais dispositivos tenham notificações baseadas em evidências contextuais, o que reduz alarmes desnecessários e proporciona um ambiente mais tranquilo para o descanso.

A personalização do atendimento finaliza o cuidado à saúde

Nós mencionamos no início deste artigo a importância do atendimento humanizado, que nada mais é do que unificar as habilidades técnicas e conhecimentos científicos a um tratamento mais humano, junto à compreensão e à empatia que essa relação exige.

Essa prática vem gerando resultados bastante positivos: além da fidelização ser otimizada, os tratamentos se tornam mais efetivos, uma vez que os pacientes confiam mais nos profissionais da saúde. Veja, a seguir, os principais fatores que integram o atendimento humanizado:

  • Tempo de espera: além de buscar reduzir o tempo de espera e aumentar a disponibilidade de profissionais, é importante que a estética e a arquitetura de recepções e salas de espera impactem positivamente a experiência do usuário;
  • Dúvidas sanadas com cordialidade: não adianta utilizar equipamentos de última geração se o paciente não entende para que os procedimentos são realizados. Nesse contexto, é imprescindível que a equipe saiba sanar dúvidas e reduzir inseguranças com empatia;
  • Opinião do paciente sobre a experiência: as estratégias do atendimento hospitalar podem ser guiadas a partir de feedbacks coletados frequentemente. Questões como habilidade técnica do atendimento, tempo de espera e qualidade dos equipamentos e materiais são ótimos indicadores.

Exemplo de personalização do atendimento hospitalar

Quando falamos em atendimento personalizado, um exemplo interessante pode ser observado pelo hospital Marcelino Champagnat, uma instituição de Curitiba que desenvolve estratégias baseadas no modelo Planetree, metodologia que foca o cuidado centrado na experiência do paciente.

O hospital curitibano começou a implementar medidas especiais nesses quesitos, sendo que uma delas foi deixar livres os horários de visita e autorizar a presença de todos os familiares ou entes queridos durante o período de internação.

Tais ações podem parecer um tanto quanto ousadas para outras instituições, mas o fato é que pensar em revolucionar a experiência do paciente gera maior envolvimento dessas pessoas com sua saúde e tratamento e, consequentemente, mais sucesso e lucratividade para o hospital.

Por fim, é importante ressaltar que muitos gestores pensam que determinadas mudanças dentro do hospital parecem difíceis ou até impossíveis de serem implementadas, mas afirmamos que elas são mais fáceis do que se imagina. As ações podem começar da maneira mais simples, coletando informações sobre as preferências e as demandas dos colaboradores e pacientes por meio de uma pesquisa de satisfação, por exemplo.

A partir daí, é possível planejar, propor e colocar em prática as melhorias que ambos os públicos identificam como necessárias, desenvolvendo estratégias que estruturem processos específicos dentro do hospital. Dessa forma, os colaboradores se tornam mais engajados e capacitados, sendo possível implantar métodos inovadores para otimizar a experiência do paciente.

Viu como a experiência do paciente é um fator fundamental e relevante dentro do ambiente hospitalar? Agora que você já sabe como começar a implementar um atendimento de excelência, aprofunde seus conhecimentos sobre a importância do Atendimento Humanizado no cuidado à saúde!

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    Preservação de equipamentos hospitalares: 7 cuidados essenciais

    Para que um hospital ofereça serviços de qualidade é fundamental — além de contar com uma equipe de saúde competente — que todos os aparelhos estejam nas melhores condições. Afinal, o trabalho desse setor envolve a saúde das pessoas. Dessa maneira, um ponto que merece atenção para uma boa gestão é a preservação dos equipamentos hospitalares.

    O maquinário de um hospital conta com tecnologia avançada, por isso apresenta peças delicadas, como chips e outros componentes, que precisam de atenção constante para evitar problemas. Dessa forma, garantir os cuidados necessários aos equipamentos aumentará a vida útil desses aparelhos, garantindo um atendimento completo ao paciente.

    Quer conhecer os 7 principais cuidados para a preservação de equipamentos hospitalares? Acompanhe este post!

    1. Transporte adequado

    Se você se preocupa com a preservação de equipamentos hospitalares, deve tomar cuidado no transporte do maquinário pela unidade de saúde. É importante avaliar o melhor trajeto para essas peças, bem como a inclinação e a textura do piso, a altura de portas e a largura de corredores por onde ele passará.

    Ao transportar o equipamento de modo inadequado, há o risco de danificar algum componente, o que pode significar um custo mais elevado de manutenção. A nossa dica é fazer movimentações somente quando necessário e escolher horários com menor fluxo de funcionários e pacientes para evitar qualquer imprevisto.

    2. Manuseio correto

    Operar o equipamento de forma correta também é muito importante para evitar qualquer dano, além de ser essencial para aumentar a vida útil dos aparelhos. Desse modo, certifique-se que a equipe de técnicos possui capacitação específica para manusear o aparelho e sabe identificar qualquer falha de funcionamento.

    Ao fazer isso, você garante que a manutenção dos equipamentos será feita o quanto antes, evitando a paralisação dos serviços do hospital. Profissionais treinados também são essenciais quando se trata da segurança do paciente no momento da realização de um exame, por exemplo.

    3. Condições adequadas de funcionamento

    Para adquirir um equipamento hospitalar é feito um investimento alto, já que se trata de tecnologia de ponta para auxiliar em tratamentos e diagnósticos de saúde. No entanto, o gestor pode pôr tudo a perder se não levar em conta a estrutura do local onde ficará esse aparelho.

    Cada máquina tem uma necessidade específica. Por isso, em primeiro lugar, consulte as especificações do manual. Em caso de dúvida, não hesite em entrar em contato com o fornecedor.

    É importante planejar todos os detalhes relativos às condições ambientais — como temperatura, umidade, fluxo de ar e luminosidade adequada. Assim, você garante um bom desempenho dos equipamentos, evita manutenções desnecessárias e faz valer o investimento realizado.

    4. Higienização em dia

    A higienização também é fundamental para a preservação dos equipamentos hospitalares. Além disso, esse também é um cuidado necessário para a segurança dos pacientes e dos profissionais que operam os aparelhos.

    Por isso, é importante fazer a sua descontaminação de forma periódica. Essa descontaminação consiste em limpeza, desinfecção e esterilização. Acompanhe os detalhes de cada etapa:

    • limpeza: é importante seguir as instruções do fabricante. Porém, de modo geral, usa água e sabão neutro para a remoção das sujeiras nas superfícies externas do aparelho;
    • desinfecção: consiste no uso de produtos específicos para a eliminação de microrganismos que podem causar alguma forma de contaminação;
    • esterilização: é a descontaminação mais completa, capaz de eliminar, inclusive, os esporos bacterianos (que são mais resistentes). Assim, garante o uso seguro do equipamento hospitalar.

    4. Calibração periódica

    A calibração é a análise do desempenho do equipamento hospitalar — com a coleta de dados que serão comparados a uma unidade de medição padrão, por isso deve ser realizada de forma periódica. É importante que todas as informações coletadas sejam registradas.

    Trata-se, na verdade, de um teste para garantir que o aparelho funcione de acordo com as especificações de fábrica e siga as regulamentações e normas vigentes.

    Ao adotar esse procedimento, você consegue fazer os ajustes necessários nos aparelhos, impedindo que eles apresentem falhas ou tenham o seu funcionamento interrompido — afetando de forma negativa toda a rotina hospitalar.

    A calibração, dependendo do aparelho, pode ser realizada pelos técnicos do próprio hospital, pelo suporte do fornecedor ou pelo laboratório certificado para esse fim.

    5. Manutenção preventiva

    Para que você consiga antecipar o surgimento de qualquer falha nos aparelhos é essencial ter um cronograma com as manutenções preventivas que precisa fazer. Podemos comparar essas manutenções com as revisões feitas nos automóveis.

    O serviço de engenharia do hospital deve fazer essa checagem cumprindo um roteiro para avaliar todos os componentes do maquinário, com o objetivo de analisar produtividade, desempenho e segurança. O procedimento também avalia as condições ambientais, que devem ser adequadas para evitar qualquer dano futuro aos equipamentos.

    É preciso destacar também que esse serviço pode ser contratado juntamente com a compra do equipamento, ou seja, com o próprio fornecedor. Assim, além de conseguir uma melhor negociação, o hospital não precisa arcar com os custos de ter uma equipe própria para isso e tem a certeza de que a manutenção será realizada por especialistas — que receberam treinamento diretamente do fabricante.

    Agora você entende por que é importante ter um planejamento para as manutenções preventivas, não é mesmo? Ao fazer isso, a prática não atrapalhará a rotina de atendimento e os pacientes.

    6. Manutenção corretiva

    Todos os cuidados para a preservação de equipamentos médicos que elencamos acima têm o objetivo de reduzir a ocorrência de manutenção corretiva — feita quando existe alguma falha ou algum problema já instalado. Nesse caso, são realizados os reparos necessários para que o equipamento volte a funcionar normalmente.

    É claro que chega um momento em que será necessária a substituição do aparelho, assim como acontece com as tecnologias de qualquer segmento. No entanto, é necessário que haja um planejamento de ações para prolongar o tempo de uso dessas máquinas.

    Com essa prática, o gestor passa a ter uma previsão de quando deverá fazer esse tipo de troca. Assim, é possível ter um controle de gastos de curto, médio e longo prazo — o que colabora para o equilíbrio financeiro da instituição.

    Os cuidados com a preservação de equipamentos hospitalares garantem que eles funcionarão de forma adequada e por mais tempo. Uma dica é ter atenção desde a aquisição desse maquinário, verificando a reputação do fornecedor para que você compre um produto em boas condições e que atenda às regulamentações.

    Gostou das nossas dicas para prolongar a vida útil dos equipamentos? Quer mais informações sobre boas práticas para a gestão hospitalar? Confira outro post sobre os benefícios de automação de processos em estabelecimentos de saúde!

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    Calibração de equipamentos médico-hospitalares: a importância dos analisadores e simuladores

    A calibração de equipamentos médico-hospitalares é uma prática imprescindível dentro das instituições de saúde e promove a confiabilidade das medidas analisadas em procedimentos, diagnósticos, tratamentos e acompanhamento de pacientes.

    E, para realizar uma calibração de qualidade, os simuladores e analisadores são fundamentais. Essas ferramentas permitem que os aparelhos sejam calibrados com muito mais segurança, credibilidade e precisão no desempenho.

    Se você deseja aprofundar seus conhecimentos sobre a prática da calibração, continue lendo este artigo. Elencamos os principais pontos pelos quais os analisadores e simuladores têm se tornado fundamentais no desempenho e segurança de equipamentos.

    Qual é a importância da calibração?

    Independentemente do setor — industrial, automobilístico ou médico —, a calibração é um item bastante relevante e vem se mostrando cada vez mais desenvolvida no Brasil.

    Assim, os hospitais e clínicas brasileiras estão se conscientizando gradualmente da necessidade de realizar essa prática com uma frequência adequada para garantir que os equipamentos médico-hospitalares apresentem a performance para a qual foram construídos.

    A diferença entre calibração e ajuste

    Antes de adentrarmos nos conceitos e características da técnica, é importante entender a diferença entre calibração e ajuste, uma vez que muitas pessoas da área técnica confundem os dois conceitos.

    O ajuste de um equipamento é feito, por exemplo, quando os profissionais realizam alguma intervenção via software ou hardware e ajustam a grandeza de determinado equipamento. Ou seja, essa operação é corretiva e tem o objetivo de fazer com que o desempenho do aparelho seja compatível com suas características de uso.

    Já a calibração configura a melhor maneira de avaliar o funcionamento dos equipamentos periodicamente. Em outras palavras, a calibração de equipamentos médico-hospitalares tem o objetivo de comparar as leituras sob teste com os valores gerados por um padrão que, no caso, é a referência.

    A partir disso, é possível gerar um laudo com os dados captados junto aos estudos que envolvam conhecimentos em metrologia para então demonstrar qual é o desvio padrão da medida que está sendo realizada.

    O hospital consegue, então, comparar esse laudo e analisar se os resultados atendem às especificações do sistema de qualidade interno.

    Compreendeu os conceitos e percebeu a relação entre eles? Os dois conceitos são distintos e desempenham operações com objetivos diferentes, entretanto, são dependentes. O ajuste somente pode ser realizado depois de um procedimento de calibração.

    A calibração deve ser realizada por qual profissional?

    Para manter a tarefa de geração de certificados de calibração centralizada, o ideal é que profissionais especializados — sejam eles técnicos ou engenheiros —, que tenham expertise em metrologia e estejam atualizados quanto às tecnologias da área da saúde desempenhem essa função.

    Veja os principais requisitos que o profissional deve ter:

    • conhecimento do mecanismo e características do equipamento que será testado para identificação de quaisquer níveis de alteração;
    • expertise em metrologia: assim que a calibração é executada, um laudo é gerado e ele deve ter informações completas como cálculo de erro e incertezas de medição para sustentar a avaliação de uso (ou não) do equipamento.

    Quais ferramentas e técnicas de calibração devem estar à disposição?

    Para que a empresa que presta esse tipo de serviço apresente resultados consistentes, é fundamental que ela tenha procedimentos padronizados. Dessa forma, é possível garantir que, independentemente do técnico ou engenheiro que realizar a calibração, a qualidade do trabalho será garantida.

    Nesse contexto, quando os profissionais estão munidos de ferramentas como analisadores e simuladores de qualidade e precisão, a garantia de que o ensaio terá êxito é muito mais significativa.

    Por que é importante utilizar analisadores e simuladores?

    Suponha que você esteja analisando uma bomba de infusão em que podemos ajustar a velocidade e quantidade de infusão do medicamento administrado. Quando o médico faz a prescrição, ele almeja obter resultados, certo?

    No entanto, se o medicamento for infundido indevidamente, ele não terá o resultado esperado e a terapia será ineficaz. Então, o médico ainda pode tomar decisões equivocadas e causar danos ao paciente.

    Por isso o uso de analisadores e simuladores se faz tão importante. Eles garantem o funcionamento ideal dos equipamentos e impedem que consequências graves ocorram, como no caso de uma infusão errada ou falhas em equipamentos de suporte à vida.

    Quais as principais características de analisadores e simuladores e como escolhê-los corretamente?

    O principal objetivo é, sem dúvidas, ter um equipamento robusto e confiável. E, para serem confiáveis, os analisadores e simuladores devem ser muito mais precisos do que os equipamentos médico-hospitalares.

    Afinal, essas ferramentas são utilizadas como referência. Se, por exemplo, um analisador é menos preciso do que um aparelho médico, não faz sentido realizar um ensaio de calibração. Devido a esses fatores, a qualidade das ferramentas também é um fator crucial.

    Além disso, o equipamento deve ser robusto, pois não se faz apenas uma medida de grandeza. Pelo contrário, ela é repetida algumas vezes para checar se existe repetibilidade e o fornecimento de análises e simulações iguais.

    É necessário, inclusive, ter um cuidado especial com o equipamento. Para fazer o procedimento de calibração adequado, ele deve ser enviado para um órgão, instituto ou empresa que seja certificada pelo Inmetro. Dessa forma, o hospital consegue acompanhar a rastreabilidade do analisador e simulador que serão utilizados, garantindo mais segurança para o hospital e os pacientes.

    Podemos observar que a calibração de equipamentos médico-hospitalares por uma equipe técnica qualificada tem o potencial de ir em direção contrária às falhas e erros de procedimentos nas instituições de saúde.

    É muito importante que os profissionais que cuidam da manutenção preventiva dos hospitais busquem participar ativamente de eventos e congressos de engenharia clínica, almejando atualizações contínuas na área sobre as normas e utilização adequada dos equipamentos.

    Isso reflete diretamente na prestação de serviços. Ou seja, o gestor consegue compreender mais profundamente sobre o assunto e cobrar o fornecimento de laudos completos e robustos da empresa que realiza a calibração de equipamentos médico-hospitalares.

    Viu como é importante escolher analisadores e simuladores corretamente? Além de optar por uma empresa que disponibilize tecnologias de excelência, o acompanhamento pós-venda e suporte técnico fazem toda a diferença. Entre em contato conosco e saiba mais sobre nossas condições e serviços!

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    7 boas práticas para melhorar a gestão financeira do hospital

    Quando falamos sobre instituições de saúde, a gestão financeira é um ponto delicado. Tão importante quando prestar uma assistência de qualidade aos pacientes é cuidar da saúde das finanças, uma vez que esses pontos são diretamente interligados.

    A gestão financeira de hospital apresenta peculiaridades complexas em toda a cadeia de custos, sendo que pontos como fluxo de caixa e folha de pagamento dos serviços de saúde requerem muita atenção dos gestores.

    Qualquer tomada de decisão tem o potencial de interferir na qualidade do serviço prestado pelo hospital e eles precisam estar em perfeito funcionamento. Foi pensando nisso que desenvolvemos este artigo.

    Se você também se preocupa com a complexidade da gestão hospitalar e gostaria de se tornar um expert no assunto, continue conosco e fique por dentro de 7 dicas práticas a serem implementadas na sua instituição de modo efetivo. Boa leitura!

    1. Mapeie os custos do hospital

    Considerando que os custos dos hospitais variam entre diretos e indiretos, é fundamental identificá-los e classificá-los de modo a organizar todas as informações em relatórios padronizados do setor financeiro.

    Os custos diretos estão diretamente relacionados aos produtos e serviços hospitalares, que são proporcionais à quantidade consumida no hospital. É o caso, por exemplo, do fornecimento de medicamentos.

    Já os custos indiretos não dependem diretamente do serviço hospitalar prestado e podem ser representados por investimentos que contribuem para que o atendimento aconteça. Custos dos setores de administração, comercial, finanças e nutrição ou até mesmo a energia elétrica para executar determinada cirurgia representam custos indiretos.

    Dessa maneira, é possível obter uma previsibilidade financeira muito mais segura, além de agregar os diversos tipos de custo às despesas operacionais para que os serviços de saúde sejam precificados adequadamente quando fornecidos ao mercado.

    2. Controle o fluxo de caixa

    Um fluxo de caixa bem controlado diz tudo sobre a gestão financeira de hospital. Cuidados especiais são necessários em instituições de saúde em relação à entrada e saída de dinheiro, que devem ser especificados por categorias e valores.

    É o caso, por exemplo, de eventos operacionais que impactam o fluxo de caixa. A aquisição de novos equipamentos ou planos de expansão da equipe clínica devem ser antecipados e minimamente controlados para que a gestão financeira seja efetiva.

    3. Atente à folha de pagamento

    A terceira dica diz respeito ao controle da folha de pagamento, outro ponto relativamente peculiar quando abordamos a gestão financeira de hospital.

    Nessas instituições, a equipe de prestação de serviço varia significativamente, abrangendo desde colaboradores, que requerem controle dos encargos trabalhistas até a contratação de profissionais, como pessoas jurídicas, o que exige outro tipo de acompanhamento.

    Além disso, os benefícios fiscais podem ser aproveitados quando não há atrasos no pagamento de tributos, o que torna ainda mais importante o acompanhamento da folha de pagamento e custos como 13º salário, INSS, FGTS e férias.

    4. Negocie prazos de pagamento com os fornecedores

    Não adianta: todas as dicas que separamos para este artigo requerem atenção especial no âmbito hospitalar — e a negociação de prazos de pagamentos com os fornecedores não é diferente.

    Afinal, problemas na compra ou aquisição de equipamentos, aparelhos e insumos hospitalares interferem na qualidade do serviço de saúde, e o setor financeiro deve estar atento a qualquer necessidade de renegociação.

    É comum que ocorram, por exemplo, atrasos de pagamento por parte da operadora de saúde. Nesse contexto, é muito importante ter jogo de cintura para lidar com imprevistos, remanejando o planejamento em tempo hábil e evitando falhas na infraestrutura hospitalar.

    5. Controle a inadimplência

    Já que explicamos a importância de atentar ao prazo de pagamentos dos fornecedores, outro ponto fundamental é acompanhar e avaliar o risco de inadimplência, definindo se vale a pena ou não continuar lidando com a cadeia de operadoras do hospital.

    Nesse cenário, é interessante gerenciar o índice de inadimplência fazendo um cadastro com uma completa avaliação das operadoras para mapear possíveis atrasos de pagamento e reduzir a inadimplência.

    6. Faça análises periódicas dos resultados

    Uma das melhores formas de otimizar a previsibilidade da gestão financeira de hospital é fazer análises periódicas dos resultados. O que isso significa? Basicamente, analisar o desempenho e eficiência do gerenciamento de finanças principalmente a partir de indicadores.

    Desse modo, é possível mensurar em que contexto a instituição de saúde está inserida, além de estimar com mais precisão o futuro do financeiro e organizacional do hospital para períodos determinados.

    O ideal é que cada instituição estabeleça seus indicadores econômico-financeiros de acordo com o porte e operação. Os relatórios contábeis também são excelentes ferramentas para auxiliar na análise de resultados periodicamente, bem como na identificação de possíveis necessidades de aprimoramento das práticas gerenciais.

    7. Utilize sistemas de gestão financeira

    Conduzir a operação financeira de um empreendimento na área hospitalar é um grande desafio. Para tanto, a tecnologia e informatização podem ser excelentes aliadas em todos os pontos explanados anteriormente. A partir da adoção de sistemas de gestão financeira, é possível:

    • gerar relatórios financeiros em tempo hábil;
    • organizar os custos hospitalares e controlar o fluxo de caixa;
    • realizar o cálculo automático de indicadores financeiros;
    • automatizar e integrar os faturamentos do hospital com as respectivas operadoras.

    É fato que a variabilidade dos serviços fornecidos em hospitais envolve aspectos importantes, como o emprego de alta tecnologia, cirurgias, alimentação, suprimento de farmácia, dentre outros, o que torna a administração e gerenciamento desse tipo de organização extremamente complexa.

    É imprescindível, portanto, que o planejamento da gestão financeira de hospital seja impecável. O trabalho dos colaboradores do setor deve estar alinhado com o propósito da instituição, considerando a importância de manejar todas as movimentações financeiras a fim de auxiliar no uso racional dos recursos e evitar os desperdícios.

    O que você achou deste conteúdo? Conseguiu compreender como uma boa gestão financeira de hospital pode fazer toda a diferença na previsibilidade da instituição? Comece adotando algumas dessas práticas e veja como o processo se torna mais fluido e eficaz no dia a dia.

    Se quiser aprofundar ainda mais seus conhecimentos, leia nosso artigo sobre como acertar na escolha de fornecedores de equipamentos médicos!

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