A manutenção preventiva de equipamentos médicos é um procedimento essencial tanto para profissionais quanto para as pessoas atendidas. Afinal, todos os aparelhos utilizados numa instituição de cuidado sofrem desgastes com o uso e o passar do tempo, sendo fundamental revisá-los para evitar problemas durante a utilização.
Em meio à pandemia de coronavírus, os hospitais têm se deparado com uma intensa demanda pela terapia intensiva. Logo, é ainda mais importante estar preparado para o acolhimento desse público.
Pensando nisso, preparamos este post com informações práticas sobre a importância das manutenções preventivas. Quer aprender mais sobre o assunto? Continue acompanhando e entenda!
A primeira etapa dessa manutenção é o inventário, em que são reunidas informações sobre o número de patrimônio, os dados do fabricante, a modalidade da revisão e outros dados sistemáticos. Em seguida, o dispositivo passa pela inspeção e higienização — é quando alguns recebem lubrificação e outros são calibrados. Todos os procedimentos são definidos de acordo com as especificidades de cada item.
De fato, esse é um procedimento essencial para que o hospital ofereça o atendimento adequado. Dispositivos que não passam por revisão podem sofrer danos e paradas inesperados ou funcionar de forma incoerente, gerando sérias consequências para o paciente.
Os aparelhos de unidade de terapia intensiva, por exemplo, são cruciais para suplementar funções vitais em falha — logo, um dano neles pode resultar em falecimento.
É importante ter em mente que, hoje, a eficiência do cuidado caminha lado a lado a tecnologias de alto desempenho, o que só se consegue manter com revisões periódicas e planejadas.
A manutenção preventiva de equipamentos médicos garante um melhor fluxo operacional no hospital, para que os profissionais de saúde realizem seu trabalho com tranquilidade e as pessoas atendidas mantenham-se em segurança. Assim, é possível evitar riscos aos pacientes e garantir melhores resultados nos tratamentos e atendimentos.
Esse processo, no entanto, deve ser gerenciado de forma adequada para que as tecnologias apresentem bom desempenho e equívocos sejam evitados. Além disso, as manutenções preventivas são exigências das entidades estatais. Estar em alinhamento com essas normas garante credibilidade para a instituição, e mostra que ela coloca o cuidado integral e a saúde de seus pacientes em primeiro lugar.
A pandemia a do coronavírus trouxe, realmente, diversos desafios para os hospitais, demandando múltiplos esforços para o tratamento dos pacientes. Vejamos, então, quais são os impactos negativos de não ter um programa de manutenção preventiva nesse cenário.
Uma máquina que não está operando bem pode falhar durante o uso, demandando a paralisação do atendimento e uma série de ações remediadoras. Porém, alguns problemas de saúde precisam de intervenção rápida — o coronavírus, por exemplo, dificulta a respiração, ocasionando em sérios riscos para o paciente.
Essa paralisação não programada de serviço de saúde pode gerar agravamentos e até mesmo óbitos, por falha na gestão hospitalar. Sem dúvida, isso compromete a imagem da instituição e a expõe a problemas jurídicos.
Médicos e profissionais de saúde precisam trabalhar com confiança nos maquinários hospitalares utilizados. Isso significa que todo aparelho tem que estar preparado para funcionar com prontidão quando for necessário.
Se algum estiver sem manutenção, a equipe não terá o nível de segurança adequado para a efetivação dos procedimentos. E, caso o equipamento falhe ou funcione de forma equivocada, a segurança da equipe e o bem-estar do paciente ficam ameaçados.
Conforme mencionamos, as limpezas também são essenciais na manutenção — principalmente nessa pandemia de COVID-19, em que o risco de contaminação é muito grande. Se o dispositivo não passa por manutenção periódica e higienização, o hospital pode oferecer sérios riscos para as pessoas atendidas, aumentando as contaminações e dificultando a melhora do quadro.
Todo equipamento tem um tempo de vida útil, que é estabelecido pelo fabricante, e precisa ser revisado periodicamente. Em alguns casos, há necessidade de lubrificação e de substituição de peças, por exemplo.
Caso não passe pelas manutenções necessárias, em algum momento o maquinário pode falhar. Como consequência, o hospital acaba sofrendo uma redução da sua capacidade de atendimento. E, em tempos de coronavírus, ter menos tecnologias disponíveis para tratamento pode ser extremamente prejudicial, já que há um número crescente de pessoas necessitando de terapia intensiva.
A falta de manutenção preventiva também pode fazer o equipamento médico apresentar medidas pouco precisas, ou seja, com um grau maior de variação de resultados. Isso diminui a eficiência das operações, como um todo, e pode trazer riscos para as análises dos profissionais de saúde.
O coronavírus provoca vários sintomas que podem levar o paciente a um estado crítico. Com isso, o uso de aparelhos para suporte às funções vitais passa a ser essencial para a recuperação. Porém, se não passar pela manutenção necessária, o maquinário pode ficar indisponível — o que é muito perigoso em casos de demanda por serviços de terapia intensiva.
Como dissemos, para que todos os outros profissionais do hospital trabalhem bem, é essencial que possam contar com aparelhos funcionais e prontos para o uso. Sem a manutenção preventiva, portanto, a equipe não terá o suporte adequado para a prestação de serviços em saúde. Isso pode até gerar um aumento da rotatividade, já que os colaboradores vão procurar instituições mais capazes de fornecer recursos para o seu trabalho.
Vale dizer, por fim, que essa manutenção precisa ser realizada de forma regular e por profissionais habilitados. Sua periodicidade deve ser delimitada a partir das orientações do fabricante, da análise do grau de utilização e da avaliação de risco. Também é essencial que haja um registo sistematizado das revisões e aquisições desses aparelhos, para garantir que estejam sempre operando de forma funcional quando necessários.
Fica claro, portanto, que a preventiva de equipamentos médicos contribui para uma maior efetividade dos atendimentos, de forma que o estabelecimento tenha condições de oferecer assistência sólida e suporte à vida aos pacientes. Especialmente neste momento de crise em que estamos vivendo.
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O workflow é um termo que, traduzido, significa “fluxo de trabalho”. Seu conceito principal é melhorar a organização do fluxo de informações de uma instituição por meio da automatização de processos.
Essa automatização constitui em uma série de etapas e regras estabelecidas que buscam a sincronização das atividades de departamentos para melhorar os processos internos e facilitar e o fluxo de informações.
Na área hospitalar, o fluxo de informações é dinâmico e necessita de agilidade e atenção. Essas informações envolvem processos organizacionais complexos, como: fichas de pacientes, agendamento de consultas e cirurgias, repasse de atividades, entre outros. Geralmente, esse conteúdo é armazenado em um considerável volume de papéis. Por isso, faz-se necessário o uso de ferramentas adequadas para evitar e perda de informações e desorganização das atividades internas.
Por esta razão, o workflow é uma ferramenta essencial para manter as atividades e informações organizadas de uma forma segura, ágil e eficiente.
O workflow atua no controle e automatização de processos. Ou seja, é realizado o gerenciamento das atividades internas, visando a sincronia de informações e aumento da produtividade dos colaboradores.
A abordagem utilizada é baseada na arquitetura cliente-servidor. Essa arquitetura é uma tecnologia que utiliza sistemas da computação para manutenção de informações (servidor) para responder o cliente quando há um pedido, diretamente em seu e-mail, por exemplo.
Ou seja, o método do workflow atua diretamente com a tecnologia para facilitar o fluxo de informações, tanto interna quanto externa.
Essa tecnologia permite alocar e maximizar os recursos para melhorar os serviços de saúde de forma prática e eficiente. Como exemplo:
Com a automatização dos processos, os atendimentos passam a ser mais controlados e segmentados, tornando a atividade do colaborador mais eficiente. O workflow no atendimento ajuda o colaborador a visualizar a resolução de problemas, otimizando o tempo.
Com o controle das atividades, o workflow melhora a organização e distribuição das funções dos colaboradores como um todo. A sincronia e fluxo das informações passam a ser mais dinâmicos, tornando cada atividade mais clara e responsiva àquela pessoa ou departamento.
O workflow auxilia no agendamento de consultas e outros atendimentos médico, como: cirurgias e internamentos pelo meio online. A gestão da agenda é mais otimizada, organizada e segura, já que as informações são armazenadas em sistemas computacionais.
Analisar as despesas e corte de gastos é uma tarefa complexa para ser realizada manualmente. Com o workflow é possível visualizar e ter uma gestão financeira mais eficaz. Nesse método é mais fácil identificar os locais em que há maior necessidade de análise, corte e aumento de investimento.
O workflow utiliza da tecnologia de sistemas de computação para auxiliar nos processos internos. Com isso, quando surge a necessidade de tomar alguma decisão urgente, o colaborador consegue visualizar qual é a melhor ação a tomar.
Existem diversas etapas para encaminhar e aprovar o paciente a alguma cirurgia. Geralmente, quando o processo não está bem alinhado podem surgir alguns problemas, como: erros de documentação ou agendamentos equivocados. Com o workflow automatizado, o repasse das informações é validado e efetuado somente se elas estiverem completas.
Os benefícios que o workflow traz para hospitais e clínicas são essenciais para quem deseja melhorar o fluxo de atividades internas. Por meio da automatização, as atividades se tornam menos complicadas para o colaborador. Por isso, a tecnologia é uma aliada, sendo o pilar para que todas as atividades sejam otimizadas.
A Medicalway é referência na comercialização de equipamentos modernos e tecnológicos aos hospitais e clínicas médicas. Acompanhe a nosso blog e a página do Facebook para saber mais sobre o nosso trabalho!
Ter uma boa gestão é essencial para alcançar o sucesso de qualquer ramo de negócios. A gestão é responsável por organizar e alinhar as operações para que cada colaborador esteja sintonizado com os objetivos da organização. Por isso, é necessário implementar novas ferramentas e trabalhar em mudanças estratégicas. Na área da saúde, a gestão hospitalar é responsável direta pela segurança dos pacientes e por salvar vidas.
Um hospital que esteja com muitas filas, falta de organização na marcação de consultas ou com excesso de reclamações no atendimento, por exemplo, deve procurar maneiras de otimizar os processos da gestão rapidamente. Para isso, uma das ferramentas mais utilizadas na aplicabilidade de novas estratégias é a Metodologia dos 5S.
Criada pelo químico e Dr. Kaoru Ishikawa, de origem japonesa, os 5S têm como objetivo instruir os colaboradores sobre a importância da organização e novos hábitos, limpar o ambiente, evitar desperdícios, aumentar a produtividade e otimizar o tempo padronizando processos.
Tudo isso baseado em 5 princípios representados pela palavra japonesa: seiri, que pode ser traduzida como “senso“. Confira:
Nesse caso, o seiri estabelece que é essencial separar o necessário do desnecessário e descartar o que for inútil àquele espaço. Visando maior aproveitamento do ambiente e organização dos materiais.
Após realizar a separação dos materiais e descartar o que for inútil, é necessário colocar as coisas em seus devidos lugares e classificar os objetos para manter a organização e otimizar o tempo para quem for buscar algo.
É a limpeza regular do ambiente. Essa etapa é uma das mais importantes no processo, pois um ambiente que esteja devidamente limpo causa conforto e motivação nos colaboradores.
Essa é a etapa em que se padroniza as etapas anteriores, ou seja, normaliza e impõe rotinas aos colaboradores em relação a limpeza, organização e utilização do ambiente.
Nesse último passo, a ideia é fazer os colaboradores criarem a autodisciplina para que as etapas anteriores virem um hábito e passem a ser o “estilo de vida” do hospital. É a etapa que vai manter rodando todos os processos anteriores.
Para que os 5S da gestão hospitalar sejam implantados corretamente, é necessário fazer um bom planejamento, que deve incluir os seguintes procedimentos:
A metodologia 5S, além de melhorar a gestão, facilita e agiliza o atendimento aos pacientes, o que é imprescindível na área hospitalar. Por isso, além do planejamento, é importante que a equipe esteja determinada em aplicar e manter novos hábitos.
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Indispensáveis em qualquer centro médico, desde clínicas a hospitais, os equipamentos hospitalares são essenciais para a saúde dos pacientes. No combate para salvar vidas, eles auxiliam os profissionais da saúde para oferecer diagnósticos e tratamentos com maior precisão em todo o processo médico – da sala de emergência à mesa de cirurgia.
E como esses equipamentos são tão importantes para manter vidas, é preciso tomar o maior cuidado possível com a manutenção deles e, principalmente, com a aquisição e instalação.
Dessa forma, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), criou um manual para boas práticas e cuidados de equipamentos hospitalares, que tem como função principal garantir a segurança tanto dos colaboradores e profissionais da saúde, quanto dos pacientes.
O manual de Boas Práticas de Aquisição de Equipamentos Médico-Hospitalares, visa oferecer procedimentos seguros para aquisição de equipamentos hospitalares para instituições de saúde públicas e privadas, que utilizem o processo de licitação, mas segundo o próprio documento, é possível adaptar para demais instituições de saúde.
Então se você busca orientações para como realizar o correto procedimento de recebimento de equipamentos hospitalares, este trecho da Parte B, sobre procedimentos operacionais da instituição, irá te ajudar:
Procedimentos de Recebimento e Aceitação.
a) Inspeção de recebimento. Técnica designada para recebimento do equipamento. A equipe deverá realizar uma inspeção visual do equipamento entregue pelo fornecedor, para assegurar que:
- 1. O equipamento corresponde àquele especificado no edital.
- 2. O equipamento está completo, com todos acessórios e documentação técnica especificados no edital.
- 3. Não existem partes do equipamento e seus acessórios danificados. E
- 4. O equipamento está compatível com os requisitos de pré-instalação aprovados pelo fornecedor.
b) Formalização do recebimento. A equipe técnica comunicará à unidade competente da instituição, o recebimento formal do equipamento, para a adoção das providências necessárias ao cumprimento das condições e prazos previstos no contrato firmado entre o fornecedor e a instituição.
c) Identificação do equipamento. Após seu recebimento formal, o equipamento deve receber um código de identificação apropriado, a fim de incluí-lo no patrimônio e no sistema de gerência e manutenção da instituição.
d) Formalização da aceitação. A equipe técnica comunicará à unidade competente da instituição, o aceite final do equipamento, para adoção das providências necessárias ao cumprimento das condições e prazos previstos no contrato firmado entre o fornecedor e a instituição.
Mais a frente do mesmo documento, a Anvisa também fala sobre a instalação dos equipamentos. E segundo ela, “a instalação do equipamento médico-hospitalar deve ser realizada pelo fornecedor ou seu representante autorizado, devendo ser iniciada exclusivamente após seu recebimento formal e aprovação dos requisitos de pré-instalação.” Após isso, o fornecedor, ou representante autorizado, deve realizar testes no equipamento, demonstrando o seu funcionamento a equipe técnica, que deve acompanhar o processo de instalação.
Seguir essas instruções da Anvisa é importante, pois garantem a entrega correta e o bom funcionamento dos equipamentos, evitando o risco de uma falha ou problema no momento de salvar uma vida.
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