Hiperventilação e hipoventilação: entenda as principais diferenças

Hiperventilação e hipoventilação: entenda as principais diferenças.O funcionamento do sistema respiratório do nosso corpo deve ser equilibrado e fornecer os gases necessários nas quantidades ideais. Quando isso não acontece, temos dois casos que se destacam: hiperventilação e hipoventilação.

Enquanto o primeiro envolve uma respiração acelerada, o segundo indica a baixa capacidade respiratória. Ambos têm consequências para a saúde e devem ser tratados com qualidade, o que exige um bom diagnóstico.

Pensando nisso, apresentamos as características principais de hiperventilação e hipoventilação e como os tratamentos têm que ser feitos. Confira!

O que é a hiperventilação e como ela é diagnosticada?

A hiperventilação é uma condição pulmonar que acontece mediante um desequilíbrio da respiração. Em condições normais, devemos inspirar oxigênio e expirar dióxido de carbono, de forma natural.

A hiperventilação, por outro lado, acelera esse processo e faz com que a pessoa exale mais rapidamente do que inala. Isso diminui o nível de dióxido de carbono no corpo e afeta todo o equilíbrio.

Essa condição é muito comum por fatores psicológicos, como estresse, ansiedade e síndrome do pânico. No entanto, também pode estar ligada a quadros como dor intensa, problemas pulmonares ou mesmo ingestão de substâncias estimulantes, lícitas ou ilícitas.

O mais frequente é que ela aconteça na forma de “crises” agudas, que podem demorar segundos ou até minutos. Contudo, caso a condição se torne recorrente, ela passa a ser considerada uma síndrome crônica.

Como é feito o diagnóstico?

Para reconhecer essa situação em um paciente, devemos ficar atentos aos sintomas, como:

  • falta de ar;
  • aceleração do ritmo cardíaco;
  • palpitações;
  • formigamento de alguma parte do corpo;
  • dor no peito;
  • tontura;
  • dificuldade para falar ou andar.
  • entre outros.

A anamnese é a etapa mais importante do diagnóstico, pois permite identificar todos os sintomas que ocorrem no quadro. No entanto, as condições estão associadas a outros problemas.

Então, devemos verificar a perfusão de ar nos pulmões, além de fazer exames de níveis de oxigênio e até reconhecimentos de imagem sobre o tórax. Cruzar todas as informações com um possível histórico do paciente garante maior efetividade e precisão em relação ao tratamento.

O que é a hipoventilação e como é diagnosticada?

Entre hiperventilação e hipoventilação, o segundo caso demanda ainda mais atenção. Afinal, ele gera um risco maior para a saúde, por causa da falta de oxigenação.

Basicamente, esse quadro ocorre quando não há ventilação pulmonar adequada, o que impede a troca de gases. Como consequência, há um aumento no volume de dióxido de carbono no organismo.

As causas são diversas, como algum tipo de fraqueza muscular no sistema respiratório, doenças cerebrais ou mesmo uso de drogas.

Quando ela está associada à obesidade, é conhecida como Síndrome de Hipoventilação Alveolar da Obesidade (SHO). Acontece, principalmente, durante o sono e está atrelada à ocorrência de apneia obstrutiva do sono.

Como é feito o diagnóstico?

Para fazer o diagnóstico, devemos começar o exame clínico considerando os sintomas, que incluem:

  • enxaqueca diurna nas duas porções da testa;
  • interrupções abruptas do sono ao longo da noite;
  • sonolência diurna elevada;
  • taquicardia;
  • tosse;
  • sudorese;
  • tremores;
  • convulsões
  • entre outros.

O diagnóstico poderá ser fechado com uma análise laboratorial dos níveis de oxigênio e dióxido de carbono do sangue. Assim, se o valor de CO2 estiver muito elevado e/ou se o pH do sangue estiver ácido, o quadro fica caracterizado.

Como hiperventilação e hipoventilação são tratadas?

Com a identificação correta de cada um dos casos, é preciso agir com qualidade e eficiência. Nos tratamentos de hiperventilação e hipoventilação, podemos usar técnicas e equipamentos específicos para cada situação.

Hiperventilação

Na hiperventilação, é essencial conhecer as causas do processo para “desativar o gatilho”. Questões emocionais costumam ser trabalhadas por psicólogos ou psiquiatras, que poderão indicar terapias e formas de “reaprender” a respirar.

No entanto, também é preciso pensar em restabelecer a respiração, principalmente durante uma crise. Nesse caso, o uso da máscara de hiperventilação é especialmente recomendado. Seu objetivo é conduzir uma reinalação com a ajuda de um saco fechado, o que evita a perda excessiva de dióxido de carbono.

Só é necessário que haja o cuidado de haver interrupções a cada 30 segundos, pois isso evita e elevação do nível de CO2 acima do que é recomendado.

Hipoventilação

O aumento da perfusão de gases no pulmão é essencial, o que significa que é preciso melhorar a ventilação. Isso pode ser feito, inicialmente, com o uso de broncodilatadores, que facilitam a passagem de gases até os alvéolos pulmonares.

Em casos mais intensos, entretanto, é necessário recorrer à ventilação mecânica não invasiva, inicialmente. O uso de aparelhos específicos para a hora do sono, por exemplo, exerce a pressão certa para levar oxigênio aos pulmões e retirar o CO2.

Nos quadros extremamente graves, há a opção de ventilação invasiva, como com apoio do ventilador pulmonar ou respirador. Há a chamada respiração artificial, que faz as trocas que o organismo não consegue realizar, mantendo os níveis de gases em valores adequados.

Já quem tiver alguma causa desencadeadora do problema deve receber tratamento de apoio para lidar com o motivo. Assim, é possível melhorar a condição pulmonar em médio e longo prazo.

Qual é a importância de usar equipamentos de qualidade?

Tão relevante quanto acertar no diagnóstico de hiperventilação e hipoventilação é realizar o tratamento adequado. Em alguns casos, o uso de medicamentos e a fisioterapia respiratória podem contornar a situação. Em muitos outros, entretanto, é preciso recorrer a equipamentos médicos.

Nesses quadros, é indispensável que possamos contar com itens de qualidade e que funcionem com confiabilidade. Especialmente no caso da hipoventilação, o tratamento incorreto pode levar ao estado de coma e, em alguns cenários, até à morte.

Por outro lado, ter itens de confiança e com eficiência comprovada sustenta o tratamento e permite um acompanhamento de qualidade. Assim, pode-se normalizar os níveis de oxigênio e gás carbônico, restabelecendo o equilíbrio do organismo.

Os quadros de hiperventilação e hipoventilação precisam ser diagnosticados e tratados adequadamente. Com os conhecimentos que apresentamos e o apoio de bons equipamentos, você terá tudo o que é necessário para conduzir corretamente as avaliações dos pacientes.

Para garantir que esses e outros quadros recebam a atenção e os recursos exigidos, conheça as principais ferramentas de gestão hospitalar e obtenha bons resultados na instituição.

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    Hoje, a tecnologia permite que ela seja muito mais moderna e flexível — o que melhora a disposição do paciente e garante uma performance ainda mais precisa por parte do profissional médico. No entanto, é preciso escolher o modelo certo para bons resultados.

    Que tal aprender um pouco mais sobre o que levar em conta nesse momento? Nosso artigo ensina tudo o que você precisa saber. Confira!

    O que é uma mesa cirúrgica?

    A mesa cirúrgica, também conhecida como mesa operatória, é utilizada para posicionar o paciente para procedimentos cirúrgicos. Ela tem um tampo, que se divide em seções.

    Dessa maneira, o paciente pode ficar sentado ou deitado. Ela ainda conta com uma base central, repleta de mecanismos que contribuem para o ajuste de altura e a inclinação do tampo.

    Existem modelos com diferentes configurações e finalidades para que a intervenção prevista seja extremamente assertiva. Mas também para que o paciente fique, na medida do possível, mais confortável e tranquilo com a situação.

    Como ela funciona?

    A mesa cirúrgica funciona por meio de um sistema de acionamento. Ele pode ser de dois tipos diferentes:

    Sistema elétrico

    Nesse caso, a mesa é equipada com um motor elétrico. Todos os movimentos são realizados com a ajuda de um atuador, acionado via telecomando.

    Sistema hidráulico

    Aqui, a mesa utiliza fonte de energia hidráulica para funcionar. Para isso, é preciso acionar um pedal na base.

    Ainda é possível encontrar mesas que combinam os dois acionamentos. Por exemplo, quando a elevação do tampo é feita por sistema elétrico e o ajuste do apoio de cabeça pelo sistema hidráulico.

    Quais são os principais tipos de mesa cirúrgica existentes?

    De acordo com o tipo de cirurgia que será realizado, o profissional pode optar por alguns tipos de mesa cirúrgica específicos. As características variam da seguinte forma:

    Universais

    As mesas universais são mais usadas em cirurgia geral ou digestiva, e ainda nas que são menores e mais rápidas. São versáteis e adequadas para várias especialidades cirúrgicas: cardiovascular, vesicular, plástica, entre outras.

    Especializadas

    As mesas especializadas, por sua vez, são desenvolvidas de acordo com especialidades médicas. Assim, acessórios específicos podem ser acoplados conforme a necessidade. É o caso das mesas de cirurgia ginecológicas, ortopédicas e oftalmológicas.

    Em ambulatório, a mesa móvel é mais comum. Elas contam com rodas para facilitar questões de urgência e transporte de pacientes.

    Por que a mesa cirúrgica é tão importante?

    A importância da mesa cirúrgica é indispensável dentro de qualquer centro hospitalar, mas não apenas para garantir a segurança dos procedimentos cirúrgicos. Veja só no que mais ela auxilia!

    Ajuda a posicionar adequadamente o paciente

    Cada tipo de cirurgia exige um posicionamento diferente do paciente. É por esse motivo que a pesa tem o tampo móvel e dividido em várias partes.

    Ao desdobrá-los e reposicioná-los, fica mais fácil garantir ao médico mais mobilidade para a cirurgia. Além de deixar o paciente com o apoio adequado, inclusive para a anestesia.

    Agiliza o procedimento cirúrgico

    Os procedimentos cirúrgicos também acontecem com maior agilidade diante do uso da mesa cirúrgica correta. O paciente não precisa se mover ou ser reposicionado pelos profissionais durante o momento.

    Além disso, a mesa conta com perneiras, braçadeiras, apoios para a cabeça, entre outros — o que permite o ângulo certo para intervenções precisas e rápidas.

    Facilita o trabalho dos cirurgiões

    Com a mesa cirúrgica, o trabalho dos cirurgiões fica muito mais fácil. Afinal, o ambiente já fica devidamente apropriado para o trabalho.

    A mesa pode ser encontrada em tamanhos variados, o que facilita sua adaptação aos ambientes, e se adaptam aos acessórios que os médicos precisam utilizar, como suporte para soro, estrutura de tração, entre outros.

    Garante conforto e eficiência

    Por fim, a mesa ainda garante conforto para o médico, mas principalmente para o paciente. É um equipamento eficiente, que suporta todos os tipos físicos, de crianças e adultos.

    Como escolher a mesa cirúrgica certa?

    Agora que você já conhece cada detalhe de uma mesa cirúrgica, é hora de descobrir o que levar em conta para fazer a escolha certa. Acompanhe as principais dicas.

    Considere a especialidade

    Em primeiro lugar, é fundamental que você considere a sua especialidade para comprar o melhor tipo de mesa. Dentro da modalidade, há também procedimentos nos quais você pode se especializar mais uma vez, então foque no que você mais realiza para ter um equipamento de ajuste fácil e preciso.

    Observe a sala disponível

    O tamanho da mesa deve ser definido de acordo com o tamanho da sala disponível para cirurgia. Não é preciso adquirir uma opção muito compacta se há espaço suficiente, a menos que a especialidade exija isso.

    Confira qual é o melhor tipo de acionamento

    Conforme explicamos, o sistema de acionamento da mesa cirúrgica pode ser elétrico, hidráulico ou híbrido. É fundamental que você confira se existem recursos suficientes na sala para suportá-los.

    Por exemplo, o acionamento elétrico exigirá tomadas próximas à mesa. Sem esse tipo de referência, você poderá ter complicações para usá-la.

    Verifique as posições

    Uma boa mesa cirúrgica deve possibilitar, pelo menos, as sete principais posições exigidas em procedimentos cirúrgicos. São elas:

    • decúbito dorsal (paciente de costas para a mesa);
    • decúbito ventral (paciente de barriga para baixo);
    • decúbito lateral (paciente posicionado ao lado contrário da intervenção cirúrgica);
    • Trendelenburg (adequada para intervenções abdominais);
    • anti-Trendelenburg (adequada para intervenções na cabeça e no pescoço);
    • posição litotômica (posição de parto);
    • posição sentada (paciente sentado em posição ângulo de 90°).

    Como você pode ver, a mesa cirúrgica é um equipamento indispensável em qualquer centro clínico ou hospitalar. Ela interfere no bem-estar do paciente durante a cirurgia, mas também permite que o médico trabalhe com mais precisão e agilidade, de modo a otimizar os resultados do procedimento e assegurar uma boa recuperação mais tarde.

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    Não sabe como escolher o ventilador de UTI ideal? Veja 7 dicas! O ventilador pulmonar é um equipamento muito utilizado no ambiente hospitalar. Enquanto a versão de transporte é destinada para quem precisa de suporte respiratório em trajetos ou períodos curtos, a versão para UTI visa estabilizar a respiração de pacientes com doenças cardiorrespiratórias crônicas, recém-operados, vítimas de traumas, entre outros.

    Ambos são extremamente importantes para a manutenção da saúde dos pacientes. Inclusive, eles têm sido usados com frequência no tratamento contra a Covid-19, uma vez que o vírus afeta diretamente o pulmão e a capacidade respiratória. Entretanto, é fundamental escolher um equipamento de qualidade para garantir o ajuste ao quadro médico, de acordo com o problema e o paciente.

    Neste artigo, vamos falar sobre o que levar em conta ao escolher o ventilador de UTI ideal. Confira as dicas importantes que separamos!

    1. Atente-se às aplicações do ventilador de UTI

    A primeira questão a ser observada na escolha do ventilador de UTI é a aplicação. Existem diversos tipos de finalidades práticas, conforme a especialidade clínica e os pacientes — neonatal, pediátrico ou adulto.

    Essa definição é essencial para a elaboração da especificação e a seleção de modelos. Isso porque os ventiladores são desenvolvidos e vendidos de acordo com a faixa de peso que podem atender.

    Em geral, ela varia de 3 a 200kg. A seguir, vale a pena pensar a quais setores os ventiladores serão destinados. Na UTI, seu nível de complexidade e sofisticação é maior, pois a permanência do paciente no setor costuma ser mais longa.

    2. Veja quais são as modalidades ventilatórias

    Nas intubações de longa duração, é muito importante que o ventilador de UTI conte com modalidades ventilatórias que auxiliem no desmame do paciente. Este é um processo em que o equipamento identifica o seu estímulo, para que ele faça esforço pulmonar por conta própria e recupere de vez sua capacidade.

    Essas são as principais modalidades encontradas no ventilador:

    • SIMV: ventilação mandatória intermitente sincronizada;
    • PSIMV: ventilação mandatória intermitente sincronizada a pressão;
    • SPONT: ventilação espontânea;
    • BiLevel/Duo-Level/BIPAP: ventilação em dois níveis de pressão;
    • PAV+: ventilação assistida proporcional plus;
    • SPN PPS: ventilação pressão de suporte proporcional;
    • APRV: ventilação com alívio de pressão;
    • CPAP: ventilação espontânea contínua assistida;
    • PSV: ventilação de suporte de pressão;
    • VCV: ventilação controlada a volume;
    • PCV: ventilação controlada a pressão;
    • PRVC: pressão regulada com volume controlado.

    3. Observe os modos de controle

    Durante o ciclo de respiração, gases são trocados o tempo todo pelo organismo — desde os tecidos dos órgãos até as menores células. O ventilador pulmonar tem o objetivo de substituir o movimento natural da respiração, ou seja, o ciclo respiratório deve ser restaurado por completo.

    Para acompanhar se essa questão está em ordem, é preciso observar os modos de controle do equipamento. Eles trabalham em conjunto com as modalidades ventilatórias e podem ser: espontâneo e controlado ou assistido, espontâneo, assistido, assistido ou controlado ou controlado.

    Eles demonstram a capacidade de esforço do paciente em retomar o controle da respiração. Enquanto a modalidade supre as necessidades de guiar esse processo, o modo pode mudar ao longo dele, de acordo com a resposta que o corpo fornece e que é registrado pelo monitoramento.

    4. Prefira um uso simples e objetivo

    Você encontrará muitos equipamentos sofisticados e repletos de funções. Isso é ótimo para assegurar um bom desempenho e o suporte adequado para o paciente. No entanto, administrar essas funções deve ser algo simples e objetivo.

    É preciso ter em mente que pacientes que precisam de apoio respiratório requerem intervenção imediata. Eles não podem esperar por estabilidade. Se o dispositivo de monitoramento for muito complexo, o atendimento não será satisfatório.

    Portanto, procure por alternativas que sejam simples e objetivas para mexer e ler registros. Assim, diante de qualquer irregularidade, será possível iniciar os devidos procedimentos ou fazer outros encaminhamentos.

    5. Confira se o equipamento é certificado

    Como todo equipamento médico, é de suma importância conferir se o ventilador de UTI é certificado. Somente essa comprovação assegura a efetividade do aparelho, bem como a segurança do paciente durante a realização dos procedimentos médicos.

    Entre as certificações mais importantes, estão o registro de boas práticas emitido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e a confirmação dos requisitos exigidos pelo ISO 13485. Em alguns casos, pode ser que você precise de autorização de comercialização, em especial para manter peças para manutenção disponíveis em estoque.

    Compre apenas marcas reconhecidas no mercado. E, é claro, de fornecedores confiáveis, que trabalhem unicamente com equipamentos originais e atualizados.

    6. Analise as formas de monitoramento

    É importante ressaltar que ventiladores pulmonares de UTI precisam de formas de monitoramento mais elaborados. Somente assim será possível realizar um ajuste seguro da ventilação.

    Um exemplo disso é a monitorização de frequência respiratória e volume corrente, ou ainda a medida da pressão de pico inspiratório ou pressão expiratória.

    Também é indispensável acompanhar a apresentação de curvas de volume, pressão e fluxo. Isso deve ser feito com a ajuda de um monitor, que registra também vazamentos, esforço excessivo do paciente, assincronia entre respiração e equipamento, entre outros. Assim, sempre que necessário, a modalidade respiratória poderá ser trocada.

    7. Tenha atenção a ventiladores de UTI neonatal

    Quando se trata do atendimento neonatal, lembre-se de que os pacientes têm, em média, apenas 400g. Portanto, é fundamental encontrar equipamentos que consigam atender a partir de 250g. Embora muitos já venham com essa capacidade, nem todos contam com a função de controle e monitoramento tão específica.

    Portanto, é um fator a ser observado com muita atenção. Do contrário, não será possível captar a evolução do paciente de maneira direcionada.

    Além disso, os modelos para neonatal devem ter modalidade ventilatória de alta frequência. Esse é um grande diferencial para essa modalidade, que tem um atendimento mais delicado e com altos níveis de urgência.

    O ventilador pulmonar de UTI é um dos equipamentos mais importantes para contribuir na recuperação de pacientes. Portanto, siga sempre essas indicações para ter um modelo moderno e de uso simples à disposição.

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    Cabo de ECG: quais cuidados tomar ao manusear e como comprá-lo?

    Cabo de ECG: quais cuidados tomar ao manusear e como comprá-lo?. Muitas pessoas não entendem a importância de tomar certos cuidados ao adquirir e manusear o cabo de ECG, tendo em vista ser parte de um aparelho essencial para a avaliação cardiológica dos pacientes.

    Cabo de ECG: quais cuidados tomar ao manusear e como comprá-lo?

    Entre as principais funções do cabo de ECG, está a capacidade de armazenar os fios responsáveis por transmitir os dados do indivíduo para o equipamento. Por esse motivo, a forma como é utilizado e as condições em que se encontram são aspectos que influenciam diretamente na confiabilidade dos resultados. Então, é preciso estar atento a isso.

    Quer entender um pouco mais sobre os principais pontos de atenção relacionados ao manuseio e aos cuidados com esse item? Então, continue a sua leitura!

    Por qual motivo é preciso ter atenção redobrada com o cabo de ECG?

    É muito importante que clínicas, consultórios, hospitais e demais unidades de saúde implementem medidas de cuidados e manuseio de cabos de ECG, levando em consideração que qualquer problema ou dano no objeto pode influenciar na atuação dos profissionais, precisão nos resultados e demais erros que vão prejudicar bastante a imagem da instituição no mercado.

    Afinal, quando um aparelho não funciona como deveria, isso vai gerar resultados imprecisos ou comprometer o exame, fazendo com que a clínica tenha que desmarcar procedimentos, chamar os pacientes para refazê-los, entre outras situações que vão impactar de forma direta no dia a dia e faturamento do estabelecimento.

    Quais cuidados devem ser tomados no uso do cabo de ECG?

    Existem casos em que os profissionais de saúde não adotam os cuidados adequados ao manusear o equipamento de ECG e seus cabos, o que pode afetar a vida útil do objeto, além de provocar interferências, quebras, entre outros danos.

    Por isso, é essencial tomar certas ações para assegurar um bom uso do aparelho e realizar a execução adequada, o que vai levar a uma maior durabilidade do equipamento, evitar gastos desnecessários e impedir alterações no exame que possam prejudicar os pacientes e o nome da instituição. Conheça as principais a seguir!

    Use os acessórios fornecidos pelo fabricante

    Ao comprar o eletrocardiógrafo, todos os cabos que o acompanham precisam ser certificados e apresentar um funcionamento alinhado com o aparelho e modelo. Por isso, o uso do equipamento deve ser feito junto com os acessórios originais (fornecidos pelo fabricante), com exceção dos eletrodos.

    Em situações em que o manuseio esteja sendo feito de maneira inapropriada, podem ocorrer divergências de sinais, interferências ou até danos no eletrocardiógrafo, além da imprecisão dos resultados dos exames que podem levar a laudos imprecisos e a definição de tratamentos ineficazes para os pacientes.

    Não puxe, dobre ou torça os cabos

    Para manter o equipamento em suas devidas condições de uso, é importante ter em mente que os cabos são constituídos de vários filamentos revestidos por capas protetoras. Sendo assim, esses filamentos internos são bastante sensíveis, o que pode gerar desgastes que podem levar até à perda integral do equipamento. Portanto, é preciso evitar:

    • torcer o cabo;
    • dobrá-lo;
    • puxá-lo;
    • pendurar o cabo para sustentar outros objetos e demais.

    Além disso, nunca faça a remoção dos elétrodos ou encaixes puxando por meio do cabo, tendo em vista que essa prática minimiza de maneira significativa a vida útil do objeto. É importante salientar que os cabos do equipamento são imprescindíveis para o seu funcionamento e também estão entre os acessórios mais caros.

    Realize a higienização correta

    A higienização é outro aspecto bastante relevante para manter o cabo de ECG em boas condições de uso. Após o uso no paciente, o equipamento precisa ser limpo com solução de álcool 70%. Isso porque o acúmulo de resíduos, com o tempo, pode aumentar o risco de oxidação, afetando o desempenho do cabo.

    Utilize somente se for profissional qualificado

    Para que todos os cuidados de manuseio do equipamento e de seus cabos sejam garantidos, é fundamental que seu uso seja feito apenas por profissionais qualificados e treinados para esse fim.

    Quais critérios devem ser observados ao comprar o equipamento e seus acessórios?

    Existem alguns pontos que devem ser avaliados para que consiga adquirir um equipamento de qualidade e com acessórios de alta durabilidade. Veja alguns deles!

    Resistência ao derramamento de líquidos

    Ao adquirir qualquer equipamento médico, verifique todas as informações a respeito do produto, principalmente dos eletrocardiógrafos, que são bastante usados na rotina da unidade de saúde, na maioria das vezes, em situações de emergências, corridas e estressantes.

    Esse cuidado é importante, pois caso algum líquido caia acidentalmente no equipamento, é possível tomar medidas que possam evitar sua danificação, por exemplo, desligar, enxugar e ligar novamente. Dependendo da qualidade do aparelho, esse acidente pode evitar que ele volte a funcionar corretamente.

    Portabilidade e praticidade

    Quando o assunto é a portabilidade e a praticidade do eletrocardiógrafo, é possível falar sobre vários aspectos, por exemplo:

    • tamanho;
    • peso;
    • se precisa ser ligado na tomada;
    • se é composto de muitos cabos para ser manuseado, entre outros.

    Para qualquer equipamento, essa é uma questão essencial, considerando que a praticidade afeta de forma direta a utilização correta e o aumento da vida útil do aparelho. Para os integrantes da equipe de emergência, por exemplo, que apresentam uma rotina muito corrida para ambiente remotos, a portabilidade é um fator necessário

    Falta da necessidade de alimentação via rede elétrica

    Muitos eletrocardiógrafos dependem da uma rede elétrica, já que são ligados na tomada. Com o equipamento não possui essa exigência, é possível reduzir a quantidade de cabos, fios e fontes externas, o que pode diminuir um pouco os cuidados que precisam ser tomados, além de evitar de forma significativa o acometimento de danos e eventuais dores de cabeça.

    Agora que você entende a função do cabo de ECG e a importância de tomar todos os cuidados necessários no seu manuseio, além de como adquirir um equipamento de qualidade pode interferir em sua durabilidade, saiba que a Medicalway é uma empresa que comercializa equipamentos médicos e hospitalares, principalmente para centros cirúrgicos, UTI, centro de imagem (ultrassom), que está há muitos anos no mercado. Além disso, a empresa se destaca pela qualidade dos serviços prestados aos hospitais e clínicas médicas, proporcionando acesso a equipamentos de alta tecnologia.

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