Fique por dentro das melhores ferramentas de gestão hospitalar. Um hospital é uma organização muito complexa, que depende de uma série de procedimentos, documentações e atividades para funcionar bem. Garantir a disponibilidade de recursos e fornecer atendimento de máxima qualidade para o paciente é essencial para manter uma boa posição no mercado e conquistar a confiança do público. Por trás de um bom desempenho, há uma rede de ferramentas de gestão hospitalar que pode ajudar a gerenciar processos com efetividade e facilitar o dia de trabalho no estabelecimento.
Neste conteúdo especial, vamos explicar mais sobre essas soluções, para que você fique por dentro das melhores ferramentas de gestão hospitalar. Ficou interessado? Continue acompanhando para aprender sobre as ferramentas de gestão hospitalar!
É essencial se preocupar com a gestão hospitalar. A eficiência dos processos no estabelecimento pode fazer a diferença nos resultados. Com um gerenciamento efetivo do hospital, é possível promover um uso adequado dos recursos, minimizando os desperdícios e garantindo maior produtividade.
A ampla complexidade das práticas na instituição de saúde se dá principalmente porque a missão dela é o cuidado. Mas para oferecer a assistência, o atendimento humanizado e o acolhimento necessários, uma série de procedimentos logísticos, financeiros e burocráticos está envolvida. Dessa forma, ter estratégias de sistematização e organização das atividades é essencial. Isso pode ser concretizado com apoio das ferramentas e soluções corretas.
Há várias ferramentas de gestão hospitalar que oferecem uma série de contribuições para a instituição. Elas contribuem ampliando possibilidades, facilitando a análise de problemas e potencializando avaliações. Quer aprender outras informações sobre esses recursos? Continue acompanhando o nosso post e veja mais!
O ciclo PDCA (Plan, Do, Check, Act, do inglês Planejar, Executar, Verificar, Agir) é uma ferramenta estratégica, que permite aumentar o poder de análise e desenvolver fluxos de trabalho com mais efetividade na instituição de saúde. Ele envolve uma fase de estruturação dos procedimentos chamada planejamento, que precede a execução do plano. A fase seguinte é de revisão das práticas, seguida pela ação, com as correções inseridas.
Esse recurso possibilita estruturar processos a partir de revisões constantes e feedbacks, estimulando o aperfeiçoamento contínuo. Isso contribui com a imagem do hospital e ajuda a otimizar o fluxo de trabalho no estabelecimento de saúde.
O Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) é uma ferramenta essencial para otimizar a gestão hospitalar. A solução simplifica a comunicação entre profissionais de saúde e ajuda a minimizar falhas e equívocos. Além disso, o PEP possibilita reduzir custos com papéis e usar melhor o espaço da instituição, já que dispensa a armazenagem física.
Acrescentamos também que o prontuário eletrônico pode ser associado com soluções tecnológicas compatíveis utilizado para o mapeamento epidemiológico e realização de análises e previsões. Isso facilita o dia a dia do estabelecimento de saúde e permite ter um maior preparo para enfrentar contextos adversos.
A ferramenta 5W2H é um roteiro de perguntas estratégicas para a implementação de mudanças ou lançamento de projetos, ajudando na melhor estruturação do processo. A sigla aborda as questões realizadas, em inglês, que são What (o quê?), Why (por quê?), When (quando?), Where (onde?), Who (quem?), How (como?) e How Much (quanto custa?). Assim, podemos dizer que as perguntas servem como orientadoras, ajudando a sistematizar e organizar as ações a serem realizadas.
O Diagnosis Related Group (Grupos de Diagnósticos Relacionados) é uma ferramenta que classifica pacientes hospitalizados de acordo com o grau de complexidade do caso. Ele se baseia em uma série de informações coletadas no prontuário, como o diagnóstico que motivou a internação, diagnóstico secundário e intervenções terapêuticas realizadas.
O software codifica os dados e fornece os registros ao profissional especializado, chamado codificador DRG. O sistema se vale de banco de dados primário, que é o prontuário e a informação clínica, e não o secundário, que são as faturas. Isso tende a melhorar a efetividade do processo, pois o prontuário reúne detalhes de histórico clínico. Nesse contexto, o sistema devolve indicadores, gráficos e relatórios, trazendo a oportunidade de realizar análises e oferecendo maior previsibilidade e controle para a gestão.
O Business Process Management (Gestão de Processos de Negócios) aplicado à saúde é uma solução para mapear os processos no hospital, facilitando a identificação de lacunas e a visualização de oportunidades.
A ferramenta também permite aperfeiçoar procedimentos de pouca visibilidade, mas que podem gerar entraves. Com isso, há um maior controle de fluxos de atividades e a oportunidade de corrigir ciclos e atividades que não estão com bom desempenho. Dessa forma, a instituição ganha em qualidade e produtividade.
A Gestão Eletrônica de Documentos (GED) é uma ferramenta de gestão para digitalizar toda a documentação gerada diariamente no hospital. Os arquivos físicos gerados possuem também uma cópia digital e são armazenados de forma organizada no sistema.
Os processos administrativos são todos passados para o meio informatizado e os dados podem se comunicar com o Prontuário Eletrônico do Paciente. Isso promove integração e aumenta a produtividade da organização de prestação de serviços em saúde, já que os procedimentos ficam mais ágeis. Outra grande vantagem é o melhor uso do espaço, evitando grandes pilhas e excesso de papéis na instituição.
O Diagrama de Ishikawa funciona como um esquema para orientar a identificação de causas de falhas e problemas. Ele é estruturado com uma espinha de peixe. A linha central é a questão a ser resolvida. As vértebras e ramificações são as possíveis causas e subcausas. Assim, o diagrama ajuda a visualizar melhor o problema, facilitando o delineamento de soluções.
As consequências de não adotar as ferramentas e estratégias certas de gestão hospitalar são a perda de produtividade, aumento das glosas hospitalares, dificuldade em identificar os pontos geradores de problemas e queda de credibilidade do estabelecimento de saúde. Assim, a falta de soluções de gerenciamento pode ser prejudicial em diversos aspectos, gerando um ambiente insustentável e que não oferece segurança suficiente para o paciente.
As ferramentas de gestão para organizações de atenção à saúde são essenciais para potencializar processos, facilitar análises e promover um fluxo de trabalho mais ágil e produtivo. Dessa forma, o hospital pode oferecer uma estrutura sólida e robusta em serviços de saúde.
Gostou de aprender sobre as ferramentas de gestão hospitalar? Aproveite e compartilhe este post com seus colegas nas redes sociais!
O workflow é um termo que, traduzido, significa “fluxo de trabalho”. Seu conceito principal é melhorar a organização do fluxo de informações de uma instituição por meio da automatização de processos.
Essa automatização constitui em uma série de etapas e regras estabelecidas que buscam a sincronização das atividades de departamentos para melhorar os processos internos e facilitar e o fluxo de informações.
Na área hospitalar, o fluxo de informações é dinâmico e necessita de agilidade e atenção. Essas informações envolvem processos organizacionais complexos, como: fichas de pacientes, agendamento de consultas e cirurgias, repasse de atividades, entre outros. Geralmente, esse conteúdo é armazenado em um considerável volume de papéis. Por isso, faz-se necessário o uso de ferramentas adequadas para evitar e perda de informações e desorganização das atividades internas.
Por esta razão, o workflow é uma ferramenta essencial para manter as atividades e informações organizadas de uma forma segura, ágil e eficiente.
O workflow atua no controle e automatização de processos. Ou seja, é realizado o gerenciamento das atividades internas, visando a sincronia de informações e aumento da produtividade dos colaboradores.
A abordagem utilizada é baseada na arquitetura cliente-servidor. Essa arquitetura é uma tecnologia que utiliza sistemas da computação para manutenção de informações (servidor) para responder o cliente quando há um pedido, diretamente em seu e-mail, por exemplo.
Ou seja, o método do workflow atua diretamente com a tecnologia para facilitar o fluxo de informações, tanto interna quanto externa.
Essa tecnologia permite alocar e maximizar os recursos para melhorar os serviços de saúde de forma prática e eficiente. Como exemplo:
Com a automatização dos processos, os atendimentos passam a ser mais controlados e segmentados, tornando a atividade do colaborador mais eficiente. O workflow no atendimento ajuda o colaborador a visualizar a resolução de problemas, otimizando o tempo.
Com o controle das atividades, o workflow melhora a organização e distribuição das funções dos colaboradores como um todo. A sincronia e fluxo das informações passam a ser mais dinâmicos, tornando cada atividade mais clara e responsiva àquela pessoa ou departamento.
O workflow auxilia no agendamento de consultas e outros atendimentos médico, como: cirurgias e internamentos pelo meio online. A gestão da agenda é mais otimizada, organizada e segura, já que as informações são armazenadas em sistemas computacionais.
Analisar as despesas e corte de gastos é uma tarefa complexa para ser realizada manualmente. Com o workflow é possível visualizar e ter uma gestão financeira mais eficaz. Nesse método é mais fácil identificar os locais em que há maior necessidade de análise, corte e aumento de investimento.
O workflow utiliza da tecnologia de sistemas de computação para auxiliar nos processos internos. Com isso, quando surge a necessidade de tomar alguma decisão urgente, o colaborador consegue visualizar qual é a melhor ação a tomar.
Existem diversas etapas para encaminhar e aprovar o paciente a alguma cirurgia. Geralmente, quando o processo não está bem alinhado podem surgir alguns problemas, como: erros de documentação ou agendamentos equivocados. Com o workflow automatizado, o repasse das informações é validado e efetuado somente se elas estiverem completas.
Os benefícios que o workflow traz para hospitais e clínicas são essenciais para quem deseja melhorar o fluxo de atividades internas. Por meio da automatização, as atividades se tornam menos complicadas para o colaborador. Por isso, a tecnologia é uma aliada, sendo o pilar para que todas as atividades sejam otimizadas.
A Medicalway é referência na comercialização de equipamentos modernos e tecnológicos aos hospitais e clínicas médicas. Acompanhe a nosso blog e a página do Facebook para saber mais sobre o nosso trabalho!
Ter uma boa gestão é essencial para alcançar o sucesso de qualquer ramo de negócios. A gestão é responsável por organizar e alinhar as operações para que cada colaborador esteja sintonizado com os objetivos da organização. Por isso, é necessário implementar novas ferramentas e trabalhar em mudanças estratégicas. Na área da saúde, a gestão hospitalar é responsável direta pela segurança dos pacientes e por salvar vidas.
Um hospital que esteja com muitas filas, falta de organização na marcação de consultas ou com excesso de reclamações no atendimento, por exemplo, deve procurar maneiras de otimizar os processos da gestão rapidamente. Para isso, uma das ferramentas mais utilizadas na aplicabilidade de novas estratégias é a Metodologia dos 5S.
Criada pelo químico e Dr. Kaoru Ishikawa, de origem japonesa, os 5S têm como objetivo instruir os colaboradores sobre a importância da organização e novos hábitos, limpar o ambiente, evitar desperdícios, aumentar a produtividade e otimizar o tempo padronizando processos.
Tudo isso baseado em 5 princípios representados pela palavra japonesa: seiri, que pode ser traduzida como “senso“. Confira:
Nesse caso, o seiri estabelece que é essencial separar o necessário do desnecessário e descartar o que for inútil àquele espaço. Visando maior aproveitamento do ambiente e organização dos materiais.
Após realizar a separação dos materiais e descartar o que for inútil, é necessário colocar as coisas em seus devidos lugares e classificar os objetos para manter a organização e otimizar o tempo para quem for buscar algo.
É a limpeza regular do ambiente. Essa etapa é uma das mais importantes no processo, pois um ambiente que esteja devidamente limpo causa conforto e motivação nos colaboradores.
Essa é a etapa em que se padroniza as etapas anteriores, ou seja, normaliza e impõe rotinas aos colaboradores em relação a limpeza, organização e utilização do ambiente.
Nesse último passo, a ideia é fazer os colaboradores criarem a autodisciplina para que as etapas anteriores virem um hábito e passem a ser o “estilo de vida” do hospital. É a etapa que vai manter rodando todos os processos anteriores.
Para que os 5S da gestão hospitalar sejam implantados corretamente, é necessário fazer um bom planejamento, que deve incluir os seguintes procedimentos:
A metodologia 5S, além de melhorar a gestão, facilita e agiliza o atendimento aos pacientes, o que é imprescindível na área hospitalar. Por isso, além do planejamento, é importante que a equipe esteja determinada em aplicar e manter novos hábitos.
A Medicalway é referência na comercialização de equipamentos modernos e tecnológicos aos hospitais e clínicas médicas. Acompanhe a nossa página do Facebook para saber mais sobre o nosso trabalho!
Indispensáveis em qualquer centro médico, desde clínicas a hospitais, os equipamentos hospitalares são essenciais para a saúde dos pacientes. No combate para salvar vidas, eles auxiliam os profissionais da saúde para oferecer diagnósticos e tratamentos com maior precisão em todo o processo médico – da sala de emergência à mesa de cirurgia.
E como esses equipamentos são tão importantes para manter vidas, é preciso tomar o maior cuidado possível com a manutenção deles e, principalmente, com a aquisição e instalação.
Dessa forma, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), criou um manual para boas práticas e cuidados de equipamentos hospitalares, que tem como função principal garantir a segurança tanto dos colaboradores e profissionais da saúde, quanto dos pacientes.
O manual de Boas Práticas de Aquisição de Equipamentos Médico-Hospitalares, visa oferecer procedimentos seguros para aquisição de equipamentos hospitalares para instituições de saúde públicas e privadas, que utilizem o processo de licitação, mas segundo o próprio documento, é possível adaptar para demais instituições de saúde.
Então se você busca orientações para como realizar o correto procedimento de recebimento de equipamentos hospitalares, este trecho da Parte B, sobre procedimentos operacionais da instituição, irá te ajudar:
Procedimentos de Recebimento e Aceitação.
a) Inspeção de recebimento. Técnica designada para recebimento do equipamento. A equipe deverá realizar uma inspeção visual do equipamento entregue pelo fornecedor, para assegurar que:
- 1. O equipamento corresponde àquele especificado no edital.
- 2. O equipamento está completo, com todos acessórios e documentação técnica especificados no edital.
- 3. Não existem partes do equipamento e seus acessórios danificados. E
- 4. O equipamento está compatível com os requisitos de pré-instalação aprovados pelo fornecedor.
b) Formalização do recebimento. A equipe técnica comunicará à unidade competente da instituição, o recebimento formal do equipamento, para a adoção das providências necessárias ao cumprimento das condições e prazos previstos no contrato firmado entre o fornecedor e a instituição.
c) Identificação do equipamento. Após seu recebimento formal, o equipamento deve receber um código de identificação apropriado, a fim de incluí-lo no patrimônio e no sistema de gerência e manutenção da instituição.
d) Formalização da aceitação. A equipe técnica comunicará à unidade competente da instituição, o aceite final do equipamento, para adoção das providências necessárias ao cumprimento das condições e prazos previstos no contrato firmado entre o fornecedor e a instituição.
Mais a frente do mesmo documento, a Anvisa também fala sobre a instalação dos equipamentos. E segundo ela, “a instalação do equipamento médico-hospitalar deve ser realizada pelo fornecedor ou seu representante autorizado, devendo ser iniciada exclusivamente após seu recebimento formal e aprovação dos requisitos de pré-instalação.” Após isso, o fornecedor, ou representante autorizado, deve realizar testes no equipamento, demonstrando o seu funcionamento a equipe técnica, que deve acompanhar o processo de instalação.
Seguir essas instruções da Anvisa é importante, pois garantem a entrega correta e o bom funcionamento dos equipamentos, evitando o risco de uma falha ou problema no momento de salvar uma vida.
A Medicalway é referência na comercialização de equipamentos modernos e tecnológicos aos hospitais e clínicas médicas. Acompanhe a nossa página do Facebook para saber mais sobre o nosso trabalho! Tem mais dúvidas sobre os cuidados com equipamento hospitalar? Use os comentários e deixe suas perguntas!
