Existe uma variedade de tipos de filtros usados em hospitais. Eles são utilizados para reduzir o risco de contaminação cruzada entre os pacientes. No decorrer do tratamento, algumas pessoas precisam utilizar a ventilação mecânica e o filtro HME é um dos mais indicados para evitar a transferência de microrganismos patogênicos de uma pessoa para o equipamento e do instrumento hospitalar para outra pessoa.
Os médicos e enfermeiras recebem orientações quanto ao manuseio e uso do material e nos hospitais existem protocolos a ser seguidos. Isso para que todas as pessoas possam receber o melhor tratamento e para que possam melhorar rapidamente. Neste post iremos abordar algumas questões relativas ao filtro HME.
Quer saber mais sobre o uso desse instrumento hospitalar? Continue a sua leitura!
Os Heat and Moisture Exchangers, mas conhecidos como filtros HME são chamados aqui no Brasil de Trocadores de Calor e Umidade. Definidos pela American Society for Testing and Materials, os umidificadores podem ser classificados em três categorias. Entre elas podemos citar:
Uma curiosidade é que os filtros HME podem ser comparados com as vias respiratórias superiores de um humano. Afinal, eles conseguem reter o calor e a umidade e em seguida, dispersá-los aquecendo e umidificando os gases inspirados pelo paciente.
Com a capacidade de umidificar e aquecer o gás inspirado pelo paciente, os HME (trocadores de calor e umidade) são equipamentos instalados entre o conector em “Y” do circuito do ventilador e o tubo endotraqueal. Alguns destes dispositivos possuem barreira que atua como filtro microbiológico.
Algumas contraindicações do uso são para pacientes hipersecretivos, retentores de gás carbônico e para aqueles que possuem franco sangramento no pulmão. Mas, vale ressaltar que este equipamento é muito importante para evitar a infecção cruzada.
Os filtros HME estão disponíveis para venda em empresas especializadas nesses equipamentos. Antes de adquirir os materiais para o seu hospital, faça uma pesquisa de preços e verifique se os itens se encaixam nas normas técnicas. Saiba que a Medicalway é uma empresa especializada e que ela comercializa equipamentos médicos e hospitalares.
Os materiais ofertados pela empresa são indicados para centros cirúrgicos, UTIs, centros de imagem (ultrassom), e o melhor de tudo é que a empresa está presente no mercado há 18 anos. Sem contar que ela importa produtos de ótima qualidade para depois revendê-los aos hospitais e clínicas que necessitam.
Então, agora que você já sabe que o filtro HME é muito utilizado em hospitais e possui a informação de que a Medicalway é uma empresa que oferece esse tipo de material, não deixe de fazer orçamentos dos equipamentos. Você vai se surpreender com o valor e a qualidade dos itens.
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Escolher o monitor multiparamétrico certo para uma UTI vai muito além do preço. Tela, quantidade de formas de onda exibidas simultaneamente, capacidade modular e integração com o sistema do hospital são fatores que impactam diretamente a segurança do paciente e o fluxo de trabalho da equipe clínica.
O BeneVision N17 e o BeneVision N15, ambos da Mindray, fazem parte da mesma família, a série N, e compartilham a mesma plataforma tecnológica. Mas há diferenças objetivas entre eles que definem qual modelo é mais adequado para cada cenário de cuidado intensivo.
A seguir, um comparativo técnico e clínico completo entre os dois modelos.
Os dois modelos são monitores modulares de alta acuidade, desenvolvidos para ambientes críticos como UTI, UCC, UTIN, centro cirúrgico, UTPA e pronto-socorro, indicação declarada pelo próprio fabricante.
Ambos compartilham a mesma base tecnológica:
Com a base em comum estabelecida, as principais diferenças entre os dois modelos estão na escala, tela, formas de onda simultâneas e dimensões físicas.

A principal diferença do N17 em relação ao N15 está na tela de 18,5″ Full HD e na capacidade de exibir até 12 formas de onda simultaneamente. Em termos clínicos, isso significa mais parâmetros visíveis ao mesmo tempo, sem necessidade de alternar telas, o que pode ser relevante em pacientes com monitoramento hemodinâmico invasivo extenso, onde múltiplas curvas de pressão, ECG e dados respiratórios precisam estar acessíveis de forma contínua.
Leitos de maior complexidade clínica tendem a se beneficiar da capacidade de exibição ampliada do N17. Isso inclui pacientes sob monitoramento hemodinâmico invasivo (com uso de módulos PiCCO, ICG ou ScvO₂), onde a leitura simultânea de mais formas de onda oferece uma visão mais completa do quadro sem navegação adicional.
No centro cirúrgico, o N17 é uma opção bem ajustada para procedimentos de maior complexidade, pois combina os módulos modo CPB, NMT e INVOS rSO₂ com uma tela que comporta o volume de informações gerado nesses contextos.
O N15 oferece a mesma plataforma do N17 em um formato mais compacto. Com tela de 15,6″ Full HD e até 10 formas de onda simultâneas, mantém todos os parâmetros, módulos e recursos de conectividade da série N, com menor ocupação de espaço e peso reduzido (5,4 kg ante 7,3 kg do N17).
O N15 atende bem a maioria dos perfis de pacientes críticos internados em UTI geral, com monitoramento cardiorrespiratório completo e suporte a módulos hemodinâmicos. As 10 formas de onda simultâneas são suficientes para os protocolos de monitoramento mais comuns nesses ambientes.
O formato mais compacto pode ser vantajoso em setores com maior densidade de equipamentos ao redor do leito, como a UTIN, onde o espaço físico costuma ser mais restrito. Nesse sentido, o N15 também conta com os recursos neonatais da série N: modo noturno, redução automática de brilho e volume, e perfis de alarme configuráveis por idade gestacional.
Para hospitais em processo de padronização tecnológica em múltiplos leitos, o N15 representa uma opção estratégica: entrega a mesma interface, os mesmos protocolos de treinamento e o mesmo ecossistema de dados do N17, com uma configuração adequada para leitos de complexidade padrão a alta.
A decisão entre N17 e N15 passa por três perguntas objetivas:
Qual é a complexidade clínica predominante do leito?
Leitos com monitoramento hemodinâmico invasivo extenso, onde várias curvas precisam ser acompanhadas simultaneamente, tendem a se beneficiar das 12 formas de onda e da tela maior do N17. Para o perfil de complexidade padrão a alta de uma UTI geral, o N15 atende com a mesma plataforma.
Qual é o espaço físico disponível no leito?
As dimensões menores do N15 (396 x 313 x 193 mm ante 466 x 355 x 210 mm do N17) podem ser determinantes em setores com grande densidade de equipamentos.
Qual é a estratégia de investimento por leito?
Os dois modelos podem coexistir na mesma UTI, integrados à mesma central BeneVision DMS, com a equipe operando ambos sem curva de aprendizado adicional. Isso permite destinar o N17 para os leitos de maior criticidade e o N15 para os demais, mantendo uniformidade de plataforma e gestão de dados.
A MedicalWay é distribuidora autorizada da Mindray no Sul do Brasil e a única empresa da região credenciada para manutenção autorizada dos equipamentos da marca. Isso garante suporte técnico especializado, peças originais e atendimento ágil, sem depender de deslocamentos de outras regiões do país.
Os monitores BeneVision N17 e N15 estão disponíveis nas modalidades de compra, aluguel e comodato. Entre em contato com a equipe da MedicalWay para uma análise da configuração mais adequada para a realidade da sua unidade.
Para muitos, a imagem de um aparelho de ultrassom sempre esteve ligada a um grande equipamento, pesado e estático. No entanto, o avanço tecnológico já está mudando essa realidade.
O que antes era impensável, agora é uma realidade ao alcance das mãos: a capacidade de realizar exames de ultrassom de alta qualidade a qualquer momento e em qualquer lugar.
A chegada de uma nova geração de dispositivos, como o aparelho de ultrassom ultraportátil, redefine o conceito de mobilidade e eficiência clínica.
Este artigo aprofunda as inovações que transformam o diagnóstico por imagem e demonstra como essa tecnologia pode impactar positivamente sua prática médica e a gestão da sua unidade de saúde. Acompanhe!
O mercado de equipamentos médicos vive uma transformação impulsionada pela miniaturização e pela conectividade. Se antes a portabilidade de um ultrassom significava apenas um aparelho com rodinhas, hoje, a tecnologia do Ultrassom sem fio e do Ultrassom POCUS elevou a mobilidade a um novo patamar.
A principal distinção reside no design revolucionário e na ausência de cabos. Diferentemente de modelos que dependem de uma unidade de processamento e cabos complexos, esses novos dispositivos são transdutores únicos, que transmitem as imagens diretamente para um smartphone, tablet ou monitores de alta tecnologia.
Essa simplicidade se traduz em um ganho de tempo e espaço, permitindo que o ultrassom se torne uma extensão da sua mão.
No passado, a portabilidade muitas vezes vinha acompanhada da dúvida sobre a qualidade da imagem. O senso comum ditava que para ter uma imagem de ultrassom com alta resolução, era necessário um equipamento de bancada robusto.
Contudo, essa premissa não se aplica mais. Graças a inovações como a tecnologia de cristal único de segunda geração e a plataforma eWave, os aparelhos de ultrassom ultraportáteis atuais oferecem imagens de alta fidelidade com baixo consumo de energia.
Isso significa que, mesmo em um dispositivo que cabe no bolso, a qualidade de imagem pode ser tão boa quanto a de um ultrassom de bancada.
Segundo uma análise da Data Bridge Market Research, o mercado global de sistemas de ultrassom point-of-care (POCUS) foi avaliado em US$ 629,81 milhões em 2022 e está projetado para atingir US$ 1,146,05 milhões até 2030, refletindo um crescimento anual composto (CAGR) de 6,5%.
Esse avanço demonstra a crescente confiança dos profissionais de saúde na eficácia e na agilidade desses dispositivos em ambientes clínicos e emergenciais.
Essa nova tecnologia não apenas melhora a eficiência, mas também otimiza o fluxo de trabalho e a tomada de decisões clínicas. Com um ultrassom portátil na palma da mão, é possível:
Projetado para atender aos ambientes clínicos mais exigentes, como emergências e cuidados intensivos, o TE Air i3P é o mais novo sistema de ultrassom portátil da Mindray.
Ele foi desenvolvido com foco na usabilidade extrema, na conectividade e na durabilidade. Seu design compacto e leve, aliado à ausência de fios, proporciona uma liberdade de movimento inédita.
Mas, por que ele é diferente de tudo o que você já viu?
A plataforma eWave e a tecnologia Single Crystal de segunda geração garantem imagens de alta qualidade com baixo consumo de energia. A capacidade de operar sem cabos elimina as restrições físicas e a necessidade de cabos de energia volumosos, facilitando o transporte e a desinfecção.
O design compacto do TE Air i3P, com uma pequena área de contato, é ideal para janelas intercostais. Além disso, seu corpo robusto com classificação IP68 garante total resistência à água e poeira, permitindo que o transdutor seja totalmente imerso para desinfecção, o que é crucial em ambientes de alto risco.
A exclusiva Air Capsule funciona como estojo de proteção e carregador portátil. Ela mantém o aparelho de ultrassom ultraportátil funcionando por um dia inteiro com apenas uma carga, e o carregamento rápido de 35 minutos é ideal para manter a operação contínua.
O aplicativo intuitivo do TE Air i3P foi projetado para operações com uma mão. Ele oferece recursos inteligentes como o Smart Bladder, que detecta e calcula automaticamente o volume da bexiga, uma forma rápida e eficiente de determinar se um cateter é necessário em casos de retenção urinária.
Além de se conectar a smartphones e tablets, o TE Air i3P pode ser integrado a outros dispositivos avançados, como a série TEX20, para avaliações mais complexas, e ao sistema de informações do hospital para um fluxo de trabalho otimizado.
A versatilidade do aparelho de ultrassom ultraportátil permite que ele seja utilizado em diversas especialidades, indo muito além das aplicações tradicionais. Médicos de diferentes áreas podem se beneficiar da agilidade e precisão que o TE Air i3P oferece.
Em salas de emergência, cada segundo conta. O ultrassom POCUS tem se mostrado um recurso inestimável para triagem rápida, identificação de hemorragias internas, pneumotórax e outras condições de risco de vida.
Com o TE Air i3P, os médicos podem realizar avaliações ultrassonográficas à beira do leito instantaneamente, acelerando a tomada de decisão e o encaminhamento do paciente para o tratamento adequado. Estudos recentes indicam que o uso de dispositivos de ultrassom portátil (POCUS) em ambientes de emergência tem melhorado significativamente a eficiência diagnóstica, permitindo decisões clínicas mais rápidas e precisas.
O acompanhamento contínuo de pacientes críticos exige precisão e segurança. O TE Air i3P pode ser utilizado para:
A anestesiologia se beneficia enormemente do uso de ultrassom sem fio para guiar bloqueios nervosos e procedimentos de punção. A visualização em tempo real de agulhas e estruturas nervosas aumenta a segurança e a eficácia dos procedimentos, reduzindo o risco de lesões.
A mobilidade do aparelho de ultrassom ultraportátil é um divisor de águas para atendimentos fora do ambiente hospitalar. Médicos que realizam visitas domiciliares ou que atuam em consultórios com espaço limitado podem levar um ultrassom de alta qualidade em sua maleta.
A Medicalway, entende a importância de oferecer tecnologias que transformam a prática clínica.
Nosso foco é fornecer soluções que não apenas atendem às suas necessidades, mas que superam as expectativas.
O lançamento do aparelho de ultrassom ultraportátil TE Air i3P é um passo à frente em nosso compromisso em garantir que você tenha acesso aos melhores e mais inovadores equipamentos do mercado.
O Ultrassom portátil é mais do que uma tendência; é a nova fronteira do diagnóstico por imagem. É a certeza de que a inovação está sempre a seu favor.
Se você busca otimizar o fluxo de trabalho da sua equipe, agilizar diagnósticos e elevar a qualidade do seu atendimento, o TE Air i3P é a solução ideal e a Medicalway está pronta para ser sua parceira nessa jornada.
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Em situações críticas, cada segundo conta. Quando a vida de um paciente está em risco, a rapidez no diagnóstico faz a diferença entre uma intervenção eficaz e uma complicação grave. É nesse cenário que o ultrassom portátil em ambulâncias e resgate ganha protagonismo.
A Medicina de Emergência avança constantemente, e o uso de tecnologias capazes de oferecer diagnóstico rápido no Atendimento Pré-Hospitalar (APH) não é mais um luxo, mas uma necessidade.
Para médicos e gestores de instituições de saúde, entender os diferenciais e benefícios desse recurso é fundamental para decisões estratégicas que impactam tanto a eficiência da equipe quanto a segurança do paciente.
Este artigo traz os principais desafios enfrentados em resgates, o papel do ultrassom portátil, os critérios para escolha do equipamento ideal e como ele contribui para otimizar a gestão em saúde.
Ambulâncias e unidades de resgate enfrentam condições adversas que desafiam a eficiência dos equipamentos médicos. Entre os principais pontos críticos estão:
Estudos recentes indicam que o uso de protocolos de diagnóstico rápido no atendimento pré-hospitalar, como o E-FAST (Extended Focused Assessment with Sonography for Trauma), pode acelerar significativamente o tempo de encaminhamento adequado ao hospital.
Segundo artigo publicado na BJHIS (Brazilian Journal of Health and Information Systems), a aplicação do E-FAST permite decisões clínicas mais ágeis, contribuindo para a redução de atrasos no transporte de pacientes críticos.
Isso mostra que equipamentos robustos e práticos não são apenas conveniência, mas componentes estratégicos de sobrevivência.
O ultrassom portátil é uma das tecnologias que mais têm transformado o Atendimento Pré-Hospitalar (APH). Com ele, é possível visualizar em minutos lesões internas, hemorragias ocultas, pneumotórax e até avaliar condições cardíacas.
Segundo revisão publicada nos Anais do Congresso Internacional de Enfermagem em Saúde do Paciente Crítico, o uso do ultrassom portátil permite avaliações rápidas e precisas, contribuindo para a segurança do paciente, prevenção de complicações e otimização do atendimento em contextos de emergência e terapia intensiva.
Para o médico de resgate, isso significa maior assertividade. Para o gestor, menos custos com encaminhamentos inadequados e maior eficiência operacional.
Nem todo ultrassom se adapta ao ambiente de emergência. Alguns critérios são determinantes para que o equipamento cumpra sua função em ambulâncias.
O aparelho precisa ser compacto, leve e resistente a quedas e vibrações. Modelos com design ergonômico e estrutura reforçada permitem uso em movimento, sem comprometer a segurança do equipamento.
Uma dúvida comum é: a qualidade da imagem é suficiente fora do hospital?
Com os avanços tecnológicos, sim. Modelos atuais oferecem imagens de alta definição, com modos avançados de escaneamento, permitindo diagnósticos confiáveis em ambientes adversos.
A integração com tablets, smartphones e sistemas hospitalares agiliza o envio de exames em tempo real. Isso garante continuidade do atendimento, facilitando a comunicação entre equipes de campo e hospitais de referência.
No resgate, não há tempo para recargas constantes. Equipamentos com baterias de longa duração e opções de carregamento sem fio garantem mobilidade durante todo o turno.
Além da aplicação imediata no resgate, o ultrassom portátil traz ganhos para a gestão hospitalar.
Você já imaginou realizar diagnósticos rápidos e precisos em qualquer lugar do consultório, hospital ou até mesmo à beira do leito do paciente sem depender de cabos, tomadas ou grandes equipamentos?
É exatamente isso que o TE Air entrega, o último lançamento da Medicalway. Um ultrassom ultraportátil, que une a praticidade de um dispositivo leve à potência de imagens de alta definição, pensado para médicos que valorizam mobilidade sem abrir mão da excelência clínica.
Por que os profissionais estão escolhendo o TE Air?
O resultado? Mais precisão, mais liberdade e mais tempo para focar no que realmente importa: o cuidado com seus pacientes.

O TE Air já está disponível para venda em todo o Brasil pela Medicalway, empresa referência em soluções médicas no sul do país. Afinal, “Tecnologia que salva vidas, confiança que faz a diferença” é o nosso compromisso com a saúde.
O ultrassom portátil em ambulâncias e resgate não é apenas uma inovação tecnológica, mas um aliado indispensável para salvar vidas, otimizar processos e trazer mais segurança ao Atendimento Pré-Hospitalar (APH).
Ele responde às principais dúvidas de médicos e gestores: é robusto, prático, garante qualidade de imagem e entrega retorno financeiro por meio da eficiência clínica.
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