Comprar equipamento para centro de imagens do hospital demanda muitos esforços e dedicação para não errar na escolha dos fornecedores e adquirir produtos que atendam às necessidades da instituição de saúde. É uma tarefa desafiadora, que exige os conhecimentos adequados para evitar falhas no processo. Além disso, é necessário saber quais aparelhos não podem faltar e quais são os critérios mais importantes para a decisão e compra.
É fundamental adquirir tecnologia de qualidade para não comprometer a produtividade do hospital nem prejudicar o atendimento aos pacientes. Preparamos este conteúdo especial com informações valiosas sobre a compra de aparelhos hospitalares para você. Confira o nosso post e entenda mais sobre o tema!
Um centro de imagens precisa contar com uma rede de equipamentos hospitalares específicos e alguns aparelhos não podem faltar. Veja quais são eles a seguir!
O ultrassom é utilizado para gerar imagens de órgãos do corpo e é fundamental para a realização de diagnósticos. Ele utiliza ondas sonoras de alta frequência na formação da imagem. A tecnologia não envolve nenhum tipo de radiação e não é prejudicial ao organismo.
É a radiografia convencional e é um recurso amplamente difundido na área hospitalar. Eles utilizam radiação ionizante, que atravessa o organismo e forma a imagem em um filme. Os principais aparelhos a serem adquiridos nessa área são o DR 400 (radiografia digital convencional) e o DR 600 (radiografia digital de teto).
É o equipamento responsável pela impressão de filmes radiológicos, fundamental para que os profissionais possam emitir os exames com praticidade. Um exemplo é a DRYSTAR AXYS, que oferece um trabalho de alta qualidade para o hospital.
O monitor de laudo é o equipamento necessário para a realização dos exames de radiologia. Componente fundamental do centro de imagem, não pode faltar na sua lista de compras.
É um aparelho de raio-X especial, que contém o elemento químico molibdênio. A função é a focalização do tecido mamário, distinguindo essa área dos outros tecidos. É uma peça fundamental para os exames de mamografia.
O retrofit para mamografia é uma peça importante para a realização do exame de mamografia e ele deve ser utilizado junto ao aparelho.
O retrofit é necessário na realização dos exames de raio-X e cumpre um papel similar ao retrofit para mamografia.
Se você optar pela tecnologia computadorizada, é necessário adquirir o CR para raio-X, que é o sistema para as operações. Da mesma forma, é importante adquirir um CR para mamografia. Caso utilize um programa digital, os aparelhos são outros.
Há vários fatores para considerar para adquirir equipamento para centro de imagens. Veja quais são esses elementos a seguir!
É importante identificar qual é a real necessidade do hospital para saber exatamente qual item deve ser adquirido. É essencial definir essa questão porque é ela que vai orientar a sua pesquisa. Com a lista de aparelhos em mente, você pode direcionar sua busca e tomar providências para fazer as compras adequadas.
Saber quais são as necessidades também ajuda a definir o orçamento da operação. É possível estimar o valor que vai ser investido nas aquisições de maquinário. Os valores exatos você só terá após a pesquisa e decisão, mas há necessidade de ter uma estimativa para saber se há recursos para a compra.
A qualidade é um elemento fundamental a ser analisado. Equipamentos de qualidade contribuem para diagnósticos mais precisos, o que é o primeiro passo para um tratamento adequado e para a promoção de saúde para o paciente. Certamente, você deseja ver sua clínica progredindo e tendo sucesso. Uma das raízes para esses resultados positivos é a presença de aparelhos de qualidade para que as análises, avaliações e diagnósticos sejam certeiros.
Outra vantagem é que produtos de qualidade são investimentos mais compensadores a longo prazo. Você tem menos custos com manutenções e reparos, além de contar com uma maior vida útil do recurso tecnológico.
Produtos sem certificação podem estar imersos em cadeias de produção ilegal ou de origem duvidosa. Isso prejudica o nome da clínica e pode gerar problemas a longo prazo. Além disso, sem certificação, não é possível saber se o aparelho tem qualidade e boa durabilidade.
Você gostaria de ver o nome da sua instituição envolvido com situações benéficas, tendo uma imagem positiva e credibilidade. Os pacientes vão preferir procurar um hospital que tenha maquinário credenciado, pois isso fortalece o laço de confiança na organização de saúde.
Além disso, é importante poder contar com garantia, pois o investimento é elevado e a falta ou dano no produto afeta a produtividade do hospital. Imagine que um raio-X para de funcionar. Você vai precisar encaminhar os pacientes para outro lugar para fazer o exame, o que pode fazer com que as pessoas não voltem mais. Centralizar os serviços no hospital é uma ótima forma de garantir a fidelização dos pacientes e de criar um relacionamento sólido e duradouro com o público. Assim, dê prioridade à certificação e garantia.
É fundamental conhecer os fornecedores de aparelhos médicos para fazer uma boa compra. Trabalhar com empresas de confiança e que seguem as regulamentações necessárias é importante para adquirir os melhores produtos possíveis e para que as negociações sejam benéficas para ambas as partes. É preciso avaliar preços, mas prazo de entrega, qualidade e prontidão em oferecer assistência técnica no manejo e conserto do aparelho são outros elementos que devem ser valorizados.
Investigue o histórico do fornecedor no mercado e busque em sites de reclamações se a corporação procurou solucionar dificuldades que algum cliente pode ter tido com uma máquina adquirida. Veja há quanto tempo a corporação atua e se ela tem as finanças sólidas. Você pode também buscar informações com clientes desse fornecedor para ter dados mais precisos.
Comprar equipamentos para o hospital envolve uma série de cuidados. É importante escolher produtos de qualidade e investir em conhecer bem o fornecedor. Busque também empreendimentos que oferecem suporte técnico e garantia com agilidade e precisão.
Garantir que o seu hospital tenha os melhores aparelhos é primordial para a credibilidade da instituição e para a fidelização de pacientes. Com mais recursos na organização de saúde, os processos ficam mais ágeis e as pessoas acessam uma série de serviços no próprio centro clínico com tranquilidade e confiança.
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Entenda como funciona a mesa cirúrgica e como escolher uma. A sala de cirurgia é um ambiente essencial para procedimentos médicos, como você já sabe. Ela precisa contar com instrumentação correta, torre de equipamentos, carrinho de medicamentos, cesto de materiais usados e um aparato essencial: a mesa cirúrgica.
Hoje, a tecnologia permite que ela seja muito mais moderna e flexível — o que melhora a disposição do paciente e garante uma performance ainda mais precisa por parte do profissional médico. No entanto, é preciso escolher o modelo certo para bons resultados.
Que tal aprender um pouco mais sobre o que levar em conta nesse momento? Nosso artigo ensina tudo o que você precisa saber. Confira!
A mesa cirúrgica, também conhecida como mesa operatória, é utilizada para posicionar o paciente para procedimentos cirúrgicos. Ela tem um tampo, que se divide em seções.
Dessa maneira, o paciente pode ficar sentado ou deitado. Ela ainda conta com uma base central, repleta de mecanismos que contribuem para o ajuste de altura e a inclinação do tampo.
Existem modelos com diferentes configurações e finalidades para que a intervenção prevista seja extremamente assertiva. Mas também para que o paciente fique, na medida do possível, mais confortável e tranquilo com a situação.
A mesa cirúrgica funciona por meio de um sistema de acionamento. Ele pode ser de dois tipos diferentes:
Nesse caso, a mesa é equipada com um motor elétrico. Todos os movimentos são realizados com a ajuda de um atuador, acionado via telecomando.
Aqui, a mesa utiliza fonte de energia hidráulica para funcionar. Para isso, é preciso acionar um pedal na base.
Ainda é possível encontrar mesas que combinam os dois acionamentos. Por exemplo, quando a elevação do tampo é feita por sistema elétrico e o ajuste do apoio de cabeça pelo sistema hidráulico.
De acordo com o tipo de cirurgia que será realizado, o profissional pode optar por alguns tipos de mesa cirúrgica específicos. As características variam da seguinte forma:
As mesas universais são mais usadas em cirurgia geral ou digestiva, e ainda nas que são menores e mais rápidas. São versáteis e adequadas para várias especialidades cirúrgicas: cardiovascular, vesicular, plástica, entre outras.
As mesas especializadas, por sua vez, são desenvolvidas de acordo com especialidades médicas. Assim, acessórios específicos podem ser acoplados conforme a necessidade. É o caso das mesas de cirurgia ginecológicas, ortopédicas e oftalmológicas.
Em ambulatório, a mesa móvel é mais comum. Elas contam com rodas para facilitar questões de urgência e transporte de pacientes.
A importância da mesa cirúrgica é indispensável dentro de qualquer centro hospitalar, mas não apenas para garantir a segurança dos procedimentos cirúrgicos. Veja só no que mais ela auxilia!
Cada tipo de cirurgia exige um posicionamento diferente do paciente. É por esse motivo que a pesa tem o tampo móvel e dividido em várias partes.
Ao desdobrá-los e reposicioná-los, fica mais fácil garantir ao médico mais mobilidade para a cirurgia. Além de deixar o paciente com o apoio adequado, inclusive para a anestesia.
Os procedimentos cirúrgicos também acontecem com maior agilidade diante do uso da mesa cirúrgica correta. O paciente não precisa se mover ou ser reposicionado pelos profissionais durante o momento.
Além disso, a mesa conta com perneiras, braçadeiras, apoios para a cabeça, entre outros — o que permite o ângulo certo para intervenções precisas e rápidas.
Com a mesa cirúrgica, o trabalho dos cirurgiões fica muito mais fácil. Afinal, o ambiente já fica devidamente apropriado para o trabalho.
A mesa pode ser encontrada em tamanhos variados, o que facilita sua adaptação aos ambientes, e se adaptam aos acessórios que os médicos precisam utilizar, como suporte para soro, estrutura de tração, entre outros.
Por fim, a mesa ainda garante conforto para o médico, mas principalmente para o paciente. É um equipamento eficiente, que suporta todos os tipos físicos, de crianças e adultos.
Agora que você já conhece cada detalhe de uma mesa cirúrgica, é hora de descobrir o que levar em conta para fazer a escolha certa. Acompanhe as principais dicas.
Em primeiro lugar, é fundamental que você considere a sua especialidade para comprar o melhor tipo de mesa. Dentro da modalidade, há também procedimentos nos quais você pode se especializar mais uma vez, então foque no que você mais realiza para ter um equipamento de ajuste fácil e preciso.
O tamanho da mesa deve ser definido de acordo com o tamanho da sala disponível para cirurgia. Não é preciso adquirir uma opção muito compacta se há espaço suficiente, a menos que a especialidade exija isso.
Conforme explicamos, o sistema de acionamento da mesa cirúrgica pode ser elétrico, hidráulico ou híbrido. É fundamental que você confira se existem recursos suficientes na sala para suportá-los.
Por exemplo, o acionamento elétrico exigirá tomadas próximas à mesa. Sem esse tipo de referência, você poderá ter complicações para usá-la.
Uma boa mesa cirúrgica deve possibilitar, pelo menos, as sete principais posições exigidas em procedimentos cirúrgicos. São elas:
Como você pode ver, a mesa cirúrgica é um equipamento indispensável em qualquer centro clínico ou hospitalar. Ela interfere no bem-estar do paciente durante a cirurgia, mas também permite que o médico trabalhe com mais precisão e agilidade, de modo a otimizar os resultados do procedimento e assegurar uma boa recuperação mais tarde.
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Não sabe como escolher o ventilador de UTI ideal? Veja 7 dicas! O ventilador pulmonar é um equipamento muito utilizado no ambiente hospitalar. Enquanto a versão de transporte é destinada para quem precisa de suporte respiratório em trajetos ou períodos curtos, a versão para UTI visa estabilizar a respiração de pacientes com doenças cardiorrespiratórias crônicas, recém-operados, vítimas de traumas, entre outros.
Ambos são extremamente importantes para a manutenção da saúde dos pacientes. Inclusive, eles têm sido usados com frequência no tratamento contra a Covid-19, uma vez que o vírus afeta diretamente o pulmão e a capacidade respiratória. Entretanto, é fundamental escolher um equipamento de qualidade para garantir o ajuste ao quadro médico, de acordo com o problema e o paciente.
Neste artigo, vamos falar sobre o que levar em conta ao escolher o ventilador de UTI ideal. Confira as dicas importantes que separamos!
A primeira questão a ser observada na escolha do ventilador de UTI é a aplicação. Existem diversos tipos de finalidades práticas, conforme a especialidade clínica e os pacientes — neonatal, pediátrico ou adulto.
Essa definição é essencial para a elaboração da especificação e a seleção de modelos. Isso porque os ventiladores são desenvolvidos e vendidos de acordo com a faixa de peso que podem atender.
Em geral, ela varia de 3 a 200kg. A seguir, vale a pena pensar a quais setores os ventiladores serão destinados. Na UTI, seu nível de complexidade e sofisticação é maior, pois a permanência do paciente no setor costuma ser mais longa.
Nas intubações de longa duração, é muito importante que o ventilador de UTI conte com modalidades ventilatórias que auxiliem no desmame do paciente. Este é um processo em que o equipamento identifica o seu estímulo, para que ele faça esforço pulmonar por conta própria e recupere de vez sua capacidade.
Essas são as principais modalidades encontradas no ventilador:
Durante o ciclo de respiração, gases são trocados o tempo todo pelo organismo — desde os tecidos dos órgãos até as menores células. O ventilador pulmonar tem o objetivo de substituir o movimento natural da respiração, ou seja, o ciclo respiratório deve ser restaurado por completo.
Para acompanhar se essa questão está em ordem, é preciso observar os modos de controle do equipamento. Eles trabalham em conjunto com as modalidades ventilatórias e podem ser: espontâneo e controlado ou assistido, espontâneo, assistido, assistido ou controlado ou controlado.
Eles demonstram a capacidade de esforço do paciente em retomar o controle da respiração. Enquanto a modalidade supre as necessidades de guiar esse processo, o modo pode mudar ao longo dele, de acordo com a resposta que o corpo fornece e que é registrado pelo monitoramento.
Você encontrará muitos equipamentos sofisticados e repletos de funções. Isso é ótimo para assegurar um bom desempenho e o suporte adequado para o paciente. No entanto, administrar essas funções deve ser algo simples e objetivo.
É preciso ter em mente que pacientes que precisam de apoio respiratório requerem intervenção imediata. Eles não podem esperar por estabilidade. Se o dispositivo de monitoramento for muito complexo, o atendimento não será satisfatório.
Portanto, procure por alternativas que sejam simples e objetivas para mexer e ler registros. Assim, diante de qualquer irregularidade, será possível iniciar os devidos procedimentos ou fazer outros encaminhamentos.
Como todo equipamento médico, é de suma importância conferir se o ventilador de UTI é certificado. Somente essa comprovação assegura a efetividade do aparelho, bem como a segurança do paciente durante a realização dos procedimentos médicos.
Entre as certificações mais importantes, estão o registro de boas práticas emitido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e a confirmação dos requisitos exigidos pelo ISO 13485. Em alguns casos, pode ser que você precise de autorização de comercialização, em especial para manter peças para manutenção disponíveis em estoque.
Compre apenas marcas reconhecidas no mercado. E, é claro, de fornecedores confiáveis, que trabalhem unicamente com equipamentos originais e atualizados.
É importante ressaltar que ventiladores pulmonares de UTI precisam de formas de monitoramento mais elaborados. Somente assim será possível realizar um ajuste seguro da ventilação.
Um exemplo disso é a monitorização de frequência respiratória e volume corrente, ou ainda a medida da pressão de pico inspiratório ou pressão expiratória.
Também é indispensável acompanhar a apresentação de curvas de volume, pressão e fluxo. Isso deve ser feito com a ajuda de um monitor, que registra também vazamentos, esforço excessivo do paciente, assincronia entre respiração e equipamento, entre outros. Assim, sempre que necessário, a modalidade respiratória poderá ser trocada.
Quando se trata do atendimento neonatal, lembre-se de que os pacientes têm, em média, apenas 400g. Portanto, é fundamental encontrar equipamentos que consigam atender a partir de 250g. Embora muitos já venham com essa capacidade, nem todos contam com a função de controle e monitoramento tão específica.
Portanto, é um fator a ser observado com muita atenção. Do contrário, não será possível captar a evolução do paciente de maneira direcionada.
Além disso, os modelos para neonatal devem ter modalidade ventilatória de alta frequência. Esse é um grande diferencial para essa modalidade, que tem um atendimento mais delicado e com altos níveis de urgência.
O ventilador pulmonar de UTI é um dos equipamentos mais importantes para contribuir na recuperação de pacientes. Portanto, siga sempre essas indicações para ter um modelo moderno e de uso simples à disposição.
A Medicalway trabalha com variedades e soluções consideradas as melhores do mercado. Identifique as necessidades de seu ambiente hospitalar e confira quais de nossas opções podem atendê-las adequadamente!
Cabo de ECG: quais cuidados tomar ao manusear e como comprá-lo?. Muitas pessoas não entendem a importância de tomar certos cuidados ao adquirir e manusear o cabo de ECG, tendo em vista ser parte de um aparelho essencial para a avaliação cardiológica dos pacientes.
Entre as principais funções do cabo de ECG, está a capacidade de armazenar os fios responsáveis por transmitir os dados do indivíduo para o equipamento. Por esse motivo, a forma como é utilizado e as condições em que se encontram são aspectos que influenciam diretamente na confiabilidade dos resultados. Então, é preciso estar atento a isso.
Quer entender um pouco mais sobre os principais pontos de atenção relacionados ao manuseio e aos cuidados com esse item? Então, continue a sua leitura!
É muito importante que clínicas, consultórios, hospitais e demais unidades de saúde implementem medidas de cuidados e manuseio de cabos de ECG, levando em consideração que qualquer problema ou dano no objeto pode influenciar na atuação dos profissionais, precisão nos resultados e demais erros que vão prejudicar bastante a imagem da instituição no mercado.
Afinal, quando um aparelho não funciona como deveria, isso vai gerar resultados imprecisos ou comprometer o exame, fazendo com que a clínica tenha que desmarcar procedimentos, chamar os pacientes para refazê-los, entre outras situações que vão impactar de forma direta no dia a dia e faturamento do estabelecimento.
Existem casos em que os profissionais de saúde não adotam os cuidados adequados ao manusear o equipamento de ECG e seus cabos, o que pode afetar a vida útil do objeto, além de provocar interferências, quebras, entre outros danos.
Por isso, é essencial tomar certas ações para assegurar um bom uso do aparelho e realizar a execução adequada, o que vai levar a uma maior durabilidade do equipamento, evitar gastos desnecessários e impedir alterações no exame que possam prejudicar os pacientes e o nome da instituição. Conheça as principais a seguir!
Ao comprar o eletrocardiógrafo, todos os cabos que o acompanham precisam ser certificados e apresentar um funcionamento alinhado com o aparelho e modelo. Por isso, o uso do equipamento deve ser feito junto com os acessórios originais (fornecidos pelo fabricante), com exceção dos eletrodos.
Em situações em que o manuseio esteja sendo feito de maneira inapropriada, podem ocorrer divergências de sinais, interferências ou até danos no eletrocardiógrafo, além da imprecisão dos resultados dos exames que podem levar a laudos imprecisos e a definição de tratamentos ineficazes para os pacientes.
Para manter o equipamento em suas devidas condições de uso, é importante ter em mente que os cabos são constituídos de vários filamentos revestidos por capas protetoras. Sendo assim, esses filamentos internos são bastante sensíveis, o que pode gerar desgastes que podem levar até à perda integral do equipamento. Portanto, é preciso evitar:
Além disso, nunca faça a remoção dos elétrodos ou encaixes puxando por meio do cabo, tendo em vista que essa prática minimiza de maneira significativa a vida útil do objeto. É importante salientar que os cabos do equipamento são imprescindíveis para o seu funcionamento e também estão entre os acessórios mais caros.
A higienização é outro aspecto bastante relevante para manter o cabo de ECG em boas condições de uso. Após o uso no paciente, o equipamento precisa ser limpo com solução de álcool 70%. Isso porque o acúmulo de resíduos, com o tempo, pode aumentar o risco de oxidação, afetando o desempenho do cabo.
Para que todos os cuidados de manuseio do equipamento e de seus cabos sejam garantidos, é fundamental que seu uso seja feito apenas por profissionais qualificados e treinados para esse fim.
Existem alguns pontos que devem ser avaliados para que consiga adquirir um equipamento de qualidade e com acessórios de alta durabilidade. Veja alguns deles!
Ao adquirir qualquer equipamento médico, verifique todas as informações a respeito do produto, principalmente dos eletrocardiógrafos, que são bastante usados na rotina da unidade de saúde, na maioria das vezes, em situações de emergências, corridas e estressantes.
Esse cuidado é importante, pois caso algum líquido caia acidentalmente no equipamento, é possível tomar medidas que possam evitar sua danificação, por exemplo, desligar, enxugar e ligar novamente. Dependendo da qualidade do aparelho, esse acidente pode evitar que ele volte a funcionar corretamente.
Quando o assunto é a portabilidade e a praticidade do eletrocardiógrafo, é possível falar sobre vários aspectos, por exemplo:
Para qualquer equipamento, essa é uma questão essencial, considerando que a praticidade afeta de forma direta a utilização correta e o aumento da vida útil do aparelho. Para os integrantes da equipe de emergência, por exemplo, que apresentam uma rotina muito corrida para ambiente remotos, a portabilidade é um fator necessário
Muitos eletrocardiógrafos dependem da uma rede elétrica, já que são ligados na tomada. Com o equipamento não possui essa exigência, é possível reduzir a quantidade de cabos, fios e fontes externas, o que pode diminuir um pouco os cuidados que precisam ser tomados, além de evitar de forma significativa o acometimento de danos e eventuais dores de cabeça.
Agora que você entende a função do cabo de ECG e a importância de tomar todos os cuidados necessários no seu manuseio, além de como adquirir um equipamento de qualidade pode interferir em sua durabilidade, saiba que a Medicalway é uma empresa que comercializa equipamentos médicos e hospitalares, principalmente para centros cirúrgicos, UTI, centro de imagem (ultrassom), que está há muitos anos no mercado. Além disso, a empresa se destaca pela qualidade dos serviços prestados aos hospitais e clínicas médicas, proporcionando acesso a equipamentos de alta tecnologia.
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