Como escolher o melhor aparelho de ultrassom?

A decisão de adquirir um novo equipamento de ultrassom vai muito além de uma simples compra; trata-se de um investimento estratégico que impacta diretamente a capacidade diagnóstica, a eficiência operacional e a qualidade do atendimento na sua clínica ou hospital. 

Diante da variedade de modelos, tecnologias e funcionalidades disponíveis no mercado, a tarefa de escolher o aparelho ideal pode se tornar um desafio. 

Qual ultrassom é o mais adequado para a minha especialidade? Como a escolha pode impactar o fluxo de trabalho e a produtividade da equipe? E qual a diferença real entre um ultrassom fixo e um portátil, além do tamanho?

Para responder a essas e outras perguntas, este artigo foi desenvolvido para te auxiliar a escolher o melhor aparelho de ultrassom com segurança e assertividade. Acompanhe!

A anatomia da escolha: fatores essenciais para entender como escolher o melhor aparelho de ultrassom

A seleção de um equipamento de ultrassom deve ser uma análise criteriosa, baseada em um diagnóstico preciso das necessidades da sua instituição. A decisão deve partir de três pontos fundamentais que, juntos, formam a espinha dorsal de um processo de aquisição bem-sucedido.

Para quem o equipamento se destina?

O primeiro passo para saber como escolher o melhor aparelho de ultrassom, é entender as necessidades do seu público-alvo e, principalmente, da sua equipe. A especialidade médica que mais utilizará o equipamento é um fator crucial. Por exemplo, um ultrassom para cardiologia exige funcionalidades e transdutores diferentes dos utilizados na ginecologia ou na radiologia geral. A ergonomia do aparelho, a facilidade de uso e a curva de aprendizado também são considerações importantes para garantir que a equipe utilize o equipamento em todo o seu potencial.

Onde o equipamento será utilizado?

O ambiente de uso define o tipo e o tamanho do equipamento mais adequado. A necessidade de mobilidade é um dos principais diferenciais a serem considerados.

  • Consultório ou sala de exames dedicada: um aparelho fixo pode ser a melhor escolha, oferecendo robustez, mais conectividade e um conjunto completo de recursos.
  • Visitas domiciliares, ambientes de emergência ou salas cirúrgicas: a mobilidade é essencial, e um ultrassom portátil ou ultraportátil se torna a opção ideal, garantindo flexibilidade e agilidade no diagnóstico.

Que tipo de exames serão realizados?

A variedade de exames a serem realizados influencia diretamente a escolha das sondas (transdutores) e dos softwares especializados. 

Um aparelho para exames vasculares, por exemplo, deve ter recursos de Doppler avançados, enquanto um focado em obstetrícia precisa de softwares para medições fetais e imagens 3D/4D.

Conhecendo os tipos de ultrassom: a diferença entre ultrassom fixo vs. portátil e para qual necessidade é melhor

A tecnologia de ultrassom evoluiu para oferecer soluções que atendem a diversas necessidades clínicas e operacionais. Entender os diferentes Tipos é fundamental para saber como escolher o melhor aparelho de ultrassom.

Ultrassom fixo

Tradicionais e robustos, os aparelhos fixos são o padrão ouro para clínicas e hospitais que realizam um grande volume de exames complexos.

  • Vantagens: qualidade de imagem superior, recursos avançados (como elastografia e Doppler colorido), maior número de portas para transdutores e monitores de alta resolução.
  • Ideal para: centros de diagnóstico por imagem, hospitais de grande porte e especialidades que necessitam de recursos técnicos detalhados e um fluxo de trabalho otimizado em um único local.

A principal diferença entre um ultrassom fixo e um portátil é que o modelo fixo garante um ecossistema de trabalho mais completo.

Ultrassom portátil e ultraportátil

A evolução da tecnologia tornou esses equipamentos poderosos e, ao mesmo tempo, compactos. Esses modelos são perfeitos para quem precisa de flexibilidade.

  • Vantagens: fácil transporte entre salas, departamentos ou até mesmo para atendimentos externos. Ajudam a agilizar o fluxo de trabalho e podem ser uma ferramenta de triagem rápida em situações de emergência.
  • Ideal para: UTI, salas cirúrgicas, emergência, anestesiologia, fisioterapia, e para médicos que fazem visitas domiciliares.

Ultrassom sem fio

A inovação mais recente no mercado, os aparelhos de ultrassom sem fio, são pequenos transdutores que se conectam a um tablet ou smartphone.

  • Vantagens: extrema portabilidade, custo-benefício e facilidade de uso em ambientes com pouco espaço.
  • Ideal para: atendimentos de emergência, medicina esportiva, procedimentos guiados (punções) e em locais de difícil acesso.

A tecnologia por trás da imagem: o que procurar para saber como escolher o melhor aparelho de ultrassom?

A qualidade de uma imagem de ultrassom depende diretamente da tecnologia empregada no equipamento. Ao buscar um novo aparelho, é fundamental analisar os seguintes aspectos técnicos.

Qualidade da imagem

Uma imagem clara e nítida é essencial para um diagnóstico preciso. Busque por tecnologias de aprimoramento de imagem, como processamento de sinal avançado, que reduzem o ruído e destacam as estruturas anatômicas. A resolução e o contraste da imagem são determinantes para a eficácia do diagnóstico.

Tipos de transdutores

A sonda (transdutor) é a “lente” do aparelho de ultrassom. A variedade e a qualidade das sondas disponíveis para o equipamento são fundamentais. Transdutores lineares são ótimos para estruturas superficiais, enquanto os convexos são ideais para exames abdominais e os endocavitários são perfeitos para ginecologia e urologia.

Recursos adicionais

Tecnologias como Doppler colorido e pulsado, imagem 3D/4D, elastografia e softwares de análise cardíaca ou vascular podem fazer a diferença na capacidade diagnóstica do equipamento. Considere a possibilidade de o aparelho ser atualizado com novas funcionalidades.

Conectividade

A capacidade de integrar o ultrassom com outros sistemas, como prontuários eletrônicos e sistemas de arquivamento e comunicação de imagens, otimiza o fluxo de trabalho e garante a segurança dos dados do paciente.

Conte com a Medicalway para guiar sua decisão de compra e aluguel de ultrassom

A Medicalway atua oferecendo soluções completas em equipamentos médicos de alta tecnologia. 

 Com um portfólio diversificado, que inclui desde aparelhos portáteis até sistemas de ultrassom de alta resolução, estamos prontos para atender as necessidades específicas de clínicas e hospitais de todos os portes.

Nosso compromisso é ir além da venda, proporcionando uma consultoria especializada para que você entenda como escolher o melhor aparelho de ultrassom para suas necessidades.

Nossa equipe de especialistas está pronta para apresentar o melhor custo-benefício, com opções de venda e aluguel de ultrassom, garantindo que você tenha acesso à tecnologia de ponta para elevar a qualidade do seu diagnóstico.

Fale com um de nossos consultores e descubra a solução ideal para a sua clínica ou hospital.

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    Veja como escolher e utilizar um eletrocardiógrafo no hospital

    O eletrocardiógrafo é um equipamento médico indispensável na rotina do hospital, auxiliando na realização do eletrocardiograma e contribuindo para diversos diagnósticos e detecção de qualquer anormalidade nos pulsos elétricos do coração.

    Escolher os aparelhos adequados para o estabelecimento de saúde é muito importante, pois todos os recursos disponíveis no local refletem a imagem da instituição, além do exame contribuir para a identificação de problemas e a implementação da terapia adequada.

    Preparamos este conteúdo especial para que você saiba como escolher e utilizar um eletrocardiógrafo no hospital. Veja mais a seguir!

    O que é e quais as funções do eletrocardiógrafo?

    O eletrocardiógrafo é um equipamento especializado na realização do eletrocardiograma (ECG), fazendo a leitura dos sinais elétricos do coração. O impulso elétrico gerado no marca-passo é o que faz os músculos do coração se contrair e bombear o sangue para o corpo. Assim, o aparelho ajuda a verificar como está a atividade elétrica cardíaca, contribuindo para a detecção de qualquer anormalidade na frequência e no trajeto dos impulsos elétricos.

    A composição do eletrocardiógrafo são os eletrodos, a unidade e os cabos de ECG que interligam essas estruturas. Há dispositivos de tecnologia analógica que registram os sinais elétricos em traçados no papel.

    Os equipamentos mais modernos lançam os dados diretamente no computador, em que um software especializado lê as informações e as transforma em um gráfico de tensão em função do tempo. Atualmente, é possível optar pela armazenagem dos dados na nuvem, o que aumenta a segurança do processo.

    O que é necessário para preparar o uso do aparelho?

    O profissional coloca quatro eletrodos periféricos, que são posicionados nas pernas e braços do paciente. Depois, é aplicado um gel condutor de eletricidade no tórax, para que sejam fixados mais eletrodos, sendo que o número depende da solicitação do médico. O aparelho é ligado, captando os sinais do paciente. Em poucos minutos, o exame está concluído. Assim, é um procedimento indolor, não invasivo, rápido e simples.

    Como o eletrocardiógrafo pode ser utilizado no hospital?

    A recomendação do uso do aparelho é para avaliar pacientes que apresentam dores no peito, perda repentina de sentidos, suspeita de arritmia, insuficiência cardíaca e doenças em artérias coronárias. O exame também é indicado para análise após infarto do miocárdio, quadros do coração inflado (miocardiopatia) e cardiopatias congênitas.

    Como escolher o equipamento ideal?

    Há vários cuidados importantes para escolher o melhor eletrocardiógrafo para o seu hospital. Veja nossas dicas sobre o assunto a seguir!

    Observe a garantia

    Às vezes, o equipamento vem com algum problema de fábrica e precisa ser trocado. Isso é relativamente comum. Se você não contar com a documentação e ter a garantia, o aparelho não pode ser trocado e você fica no prejuízo. Assim, antes de comprar um produto hospitalar, confira informações como garantia, validade, frequência de manutenção, modo de funcionamento do dispositivo, entre outras.

    Pesquise a respeito do fabricante

    Certamente, você quer saber um pouco mais de onde veio o produto. Afinal, os aparelhos fazem parte da imagem que o hospital transmite para os pacientes. Imagine utilizar um eletrocardiógrafo que vem de uma empresa que passou por algum escândalo na mídia? O usuário pode associar o nome do hospital ao ocorrido.

    Assim, antes de adquirir os dispositivos, realize uma boa pesquisa de mercado, conhecendo mais sobre os melhores fabricantes da área. Aproveite, também, para comparar recursos, observar a frequência da manutenção preventiva, preços e possibilidades que o dispositivo oferece.

    Considere a segurança

    O eletrocardiógrafo é um aparelho que apresenta pouco risco ao paciente. Porém, um dispositivo pouco seguro pode ter uma estrutura propícia para algum acidente de trabalho ou choque no paciente, provocando uma experiência ruim. Dessa forma, é importante avaliar se a estrutura do equipamento médico é segura e se há algum potencial de risco. Busque os produtos mais seguros, que permitam uma rotina de trabalho mais simples, ágil e otimizada.

    Analise a portabilidade

    O eletrocardiograma é um exame simples, que pode ser feito no hospital, na ambulância, ou até mesmo na casa do paciente. Porém, para isso, o aparelho tem que ser portátil e de fácil transporte e manuseio. A facilidade de locomoção é um ponto importante para facilitar a logística do trabalho dos colaboradores e contribuir com a eficiência operacional nos atendimentos.

    Priorize a inovação

    O eletrocardiógrafo analógico é um bom recurso, mas, conforme mencionamos, há possibilidades melhores no mercado. Por exemplo, o manuseio, transporte e envio do resultado para o médico são mais difíceis, demandam a impressão dos registros e o paciente precisa entregar pessoalmente o material.

    Já os equipamentos de alta tecnologia são mais modernos e eficientes. O eletrocardiógrafo digital pode ser integrado a um computador, no qual um software processa as informações e disponibiliza a imagem do gráfico. Os resultados podem ser armazenados na nuvem, encaminhados por e-mail para o especialista e colocados diretamente no prontuário eletrônico do paciente.

    Dessa maneira, a tecnologia na saúde traz grandes benefícios, pois o processo fica mais ágil e não há risco de perdas de exames no meio do caminho.

    Foque na qualidade do equipamento

    É muito importante escolher equipamentos de qualidade e certificados para o hospital. O ideal é buscar dispositivos com boa durabilidade e resistência, pois eles podem ser transportados para outros ambientes no deslocamento dentro do hospital, ambulância ou atendimento em domicílio.

    A falha de um eletrocardiógrafo durante o exame não causa dano à saúde do paciente. Mas, certamente, ela prejudica muito os horários, gerando atrasos na agenda dos profissionais e promove uma imagem negativa do hospital.

    Assim, foque na qualidade, durabilidade e resistência. O preço de um bom produto, normalmente, é um pouco maior em relação a itens de menor desempenho, mas isso é um verdadeiro investimento para o hospital.

    A Medicalway oferece soluções de equipamentos médicos e hospitalares, contando com grande tradição de mercado. Nos destacamos pela qualidade dos serviços prestados, proporcionando aparelhos de alta tecnologia, fabricados por importantes fornecedores mundiais do segmento. Realizamos, também, acompanhamento pós-venda e contamos com um suporte técnico ágil e qualificado.

    O eletrocardiógrafo é um equipamento essencial na rotina do hospital, e escolher bem esse dispositivo contribui para melhorar a precisão dos diagnósticos, para tornar a logística de trabalho mais otimizada e facilitar o dia a dia dos profissionais de saúde. Fazer uma boa pesquisa é essencial, assim como buscar os melhores fornecedores neste campo e avaliar a qualidade e a relação custo-benefício.

    Gostou do conteúdo? Aproveite e confira também os cardiotocógrafos da Unicare!

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    Como funciona o monitor de sinais vitais e como escolher esse equipamento?

    O monitor de sinais vitais é um equipamento indispensável nos hospitais, principalmente no Centro de Tratamento Intensivo (CTI). Sua finalidade é apontar em tempo real os sinais vistais do paciente, permitindo um acompanhamento preciso da evolução do quadro clínico por meio de dados confiáveis e enviando alarmes nas situações de identificação de parâmetros fora da normalidade. Assim, a equipe de saúde pode realizar a intervenção necessária de forma imediata.

    Devido à sua importância, elaboramos este conteúdo para mostrar o seu funcionamento, quais são os sinais monitorados, bem como os pontos a serem observados ao comprar o aparelho. Confira!

    Como funciona o monitor de sinais vitais?

    O monitor já vem com alguns padrões básicos configurados, porém nada impede que novas configurações sejam feitas pela equipe de saúde, quando necessário. O equipamento tem alarmes sonoros que são ativados caso algum sinal vital do paciente alcance níveis diversos dos configurados — seja por meio de luzes na tela ou beeps sonoros, apontando que algo não está bem em relação ao quadro clínico do paciente.

    Por essas funcionalidades apresentadas, trata-se de um aparelho fundamental no decorrer dos atendimentos que exigem cuidados mais rigorosos sobre os sinais vitais dos pacientes.

    Quais são os sinais vitais lidos pelo monitor?

    Veja a seguir quais são os sinais vitais mais importantes lidos pelo monitor.

    Frequência cardíaca

    A frequência cardíaca está ligada à quantidade de batidas do coração por minuto, fator que pode variar conforme o esforço físico realizado, a idade, a ocorrência de doença cardíaca, entre outros fatores.

    Normalmente, os parâmetros são:

    • 0 a 2 anos: varia entre 120 e 140bpm;
    • 8 a 17 anos: varia entre 80 e 100bpm;
    • adulto sedentário: varia entre 70 e 80bpm;
    • adultos praticantes de atividades físicas e idosos: varia entre 50 a 60bpm.

    Frequência respiratória

    A frequência respiratória corresponde à quantidade de respiração que um indivíduo realiza por minuto. Geralmente, os níveis normais são:

    • homem: 16 a 18 inspirações/minuto;
    • mulher: 18 a 20 inspirações/minuto;
    • criança: 20 a 25 inspirações/minuto;
    • lactantes: 30 a 40 inspirações/minuto.

    Pressão arterial

    A pressão arterial é mensurada pela força do sangue que atua sobre as paredes das artérias, realizando pressão sobre elas. Os padrões normais máximos em pessoas adultas, correspondem à:

    • pressão sistólica entre 10 e 14cm de Hg (100 e 140mm);
    • pressão diastólica entre 6 e 9cm de Hg (60 e 90mm).

    Saturação de oxigênio

    A saturação representa o nível de oxigênio presente no organismo da pessoa. Esse monitoramento é essencial em diversas fases do atendimento médico, principalmente ao longo de aplicações de anestésicos em cirurgias e em casos de doenças respiratórias. Em regra, a saturação é considerada normal quando apresenta valores entre 95 e 99%.

    Temperatura corporal

    Trata-se da medida do calor do corpo, referente ao equilíbrio do calor produzido e calor perdido. A temperatura considerada normal varia entre 36,1 e 37,2ºC.

    O que considerar no momento da compra do monitor de sinais vitais?

    Existem alguns aspectos que devem ser observados no momento da aquisição de um monitor de sinais vitais eficiente. Veja a seguir quais são!

    Centralização e agilidade do equipamento

    A maioria dos hospitais conta com vários leitos ocupados e um número muito menos de profissionais de plantão, que precisam ir de leito em leito averiguar os sinais vitais dos pacientes que podem se alterar a qualquer momento.

    Por meio de um monitoramento centralizado, o trabalho da equipe se torna mais ágil e eficiente, tendo em vista que todos os dados convergem em rede. Isso quer dizer que, em situações de variações graves nas condições clínicas de uma pessoa, a central consegue mobilizar de forma mais segura a equipe médica para que tome as medidas cabíveis.

    Esse monitoramento pode ser realizado por intermédio de uma central de monitoramento, responsável por conectar todos os monitores, informando sobre as necessidades de cuidados específicos.

    Usabilidade

    É necessário entender que situações imprevisíveis ocorrem a todo momento em um ambiente hospitalar, em que a tomada de decisão deve ocorrer em pouquíssimos segundos.

    Por esse motivo, quando se trata da compra de um monitor de sinais vitais, é necessário levar em conta as suas interfaces computacionais, em que dados de apoio para as ações a serem implementadas são diversos.

    Então, verifique quais imagens, gráficos e textos o aparelho disponibiliza, quais são os sinais de alertas e demais funcionalidades que podem simplificar de forma considerável essa prática.

    Isso ocorre porque é fundamental que a equipe médica entenda os dados com facilidade e, dessa forma, possam agir de maneira rápida, segura e com total confiança.

    Tecnologia envolvida

    Com tantas inovações tecnológicas inseridas nos processos, a conectividade é um aspecto relevante, já que todas as informações sobre o paciente precisam estar disponíveis em uma rede central de monitoramento. Esse mecanismo é possível, utilizando um sistema com base em LAN, em que a central de monitoramento deve apresentar e gerenciar dados dos monitores presentes nos leitos.

    Nesse caso, a alteração ou falha em qualquer padrão acompanhado vai ser identificada pela central de monitoramento, permitindo a visão de todos os leitos em um único ambiente, incluindo a apresentação automática das informações de alarme.

    Muitas unidades de saúde também estão adotando softwares em que dados originários dos pacientes são encaminhados diretamente para o prontuário do paciente.

    Custo-benefício

    Outra questão que deve ser considerada são os valores dos consumíveis, como cabos de ECG, manguitos de pressão, sensores de oximetria e demais características. Em muitos casos, na hora da compra do equipamento, essas quantias não são avaliadas, e o comprador escolhe pelo mais barato.

    No entanto, no momento de comprar os acessórios e os consumíveis, o aparelho que era mais caro tem os consumíveis mais baratos, o que pode tornar o custo com o aparelho mais barato mais caro no decorrer do tempo.

    Agora que você entende como funciona um monitor de sinais vitais e o que deve ser observado ao fazer a melhor escolha no momento da compra, o ideal é contar com uma empresa como a Medicalway como parceira, que disponibiliza as melhores tecnologias, preços e condições acessíveis do mercado, além de um acompanhamento pós-venda e suporte técnico eficiente, rápido e qualificado.

    Quer saber por que a Medicalway oferece as melhores soluções para os seus clientes? Então, aproveite para acessar nosso site e conhecer as opções de monitores disponíveis!

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    Veja como escolher o mamógrafo ideal para a sua clínica ou hospital

    Diante da importância do mamógrafo, que pode rastrear o câncer de mama — o quinto no ranking de mortalidade em todo mundo —, é imprescindível que a escolha desse aparelho ocorra de forma muito cuidadosa para garantir uma maior precisão nos resultados.

    Nesse sentido, é preciso conhecer alguns critérios para definir a qualidade do mamógrafo, entender suas principais indicações, as diferenças entre o digital e convencional, os riscos, as vantagens de cada tipo de aparelho e muito mais. Afinal, além de sua importância para a saúde, a região das mamas é sensível, o que costuma causar ansiedade.

    Pensando em tirar suas dúvidas, preparamos esse post. Quer saber mais? Continue a leitura!

    Invista em equipamentos modernos

    Quando se fala em oferecer o melhor para os pacientes, o investimento em um mamógrafo digital não pode ficar de fora. O aparelho oferece inúmeras vantagens em comparação ao equipamento convencional, que utiliza produtos químicos para revelação e reduz a exposição à radiação durante a realização dos exames.

    Além do mais, o mamógrafo digital utiliza o computador para armazenamento das imagens obtidas. Isso permite a visualização de detalhes nas imagens e o backup, que garante um armazenamento mais seguro.

    Pense nas necessidades dos pacientes

    Na hora de escolher o mamógrafo é preciso considerar também as necessidades das pacientes, que podem ter seios maiores e/ou menores, por exemplo, cada um deles sendo mais recomendado para um equipamento específico.

    É o caso do mamógrafo digital, que é mais recomendado para mulheres com seios maiores e uma maior quantidade de gordura corporal no geral. Seguindo a mesma lógica, pacientes com implante mamário precisam receber um cuidado especial, já que o silicone interfere na visualização das mamas. Assim, é preciso de um mamógrafo que permite o uso da técnica chamada de Manobra de Eklund.

    Priorize a qualidade do equipamento

    Mamógrafos de qualidade devem garantir o exame de rastreio, realizado em pacientes assintomáticos, e de diagnóstico, que é o exame radiológico utilizado para o acompanhamento de possíveis alterações nas mamas, que levam a suspeitas de lesões benignas ou malignas.

    Nesse sentido, além de oferecer os dois tipos de exames, é importante que os equipamentos escolhidos se adaptem de acordo com os serviços oferecidos, sem a necessidade de grandes alterações na estrutura da clínica.

    Além do mais, é preciso que os equipamentos ofereçam resultados rápidos, já que isso pode ajudar no tratamento precoce. Existem modelos no mercado que permitem a visualização das imagens em menos de 10 segundos, o que também é útil para reduzir as chances de o paciente se mexer e, consequentemente, precisar repetir o procedimento.

    Por fim, não se pode deixar de considerar a reputação da empresa fornecedora no momento de escolher o mamógrafo. Os produtos da Medicalway, por exemplo, têm destaque no mercado pela qualidade dos serviços prestados, equipamentos de alta tecnologia, além de preços e financiamentos com condições acessíveis de pagamento.

    Gostou do nosso post? Continue aprendendo sobre a escolha de medicamentos hospitalares ao conferir nosso post sobre os 7 principais equipamentos de um CTI e se aprofunde no assunto!

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