As emergências hospitalares são momentos delicados para os profissionais da saúde e seus pacientes. A equipe de enfermeiros e médicos envolvidos nos procedimentos são responsáveis por tentar salvar a vida das pessoas que chegam aos hospitais com quadros graves. Por isso, é fundamental ter todos os equipamentos e produtos certos para evitar a morte.
Os equipamentos de emergência hospitalar otimizam o tempo dos profissionais, agilizam o atendimento e diminuem os riscos aos pacientes. Essas tecnologias funcionam de forma eficaz e ágil nas instituições que as adotam para aprimorar as suas rotinas. Neste artigo, vamos apresentar as principais opções utilizadas em emergências hospitalares e explicar detalhes sobre cada uma delas.
Gostaria de compreender melhor a relevância dos equipamentos hospitalares para cuidar dos pacientes nas emergências? Prossiga!
Os pacientes que chegam em uma emergência precisam da realização de ações rápidas. Cada segundo pode ser vital para mantê-los vivos e evitar que as condições se agravem e tragam danos irreversíveis. É por este motivo que os equipamentos hospitalares são tão importantes, pois são eles que ajudam a vida das pessoas feridas ou em situação grave.
Os equipamentos de emergência hospitalar precisam ser mantidos em perfeito estado de conservação e a equipe de profissionais que os utilizam bem treinados para o uso apropriado. Falhas não podem ocorrer quando a vida dos pacientes está em perigo e o aparato médico precisa oferecer resultados exatos e respostas imediatas aos médicos.
Em virtude disso, é crucial comprar itens de excelente qualidade e não cometer erros ao escolher os modelos dos dispositivos. Afinal, esses equipamentos desempenham papel indispensável na prestação de apoio aos profissionais da medicina e o fornecimento de cuidados médicos para o público. Eles estão integrados aos serviços de ambulatório e internação ofertados pelas unidades hospitalares.
O uso dos equipamentos hospitalares é constante em Unidades de Terapia Intensiva (UTI), emergências, pronto socorro, centro cirúrgico e outros departamentos da área médica onde os pacientes são observados pelos profissionais. Os dispositivos precisam ser organizados para a utilização sempre que solicitados. Veja a seguir detalhes sobre as principais opções disponíveis no mercado!
Desfibrilador um o equipamento cuja função é o restabelecimento do ritmo cardíaco dos pacientes após uma parada cardiorrespiratória. Ele serve para ressuscitar as pessoas por meio de choques que estimulam o bombeamento sanguíneo e a reestruturação celular. Portanto, desfibriladores com monitores sofisticados são imprescindíveis nos cenários de emergência e são altamente eficientes nas instituições médicas.
Com o seu monitor, o desfibrilador atende as diversas necessidades cotidianas das equipes de saúde. Escolha um equipamento que seja fácil de usar e que incorpore o máximo de aspectos de segurança para usuários e pacientes. Alguns têm tamanho compacto e sua tela de apenas 7 polegadas revela todas as informações de ajuste para terapias elétricas.
Oxímetro de pulso é um dispositivo não invasivo que tem como finalidade mensurar os níveis de oxigênio no sangue. As informações fornecidas por esse aparelho cooperam para diagnosticar insuficiência respiratória em pacientes internados na área de emergência. Você vai encontrar alternativas de pequeno porte e leves que monitoram continuamente e pontualmente a frequência da pulsação.
Opte por um modelo que permita a configuração do desempenho e de recursos conforme o modo operacional desejado. Existem aparelhos com funções básicas, recursos de espera, estado de supressão de alarme, desligamento automáticos e atribuição automática de IDs exclusivas para pacientes. Eles podem ser usados para monitoramentos contínuos ou de longa duração e exibição de curva pletismográfica.
Um monitor cardíaco é um aparelho útil para conferir e corrigir rapidamente as alterações dos batimentos cardíacos. A tecnologia disponibiliza dados de forma contínua enquanto o paciente recebe atendimento médico e conta com desempenho avançado para a realização dos monitoramentos. Desse modo, oferece medição estável e precisa de parâmetros essenciais aos profissionais de saúde.
O dispositivo atende necessidades clínicas com um monitoramento confiável para facilitar as tomadas de decisões clínicas. Há opções fáceis de usar que melhoram a eficiência e simplificam o fluxo de trabalhos ao fornecer uma interface intuitiva. Consequentemente, as aplicações são mais ágeis inclusive para usuários inexperientes e que não receberam longas horas de treinamento.
Os ventiladores são equipamentos médicos planejados para movimentar de modo mecânico o oxigênio para os pulmões das pessoas que respiram de forma inadequada ou não conseguem respirar. Encontre um ventilador de última geração que ofereça módulos e ferramentas eficazes. Encontre um dispositivo com tela HD wide screen de 17 polegadas é ideal, fácil de manusear e com design ergonômico.
Há aparelhos que possibilitam rápida ventilação mecânica inteligente e contam com interface interessante. As suas ferramentas ajudam os profissionais de saúde a realizar tratamentos sequenciais e a tomar decisões, por exemplo, o Intelligent Assistant foi desenvolvido com base nas recomendações profissionais e nas necessidades clínicas dos pacientes para ajudar as equipes médicas a fazer escolhas mais acertadas.
O sistema de torniquete eletrônico configurações avançadas e flexíveis de pressão. Ele pode ser livre de fios, portátil e ter uma bateria de longa durabilidade além de ser capaz de enviar notificação. Trata-se de uma tecnologia personalizada de oclusão do membro criada para fazer cálculos que beneficiam os pacientes em momentos específicos.
O aparelho aplica a pressão mínima de um torniquete após calcular os valores por paciente individualmente. Essas máquinas de alto desempenho e tecnologia aprimorada são essenciais para ter sucesso em procedimentos cirúrgicos de emergência. O seu funcionamento diminui a ocorrência de complicações após as cirurgias ao reduzir e conter as chances de hemorragias.
Um videolaringoscópio é um dispositivo com tela de alta definição e bateria carregável utilizado para fazer intubações seguras em ambiente hospitalar. Há versões com lâminas reutilizáveis, sem risco de quebra e resistentes à flexão. Algumas marcas são usadas para abrir as vias aéreas, fazer a sua gestão, realizar consultas de telemedicina ou online para pacientes.
Monitores de sinais vitais são produtos muito comuns nos setores de emergência tendo em vista que mostram o estado dos pacientes para as equipes médicas. Procure opções modernas e portáteis para a verificação periódicas ou pontuais, com sistemas inteligentes para monitorar temperatura, respiração, oximetria, frequência do pulso, entre outras condições do organismo.
Esses são 7 equipamentos de emergência hospitalar necessários para o atendimento! Eles são apropriados para procedimentos neonatais, pediátricos e adultos por exibir dados de maneira clara e objetiva. Utilize dispositivos de qualidade como os que são comercializados no site da Medicalway, uma empresa especializada e reconhecida pela excelência de seus serviços, suporte técnico ágil e qualificado.
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Equipamentos obsoletos em hospitais podem representar prejuízos tanto para os pacientes, que precisam de materiais de qualidade, com as melhores tecnologias e em pleno funcionamento durante um atendimento, quanto para a gestão hospitalar.
Isso porque equipamentos obsoletos podem resultar em crises financeiras, a partir do desperdício de recursos, e até na crise na imagem, quando ocorre o descarte inadequado dos materiais e a constante ausência desses elementos com a máxima tecnologia, que são essenciais para a qualidade no atendimento dos pacientes.
Pensando em evitar os problemas mencionados acima, preparamos este artigo com informações essenciais para que os ambientes hospitalares saibam o que fazer com equipamentos obsoletos. Continue a leitura!
A resposta para a pergunta acima não pode ser simples, já que a Lei 12.305/2010 exige que as empresas descartem os resíduos de forma responsável e ambientalmente correta. O descumprimento disso poderia acarretar em problemas judiciais e até para a reputação da instituição diante dos pacientes, investidores e fornecedores. Além disso, é preciso pensar em alternativas mais viáveis também economicamente.
A partir de um gerenciamento adequado e que evite a obsolescência, é possível driblar gastos desnecessários com o material e ter um melhor aproveitamento dos recursos da instituição.
Uma maneira de atingir esse objetivo é ao analisar componentes dos equipamentos que têm uma vida útil mais curta que os produtos finais e repô-los com frequência para não comprometer o equipamento. Isso exige um controle de estoque rigoroso.
De qualquer forma, é preciso ter em mente que até os componentes se tornam obsoletos em um determinado momento, o que torna necessária a procura por produtos similares no mercado e que cumpram o mesmo propósito que o produto original. Assim, os equipamentos aumentam o seu tempo de vida, sem que isso comprometa a segurança, já que existem patentes por trás dos materiais.
A melhor forma de elevar o tempo de vida útil dos equipamentos, fugindo dos problemas mencionados acima, é atuar de forma preventiva, como a inspeção dos materiais para que se encontre possíveis falhas ou indícios delas.
Isso pode livrar os equipamentos de situações mais sérias no futuro, que também exige um gasto mais elevado para manutenção. Assim, certifique-se de ter cuidados, como:
Como dito inicialmente, é indispensável considerar o descarte adequado dos equipamentos, já que eles são resíduos eletrônicos e apresentam riscos ao meio ambiente, se não ocorrer de forma correta.
Por exemplo, ao contratar uma empresa especializada para o descarte ou ao reaproveitar os materiais de diferentes formas, mesmo quando o produto já está obsoleto, já que os metais podem ser extraídos para reúso consciente.
De qualquer forma, é sempre importante priorizar a compra de materiais de qualidade e alta tecnologia, desfazendo-se de equipamentos obsoletos, que já não atendem às necessidades dos pacientes nem a do hospital.
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Reduzir custos de forma estratégica faz parte de uma administração eficiente, já que isso pode equilibrar a saúde financeira de uma empresa, evitando problemas jurídicos e queda na imagem da instituição, além de ser uma forma de investir em melhorias na empresa. Essa medida se torna ainda mais relevante em períodos de crise.
Assim, aprender a reduzir custos na gestão de equipamentos hospitalares pode ser uma das maneiras de atingir os objetivos mencionados anteriormente. Afinal de contas, é comum que equipamentos se tornem obsoletos, por exemplo, o que é apontado por representantes da administração hospitalar como uma influência relevante nas dívidas dos hospitais públicos.
Diante das consequências que a má administração dos recursos pode gerar, preparamos este post com 6 dicas para você reduzir custos na sua instituição. Continue a leitura e entenda!
Toda e qualquer instituição, independentemente do segmento em que atua, precisa realizar planejamentos antes de tomar qualquer decisão. Planejamentos eficientes e construídos a partir de evidências podem colaborar com a redução de custos, diferentemente dos que ocorrem baseados em achismos e na intuição.
É por motivos como esses que a análise de indicadores é tão importante para a construção de um planejamento embasado. Eles monitoram dados da sua instituição e podem sinalizar os caminhos mais recomendados e não recomendados que devem ser percorridos para que a sua instituição economize e tenha também outros benefícios, como a maior satisfação dos pacientes.
Caso contrário, se não houver o embasamento nas decisões em evidências, é possível que ocorra a compra de equipamentos ultramodernos apenas porque a concorrência faz o mesmo, sem que exista uma análise das necessidades e do interesse dos seus pacientes nesses equipamentos, por exemplo. Ações como essas podem gerar custos desnecessários e atuar mais como um gasto do que como um investimento.
Quando a administração se compromete com a análise completa dos equipamentos hospitalares e fica por dentro de informações como quantidade e tipos de ativos existentes, as chances de a instituição deixar faltar ou comprar os elementos em excesso são altas.
Outros dados importantes incluem:
Além disso, é importante classificar os equipamentos seguindo alguns critérios, como o sistema fisiológico ou a especialidade clínica, que podem ser o diagnóstico pulmonar ou a cardiologia. Seja qual for o critério de classificação definido pela instituição, saiba que isso facilita o gerenciamento, como os custos de manutenção, controle de estoque e revisão de equipamentos.
Parte essencial do melhor gerenciamento de custos da instituição hospitalar deve passar necessariamente pelo mapeamento de custos, que deve entender quais são os maiores gastos/investimentos da corporação para, posteriormente, adotar estratégias com base nessas informações.
Assim, defina quais são os custos fixos, que continuam existindo com ou sem fluxo de pacientes, tais como:
Defina quais são os custos variáveis, que se alteram de acordo com a demanda existente:
Dentro dos custos fixos e variáveis, ainda pode existir outra divisão, de custos diretos e indiretos. Os custos diretos são fáceis de identificar e calcular seu valor:
Já os custos indiretos não são possíveis de serem calculados em relação ao serviço prestado, como:
Ao mapear todos esses custos é importante registrar todos os gastos existentes, como os mencionados acima, mesmo que pareçam irrelevantes para o orçamento da instituição. Ao fazer isso, fica mais fácil obter uma visão realista do fluxo de gastos da corporação médica.
Padronizar as operações de segurança e manutenção é um método de conseguir mais eficiência no fluxo de trabalho, produtividade e redução de custos, já que isso pode permitir que as instituições atuem com rapidez assim que a necessidade surgir.
Por exemplo, as manutenções podem passar por agendamento, gerenciamento de gastos e contratos de serviços e conformidade de recall. Quando tudo isso é padronizado, evita-se que os equipamentos fiquem parados, necessitando de manutenção, até que a equipe responsável pela tarefa os aparelhos individualmente.
Não é difícil que instituições optem por produtos com menores valores na intenção de economizar, sem considerar a durabilidade do que foi comprado, além da confiança que os produtos oferecem. Afinal, especialmente na área da saúde, contar com produtos de qualidade duvidosa pode comprometer o tratamento dos pacientes e o manuseio da equipe hospitalar.
Além disso, não se pode desconsiderar que a baixa qualidade dos equipamentos hospitalares também tende a aumentar a necessidade de manutenção e a trocas dos produtos, o que eleva os gastos muito mais do que o desejado.
A automatização dos processos por meio da tecnologia pode reduzir custos ao otimizar a eficiência nos processos e aumentar a produtividade, já que a partir dela é possível substituir trabalhos burocráticos, repetitivos e manuais, o que leva mais tempo para a sua realização.
Assim, quando as máquinas ou os sistemas tecnológicos passam a ocupar essas responsabilidades, a equipe da instituição pode focar seu tempo e sua energia em outras demandas mais urgentes e importantes, como confirmação de consultas, controle de agendas, prontuários eletrônicos, gestão financeira e escalas de equipes.
Como você pôde acompanhar, reduzir custos na instituição hospitalar pode permitir que ela opere com mais eficiência, ofereça mais satisfação aos pacientes, evite problemas jurídicos e equilibre a saúde financeira. Para isso, é indispensável contar com fornecedores confiáveis para encontrar os melhores equipamentos hospitalares, como a Medicalway, que atua há quase 20 anos na área.
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Manter um bom gerenciamento de manutenção de equipamentos hospitalar é fundamental para um atendimento de qualidade, capaz de proporcionar a promoção da saúde e bem-estar durante os cuidados com os pacientes, garantindo uma boa imagem da instituição.
Isso porque se trata da aplicação de práticas capazes de identificar a necessidade de certo aparelho e seu tempo de utilização. Além do cronograma de manutenção, programação de novas aquisições e demais medidas capazes de evitar problemas e riscos desnecessários.
Mas você sabe como realizar essa gestão de maneira eficaz? Leia este conteúdo e descubra!
Existem três tipos de manutenções. São elas:
Existem algumas práticas que podem ser implementadas como forma de promover um melhor gerenciamento de manutenção de equipamento hospitalares. Veja a seguir as principais!
É preciso elaborar um planejamento para que os equipamentos possam ser revisados periodicamente, o que requer a obtenção de um aparelho reserva, já que a máquina deverá ser aberta para a realização dos procedimentos adequados.
Dessa forma, é preciso criar um plano, estabelecendo a melhor data e hora para a realização da revisão e substituição do aparelho reserva.
Cada equipamento possui utilidades e características diferentes. Alguns são mais usados do que outros. Para que as manutenções sejam eficazes, é preciso conhecer a relevância de cada um e as demandas mais frequentes. Por esse motivo, estipule as prioridades de maneira consciente.
Para reduzir as possibilidades de riscos biológicos, o gerenciamento de manutenção de equipamentos hospitalares deve estar em dia para assegurar a esterilização dos materiais, evitando a utilização de aparelhos infectados e a disseminação de doenças.
Entender o histórico de uso e conservação do equipamento hospitalar é essencial para identificar a situação da sua vida útil. Essa prática pode aperfeiçoar de maneira considerável o fluxo de trabalho dos profissionais de saúde para realizar exames de forma precisa e usar os aparelhos de forma adequada, além de reduzir problemas.
Outra prática indispensável é saber a quantidade correta de equipamentos hospitalares, além de garantir que estejam todos calibrados, lubrificados, conservados, com as peças trocadas no período adequado e com o funcionamento certo.
Um bom controle proporciona todos os aspectos, considerando que contribui para a elaboração de informações precisas a respeito dos aparelhos, o que promovem uma gestão eficaz.
Conseguiu entender a importância de um gerenciamento de manutenção de equipamentos hospitalares e como realizá-lo? Caso esse processo não aconteça, o aparelho corre o risco de ficar quebrado e em mau estado de conservação, o que impossibilita a prestação adequada dos serviços aos pacientes, podendo até mesmo colocar as suas vidas em risco, além de aumentar os tempos de espera ou cancelamentos de exames e atendimentos, impactando da imagem da instituição no mercado.
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