Como preservar a performance do seu aparelho de ultrassom: dicas essenciais de manutenção e manuseio

Os aparelhos de ultrassom são indispensáveis ​​na medicina diagnóstica, sendo amplamente utilizados para identificar condições de saúde de forma precisa e segura. 

Sua inovação e eficiência fazem dele um equipamento essencial em clínicas e hospitais, permitindo diagnósticos rápidos e assertivos em diversas especialidades médicas.

Contudo, para garantir que o ultrassom continue desempenhando um papel tão importante, é fundamental que ele seja devidamente cuidado e preservado. 

A manutenção inadequada ou a falta dela podem comprometer a qualidade dos exames, afetando diretamente o atendimento ao paciente e a rotina dos profissionais de saúde.

Neste artigo, reunimos dicas essenciais para manter o desempenho do seu aparelho de ultrassom sempre em alta. 

Qual a importância de fazer a manutenção adequada dos aparelhos de ultrassom?

Se o ultrassom não estiver funcionando bem, sua equipe pode ter sérios problemas. Afinal, as imagens formadas podem ficar menos nítidas, o aparelho pode parar de funcionar e o trabalho do médico pode ser prejudicado. 

O atendimento perde a qualidade e ainda passa a ser necessário repetir os exames, gerando custos adicionais para o hospital e retrabalho.

Outro problema que pode surgir dessa situação é que a imagem do hospital fica prejudicada. 

Erros de diagnósticos, equipamentos danificados e consertos de última hora se tornam parte da rotina e podem causar uma impressão ruim no paciente. Isso pode trazer insegurança ou até motivá-lo a procurar outro hospital.

A manutenção de ultrassom é decisiva para a qualidade do trabalho no hospital ou na clínica. 

Ela contribui para que a equipe médica tenha uma boa rotina de trabalho e para que seja oferecido um serviço de alto padrão. Um equipamento revisado e bem cuidado otimiza a rotina e facilita o trabalho dos profissionais de saúde.

Quais são as maneiras de realizar a manutenção de ultrassom?

Há formas diferentes de realizar a manutenção de ultrassom. Veja, a seguir, quais são elas!

Manutenção corretiva

A manutenção corretiva ocorre quando surge um problema de forma inesperada,exigindo a correção de um defeito apresentado pelo equipamento. Isso pode ocorrer por falta de investimentos da instituição com ações preventivas periódicas. 

Esse tipo de manutenção pode não corrigir a causa do defeito e podem haver outros pontos com potencial de falha.Além disso, a qualquer momento, o aparelho pode apresentar algum dano imprevisto. Consertos de última hora, no geral, são mais caros e exigem compras de peças com urgência. 

Não há tempo suficiente para pesquisar fornecedores e nem obter condições mais vantajosas de pagamento. Outra questão complexa é que a máquina pode parar de funcionar durante um atendimento, o que atrasa o diagnóstico do paciente e prejudica a credibilidade da instituição de saúde.

Manutenção preventiva

Na manutenção preventiva, a empresa prestadora de serviços, realiza revisões programadas nos aparelhos, de acordo com um cronograma. A manutenção envolve a limpeza externa e interna, o ajuste das folgas, a avaliação do estado dos componentes e a lubrificação de partes do dispositivo.

A preventiva é a mais recomendada, porque ela gera economia com ações corretivas, reduz o risco de falhas durante o uso, aumenta a vida útil do equipamento e evita prejuízos com paradas não programadas. 

Durante a inspeção de preventiva pode ser identificado o mal funcionamento de algum item do equipamento. Esse pode ser substituído conforme programação do cliente.

Como boa prática, é importante lembrar que o console e os filtros de ar devem passar por uma limpeza semanalmente e que a sonda deve ter o gel removido a cada vez que é utilizada. 

Esses procedimentos citados devem ser realizados com a máquina desconectada da rede elétrica, para evitar o risco de choque.

Agora que você conhece os tipos de manutenção disponíveis, vamos falar sobre a frequência ideal para inspeções e os cuidados diários que ajudam a prolongar a vida útil do seu equipamento.

Quais são as vantagens da manutenção preventiva de ultrassom?

Quando há uma manutenção preventiva, você faz uma parada planejada no trabalho. A agenda dos médicos não é prejudicada, basta ajustar os horários e não marcar atendimentos para o período de revisão. 

No caso da manutenção corretiva, é preciso fazer uma pausa nas consultas e resolver tudo às pressas. Médicos e pacientes acabam por enfrentar problemas com atrasos e reagendamentos.

A manutenção preventiva é mais barata, pois você tem tempo para preparar o orçamento, pesquisar preços e escolher condições melhores de pagamento. Não há retrabalho, apenas um fluxo de operações otimizado e eficiente.

A vida útil do aparelho também é aumentada, pois ele opera em melhores condições. Além disso, a manutenção preventiva garante mais qualidade para os processos, pois a máquina trabalha no seu melhor estado e é revisada periodicamente.

Qual a frequência recomendada para inspeções técnicas?

A frequência das inspeções técnicas dos aparelhos de ultrassom é um fator importante para garantir seu desempenho ideal e prolongar sua vida útil. Abaixo, apresentamos uma abordagem detalhada sobre quando realizar as inspeções:

Inspeções anuais

Recomenda-se que, em situações de uso regular, os aparelhos de ultrassom sejam submetidos a uma inspeção técnica completa pelo menos uma vez ao ano. Esse período é suficiente para identificar e corrigir problemas potenciais antes que eles afetem uma performance ou causem falhas graves.

Inspeções semestrais

Em ambientes de uso intensivo, como hospitais de grande porte ou clínicas com alta rotatividade de exames, pode ser necessário realizar inspeções técnicas a cada seis meses. Esse cuidado adicional ajuda a garantir que o equipamento suporte a carga intensa de trabalho e não comprometa a qualidade dos diagnósticos.

Inspeções extraordinárias

Além das rotinas programadas, algumas situações necessitam inspeções específicas, como:

  • Após quedas ou impactos acidentais.
  • Quando há sinais de mau funcionamento, como sobreaquecimento, ruído excessivo ou interferência nas imagens.
  • Após grandes manutenções, para validar a funcionalidade do aparelho.

Dicas para manuseio adequado

Confira algumas dicas essenciais para cuidar do seu aparelho no dia a dia:

Transporte seguro

Para a movimentação necessária do ultrassom dentro ou fora da clínica, tome os seguintes cuidados:

  • Utilize as alças de transporte e procure pisos regulares para deslocamentos.
  • Certifique-se de que o aparelho esteja desligado e protegido antes de ser transportado.
  • Evite trepidações ou vibrações durante o transporte, o que pode afetar componentes internos delicados.

Essas práticas ajudam a evitar danos estruturais e aumentam a durabilidade do equipamento.

Limpeza e higienização regulares

Manter o aparelho limpo não é apenas uma questão de higiene, mas também de preservação.

  • Utilize apenas produtos de limpeza recomendados pelo fabricante, evitando solventes ou substâncias abrasivas que possam corroer as superfícies ou danificar circuitos internos.
  • Limpe regularmente a tela, os botões e o painel, utilizando panos macios e secos ou levemente umedecidos.
  • Evite que líquidos entrem em contato com conexões ou partes internas do equipamento.

Posicionamento e instalação

O local onde o ultrassom é instalado também desempenha um papel importante em sua conservação.

  • Certifique-se de que o equipamento esteja posicionado em uma superfície estável e nivelada.
  • Mantenha afastado de fontes de calor, umidade excessiva ou poeira, que podem comprometer seu funcionamento.
  • Verifique a ventilação do aparelho para evitar superaquecimento, especialmente em ambientes internos.

Cuidados especiais com os transdutores

Os transdutores são os componentes mais sensíveis e essenciais do aparelho de ultrassom. Como peças responsáveis ​​pela captação e envio de sinais, qualquer dano ou mau uso pode comprometer a precisão do diagnóstico. Veja como cuidar dos transdutores:

Armazenamento correto

  • Após o uso, sempre guarde os transdutores em locais adequados, longe de superfícies ásperas ou condições que possam gerar impactos.
  • Utilize suportes para que os cabos não fiquem no chão ou proteções específicas para evitar pressão excessiva sobre osconectores.

Limpeza cuidada

  • Limpe os transdutores imediatamente após cada uso para remover resíduos de gel e outros contaminantes.
  • Utilize apenas produtos indicados pelo fabricante, como soluções não corrosivas e panos macios, para evitar danos à superfície sensível.
  • Nunca mergulhe os transdutores diretamente em líquidos, a menos que isso seja explicitamente autorizado pelo manual do equipamento.

Inspeção visual periódica

  • Verifique regularmente se há fissuras, rachaduras ou outros sinais de desgaste nos transdutores.
  • Inspecione os cabos e conectores para identificar possíveis danos que possam causar falhas de comunicação com o aparelho.

Qual a importância de contratar uma empresa especializada para realizar a manutenção dos equipamentos da clínica ou do hospital?

Realizar a manutenção de ultrassom sem o conhecimento técnico necessário pode gerar diagnósticos incorretos e retrabalho. Isso traz prejuízos financeiros, além de gerar problemas para a agenda dos médicos. 

O equipamento é muito sensível a intervenções e somente alguém preparado pode fazer uma boa revisão.

Contratar uma empresa especializada para realizar a manutenção do maquinário do hospital ou da clínica garante mais qualidade e segurança para médicos e pacientes. 

A medida evita incertezas na manipulação dos equipamentos e minimiza a chance de erros. Além disso, os técnicos de corporações especializadas são treinados e autorizados pelo fabricante. Portanto, estão capacitados para realizar um diagnóstico eficiente. 

Isso garante mais tranquilidade para o dia a dia e possibilita que os dispositivos tenham o melhor desempenho possível.

A manutenção de ultrassom é um processo muito importante para garantir mais qualidade e precisão para os exames realizados no estabelecimento. Com equipamentos revisados periodicamente e de forma planejada, é possível manter um fluxo de trabalho eficiente. 

Os médicos ficam satisfeitos com a gestão da instituição de saúde e os pacientes se sentem mais seguros e confiantes para contarem com os serviços do seu hospital ou da clínica.

Garanta o melhor desempenho para seus equipamentos

Quando se trata de equipamentos hospitalares, contar com uma empresa confiável faz toda a diferença para garantir o bom funcionamento das operações em clínicas e hospitais. 

A Medicalway se destaca como referência no segmento de venda e locação de equipamentos médicos na região Sul do Brasil, oferecendo soluções completas para atender às necessidades de seus clientes.

Com uma experiência sólida no mercado, a Medicalway combina tecnologia de ponta, serviços personalizados e uma equipe altamente qualificada para entregar produtos e suporte técnico de excelência. 

Além disso, a empresa diferencia-se por oferecer serviços como a manutenção preventiva e corretiva de aparelhos de ultrassom, garantindo o máximo desempenho e durabilidade dos equipamentos.

Assista o vídeo a seguir e confira por que a Medicalway é a escolha certa para quem busca soluções inovadoras e confiáveis:

Se você está na região Sul do Brasil e precisa de equipamentos médicos de alta qualidade ou suporte técnico especializado, a Medicalway é a parceira ideal para elevar o padrão de atendimento de sua instituição de saúde.

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    Confira 5 equipamentos de UTI indispensáveis para equipar o local

    O surgimento da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) representou uma grande evolução no atendimento hospitalar. Hoje, esse é um setor bastante tecnológico, direcionado à oferta do suporte avançado de vida (SAV) para pessoas de todas as faixas etárias — do bebê prematuro ao idoso.

    Mas, para que isso seja possível, é fundamental contar com equipamentos de UTI de alta qualidade. Só assim o hospital consegue garantir o monitoramento constante dos pacientes e realizar diversas intervenções, inclusive de alta complexidade.

    Pensando nisso, falaremos neste post sobre a importância de um bom planejamento para equipar a UTI de forma adequada. Ficou interessado? Então, continue lendo e confira também os 5 principais equipamentos dessa unidade e como adquiri-los!

    Por que é preciso ter um bom planejamento para equipar uma UTI?

    Sabemos que a UTI é o local que deve estar sempre preparado para receber pacientes críticos. Por isso, no momento de planejá-lo, é fundamental incluir todos os equipamentos essenciais — e que eles sejam de fabricantes de referência.

    O objetivo aqui é contar com equipamentos que possam dar suporte à vida do paciente, minimizando, ao máximo, os riscos envolvidos. E isso exige uma atenção especial com as inovações tecnológicas voltadas para essa área. Assim, o hospital garante um monitoramento mais preciso dos pacientes e bons resultados nos seus tratamentos, além de otimizar o trabalho de médicos e outros profissionais de saúde.

    O gestor também deve definir o número de leitos, bem como o perfil dessa ala de cuidados, como adulta, pediátrica ou especializada. Lembre-se ainda de obedecer à RDC nº 7, de 2010 — da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) — que trata dos requisitos mínimos para um hospital ter uma UTI em funcionamento.

    Quais são os principais equipamentos de UTI?

    É preciso bastante critério na hora de equipar uma Unidade de Terapia Intensiva, para escolher as tecnologias corretas. Vejamos, então, quais equipamentos não podem faltar nesse setor!

    1. Eletrocardiógrafos

    Como o nome indica, o eletrocardiógrafo (ECG) é um aparelho que realiza uma avaliação cardiológica. A partir da atividade elétrica do coração, ele identifica os seus batimentos, o que permite o diagnóstico de uma série de problemas, como:

    • arritmias;
    • desvios de eixo cardíaco;
    • isquemia aguda do miocárdio;
    • fibrilação ventricular;
    • taquicardia ventricular;
    • bradicardia acentuada;
    • infarto agudo do miocárdio, entre outros.

    É importante contar com tecnologias que ofereçam, além de uma análise confiável, telas de alta resolução e praticidade no transporte do equipamento.

    2. Ventilador pulmonar

    O ventilador pulmonar é um dos principais equipamentos de UTI, visto que a sua função é garantir uma ventilação artificial e promover suporte ventilatório temporário a pacientes que não conseguem respirar normalmente.

    A dica para adquirir esse produto é contar sempre com as marcas de referência no mercado. Desse modo, além de garantir a sua qualidade, fica fácil configurá-lo e operá-lo. É importante também escolher um aparelho que atenda pacientes tanto adultos quanto pediátricos.

    3. Oxímetro

    Por meio de um contato com o dedo, pulso ou lóbulo da orelha, o oxímetro mede a quantidade de oxigênio presente no sangue de um paciente. Para isso, ele se baseia na frequência cardíaca e na própria concentração de oxigênio nas artérias, com a ajuda de um sensor luminoso.

    Ainda é possível usá-lo para medir outros sinais vitais, como frequência respiratória e cardíaca — por isso a sua importância. O ideal, então, é escolher um oxímetro portátil, que suporte medições rápidas e precisas, tenha uma exibição clara e seja fácil de operar. E aqui, também, é importante que o aparelho seja adequado para pacientes adultos, pediátricos e neonatais.

    4. Monitor multiparamétrico

    O monitor multiparamétrico faz a leitura dos sinais vitais do paciente, mostrando a sua condição atual de saúde. Ele aponta o ritmo dos batimento cardíacos, além de fazer o controle da queda de saturação do oxigênio e de alterações na pressão arterial.

    É mais recomendado é que o gestor hospitalar escolha um modelo com baixo gasto de energia, ou seja, com uma boa vida útil de bateria e que seja silencioso. Também facilita a rotina hospitalar ter um monitor com tela sensível ao toque e ampla capacidade de armazenamento de dados.

    5. Desfibrilador

    O desfibrilador faz um disparo de uma carga elétrica sobre o coração do paciente que está com arritmia cardíaca ou em parada cardiorrespiratória. É, portanto, um equipamento indispensável para salvar vidas no hospital.

    Nesse caso, escolha um aparelho com design compacto e ergonômico, que tenha uma exibição nítida e que trabalhe com diferentes modos de operação (desfibrilação manual, AED, marca-passo e monitoramento). Escolher uma marca que ofereça uma boa capacidade de armazenamento de dados também é um diferencial aqui.

    Como adquirir os melhores equipamentos para essa ala de cuidados intensivos?

    Como dissemos, contar com bons fornecedores é fundamental nessa hora. Equipamentos de UTI exigem um alto investimento, então, é importante você saber que estará adquirindo um aparelho de qualidade, com tecnologia de ponta e poucos riscos de falhas — o que seria capaz de comprometer a vida do paciente e atrapalhar toda a rotina hospitalar.

    Escolha empresas com experiência no mercado, que já trabalhem com grandes marcas e acompanhem de perto as tendências dessa área. A Medicalway é um ótimo exemplo disso, pois fornece uma assessoria completa, orientando o gestor a adquirir os equipamentos mais adequados para o seu caso.

    Outra dica é optar sempre por aparelhos que tenham uma boa relação custo-benefício, o que envolve verificar se há a possibilidade de financiamento e certificar-se de que o fornecedor cumpre os seus prazos de entrega. Pesquise também como funciona o pós-venda, ou seja, qual é o suporte disponibilizado caso o aparelho apresentar alguma falha técnica ou os profissionais tenham alguma dúvida sobre o seu funcionamento.

    Enfim, conhecer os principais equipamentos de UTI é mesmo essencial para oferecer um serviço hospitalar completo, seguro e de qualidade aos pacientes críticos. A precaução-chave é saber escolher fornecedores de credibilidade nesse ramo, a fim de adquirir as melhores tecnologias e garantir todo o suporte necessário. Pense nisso!

    E agora, se gostou desta leitura, que tal conhecer os equipamentos e acessórios da Medicalway voltados para as unidades de terapia intensiva? Fique por dentro da nossa linha completa de produtos para esse setor!

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    Oxímetro de pulso: entenda agora o que é e como funciona

    Desde a proliferação da COVID-19, doença causada em decorrência da contaminação pelo coronavírus, determinados tipos de equipamentos médicos ganharam mais destaque nas instituições e até mesmo na procura por pacientes para ter em casa.

    O oxímetro de pulso e o de dedo são alguns desses modelos, uma vez que medem a saturação de oxigênio presente no fluxo sanguíneo. Por essa razão, algumas dúvidas comuns surgem em relação a esse item, seu funcionamento e métodos de utilização.

    Pensando nisso, elaboramos este conteúdo para que você saiba o que é o oxímetro de pulso, quais as principais diferenças para o de dedo, além de outros pontos importantes sobre o assunto. Boa leitura!

    O que é o oxímetro?

    O oxímetro é um equipamento médico que serve para medir a saturação do oxigênio no sangue. Para sua comercialização, existe a necessidade de que o item seja certificado pela Anvisa, uma vez que mede funções vitais do paciente.

    O termo ganhou popularidade desde que a COVID-19 começou a avançar mundialmente. Entre os principais males do coronavírus no organismo, destaca-se especialmente o fato de que ele penetra nos pulmões e age contra o alvéolo pulmonar, que fica sem condições de captar oxigênio para enviar ao sangue.

    Consequentemente, o sangue tende a ficar com baixo teor de oxigênio, o que ocasiona intensa falta de ar, o que é chamado de hipoxia. Ao entender um pouco mais sobre a doença, médicos e pesquisadores identificaram que a COVID-19 causa um fenômeno denominado de hipoxia silenciosa, cuja saturação de oxigênio no sangue do paciente diminui consideravelmente sem que haja um sinal desse risco.

    Por essa razão, o oxímetro — seja ele de dedo, seja ele de pulso — vai medir essa saturação, contribuindo para que médicos possam controlar a gravidade e o avanço da doença.

    Como o oxímetro funciona?

    O oxímetro funciona por meio de luz infravermelha, que tem a capacidade de traduzir a cor das hemoglobinas para que possa medir o nível de oxigênio. O ideal é que essa saturação esteja acima dos 90%, número indicado para que o corpo humano receba os níveis adequados do gás.

    Apesar de ter se tornado bastante popular nos últimos meses em decorrência da COVID, o oxímetro é muito utilizado para o tratamento de doenças respiratórias e até mesmo para atletas de alto desempenho — uma vez que é comum o organismo apresentar baixa saturação após exercícios mais rígidos e com alta capacidade cardiorrespiratória.

    Qual a diferença do oxímetro de dedo e oxímetro de pulso?

    Oxímetro de dedo

    O oxímetro de dedo é mais utilizado para pacientes e pessoas saudáveis que desejam acompanhar a saturação do oxigênio em casa ou em alguma de suas atividades físicas. É um aparelho portátil, que funciona à base de pilhas e pode ser utilizado onde quer que a pessoa esteja, uma vez que não há presença de fios. Nele, o indivíduo pode verificar qual é sua saturação, bem como analisar os batimentos cardíacos.

    Quem o utiliza tem a capacidade de entender como está o corpo naquele momento em específico, mas o aparelho não registra dados para que possa avaliar alguma progressão ou até mesmo verificar se há queda ao longo do dia, por exemplo. O tamanho é pequeno, o que facilita consideravelmente para que as pessoas possam transportá-lo, além de o resultado aparecer sem grandes dificuldades para interpretá-lo.

    Oxímetro de pulso

    Já o oxímetro de pulso é um modelo mais completo, indicado principalmente para unidades de saúde que desejam acompanhar a evolução do paciente e também para tomar decisões importantes em relação ao tratamento. Entre as principais características do equipamento, pode-se destacar o fato de que há um monitoramento contínuo, armazenagem de dados, além de ter a capacidade de transportar essas informações para um computador.

    Eles contam, ainda, com alarmes em LED para períodos em que houver baixa saturação do paciente ou carga de bateria baixa, de modo que o profissional possa ter um controle maior sobre esse tipo de análise.

    Quais são as principais funcionalidades do oxímetro PM-60?

    O PM-60 é um dos tipos de oxímetros mais recomendados do mercado. Por meio dele, o profissional tem a capacidade de fazer tanto uma verificação pontual da saturação de oxigênio, quanto o monitoramento frequente do paciente, conforme explicado mais acima.

    Para os casos em que houver verificação pontual, as funções básicas do aparelho são:

    • atribuição automática de IDs de pacientes;
    • recursos de espera;
    • desligamento automático;
    • supressão de alarme.

    Para quando houver a necessidade de acompanhamento de longa duração, destaca-se:

    • gerenciamento de alarme;
    • exibição de curva pletismográfica;
    • IDs exclusivas de pacientes.

    Nesse sentido, o aparelho é indicado principalmente para acompanhar casos em que a saturação do oxigênio varia muito de um período para o outro, seja ele de horas, seja ele de minutos. Assim, os dados ficarão registrados e o acompanhamento será mais preciso para oferecer ao paciente mais qualidade em sua recuperação.

    Deve-se destacar, ainda, o fato de que a bateria tem longa duração, chegando a suportar o armazenamento de até 96 horas contínuas de um único paciente, trazendo mais confiança para o profissional e mais credibilidade para o tratamento.

    Quais as precauções ao utilizar o oxímetro?

    Apesar de todos esses ganhos, deve-se estar sempre atento quanto às precauções para o uso do oxímetro, como por exemplo a necessidade de verificar se a circulação do paciente também está em boas condições.

    É preciso, ainda, ficar por dentro das aferições imprecisas do oxímetro, especialmente caso seja utilizado o de dedo (esmaltes ou unhas postiças, por exemplo, podem modificar os resultados). Por fim, não deve ser medido em locais com muita luminosidade, uma vez que o oxímetro funciona a base de raios infravermelhos.

    Neste conteúdo, você pôde verificar o que é o oxímetro, quais as diferenças existentes entre o oxímetro de pulso e o oxímetro de dedo, além de entender seu funcionamento. Em um contexto tão desafiador, o ideal é utilizar equipamentos como aliados para o tratamento da COVID-19, de modo que a garantir o sucesso da recuperação dos pacientes.

    Para conhecer um pouco mais sobre o oxímetro PM60, é só entrar em nosso site da Medicalway e conferir as principais características.

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    Como são usados ventiladores pulmonares nos casos de coronavírus

    Como são usados ventiladores pulmonares nos casos de coronavírus. São equipamentos essenciais, pois oferecem suporte à respiração quando o corpo não é capaz de desempenhá-la sozinho. Com a pandemia de coronavírus, a demanda por esses aparelhos aumentou nos hospitais. Afinal, entre as possíveis complicações do COVID-19 está a insuficiência respiratória, principal causa de morte entre os acometidos pela doença.

    Pensando nisso, preparamos este conteúdo especial sobre esses equipamentos e como eles podem ajudar instituições de saúde neste cenário. Continue lendo para aprender mais sobre o assunto!

    O que são os ventiladores pulmonares e qual é o seu papel na pandemia de coronavírus?

    Como dissemos, esses equipamentos médicos auxiliam a realização do movimento respiratório quando o paciente está incapacitado de fazê-lo sozinho. Eles podem ser necessários em diversas situações — incluindo em complicações de alguns quadros clínicos, quando as funções respiratórias são afetadas.

    No caso particular do coronavírus, ocorre uma inflamação nas vias aéreas e pulmões que pode provocar pneumonia. Diante disso, o sistema imunológico realiza uma resposta anti-inflamatória exacerbada, gerando ainda mais dificuldade na respiração.

    O resultado desse quadro são os baixos níveis de oxigenação no sangue, uma infecção generalizada (sepse) e a grande taxa de mortalidade, principalmente de pessoas pertencentes aos grupos de risco.

    Como a ventilação pulmonar artificial funciona?

    A ventilação pulmonar artificial tem um funcionamento ágil, que traz boas possibilidades de suporte para pessoas em quadros de dificuldade para respirar. O processo se organiza de acordo com 4 fases do ciclo respiratório em ventilação mecânica. A seguir, explicaremos cada uma delas.

    Inspiratória

    Na fase inspiratória, o aparelho insufla ar no pulmão do paciente em níveis que são adequados ao seu caso. Para isso, o ventilador supera a resistência do organismo e as barreiras do sistema respiratório do indivíduo.

    Ciclagem

    A ciclagem é o momento de interrupção da insuflagem para o início da fase expiratória. Isso acontece com o alcance de um marco, que pode ser definido por tempo inspiratório, pressão, volume ou fluxo.

    Expiratória

    A fase expiratória é o esvaziamento dos pulmões. Sua duração dependerá das necessidades específicas do paciente.

    Disparo

    O disparo é o momento em que há o fechamento da válvula expiratória e a abertura do canal inspiratório. Ele pode ser estabelecido de acordo com fluxo, a alteração de pressão e o tempo.

    Quais são as modalidades da ventilação pulmonar?

    Esse procedimento conta com várias modalidades, que variam conforme as necessidades do paciente. Em algumas, há mais interação da pessoa; em outras, o dispositivo efetiva a maior parte dos processos. Veja mais sobre elas a seguir!

    Ventilação com Volume Controlado (VCV)

    Nessa modalidade é feita a fixação do volume, da frequência respiratória e do fluxo inspiratório. A frequência respiratória é preestabelecida e define quando ocorre o disparo. Já a ciclagem acontece a partir do alcance do volume que foi predefinido, e a pressão varia conforme a dinâmica ventilatória de cada paciente.

    Ventilação com Pressão Controlada (PCV)

    Aqui, a pressão é regulada em um limite durante a fase inspiratória, havendo a fixação da frequência de respiração e do tempo inspiratório. A ciclagem é regulada por um tempo, havendo um fluxo desacelerado e livre. A dinâmica ventilatória do paciente interage com esse processo.

    Ventilação Mandatória Intermitente Sincronizada (SIMV)

    Os ciclos mandatórios são predeterminados e acontecem de forma sincronizada com a inspiração do paciente. O tempo é predefinido, mas o processo acontece em sincronia com o disparo que a pessoa faz.

    Ventilação com Pressão de Suporte (PSV)

    Nessa modalidade o paciente faz o disparo, seja pela pressão, seja pelo fluxo. Na fase inspiratória, a pressão é mantida durante a fase de inspiração, e a ciclagem ocorre quando o fluxo inspiratório diminui. O volume que circula depende das condições e do esforço de inspiração da pessoa.

    Pressão Contínua nas Vias Aéreas (CPAP)

    Na CPAP, o paciente respira de forma espontânea, apenas recebendo ar pressurizado continuamente.

    Quais são as consequências da falta de ventiladores pulmonares nos hospitais?

    De fato, a pandemia de coronavírus está exigindo um grande volume de ventiladores pulmonares nos hospitais. Conforme explicamos, a doença afeta principalmente as vias respiratórias, e pode gerar infecção sistêmica no organismo. A falta de um número suficiente desses dispositivos em uma instituição de saúde, portanto, pode desencadear diversos falecimentos que poderiam ser evitados.

    Além disso, a grande facilidade de contágio do COVID-19 deve gerar uma demanda ainda maior por respiração artificial. Com os crescentes índices de disseminação de coronavírus, os hospitais precisam estar preparados para fornecer o acolhimento adequado aos pacientes — o que envolve um investimento em estrutura e aprimoramento do arsenal de tecnologia em saúde.

    Qual é a importância de adquirir ventiladores de qualidade para o hospital?

    É muito importante adquirir equipamentos de qualidade para a instituição de saúde. Dispositivos de baixo desempenho podem demandar manutenções corretivas excessivas, implicando até custos maiores para o hospital. Além disso, eles podem falhar durante o uso, acarretando graves riscos para o paciente.

    Aparelhos de boa qualidade são um verdadeiro investimento. Eles contribuem para melhores tratamentos e a promoção da saúde, como um todo, o que fortalece a confiança da comunidade no hospital e melhora a imagem da organização na sociedade. Promovem ainda uma velocidade maior do fluxo de trabalho e permitem o acolhimento da população em momentos de crise — justamente como o que estamos vivendo agora.

    É por saber disso que a Medicalway oferece produtos e diferenciais capazes de contribuir positivamente para o cenário atual.

    Comercializando aparelhos médicos e hospitalares, nós estamos há 18 anos no mercado, nos destacando pela nossa tradição e relacionamento forte com os clientes. Nossos produtos têm excelente qualidade e uma ótima relação custo-benefício, pois contamos com importantes fornecedores mundiais do segmento. Além disso, oferecemos manutenção nos dispositivos com alta qualidade e desempenho!

    Como vimos, equipamentos como os ventiladores pulmonares são essenciais nessa pandemia de coronavírus. Afinal, a doença provoca inflamações no aparelho respiratório e no pulmão, demandando auxílio de aparelhos para respiração mecânica no suporte à vida. É fundamental tê-los numa quantidade adequada, para acolher os pacientes e fornecer toda a assistência necessária diante da pandemia.

    Então, se você gostou das informações que trouxemos até aqui, aproveite para conferir a nossa página e conheça melhor os ventiladores Mindray!

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