Capacete respirador: como funciona e quais os benefícios?

Com o aumento assustador do número de casos de contaminação pela Covid-19, o país está passando por um dos piores cenários da saúde, principalmente pela alta de internações, busca por leitos em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) e demanda por respiradores e ventiladores pulmonares, fazendo com que várias unidades já não tenham mais vagas e nem equipamentos disponíveis. Como forma de tentar minimizar esse problema, um modelo de capacete respirador tem sido desenvolvido por algumas empresas.

Trata-se de um recurso de respiração artificial não invasivo, que pode reduzir de forma considerável, conforme já comprovado por meio de testes, a necessidade de encaminhamento para UTI e intubação de indivíduos acometidos pela Covid-19. Isso porque o equipamento cumpre o objetivo de oferecer todo o suporte ventilatório necessário, além de, também, ser eficiente em outras doenças que acometem o pulmão e comprometem a oxigenação, como edema pulmonar e pneumonias.

Quer entender melhor sobre esse equipamento promissor e de grande aposta para fornecer mais saúde e qualidade de vida ao paciente e, ao mesmo tempo, desafogar as UTIs, que já se encontram sobrecarregadas? Então, continue a sua leitura!

Como o capacete respirador funciona?

O capacete respirador envolve toda a cabeça do usuário, sendo fixado ao pescoço por meio de uma base que impede a passagem do ar. Com a inserção de oxigênio e ar comprimido, o equipamento proporciona uma pressão positiva para auxiliar o indivíduo que apresenta problemas de oxigenação.

Sendo assim, é indicado nos casos de tratamento de pessoas com quadro clínico moderado ou que estejam começando a evoluir para situações mais graves.

Serve como uma interação entre o paciente e o aparelho de ventilação mecânica, já que é acoplado ao fluxo de oxigênio ou ventilador, fazendo com que o ar chegue de maneira não invasiva — ao contrário da intubação que requer o uso de um tubo orotraqueal.

Além disso, o equipamento não permite que o vírus se espalhe no ambiente, considerando que ele não possibilita que um alto volume de gás vaze. Também viabiliza que os respiradores mecânicos sejam usados apenas em casos mais alarmantes, como os que estão acontecendo com vários pacientes com Covid-19.

Quais são os benefícios do equipamento?

Entre os principais motivos do capacete respirador ser um equipamento tão eficiente e promissor, estão os benefícios que apresentaremos. Veja a seguir os principais!

Conforto aos pacientes

O capacete respirador é mais confortável do que as tradicionais máscaras de oxigênio, que ficam em contato com a pele e podem provocar a sensação de claustrofobia em alguns pacientes.

Grande parte do material usado para a sua confecção é o PVC atóxico, além da membrana de vedação que fica no pescoço ser produzida com silicone ou látex, propiciando ajustes para diferentes pessoas.

Não invasivo

O equipamento é considerado um mecanismo de respiração artificial não invasivo, tendo em vista que funciona como um tipo de capacete com filtro e exaustão antiviral e antibacteriana, capaz de promover um ar renovado sem que o paciente precise ser internado.

Segurança

O equipamento também aumenta a segurança dos profissionais da saúde e demais internos do hospital de contaminação cruzada, tendo em vista que, por ser vedado, não permite a proliferação de partículas de vírus, além de fazer a filtragem do ar respirado pelos pacientes contaminados com o coronavírus.

Economia

Outra vantagem é o baixo custo quando comparado a uma máquina de ventilação mecânica, garantindo, ainda, facilidade de produção em larga escala. Entre os maiores desafios no decorrer do processo de desenvolvimento, estava o de assegurar uma alternativa acessível a todos, principalmente quando comparado com as opções já disponíveis de ventiladores mecânicos, que apresentam preços bastante elevados.

Quais são os diferenciais do 7lives-Helmet, oferecido pela Medicalway?

O 7Lives-Helmet é uma excelente alternativa nesses casos, por se tratar de um produto feito por pioneiros no desenvolvimento e criação de interface de ventilação mecânica não invasiva (VNI) no Brasil, devidamente regulamentado e registrado na ANVISA, que pode ser usado associado a um ventilador mecânico, como também somente com fluxômetros + válvulas de PEEP.

A técnica utiliza dois recursos para elevar o nível de proteção do pulmão. Sendo a primeira, cateter nasal de alto fluxo, que tem a função de aplicar frequentemente ar umidificado a 100% por meio das narinas, com o intuito de lavar a região atingida do pulmão, além de eliminar as moléculas de gás carbônico na expiração, o que minimiza a sensação de falta de ar e reduz o trabalho feito pelos músculos responsáveis pela inspiração.

Já na segunda técnica, o capacete é acoplado a um ventilador mecânico, provocando uma pressão ininterrupta das vias aéreas superiores, o que faz com que o indivíduo consiga ter uma melhor respiração.

Quando o equipamento é conectado a uma válvula de pressão expiratória final positiva (PEEP), ocorre uma maior pressão no pulmão, bem como ao oxigênio, chegando à pressurização da via aérea do paciente, assim como ocorre na ventilação não invasiva. Contudo, nesse formato, a utilização do ventilador mecânico é evitada, levando à diminuição de inflamações nas vias aéreas, provocadas pelo esforço respiratório ao longo desse período da doença. Entre as principais características do produto estão:

  • a estrutura permite a constituição de um ambiente com pressão positiva e enriquecida com oxigênio;
  • a maior parte do material é composta de PVC atóxico e a membrana de vedação do pescoço feita com látex ou silicone, contribuindo para a adequação a qualquer paciente;
  • possui alças de polipropileno com fechos adaptáveis e neoprene, para fixar o produto na cabeça, além de dar segurança, fácil limpeza e conforto aos pacientes;
  • interface que tem auxílio de duas válvulas para conexões dos ciclos de fluxo inspiratório e/ou expiratório.

Além disso, perto da boca do usuário há uma válvula de alimentação que viabiliza tanto a ingestão de líquidos quanto de alimentação, por meio da passagem de sondas.

Também é importante ressaltar que a Medicalway é uma empresa experiente, que atua no mercado de equipamentos médicos há mais de 20 anos, com a finalidade de disponibilizar as melhores tecnologias, custo/benefício e condições acessíveis ao mercado, oferecendo, ainda, acompanhamento pós-venda e suporte técnico rápido e qualificado — sempre em busca de oferecer a melhor experiência aos clientes.

Como pode perceber, o capacete respirador é uma alternativa encontrada pelas empresas para tentar minimizar os problemas causados pela falta de leitos e respiradores. Isso porque, com todas as vantagens oferecidas, o equipamento tem contribuído para a redução do número de internações em UTIs, promovendo mais chances de sobrevivência, além de evitar que o vírus se dissemine no ambiente.

Quer saber mais sobre o 7Lives-Helmet? Então, acesse nossa página, esclareça suas principais dúvidas sobre a solução e aproveite para solicitar um orçamento.

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    Ultrassom e coronavírus: quais os benefícios desse procedimento?

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    Ultrassom e coronavírus: quais os benefícios desse procedimento? Perante a nova ameaça mundial, os médicos estão atentos às mais diferentes ferramentas que ajudem a diagnosticar o problema. A ultrassonografia pulmonar se apresenta como uma opção na avaliação, especialmente nos quadros clínicos que exigem uma abordagem mais intensa.

    Ainda que a tomografia computadorizada seja o método mais recomendado para os casos de suspeita de infecção pela COVID-19, o ultrassom também é uma boa alternativa.

    O ultrassom funciona da seguinte forma: a fonte emite ondas sonoras que atravessam o meio de propagação. Então, ocorre a captação dos ecos, a partir dos quais se forma uma imagem. Porém, quando o meio de propagação é o ar, os ecos sofrem uma distorção por causa do fenômeno de reverberação, o que torna mais difícil a avaliação dos pulmões.

    Em todo caso, foram desenvolvidas técnicas que permitem a análise indireta das imagens de ultrassom estudando seus artefatos. Saiba mais sobre ultrassom e coronavírus, conferindo os benefícios do procedimento!

    Ultrassom e coronavírus

    A técnica citada se baseia nas mudanças patológicas que podem acontecer no tórax e reduzem, de maneira geral, o volume de ar, possibilitando a avaliação dessas estruturas. As patologias se comportam de modos diferentes, já que cada uma diminui a quantidade de ar de uma forma específica.

    Nas situações em que ocorre derrame pleural, o espaço que é preenchido pelo derrame é apresentado na imagem como líquido por suas características anecoica ou hipoecoica. De modo semelhante, em casos de atelectasia e consolidação pulmonar há a perda de aeração, permitindo que a região de parênquima pulmonar se apresente.

    Quando falamos em coronavírus, ou COVID-19, há uma doença que se desenvolve com edema pulmonar ou infiltrada de forma intersticial — existe a formação de diferentes imagens que são chamadas de linhas B. Também pode ser identificado espessamento da pleura e broncograma aéreo, se existirem.

    Os benefícios do ultrassom

    O ultrassom oferece melhor aplicabilidade que a tomografia computadorizada porque é um método fácil de dominar, fácil de esterilizar. Na higienização do aparelho podem ser usados limpadores e desinfetantes na superfície, desde que sejam compatíveis e tomando os devidos cuidados, como não pulverizar diretamente, mas usar a flanela.

    Devem ser evitados acetona, limpadores abrasivos, butanona, tíner e outros solventes fortes no sistema, nos periféricos ou nos transdutores.

    A ultrassonografia pode avaliar o tórax do paciente crítico à beira do leito e também acompanhar sua melhora. As pesquisas revelam a fidedignidade quando relacionam o êxito dos tratamentos por meio da amenização das transformações ecográficas.

    Podemos resumir os benefícios do ultrassom no manejo dos pacientes portadores do vírus COVID-19 e problemas do trato respiratório:

    • o baixo custo e um melhor custo-benefício;
    • a praticidade;
    • a rapidez;
    • a ausência de contaminação;
    • a ausência de radiação, ou seja, não há radiação ionizante;
    • a segurança;
    • o auxílio na triagem;
    • a possibilidade de o procedimento ser repetido várias vezes;
    • o seguimento da evolução da doença;
    • a análise rápida do nível de gravidade e acometimento pulmonar;
    • o monitoramento de manobras de recrutamento;
    • a possibilidade de guiar resposta à posição prona;
    • a avaliação em casa;
    • a redução da necessidade de transporte até a sala de tomografia, que implica em maiores possibilidades de contaminação, na limitação devido a aspectos relacionados à gravidade dos pacientes (hipoxemia, instabilidade hemodinâmica e outros distúrbios).

    Os equipamentos de ultrassom

    Para aprofundar e entender melhor a relação entre ultrassom e coronavírus, vamos mostrar agora alguns modelos de equipamento portátil que podem ser usados para diagnosticar a COVID-19 e as diferenças entre eles.

    M6

    É um equipamento que combina a capacidade ideal com as dimensões adequadas para efetuar um diagnóstico confiável à beira do leito. As suas características ergonômicas envolvem o design leve e portátil, a alta capacidade do disco rígido, o carrinho de design especial com alça incorporada, a digitalização ininterrupta com bateria recarregável. O M6 conta com recursos, como:

    • o máximo de 8 multitarefas para um feixe transmitido, gerando uma excelente resolução temporal e uma taxa de quadros mais alta (formação de feixe múltiplo);
    • a utilização de múltiplos feixes cruzados, que proporciona uma melhor resolução de contraste e otimiza a resolução de imagens (iBeam);
    • o filtro de redução de ruídos e algoritmo de ressonância magnética, o que gera a suavização de tecidos, a melhor definição de bordas e as interfaces mais definidas (iClear);
    • uma tecnologia inovadora, que permite a visualização aperfeiçoada de vasos pequenos e padrões de fluxo complexos, que se baseiam em algoritmo de processamento exclusivo da Mindray (HR Flow);
    • a imagem de contraste UWN permite que o M6 identifique e use tanto os sinais de 2ª harmônica e não lineares fundamentais, criando imagens com relevantes melhorias.

    DP-30

    O DP-30 é um poderoso sistema preto e branco, equipado com uma tecnologia avançada que promove uma qualidade alta de imagem e um fluxo de trabalho adequado, oferecendo resultados eficientes.

    Como caraterísticas ergonômicas, o equipamento apresenta monitor LED 12.1” com 30° de inclinação, 2 conectores para transdutor e baixo peso (5,3 quilos). Apresenta recursos como:

    • a Imagem Harmônica Tecidual (THI), que aprimora a resolução de contraste e a qualidade da imagem, especialmente em casos mais difíceis;
    • a imagem específica de tecidos, que melhora a qualidade de imagem e oferece 4 opções de imagens (geral, músculo, gordura, fluido);
    • uma melhor informação diagnóstica por meio da extensão do ângulo de visão nos transdutores convexos e lineares (ExFOV);
    • uma ferramenta que permite melhor visualização de tendões, músculos e outras estruturas por causa da inclinação dos feixes do transdutor (B-Steer).

    Z5

    O Z5 é um sistema portátil doppler colorido com uma boa combinação de baixo custo e elevado desempenho, permitindo uma melhor imagem em 2D, mobilidade, acessibilidade. Entre suas características ergonômicas estão:

    • teclado retroiluminado;
    • design compacto (7.7 quilos);
    • monitor LCD 15” com possibilidade de inclinação de 30º;
    • 2 conectores transdutores;
    • bateria recarregável com duração de 1 hora e meia.

    Entre seus recursos, podemos destacar:

    • a Imagem Harmônica de Pulso Invertido, que melhora a resolução de contraste, promovendo imagens mais nítidas e redução de ruídos com ótima resolução (PSHI);
    • a imagem completa em toda sua extensão por meio do iScape, que oferece indicadores como velocidade, ângulo e alinhamento;
    • a tecnologia do transdutor, que resulta em melhor resolução temporal e melhor frame rate (formação Multi-Beam).

    TE-7

    O sistema TE-7 com tela de toque foi desenvolvido para oferecer imagens de boa qualidade para rápidas decisões no atendimento. Suas características ergonômicas envolvem bateria e rede sem fio embutidas, recipientes convenientes para acessórios, máximo de três conexões de transdutor para seleção do transdutor na tela. Entre os recursos, temos:

    • uma tecnologia de transdutor patenteada para ampliar a largura da banda de imagem e a eficiência da transmissão;
    • a Imagem Harmônica de Mudança de Fase, que permite imagens mais nítidas, com melhor resolução de contraste e menos ruídos (PSHTM);
    • uma ferramenta apropriada para biópsia profunda, que permite ajustes na linha de digitalização para visibilidade otimizada da agulha, dos nervos e de pequenos vasos.

    Existe, portanto, uma relação entre ultrassom e coronavírus que não pode ser desconsiderada pelo médico que deseja aperfeiçoar a avaliação e o tratamento dos pacientes.

    Os equipamentos de ultrassom da MedicalWay se destacam, como vimos, pela diversidade e pelos impressionantes diferenciais. Interessou-se em conhecer melhor esses produtos? Então, acesse a página de nosso site e venha saber um pouco mais sobre nossos aparelhos!

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    Confira os principais avanços da tecnologia na fisioterapia

    Confira os principais avanços da tecnologia na fisioterapia. O avanço contínuo da tecnologia tem amplificado as possibilidades da área da saúde. Com as telecomunicações e alternativas desenvolvidas em pesquisas, por exemplo, surgem novas oportunidades de tratamento e promoção de qualidade de vida. E com a fisioterapia não é diferente: ela também se beneficia dessa inovação.

    A tecnologia na fisioterapia é uma excelente alternativa para aumentar a adesão dos pacientes e promover uma eficácia maior aos processos de reabilitação. Como é essencial conhecer essas inovações para modernizar o hospital e fazer todas as adaptações necessárias, preparamos este conteúdo especial sobre o assunto.

    Ficou interessado? Então, continue lendo para conferir informações sobre os principais avanços da tecnologia na fisioterapia e as tendências tecnológicas mais recentes!

    Qual é a importância da tecnologia na fisioterapia?

    Como dissemos, a aplicação da tecnologia na área da saúde traz diversas oportunidades para a fisioterapia, promovendo novas dinâmicas de tratamento e oferecendo práticas mais interativas e envolventes para os pacientes.

    Em primeiro lugar, soluções informatizadas tornam as atividades mais interessantes, de modo geral, e promovem uma adesão maior ao tratamento. Isso é especialmente importante para crianças, adolescentes e as gerações mais recentes, que já nasceram inseridas na tecnologia da informação e no mundo digital.

    Além de proporcionar mais qualidade de vida ao paciente, o uso da tecnologia traz uma imagem positiva para o hospital e os próprios fisioterapeutas. Isso porque, ao usar equipamentos e recursos inovadores, a gestão demonstra que é disposta a aprender continuamente e investe em aperfeiçoamento, apostando no potencial da equipe e do público atendido.

    Quais são os maiores avanços da tecnologia na fisioterapia?

    Agora que já falamos sobre a importância da inovação na área da saúde, vejamos quais são os principais avanços em tecnologia na fisioterapia!

    Gameterapia

    Muitas vezes, a fisioterapia convencional exige exercícios repetitivos e monótonos, o que pode ser desmotivador, especialmente para as crianças e adolescentes. Com a gameterapia, no entanto, é possível praticar uma boa parte desses movimentos em jogos interativos, selecionados pelo próprio fisioterapeuta de acordo com a necessidade de cada paciente.

    Na prática, isso garante uma melhora na experiência do paciente e uma adesão maior aos tratamentos. Afinal, enquanto tem momentos de grande envolvimento com o jogo, o usuário trabalha e é orientado pelo profissional.

    Essa técnica também pode ser utilizada em associação ao biofeedback — em que um equipamento faz o acompanhamento da atividade muscular da pessoa. Nesse caso, quando o atendimento é finalizado, o fisioterapeuta consegue acompanhar a evolução do quadro por meio de gráficos e informativos montados pelo próprio sistema integrado.

    Realidade virtual

    Basicamente, a realidade virtual utiliza luvas e óculos que captam o movimento do paciente, ao mesmo tempo em que simula percepções e atividades do mundo real.

    Mesmo sendo uma realidade estabelecida nos meios digitais, essa interação promovida leva o cérebro a responder aos comandos e ao cenário proporcionado pela tecnologia. Dessa forma, o sujeito tem um envolvimento maior com o processo, além de realizar as atividades com mais dedicação.

    Isso não só proporciona uma recuperação e um desempenho melhores, mas também ajuda as sessões de fisioterapia a se tornarem mais envolventes e divertidas. Isso porque existe a dimensão do compromisso com o tratamento, mas há também o lazer e a empolgação com cenários novos e envolventes, assim como com a gameterapia.

    Eletroterapia

    Com esse recurso, o corpo recebe estímulos elétricos de baixa intensidade para aumentar o fluxo sanguíneo, melhorar a força muscular e evitar atrofia devido à falta de uso da região. Algumas dores e desconfortos também podem ser reduzidos com o apoio da eletroterapia.

    Em casos de evitação de atrofia, utiliza-se uma tecnologia chamada estimulação galvânica. Já para o tratamento de dores, utiliza-se a corrente interferencial e a Estimulação Elétrica Nervosa Transcutânea (TENS). Todos esses procedimentos são capazes de auxiliar a remediação e a promoção da saúde, de acordo com as necessidades de cada paciente.

    Trajes robóticos

    Esses trajes são utilizados para auxiliar pessoas com dificuldade de locomoção. Eles funcionam como uma estrutura externa, controlada a partir de botões e monitorada pelo fisioterapeuta.

    O sistema do traje informa ao profissional o passo do paciente. A partir disso, o sujeito pode caminhar com o apoio da tecnologia, apenas controlando o sistema com os comandos próprios. Com algum tempo de treinamento, o indivíduo adquire mais independência na sua movimentação.

    Equipamentos de reabilitação

    Equipamentos de reabilitação também passam por renovação constante. Há hoje dispositivos como as esteiras eletrônicas, por exemplo, voltadas para o treinamento de marcha, além das plataformas de força e equilíbrio e dos estabilizadores de coluna.

    Todas essas tecnologias facilitam a rotina dos fisioterapeutas e fazem os treinamentos se tornarem mais funcionais e eficazes. De um lado, o tratamento ganha mais dinamismo, do outro, o profissional tem acesso às informações necessárias para realizar avaliações mais precisas.

    O paciente, por sua vez conta com uma estrutura robusta e coordenada para o fortalecimento do corpo de forma integral. Os equipamentos oferecem a possibilidade de treinar movimentos cotidianos e de exercitar musculaturas que precisam de maior atenção, o que auxilia a reabilitação, a recuperação da saúde e o desenvolvimento de uma mobilidade adaptativa e funcional.

    Tecnologia preventiva em triagem

    A fisioterapia também pode ser utilizada de forma preventiva, principalmente para pessoas que trabalham com grandes esforços físicos, como é o caso dos esportistas.

    Com a tecnologia The Performance Matrix (TPM), por exemplo, há a possibilidade de fazer uma análise preventiva do corpo, identificando pontos nos quais a biomecânica está afetada ou tem um potencial de comprometimento. Assim, o fisioterapeuta pode passar treinamentos para corrigir o problema e evitar que lesões mais sérias aconteçam.

    Enfim, os avanços da tecnologia na fisioterapia são muitos, e criam ótimas condições para melhorar atendimentos, potencializar treinamentos e maximizar o engajamento e a dedicação dos pacientes. Há uma série de possibilidades viáveis, como foi possível ver ao longo deste post, de forma que o seu hospital pode diversificar suas opções e disponibilizar alternativas de acordo com as necessidades do seu público.

    Então, gostou de aprender sobre os avanços da tecnologia na fisioterapia? Agora, para continuar por dentro de mais conteúdos como este, aproveite para assinar a nossa newsletter e receba nossos próximos textos diretamente no seu e-mail!

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    4 equipamentos de centro cirúrgico indispensáveis

    Para que seu hospital realize cirurgias de modo eficiente, é essencial saber quais equipamentos de centro cirúrgico são obrigatórios.

    Assim, você terá à disposição as tecnologias mais recentes do setor, construindo um fluxo de trabalho seguro para o paciente e para os profissionais de saúde.

    Confira abaixo 4 aparelhos que não podem faltar em sua sala cirúrgica!

    1. Estativa Hyport Series (Mindray)

    • organização dos dispositivos do CC de forma otimizada;
    • melhor acesso ao paciente;
    • fluxo de trabalho eficiente;
    • design modular (flexibilidade) e ergonômico (posicionamento mais preciso).

    2. Eletrocardiógrafo Beneheart R12 (Mindray)

    • um dos modelos de 12 derivações mais leves do mercado;
    • autonomia das baterias de íons de lítio — mais de 3,5 horas de uso contínuo;
    • visualização de imagem para revisão instantânea na tela;
    • formas de onda estáveis, limpas e precisas;
    • análises de ECG de modo ágil e confiável.

    3. Aparelho de anestesia A7 (Mindray)

    • misturador eletrônico ajusta e aplica rapidamente o gás fresco em qualquer taxa de fluxo;
    • aplicação de anestesia de baixo fluxo contínua e segura a todos os pacientes;
    • tela de 15 polegadas em cores sensível ao toque;
    • ampla possibilidade de modos de ventilação;
    • sistema iChart-OR integra monitoramento, aplicação de anestesia e dados do tratamento.

    4. Foco cirúrgico HyLed (Mindray)

    • tecnologia LED — economia de energia e iluminação eficiente;
    • funciona até 40.000 horas;
    • fonte de luz confortável — sem aquecimento;
    • conta com sistema de câmera HD;
    • destaque para a ergonomia.

    Gostou das nossas dicas para adquirir os melhores equipamentos para o seu centro cirúrgico? Confira outros temas como este assinando a nossa newsletter!

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