Aluguel de ultrassom em Curitiba: faça a melhor escolha com a Medicalway

aluguel-de-ultrassom-em-curitiba

O mercado de locação de equipamentos médicos, especialmente de ultrassonografia, tem crescido significativamente em Curitiba. 

Profissionais de saúde estão cada vez mais buscando alternativas acessíveis e eficientes para suas clínicas e consultórios. 

Nesse cenário, a Medicalway se destaca como um dos principais fornecedores de aluguel de ultrassom em Curitiba, oferecendo equipamentos de alta qualidade, com um serviço personalizado. 

Neste artigo, vamos entender para quem é indicado a locação de ultrassons, os benefícios do aluguel de ultrassom com a Medicalway e quais são os equipamentos disponíveis para locação.

Para quem é indicado realizar a locação de equipamentos de ultrassom?

A contratação de equipamentos médicos, como o ultrassom, é uma solução viável e inteligente para uma variedade de profissionais e estabelecimentos de saúde. Abaixo, listamos algumas situações e perfis que podem se beneficiar dessa modalidade:

Clínicas e consultórios médicos em expansão

Empresas em expansão, como clínicas e consultórios médicos, muitas vezes precisam aumentar sua capacidade de atendimento sem investir grandes somas em equipamentos novos. 

Nesse contexto, alugar um ultrassom pode ser uma opção vantajosa, pois permite flexibilidade e escalabilidade conforme a demanda dos pacientes cresce.

Profissionais que realizam exames domiciliares

Médicos que realizam exames domiciliares também se beneficiam da locação de ultrassom portátil . 

Equipamentos leves e portáteis oferecem a conveniência de levar tecnologia de ponta diretamente ao paciente, sem sacrificar a qualidade das imagens diagnósticas. 

Isso é essencial para profissionais que oferecem atendimento em áreas mais remotas ou para pacientes com mobilidade reduzida.

Instituições que buscam reduzir custos fixos

Grandes hospitais e instituições de saúde que desejam otimizar seu orçamento podem optar pelo aluguel como uma forma de reduzir os custos fixos associados à compra e manutenção de equipamentos. 

Ao invés de um grande desembolso inicial, a locação de ultrassom permite distribuir os custos ao longo do tempo, além de garantir assistência técnica contínua e atualização dos equipamentos.

mr-medicalway

Benefícios do aluguel de ultrassom em Curitiba com a Medicalway

A Medicalway oferece diversas vantagens ao alugar ultrassons em Curitiba. 

Ao escolher a Medicalway, você pode contar com equipamentos de alta qualidade, suporte técnico especializado e uma experiência de operação sem complicações. 

A seguir, destacamos alguns dos principais benefícios:

Redução de custos com equipamentos

A compra de um ultrassom novo pode ser financeiramente inviável para muitos profissionais de saúde, especialmente aqueles que estão iniciando sua prática ou que têm um fluxo de caixa limitado. 

O aluguel de ultrassom com a Medicalway permite que você tenha tecnologia de ponta sem precisar fazer um grande investimento inicial.

Manutenção e suporte técnico incluídos

Quando você opta pela locação de ultrassom na Medicalway, a manutenção e o suporte técnico estão incluídos no pacote. 

Isso significa que você pode se concentrar no que realmente importa — o atendimento ao paciente — sem se preocupar com eventuais falhas técnicas ou com os custos de reparos. A Medicalway garante que os equipamentos estejam sempre em perfeito estado de funcionamento, proporcionando maior tranquilidade aos locatários.

Flexibilidade de contrato e atualização de equipamentos

Outro benefício é a flexibilidade dos contratos de locação. Dependendo da necessidade do profissional ou da instituição, os prazos e condições podem ser ajustados para melhor atender às demandas do negócio. 

Além disso, a Medicalway oferece a possibilidade de atualização de equipamentos ao longo do contrato, permitindo que você sempre trabalhe com o que há de mais moderno no mercado.

Conheça os equipamentos de ultrassom disponíveis para locação na Medicalway

A Medicalway trabalha com equipamentos de ultrassom de última geração, incluindo equipamentos portáteis como os modelos M6 e MX7, e equipamentos estacionários, com as linhas RESONA e CONSONA, da renomada marca Mindray. 

Conheça as principais características e benefícios dessas linhas de produtos.

Linha CONSONA: alta tecnologia e versatilidade

A linha CONSONA é ideal para atender uma variedade de especialidades médicas, desde as médias até as de alta complexidade. 

Essa linha se destaca pela qualidade superior de imagem e pelas características. Médicos que realizam exames diários ou atendem pacientes em grande escala encontram na linha CONSONA uma solução robusta e confiável. 

CLIQUE AQUI PARA SABER MAIS SOBRE A LINHA CONSONA

Além disso, a relação custo-benefício é um ponto forte dessa linha, garantindo excelente desempenho com um investimento acessível.

Linha RESONA: tecnologia premium para exames complexos

A linha RESONA, por sua vez, é considerada a linha premium da Mindray. 

Com softwares avançados e tecnologia de ponta, a linha RESONA é ideal para exames de alta complexidade. Esses ultrassons são equipados com inteligência artificial (IA), facilitando a execução de exames precisos e detalhados. 

A linha RESONA é perfeita para profissionais que necessitam de alta performance, como aqueles que realizam exames complexos regularmente.

CLIQUE AQUI PARA SABER MAIS SOBRE A LINHA RESONA

MX7 – Mindray

O ultrassom estilo Laptop mais leve e fino do mercado, pesando apenas 3 kg e com  44mm de espessura.

mx7

Recursos

  • Avançada tecnologia de imagem
  • Transdutores com tecnologia 3T: melhor penetração e melhor resolução;
  • HD Scope: aumenta a visualização de pequenas lesões e órgãos, melhora a definição do limite entre a lesão e o tecido sadio;
  • Plataforma ZST+: tecnologia exclusiva da Mindray que aumenta a velocidade na aquisição da imagem, melhora resolução e possui ponto focal dinâmico em toda a imagem;
  • HR Flow: detecção de fluxos sanguíneos lentos e complexos para um doppler melhor, mais preciso e evitando transbordamento de cor.

Aplicações

  • Realize exames com qualidade premium nas mais diversas áreas.
  • Fluxo de Trabalho dedicado
  • Tela principal IPS de 15,6’’;
  • Tela de toque IPS de 12,3’’;
  • ITouch: Otimização de imagem com apenas 1 toque;
  • 128 GB SSD com opção de 1TB de memória;
  • DICOM 3.0.

Mobilidade e Flexibilidade

  • Bateria com autonomia de 90min e U-bank(opcional) de até 8h;
  • Carro para transporte com sistema antichoque;
  • Mala de viagem;
  • Extensor para até 2 ou 3 transdutores simultâneos (opcionais).

SOLICITE UM ORÇAMENTO

M6 – Mindray

Tendo em mente os cuidados de saúde ao alcance, o M6 proporciona o equilíbrio ideal entre capacidade e tamanho para realizar um diagnóstico confiável em todas as aplicações e à beira do leito.

M6

Performance

  • Formação de feixe múltiplo: máximo de 8 multitarefas para um feixe transmitido, resultando em uma excelente resolução temporal e a taxa de quadros mais alta.
  • iBeam™: o uso de múltiplos feixes cruzados, promove melhor resolução de contraste e melhora a visualização das imagens.
  • iClear™: filtro de redução de ruídos e algorítmo de Ressonância Magnética:
  • iNeedle™: sua ferramenta para biópsia mais profunda: permite ajustes na linha de digitalização para obter melhor visibilidade da agulha, nervos e pequenos vasos..

Fluxo de trabalho

  • iStorage™: transferência de imagens e relatórios para o computador via cabo de rede.
  • Auto IMT (Espessura da Camada Média Intimal da Carótida): medida automática anterior e posterior da espessura média intimal da carótida com acurácia.
  • iTouch™: otimização de imagem em modo B, Color e PW com apenas um clique.
  • iZoom™: zoom Full Screen com apenas um toque.
  • iStation™: sistema de Gerenciamento de Informações de Pacientes que permite integrar, rever, arquivar e recuperar dados de pacientes efetivamente.
  • Rastreamento inteligente: função singular da Mindray – Rastreia o fluxo de cor continuamente e otimiza a melhor posição da caixa de cor e ângulo de digitalização em tempo real.
  • DICOM: solução DICOM abrangente.

Ergonômico

  • Design leve e portátil
  • Carrinho de design especial com alça incorporada
  • Alta capacidade de disco rígido
  • Digitalização ininterrupta com bateria recarregável

SOLICITE UM ORÇAMENTO

Diferenciais dos equipamentos Mindray

Os equipamentos da Mindray, apresentam diferenciais que atraem médicos de diversas especialidades. 

O design intuitivo facilita o uso dos aparelhos, permitindo que os médicos se adaptem rapidamente aos equipamentos. Além disso, os transdutores de alta tecnologia e ergonomia, com aquecimento de gel nos equipamentos estacionários, proporcionam maior conforto durante os exames.

Esses equipamentos combinam inovação com facilidade de operação, resultando em uma experiência excelente tanto para o médico quanto para o paciente.

Como funciona o processo de locação com a Medicalway?

O processo de locação de ultrassons na Medicalway é simples e eficiente. Tudo começa com uma análise das necessidades do cliente. 

A partir daí, a Medicalway oferece uma solução personalizada, recomendando o melhor equipamento para o perfil de atendimento do profissional ou da instituição.

Após a escolha do equipamento, é feito o contrato de locação, que inclui prazos flexíveis e o suporte técnico necessário durante todo o período. 

Além disso, a equipe da Medicalway garante a entrega rápida e a instalação dos equipamentos, assim como o treinamento dos profissionais para operar os aparelhos da melhor forma possível.

A Medicalway se preocupa com a satisfação de seus clientes, por isso oferece um serviço de pós-venda de excelência, garantindo que o equipamento esteja sempre em perfeito estado e pronto para o uso.

Entre em contato com a Medicalway

Se você está em busca de uma solução eficiente, de alta qualidade e custo-benefício para o aluguel de ultrassom em Curitiba , a Medicalway é a escolha certa. 

Nossa equipe está pronta para ajudá-lo(a) a encontrar o melhor equipamento para suas necessidades. 

Entre em contato conosco agora mesmo e descubra como podemos apoiar o sucesso do seu negócio com nossos equipamentos de última geração.

Confira outros artigos em nosso blog:

Fique por dentro das nossas novidades!

    Veja também
    Capacete respirador: como funciona e quais os benefícios?

    Com o aumento assustador do número de casos de contaminação pela Covid-19, o país está passando por um dos piores cenários da saúde, principalmente pela alta de internações, busca por leitos em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) e demanda por respiradores e ventiladores pulmonares, fazendo com que várias unidades já não tenham mais vagas e nem equipamentos disponíveis. Como forma de tentar minimizar esse problema, um modelo de capacete respirador tem sido desenvolvido por algumas empresas.

    Trata-se de um recurso de respiração artificial não invasivo, que pode reduzir de forma considerável, conforme já comprovado por meio de testes, a necessidade de encaminhamento para UTI e intubação de indivíduos acometidos pela Covid-19. Isso porque o equipamento cumpre o objetivo de oferecer todo o suporte ventilatório necessário, além de, também, ser eficiente em outras doenças que acometem o pulmão e comprometem a oxigenação, como edema pulmonar e pneumonias.

    Quer entender melhor sobre esse equipamento promissor e de grande aposta para fornecer mais saúde e qualidade de vida ao paciente e, ao mesmo tempo, desafogar as UTIs, que já se encontram sobrecarregadas? Então, continue a sua leitura!

    Como o capacete respirador funciona?

    O capacete respirador envolve toda a cabeça do usuário, sendo fixado ao pescoço por meio de uma base que impede a passagem do ar. Com a inserção de oxigênio e ar comprimido, o equipamento proporciona uma pressão positiva para auxiliar o indivíduo que apresenta problemas de oxigenação.

    Sendo assim, é indicado nos casos de tratamento de pessoas com quadro clínico moderado ou que estejam começando a evoluir para situações mais graves.

    Serve como uma interação entre o paciente e o aparelho de ventilação mecânica, já que é acoplado ao fluxo de oxigênio ou ventilador, fazendo com que o ar chegue de maneira não invasiva — ao contrário da intubação que requer o uso de um tubo orotraqueal.

    Além disso, o equipamento não permite que o vírus se espalhe no ambiente, considerando que ele não possibilita que um alto volume de gás vaze. Também viabiliza que os respiradores mecânicos sejam usados apenas em casos mais alarmantes, como os que estão acontecendo com vários pacientes com Covid-19.

    Quais são os benefícios do equipamento?

    Entre os principais motivos do capacete respirador ser um equipamento tão eficiente e promissor, estão os benefícios que apresentaremos. Veja a seguir os principais!

    Conforto aos pacientes

    O capacete respirador é mais confortável do que as tradicionais máscaras de oxigênio, que ficam em contato com a pele e podem provocar a sensação de claustrofobia em alguns pacientes.

    Grande parte do material usado para a sua confecção é o PVC atóxico, além da membrana de vedação que fica no pescoço ser produzida com silicone ou látex, propiciando ajustes para diferentes pessoas.

    Não invasivo

    O equipamento é considerado um mecanismo de respiração artificial não invasivo, tendo em vista que funciona como um tipo de capacete com filtro e exaustão antiviral e antibacteriana, capaz de promover um ar renovado sem que o paciente precise ser internado.

    Segurança

    O equipamento também aumenta a segurança dos profissionais da saúde e demais internos do hospital de contaminação cruzada, tendo em vista que, por ser vedado, não permite a proliferação de partículas de vírus, além de fazer a filtragem do ar respirado pelos pacientes contaminados com o coronavírus.

    Economia

    Outra vantagem é o baixo custo quando comparado a uma máquina de ventilação mecânica, garantindo, ainda, facilidade de produção em larga escala. Entre os maiores desafios no decorrer do processo de desenvolvimento, estava o de assegurar uma alternativa acessível a todos, principalmente quando comparado com as opções já disponíveis de ventiladores mecânicos, que apresentam preços bastante elevados.

    Quais são os diferenciais do 7lives-Helmet, oferecido pela Medicalway?

    O 7Lives-Helmet é uma excelente alternativa nesses casos, por se tratar de um produto feito por pioneiros no desenvolvimento e criação de interface de ventilação mecânica não invasiva (VNI) no Brasil, devidamente regulamentado e registrado na ANVISA, que pode ser usado associado a um ventilador mecânico, como também somente com fluxômetros + válvulas de PEEP.

    A técnica utiliza dois recursos para elevar o nível de proteção do pulmão. Sendo a primeira, cateter nasal de alto fluxo, que tem a função de aplicar frequentemente ar umidificado a 100% por meio das narinas, com o intuito de lavar a região atingida do pulmão, além de eliminar as moléculas de gás carbônico na expiração, o que minimiza a sensação de falta de ar e reduz o trabalho feito pelos músculos responsáveis pela inspiração.

    Já na segunda técnica, o capacete é acoplado a um ventilador mecânico, provocando uma pressão ininterrupta das vias aéreas superiores, o que faz com que o indivíduo consiga ter uma melhor respiração.

    Quando o equipamento é conectado a uma válvula de pressão expiratória final positiva (PEEP), ocorre uma maior pressão no pulmão, bem como ao oxigênio, chegando à pressurização da via aérea do paciente, assim como ocorre na ventilação não invasiva. Contudo, nesse formato, a utilização do ventilador mecânico é evitada, levando à diminuição de inflamações nas vias aéreas, provocadas pelo esforço respiratório ao longo desse período da doença. Entre as principais características do produto estão:

    • a estrutura permite a constituição de um ambiente com pressão positiva e enriquecida com oxigênio;
    • a maior parte do material é composta de PVC atóxico e a membrana de vedação do pescoço feita com látex ou silicone, contribuindo para a adequação a qualquer paciente;
    • possui alças de polipropileno com fechos adaptáveis e neoprene, para fixar o produto na cabeça, além de dar segurança, fácil limpeza e conforto aos pacientes;
    • interface que tem auxílio de duas válvulas para conexões dos ciclos de fluxo inspiratório e/ou expiratório.

    Além disso, perto da boca do usuário há uma válvula de alimentação que viabiliza tanto a ingestão de líquidos quanto de alimentação, por meio da passagem de sondas.

    Também é importante ressaltar que a Medicalway é uma empresa experiente, que atua no mercado de equipamentos médicos há mais de 20 anos, com a finalidade de disponibilizar as melhores tecnologias, custo/benefício e condições acessíveis ao mercado, oferecendo, ainda, acompanhamento pós-venda e suporte técnico rápido e qualificado — sempre em busca de oferecer a melhor experiência aos clientes.

    Como pode perceber, o capacete respirador é uma alternativa encontrada pelas empresas para tentar minimizar os problemas causados pela falta de leitos e respiradores. Isso porque, com todas as vantagens oferecidas, o equipamento tem contribuído para a redução do número de internações em UTIs, promovendo mais chances de sobrevivência, além de evitar que o vírus se dissemine no ambiente.

    Quer saber mais sobre o 7Lives-Helmet? Então, acesse nossa página, esclareça suas principais dúvidas sobre a solução e aproveite para solicitar um orçamento.

    LEIA MAIS
    O que é a máscara laríngea e em quais ocasiões ela deve ser utilizada?

    O que é a máscara laríngea e em quais ocasiões ela deve ser utilizada? Seja para a aplicação de anestesias convencionais ou para o acesso das vias áreas para ventilação mecânica durante a internação de pacientes em UTI, a máscara laríngea (ML) é indispensável para o uso médico.

    O item é desenvolvido especialmente para o manuseio da região entre a laringe, ficando na parte superior da epiglote, responsável pelo correto funcionamento do sistema digestivo e por permitir que o alimento transite pelo local correto.

    Desse modo, é preciso que o processo realizado com a máscara laríngea seja breve, para que não haja uma broncoaspiração. Isso ocorre quando a traqueia é vedada pelo mau funcionamento da epiglote, e um sólido ou líquido desce em direção à laringe, obstruindo a traqueia e impedindo a passagem de ar pelos pulmões.

    Então, para um correto uso da máscara laríngea, é preciso conhecer a fundo o assunto. Continue conosco e saiba mais informações!

    Como funciona a máscara laríngea?

    Como você pôde perceber, a incorreta aplicação da máscara pode oferecer sérios riscos. Assim, é preciso aprender a seguir os passos corretos:

    • siga as orientações de abertura de acordo com o correto local indicado;
    • posicione a face convexa posterior da ML em contato com a parede da faringe e acima das estruturas supraglóticas, permitindo a ventilação;
    • aloje a ponte da ML sobre o esfíncter esofagiano superior;
    • certifique-se de que não haja vazamento de ar ao testar o balonete ou ‘’cuff’’, comprometendo o produto, com auxílio de uma seringa;
    • garanta que a ML tenha sido corretamente esterilizada e limpa;
    • hiperestenda a região cervical do paciente, caso ele não seja vítima de trauma, para que a língua seja deslocada com mais facilidade e não haja obstrução da passagem de ar;
    • facilite a adaptação da máscara laríngea com o auxílio de um produto à base de água na parte posterior, que atue como um lubrificante;
    • impeça o fechamento da hipofaringe ao segurar a língua do paciente, durante a introdução da máscara;
    • insufle o ‘’cuff’’ ou balonete de acordo com o número da ML e a orientação do fabricante, e mantenha a testagem e o acompanhamento da ventilação do paciente;
    • posicione a máscara na entrada do esôfago e abaixo da valécula, de frente à via área, para que haja a ventilação adequada ao paciente.

    Em quais ocasiões a máscara laríngea é utilizada?

    Conforme mencionado, a máscara laríngea deve ser utilizada para acessar as vias aéreas. Isso pode ocorrer quando a região apresentar falhas no funcionamento ou em situações em que o paciente precisa ser entubado e ventilado. É o caso de adultos em quadros graves internados em UTI e que precisam do auxílio de aparelhos para respiração.

    A princípio, esse grupo é ventilado a partir da introdução de um tubo endotraqueal na traqueia. Porém, a longo prazo, esse equipamento pode comprometer a laringe e a traqueia dos pacientes. Para evitar isso, os médicos devem realizar uma traqueostomia percutânea dilatacional (TPD). Durante esse procedimento e/ou até para aplicação da anestesia geral, a máscara laríngea deve ser fixada na garganta.

    Outra circunstância a que os médicos devem ficar atentos quanto ao uso da ML é nas ocasiões em que todas as alternativas de ventilação do paciente foram esgotadas e é necessário utilizar um item que auxilie na recuperação das vias aéreas. Outras ocasiões incluem cirurgias eletivas, ambulatoriais, otorrinolaringológicas e em cantores e locutores profissionais.

    Quais os tipos de máscara laríngea existentes no mercado hospitalar?

    Existem as máscaras descartáveis, que como o próprio nome sugere deve ter uso único. Outro tipo de ML é a reutilizável, cujo material é isento de látex para evitar problemas de saúde — como alergias graves, uma reação cada vez mais comum. Sua fabricação leva um silicone especial nos padrões médicos.

    Entretanto, mesmo com a permissão de reúso dessa ML, para que os pacientes tenham a máxima qualidade no atendimento, ela deve ser descartada após 2 anos do primeiro ou na 40ª vez, período em que as características do produto já estão desgastadas.

    Como utilizar a máscara laríngea de forma adequada?

    Como você viu, é importante ficar de olho nos critérios de uso da ML para garantir maior segurança aos pacientes. Além disso, existem outras recomendações que devem ser seguidas. Afinal de contas, diante das utilidades do produto, como a ventilação imediata — devido à confecção em tubo flexível, que se adapta com facilidade à hipofaringe do paciente — e a fácil manipulação, é natural que a máscara laríngea seja muito procurada nos ambientes médicos.

    Apesar disso, é preciso conhecer os diferentes tipos de máscaras e as orientações para cada situação de uso, o que exige manuseios diferentes. Nesse sentido, existe uma tabela que melhor orienta o uso da ML, de acordo com alguns critérios. Por exemplo:

    • tamanho do balonete ou ‘’cuff’’ para o correto manuseio;
    • número da máscara laríngea;
    • peso do paciente.

    Saber dessas informações e levar isso em consideração é essencial para maior segurança no uso da ML pelos profissionais. Além disso, ao inserir a máscara laríngea, procure se certificar de:

    • com auxílio de luvas, posicionar o produto adequadamente e de forma adaptada a anatomia da supraglótica;
    • manter o dedo indicador na junção do tubo e manguito, segurando a ML como se fosse uma caneta;
    • observar uma linha preta ao longo do tubo, isso indica o lado posterior da ML, desde que ela esteja corretamente posicionada;
    • posicionar a cabeça e o pescoço do paciente como se fosse realizar uma intubação traqueal;
    • manter a cabeça estendida com uma mão e o pescoço curvado, enquanto inicia a passagem da ML com a outra mão. Nesse caso, para facilitar o trabalho, o uso de um coxim para elevar a cabeça pode ser útil.

    Percebeu como o uso da máscara laríngea é essencial para o melhor cuidado das vias aéreas do paciente e o quanto isso exige o correto manuseio do produto? Siga as recomendações, incluindo as dos fabricantes da máscara, quanto à desinfecção, descarte e aplicação para maior segurança de todos os envolvidos no processo.

    Quer saber como adquirir a máscara laríngea? Entre em contato conosco e encontre esse e demais produtos da área médica!

    LEIA MAIS
    Cardioversores e desfibriladores: entenda as diferenças entre eles

    Cardioversores e desfibriladores: entenda as diferenças entre eles. Apesar de usados para fins similares e de serem muito confundidos um com o outro, os desfibriladores e cardioversores são diferentes. Não entender as diferenças entre eles pode resultar no uso indevido dos equipamentos e gerar consequências leves ou graves para médicos e pacientes.

    Um exemplo disso são os choques simultâneos e queimaduras de segundo ou primeiro grau que podem ser ocasionados. Além das consequências negativas, isso também pode evitar com que os pacientes tenham suas funções cerebrais e cardíacas preservadas pelo uso correto dos instrumentos, que mostram a comprovação dos resultados em 85% dos pacientes.

    Com isso, dá para ter uma pequena noção da importância de diferenciar desfibriladores e cardioversores para realizar o correto manuseio de cada um, certo? Então, continue conosco e saiba mais sobre o assunto!

    Desfibriladores

    O desfibrilador atua no corpo por meio de correntes elétricas não sincronizadas no músculo cardíaco. Assim, o procedimento terapêutico pode reverter arritmias graves, como a fibrilação ventricular e a taquicardia ventricular sem pulso, que podem ocasionar uma parada cardiorrespiratória, ao despolarizar as fibras musculares do miocárdio.

    Esse estímulo terapêutico pode ser realizado tanto no tórax quanto diretamente no músculo cardíaco, como é o caso de cirurgias, em que as pás do equipamento são coladas diretamente no coração para o disparo do choque.

    A ação do desfibrilador deve acontecer rapidamente após a redução ou a parada cardíaca para que os batimentos cardíacos sejam restabelecidos a tempo e os sinais possam retornar. Caso contrário, há maiores riscos de que o enfermo tenha maiores sequelas e chances de morte.

    Cardioversores

    A cardioversão é responsável por normalizar o impulso do coração quando a fluidez do sangue do corpo passa por algum tipo de descontrole e o ritmo cardíaco é alterado, levando a arritmias. Para isso, a cardioversão administra choques elétricos de forma direta e sincronizada sobre o tórax, de modo que o miocárdio seja despolarizado simultaneamente.

    Nesse sentido, é necessário que haja o monitoramento do paciente pelo próprio aparelho cardioversor e que o botão de sincronismo esteja ligado. Assim, a carga elétrica é liberada no período refratário de despolarização cardíaca para que o impulso cardíaco se restaure de forma coordenada, com apenas uma fonte de energia.

    Dessa maneira, os cardioversores são aliados em tratamentos hospitalares, tendo uma taxa de efetividade de até 100%, quando usados em combinação com medicamentos, e de 60% a 70%, como substituição aos arrítmicos.

    Porém, antes de iniciar o procedimento e definir a arritmia cardíaca, é preciso observar em que circunstâncias o paciente se encontra e se existe alguma instabilidade hemodinâmica, em que a pressão arterial está anormal. Entre algumas dessas circunstâncias, estão:

    • desmaios;
    • dor torácica;
    • diminuição da pressão arterial;
    • dispneia;
    • diminuição do nível de consciência.

    Desfibriladores x cardioversores

    Como você pôde perceber, cardioversores e desfibriladores possuem funções parecidas. Apesar disso, a diferença entre eles é que enquanto um pode ser aplicado em qualquer momento, desde que o paciente apresente sinais de que precisa do equipamento, o outro exige um tempo específico para correto uso.

    Em outras palavras, a desfibrilação é aplicada em momentos de parada ou redução cardíaca — situações essas que representam alto risco de vida — para que o ritmo seja retornado. Assim, se um adulto estiver com os batimentos abaixo de 60 a 100 por minuto, é recomendada a aplicação do choque.

    Por outro lado, os cardioversores precisam ocorrer de forma sincronizada com o complexo QRS, que é o grupo de ondas que traduzem as atividades ventriculares, em que a cardioversão deve ocorrer na função R, quando o coração está inflado e pode ser restabelecido. Caso contrário, o choque não é descarregado.

    Enquanto isso, a função Q é o início da atividade ventricular e o S é quando ela está na parte inferior. A cardioversão ainda deve agir de forma conjunta com pulsos para despolarização do miocárdio. Assim, pode-se dizer que, nesse caso, mesmo com risco de vida, o paciente encontra-se em um quadro mais tênue, e o médico tem mais tempo para fazer uma intervenção na tentativa de reverter a situação.

    Quando cada um desses equipamentos deve ser aplicado?

    Conforme mencionamos, existem algumas situações que exigem ações rápidas e emergenciais com o auxílio do desfibrilador. É o caso de paradas ou reduções cardíacas, que podem ocorrer durante ou após uma cirurgia, ou após um trauma.

    Por isso, de acordo com as circunstâncias, existe uma lei que obriga os ambientes que agrupem pessoas a manterem um desfibrilador automático externo por perto, desde que:

    • o evento contenha mais de 2 mil pessoas;
    • o transporte tenha capacidade para mais de 100 pessoas;
    • no local circulem mais de 2 mil pessoas por dia.

    Para isso, é recomendado que pelo menos uma pessoa que circule nesses locais saiba como utilizar o equipamento corretamente. Enquanto isso, por normalmente não ser usada em situações emergenciais, a cardioversão costuma ser utilizada em situações de agendamento dentro de uma clínica ou hospital, quando mesmo o coração do paciente batendo, seu funcionando não está adequado.

    Qual aparelho deve ser usado em cada procedimento?

    A cardioversão precisa de um desfibrilador capaz de realizar o sincronismo, como o cardioversor, que precisa fazer a captação dos sinais vitais do paciente e garantir que haja a sincronia com a chamada fase R no complexo QRS.

    Além disso, o equipamento também deve ter a quantidade de joules adequada, já que em alguns casos apenas equipamentos com joules acima de 200, como o de 360, permite que o procedimento seja realizado com eficácia. Para isso, é necessário que os médicos ou demais responsáveis pelo uso do aparelho confiram as características do paciente e, a partir disso, definam a quantidade de choque necessária.

    Quais são os tipos de desfibriladores e cardioversores?

    Os tipos de desfibriladores e cardioversores são:

    • cardioversor;
    • cardioversor implantável;
    • desfibrilador externo automático (DEA).

    É muito importante saber diferenciar cardioversores e desfibriladores para um correto manuseio, assegurando maiores chances de eficácia do tratamento nos pacientes e garantido a segurança tanto para os enfermos quanto para os médicos e demais responsáveis pelo seu uso.

    Quer conhecer os nossos modelos de cardioversores? Entre em contato conosco!

    LEIA MAIS
    Gostou? Compartilhe este artigo!
    Conecte-se com a Medicalway
    Fique por dentro das nossas novidades!

      Filiais
      Rio Grande do Sul
      (51) 3209-0813
       
      Santa Catarina
      (47) 99187-8805
      © 2022 Medicalway Equipamentos Médicos LTDA. Todos os diretos reservados | CNPJ: 02.949.582/0001-82
      Desenvolvido por Fresh Lab - Agência  de Marketing Digital
      crossarrow-right-circle linkedin facebook pinterest youtube rss twitter instagram facebook-blank rss-blank linkedin-blank pinterest youtube twitter instagram