Conheça os 8 principais hospitais de referência mundial

Os hospitais de referência mundial atendem a uma série de requisitos para terem esse reconhecimento. Além de investirem em pesquisas, eles contam com uma rede sólida de atendimento e diferenciais específicos, que os levam a atingir renome na área da saúde. No Brasil, existem serviços para acreditação de hospitais, e essas instituições formam parcerias para realização de pesquisas e investimento no ensino.

Preparamos este post especial com informações sobre os principais hospitais de referência mundial. Continue acompanhando para entender mais sobre o tema!

Quais serviços e qualidades um hospital precisa ter para ser considerado referência?

No Brasil, a Agência Nacional de Saúde Suplementar define critérios para avaliação da qualidade de hospitais da rede particular. Ela divulga uma relação dos hospitais que mais se encaixam nesses requisitos.

As certificações de qualidade são exemplos de critérios. Elas geralmente são realizadas por Organizações Não Governamentais e buscam verificar a adequação do hospital a um conjunto de padrões predefinidos. Esse processo não é jurídico, e a participação é voluntária.

O índice de readmissão hospitalar é outro fator importante. Ele mede a eficácia do hospital em promover a recuperação dos pacientes. O esperado é que o hospital ofereça um cuidado efetivo e no menor tempo possível. Nesse contexto, são avaliados quesitos como a gestão de quadro clínico, a capacitação de profissionais, os protocolos de atendimento e o planejamento de alta.

A segurança dos pacientes também é um elemento avaliado. De acordo com a resolução número 36/2013, os serviços de saúde devem ser núcleos de segurança das pessoas atendidas, e as tecnologias devem ser utilizadas sempre favorecendo a proteção da saúde dos pacientes.

Quais são os principais hospitais de referência mundial?

Os principais hospitais de referência mundial podem ser acompanhados na listagem a seguir. Veja mais!

1. Hospital Albert Einstein

O hospital Albert Einstein está localizado em São Paulo. Ele trabalha com especialidades como cirurgia, neurologia, cardiologia, pediatria, transplantes, oncologia, ortopedia, reumatologia, radiologia intervencionista e hematologia. A instituição se estabelece em um complexo centro de ensino e pesquisa, que tem graduação em medicina e enfermagem, pós-graduação, ensino técnico e residência.

A instituição oferece também serviços para empresas, como vacinação na companhia, telemedicina, programas de prevenção, check-up e espaços para eventos em saúde. Ela conta ainda com diversas modalidades de treinamento, incubadora de startups e consultoria em gestão.

2. Moinhos de Vento

O Hospital Moinhos de Vento está localizado em Porto Alegre e é afiliado ao John Hopkins Hospital, sobre o qual falaremos mais adiante. Oferece serviços médicos em diversas especialidades: anestesia, nefrologia, neonatologia, cardiologia, coloproctologia, oncologia, cirurgia geral, emergência, gastroenterologia, pediatria, ginecologia e obstetrícia, neurologia e neurocirurgia, pneumologia, mastologia, psiquiatria, radiologia, reumatologia, medicina nuclear, urologia, entre outras.

A instituição conta com centro de formação, a Faculdade de Ciências da Saúde Moinhos de Vento. Além disso, o hospital tem um ambulatório e uma robusta estrutura para realização de uma série de exames.

3. Hospital Bandeirantes

O Hospital Bandeirantes se unificou com o Hospital Leforte em maio de 2017 e passou a se chamar Hospital Leforte Unidade Liberdade. A instituição realiza procedimentos de alta complexidade, como cirurgias cardíacas, oncológicas, transplantes de medula óssea e procedimentos cirúrgicos com apoio de vídeo 3D.

O Leforte tem um centro de diagnósticos, que realiza exames como tomografia, ressonância magnética, PET/CT e procedimentos de rotina. Há unidades de internação, centro oncológico e pronto-atendimento. Acrescentamos que o Leforte tem centro de pesquisa e ensino e biblioteca especializada em saúde.

4. Gleneagles Hospital

O Gleneagles Hospital está localizado em Singapura, sendo parte do grupo Parkway. Ele se destaca pelos serviços em oncologia, cardiologia, obstetrícia, ginecologia, oftalmologia, neurocirurgia, medicina respiratória, gastroenterologia, oftalmologia e ortopedia. Possui uma área especializada na realização de transplantes. Em 2005, realizou a cirurgia de separação de duas gêmeas siamesas da Indonésia. O procedimento durou 10 horas.

5. Bumrungrad International Hospital

Localizado na Tailândia, é reconhecido pelo turismo médico, sendo o maior hospital privado do Sudeste Asiático. Com uma estrutura luxuosa, Bumrungrad International Hospital tem a sua própria agência de viagens que cuida de vistos dos pacientes e do providenciamento de tradutores para estrangeiros. Por ano, ele atende em média um milhão de pacientes. Apresenta muitas especialidades e subespecialidades, além de ter alcançado premiações internacionais.

6. Shouldice Hospital

O Shouldice Hospital fica no Canadá, sendo líder mundial no tratamento de hérnia abdominal. Ele realiza um tratamento holístico e supervisionado de recuperação e cura. O local conta com refeições especializadas e balanceadas, aconselhamento profissional, terapia de massagem, em um processo intensivo de tratamento que gera rápida recuperação. O ambiente hospitalar mescla elementos da natureza a fim de proporcionar o máximo de tranquilidade para o público atendido.

7. Brigham and Women’s Hospital

O Brigham and Women’s Hospital fica nos Estados Unidos, estando vinculado à Escola de Medicina de Harvard. Ele reúne um instituto de oncologia e mais 13 especialidades, como sistema cardiovascular, centro do pulmão, neurociência, centro de ortopedia e artrite, cuidados primários e saúde da mulher. No hospital, há também suporte ao paciente em termos de nutrição e relações familiares, bem como apoio espiritual e farmácia.

8. John Hopkins Hospital

O complexo hospitalar John Hopkins fica nos Estados Unidos e reúne um centro de urologia, centro para crianças, centro para câncer e centro de saúde dos olhos, além de uma série de outros serviços. Realizou a primeira cirurgia de redesignação sexual, além de contar com uma forte estrutura em pesquisa e ensino.

Nas pesquisas, o John Hopkins se destacou por identificar três vírus da poliomielite, por realizar a primeira operação de síndrome do bebê azul e por descobrir opioides naturais para o cérebro. Ele possui grande renome no mundo por ser pioneiro em tantas descobertas valiosas.

Os principais hospitais de referência mundial apresentam uma rede sólida de serviços e se ancoram também em um robusto sistema de ensino e pesquisa. Essas instituições se sobressaem pelas especificidades no cuidado e na eficácia em atendimentos. A maioria já apresenta uma longa trajetória em sua história, com inúmeros grandes feitos. Mas é importante lembrar que essa credibilidade é construída no dia a dia da instituição hospitalar.

E então? Gostou de aprender mais sobre os 8 maiores hospitais de referência no Brasil e no mundo? Aproveite e siga a gente nas redes sociais! Estamos no Facebook e LinkedIn!

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    7 boas práticas para melhorar a gestão financeira do hospital

    Quando falamos sobre instituições de saúde, a gestão financeira é um ponto delicado. Tão importante quando prestar uma assistência de qualidade aos pacientes é cuidar da saúde das finanças, uma vez que esses pontos são diretamente interligados.

    A gestão financeira de hospital apresenta peculiaridades complexas em toda a cadeia de custos, sendo que pontos como fluxo de caixa e folha de pagamento dos serviços de saúde requerem muita atenção dos gestores.

    Qualquer tomada de decisão tem o potencial de interferir na qualidade do serviço prestado pelo hospital e eles precisam estar em perfeito funcionamento. Foi pensando nisso que desenvolvemos este artigo.

    Se você também se preocupa com a complexidade da gestão hospitalar e gostaria de se tornar um expert no assunto, continue conosco e fique por dentro de 7 dicas práticas a serem implementadas na sua instituição de modo efetivo. Boa leitura!

    1. Mapeie os custos do hospital

    Considerando que os custos dos hospitais variam entre diretos e indiretos, é fundamental identificá-los e classificá-los de modo a organizar todas as informações em relatórios padronizados do setor financeiro.

    Os custos diretos estão diretamente relacionados aos produtos e serviços hospitalares, que são proporcionais à quantidade consumida no hospital. É o caso, por exemplo, do fornecimento de medicamentos.

    Já os custos indiretos não dependem diretamente do serviço hospitalar prestado e podem ser representados por investimentos que contribuem para que o atendimento aconteça. Custos dos setores de administração, comercial, finanças e nutrição ou até mesmo a energia elétrica para executar determinada cirurgia representam custos indiretos.

    Dessa maneira, é possível obter uma previsibilidade financeira muito mais segura, além de agregar os diversos tipos de custo às despesas operacionais para que os serviços de saúde sejam precificados adequadamente quando fornecidos ao mercado.

    2. Controle o fluxo de caixa

    Um fluxo de caixa bem controlado diz tudo sobre a gestão financeira de hospital. Cuidados especiais são necessários em instituições de saúde em relação à entrada e saída de dinheiro, que devem ser especificados por categorias e valores.

    É o caso, por exemplo, de eventos operacionais que impactam o fluxo de caixa. A aquisição de novos equipamentos ou planos de expansão da equipe clínica devem ser antecipados e minimamente controlados para que a gestão financeira seja efetiva.

    3. Atente à folha de pagamento

    A terceira dica diz respeito ao controle da folha de pagamento, outro ponto relativamente peculiar quando abordamos a gestão financeira de hospital.

    Nessas instituições, a equipe de prestação de serviço varia significativamente, abrangendo desde colaboradores, que requerem controle dos encargos trabalhistas até a contratação de profissionais, como pessoas jurídicas, o que exige outro tipo de acompanhamento.

    Além disso, os benefícios fiscais podem ser aproveitados quando não há atrasos no pagamento de tributos, o que torna ainda mais importante o acompanhamento da folha de pagamento e custos como 13º salário, INSS, FGTS e férias.

    4. Negocie prazos de pagamento com os fornecedores

    Não adianta: todas as dicas que separamos para este artigo requerem atenção especial no âmbito hospitalar — e a negociação de prazos de pagamentos com os fornecedores não é diferente.

    Afinal, problemas na compra ou aquisição de equipamentos, aparelhos e insumos hospitalares interferem na qualidade do serviço de saúde, e o setor financeiro deve estar atento a qualquer necessidade de renegociação.

    É comum que ocorram, por exemplo, atrasos de pagamento por parte da operadora de saúde. Nesse contexto, é muito importante ter jogo de cintura para lidar com imprevistos, remanejando o planejamento em tempo hábil e evitando falhas na infraestrutura hospitalar.

    5. Controle a inadimplência

    Já que explicamos a importância de atentar ao prazo de pagamentos dos fornecedores, outro ponto fundamental é acompanhar e avaliar o risco de inadimplência, definindo se vale a pena ou não continuar lidando com a cadeia de operadoras do hospital.

    Nesse cenário, é interessante gerenciar o índice de inadimplência fazendo um cadastro com uma completa avaliação das operadoras para mapear possíveis atrasos de pagamento e reduzir a inadimplência.

    6. Faça análises periódicas dos resultados

    Uma das melhores formas de otimizar a previsibilidade da gestão financeira de hospital é fazer análises periódicas dos resultados. O que isso significa? Basicamente, analisar o desempenho e eficiência do gerenciamento de finanças principalmente a partir de indicadores.

    Desse modo, é possível mensurar em que contexto a instituição de saúde está inserida, além de estimar com mais precisão o futuro do financeiro e organizacional do hospital para períodos determinados.

    O ideal é que cada instituição estabeleça seus indicadores econômico-financeiros de acordo com o porte e operação. Os relatórios contábeis também são excelentes ferramentas para auxiliar na análise de resultados periodicamente, bem como na identificação de possíveis necessidades de aprimoramento das práticas gerenciais.

    7. Utilize sistemas de gestão financeira

    Conduzir a operação financeira de um empreendimento na área hospitalar é um grande desafio. Para tanto, a tecnologia e informatização podem ser excelentes aliadas em todos os pontos explanados anteriormente. A partir da adoção de sistemas de gestão financeira, é possível:

    • gerar relatórios financeiros em tempo hábil;
    • organizar os custos hospitalares e controlar o fluxo de caixa;
    • realizar o cálculo automático de indicadores financeiros;
    • automatizar e integrar os faturamentos do hospital com as respectivas operadoras.

    É fato que a variabilidade dos serviços fornecidos em hospitais envolve aspectos importantes, como o emprego de alta tecnologia, cirurgias, alimentação, suprimento de farmácia, dentre outros, o que torna a administração e gerenciamento desse tipo de organização extremamente complexa.

    É imprescindível, portanto, que o planejamento da gestão financeira de hospital seja impecável. O trabalho dos colaboradores do setor deve estar alinhado com o propósito da instituição, considerando a importância de manejar todas as movimentações financeiras a fim de auxiliar no uso racional dos recursos e evitar os desperdícios.

    O que você achou deste conteúdo? Conseguiu compreender como uma boa gestão financeira de hospital pode fazer toda a diferença na previsibilidade da instituição? Comece adotando algumas dessas práticas e veja como o processo se torna mais fluido e eficaz no dia a dia.

    Se quiser aprofundar ainda mais seus conhecimentos, leia nosso artigo sobre como acertar na escolha de fornecedores de equipamentos médicos!

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    Quais equipamentos de UTI que não podem faltar em um hospital?

    O bom funcionamento do hospital depende diretamente da qualidade de seus equipamentos. Sejam eles mais simples ou ultra tecnológicos, é fundamental que os colaboradores consigam manusear e comandar os diferentes tipos de equipamentos com maestria para evitar quaisquer atrasos ou erros de procedimentos.

    Quando tratamos sobre os equipamentos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva), isso se faz ainda mais imprescindível. Nesse caso, a maioria dos procedimentos realizados são potencialmente críticos e requerem um alto grau de confiabilidade, uma vez que a falta, avaria ou inutilização podem colocar em risco a vida dos pacientes internados.

    Para tanto, é importante saber quais são os equipamentos fundamentais de UTI que não podem faltar em um hospital a partir de um planejamento e gestão hospitalar que deve ser seguido de maneira rigorosa.

    Pensando nessas e em outras questões, resolvemos elaborar um artigo direcionado e completo para sanar todas as suas dúvidas em relação ao assunto. Confira!

    Como acontece a aquisição de equipamentos hospitalares?

    Podemos dizer que existem duas opções para a aquisição de equipamentos hospitalares que estão disponíveis no mercado de acordo com as características de cada hospital — seja público ou privado.

    Em hospitais privados, acontece a Compra Direta de equipamentos nacionalizados ou de importação direta por linhas de crédito disponíveis para tais aquisições, locação e comodato.

    Já em hospitais públicos, a compra acontece por diversas modalidades de licitação, podendo ser nacionais ou de importação direta, locação e comodato. Nesse caso, o processo sempre acontece via licitação pública.

    Quais são os principais fatores devem ser considerados para a estrutura de uma UTI?

    Deve-se levar em conta o número de pacientes de modo a definir o número de leitos e o nível de complexidade — se a unidade de internação abrange, por exemplo, a área de cardiologia, transplante, traumas, neurologia, atendimento geral e a possibilidade de longo prazo de permanência.

    Além disso o planejamento da disposição dos leitos deve ser feito obedecendo às RDCs em vigor, como a RDC nº 7, de 24 de fevereiro de 2010, que dispõe sobre os requisitos mínimos para funcionamento de Unidades de Terapia Intensiva.

    Quais os equipamentos essenciais para uma UTI?

    Continue conosco e conheça quais são equipamentos essenciais para UTI, a função de cada um deles e o que é preciso considerar para adotar decisões adequadas.

    Eletrocardiógrafo

    O eletrocardiógrafo é designado para coletar, amplificar e desenhar um sinal cardíaco, representando um sinal biológico presente no paciente. A diferença de potencial é coletada de acordo com a atividade cardíaca e representada de forma gráfica.

    Oxímetro

    A oximetria consiste na mensuração da quantidade de oxigênio no sangue por meio de dispositivos denominados oxímetros. Eles são capazes de fazer essa medida apenas com o contato direto com áreas como pulso, lobo da orelha ou sobre algum dedo.

    O funcionamento se baseia na leitura da frequência cardíaca e quantidade de oxigênio no sangue das artérias por um sensor luminoso. Além de verificar a concentração de oxigênio, o oxímetro ainda mede outros sinais vitais, como frequência respiratória e cardíaca.

    Monitor multiparamétrico

    O monitor multiparamétrico demonstra as informações de determinado paciente sobre sua estabilidade ou chance de risco no UTI, identificando de maneira contínua se há alguma aceleração ou desaceleração dos batimentos cardíacos.

    Esse aparelho é indispensável em qualquer hospital, público ou privado. Além do monitoramento cardíaco, ele pode controlar determinadas funções como queda de saturação do oxigênio e alterações na pressão arterial.

    Ventilador pulmonar

    Considerando o caráter de urgência, o ventilador pulmonar é especialmente importante em ambientes de UTI, pois é considerado um equipamento de suporte à vida. Ele oferece uma ventilação artificial e promove suporte ventilatório temporário (completo ou parcial) a pacientes que estejam incapazes de respirar por vias normais.

    Estativa

    As estativas consistem em carrinhos móveis e rotativos, servindo de prateleiras para armazenar demais equipamentos hospitalares. Dessa forma, acessórios como tubos de suporte, sensores e cabos de alimentação podem ser dispostos em disposição ergonômica.

    O que considerar no momento de escolha dos equipamentos de UTI?

    A estrutura hospitalar é formada por estratégias de planejamento que devem considerar tanto a manutenção quanto a reposição dos equipamentos de UTI, sendo que acompanhar a condição dos aparelhos proporciona maior longevidade e diagnósticos mais precisos.

    Portanto, é importante considerar o número de leitos da UTI e realizar projetos que incluam descritivos adequados, permitindo conhecer os equipamentos que serão utilizados de acordo com a capacidade de atendimento.

    Esses descritivos também podem ser realizados por meio de testes e demonstrações, o que garante a escolha do melhor custo-benefício e nível de complexidade necessário de cada equipamento.

    Outro ponto primordial que deve ser levado em conta é a capacidade de precisão e acuidade dos equipamentos de UTI, o que otimiza o tempo, a obtenção de resultados e diagnósticos e a segurança dos tratamentos terapêuticos.

    O serviço de pós-venda é realmente importante?

    Como mencionamos anteriormente, a manutenção dos equipamentos da UTI consiste em uma prática fundamental, principalmente, quando consideramos a urgência dos procedimentos clínicos e tempo de utilização.

    As calibrações, assim como o registro das intervenções efetuadas são aspectos que devem estar no planejamento da manutenção para que operacionalidade seja efetiva. Afinal, se algum equipamento tem sua função prejudicada, isso pode afetar diretamente o risco de vida dos pacientes internados.

    Nesse contexto, o serviço de pós-venda com suporte técnico qualificado se faz protagonista nessa questão. O fornecimento de serviços e soluções que atendam cada instituição de maneira personalizada pode fazer toda a diferença na prestação do cuidado à saúde.

    Compreendeu como o processo de escolha, aquisição, manutenção e recebimento de equipamentos de UTI é complexo e depende de diversos fatores? É importante manter contato com empresas que forneçam serviços especializados, proporcionando acesso a equipamentos médicos de alta tecnologia no segmento da saúde.

    Se você se interessou sobre o conteúdo deste artigo e gostaria de saber mais a respeito, que tal entrar em conosco? Será um prazer esclarecer todas as suas dúvidas a respeito dos equipamentos de UTI e como adquiri-los de maneira efetiva, focando na produtividade e eficiência da instituição de saúde!

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    7 boas práticas para realizar uma boa gestão de hospitais

    A gestão de hospitais tem influência direta sobre a qualidade do atendimento, que é a chave do sucesso de um negócio. Assim, os processos gerenciais são tão importantes quanto a capacitação técnica dos médicos e colaboradores, a estrutura física e a modernidade dos equipamentos.

    Uma boa gestão é capaz de aumentar a produtividade e reduzir os desperdícios, contribuindo consequentemente, para a economia de recursos, a melhora na qualidade de atendimento e o aumento da lucratividade. Todas essas são questões cruciais para o sucesso de qualquer empresa privada.

    Melhorar, modernizar e atualizar processos e serviços é essencial para manter a qualidade do serviço, especialmente em um setor em que a demanda se mantém alta durante do o ano e as descobertas científicas e tecnológicas estão em constante evolução.

    Pensando nisso, elencamos neste post 7 boas práticas para você aplicar na gestão do seu hospital ou clínica. Confira!

    1. Criar um planejamento estratégico

    Assim como a gestão de qualquer negócio, uma boa gestão de hospitais envolve planejamento. É preciso estabelecer metas e, a partir delas, criar estratégias para alcançar os objetivos de negócio, que devem nortear gestores e colaboradores de forma a posicionar a instituição no mercado.

    Nesse sentido, é importante considerar informações de mercado a respeito de pacientes, concorrentes, fornecedores, colaboradoras e da própria capacidade de atendimento do hospital. Além de estipular indicadores de desempenho, é importante elaborar planos de ação, definir responsáveis por atividades, bem como prazos e recursos para a execução das ações propostas no plano estratégico.

    2. Gerenciar as finanças

    Como qualquer empresa privada, um hospital também sobrevive dos lucros obtidos com a venda de seus serviços. Por isso, um bom gerenciamento financeiro é essencial, inclusive no sentido de evitar prejuízos que impactem no bom funcionamento e no atendimento da instituição.

    Além de um bom planejamento financeiro, que permita prever gargalos e períodos de contenção, antecipando soluções e ajustes necessários, é importante ter toda a movimentação financeira na ponta do lápis. O controle financeiro de gastos e recebimentos deve ser acompanhado de perto, independentemente dos valores.

    A menos que o gestor tenha formação e experiência na área financeira, é recomendável constituir uma equipe dedicada a cuidar exclusivamente dos fluxos de caixa e de relatórios financeiros. Isso garante o balanço e a saúde administrativa financeira do hospital.

    3. Treinar e acompanhar a produtividade da equipe

    Entre os ativos mais importantes de um hospital está a sua equipe. Afinal, são os médicos, enfermeiros e demais colaboradores que prestam o serviço, interferindo diretamente na qualidade do atendimento, na experiência do cliente e na produtividade dos setores.

    A sinergia e a integração da equipe, resultados de uma comunicação unificada, são o segredo para redução do tempo de espera e de atendimento. Além disso, é essencial investir em capacitação e treinamentos, visando manter os profissionais atualizados e aprimorar habilidades e competências necessárias ao exercício das tarefas diárias.

    4. Mapear e monitorar os processos hospitalares

    Um dos pontos que merecem atenção no que se refere a gestão de processos hospitalares são os fluxos de movimentação, sejam eles de materiais, equipamentos ou pessoas — funcionários e pacientes.

    Essa movimentação gera uma série de custos e perdas, devendo atrair a atenção dos gestores. Processos complementares precisam estar o mais próximos possíveis e espaços físicos devem estar devidamente organizados para minimizar as movimentações e garantir um fluxo fácil dentro do hospital.

    Dessa forma, é fundamental mapear e monitorar os fluxos e os processos hospitalares, de modo a identificar riscos e eliminar desperdícios, resolvendo os problemas de modo eficaz e sistemático.

    5. Fazer a manutenção dos equipamentos e a gestão de compras

    Com a velocidade que novas pesquisas científicas e os potenciais avanços tecnológicos surgem o desenvolvimento de equipamentos médicos está em constante evolução. Por isso, mas do que cuidar da manutenção é preciso acompanhar as tendências e ter em mente um plano de modernização.

    Devido ao alto investimento, o cuidado com os equipamentos é fundamental, uma vez que qualquer dia inoperante pode significar grandes perdas financeiras. Por outro lado, a gestão de compras precisa estar atenta às novas soluções que o mercado oferece, como linhas de crédito específicas para o setor e o contrato comodato.

    O importante é oferecer um serviço de ponta aos pacientes, conquistando sua confiança e fortalecendo a marca da instituição.

    6. Utilizar a tecnologia como aliada

    O uso da tecnologia é uma forte tendência em diversas áreas. Em hospitais, esse deve ser visto como um caminho para otimizar processos, reduzir custos e facilitar a gestão da informação.

    Softwares de gerenciamento e ferramentas tecnológicas, como o prontuário eletrônico, permitem guardar dados de pacientes, exames, arquivos e documentos, facilitando a consulta e atualização das informações. Além disso, agilizam a comunicação da equipe e reduzem erros.

    As soluções vão desde as mais simples, para o agendamento de consultas e envio de lembretes, até ferramentas mais complexas, de gerenciamento de despesas, detalhamento de repasses, mapeamento dos processos e integração das informações. Trata-se de otimizar a gestão dos dados, com mais qualidade, agilidade e segurança por meio da automação de processos.

    7. Analisar os resultados

    Tão importante quanto planejar, treinar, gerenciar e organizar todos os processos é monitorar e avaliar os resultados. Está aí a importância de criar e aplicar metodologias de avaliação de desempenho e métricas de acompanhamento.

    Os resultados devem ser analisados, no máximo, a cada 6 meses, com o objetivo de aperfeiçoar modelos e processos, modificando o que for necessário. O feedback deve ser utilizado para revisar as estratégias e mapear novas demandas e problemas recorrentes.

    Todo o esforço em promover uma boa gestão hospitalar se traduz em benefícios para a instituição, seus colaboradores e, principalmente, para os pacientes, que ganham um atendimento de excelência. Mais que agilidade no atendimento, produtividade e economia de recursos, bons processos gerenciais garantem uma melhor experiência ao cliente e a valorização da marca.

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