A importância de equipamentos de alta tecnologia para o hospital. A evolução das técnicas e procedimentos médicos vem acompanhada de equipamentos de alta tecnologia. Dessa maneira, um hospital não pode ficar parado no tempo, utilizando aparelhagem obsoleta. É fundamental aplicar recursos atualizados e funcionais para oferecer um serviço de melhor qualidade aos pacientes, além de otimizar o trabalho de médicos e outros profissionais de saúde.
Além disso, com dispositivos modernos e avançados, é possível ampliar a capacidade de atendimento, realizar diagnósticos mais precisos e maximizar a assistência disponibilizada pela instituição. Neste conteúdo especial que preparamos, vamos detalhar os motivos pelos quais é tão relevante contar com aparelhos modernos e inovadores na saúde.
Quer entender por que é importante investir em equipamentos de alta tecnologia em seu hospital? Continue a leitura e aprenda mais sobre o tema!!
As tecnologias estão em constante modernização e atualização. Alguns recursos preservam uma boa funcionalidade com o passar dos anos. Porém, novas versões e tendências são lançadas com potencialidades adicionais e com possibilidades mais ágeis e práticas. Isso é especialmente relevante para os dispositivos mais recentes, que já incluem complexos recursos e integração com outros sistemas.
Os equipamentos de alta tecnologia para hospital são desenvolvidos para diagnóstico, tratamento, monitoramento, reabilitação e promoção da qualidade de vida. Eles funcionam por meio de recursos avançados, que integram conhecimentos da tecnologia da informação aos saberes em saúde. A proposta é a aplicação da TI à saúde, com foco em desenvolvimento de melhores alternativas para a assistência ao paciente.
Há vários exemplos de uso da alta tecnologia na saúde. Um item moderno que podemos citar é o scanner óptico para melanoma. O melanoma é um tipo de tumor altamente letal, que só pode ser identificado a partir de biópsia cirúrgica.
A proposta do scanner é apoiar o médico na identificação dos traços e sintomas que apontam para a necessidade de realização do exame. A máquina digitaliza a superfície da região suspeita, por meio de onda eletromagnética. Com isso, ele ajuda na diferenciação de outros sinais da pele que são inofensivos.
Outro exemplo relevante de ser citado é a tecnologia para auxiliar os portadores de cefaleia crônica. As dores são ocasionadas principalmente pelo excesso de ativação de um ramo do nervo facial que está localizado no encéfalo, o chamado gânglio esfenopalatino.
Um equipamento de analgesia eletrônica pode ser implementado de forma permanente na gengiva, diretamente conectado a um feixe nervoso. Aos primeiros sinais de dor, o paciente pode acionar um controle, que bloqueia os resíduos e metabólitos que provocam a enxaqueca.
Robôs de navegação autônoma podem realizar a avaliação de sinais vitais de pacientes e monitorar parâmetros clínicos, oferecendo atendimento por telepresença. Eles podem ser programados para circular pelo hospital facilitando o trabalho dos profissionais sem necessidade de intervenção humana.
Outras possibilidades são as aplicações de Big Data e Cloud Computing para as análises de documentos e armazenagem de informações. A proposta desses recursos é a integração de dados para o fornecimento de apontamentos estratégicos, contribuindo para estudos epidemiológicos, fortalecimento da gestão e desenvolvimento de ações preventivas. O hospital digital tem diversos recursos para fortalecer a rede de atendimento e potencializar a assistência oferecida.
Trabalhar com equipamentos de alta tecnologia é garantir diagnósticos e técnicas mais precisos, mais conforto e segurança ao paciente e menor tempo por atendimento. Além disso, ao acompanhar esse tipo de inovação, o hospital pode aumentar a gama de exames oferecidos, já que alguns procedimentos demandam aparelhagem mais recente.
Esse cenário traz um resultado extremamente positivo para a imagem da instituição de saúde. Isso proporciona condições para atrair mais pacientes que estão em busca de serviços médicos de qualidade.
Além disso, uma infraestrutura moderna para a realização dos procedimentos auxilia os médicos, que conseguem realizar o trabalho com mais qualidade, comodidade e em menos tempo. No caso de equipamentos, como um ultrassom, a tecnologia assegura imagens mais nítidas, contribuindo para a avaliação do paciente e seu diagnóstico.
Além de oferecer procedimentos com melhor qualidade, o investimento em equipamentos de alta tecnologia vai aumentar o número de atendimentos diários. Ou seja, a medida proporciona um reflexo direto nas contas do hospital.
Uma aparelhagem mais moderna apresenta menor risco de falhas. Assim, não vai ser preciso paralisar os serviços para a troca de alguma peça. São produtos que passaram por uma série de testes para que fosse possível realizar o melhor atendimento sem contratempos.
Mesmo que o valor pareça mais elevado em um primeiro momento, você deve considerar a relação custo-benefício. Afinal, um dispositivo moderno permite ter mais produtividade, proporcionar segurança para técnicos e pacientes, fortalecer a rede de inovação na instituição, além de ter uma maior vida útil. Você vai ter também menores custos com manutenções.
Os equipamentos de alta tecnologia proporcionam diversas vantagens para hospitais. Vamos detalhar quais são esses benefícios a seguir. Acompanhe!
Equívocos em uma instituição de saúde podem ter graves sequelas e gerar dificuldades na Justiça. Contar com máquinas obsoletas e de desempenho inferior pode resultar em falhas, trazendo grande prejuízo para a vida do paciente. Esse tipo de risco deve ser evitado por múltiplos esforços, pois pode gerar consequências irreversíveis e, até mesmo, falecimentos, comprometendo a imagem do estabelecimento e envolvendo o hospital em processos judiciais.
Os equipamentos de alta performance contam com recursos avançados e melhores ferramentas para integração com outros dispositivos. Eles criam condições para minimizar os erros e operar com elevado desempenho.
Máquinas modernas também passam pelas manutenções preventivas e substituição de peças. Mas esses processos acontecem com facilidade, já que os componentes são providenciados com tranquilidade e há assistência disponível no manejo desses aparelhos.
Esses fatores contribuem para a maior vida útil dessas tecnologias e para um menor risco de falha. Dessa forma, colaboradores e pacientes podem confiar nos recursos e na instituição.
Equipamentos de alta tecnologia são desenvolvidos com os mais modernos recursos e com funcionalidades que garantem maior qualidade. O desempenho deles é superior em relação aos maquinários mais antigos. Isso acontece porque os dispositivos são elaborados a partir de extensas pesquisas. Assim, com os avanços contínuos das investigações científicas e com o progresso da informática, é possível desenvolver soluções mais ágeis e de melhor performance.
Conforme destacamos, os equipamentos de alta tecnologia contam com recursos mais avançados. As imagens digitais, por exemplo, são mais nítidas que as analógicas, o que proporciona mais facilidade de análise pelo médico.
Além disso, muitos aparelhos de alta performance se comunicam diretamente com o computador. O material coletado pode ser avaliado com apoio de softwares, facilitando avaliações e visualizações. Esse contexto cria condições para diagnósticos mais precisos e para direcionamentos de tratamento certeiros.
O paciente e a equipe precisam de tranquilidade no processos de recuperação e promoção da saúde. A pessoa atendida necessita de um hospital sólido e bem estruturado, pois ela está confiando a qualidade de vida — e a própria integridade — na instituição. Já os colaboradores devem contar com uma estrutura de qualidade para empregar os conhecimentos adquiridos na formação.
É um compromisso da gestão hospitalar com as vidas que ela acolhe no estabelecimento. Os equipamentos de alta tecnologia entram nessa dinâmica com qualidade e efetividade, contribuindo para uma dinâmica hospitalar segura ao funcionarem com alto desempenho e precisão.
Os equipamentos de alta tecnologia promovem produtividade e agilidade, facilitando o fluxo de processos no hospital. Eles contam com recursos para facilitar a integração com softwares e outros dispositivos, o que simplifica a comunicação e a troca de dados entre profissionais.
Além disso, destacamos que esses itens consomem energia de forma mais inteligente do que as máquinas mais antigas. Isso gera um impacto financeiro relevante no orçamento da instituição.
Outra vantagem é que os aparelhos avançados são desenvolvidos com recursos mais sustentáveis. Esse fator diminui dificuldades com resíduos e substâncias de descarte especial, como é o caso da radiologia.
Ao adquirir equipamentos de alta tecnologia, você terá mais tranquilidade, pois, certamente, as falhas serão menores. Mas, para que os aparelhos funcionem corretamente e tenham vida útil maior, são necessários alguns cuidados de preservação, como:
O gestor precisa fazer a escolha correta do equipamento de ponta, afinal, esse será um investimento alto. Assim, em primeiro lugar, ele precisa identificar quais áreas do hospital vão receber a aparelhagem nova. Se for o centro de imagens, por exemplo, é importante identificar quais procedimentos serão oferecidos e, dessa forma, buscar os modelos mais compatíveis.
Na hora de avaliar o produto, é preciso considerar:
É importante saber também quais os cuidados são necessários, como temperatura e umidade do ambiente onde será instalado o equipamento, como deve ser o transporte, quais os tipos de manutenções etc. Em resumo, é essencial que a tecnologia otimize o trabalho dos profissionais de saúde, aumente os serviços oferecidos e traga melhor resultado nas técnicas e diagnósticos.
Você deve estar se perguntando: mas como o gestor pode ter acesso a todas as informações relativas aos equipamentos de alta tecnologia e, assim, conseguir fazer a melhor escolha? Nesse ponto, é importante contar com fornecedores de qualidade.
Dessa maneira, é possível ter uma assessoria completa para fazer a aquisição mais acertada para a instituição de saúde. É necessário fazer negócios com empresas que consigam atender às suas demandas e possam oferecer um suporte — inclusive no pós-venda.
O fornecedor comprometido com seu cliente deve fazer a demonstração dos produtos, além oferecer um bom detalhamento de dados e especificações técnicas. Observe também se ele destaca os diferenciais do equipamento e dos recursos oferecidos. Avalie ainda se há comprometimento com prazos de entrega, suporte rápido para qualquer falha técnica e disponibilidade de peças para qualquer contratempo.
Nessa hora, é essencial escolher empresas de referência no ramo, com um bom tempo de mercado e que trabalhem com recursos tecnológicos de marcas mundiais de renome. Assim, você sabe que está adquirindo o que há de mais inovador para seu hospital — com um padrão internacional de qualidade.
Também conta pontos ao fornecedor trabalhar com uma linha grande de produtos; assim, você adquire mais itens de uma mesma empresa, conseguindo condições mais atrativas de preço e formas de pagamento. Na dúvida, faça pesquisas na internet sobre a reputação da empresa ou peça referências a outros profissionais do segmento da saúde.
A Medicalway, por exemplo, reúne todos esses aspectos para oferecer o que há de mais atual para seus clientes. Além de um pós-venda de excelência, a empresa atualmente é importadora da Mindray, a principal fabricante de equipamentos médicos da China.
A Medicalway é uma corporação que realiza a comercialização de equipamentos médicos e hospitalares. Nós nos destacamos pelos 18 anos de experiência no mercado e pela elevada qualidade dos dispositivos que oferecemos para nossos clientes.
Trabalhamos com aparelhos de alta tecnologia, produzidos por importantes fornecedores mundiais do segmento. São itens de elevada qualidade, excelente performance e certificados, para fortalecer a estrutura de atendimento do seu hospital.
Temos o objetivo de disponibilizar os melhores recursos, preços, financiamentos e condições acessíveis ao mercado. Proporcionamos também um bom acompanhamento pós-venda e suporte técnico qualificado e ágil. Nossa proposta é contribuir para o fortalecimento da rede de assistência à saúde, formando parcerias sólidas e duradouras com nossos clientes.
Os equipamentos de alta tecnologia contribuem para aumentar a produtividade e melhorar a eficiência do atendimento. Eles auxiliam na realização de diagnósticos e promovem mais confiança para profissionais e pacientes. Com esses aparelhos, é possível fortalecer a imagem no mercado e potencializar a rede de atendimento.
Viu só como é necessário realizar os atendimentos com equipamentos de alta tecnologia? Seu hospital vai oferecer um serviço de saúde de excelência, o que traz um impacto positivo para os pacientes e profissionais, gerando mais receitas para a instituição.
Gostou de aprender sobre a importância dos aparelhos de alto desempenho? Entre em contato com a Medicalway e fique por dentro de sua ampla linha de produtos!
Uma das questões mais desafiadoras na gestão de equipamentos médicos (por mais tecnológicos que eles sejam) é o estabelecimento de uma manutenção preventiva com qualidade e frequência adequadas.
Ações precavidas conseguem gerar benefícios em toda a cadeia de prestação de serviços médicos e têm como objetivo prevenir possíveis falhas de peças e imprevistos operacionais — sejam eles automotivos, hidráulicos ou industriais.
Neste artigo, você compreenderá por que a manutenção preventiva é fundamental e os principais benefícios que residem não somente na redução de custos, mas também na diminuição de riscos aos colaboradores e pacientes. Interessado? Então vamos lá.
Para início de conversa, é importante atentar à periodicidade atribuída para cada equipamento. Normalmente ela é indicada pelo fabricante ou alguma norma (por exemplo, da Anvisa, do Inmetro, de uma IEC ou NBR).
Além disso, os prestadores de serviço que fazem uma manutenção preventiva de qualidade podem utilizar ferramentas para definir a periodicidade de acordo com programas que criam pontuações referentes às seguintes características:
Desse modo, é possível elaborar um cronograma para os gestores do hospital se programarem. Isso é importante, pois sabemos que muitas vezes os equipamentos estão sendo usados, e é difícil realizar a manutenção preventiva sem agendamento. A seguir, você confere os principais benefícios dessa manutenção preventiva.
Paradoxalmente, acidentes de trabalho na área de saúde apresentam uma taxa 34% maior do que em outros setores, o que aumenta exponencialmente o risco de ocorrerem danos tanto para os colaboradores quanto para os pacientes.
Mesmo que não contribuam com danos diretos, as falhas ou defeitos em equipamentos médicos podem induzir os profissionais da saúde a interpretarem resultados e situações erroneamente, chegando, por exemplo, em diagnósticos incorretos.
Isso mesmo. É possível reduzir os custos do hospital e programá-los e maneira mais eficaz. Isso acontece pois, quando a instituição de saúde não realiza a manutenção preventiva, pode ser que o aparelho falhe, requerendo gastos não programados para o momento.
Sabemos que o funcionamento da maioria dos equipamentos médicos é crítico, quase sempre a manutenção corretiva será urgente. Pode acontecer, inclusive, o cancelamento de procedimentos cirúrgicos e clínicos, gerando perda de tempo e estresse na rotina dos colaboradores.
Por outro lado, a manutenção preventiva consegue prever os custos de acordo com a programação previamente estabelecida. Se algum problema é detectado, é possível saná-lo antes que maiores complicações ocorram, o que acaba reduzindo os custos do hospital devido à previsibilidade orçamentária.
Outro ponto importante a ser considerado é a checagem dos acessórios externos acoplados aos equipamentos. Se eles não receberem manutenção periódica, podem danificar os mecanismos conectados, o que aumenta os custos.
Um exemplo disso são aparelhos que apresentam filtros de entrada. Se esses acessórios não forem trocados periodicamente, há grandes chances de entupimento e acúmulo de sujeira no interior do aparelho, o que pode danificar outras peças mais críticas e caras.
Equipamentos sempre funcionando em perfeito estado: esse é o objetivo de qualquer gestor dentro das instituições de saúde, não é mesmo? Por esse motivo a manutenção preventiva se faz tão imprescindível.
Durante esse processo acontece a limpeza adequada e a checagem (quantitativa e qualitativa) de vários itens do material. A checagem quantitativa avalia o desempenho do equipamento e garante uma visão geral da qualidade operacional.
Já a checagem qualitativa é realizada minuciosamente. Analisa-se, por exemplo, se há algum cabo solto, se o alarme está funcionando perfeitamente ou se o display está se apresentando como as especificações adequadas do fabricante.
Ademais, é preciso ponderar sobre o prolongamento desnecessário da vida útil e verificar se algum equipamento está demandando muitas manutenções corretivas. Nesse caso, o custo deve ser colocado em pauta, assim como uma possível troca da tecnologia.
Essa é uma consequência direta do último tópico. Se a vida útil aumenta, o estado operacional também aumenta, o que reduz a necessidade de reposições constantes. Afinal, equipamentos bem cuidados não precisam ser trocados com tanta frequência.
Vejamos uma analogia: se você tem um carro e realiza manutenções a cada 10 mil quilômetros rodados (frequência recomendada pela maioria dos fabricantes), você trocará itens necessários, fará o rodízio de pneus e a vida do automóvel será naturalmente prolongada.
No entanto, se você não realiza manutenções preventivas, há grandes chances de ocorrerem falhas inesperadas, como danificações no motor ou avarias no sistema hidráulico. Ações corretivas constantes farão com que você precise trocar de veículo, e a mesma coisa acontece com equipamentos médicos.
Instalações seguras apresentam menor probabilidade de se portarem indevidamente em qualquer tipo de procedimento. Nesse contexto, é imprescindível checar se os prestadores de serviços têm analisadores e simuladores calibrados para serem utilizados como referência.
Com isso é possível obter padrões certificados e atestar se o equipamento médico está dentro das especificações do fabricante, monitorando, diagnosticando e respondendo aos comandos adequadamente.
Além disso, a norma brasileira NBR IEC 60601 preconiza o teste de análise de instalações elétricas de equipamentos médicos com o objetivo de garantir a segurança de usuários e pacientes. Assim, escolher por empresas que prestam esse serviço realizando o teste de segurança elétrica certamente faz toda a diferença.
Viu como é fundamental que os gestores hospitalares se conscientizem sobre os benefícios que a manutenção preventiva exerce na gestão e controle dos equipamentos médicos?
Além de reduzir custos desnecessários e garantir experiências mais seguras aos pacientes e colaboradores, outra vantagem é que as consequências são percebidas a curto e longo prazo. Os procedimentos são então realizados com muito mais qualidade, sem perdas em função de falhas ou desligamentos.
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Atualmente, nenhum hospital consegue operar sem bons equipamentos. Por isso mesmo, uma gestão adequada também deve se preocupar com a manutenção de equipamentos hospitalares, de modo a garantir que tudo funcionará perfeitamente, facilitando o trabalho dos médicos e enfermeiros, além de oferecer um bom atendimento aos pacientes.
Mas você sabe exatamente quais preceitos essas manutenções devem seguir? E a periodicidade? Continue a leitura deste artigo e saiba tudo sobre o assunto!
Embora a manutenção dos equipamentos médico-hospitalares seja extremamente importante, essa ainda não é a realidade da maioria dos hospitais brasileiros.
No Distrito Federal, por exemplo, uma pesquisa do SindSaúde revelou que 80% dos equipamentos médicos não passam por manutenções periódicas. Esse é um risco enorme que pode tanto trazer prejuízos aos profissionais de saúde quanto aos pacientes e à saúde financeira do hospital.
Veja alguns benefícios de incluir a manutenção no seu calendário.
Muitos equipamentos médicos são caros e usam tecnologia de ponta. Isso significa que, ao realizar manutenções periódicas, você não terá de lidar com quebras, trocas de peças e paralisações de serviços.
Tampouco, terá que arcar com os custos indiretos dessas máquinas faltosas, como elevação nas contas de energia, desvalorização do equipamento danificado no mercado, remanejamento das agendas etc.
Assim, para as contas do hospital, é muito mais vantajoso financeiramente programar manutenções periódicas e preventivas do que apenas lembrar da situação quando os equipamentos começarem a dar problema.
Se os equipamentos passam por inspeções periódicas, as chances de eles estarem calibrados e de funcionarem de acordo com os padrões de qualidade exigidos são maiores. Isso significa mais segurança para os profissionais desempenharem seus serviços e também para os pacientes, que terão a garantia de um laudo adequado, de qualidade e correto.
A vida útil dos equipamentos é uma informação extremamente importante para o gestor quando ele ainda está planejando a compra desses itens. Afinal, é essencial saber por quanto tempo ele terá retorno sobre aquele investimento.
Mas, se as manutenções não são feitas da forma e nem no tempo programado, o equipamento poderá render menos do que o esperado, dar mais gastos e até parar de funcionar antes do previsto, exigindo uma compra nova fora do período programado e, claro, gerando um aumento desnecessário nas demandas financeiras do hospital.
Já está convencido de que é mais barato e seguro investir em manutenções periódicas dos equipamentos do que apenas se preocupar com o assunto quando esses aparelhos pararem de funcionar?
Pois saiba que existem basicamente dois tipos de manutenções que podem ser realizadas: a preventiva e a corretiva. Conheça mais sobre cada uma delas.
É aquela que deve ser realizada antes de surgirem as falhas, objetivando prolongar a vida útil do equipamento. Geralmente, ela é feita por meio de um roteiro produzido pelo setor de engenharia do hospital com a relação de todas as peças dos aparelhos, de modo a avaliar a produtividade, a segurança e o desempenho.
É a que acontece quando o equipamento já apresentou alguma falha devido à utilização inadequada ou sobrecarga, por exemplo. Assim, são realizadas ações para corrigir a falha já instalada.
A manutenção preventiva é a mais indicada para quem quer garantir o bem-estar dos pacientes, a acuidade dos equipamentos e a redução de custos. Mas é também a que costuma gerar mais dúvidas nos gestores. Por isso, separamos algumas dicas importantes sobre ela. Confira logo abaixo!
Para implementar uma metodologia de priorização dos equipamentos, é importante levantar algumas informações básicas, como:
A partir de então, é possível priorizar os equipamentos por meio de alguns critérios, como:
Muitos hospitais sofrem com a falta de indicações dos fabricantes sobre o que inspecionar nas manutenções. Para criar roteiros, sugerimos alguns procedimentos de fácil compreensão, mas bastante importantes, que são:
Além desses itens, sempre considere as recomendações dos fabricantes e as normas governamentais. Também é importante observar os históricos de manutenção corretiva, de modo a identificar as falhas mais frequentes e, assim, criar procedimentos específicos para reduzir a ocorrência desses problemas.
É possível também dividir as manutenções em duas categorias:
Essa é uma das tarefas mais complexas de qualquer programa de manutenção e não existe uma fórmula única capaz de resolver todas as questões. A sugestão mais usada é estabelecer a periodicidade de acordo com a frequência das falhas que as manutenções periódicas tentam evitar. Para isso, vale considerar:
Normalmente, uma boa frequência de manutenção é aquela em que menos de 5% dos equipamentos incluídos nos programas de manutenção preventiva apresentam falhas ou necessitam de conserto entre as manutenções.
Como você viu, a manutenção de equipamentos hospitalares é um assunto extremamente importante e que deve sempre ser considerado para garantir a boa gestão dos recursos, a segurança dos trabalhadores e, claro, a qualidade do atendimento aos pacientes.
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Rapidez e versatilidade: dois fatores imprescindíveis para equipamentos hospitalares. Dentro das instituições de saúde, os métodos de diagnóstico e observação têm uma importância singular. Afinal, o tempo é um fator determinante para identificar e tratar as condições clínicas dos pacientes.
Nesse contexto, o ultrassom em UTI e centro cirúrgico se faz presente como um dos equipamentos mais utilizados. Ele traz informações rápidas, por exemplo, no caso de emergências, o que permite traçar o plano de tratamento em menos de 5 minutos.
Mais do que conhecer sobre o funcionamento geral desse equipamento, é fundamental estar por dentro das novas tecnologias e diferentes aplicações para cada setor do hospital, de modo a otimizar o seu uso e manutenção.
Se você se interessa por esse assunto e quer fazer a diferença na gestão de equipamentos do seu hospital, continue conosco e aprofunde seus conhecimentos sobre os principais tipos, funcionamento e vantagens da utilização do ultrassom em UTI e centro cirúrgico. Boa leitura!
Antes de abordarmos os tipos de ultrassom mais utilizados em hospitais, vamos compreender, de maneira geral, como esses equipamentos funcionam.
Sabemos que o primeiro passo para realizar o exame é a aplicação do gel na superfície corporal da área a ser examinada. Mas para que serve o gel? Basicamente, é ele que conduz o ultrassom do transdutor para a pele, auxiliando na propagação das ondas sonoras.
Já o transdutor é o dispositivo que encosta na pele e emite as ondas sonoras por meio da transformação de energia voltaica em vibração e pode ser representado por diversos formatos, de acordo com o objetivo do exame.
Assim, acontece a propagação das ondas sonoras pelos tecidos da região do corpo determinada, sendo que as reflexões das ondas ocorrem de maneira diferente por cada tipo de estrutura corporal.
O transdutor, então, recebe o eco (que nada mais é do que o reflexo da onda sonora) e calcula automaticamente o tempo gasto entre a emissão e recepção das ondas. Ou seja, quanto mais tempo gasto, mais longe se encontra a estrutura refletida.
Os dados obtidos são processados internamente pelo equipamento e a imagem é exibida em uma tela, sendo que o médico pode manipular em tempo real todas essas informações.
Os equipamentos de ultrassom podem ser portáteis ou transportáveis, dependendo da estrutura da UTI e centro cirúrgico. Confira:
O próprio nome já revela a comodidade e a versatilidade que o ultrassom portátil fornece. Ele é leve, prático e eficiente e, além de beneficiar a obtenção de diagnósticos, é vantajoso para o paciente que muitas vezes nem precisa se locomover para ser examinado.
Os ultrassons transportáveis são maiores e normalmente dependem de instalação técnica. Apesar de serem considerados como equipamentos de ultrassom mais tradicionais, ainda são bastante utilizados em UTI e centro cirúrgico, dependendo das especificidades e porte do hospital.
Já mencionamos que o ultrassom é um equipamento versátil que possibilita a obtenção de diagnósticos em tempo hábil, principalmente, em situações emergenciais de UTI e centro cirúrgico. Para saber como o aparelho pode ser útil, na prática, é importante mapear as situações clínicas em que ele pode ser utilizado.
Quando a estrutura hospitalar conta com um aparelho de ultrassom dentro da UTI, é possível agilizar diferentes rotinas e identificar rapidamente quadros clínicos específicos. Veja:
Já no centro cirúrgico, as funções requeridas são ainda mais urgentes e podem fazer toda a diferença nos resultados dos procedimentos. Nesse setor, o ultrassom auxilia nas seguintes atividades:
Além disso, de forma geral, o ultrassom em centro cirúrgico também auxilia visualmente o procedimento de punções e a colocação de acessos, quando necessário.
Assim como qualquer outro equipamento hospitalar, a vida útil do aparelho de ultrassom depende da periodicidade de manutenções preventivas e cuidados constantes. Por apresentar uma série de componentes sensíveis à poeira e ao gel, a limpeza diária é imprescindível.
Além de garantir que os exames sejam eficientes para o melhor diagnóstico possível, a manutenção é importante para evitar que o fluxo de pedidos de exame fiquem travados ou sobrecarregados devido a uma possível lentidão ou dano no equipamento.
Deve-se ter cuidado ao manusear e guardar os transdutores, pois são eles as fontes de emissão sonora para a formação da imagem e as partes mais sensíveis e vulneráveis a danos.
A verificação das placas de contato dos transdutores também é importante. Elas precisam estar em perfeito funcionamento para evitar sombras que não estejam presentes na imagem captada do paciente.
Assim, evita-se que a imagem fique ofuscada, com linhas alteradas ou sem formação, obtendo diagnósticos com muito mais precisão e acuidade.
As vantagens são significativas tanto para a equipe de profissionais da saúde, quanto para os pacientes. O ultrassom utiliza radiação não ionizante, sendo, portanto, minimamente invasivo e bastante seguro na maioria dos casos.
Além de possibilitar que o paciente seja tratado rapidamente em casos de emergência, com o uso desse aparelho é possível evitar, por exemplo, o risco de erros relacionados a outros procedimentos, como perfurações na colocação de acessos.
Ainda, quando em determinada cirurgia alguma área de nervos precisa ser bloqueada, o ultrassom consegue visualizar com clareza, o que permite mais segurança para o procedimento cirúrgico.
Prático, acessível e sem riscos à saúde do paciente. Diante de todo o conteúdo exposto, podemos concluir que tanto a utilização quanto a manutenção de ultrassom em UTI e centro cirúrgico é de grande importância na estrutura hospitalar.
Vale ressaltar que a qualidade do equipamento deve ser excelente, produzindo imagens em ótima resolução para a obtenção de exames mais fidedignos e rápidos. Com a inserção de novas tecnologias, não há dúvidas de que o ultrassom terá cada vez mais aplicações no futuro da medicina.
Para tanto, lidar com fornecedores que disponibilizem tecnologias de qualidade com acompanhamento pós-venda e suporte técnico ágil faz toda a diferença. Que tal entrar em contato conosco? Podemos tirar todas as suas dúvidas e atender possíveis necessidades relacionadas ao assunto!
