O mundo é digital e na área da saúde não é diferente. Um dos avanços é a telemedicina, que aproxima médicos e pacientes por meio da tecnologia. No Brasil, a prática está regulamentada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) na Resolução nº 2.227/18.
Dessa maneira, os médicos brasileiros podem fazer consultas online e telediagnóstico. Esse atendimento pode ser facilitado pelo aplicativo de telemedicina, que torna o serviço mais acessível para a população — basta usar um computador, tablet ou até mesmo o smartphone.
Quer entender melhor como funciona a telemedicina, alguns apps que facilitam esse serviço e os benefícios dessa tecnologia na saúde? Acompanhe nosso post!
É um meio de realizar um atendimento de saúde sem a necessidade da presença física do médico. Basta ter um dispositivo conectado à internet para que o profissional de saúde atenda o paciente utilizando, por exemplo, uma consulta em vídeo. Para facilitar essa interação, o aplicativo de telemedicina é essencial.
A pessoa pode ser atendida em qualquer dia e horário, relatar seus sintomas e receber o diagnóstico, prescrição de um medicamento ou a lista de exames a serem realizados. É, portanto, como uma consulta presencial, mas sem a necessidade de deslocamento do paciente.
Essa inovação também permite que médicos de diferentes localidades troquem informações e discutam casos clínicos de forma remota, melhorando os diagnósticos e a condução dos tratamentos.
Os aplicativos são ferramentas importantes para o uso da telemedicina. Confira a seguir os principais deles e suas funcionalidades.
A Teladoc é a empresa líder no segmento de telemedicina nos Estados Unidos. Seu aplicativo, disponível para Android e iOS, permite a realização de consultas online, voltadas para diversas condições médicas não emergenciais, entre elas:
O sistema permite que o paciente seja atendido por uma rede de profissionais de saúde a qualquer dia e horário via telefone ou vídeo. Após os relatos dos sintomas, o médico pode recomendar o melhor tratamento. Se houver prescrição de algum medicamento, ele envia a receita eletronicamente para a farmácia de preferência do indivíduo.
O diferencial é que as consultas não têm um tempo limite, permitindo que a pessoa receba um atendimento mais completo, relatando seus sintomas e queixas sem pressa.
É um aplicativo de telemedicina dos Estados Unidos que tem a proposta de aproximar médicos e psicólogos de pacientes com as consultas online. O atendimento, realizado em qualquer dia ou horário, ocorre para:
O serviço, disponível para Android e iOS, é oferecido para planos de saúde e empresas.
A Oscar Health é uma das maiores seguradoras de saúde do mercado norte-americano. A operadora é 100% digital e também conta, é claro, com um app, disponível para Android e iOS.
O dispositivo permite ao paciente fazer a busca por sintomas, médicos e medicamentos. Além disso, possibilita o contato por telefone com o médico, que, se necessário, faz a prescrição de medicamento e envia a receita para a farmácia da preferência do usuário.
Com a tecnologia, a pessoa tem acesso a seu histórico médico e também pode receber orientações do seu plano de saúde, relativas a como encontrar um médico ou à fatura do convênio.
A tecnologia já é uma realidade na Medicina e pode oferecer diversos benefícios, tanto para médicos quanto para os pacientes. Acompanhe a seguir as vantagens desse tipo de atendimento.
O grande benefício para o paciente é conseguir um atendimento médico sem precisar se deslocar e perder tempo no trânsito, principalmente das grandes cidades. É uma situação que obriga as pessoas a modificarem a rotina, o que pode gerar um grande transtorno.
Conseguir relatar seus sintomas por meio de um aplicativo de telemedicina e, desse modo, receber o diagnóstico e tratamento traz mais comodidade ao paciente.
Em cidades mais afastadas dos grandes centros, é difícil receber um atendimento médico, ainda mais com um especialista. Assim, poder realizar uma consulta de forma remota possibilita o acesso a serviços de saúde para essa população, encurtando as distâncias entre médico e paciente.
Quando se fala em serviços digitais, a primeira ideia que temos é a falta de um contato mais próximo entre as pessoas. Porém, no caso da telemedicina, o atendimento ao paciente pode se tornar mais humanizado.
O médico está disponível a qualquer dia e horário para ouvir suas queixas e atender suas necessidades. O paciente se sente, portanto, amparado. Sem contar que não há a necessidade de ficar horas esperando no consultório para ver o médico, já que o atendimento pelo aplicativo é mais rápido.
Os aplicativos de telemedicina são importantes para armazenar o histórico médico do paciente, permitindo que seja acessado de qualquer local. Outra vantagem é que as informações ficam guardadas na nuvem, de forma segura.
Com os aplicativos, há menos burocracia para a realização de um atendimento médico. Há redução no número de papeis e de pessoas com as quais a paciente deve passar para ser atendido. Basta acessar o smartphone para falar com o médico.
Para o médico — que comumente trabalha em vários locais sempre com a agenda lotada — o aplicativo de telemedicina permite uma flexibilidade de trabalho, já que ele pode atender nos horários mais convenientes. Outra vantagem é que ele não corre o risco de deixar o paciente esperando.
Os médicos podem ter uma segunda opinião de profissionais de outras partes do país ou do mundo em relação ao caso que estão atendendo, tornando, assim, os diagnósticos mais precisos.
O aplicativo de telemedicina é uma inovação que está chegando no Brasil, o que vai aumentar o acesso aos atendimentos de saúde, mesmo para as pessoas de localidades mais distantes. O paciente consegue, de modo fácil e rápido, se consultar com um especialista sem precisar sair de casa.
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As tecnologias na área da saúde permitem ampliar o cuidado, oferecendo condições para maximizar a qualidade dos procedimentos e otimizar os processos na clínica ou hospital. Ela proporciona alternativas para beneficiar pacientes, facilitando diagnósticos e simplificando o manejo de dados médicos. Por isso, conhecer as principais tendências tecnológicas na área da saúde é tão importante.
Preparamos um conteúdo especial com informações sobre inovações da tecnologia em saúde, para que você possa se atualizar e ficar a par dos novos recursos. Ficou interessado? Continue acompanhando e saiba mais sobre o assunto!
Uma boa clínica ou hospital precisa se modernizar continuamente. As novas tecnologias proporcionam eficiência operacional, agilidade e eficácia, melhorando a qualidade dos diagnósticos e tratamentos. Ao conhecer as principais tendências tecnológicas na área da saúde, você pode se preparar para inserir inovações no empreendimento.
Com essas informações, você pode planejar o uso dos recursos e investimentos na instituição, fazendo sua instituição sobressair diante dos concorrentes. Novas tecnologias são um verdadeiro diferencial, pois promovem a maximização das potencialidades do cuidado e auxiliam na prevenção, recuperação e promoção de saúde. O hospital ou clínica constrói uma imagem positiva, demonstrando interesse e investimento em oportunidades.
Há várias tendências tecnológicas na área da saúde. Continue acompanhando o conteúdo para saber mais sobre elas!
A inteligência artificial é uma ramificação da ciência da computação que realiza a elaboração de tecnologias para simular as capacidades humanas de tomar decisões, perceber, raciocinar e resolver problemas.
Quando aplicada na área da saúde, ela pode ser utilizada para esclarecimento de dúvidas do médico, na integração de informações sobre patologias, na análise de padrões e na facilitação de processos operacionais.
Nesse contexto, a inteligência artificial permite aumentar a precisão dos diagnósticos e otimizar o armazenamento de dados, pois todas as informações são arquivadas na nuvem.
Além disso, ela viabiliza a criação de uma base de dados consistente para a realização de diagnóstico precoce e o desenvolvimento de prontuários eletrônicos ágeis e inteligentes, com rápida inserção e recuperação de informação.
A realidade aumentada pode ser utilizada para a simulação de ambientes cirúrgicos, de forma que o preparo e o planejamento de operações seja muito mais efetivo. Essa tecnologia também pode ser utilizada como um apoio na execução de procedimentos médicos.
Outra vantagem é que a realidade aumentada é um ótimo canal para médicos exercitarem processos com corpos humanos virtuais, o que é excelente para a graduação e cursos de especialização. Assim, os estudantes podem contar com uma formação mais rica e um preparo mais sólido.
Os robôs na saúde estão em progresso contínuo, sendo ótimos recursos para auxiliar o médico na realização de procedimentos altamente precisos e minimamente invasivos.
O profissional comanda o processo a partir de um computador, sendo que o robô pode fazer cortes, pontos e intervenções com menos risco de erro e menos tempo de cirurgia. A recuperação e a internação também ocorrem mais depressa, já que os cortes são menores.
A personalização no atendimento é uma tendência em todos os ramos do mercado. Ela promove a fidelização da pessoa atendida e a geração de confiança com a instituição. Na área da saúde, a personalização é uma excelente possibilidade, já que melhora toda a experiência do paciente.
Quando alguém procura um serviço médico, é provável que esteja sujeito a desconfortos e a uma situação vulnerável ou fragilizada. Um atendimento personalizado é uma forma de proporcionar conforto e de dar a atenção necessária para o indivíduo ter uma boa recuperação.
Para isso, você pode utilizar sistemas de cadastramento e prontuários eletrônicos integrados. Com isso, a informação vai ser compartilhada com mais facilidade entre os profissionais, o que promove um atendimento mais efetivo.
Os equipamentos médicos estão em constante modernização. Eles são desenvolvidos com novas tecnologias, que proporcionam menor gasto com manutenção, maior vida útil e redução do consumo de energia. Os aparelhos mais recentes também têm maior rendimento, contribuindo para que a clínica ou o hospital possa fazer mais atendimentos por dia.
Além disso, as máquinas atuais são mais seguras, apresentando um menor risco de falhas. Em uma instituição de saúde, um erro em um aparelho pode colocar uma vida em risco. Assim, investir em dispositivos novos diminui esse perigo no estabelecimento.
A tecnologia está em contínuo avanço, buscando meios mais efetivos para maximizar a qualidade do cuidado oferecido aos pacientes e para aumentar as possibilidades de salvamento de vidas.
Os equipamentos de alta tecnologia otimizam a rotina na instituição de saúde e proporcionam mais possibilidades para a realização de diagnósticos e tratamentos. Com eles, é mais fácil trabalhar para a prevenção, recuperação e promoção de saúde.
Aparelhos modernos amplificam as alternativas possíveis na instituição de saúde, auxiliando médicos na realização de procedimentos e proporcionando intervenções com melhores resultados.
A Medicalway é uma empresa que comercializa equipamentos médicos e hospitalares. Estamos presentes no mercado há 18 anos, nos destacando pela qualidade dos serviços prestados e por proporcionar aos nossos clientes o acesso a aparelhos de alta tecnologia fabricados por excelentes fornecedores mundiais.
Oferecemos suporte técnico ágil e de qualidade e disponibilizamos condições acessíveis ao mercado para a aquisição de dispositivos. Nossos produtos apresentam ótima relação custo-benefício e contribuem para os hospitais e clínicas darem continuidade à valiosa missão de salvar vidas.
Há várias tecnologias promissoras para a área da saúde, que podem trazer mais qualidade, precisão e produtividade para as instituições hospitalares e clínicas. Com elas, vai ser possível fazer diagnósticos mais certeiros, oferecer melhores oportunidades de tratamento e promover maiores chances de recuperação.
A tecnologia em aparelhos é uma verdadeira aliada, contribuindo para o bem-estar dos pacientes e para facilitar o cotidiano dos médicos.
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A humanização na medicina é uma modificação na forma de prestar cuidados médicos, oferecendo um atendimento integral e que acolha efetivamente o paciente. A proposta é que o serviço de saúde mude a sua lógica de funcionamento e coloque o paciente no centro, cada pessoa em sua singularidade.
Esse modelo supera a postura de frieza excessiva e distanciamento dos médicos, sendo uma alternativa para que os pacientes sejam valorizados e colocados como protagonistas do processo de promoção de saúde.
Isso gera um circuito positivo na clínica ou hospital, ao promover relações de confiança e estimular a fidelização de pacientes. Quer saber mais sobre a humanização na medicina? Confira o nosso post e entenda!
A humanização na medicina é uma modificação na mentalidade de todos os agentes do sistema de saúde. Ela se baseia em realizar o atendimento com valorização da dignidade humana, envolvendo uma relação de confiança, aliança e assistência. O profissional presta o serviço contemplando o direito que o paciente tem à saúde, além de apresentar sensibilidade e compreensão da realidade social e cultural do sujeito.
Nesse contexto, o paciente é visto enquanto uma pessoa com uma realidade singular. Ele tem direitos e responsabilidades com o tratamento, então, tem uma postura ativa e contribui para a construção de soluções. O saber científico do médico caminha junto ao lado humano, sem sobreposições. Há uma abertura ao diálogo e apoio na ética.
A impessoalidade, o utilitarismo e a mercantilização da saúde são descartados, dando lugar a uma postura de trabalho em prol do indivíduo, assistência e cuidado. Trabalha-se para a prevenção, recuperação e promoção de saúde.
Estamos em tempos de grandes avanços tecnológicos, individualismo e excesso de consumo. A medicina foi submetida às pressões do capital, com profissionais sobrecarregados por grandes jornadas de trabalho, escassez de recursos e enorme volume de pacientes. Esse processo resultou em uma forma de atendimento pouco pessoal, rápida e muito focada nas medicações.
Mas observamos também movimentos de resgate das comunidades, dos valores humanos e da proximidade entre as pessoas. A humanização na medicina surge nesse contexto e busca colocar o paciente no centro, entendendo-o como um protagonista no seu processo de recuperação.
Passamos a trabalhar também com programas de prevenção e com a construção de uma relação sólida e atenciosa com o paciente. Esse cuidado é fundamental para a geração de tratamentos mais eficazes e para a preservação da saúde enquanto um direito das pessoas.
A medicina passou por um momento em que o foco do tratamento era a doença e a medicação designada para tratamento. O paciente ficava em segundo plano, e priorizava-se a remediação do problema.
Com os avanços nas pesquisas e tecnologias médicas, bem como o entendimento de que havia problemas na forma imparcial e completamente distanciada com que a medicina atuava, passou a surgir o movimento de humanização na saúde.
Assim, o foco da medicina saiu da doença e passou para o sujeito, olhando para o indivíduo em sua singularidade. Percebemos também a importância da prevenção e o desenvolvimento de alternativas para evitar acometimentos e promover saúde.
A humanização na medicina contribui para a qualidade de vida das pessoas nas clínicas e hospitais, o que envolve pacientes e profissionais da saúde. O resultado é o desenvolvimento de um ciclo positivo de cuidado, com sólidas relações de confiança e satisfação com os serviços.
Para os colaboradores, a humanização proporciona uma experiência de trabalho mais gratificante, construtiva, com o fortalecimento de habilidades pessoais. Essa nova mentalidade também promove a fidelização do paciente, aumenta as chances de indicação e fortalece a rede de confiança com o serviço de saúde.
Há várias posturas para você adotar no seu hospital ou clínica a fim de promover a um atendimento mais humanizado. Veja mais a seguir!
Termos técnicos difíceis e palavras rebuscadas podem não ser muito efetivos com o paciente. É preciso oferecer informação, mas de forma adequada e acessível. Adapte a linguagem utilizada de acordo com as possibilidades que o próprio paciente revela para você.
Sempre aposte nas potencialidades do indivíduo para o tratamento, mas respeite as limitações da pessoa. Assim, expressar-se com simplicidade facilita a adesão ao tratamento e permite que o paciente siga as suas recomendações.
A humanização na medicina é papel de todos os agentes de saúde. Recepcionistas, enfermeiros, médicos de outras especialidades: os profissionais devem ser capacitados para promover o cuidado integral do paciente. Todo processo que envolve o paciente deve estar imerso em parâmetros humanizados e escuta da singularidade. Dessa forma, invista em treinamentos para toda a equipe.
Quando procura um serviço de saúde, o paciente encontra-se fragilizado e abalado com o acometimento. Ele está em sofrimento e precisa de amparo. Nesse contexto, ele necessita ser ouvido, mas é fundamental que essa escuta seja não punitiva e sem julgamentos. Isso permitirá que a pessoa fale das dificuldades que está passando, o que facilita o diagnóstico e a construção conjunta de uma solução.
Além disso, nossos julgamentos não têm nada a acrescentar ao indivíduo. É preciso olhar para a pessoa de forma a compreender que ela está fazendo o melhor que pode, dentro de suas limitações.
A humanização na medicina traz uma série de benefícios para a instituição de saúde. Ela promove qualidade de vida para os pacientes e estimula a geração de confiança e a fidelização. Além disso, beneficia colaboradores, ao proporcionar experiências profissionais gratificantes e edificantes, gerando engajamento e satisfação com a carreira.
Humanizar a medicina é uma tarefa desafiadora, mas que gera excelentes frutos no futuro. Para alcançar essa importante mudança de paradigma no cuidado, é fundamental capacitar a equipe, colocar o paciente como protagonista e oferecer uma escuta desprovida de julgamento.
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A tecnologia avança continuamente, e as instituições de saúde também se beneficiam com esses progressos. A conectividade nos hospitais já é uma realidade, e ela traz diversos benefícios para profissionais e pacientes. Inúmeras soluções informatizadas são incorporadas progressivamente na saúde, gerando diagnósticos mais precisos, tratamentos mais eficazes e uma série de alternativas que ajudam na prevenção, recuperação e promoção de saúde.
Preparamos este conteúdo especial com informações sobre a conectividade nos hospitais para você saber mais sobre o tema e conhecer as vantagens para a instituição. Continue acompanhando e entenda mais sobre o assunto!
A tecnologia traz vários benefícios para o hospital. Vamos apresentá-los adiante. Veja mais!
A conectividade proporciona condições para o hospital melhorar a qualidade dos serviços prestados. Os equipamentos são integrados de forma eficiente, o que facilita a rotina e agiliza processos. Assim, os profissionais têm as informações necessárias em mãos para realizarem os procedimentos corretos em prevenção, recuperação e promoção de saúde. Toda a rede é integrada a fim de promover eficiência operacional e qualidade no atendimento oferecido.
A troca e o compartilhamento de informação entre os colaboradores é facilitada, o que promove maior precisão nos procedimentos, elimina dúvidas e simplifica o desempenho das tarefas. Um resultado indireto desse processo é o aumento do contentamento da equipe, o que proporciona mais efetividade e qualidade no trabalho realizado.
Equipamentos mais seguros e sistemas robustos de proteção de dados são fatores presentes na conectividade em hospitais. Os riscos dos prontuários manuais (com as perdas de papel, esquecimentos, grafia ilegível) dão lugar a plataformas sólidas de registro, por exemplo.
Sistemas computadorizados auxiliam os enfermeiros no monitoramento, administração de medicação e controle dos procedimentos necessários para o fornecimento de cuidado integral ao paciente. Além disso, o maquinário moderno é mais preparado para a gestão da informação, fazendo backups e armazenando dados em nuvem.
A conectividade dos hospitais proporciona fatores que minimizam os custos da instituição de saúde. Um dos fatores que contribui para isso é que os equipamentos mais novos consomem menos energia para funcionarem, o que representa uma considerável diminuição de custos na conta de energia.
Outro elemento importante é a redução das impressões e do uso de papel, o que é positivo para a sustentabilidade da instituição hospitalar e gera economia em longo prazo.
Além disso, com a conectividade, o hospital minimiza as ligações telefônicas, que também são fatores de peso no orçamento. A instituição passa a contar com plataformas ágeis de comunicação, além de e-mail, WhatsApp e sistemas em nuvem.
A conectividade nos hospitais facilita o manejo de dados, otimizando a realização de tarefas no meio hospitalar. Um exemplo são os prontuários eletrônicos, que podem ser acessados por um sistema em nuvem, de qualquer computador da instituição. O resultado da medida é praticidade, redução de burocracias e facilitação da rotina.
A comunicação entre os profissionais também é agilizada. A conectividade permite que pessoas autorizadas acessem os dados de forma simples e otimizada e facilita a troca de informações entre enfermeiros, médicos e gestores. Esses fatores possibilitam criar um sistema robusto para atendimento das demandas, de forma que o paciente tenha os cuidados integrais e com reduzido tempo de espera.
As ferramentas tecnológicas têm muito a contribuir com a rotina hospitalar. Programas informatizados podem realizar funcionalidades que contribuem na identificação de alterações nos sinais vitais do paciente, gerando intervenções mais rápidas e eficazes.
Outra vantagem é que os sistemas mais modernos realizam o monitoramento de condições ambientais de vacinas e medicamentos. Qualquer modificação pode ser identificada de forma precoce, evitando a perda desses valiosos materiais.
A conectividade também possibilita o compartilhamento de informações com mais facilidade. Médicos podem procurar a supervisão de profissionais mais experientes em determinada área a distância, caso tenham dúvidas em alguma questão. Assim, eles realizam os procedimentos com mais segurança e precisão.
A revolução tecnológica nos ambientes hospitalares veio para ficar, trazendo várias transformações para a rotina dessas instituições. Saber como se preparar para essas mudanças é fundamental, pois assim é possível realizar as medidas corretas no momento preciso em sua organização de saúde.
Dois princípios são importantes para ter uma boa adaptação a essa revolução tecnológica. Um é a busca de atualização, ou seja, pesquisar, participar de eventos e procurar conhecer as inovações que o mercado oferece.
Outro elemento essencial é a capacitação da equipe. Mais do que a aprendizagem de uso dos novos recursos, é preciso investir na criação de um novo mindset. A revolução tecnológica é perpassada por uma mudança de mentalidade.
A conectividade facilita o compartilhamento de informação, promove agilidade e otimiza processos. Mas, nesse contexto, é importante ter cuidado também com a segurança da informação.
O sigilo médico é um princípio importante das instituições de saúde e deve ser assegurado de toda forma. Hackers e invasões do sistema podem ser muito danosos para os pacientes, além de prejudicarem a imagem do hospital.
A proteção dos dados dos clientes deve ser uma das prioridades de um hospital que se moderniza. Toda a eficiência em tecnologia deve ser acompanhada de sistemas robustos de proteção das informações referentes aos pacientes. Controle de acesso, sistemas em nuvem e plataformas seguras permitem que a rotina hospitalar caminhe de forma otimizada e preserve o sigilo médico.
A conectividade ganha cada vez mais espaços nas instituições de saúde, promovendo uma revolução no cuidado oferecido. Com sistemas digitalizados e maquinário moderno e inovador, diversos processos podem ser agilizados, e os colaboradores têm mais tempo para focar o oferecimento de tratamento humanizado.
Além disso, a conectividade em hospitais proporciona melhores condições para monitoramento, controle, comunicação e busca de esclarecimento sobre dúvidas médicas. Sua equipe fica mais satisfeita, e os pacientes também são beneficiados com recursos inovadores no hospital.
E então? Gostou de aprender mais sobre a conectividade nos hospitais? Assine a nossa newsletter e continue se atualizando sobre as inovações em hospitais e em equipamentos de saúde!
Para conscientizar sobre a necessidade da amamentação exclusiva até os 6 meses de idade, foi criado o Agosto Dourado. Assim, as ações de saúde neste mês se voltam para a importância desse alimento para o desenvolvimento sadio de bebês e crianças.
A ideia é a mesma do Outubro Rosa e do Novembro Azul, ou seja, um movimento para alertar a população sobre um tema de extrema importância, mobilizando, para isso, sociedade, órgãos públicos e privados e instituições de saúde.
Quer entender melhor como surgiu essa campanha, seus objetivos e como sua entidade pode participar? Então acompanhe nosso post!
A campanha tem origem em um encontro, em Nova Iorque, entre a Organização Mundial da Saúde (OMS) e Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) em 1991. A reunião tinha como meta acompanhar o nascimento da Declaração de Innocenti (documento voltado para a amamentação) e elaborar ações a nível mundial para conscientizar sobre a causa.
Inicialmente, pensou-se em um dia para celebrar a data, depois passou a ser uma semana dedicada para o tema — a Semana Mundial do Aleitamento Materno (SMAM), que ocorre de 1 a 7 de agosto em vários países.
A SMAM é coordenada pela Aliança Mundial para Ação em Aleitamento Materno (WABA), que define um tema a cada ano e promove ações globais mostrando a importância da amamentação para crianças e mães. O tema de 2018 foi “Aleitamento materno: a base da vida”.
Em parceria com entidades de todo o mundo, a WABA distribui materiais informativos sobre a causa.
Por que a cor dourada para esse movimento? Por que o leite materno é considerado um alimento de qualidade ouro para bebês e crianças.
No Brasil, a Semana de Aleitamento Materno é comemorada desde 1999 com a coordenação do Ministério da Saúde. Em 2017, foi sancionada a Lei nº 13.435, que institui o mês de agosto como o Mês do Aleitamento Materno. A medida estabelece a realização de palestras e encontros na comunidade sobre a causa, além da decoração e iluminação de espaços públicos com a cor dourada.
Talvez você já tenha visto alguma notícia ou relato em redes sociais de mulheres que ficam constrangidas ao amamentar em público. Isso ainda é muito recorrente por preconceito e desinformação de parte da sociedade, que não entende a importância desse alimento e de sua livre demanda, principalmente nos primeiros meses do bebê.
Movimentos como o Agosto Dourado existem para alertar a população de que esse é um ato natural e de muito amor. A mãe está alimentando seu filho, protegendo-o de doenças e também dando carinho. Assim, não deve haver nenhuma censura com essa questão.
O objetivo da campanha é, portanto, viabilizar ações de promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno. Por isso, é necessário que, a cada ano, mais pessoas e entidades passem a divulgar essa causa.
O movimento que incentiva o aleitamento materno também é essencial para dar destaque aos bancos de leite. Demonstra a necessidade de mais doações de outras mães para que esses locais fiquem abastecidos e possam ajudar mais bebês, principalmente os prematuros.
É fundamental celebrar o Agosto Dourado para proteger as crianças e reduzir os níveis de mortalidade infantil. Isso porque o leite materno é um alimento completo, sendo que o colostro, inclusive, é considerado a primeira vacina do bebê.
De acordo com a OMS, o recém-nascido que recebe o leite materno em até uma hora após o nascimento está mais protegido contra infecções. Além disso, nessas situações, há redução das taxas de mortalidade neonatal. Sem contar que esse evento faz com que a amamentação tenha sucesso nas próximas vezes.
O leite materno contém água, gorduras, proteínas, vitaminas e açúcares de que o bebê precisa para se desenvolver bem e crescer de forma saudável. Em sua composição, há ainda anticorpos. É, portanto, um alimento que protege contra infecções, principalmente as gastrointestinais, e contra a desnutrição.
Não é à toa que deve ser o alimento exclusivo até os 6 anos de idade, já que é de fácil digestão, está sempre na temperatura certa e, o melhor, não custa nada. Além disso, o ato de sugar ajuda no desenvolvimento da arcada dentária, da fala e da respiração do bebê. Por isso, é necessário alertar contra os perigos de bicos artificiais, como chupetas e mamadeiras, que podem comprometer a amamentação.
Crianças e jovens que foram amamentados quando bebês têm menos chances de apresentarem obesidade, segundo a OMS. Estão também mais protegidos contra problemas respiratórios e alergias.
Para as mães, a amamentação, além de aumentar o vínculo com a criança, ajuda a perder peso após o parto e ainda protege contra o câncer de mama e de ovário.
Pesquisa da OMS mostrou que 39% das mães utilizam o leite materno como alimentação exclusiva de seus bebês até os 6 meses no País. É possível aumentar esse número e proteger mais crianças com a adesão de maternidades, hospitais, postos de saúde, clínicas e consultórios ao Agosto Dourado.
É essencial que essas entidades realizem eventos durante o mês, como cafés da manhã, palestras e distribuição de materiais informativos. A dica é também decorar os espaços com a cor dourada para que mais pessoas fiquem conhecendo essa campanha.
É possível ainda utilizar as redes sociais da própria instituição para divulgar informações e vídeos a respeito da amamentação. Dessa maneira, a população passa a entender melhor o valor do leite materno, orientando inclusive outras famílias e apoiando as mulheres que querem amamentar.
O Agosto Dourado é uma campanha que vem, a cada ano, ganhando força no Brasil. Para que mais pessoas possam se conscientizar sobre a necessidade do aleitamento materno, é necessário que profissionais e entidades de saúde comecem a fazer parte dessa causa, desenvolvendo ações educativas.
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A tecnologia avança continuamente, e a área da saúde não perde essas transformações. Hospitais e clínicas contam com ferramentas que prometem cada vez mais eficiência, eficácia e a qualidade nos cuidados prestados. Nesse contexto, a transformação digital na saúde traz uma série de tendências inovadoras, que geram grandes impactos para pacientes e profissionais.
Preparamos este conteúdo especial com informações sobre os impactos e as tendências da inserção de novas tecnologias na área da saúde. Ficou interessado? Continue acompanhando e entenda mais sobre o assunto!
A tecnologia traz uma série de melhorias para o atendimento na área da saúde. Ela facilita o trabalho do médico, simplificando as operações. Assim, o profissional consegue focar o fornecimento de um atendimento humanizado para o paciente.
Além disso, as tecnologias oferecem condições para a otimização de processos e para o aumento da produtividade na instituição. O resultado é a redução do tempo de espera do paciente, o que é decisivo para o bem-estar do público atendido.
A tecnologia também possibilita a realização de diagnósticos mais precisos, com o aumento da eficácia das análises. Esse avanço auxilia na promoção de saúde e pode ser um fator de grande peso para o salvamento de vidas.
As empresas que fornecem tecnologia para hospitais também estão bastante atentas para os parâmetros de cada instituição. Com isso, elas conseguem desenvolver soluções personalizadas às necessidades da clínica.
A transformação digital na saúde demanda investimentos iniciais, mas ela resulta em redução de custos a longo prazo. Isso acontece porque os erros e o retrabalho são minimizados, o que reduz gastos com correções e reparos (que em uma instituição de saúde podem ser muito caros). Por meio desses cuidados, a imagem do hospital se torna cada vez mais positiva, o que eleva a procura pela organização.
Há várias tendências de transformação digital na área da saúde. Veja mais a seguir!
A telemedicina é a realização de consultas médicas a distância. Ela não se aplica a todas as modalidades de atendimento, mas pode ser uma excelente ferramenta em diversos procedimentos médicos. Isso agiliza processos, proporciona economia com deslocamentos e facilita a consulta a especialistas para a realização de diagnósticos e prescrições mais precisos.
O Big Data se refere à geração de um grande volume de dados por diversas fontes e ao uso dessas informações de forma estratégica para a organização.
No contexto da saúde, as principais fontes de informação são arquivos internos, prontuários eletrônicos, redes sociais, sistemas internos, exames e laudos online e arquivos digitais fornecidos pelas instituições que realizam atendimento. Esses dados são analisados e processados com o objetivo de desenvolver propostas e ações para a promoção de serviços de melhor qualidade.
A área da saúde já conta com uma série de soluções informatizadas para a automatização dos processos em hospitais e clínicas. A gestão das instituições de saúde se torna mais ágil e efetiva com soluções informatizadas para gerenciamento de procedimentos operacionais (como marcação de consultas e controle de tarefas).
Além disso, o controle de medicamentos em farmácias é facilitado com o apoio de softwares. Essas ferramentas otimizam a administração do estoque e promovem maior eficiência operacional, minimizando erros e retrabalho. São ferramentas inteligentes que possibilitam que o hospital forneça um atendimento mais efetivo.
A tecnologia em nuvem proporciona um sistema robusto de armazenamento e compartilhamento de informação. Os dados podem ser acessados com mais facilidade, contando com um esquema de segurança bem estruturado para a proteção dos arquivos.
Uma boa proposta é armazenar os prontuários eletrônicos em sistemas de nuvem. Assim, os riscos de perdas e invasões são minimizados. A medida também facilita o acesso dos médicos às informações.
Equipamentos médicos cada vez mais modernos são lançados no mercado, promovendo mais eficiência e eficácia nos exames e diagnósticos. Os hospitais precisam buscar acompanhar esse processo de renovação — afinal, não se atualizar gera riscos à saúde dos pacientes.
Equipamentos obsoletos se mostram mais imprecisos e ineficientes, o que gera riscos para as pessoas atendidas e para a imagem do hospital. Com aparelhos modernos, a instituição de saúde consegue trabalhar pela promoção de saúde com mais facilidade e ampliar suas possibilidades de tratamento.
Entre os principais desafios da transformação digital na saúde, podemos citar a aquisição de um mindset inovador e maleável, que esteja instrumentalizado para a adaptação a mudanças constantes. É importante também desenvolver habilidades digitais para o manejo das soluções informatizadas e das novas tecnologias.
Outro desafio importante é preparar equipes para que elas estejam capacitadas a lidar com as potencialidades e desafios da transformação digital na saúde.
Além disso, é importante lembrar que os gestores devem coordenar a substituição de sistemas antigos por novos, gerenciando em conjunto procedimentos para capacitação e adaptação dos colaboradores.
Por último, é necessário desenvolver estratégias para promover a acessibilidade às novas tecnologias, para que todos os pacientes possam usufruir das vantagens desses recursos.
A transformação digital na saúde traz uma série de benefícios para as instituições hospitalares, promovendo melhores serviços e estimulando a agilidade dos processos. Com as novas tecnologias, é possível incrementar os procedimentos de saúde com recursos que oferecem maior precisão, agilidade e eficiência operacional.
O sucesso dos processos promove o bem-estar dos pacientes e facilita a rotina dos médicos e enfermeiros, tornando o cotidiano menos estressante e melhorando o clima organizacional no hospital.
Como comentamos, a imagem da instituição também é beneficiada com os usos das inovações digitais. As tecnologias indicam que hospital investe em aprimoramento contínuo e que está comprometido com a promoção de saúde dos pacientes. Além disso, hospitais são importantes instituições de pesquisa para novos tratamentos e alternativas em saúde, e as tecnologias auxiliam a otimizar esses estudos.
Há várias possibilidades tecnológicas para hospitais, como Big Data, sistema de nuvem, a telemedicina, os softwares de gestão, além dos equipamentos, que estão em constante modernização.
Então? Gostou de conhecer os impactos e tendências da transformação digital na área da saúde? Aproveite e siga a gente nas redes sociais! Estamos no Facebook, Instagram e LinkedIn!
O Dia Nacional do Teste do Pezinho — comemorado em 6 de junho — busca conscientizar a população sobre a importância desse exame, também conhecido como triagem neonatal. Com a coleta de gotinhas de sangue do calcanhar do bebê, é possível identificar algumas doenças que, caso não tratadas precocemente, trazem danos irreversíveis à saúde e podem até mesmo levar ao óbito.
Por isso, é fundamental que clínicas, consultórios e profissionais da saúde estejam informados em relação ao teste do pezinho para conseguirem, assim, orientar a população. E essa é a ideia deste post: trazer esclarecimentos sobre a importância desse exame. Continue a leitura e entenda mais sobre como ele é feito e quais doenças pode detectar!
Desde 1992, a realização desse exame é obrigatória em todo o território nacional. Em 6 de junho 2001, foi criado o Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN), data em que se comemora o Dia Nacional do Teste do Pezinho.
O exame é feito em algumas maternidades ou nos postos de saúde, preferencialmente entre o 3º e 5º dia de vida, gratuitamente. O procedimento é simples e rápido: com uma picadinha no calcanhar (região de grande irrigação sanguínea), são coletadas algumas gotas de sangue do bebê em papel-filtro, que seguem para a análise laboratorial.
Por pura desinformação, muitas pessoas ficam com dó do recém-nascido na hora de realizar esse exame. No entanto, é necessário destacar sua importância para a saúde, já que ele visa à prevenção de doenças graves que, muitas vezes, demoram a mostrar os primeiros sintomas.
Quando detectadas precocemente e realizado o acompanhamento e tratamento médico, reduz-se a possibilidade de sequelas nas crianças — como deficiência mental, microcefalia, convulsões, crises epilépticas, entre outras.
Assim, da mesma forma que as vacinas, o exame tem um caráter de programa preventivo de saúde pública. E, para alertar sobre sua importância, foi criado o Dia Nacional do Teste do Pezinho, para que mais pessoas recebam orientação sobre a necessidade de sua realização.
O Dia Nacional do Teste do Pezinho é uma data para dar destaque sobre a gravidade das doenças que o exame pode detectar. É possível fazer o diagnóstico de até 53 patologias — algumas genéticas e raras. Contudo, o exame realizado de forma gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é a versão básica e serve para detectar seis doenças. Confira mais sobre elas a seguir.
Tem origem genética e é caracterizada por um erro no metabolismo da enzima fenilalanina hidroxilase, que tem a função de transformar aminoácido fenilalanina em tirosina. A falta de tirosina no organismo pode ocasionar retardo mental.
A glândula tireoide não consegue produzir a quantidade adequada de hormônios, dificultando os processos metabólicos. A doença é grave e pode causar problemas no crescimento e retardo mental.
Doença genética caracterizada por problemas no funcionamento das glândulas exócrinas — responsáveis pela produção de muco, suor ou enzimas pancreáticas. Com isso, pode haver acúmulo de secreções nos pulmões, sistema digestivo e em outras partes do organismo.
Ocorre alteração na formação da hemoglobina, molécula que realiza o transporte do oxigênio no sangue. Nessa situação, as hemácias ficam com forma de foice, o que prejudica sua locomoção, gerando lesões nos tecidos. A doença causa dor aguda e graves infecções.
Alteração genética caracterizada pela deficiência na produção de hormônios nas glândulas adrenais, o que compromete o crescimento sadio da criança. Não há cura, mas com a detecção precoce e o tratamento contínuo, é possível normalizar o crescimento do indivíduo.
Doença caracterizada pela falta da vitamina biotina, o que leva a convulsões, queda de cabelo, fraqueza muscular, espinhas, acidez do sangue e queda da imunidade.
As versões ampliadas são realizadas em maternidades e clínicas particulares ou por meio de parcerias com a cobrança de uma taxa, como ocorre no estado de São Paulo, onde o procedimento (versões básica e ampliada) é realizado pelo laboratório da APAE (Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais).
Além das doenças do exame básico, a versão mais completa pode indicar toxoplasmose congênita, deficiência de G-6-PD, galactosemia, leucinose, entre outras doenças mais raras.
Associações de pais de crianças com doenças raras estão se mobilizando para propor um projeto de lei em que a versão ampliada do teste do pezinho seja gratuita e obrigatória.
De acordo com o Ministério da Saúde, entre 2012 e 2017, em mais de 17 mil bebês foi detectada alguma patologia por meio da triagem neonatal, sendo que 77% dos casos são de hipotireoidismo congênito e doença falciforme.
É importante que consultórios, clínicas, laboratórios e hospitais estejam preparados para informar sobre a importância do teste do pezinho ainda no pré-natal. Desse modo, os profissionais de saúde conseguem orientar as famílias sobre as doenças detectáveis e a necessidade do tratamento precoce para que a criança tenha um desenvolvimento sadio.
É preciso esclarecer para os pais que o exame é rápido e não causa sofrimento ao bebê — pelo contrário: uma picadinha no pé pode garantir seu crescimento saudável e até salvar sua vida.
Dessa maneira, é essencial que os estabelecimentos de saúde se engajem no Dia Nacional do Teste do Pezinho, realizando campanhas de conscientização, palestras ou até mesmo levando mais informações a seus profissionais, que estão em contato direto com o paciente. É possível distribuir materiais como cartazes, folhetos ou folders ou apostar no alcance das redes sociais da instituição, trazendo o tema à tona.
Você conhecia o Dia Nacional do Teste do Pezinho? É importante que sua organização e seus profissionais comemorem a data para reforçar a necessidade de realizar o exame, gratuito em todo o país para a detecção de seis doenças graves.
Gostou das informações que trouxemos para você? Então compartilhe este post em suas redes sociais para que mais pessoas e profissionais de saúde estejam atentos a esse exame!
Ter 100 anos de história não é para qualquer instituição, e o desafio se torna maior ainda quando falamos do setor hospitalar. Mas, apesar de todos os obstáculos, o Hospital Pequeno Príncipe, situado em Curitiba (PR), completa seu primeiro centenário em 2019.
Referência nacional no cuidado de crianças e adolescentes e considerado a maior organização de saúde exclusivamente pediátrica do Brasil, a organização se orgulha de ter uma trajetória pautada no atendimento integral, humanizado e igualitário. É um trabalho construído por médicos, profissionais da saúde, colaboradores, gestores, voluntários e parceiros.
A instituição conta com 370 leitos, sendo que 60 deles são de UTI. Além disso, 70% de sua capacidade é destinada ao atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2015, a entidade realizou mais de 311 mil atendimentos ambulatoriais, 23 mil internações, 20 mil cirurgias, 772 mil exames, além de 180 transplantes (órgãos, tecido ósseo e medula óssea).
Quer conhecer mais um pouco do Hospital Pequeno Príncipe? Então continue a leitura e saiba mais sobre a história, infraestrutura, tratamentos realizados e tecnologia que fazem parte dos atendimentos da instituição.
Era 1919, um grupo de mulheres de Curitiba começou a construir a história do Hospital Pequeno Príncipe: elas se mobilizaram para oferecer atendimento de saúde à população carente da cidade, especialmente para as crianças.
Esse grupo se uniu a médicos e autoridades locais e, assim, conseguiu inaugurar o Dispensário Infantil, que passou a receber os primeiros pacientes em outubro de 1919. A semente estava lançada: nascia aí o projeto para um hospital infantil. Após onze anos de muita dedicação e trabalho, a instituição é inaugurada em 1930.
Em 1951, a organização passa a se chamar Hospital de Crianças Dr. Cesar Pernetta e, 20 anos depois, eles inauguram o Hospital Pequeno Príncipe — atualmente chamado de Complexo Pequeno Príncipe, pois abriga, além do hospital, as Faculdades Pequeno Príncipe (2003) e o Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe (2005). A mantenedora da entidade é a Associação Hospitalar de Proteção à Infância Dr. Raul Carneiro.
O crescimento do hospital se deve à mobilização dos voluntários, ao intenso trabalho de profissionais de saúde e colaboradores, além do apoio da sociedade e de empresas, que se uniram à causa.
O voluntariado é uma das bases do trabalho do Hospital Pequeno Príncipe e seu trabalho rendeu momentos marcantes para a entidade, como:
A entidade se destaca nos procedimentos de alta e média complexidade, como tratamentos oncológicos e cirurgia pediátrica. Oferece ainda atendimento em outras áreas, como:
É referência ainda nas cirurgias cardíacas em bebês e transplantes de órgãos. No caso do transplante de rins, o trabalho realizado é equiparado aos melhores centros mundiais no aspecto de sobrevida dos pacientes.
O Hospital Pequeno Príncipe tem caráter filantrópico, destinando 70% de sua capacidade ao SUS. Mas o repasse do governo não cobre todos os custos. Em 2017, por exemplo, os recursos repassados representaram pouco mais de 24% da receita da instituição.
Diante disso, os gestores foram atrás de outras saídas para continuar oferecendo o atendimento. Assim, começaram a obter recursos das Faculdades Pequeno Príncipe que, em 2017, somavam 14,43% do total arrecadado. Fizeram também campanhas junto às empresas e cidadãos: no mesmo ano, essa forma de obtenção de recurso superou os R$ 40 milhões — o equivalente a 16,9% da receita total.
Para vencer os desafios, a instituição uniu a assistência, o ensino e a pesquisa, seguindo os modelos dos principais hospitais do mundo. Com isso, a pesquisa e tecnologia estão presentes nos atendimentos do Pequeno Príncipe, auxiliando nos diagnósticos e tratamentos realizados.
A parte de pesquisa fica a cargo do Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe, que trabalha juntamente com a Pós-graduação das Faculdades Pequeno Príncipe. Os estudos são direcionados para salvar e melhorar de forma significativa a vida de crianças, jovens e adultos acometidos por doenças e acidentes graves. São diferentes módulos de pesquisa, entre eles:
Atualmente, o hospital utiliza a telemedicina e equipamentos robóticos. Uma inovação, por exemplo, é o Robô Laura, que monitora os indicadores e sinais vitais do paciente para a detecção precoce da sepse. Ele utiliza a inteligência artificial para fazer o gerenciamento de riscos, integrando as informações de todos os pacientes e emitindo alertas para que profissionais de saúde possam agir rápido.
Além disso, a entidade implantou o primeiro biobanco da região Sul do Brasil, responsável pela coleta, armazenamento e gerenciamento de diferentes amostras, como tecidos, sangue, RNA e DNA. Consegue armazenar até 230 mil amostras de materiais e permite a troca de conhecimento científico com biobancos do Brasil e exterior, o que traz subsídio para a realização de pesquisas e aprimoramento dos tratamentos.
O Pequeno Príncipe tem também um laboratório genômico, estrutura que possibilita a identificação e tratamento de muitas doenças, além de precisão no diagnóstico precoce. Auxilia ainda no prognóstico e tratamento do câncer.
Os profissionais de saúde e estudantes do Complexo Pequeno Príncipe têm agora uma forma de treinamento inovadora: o Centro de Simulação Realística. Com o simulador pediátrico, eles podem vivenciar as situações como se fossem reais, o que permite aprimorar a técnica e experiência, porém em um ambiente totalmente seguro.
O trabalho do Hospital Pequeno Príncipe deve servir de referência para outras instituições de saúde, principalmente na qualidade técnico-científica dos procedimentos e atendimento humanizado. Por isso, nesses 100 anos, há muito o que comemorar.
Você já tinha ouvido falar sobre a história desse hospital pediátrico de Curitiba? Conhece outra entidade que realiza um trabalho similar? Compartilhe conosco, deixando um comentário neste post!
Para que seu hospital realize cirurgias de modo eficiente, é essencial saber quais equipamentos de centro cirúrgico são obrigatórios.
Assim, você terá à disposição as tecnologias mais recentes do setor, construindo um fluxo de trabalho seguro para o paciente e para os profissionais de saúde.
Confira abaixo 4 aparelhos que não podem faltar em sua sala cirúrgica!
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