As Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) acolhem essencialmente os pacientes em quadro crítico, quando o organismo necessita de suporte de aparelhos para a manutenção da vida. Assim, o paciente tem alguma dificuldade no desempenho das funções vitais, precisando de um monitoramento cuidadoso e do suporte de dispositivos e medicações.

As UTIs para recém-nascidos contam com dispositivos especializados para o acolhimento dos bebês, tendo algumas especificidades em relação à terapia intensiva do adulto. Dessa forma, compreender quais são os equipamentos de UTI neonatal necessários para o acolhimento e segurança dos pacientes é muito importante.

Neste conteúdo especial que preparamos, vamos fornecer diversas informações sobre esses dispositivos. Venha com a gente para aprender mais sobre o tema!

Por que a aquisição dos equipamentos certos é tão importante para o bom funcionamento da UTI neonatal?

A UTI neonatal tem a função de auxiliar na manutenção da vida em condições muito delicadas, quando o bebê nasce prematuro ou sofre com algum acometimento que o impede de exercer plenamente as funções vitais. Os reflexos orgânicos de deglutir, respirar e sugar são adquiridos na trigésima quarta semana da gestação. Assim, se houver nascimento antes desse momento, é necessário que a criança receba cuidados intensivos.

Dessa forma, contar com os equipamentos certos — o que significa dispositivos de bom desempenho, alta qualidade e que ofereçam o suporte necessário à vida — é essencial. Eles amparam a criança enquanto ela passa pelo desenvolvimento de reflexos e funções vitais.

Destacamos que a UTI conta com equipe multiprofissional composta de médicos, enfermeiros, assistentes e psicólogos, para auxiliar na assistência à criança e no amparo à família. A presença dos pais é estimulada, contribuindo para a formação de vínculo entre a família e o bebê.

Quais os equipamentos de UTI neonatal não podem faltar no hospital?

A UTI neonatal apresenta muitos equipamentos similares aos da UTI adulta. Porém, alguns dispositivos são adaptados e há também incubadoras, que ajudam a manter o ambiente apropriado para o bebê. Veja mais a seguir sobre os aparelhos necessários nesse setor!

Oxímetro de pulso

O oxímetro de pulso contém um sensor luminoso para captar a quantidade de oxigênio presente nas artérias e mede a frequência cardíaca, fornecendo, assim, a taxa de oxigenação do sangue. Dessa forma, o aparelho auxilia no monitoramento dos sinais vitais básicos do bebê. É importante encontrar modelos adaptáveis ao paciente neonatal, sempre buscando os melhores fornecedores desses dispositivos.

Monitores de frequência respiratória e cardíaca

Os monitores auxiliam no acompanhamento dos sinais vitais da criança. Eles são conectados ao bebê e monitoram a pressão arterial, índice de oxigenação e ritmo do batimento cardíaco. Assim, auxiliam na identificação de qualquer anomalia nesses parâmetros, notificando a equipe para uma intervenção rápida.

Ventilador pulmonar

O ventilador pulmonar oferece suporte à respiração quando o organismo do paciente não tem condições de realizar esse processo sozinho. A ventilação artificial permite manter os níveis de oxigenação adequados às necessidades do bebê, até que a criança desenvolva adequadamente o reflexo respiratório ou se recupere de algum possível acometimento no sistema.

Incubadora

A incubadora acolhe o bebê, oferecendo um ambiente seguro, confortável e com a temperatura adequada. O objetivo é garantir as condições necessárias para o desenvolvimento e recuperação da criança. Ela possui janelas para que os profissionais e a família tenham contato com o recém-nascido. Além disso, o dispositivo tem umidade, fluxo de ar e som regulados, com acolchoamento para disponibilizar conforto e aquecimento para o recém-nascido.

Eletrocardiógrafo

O eletrocardiógrafo faz a leitura do sinal cardíaco e representa esses apontamentos de forma gráfica. Ele contribui para diagnosticar quaisquer irregularidades no sistema cardiovascular do bebê, como arritmias, desvios de eixo, bradicardia e taquicardia.

Analisadores e simuladores

Os analisadores ajudam na testagem de manutenção preventiva da incubadora para garantir que a umidade, o som, o fluxo de ar e a temperaturas estejam adequados para o acolhimento do bebê. Os simuladores de paciente auxiliam na testagem dos equipamentos para verificação da regularidade e qualidade dos dispositivos.

Estativa

As estativas são carrinhos móveis utilizados para a armazenagem de equipamentos e itens necessários para o cuidado do paciente. Acessórios como cabos de alimentação e tubos de suporte podem ser colocados para facilitar o trabalho dos profissionais e também garantir que os recursos estejam disponíveis quando preciso.

Por que é importante adquirir equipamentos de qualidade para a UTI neonatal?

É primordial buscar equipamentos de qualidade para a UTI neonatal para garantir a melhor assistência possível aos bebês que precisam de cuidados médicos e suporte à vida. Falhas de dispositivos não podem ser toleradas, pois podem colocar a vida da criança em risco. Dessa forma, é imprescindível investir em aparelhos hospitalares de alta qualidade e submetê-los à manutenções preventivas com regularidade. 

A Medicalway é uma empresa que comercializa equipamentos médicos e hospitalares, trabalhando com importantes fornecedores mundiais do segmento. Estamos há 18 anos no mercado e proporcionamos dispositivos de elevada qualidade e com recursos avançados, garantindo itens dos melhores fabricantes para os nossos clientes. Destacamos também que oferecemos assistência técnica e suporte no pós-venda, contribuindo para a melhor adaptação aos equipamentos médicos adquiridos.

A UTI neonatal é a área do hospital que oferece atenção e terapia intensiva à saúde do recém-nascido. Com essa importante missão, é imprescindível que esse setor tenha um excelente parque tecnológico, o que vai contribuir para uma melhor assistência e recuperação dos bebês. Os aparelhos contribuem no apoio e amparo à vida para que a criança tenha condições adequadas para ficar bem.

Destacamos que a atenção à saúde da criança e a assistência necessária ao recém-nascido são imprescindíveis para que o bebê tenha a oportunidade de crescer e se desenvolver de forma integral. A equipe médica cumpre os procedimentos e conhecimentos adequados, os equipamentos de UTI neonatal dão o suporte enquanto é preciso e a família enlaça a rede para que o bebê tenha as melhores condições de saúde. Dessa forma, é possível trabalhar com a prevenção, recuperação e promoção da saúde da criança.

Gostou de aprender sobre os equipamento de UTI para recém-nascidos? Aproveite e visite a página da Medicalway para conhecer nossos produtos!

Médicos no LinkedIn: 7 dicas para gerir a conta com credibilidade. Quando pensamos em redes sociais, logo vem à mente um local para postar fotos, entreter-se e interagir com amigos e familiares. Contudo, é possível se valer desses canais com objetivos profissionais, como é o caso dos médicos no LinkedIn, que podem destacar seu currículo, aproximar-se de gestores hospitalares, clínicas e outros profissionais nessa plataforma.

No entanto, apesar dos benefícios dessa rede social, é preciso saber como gerenciar a conta de forma a ter credibilidade e sem ferir as normas do Conselho Federal de Medicina (CFM).

Para tratar desses pontos, desenvolvemos este post. Continue a leitura, entenda a importância de marcar presença no LinkedIn, Médicos no LinkedIn: 7 dicas para gerir a conta com credibilidade, dicas para aproveitar de forma adequada todas as funcionalidades da plataforma e erros que não podem ser cometidos!

Importância de ter um perfil no LinkedIn

O LinkedIn é a maior rede social profissional do mundo. Logo, é um canal interessante para os médicos que querem impulsionar a carreira, visto que, ao ter um perfil nessa plataforma, é possível:

7 dicas para médicos no LinkedIn

Os médicos no LinkedIn precisam utilizar as melhores estratégias para aproveitar as vantagens da rede social e alcançar a credibilidade no ambiente digital. Confira abaixo as principais dicas.

1. Tenha um perfil completo

É importante incluir seus cursos de formação, títulos de especialista e também as experiências profissionais mais relevantes. Outras atividades, como a realização de intercâmbios e a participação ou divulgação de trabalhos em congressos, também são bem-vindas. Aproveite a rede para colocar o domínio de tecnologias, especialmente da área médica, e também de idiomas.

2. Utilize palavras-chave

Na hora de preencher essas informações, utilize palavras-chave que sejam relacionadas ao seu segmento profissional. Dessa forma, o algoritmo da rede social entende quais são as melhores vagas e postagens para recomendar para o seu perfil. Além disso, isso permite que outros profissionais e instituições de saúde encontrem sua conta com mais facilidade.

3. Escolha uma foto adequada

A credibilidade dos médicos no LinkedIn também está relacionada à foto escolhida para o perfil. Sabemos que redes sociais como o Facebook e o Instagram têm uma característica mais despojada, porém nessa plataforma é diferente: escolha uma imagem que represente você no ambiente profissional.

É possível também inserir uma imagem que represente a identidade visual da sua clínica ou consultório para relacionar seu nome à marca do seu negócio.

3. Interaja com outros usuários

No entanto, não adianta preencher o perfil e inserir uma foto, mas não participar da rede. Por isso, acompanhe o que é publicado e interaja com outros usuários, comentando e compartilhando os posts.

Dessa maneira, além de ficar informado e atualizado sobre o mercado, é uma estratégia para fazer networking, trocando ideias e conhecimento com outros profissionais.

4. Participe de grupos da sua área

O LinkedIn tem grupos de temas variados, então pesquise aqueles da sua especialidade ou de áreas em que você tem interesse. É uma forma de acompanhar os conteúdos, fazer contatos e também ficar por dentro das tendências da saúde e de seu nicho profissional.

5. Siga contas que tenham a ver com seus interesses profissionais

No Facebook, seguimos contatos de pessoas próximas, como amigos e familiares, mas nessa plataforma a ideia é outra. É importante que os médicos no LinkedIn façam conexões que tenham relação com seus objetivos profissionais.

Então a dica é selecionar os contatos para aproveitar o melhor da rede social: convide outros médicos e profissionais de saúde, gestores hospitalares e de clínicas médicas e também pesquisadores de áreas de seu interesse.

6. Publique conteúdos relevantes

O médico ganha destaque profissional no LinkedIn quando passa também a publicar conteúdos (posts e artigos). Você pode escrever sobre temas da sua área, de promoção de saúde, campanhas de conscientização ou de assuntos que são tendências, trazendo informação e também discussões de qualidade na rede.

Aqui, a principal dica é sempre revisar com cuidado o texto para evitar erros ortográficos ou gramaticais que podem prejudicar sua imagem.

Estabeleça uma meta de publicação, como um artigo ou dois posts por semana, para ganhar mais notoriedade em seu segmento. É uma maneira de seu nome ficar relacionado como autoridade em sua especialidade.

Erros que não podem ser cometidos nessa rede social

Os médicos no LinkedIn podem fazer contatos profissionais e se destacar em sua área, porém é preciso ter atenção para não cometer erros ao usar essa plataforma.

O principal cuidado é seguir as normas de marketing e publicidade médica do Código de Ética Médica e da Resolução CFM nº 1.974/11. A ideia é não utilizar esse canal com uma intenção promocional, assim, o recomendado é publicar artigos que tenham um caráter educativo e que traga esclarecimentos sobre temas de saúde aos outros usuários.

O que isso quer dizer? Que o médico não pode publicar, por exemplo, que sua clínica está oferecendo descontos ou quais são as formas de pagamento para realizar um determinado tratamento.

Acompanhe abaixo o que diz o CFM sobre questões ligadas à divulgação médica:

Os médicos no LinkedIn podem destacar sua atuação no mercado e fazer contatos profissionais importantes. O recomendado é sempre manter as informações atualizadas, participar ativamente da rede e ter um cuidado redobrado com as regras do CFM.

Gostou das dicas deste post? Então, aposto que vai gostar de saber também qual é a importância do marketing médico para seu sucesso profissional!

Saiba como preparar o hospital para conseguir a certificação HIMSS. A certificação HIMSS é bastante valorizada na área da saúde, sendo direcionada para a elevação da qualidade e do fluxo de processos por meio da implementação de tecnologia. O certificado é referência para o alcance de um patamar de integração e informatização elevado, que desencadeia na maximização da efetividade dos procedimentos hospitalares.

Preparamos este conteúdo especial com várias informações sobre a certificação e sobre como consegui-la na sua instituição de saúde. Continue acompanhando e aprenda mais sobre o tema, saiba como preparar o hospital para conseguir a certificação HIMSS!

O que é a certificação HIMSS e quais são os seus estágios?

A Health Information and Management Systems Society (HIMSS), traduzido para Sociedade de Sistemas de Informação e Gerenciamento em Saúde, é uma entidade sem fins lucrativos que tem o objetivo de melhorar a prestação de serviços em saúde em termos de qualidade e segurança por meio da Tecnologia da Informação (TI).

A HIMSS estabelece vários níveis de certificação, em termos de densidade tecnológica da instituição e capacidade de interoperabilidade interna e externa. Veja mais sobre esses estágios a seguir!

Por que a certificação HIMSS é tão importante para o hospital?

A certificação HIMSS traz uma série de benefícios para o hospital. Para consegui-la, é preciso realizar diversas adaptações, que conferem mais agilidade e efetividade ao cotidiano da instituição.

Os custos são otimizados, pois a rotatividade é analisada em tempo real, permitindo manejos e intervenções rápidas em caso de imprevistos. Dessa forma, o tempo de estadia diminui e a instituição tem condições de atender a um público maior.

Há um conhecimento mais profundo do perfil dos pacientes, gerando intervenções e medidas mais precisas. Outra vantagem é a economia com papel e transações burocráticas, contribuindo para uma gestão mais inteligente dos recursos. Esses fatores contribuem para a credibilidade da instituição de saúde e para um fluxo de trabalho otimizado.

Como o hospital pode conseguir essa certificação?

Para o hospital conseguir a certificação HIMSS, ele deve realizar alguns esforços e investimentos. Veja as dicas que reunimos sobre o assunto a seguir!

Faça um planejamento preciso

É necessário planejar bem o processo de certificação para evitar equívocos e colocações abaixo do esperado. Após a inscrição, há um questionário para extrair o provável estágio em que a empresa se encontra. Caso a instituição atinja o nível 6, ela passa por procedimentos para averiguação das estruturas tecnológicas exigidas, como uma videoconferência e vários questionários aprofundados. Se o hospital é classificado como provável 6 ou 7, há uma última etapa, em que os profissionais da HIMSS vão até o hospital para fazer a avaliação.

Assim, é visível que é um processo complexo e trabalhoso, sendo necessário um planejamento sólido e estruturado, para minimizar os equívocos e promover as adaptações adequadas. Isso contribui para a implementação das mudanças necessárias de forma coerente, evitando ruídos na comunicação e facilitando a inserção de modificações.

Realize os investimentos certos

Uma das vantagens da certificação é que ela contribui para uma melhor canalização dos investimentos. A proposta é que o que era aplicado e perdido em papéis, burocracias e itens obsoletos seja redirecionado para tecnologias avançadas e otimizadas. Dessa forma, além de planejar bem, é preciso utilizar os recursos tecnológicos mais funcionais e ágeis, promovendo a digitalização dos processos e a minimização do uso de recursos manuais.

Adote sistemas

Os softwares médicos são excelentes ferramentas para integrar processos, facilitar a comunicação entre profissionais e promover agilidade e qualidade no gerenciamento. As informações entre setores circulam de forma facilitada, sendo que alterações em um módulo geram as modificações necessárias em todos os outros itens relacionados, contribuindo para otimizar o fluxo de trabalho e minimizar ruídos.

Os sistemas médicos também favorecem a gestão de informação do paciente, nivelando o acesso à informação entre profissionais nos prontuários eletrônicos, garantindo a segurança de dados e o acesso aos registros necessários aos profissionais habilitados. Há softwares avançados, baseados em inteligência artificial e Business Intelligence, que contribuem para análises de variáveis e tomadas de decisão.

Integre os dados

Os sistemas informatizados são essenciais na integração de dados. A tecnologia contribui para a integração de processos, promove a facilidade no manejo de informação e auxilia nos estudos epidemiológicos para atividades de prevenção.

Conheça os requisitos

É importante conhecer bem os requisitos da certificação HIMSS para preparar o hospital adequadamente para a entrada no processo. São diversas exigências sobre o tema, sendo o Electronic Medical Record Adoption Model (ENRAM) um modelo de adoção do PEP desenvolvido pela entidade que é referência mundial em qualidade para as instituições de saúde. Consultar esse registro e conhecer bem todas as condições envolvidas no processo é essencial para ter melhores resultados na certificação.

Realize a autoavaliação pela internet até o estágio 5

Grande parte do procedimento de certificação é realizado por vias virtuais. Dessa forma, é imprescindível responder a todos os questionários relativos ao processo e seguir as etapas de forma coerente.

Adote a tecnologia paperless

É fundamental minimizar o uso de papel na instituição para obter a certificação HIMSS. Destacamos que, para chegar aos patamares elite da certificação, é necessário ser totalmente digital (paperless). Há diversos recursos que permitem promover integração e facilitar a circulação da informação pelo hospital sem a necessidade de folhas.

A certificação HIMSS é um excelente avanço para o estabelecimento de saúde, contribuindo para a modernização, a integração e a credibilidade. A proposta do certificado é estimular o hospital a se digitalizar, em uma dinâmica paperless que é benéfica para o fluxo de trabalho e para a qualidade dos serviços de saúde prestados.

O objetivo de todo o processo é direcionar a tecnologia para a otimização do fluxo de trabalho, para que os colaboradores possam desempenhar suas funções com qualidade e com atendimento humanizado. Gostou de aprender sobre a certificação HIMSS? Aproveite e confira também o nosso post especial sobre o hospital digital!

Entenda a importância de acompanhar a taxa de ocupação hospitalar. A gestão hospitalar envolve diversos desafios, não é mesmo? O hospital é uma instituição com algumas especificidades, pois é uma empresa, mas tem como missão o cuidado, a assistência e o salvamento de vidas.

Nesse contexto, um processo de gerenciamento eficiente permite maximizar a capacidade de atenção da instituição e fornecer uma estrutura robusta para que os profissionais realizem suas funções em condições favoráveis. Assim, dentro desse contexto, a taxa de ocupação hospitalar é um dos indicadores que deve ser monitorado com regularidade.

Entenda a importância de acompanhar a taxa de ocupação hospitalar

Neste conteúdo especial que preparamos, vamos oferecer diversas informações sobre a taxa de ocupação e explicar por que ela é tão importante para a instituição de saúde. Ficou interessado? Continue acompanhando para aprender mais sobre o assunto!

O que é a taxa de ocupação hospitalar e para que ela serve?

A taxa de ocupação hospitalar é um indicador de gestão que disponibiliza informação sobre a capacidade de atendimento do hospital, ajudando a avaliar se há leitos em falta ou vazios e a saber sobre a usabilidade dos espaços. Com esse índice, é possível dimensionar o perfil de utilização, os intervalos de substituição e a média de permanência dos usuários no estabelecimento.

Destacamos que a taxa de ocupação hospitalar é calculada pelo percentual da quantidade de pacientes atendidos diariamente e o número de leitos disponíveis no hospital. É preciso lembrar que os leitos bloqueados são excluídos desse cálculo.

Qual a importância de acompanhar o indicador taxa de ocupação hospitalar?

A taxa de ocupação hospitalar é um índice que fornece informações importantes para as avaliações e tomada de decisão. Vamos explicar a seguir quais são os principais motivos para o monitoramento dessa variável. Veja mais!

Conhecimento da capacidade de ocupação do hospital

É muito importante que os gestores saibam da capacidade de atendimento que o hospital tem. O controle e monitoramento dessa informação auxilia na avaliação da possibilidade de entrada de novos pacientes e das movimentações de usuários entre os diversos setores do hospital, como enfermaria, UTI e salas de cirurgia. Dessa forma, é possível realizar as atividades e oferecer autorização com segurança, contribuindo para a qualidade do atendimento e acolhimento ao usuário.

Redução de custos com manutenção

A manutenção de leitos é um processo caro para o hospital, envolvendo custos com limpeza, desinfecção e manutenção. Nesse contexto, é importante contar com informações precisas e de qualidade, para garantir que os investimentos envolvidos sejam melhor aproveitados e reduzidos dentro dos limites possíveis. Quanto mais se souber sobre o recurso, melhor é a realização do gerenciamento.

Oferecimento de um serviço de maior eficiência para os pacientes

A gestão hospitalar demanda a análise de diversos indicadores em conjunto. Ao comparar a taxa de ocupação de leitos com os índices de óbitos, infecções e tempo de internação, é possível avaliar se as internações estão muito prolongadas, se é necessário investir mais em desinfecção, capacitação e equipamentos de proteção, por exemplo. Dessa forma, ao acompanhar o índice ocupação hospitalar, é viável propor estratégias para remediar problemas e oferecer melhores serviços para os pacientes.

Análise da qualidade de leitos

Para fazer a análise da qualidade dos leitos, é importante avaliar diversos indicadores em conjunto, tanto quantitativos quanto qualitativos. O objetivo é verificar se há disponibilidade adequada e se os tratamentos estão sendo eficazes. Para isso, é preciso observar a taxa de ocupação de leitos, o intervalo de substituição, o tempo médio de permanência, a taxa de infecção, o índice de alta, a taxa de readmissão, entre muitos outros.

Melhora da utilização da estrutura

Falta de avaliação e estabelecimento de planos e desorganização podem resultar em atrasos, leitos ociosos e uma má gestão dos recursos, havendo faltas e excessos que prejudicam a logística da instituição e a prestação dos serviços de saúde. Com uma gestão concisa e um adequado acompanhamento da taxa de ocupação, é possível planejar melhor a reposição de estoque.

Isso contribui para que os colaboradores sempre tenham em mãos os itens necessários para o atendimento das demandas e para oferecerem a resposta precisa para as questões apresentadas. Dessa forma, o atendimento é otimizado, evitando atrasos e imprevistos.

Melhor aproveitamento das possibilidades que a estrutura oferece

O monitoramento da taxa de ocupação hospitalar contribui para fortalecer o planejamento e a gestão dos processos de cuidado. Dessa forma, é possível, por exemplo, observar em quais setores há mais rotatividade de pacientes, em quais há leitos ociosos e as alternativas viáveis para um melhor aproveitamento dos recursos disponíveis. Alterações no espaço podem ser feitas para garantir um uso otimizado do ambiente e dos recursos, com segurança e priorização da saúde.

Aumento da credibilidade do hospital

O acompanhamento adequado de indicadores como a taxa de ocupação hospitalar contribui para uma gestão mais eficiente, com atendimento rápido das demandas e com elevada qualidade. A medida proporciona rapidez na mudança de leitos quando o paciente recebe alta de um setor para outro. Além da redução do tempo de espera, há diminuição dos erros e do retrabalho. Esses fatores contribuem para o fortalecimento da credibilidade do hospital.

Otimização da tomada de decisões

A tomada de decisões em gestão de uma instituição de saúde deve ser baseada em dados sólidos e estruturados, atualizados e monitorados cuidadosamente. Isso é importante para evitar equívocos e ações que se baseiam somente em intuições e imprecisões. Um planejamento sólido e robusto se estrutura a partir da análise de indicadores como a taxa de ocupação hospitalar, contribuindo para o entendimento do estado global do hospital e as variáveis associadas a cada contexto.

Quais são os dados que o indicador taxa de ocupação hospitalar apresenta?

O indicador taxa de ocupação hospitalar ajuda no entendimento de variáveis como a rotatividade, o tempo de ocupação e a ociosidade. Isso permite um planejamento mais preciso sobre todos os processos.

Na pandemia de coronavírus, por exemplo, os gestores de hospitais podem tomar providências para evitar escassez de leitos na instituição por meio da análise desse indicador. A COVID-19 é uma doença que demanda um longo tempo de internação em UTI, elevando os índices de ocupação hospitalar na medicina intensiva. Dessa forma, é possível planejar ampliações de estrutura e compra de equipamentos para acolher os pacientes.

Acompanhar a taxa de ocupação hospitalar é essencial para uma gestão sólida e adequada do estabelecimento. Os indicadores de gerenciamento contribuem para uma compreensão adequada da realidade da instituição, auxiliando na tomada de decisões condizentes com as necessidades. Isso contribui para melhorar a estrutura, de modo que os colaboradores desempenhem suas funções nas melhores condições possíveis.

Gostou de aprender sobre a taxa de ocupação hospitalar? Aproveite e confira nosso post especial sobre indicadores de gestão em hospitais para ficar expert no tema!

Confira as 6 melhores formas de aplicar a biossegurança hospitalar. Trabalhar na área da saúde exige o cumprimento de diversas regras para evitar riscos não só ao paciente e aos acompanhantes, como também a todos os profissionais, inclusive equipes terceirizadas, e ao meio ambiente. Nesse ponto, entra a importância de aplicar as normas de biossegurança hospitalar.

Se adotar essas ações de prevenção e proteção para minimizar qualquer contaminação sempre foi essencial, com a pandemia e a facilidade de contágio pelo novo coronavírus, essa questão ganha um destaque ainda maior.

Para esclarecer melhor esse assunto, desenvolvemos este post elencando as 6 melhores formas de colocar em prática as normas de biossegurança em um hospital. Acompanhe!

1. Limpeza dos ambientes e superfícies

A limpeza e desinfecção de ambientes e superfícies são medidas de biossegurança hospitalar eficazes para controlar o risco de transmissão de infecções. Nessa questão, entram piso, paredes, janelas, mobiliário e também equipamentos médicos.

É importante que o hospital crie um manual de procedimentos quanto à limpeza, descontaminação e desinfecção de todas as áreas. Entre as recomendações, estão:

2. Higienização das mãos

Uma das medidas mais básicas de biossegurança hospitalar é a higienização das mãos, uma ação eficaz que consegue quebrar o ciclo de contaminação. Isso porque estamos falando de um dos maiores veículos de microrganismos, podendo contaminar objetos e maçanetas; a própria pessoa, na situação de ela tocar no nariz, boca ou olho; ou ainda outro indivíduo, caso haja algum cumprimento com as mãos.

Nesse sentido, médicos, enfermeiros e outros profissionais de saúde devem fazer a higienização e desinfecção das mãos utilizando álcool 70% antes de iniciar qualquer procedimento ou na troca do atendimento de pacientes. Essa higienização deve ocorrer antes ainda da colocação de uma nova luva.

A recomendação de desinfecção das mãos deve se estender também às equipes administrativas, de manutenção, terceirizadas e também aos pacientes e visitantes. Desse modo, o hospital precisa espalhar placas e sinais com avisos nos locais apropriados com a instrução sobre as etapas para a higienização correta das mãos, mostrando, por exemplo, a necessidade de esfregar o dorso das mãos, entre os dedos, as unhas e o pulso.

3. Uso de EPIs e EPCs

Os EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) e EPCs (Equipamentos de Proteção Coletiva) devem ser utilizados pelos profissionais a fim de conter ou minimizar os riscos biológicos que o trabalho em hospital oferece.

EPIs

Entre os EPIs que devem ser utilizados no ambiente hospitalar estão:

No caso de equipes da radiologia, por exemplo, há a necessidade do uso de roupas de proteção que impedem a absorção da radiação.

Em resumo, esses itens atuam como uma barreira protetora para o profissional, visto que protegem roupas, mãos, olhos e vias aéreas. Contudo, os EPIs só são eficazes quando utilizados de forma correta. Além disso, as máscaras e luvas precisam ser trocadas a cada paciente que é atendido.

Outra medida é na hora de retirar esses equipamentos. É fundamental seguir os cuidados adequados para não se contaminar nesse momento.

EPCs

Já o EPC tem a função de proteger contra acidentes ou contaminações todas as pessoas que estão em determinada instalação do hospital. Entre os itens mais comuns dessa categoria estão:

4. Gerenciamento correto de resíduos

Além de oferecer uma proteção para as pessoas, as medidas de biossegurança hospitalar visam também a proteger o meio ambiente. Para isso, é imprescindível fazer o descarte adequado dos resíduos, que devem ser separados de acordo com o seu tipo para ter o destino correto:

5. Treinamento da equipe

De nada adianta ter as normas de biossegurança hospitalar se as equipes não seguirem as regras estipuladas. Nesse sentido, os profissionais de todas as áreas devem receber treinamento periódico quanto ao uso correto de EPIs, procedimento para lavagem das mãos, como fazer o descarte adequado de resíduos, entre outros pontos.

Dessa maneira, eles trabalham mais protegidos e também não oferecem riscos para pacientes ou acompanhantes.

6. Criação de um plano de emergência

Por último, o hospital deve contar com um plano de emergência para que determine quais ações tomar em caso de alguma situação que fuja da normalidade. Trata-se de um documento que deve ser de conhecimento das equipes para que todos saibam como agir em caso de alguma explosão, acidente ou outro evento que fuja do comum.

Ter esse plano é importante nesse ambiente, porque o hospital não pode paralisar suas atividades por um período, já que atende pacientes, muitos em situações críticas, como aqueles que estão internados, principalmente nas unidades de terapia intensiva (UTI).

Seguir todas as normas de biossegurança hospitalar é adotar os padrões de segurança exigido para os estabelecimentos de saúde. Desse modo, as atividades podem ser realizadas com o mínimo de riscos para os profissionais, pacientes e para todo o público que circula em um hospital.

Gostou de acompanhar as informações que trouxemos neste post? Então vai gostar de acompanhar também 6 práticas de segurança do trabalho em hospitais!

Para que qualquer empreendimento tenha sucesso e seja sustentável, é importante que a organização e o controle financeiro sejam realizados com estruturação e planejamento. Nesse contexto, a gestão de custos para hospitais é fundamental, uma vez que essas instituições apresentam complexidades singulares nos processos de gerenciamento.

Desenvolver uma visão clara de detalhamento dos valores e custos de maneira contínua e eficiente requer muito cuidado e controle estratégico da instituição de saúde. Foi pensando nisso que elaboramos este conteúdo.

Abordaremos diversas dicas práticas a serem implementadas para otimizar a gestão de custos para hospitais, garantindo mais produtividade e previsibilidade no cotidiano do estabelecimento de saúde. Continue acompanhando este post e se torne expert no assunto!

Qual a importância da gestão de custos para hospitais?

Antes de adentrarmos nas principais dicas para fazer um bom gerenciamento dos custos em hospitais, é imprescindível que os colaboradores entendam em que consiste essa gestão e qual a importância que ela representa para qualquer empreendimento.

A gestão de custos se resume em identificar, classificar e organizar os dados relacionados aos gastos de serviços e produtos, transformando essas informações em relatórios padronizados para auxiliar processos fiscais e tomadas de decisão.

Quando tratamos de instituições de saúde, os custos estão relacionados tanto às despesas fixas e mais simples, como água e luz, quanto aos gastos com materiais, o tempo de ociosidade de equipamentos médicos e, até mesmo, os períodos de espera para atendimento de pacientes.

Essas instituições compreendem complexidades peculiares em relação aos custos fixos e variáveis, uma vez que o atendimento hospitalar por si só é uma prestação de serviço. Logo, apenas a compreensão do preço final de produtos e equipamentos não é suficiente.

É em virtude desses fatores que implantar tal gerenciamento apresenta desafios. Além do quadro de profissionais e serviços ser múltiplo, existe um grande volume de dados a ser registrado. Uma gestão eficiente dos custos em hospitais pode ser um passo decisivo para o crescimento do estabelecimento, para a potencialização da margem de rendimento e também para a canalização de investimentos, de modo a otimizar o fluxo de trabalho e aperfeiçoar continuamente os serviços.

Como fazer a gestão de custos para hospitais?

A gestão de custos para os hospitais é um processo decisivo para o alcance de melhores resultados. Um gerenciamento eficiente permite minimizar as glosas e potencializar a canalização de investimentos em alternativas que geram efeitos positivos para a instituição.

Vamos mostrar, a seguir, diversas indicações para fazer a gestão de custos corretamente no estabelecimento de saúde. Confira as dicas que preparamos sobre o assunto!

Identifique e classifique todos os custos do hospital

Considerando que os custos são os valores necessários de investimento para finalizar determinado serviço hospitalar, sua identificação é o primeiro passo para fazer uma gestão com qualidade. A partir disso, é possível classificá-los em diretos e indiretos.

Os custos diretos são aqueles envolvidos diretamente em determinado produto ou serviço, podendo ser identificados em relação à quantidade consumida. Exemplos desse tipo de custo são os medicamentos administrados e o período dos profissionais de saúde.

Já os custos indiretos correspondem àqueles que não podem ser diretamente relacionados ao serviço hospitalar prestado. Por exemplo, a energia elétrica requerida para um centro cirúrgico durante determinadas horas ou a mão de obra de serviços auxiliares.

A soma dos custos indiretos e diretos possibilita, então, que a produção médica seja agregada às despesas operacionais (financeiras, tributárias e administrativas), sendo os serviços médicos entregues ao mercado de acordo com os devidos custos dos processos envolvidos.

Mapeie a cadeia de processos hospitalares

Assim que os custos do hospital são identificados e classificados, é preciso mapear a cadeia de processos. Ou seja, saber exatamente como e onde os recursos disponíveis são aplicados para, então, conseguir examinar todo o serviço com uma visão macro.

Essa prática tem o potencial de levar a estratégias inteligentes, uma vez que a construção de um mapeamento robusto e completo pode nortear tomadas de decisão no ambiente hospitalar e aumentar a previsibilidade de custos com fornecedores.

É importante ressaltar que um mapeamento inteligente requer que os três grupos de valores (custos, despesas e gastos) sejam segmentados corretamente para economizar recursos e otimizar o faturamento.

Minimize os gastos supérfluos

É fato que a qualidade do serviço de saúde prestado aos usuários da organização é uma questão fundamental e deve ser considerada um ponto-chave quando tratamos do gerenciamento hospitalar.

Os gastos se referem aos valores que não estão previstos no planejamento da organização. Dessa maneira, mais do que garantir um serviço de confiabilidade, é fundamental ter um sistema estratégico para otimizar as tomadas de decisão, sobretudo quando o assunto é corte de gastos.

Além de identificar os custos e ter conhecimento de como e onde os recursos são aplicados, é necessário verificar se há gastos supérfluos ou desperdício no hospital. A implementação de protocolos assistenciais, por exemplo, pode verificar se a realização de exames está excessiva e pode ser reduzida.

Compreenda as despesas do hospital

Diferentemente dos custos e gastos, as despesas são os montantes requeridos para a manutenção dos processos internos do hospital e estão diretamente relacionadas à lucratividade e à assistência da instituição de saúde.

Compreender as despesas é imprescindível para realizar a gestão de custos para hospitais de maneira eficiente. O entendimento desses valores auxilia a reconhecer áreas e operações hospitalares que podem ser melhoradas e fortalecidas para gerar resultados cada vez melhores.

Analise o mercado

Uma das vantagens do gerenciamento de custos hospitalares é a possibilidade de calcular os valores de produção para, em seguida, aplicar uma margem de lucro sobre esse montante, com o objetivo de rentabilizar o serviço prestado.

Nesse contexto, a análise de mercado representa a identificação da demanda e do modo como a instituição se posiciona diante dela. Porém, é importante considerar a proposta de valor percebida pelos pacientes, pois o preço dos serviços é referente não somente aos seus custos e à margem de lucro, mas também à forma como ele é valorizado no mercado.

Além disso, é imprescindível escolher os fornecedores com bastante cautela, selecionando empresas sérias e que trabalhem com produtos de qualidade, além de prestar um bom serviço pós-venda. Afinal, muitas vezes o barato sai caro e essa escolha pode fazer toda a diferença.

Os gestores ainda podem usufruir de alguns parâmetros de comparação dentro do segmento hospitalar, como o benchmarking. Conhecer os serviços e a precificação dos concorrentes é uma maneira de garantir a competitividade no mercado e saber se seus custos estão mais baixos ou altos do que deveriam.

Ainda, o faturamento e a lucratividade finais da instituição estão ligados diretamente a uma gestão mais produtiva, assim como o envolvimento dos colaboradores do hospital. Sendo assim, um dos aspectos mais importantes é a integração dos funcionários para que essas pessoas compreendam os custos e contribuam com tomadas de decisão positivas.

Otimize o uso dos recursos

É importante fazer um uso inteligente dos recursos no hospital, visando a minimização dos desperdícios. A proposta é promover economia onde são encontradas aberturas para isso. A energia elétrica, por exemplo, pode ser melhor aproveitada se computadores forem desligados durante pausas e momentos em que não são utilizados. Nesse contexto, destacamos que é necessário promover a conscientização dos colaboradores.

O fluxo de trabalho também pode ser gerenciado de forma mais cuidadosa e otimizada, evitando atrasos. Isso porque o acúmulo de procedimentos fora de pontualidade pode prejudicar a logística da instituição e a produtividade.

Destacamos também que é essencial contar com políticas de confirmação de consultas e exames, evitando as faltas que podem ser muito dispendiosas. Outra maneira de otimização é investir em equipamentos mais modernos e tecnologias em saúde, que em geral, consomem menos energia elétrica. Há dispositivos também que captam o material e enviam os conteúdos diretamente para o computador, o que evita custos com filmes radiológicos, impressões e revelação.

Conte com a ajuda da tecnologia

Há uma série de tecnologias no mercado que podem contribuir para uma boa gestão de custos no hospital. Os softwares de gestão, por exemplo, permitem controlar e organizar a informação com precisão e qualidade, de forma integrada e eficiente. Dessa forma, é mais fácil gerenciar os processos, gerando um fluxo de trabalho mais efetivo e a redução das glosas.

A comunicação também pode ser otimizada com apoio das soluções informatizadas. Isso permite minimizar erros e desencontros de informação, o que evita desperdícios.

Além disso, conforme mencionamos, equipamentos mais modernos podem se integrar a outras tecnologias e operar com maior eficiência energética. Isso permite poupar recursos, possibilitando uma canalização de investimentos em outras demandas.

Defina as prioridades financeiras

Uma instituição de saúde apresenta uma série de necessidades, demandando investimentos e uma avaliação cuidadosa para a canalização adequada dos recursos. Os aspectos devem ser elencados em uma lista de prioridades, com constantes avaliações sobre quais itens devem vir em primeiro lugar e quais aspectos podem ser analisados em outro momento.

A proposta não é ficar adiando a resolução dos problemas, mas sim tomar as providências corretas em tempo adequado. Os custos de manutenção de um hospital são muitos, sendo necessário avaliar cada demanda com cuidado, para evitar a sobrecarga das finanças.

Padronize os processos

A padronização de processos é a criação de protocolos específicos para cada demanda, gerando mais uniformidade para o fluxo de trabalho. Ela contribui para melhorar a agilidade de resposta e para potencializar o desempenho da instituição.

Isso significa que o hospital vai ter procedimentos mais rápidos e um uso mais efetivo do tempo. Dessa forma, é possível atender mais pacientes mantendo a boa qualidade e minimizando equívocos e atrasos.

Contrate profissionais com experiência e invista na capacitação da equipe

Contar com uma equipe capacitada é fundamental para garantir a qualidade dos procedimentos e a credibilidade da instituição. Nesse contexto, é necessário realizar contratações com muita atenção, buscando profissionais com os conhecimentos necessários e que tenham um perfil adequado às exigências do estabelecimento.

Outra medida essencial é buscar capacitar a equipe. Os treinamentos e práticas de formação contribuem para aumento da bagagem de conhecimentos e para a consolidação de saber teórico-prático na rotina hospitalar. Dessa forma, é possível fortalecer a rede de atendimento, aumentar a confiança do paciente e incentivar os colaboradores com os processos de aprendizagem.

Tenha equipamentos de boa qualidade

Contar com um parque de aparelhos de alta tecnologia e qualidade é essencial para a credibilidade da instituição e para uma gestão adequada dos custos. Equipamentos de desempenho inferior apresentam defeitos com facilidade e demandam manutenções corretivas com frequência, o que pode ser muito caro em longo prazo.

Além disso, é necessário destacar que aparelhos de baixa qualidade estão suscetíveis a falhas durante o uso, o que pode gerar uma série de problemas. O paciente pode ser seriamente prejudicado ou colocado em risco. Além disso, a agenda e a logística hospitalar são afetadas negativamente.

Para evitar imprevistos como esses, aposte em equipamentos de fornecedores de confiança, sempre avaliando a qualidade e a relação custo-benefício, e submeta os dispositivos à higienização e revisão com frequência.

Faça manutenções preventivas dos equipamentos

As manutenções corretivas são aquelas em que o equipamento tem algum dano e passa pela revisão e conserto. Em geral, ela exige a parada do fluxo de trabalho, tendo que ser realizada às pressas para minimizar os prejuízos na rotina. Além de ser arriscada, ela é cara, já que não há possibilidade de pesquisas de preços e avaliações. Conforme mencionamos, em alguns casos ela pode oferecer risco ao paciente.

A manutenção preventiva é mais barata, econômica, sendo realizada de forma planejada. Ela garante segurança e evita que os imprevistos aconteçam. A qualquer sinal de peça defeituosa ou ponto disfuncional, o técnico realiza as substituições, evitando problemas. A agenda pode ser manejada adequadamente, para que o fluxo de trabalho continue e os horários de consultas e procedimentos não sejam prejudicados. Além disso, a manutenção preventiva de aparelhos médicos permite aumentar a vida útil da máquina, o que é positivo para a gestão de custos em longo prazo.

Quais são as consequências de não se preocupar com a gestão de custos em hospitais?

Não dedicar a atenção necessária para a gestão de custos em hospitais pode prejudicar os resultados da instituição. Sem esse gerenciamento, os processos se tornam ineficientes, com muitas falhas, além de má distribuição do fluxo de trabalho e imprevistos. Além disso, a agenda fica desorganizada, incluindo muitos atrasos e com muito tempo de ociosidade para profissionais. Isso consolida uma imagem negativa diante do paciente, diminuindo a confiança dele no hospital.

Com uma gestão de custos eficiente, é possível melhorar a qualidade dos processos, minimizar glosas e desenvolver uma imagem sólida no mercado. Os planejamentos são concretizados em ações produtivas, sendo o bem-estar do paciente colocado em primeiro lugar.

É fato que existem grandes desafios na gestão de custos para hospitais, sobretudo no gerenciamento de valores antigos e novos das instituições de saúde. Porém, o conhecimento dos detalhes de cada um desses valores — como custos, despesas e gastos —, é imprescindível para que essas organizações mantenham o padrão de qualidade de recursos, serviços e atendimento.

O que você achou dessas dicas? Acha que consegue implementá-las para uma melhor gestão de custos no hospital em que você trabalha? Aproveite e compartilhe este conteúdo com seus colegas nas redes sociais!

A tecnologia proporciona condições para potencializar processos nos hospitais, facilitando práticas e conduzindo a melhores oportunidades de tratamento. O Big Data em medicina permite fortalecer a estrutura de análise e tratamento de informação, gerando avaliações precisas e diversos benefícios para a prestação de serviços de cuidado. Trata-se de tecnologias complexas e avançadas, que aos poucos estão se inserindo na rotina dos estabelecimentos de saúde brasileiros.

Preparamos este conteúdo especial com diversas informações sobre o Big Data em medicina. Venha com a gente para aprender mais sobre o assunto!

O que é Big Data e como ele funciona?

O Big Data é um processo de extração de informação a partir de um volume elevado de dados, que podem estar disponíveis de forma estruturada ou não. Para fazer isso, é necessário utilizar softwares e ferramentas específicos, com a aplicação de filtros de pesquisa e análise. As informações podem ser usadas de forma estratégica em estudos, avaliações e tomadas de decisão.

Na medicina, o Big Data representa um grande potencial para alimentar estudos epidemiológicos, para intervenções em pandemias e para a avaliação de perfis de saúde em hospitais. Com isso, é possível adotar propostas coerentes com as demandas e necessidades, gerando estratégias e decisões efetivos.

É possível notar que o uso de Big Data em saúde cresceu nos últimos tempos. Nos Estados Unidos, a tecnologia é mais difundida. Aqui no Brasil, vemos algumas iniciativas com esse recurso. A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) desenvolveu alguns estudos na área. Um exemplo é o observatório da dengue, que associava dados do Twitter e de estudos geográficos da cidade de Belo Horizonte. Outro estudo realizado pela universidade, em parceria com pesquisadores do Catar e da Alemanha, foi a avaliação de comportamento de pessoas em grupos de perda de peso nas redes sociais.

Como o Big Data pode ser utilizado na área da medicina?

O Big Data pode ser utilizado em corporações de diversas modalidades, facilitando avaliações mercadológicas e tomadas de decisão. Na saúde, a ferramenta possibilita maximizar a qualidade das análises e intervenções.

Há várias formas de utilizar essa avançada tecnologia na medicina. O Big Data pode ser aplicado em instituições, associado ao prontuário eletrônico, para o mapeamento epidemiológico do público atendido. Isso permite delinear perfis, definir prioridades e estabelecer políticas de prevenção e intervenção. Por exemplo, se um hospital percebe pelo sistema que há um grande volume de pacientes com doenças associadas ao tabagismo, é possível criar grupos para auxiliar esse público no abandono do cigarro.

As redes sociais também podem ser utilizadas pelo Big Data para estudos e avaliações, com a identificação de demandas e necessidades do público. Na pandemia de coronavírus, as análises de redes sociais por meio do Big Data podem contribuir para a identificação de vulnerabilidades da comunidade e de problemas psicológicos associados ao isolamento. O sistema fornece informações e realiza o cruzamento de dados. Assim, os profissionais da saúde podem fazer avaliações e análises precisas.

O Big Data também pode ajudar no acompanhamento da adesão do público à telemedicina, o que é essencial, especialmente, diante do cenário de pandemia. Isso porque o sistema engloba dados estruturados e não estruturados, contribuindo para estudos, monitoramento e intervenção.

Quais são os benefícios que o Big Data em medicina pode trazer?

O Big Data proporciona diversas oportunidades e vantagens para a medicina. Ele auxilia na melhora das análises e contribui para estudos precisos e intervenções certeiras. Vamos mostrar, a seguir, quais são esses benefícios. Veja mais!

Precisão

O Big Data permite analisar os dados com velocidade e precisão de diversas fontes. É um monitoramento contínuo, que acompanha o fluxo das dinâmicas sociais e de saúde. Isso evita coletas de dados com grande taxa de variação e incoerência. Basicamente, o sistema tem a capacidade de monitorar em tempo real, permitindo identificar padrões, acompanhar oscilações e evitar cruzamentos de informações inconsistentes.

Agilidade

Conforme mencionamos, essa tecnologia reúne informação de diversos canais, com grande velocidade. É muito mais rápido do que um colaborador avaliar uma fonte de cada vez. O bloco temporal demandado no processo manual seria longo e os dados rapidamente poderiam se alterar devido ao dinamismo do público.

Como o Big Data integra e sistematiza os dados, é possível evitar procedimentos de grande lentidão e dedicar maior atenção às análises. Com estatísticas consistentes e rapidamente moduladas, a equipe acompanha em tempo real o cenário e a realidade de saúde dos pacientes da instituição.

Diminuição de custos

O Big Data em medicina abre a possibilidade de avaliar com constância, auxiliando a prever alguns padrões e a tomar medidas preventivas. Isso significa também criar condições para minimizar erros e políticas de baixa adesão dos pacientes. Com informação sistematizada e precisa em mãos, a equipe pode planejar estratégias mais moduladas às necessidades do público, o que gera um manejo mais inteligente do fluxo de trabalho, do estoque, da logística e da gestão hospitalar no geral.

Eficiência no monitoramento

É possível notar que o Big Data permite criar um fluxo de trabalho mais eficiente no hospital. Ele possibilita formar uma dinâmica da informação mais ágil, coerente e consistente, minimizando os desencontros e equívocos.

Com isso, a equipe pode fazer análises cuidadosas e empregar diversos conhecimentos técnicos e em saúde para a criação de estratégias funcionam para a resolução de dificuldades e lacunas. O resultado é elevação da produtividade, um melhor rendimento e uma equipe que tem as informações certas em mãos para intervir adequadamente.

Personalização do atendimento

A personalização do atendimento é outro ponto positivo que o Big Data proporciona. Como há mais informação sobre o público e as características da região, é possível conhecer melhor quais são as demandas. Com isso, é possível planejar e delinear estratégias que se encaixam melhor a esse corpo de demandas. Assim, esse cenário é propício para a promoção de uma melhor experiência do paciente e para a fidelização.

Tomada de decisão mais precisa

Conforme destacamos, os dados coletados de um grande volume de canais são agrupados e sistematizados, gerando informação precisa, em tempo real e com grande efetividade. Dessa forma, a equipe pode empregar os conhecimentos da área médica em associação a essas informações, com análises de qualidade e intervenções que alcançam os alvos com exatidão. Assim, as tomadas de decisões são baseadas em um corpo sólido de dados, gerando atitudes e estratégias que atendem melhor às demandas.

O Big Data em medicina proporciona condições para ampliar as possibilidades do hospital e para potencializar a eficiência de atendimento. Aqui no Brasil, as iniciativas com essa tecnologia ainda são tímidas, mas a tendência é promover a ampliação do uso desse recurso.

Neste post, mostramos o quanto o Big Data em medicina contribui para a agilidade, assertividade e qualidade das estratégias, gerando um fluxo de análises e intervenções de maior produtividade e eficácia. Gostou de aprender sobre o assunto? Confira também o nosso conteúdo especial sobre tecnologia na saúde!

A ressonância magnética é um exame indispensável para a realização de uma série de diagnósticos. Ela se baseia em um mecanismo em que o aparelho gera um campo magnético que altera a trajetória dos prótons de hidrogênio presentes nas moléculas de água no organismo. Quando o campo cessa, os prótons voltam à trajetória natural, liberando energia que a máquina converte em imagem.

Essa tecnologia é complexa e qualquer falha que ocorre no equipamento pode prejudicar o processo, gerando diagnósticos e intervenções equivocados. Dessa forma, o controle da qualidade em ressonância magnética é muito importante para o sucesso dos procedimentos no hospital.

No controle de qualidade, há uma série de medidas envolvidas, como a seleção criteriosa dos equipamentos e a constante testagem das máquinas. Quer aprender mais sobre o tema para potencializar as práticas de exame por imagem no hospital? Continue acompanhando e entenda mais sobre o tema!

O que são os equipamentos de ressonância magnética de campo aberto e fechado?

Os aparelhos de ressonância magnética de campo fechado são aqueles em que o paciente entra dentro da máquina para a efetivação do exame. Eles se caracterizam por ter um melhor desempenho.

Porém, os dispositivos de campo fechado podem ter alguns entraves. Os pacientes claustrofóbicos ou com quadro de obesidade elevada podem ter dificuldade em se ajustar ao procedimento. Para isso, existem os equipamentos de campo aberto, que permitem minimizar o desconforto da pessoa acolhida, mas tendem a ter um desempenho inferior em relação à outra modalidade.

O ideal é contar com os dois modelos para que todo o público possa ser atendido apropriadamente. Para isso, é possível buscar fornecedores com melhores condições de pagamento para criar uma estrutura robusta no hospital.

Por que é importante observar o controle da qualidade em ressonância magnética?

O controle da qualidade em ressonância magnética é realizado, principalmente, por meio da escolha de equipamentos e monitores de alta performance e também pelas testagens e manutenções preventivas frequentes. Veja a seguir os principais motivos para investir nesse controle!

Redução de custos

Realizar manutenção corretiva é muito mais caro do que manter um controle de qualidade regular. Os consertos de emergência demandam custos não planejados com peças, reparos e remuneração de técnico, com substituições de componentes sem possibilidade de pesquisa por preços melhores. Isso significa despesas elevadas para o hospital, o que pode ser ainda mais complexo com o fato de que o aparelho de ressonância magnética e qualquer de seus componentes são grandes investimentos.

Um controle de qualidade regular e com uma avaliação cuidadosa na aquisição de equipamentos permite gerenciar o processo com mais tranquilidade. As manutenções preventivas periódicas garantem bom desempenho à máquina, evitando falhas e equívocos.

Resultados precisos

É natural que o uso frequente e regular do equipamento provoque um certo desgaste com o passar do tempo. O controle da qualidade em ressonância magnética garante revisões periódicas do dispositivo. Qualquer coisa que sair do padrão ou representar um desempenho inferior é rapidamente corrigida. Assim, é possível garantir resultados de maior precisão e efetividade.

Diminuição de riscos

Equipamentos de exame de imagem emitem radiações que podem ter consequências sobre os pacientes e gerar alguns efeitos prejudiciais se forem aplicados com recorrência. Um dispositivo descalibrado ou já desgastado pelo uso e sem revisões pode gerar riscos maiores para a pessoa examinada e também para o técnico. Com o controle de qualidade, o aparelho é monitorado e avaliado com constância, passando por manutenções preventivas regulares, o que minimiza riscos e erros.

Maior satisfação do paciente

A satisfação do paciente é um elemento muito relevante no controle de qualidade. Pense no impacto gerado por uma ressonância falha, como uma repetição de exame, gerando desgaste, ou pior, um diagnóstico e prescrições equivocados. Problemas como esses podem resultar em graves consequências e na motivação do paciente para buscar os serviços de outra instituição.

O controle da qualidade em ressonância magnética garante um acompanhamento cuidadoso dos dispositivos. Dessa forma, as repetições e erros são evitados ao máximo.

Agilidade nos exames

Os exames de ressonância magnética se caracterizam por serem demorados. O controle de qualidade faz todos os ajustes necessários para que o dispositivo opere com máxima eficiência. Além disso, esse controle zela pela capacitação da equipe. Dessa forma, o profissional utiliza o tempo com o máximo de efetividade.

Outro fator que deve ser destacado é que os riscos de um dano ao equipamento durante o uso são prevenidos. Basicamente, as revisões são feitas de forma periódica, evitando estragos e prejuízos à agenda.

Confiança da equipe

Os colaboradores dedicaram vários anos em estudos e esforços para a aquisição do conhecimento necessário para atender aos pacientes. O emprego dos conhecimentos corretos deve ser associado a condições apropriadas de trabalho. Isso inclui equipamentos de elevado desempenho.

Um aparelho de ressonância magnética que passa por controle de qualidade é um dispositivo confiável, que gera resultados fidedignos. Dessa forma, a equipe pode trabalhar com confiança no parque tecnológico e na instituição.

O que avaliar na escolha do equipamento?

É essencial fazer uma profunda pesquisa de mercado para adquirir um bom equipamento. Então, procure conversar com o fornecedor e esclarecer todas as suas dúvidas sobre o dispositivo. Um aparelho de ressonância magnética é um grande investimento, por isso, avalie bem antes de fechar negócio.

Procure também uma máquina que atenda às necessidades do hospital, sendo moderna, funcional, precisa e de qualidade. Há maquinários que podem ter recursos além do necessário, o que pode gerar desperdícios. Dessa forma, analise bem as demandas da instituição antes de fechar a compra.

O controle da qualidade em ressonância magnética é imprescindível para o bom desempenho do hospital no mercado. Dispositivos de alta performance e que passam por revisão regular são mais ágeis, precisos e efetivos. Realize uma boa pesquisa e busque fornecedores experientes e consolidados no mercado de equipamentos médicos.

A Medicalway é uma empresa com tradição, já há 18 anos no mercado. Comercializamos equipamentos médicos e hospitalares, trabalhando com importantes fornecedores mundiais do segmento. Nossos produtos apresentam elevada qualidade e ótima relação custo-benefício. Temos um excelente serviço pós-venda, com esclarecimento de dúvidas e manutenções, auxiliando nossos clientes na consolidação de uma boa trajetória em suas instituições de cuidado e saúde.

Gostou de aprender sobre o controle da qualidade em ressonância magnética? Aproveite e confira a nossa página de monitores de ressonância e veja dispositivos de ótimo desempenho!

Os cuidados com segurança do trabalho em hospitais são essenciais para a proteção dos colaboradores e para o bom funcionamento do local. Afinal, é assim que podemos proteger o time das situações que são muito comuns nessas instituições.

A dica é investir em práticas já consolidadas e que atendem às regras definidas pelas autoridades. Desse modo, a gestão hospitalar não terá que lidar com tantos problemas no cotidiano.

A seguir, separamos 6 práticas essenciais para serem adotadas quanto à segurança do trabalho em hospitais. Confira!

Quais são os principais riscos associados ao ambiente hospitalar?

Os riscos envolvem os quadros que apresentam potencial de se tornarem acidentes e doenças do trabalho, de fato. No ambiente hospitalar, eles se dividem em algumas categorias e todas são importantes. Para facilitar o entendimento, trouxemos alguns exemplos. Veja!

Químicos

Os riscos químicos estão ligados ao contato com certos materiais usados no hospital. É o caso do contato direto com fórmulas usadas para limpeza e desinfecção de superfícies e com medicamentos específicos, por exemplo.

Físicos

Os riscos físicos estão relacionados aos impactos causados no corpo de forma física. O barulho excessivo, as variações de temperatura e mesmo a exposição à radiação entram nesse conceito.

Biológicos

Os riscos biológicos estão entre os problemas mais lembrados. Eles envolvem a potencial contaminação que pode ocorrer por patógenos presentes no ambiente hospitalar ou pelo contato com pacientes ou profissionais contaminados.

Ergonômicos

Os riscos ergonômicos se parecem com as questões físicas, mas têm a ver com a interação com o espaço. A realização de esforços repetitivos, a necessidade de levantar peso ou mesmo a duração e a frequência dos plantões fazem parte dessa categoria.

Quais são 6 boas práticas de segurança do trabalho em hospitais?

Diante de tantas situações que podem causar problemas, a nossa dica é atuar na prevenção. Afinal, é sempre mais fácil impedir que algo do tipo aconteça que lidar com as suas consequências.

Pensando nisso, separamos algumas boas práticas que devem passar a integrar o cotidiano do ambiente hospitalar. Confira!

1. Classifique as áreas de risco

Identificar os riscos existentes é o primeiro passo para lidar com eles corretamente. Então, o indicado é classificar as áreas de acordo com a intensidade e a probabilidade de os riscos se concretizarem.

Em geral, riscos com “pontuação” maior exigem atenção prioritária. Esse mapeamento também serve para criar uma ideia completa sobre o que precisa ser feito em cada parte do hospital.

2. Conheça e respeite as normas de segurança

Em seguida, é hora de adaptar cada local às regras específicas. Por isso, nossa dica para a segurança do trabalho em hospitais não poderia ser outra: aprofunde-se nas regras referentes a esse assunto.

A Norma Regulamentadora mais completa sobre o tema é a NR-32, que aborda todas as questões de segurança e saúde no trabalho em serviços de saúde.

Também podemos citar outras regras que merecem atenção, como:

Todas essas normas preveem os riscos de destaque e como eles devem ser tratados para que seja possível evitar problemas.

3. Distribua EPIs

Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) são especialmente úteis para diminuir diversos riscos. Protetores auriculares, por exemplo, reduzem a exposição aos ruídos. Roupas de segurança impedem a absorção excessiva de radiação, enquanto máscaras e luvas bloqueiam patógenos.

Há muitas alternativas que devem ser usadas e todas têm que ser disponibilizadas pelo hospital. Assim, pode-se garantir uma atuação mais protegida para todos e que ocorre segundo as regras.

4. Elimine ruídos hospitalares corretamente

Como dissemos na parte de riscos físicos, os ruídos estão entre os problemas para a segurança do trabalho no ambiente hospitalar. Por isso, precisam ser reduzidos de forma eficiente.

Além do uso de EPIs, vale pensar em proteção acústica em locais como salas, consultórios e corredores. É importante utilizar forros de alta qualidade e que sejam especificamente orientados para espaços desse tipo.

5. Siga as normas da Anvisa

Além das normas regulamentadoras, recomendamos acompanhar as indicações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A RDC nº 50, de 2002, aborda as regras de biossegurança referentes ao planejamento e à elaboração de ambientes de saúde. Já a RDC nº 222, de 2018, trata das boas práticas de gerenciamento de resíduos, que também podem causar contaminações.

Então, é preciso atender a essas e outras definições específicas para reduzir os riscos, combinado?

6. Oriente os colaboradores

Não podemos nos esquecer de uma das principais práticas de segurança do trabalho em hospitais: o treinamento do time. Afinal, não adianta desenvolver as melhores medidas se elas não forem colocadas em prática.

É indispensável apresentar a maneira correta de usar os EPIs, como proceder diante de cada risco e como alcançar os resultados desejados. Assim, é possível atender a todas as regras, com máxima eficiência.

Quais são as consequências de não se preocupar com essa questão?

Não investir em segurança do trabalho no ambiente hospitalar tem diversos impactos. O descumprimento das determinações pode levar à interdição da instituição, a multas variadas e ações indenizatórias aos profissionais.

Também há um aumento nos casos de doenças e acidentes, o que eleva o volume de afastamentos e prejudica a produtividade e a organização do local. Além disso, é algo que transmite pouca responsabilidade social, né?

Então, para evitar problemas com a fiscalização, riscos desnecessários e até perdas de profissionais, nossa dica é adotar essas práticas de forma consistente.

Manejar os riscos e atender às regras é essencial para garantir a segurança do trabalho em hospitais. Com essas dicas práticas, você terá a chance de colocar tudo em prática para tornar o espaço de saúde mais protegido!

Além do mais, aproveite para conhecer qual é a relação entre saúde, segurança e equipamentos médicos de qualidade!

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