Como são usados ventiladores pulmonares nos casos de coronavírus

Como são usados ventiladores pulmonares nos casos de coronavírus. São equipamentos essenciais, pois oferecem suporte à respiração quando o corpo não é capaz de desempenhá-la sozinho. Com a pandemia de coronavírus, a demanda por esses aparelhos aumentou nos hospitais. Afinal, entre as possíveis complicações do COVID-19 está a insuficiência respiratória, principal causa de morte entre os acometidos pela doença.

Pensando nisso, preparamos este conteúdo especial sobre esses equipamentos e como eles podem ajudar instituições de saúde neste cenário. Continue lendo para aprender mais sobre o assunto!

O que são os ventiladores pulmonares e qual é o seu papel na pandemia de coronavírus?

Como dissemos, esses equipamentos médicos auxiliam a realização do movimento respiratório quando o paciente está incapacitado de fazê-lo sozinho. Eles podem ser necessários em diversas situações — incluindo em complicações de alguns quadros clínicos, quando as funções respiratórias são afetadas.

No caso particular do coronavírus, ocorre uma inflamação nas vias aéreas e pulmões que pode provocar pneumonia. Diante disso, o sistema imunológico realiza uma resposta anti-inflamatória exacerbada, gerando ainda mais dificuldade na respiração.

O resultado desse quadro são os baixos níveis de oxigenação no sangue, uma infecção generalizada (sepse) e a grande taxa de mortalidade, principalmente de pessoas pertencentes aos grupos de risco.

Como a ventilação pulmonar artificial funciona?

A ventilação pulmonar artificial tem um funcionamento ágil, que traz boas possibilidades de suporte para pessoas em quadros de dificuldade para respirar. O processo se organiza de acordo com 4 fases do ciclo respiratório em ventilação mecânica. A seguir, explicaremos cada uma delas.

Inspiratória

Na fase inspiratória, o aparelho insufla ar no pulmão do paciente em níveis que são adequados ao seu caso. Para isso, o ventilador supera a resistência do organismo e as barreiras do sistema respiratório do indivíduo.

Ciclagem

A ciclagem é o momento de interrupção da insuflagem para o início da fase expiratória. Isso acontece com o alcance de um marco, que pode ser definido por tempo inspiratório, pressão, volume ou fluxo.

Expiratória

A fase expiratória é o esvaziamento dos pulmões. Sua duração dependerá das necessidades específicas do paciente.

Disparo

O disparo é o momento em que há o fechamento da válvula expiratória e a abertura do canal inspiratório. Ele pode ser estabelecido de acordo com fluxo, a alteração de pressão e o tempo.

Quais são as modalidades da ventilação pulmonar?

Esse procedimento conta com várias modalidades, que variam conforme as necessidades do paciente. Em algumas, há mais interação da pessoa; em outras, o dispositivo efetiva a maior parte dos processos. Veja mais sobre elas a seguir!

Ventilação com Volume Controlado (VCV)

Nessa modalidade é feita a fixação do volume, da frequência respiratória e do fluxo inspiratório. A frequência respiratória é preestabelecida e define quando ocorre o disparo. Já a ciclagem acontece a partir do alcance do volume que foi predefinido, e a pressão varia conforme a dinâmica ventilatória de cada paciente.

Ventilação com Pressão Controlada (PCV)

Aqui, a pressão é regulada em um limite durante a fase inspiratória, havendo a fixação da frequência de respiração e do tempo inspiratório. A ciclagem é regulada por um tempo, havendo um fluxo desacelerado e livre. A dinâmica ventilatória do paciente interage com esse processo.

Ventilação Mandatória Intermitente Sincronizada (SIMV)

Os ciclos mandatórios são predeterminados e acontecem de forma sincronizada com a inspiração do paciente. O tempo é predefinido, mas o processo acontece em sincronia com o disparo que a pessoa faz.

Ventilação com Pressão de Suporte (PSV)

Nessa modalidade o paciente faz o disparo, seja pela pressão, seja pelo fluxo. Na fase inspiratória, a pressão é mantida durante a fase de inspiração, e a ciclagem ocorre quando o fluxo inspiratório diminui. O volume que circula depende das condições e do esforço de inspiração da pessoa.

Pressão Contínua nas Vias Aéreas (CPAP)

Na CPAP, o paciente respira de forma espontânea, apenas recebendo ar pressurizado continuamente.

Quais são as consequências da falta de ventiladores pulmonares nos hospitais?

De fato, a pandemia de coronavírus está exigindo um grande volume de ventiladores pulmonares nos hospitais. Conforme explicamos, a doença afeta principalmente as vias respiratórias, e pode gerar infecção sistêmica no organismo. A falta de um número suficiente desses dispositivos em uma instituição de saúde, portanto, pode desencadear diversos falecimentos que poderiam ser evitados.

Além disso, a grande facilidade de contágio do COVID-19 deve gerar uma demanda ainda maior por respiração artificial. Com os crescentes índices de disseminação de coronavírus, os hospitais precisam estar preparados para fornecer o acolhimento adequado aos pacientes — o que envolve um investimento em estrutura e aprimoramento do arsenal de tecnologia em saúde.

Qual é a importância de adquirir ventiladores de qualidade para o hospital?

É muito importante adquirir equipamentos de qualidade para a instituição de saúde. Dispositivos de baixo desempenho podem demandar manutenções corretivas excessivas, implicando até custos maiores para o hospital. Além disso, eles podem falhar durante o uso, acarretando graves riscos para o paciente.

Aparelhos de boa qualidade são um verdadeiro investimento. Eles contribuem para melhores tratamentos e a promoção da saúde, como um todo, o que fortalece a confiança da comunidade no hospital e melhora a imagem da organização na sociedade. Promovem ainda uma velocidade maior do fluxo de trabalho e permitem o acolhimento da população em momentos de crise — justamente como o que estamos vivendo agora.

É por saber disso que a Medicalway oferece produtos e diferenciais capazes de contribuir positivamente para o cenário atual.

Comercializando aparelhos médicos e hospitalares, nós estamos há 18 anos no mercado, nos destacando pela nossa tradição e relacionamento forte com os clientes. Nossos produtos têm excelente qualidade e uma ótima relação custo-benefício, pois contamos com importantes fornecedores mundiais do segmento. Além disso, oferecemos manutenção nos dispositivos com alta qualidade e desempenho!

Como vimos, equipamentos como os ventiladores pulmonares são essenciais nessa pandemia de coronavírus. Afinal, a doença provoca inflamações no aparelho respiratório e no pulmão, demandando auxílio de aparelhos para respiração mecânica no suporte à vida. É fundamental tê-los numa quantidade adequada, para acolher os pacientes e fornecer toda a assistência necessária diante da pandemia.

Então, se você gostou das informações que trouxemos até aqui, aproveite para conferir a nossa página e conheça melhor os ventiladores Mindray!

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    Filtro HME: para que serve e quais são as suas categorias?

    A pandemia do novo coronavírus trouxe alguns alertas à população e preocupações para os centros de saúde no quesito equipamentos respiratórios. Os filtros respiratórios são uma tecnologia recente na medicina e muito útil para casos de insuficiência respiratória, inclusive a que a Covid-19 provoca.

    Um desses artifícios é o HME (Heat and Moisture Exchanger), que nada mais é do que um trocador de calor e umidade colocado entre o tubo endotraqueal/traqueostomia e o conector do circuito do ventilador, capaz de aquecer e umidificar o gás inspirado.

    Neste post, você conhecerá mais sobre o filtro HME, sua importância e as categorias existentes. Acompanhe.

    O que é o filtro HME?

    Estamos vivendo tempos difíceis com a disseminação de um vírus altamente contagioso e com grande poder sobre nossos pulmões. Muitos casos de internação em unidade de terapia intensiva seguidas de intubação utilizam esse tipo de filtro, auxiliando o paciente a manter a respiração aquecida e com o nível de umidade adequado. Eles ajudam a reduzir o muco e a tosse, um dos sintomas atenuantes da Covid-19.

    Ele também pode ser usado em anestesias, ventilação assistida ou cirurgias em que os pacientes não conseguem manter a habilidade de filtrar e umidificar o ar respirado. Além disso, são muito importantes na proteção contra contaminações microbianas entre as máquinas e os pacientes, por conta da ação da membrana eletrostática que impede a passagem de vírus e bactérias que podem levar ao óbito.

    Quais as categorias do filtro HME?

    Agora que você sabe o que é filtro HME e entende sua importância e como funciona, é essencial conhecer os tipos que existem. De acordo com a literatura médica mundial, esses filtros são agrupados em três categorias. Conheça-as agora.

    Umidificadores mistos

    Possuem propriedades de produção de umidade e calor, que bloqueiam a ação microbiológica exercida pelas membranas eletrostáticas. Recebe a nomenclatura HMEF por alguns autores, que significa trocador de calor e umidade com poder de filtração.

    Umidificadores hidrofóbicos

    Atuam como barreira, possuem alta eficiência de filtração, mas com poder menor de produção de umidificação e aquecimento. Ele possui pregas que impedem a passagem da água para o meio externo.

    Umidificadores condensadores higroscópicos

    Não possuem propriedades de filtração antimicrobiana, apenas realizam troca de calor e umidade. Quando o paciente exala ar quente e úmido, o filtro coleta essa umidade e o calor e devolve quando o indivíduo inala.

    Como age o filtro HME?

    O HME age de forma parecida com nossas vias respiratórias superiores e assim retém a umidade e o calor do ar expirado através da membrana higroscópica, impedindo a perda de ambos. Depois disso, são liberados e aquecem e umidificam os gases inspirados pelo paciente.

    Você pode aprender um pouco mais sobre o uso desses equipamentos aqui na Medicalway. Basta ficar de olho em nossas publicações. Esse filtro é encontrado aqui com os melhores preços do mercado e com as recomendações e explicações necessárias para o uso.

    Tem interesse e quer saber mais sobre o filtro HME? Então, entre em contato conosco. Um de nossos especialistas o atenderá e tirará suas dúvidas.

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    Conservação do equipamento de ultrassom: entenda os cuidados que você precisa ter

    Negligenciar a etapa de conservação do equipamento de ultrassom pode trazer inúmeras consequências. Entre elas, lentidão, falha na comunicação com a rede ou impressora e muitos outros problemas que comprometem a satisfação do paciente. 

    Diante disso, é fundamental que a gestão hospitalar seja capaz de evitar essa situação. Assim, é possível oferecer um atendimento de qualidade, diagnóstico preciso e elevar a credibilidade da instituição de saúde.

    A partir desse contexto, quer saber como garantir a conservação do equipamento de ultrassom? Listamos algumas informações essenciais sobre o assunto que podem ajudar. Acompanhe!

    Como garantir a conservação do equipamento de ultrassom?

    Limpeza

    A limpeza é uma das etapas primordiais para conservação do equipamento de ultrassom. No entanto, não basta garantir esse procedimento, é preciso que ele ocorra da maneira correta para evitar danos ao aparelho.

    Assim, efetue essa etapa com um pano úmido com sabão neutro e água para higienizar o gabinete. O painel de controle e o teclado devem ser limpos com um pano umedecido em água, sem precisar da intervenção de algum produto. 

    Outro cuidado a ser tomado é não abrir esses itens para limpeza, o que poderia levar à entrada de gel e ao dano à parte interna. Então, caso haja muita poeira, contar com um aspirador de pó pode ser o suficiente. 

    Enquanto isso, a higienização dos transdutores precisa ocorrer com um pano úmido, com água ou papel toalha a cada finalização do exame. Utilizar produtos nesse processo pode prejudicar a película de cristais.

    Temperatura

    O equipamento ultrassom deve permanecer em uma temperatura adequada para garantir o adequado funcionamento. Assim, o recomendado é que ela se mantenha entre 18°C e 22°C quando estiver ligada. 

    Utilizar uma temperatura superior à mencionada ou até mesmo ignorar o uso do ar-condicionado enquanto usa o equipamento ultrassom pode superaquecer as placas. 

    Isso porque o aparelho por si só gera um aquecimento no ambiente enquanto está ligado. Logo, a soma disso com a alta temperatura externa tende a ocasionar falhas no funcionamento.

    Manutenção

    A manutenção periódica do aparelho atua para otimizar o fluxo operacional dos procedimentos clínicos e elevar a segurança. Com relação a isso, existe a manutenção preventiva, voltada para quando o aparelho ainda não apresenta defeitos.

    E ainda, existe a manutenção corretiva, quando o equipamento já se danificou e é necessário realizar algum reparo. Seja qual for o caso, é preciso contar com fornecedores adequados para garantir a manutenção de acordo com o fabricante. 

    Ao deixar a manutenção a cargo de uma empresa especializada, é possível realizar testes de envelhecimento, controle de qualidade e demais procedimentos que elevam a confiabilidade do serviço.

    Então, conseguiu entender algumas das principais dicas relacionadas à conservação do equipamento de ultrassom? É fundamental colocá-las em prática para que a instituição de saúde faça um atendimento mais seguro e eficiente. Tudo isso evita riscos no tratamento e diagnóstico, além de elevar a vantagem competitiva da clínica.

    Diante disso, saiba que nós da Medicalway oferecemos assistência técnica para manutenção de equipamentos hospitalares. Entre em contato conosco e saiba mais!

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    Como é realizado o exame de densitometria óssea?

    Graças à tecnologia, a medicina diagnóstica tem conquistado grandes avanços. Um deles é o exame de densitometria óssea, que, de maneira simples e rápida, é capaz de detectar a osteopenia e a osteoporose.

    A grande vantagem é que, com a densitometria óssea, a perda mineral pode ser detectada logo em seu estágio inicial, mesmo não sendo possível visualizá-la precocemente pelo exame de raio-X. Isso permite a realização do combate à osteoporose e a prevenção do risco da geração de fraturas.

    Para ajudá-lo a entender melhor, preparamos um panorama completo sobre o assunto, no qual abordaremos o que é o exame de densitometria óssea, como é realizado, para quem é indicado e quais os resultados esperados. Continue a leitura e confira!

    O que é o exame de densitometria óssea? 

    Esse é um exame importante realizado para definir a quantidade de massa óssea em locais do corpo, como fêmur, coluna lombar e outras regiões, a fim de permitir a avaliação do risco de fratura e oferecer um diagnóstico precoce de osteopenia e osteoporose. Ele é feito com o uso de um aparelho com dupla emissão de raios-X, mas com a dosagem de radiação reduzida.

    Como é feito o exame de densitometria óssea?

    O exame é indolor e simples, não sendo exigido nenhum preparo especial. A única recomendação é não usar objetos, acessórios e roupas que tenham metal, visto que isso pode interferir no resultado. No dia, o paciente é orientado a deitar em uma maca, que terá um dispositivo de imagem acima e um gerador de raios-X posicionado abaixo.

    Posteriormente, é iniciado o exame utilizando a máquina densitômetro, que por meio de um detector vai irradiar e percorrer levemente a coluna e sobre o quadril, captando as imagens e projetando-as na tela de um computador. Dessa forma, em aproximadamente 10 a 30 minutos, o exame é concluído, sendo possível obter os resultados da medição da densidade óssea praticamente logo em seguida.

    Quando e para quem é indicado fazer o exame de densitometria óssea?

    Mulheres a partir dos 65 anos de idade e homens acima dos 70 costumam ser orientados pelos médicos a realizarem o exame de densitometria óssea, para verificar a densidade dos ossos. Mas, há outras diversas situações em que a solicitação do exame pode ser necessária, como para monitorar uma doença já diagnosticada, especialmente para pessoas que têm osteoporose e precisam fazer o acompanhamento. Também é recomendado nos casos em que existem fatores de risco, como:

    • pós-menopausa;
    • fratura prévia;
    • baixo peso corporal (com IMC menor que 18,5 kg/m²);
    • fatores genéticos;
    • uso de medicamentos que favorecem a perda de massa óssea.

    O que é avaliado nesse tipo de exame?

    De um modo geral, no exame de densitometria óssea, é verificada a quantidade de cálcio que está presente no osso, a fim de medir a densidade mineral óssea. Também são examinadas regiões em que os ossos estão sujeitos a fraturas, como lombar e fêmur. Por fim, estabelece-se diagnóstico e avalia-se tratamento para osteoporose e osteopenia.

    Quais resultados podem ser esperados desse exame?

    Há três possibilidades que são disponibilizadas no resultado do exame:

    • densidade mineral óssea dentro do padrão: o resultado é considerado normal e sem risco de fraturas;
    • perda da densidade mineral óssea inicial: o paciente é diagnosticado com osteopenia, estando com o risco de fraturas;
    • redução significativa da densidade mineral óssea: quer dizer que a pessoa está com osteoporose e com alto risco de fraturas.

    Qual a importância de ter aparelhos dedicados ao exame de densitometria?

    O exame de densitometria óssea é o método mais utilizado para verificar a diminuição de massa no osso. Diante disso, são utilizados equipamentos modernos e com alta tecnologia, para que a emissão da radiação seja baixa e ainda consiga diagnosticar o problema logo no início. Por isso, é importante contar com aparelhos específicos, a fim de proporcionar ao paciente o tratamento mais breve possível, evitando que a doença possa progredir.

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